Leia
nesta edição:
- Acaba nesta
sexta vacinação contra paralisia
e sarampo em São Paulo
- Aplicativos
ficam fora do ar para manutenção
da base de dados junto à ANS
- Dados de junho apontam aquecimento do setor
- Médicos vão
suspender atendimento a 10 planos
- Prevenção reforçada
- Médicos paulistas estão mais satisfeitos com
o SUS do que com os planos de saúde
- Proposta
de avaliação do SUS ganha força
no Congresso
- Conselho
Nacional de Saúde realiza Oficina de Capacitação
para relatores da 14ª Conferência Nacional de Saúde
- Massa salarial
sobe mais em setor que puxa a inflação
- Novo modelo
de gestão na área de saúde
- Segundo
a ANS, 1,6 mil operadoras estão credenciadas
no Brasil
- O Judiciário e os produtos de saúde
- Lei Nº 12.401,
DE 28 DE ABRIL DE 2011.
- Confederação Nacional de Saúde: Circular
Jurídico 062/2011
- Pesquisadores
brasileiros trabalham para criar pílula
para prevenir quatro doenças cardiovasculares
- Vacina gratuita contra HPV pode ser garantida a mulheres dos
9 aos 45 anos
Sexta-feira, 01.07.11
Último
Segundo
Acaba
nesta sexta vacinação contra paralisia e
sarampo em São Paulo
Cerca de
14 mil postos e 51 mil profissionais foram mobilizados em todo
o Estado para
proteger as crianças durante as
férias
Termina nesta
sexta-feira a primeira etapa da campanha de vacinação
em São Paulo contra paralisia infantil, que neste ano
inclui a imunização contra o sarampo. De acordo
com a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo,
o objetivo é proteger as crianças contra as duas
doenças antes do período de férias escolares.
Crianças de até 1 ano de idade devem receber apenas
a vacina contra a paralisia infantil. As entre 1 e 4 anos receberão
doses contra o sarampo e paralisia infantil. E aquelas entre
5 e 6 anos, somente a vacina contra o sarampo.
Cerca de
14 mil postos de saúde e 51 mil profissionais
foram mobilizados em todo o Estado. O horário de funcionamento
dos postos é das 8 às 17 horas. A meta para imunização
contra paralisia infantil é atingir 2,67 milhões
de crianças, equivalente a 95% das crianças com
até 5 anos de idade. Contra o sarampo a vacinação
também pretende chegar a 95% de adesão, o que representa
3,17 milhões de crianças.
São Paulo não registra nenhum caso de paralisia
infantil desde 1988. No entanto, como o vírus da poliomielite
ainda circula em países da África e da Ásia, é fundamental
que todas as crianças menores de cinco anos sejam imunizadas
anualmente com as duas gotas da vacina Sabin.
A segunda etapa da campanha contra a paralisia infantil ocorre
em 13 de agosto no Estado.
ANS
Aplicativos
ficam fora do ar para manutenção da
base de dados junto à ANS
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informa
que, a partir do dia 30/06/2011, os sistemas de Registro de Planos
de Saúde - Operadora (RPS) e de Adequação
de Registro de Planos de Saúde (ARPS) ficarão indisponíveis
para manutenção da base de dados. O acesso aos
sistemas, via site da ANS, estará normalizado no dia 5/07
para o RPS, e no dia 19/07/2011 para o ARPS.
ANS
Dados de junho apontam aquecimento do setor
Os dados
do setor de saúde suplementar referentes ao
primeiro trimestre de 2011 indicam a existência, em março,
de 46,6 milhões de beneficiários em planos de assistência
médica e 15,3 milhões em planos exclusivamente
odontológicos. O crescimento de 2,01% no número
de beneficiários de planos de assistência médica é o
maior já verificado em um primeiro trimestre.
O aquecimento
do mercado é confirmado ainda pelo número
de registros de operadoras no período. Pela primeira vez
em dez anos, o número de novos registros de operadoras
(16 novas operadoras no trimestre) foi maior que o número
de cancelamentos (seis operadoras canceladas). Ressalte-se que,
no primeiro trimestre de 2010, foram registradas apenas quatro
operadoras enquanto 41 foram canceladas.
Por sua vez,
os dados de receita e despesa assistencial das operadoras indicam
que
as operadoras médico-hospitalares
tiveram uma receita de R$ 72,7 bilhões, em 2010, 13,2%
a mais que no ano anterior. A sinistralidade (razão entre
a despesa assistencial e receita de contraprestações)
teve ligeira redução, passando de 83,0% para 81,1%.
Quanto às operadoras exclusivamente odontológicas,
a receita de R$ 1,7 bilhão é 23,5% superior à de
2009. A sinistralidade destas operadoras apresentou comportamento
semelhante, passando de 48,5% para 45,9%.
Esses e outros
dados do setor podem ser conferidos na edição
de junho do Caderno de Informação da Saúde
Suplementar.
O
Estado de São
Paulo
Médicos vão
suspender atendimento a 10 planos
Por Karina Toledo
Médicos paulistas de 53 especialidades decidiram ontem,
em assembleia, suspender temporariamente o atendimento a usuários
de dez operadoras de planos de saúde que se recusaram
a negociar o reajuste dos valores pagos por consulta. O cronograma
da paralisação deve ser divulgado dentro de 20
ou 30 dias.
"Cada especialidade vai parar por 72 horas de forma alternada.
A ideia é manter a pressão sobre as empresas sem
prejudicar os usuários", diz Florisval Meinão,
da Associação Médica Brasileira.
Serão atingidos usuários da Gama Saúde,
Porto Seguro, Intermédica, Greenline, Notredame, Abet
(funcionários das empresas de telecomunicações)
e também os funcionários da Caixa Econômica
Federal, Banco do Brasil, Companhia de Engenharia de Tráfego
(CET) e Embratel.
Pesquisa
divulgada ontem pelo Conselho Regional de Medicina do Estado
de São Paulo (Cremesp) revela a insatisfação
dos médicos paulistas. Dos 58 mil que atendem planos,
74% consideram ruim ou péssima a relação
com as operadoras. Em 2007, o índice era de 43%.
Ao avaliar
sua relação com o Sistema Único
de Saúde (SUS), 59% se disseram insatisfeitos. Foram ouvidos
649 médicos pelo Instituto Datafolha.
Segundo o
presidente do Cremesp, Renato Azevedo Júnior,
o relacionamento com as operadoras piorou muito nos últimos
dez anos, principalmente pela falta de reajuste nos honorários.
A FenaSaúde, entidade que congrega as 15 maiores operadoras,
diz que vem participando dos debates sobre honorários
liderados pela ANS.
Correio Braziliense
Prevenção reforçada
Pesquisadores
propõem estratégias combinadas para
barrar a Aids. Eles sugerem o uso de um gel antivirótico
e a circuncisão como formas de aumentar a proteção
contra o HIV
Por Max Milliano Melo
Durante os últimos 30 anos a camisinha tem sido sozinha
o instrumento mais eficaz de prevenção da Aids,
doença que já atingiu mais de 60 milhões
de pessoas no mundo. Todas as outras formas de se tentar impedir
o contágio pelo vírus HIV não se mostraram
totalmente seguras. No entanto, nem sempre o preservativo é uma
opção disponível. E por isso mesmo a doença
continua a fazer pelo menos 2,6 milhões de novas vítimas
a cada ano. Em um estudo publicado na edição de
hoje da revista Science, pesquisadores britânicos e americanos
propõem uma alternativa para barrar o vírus entre
as populações que, por alguma razão, não
têm acesso a camisinha — o uso combinado de vários
métodos que isoladamente não são 100% confiáveis.
Segundo os
pesquisadores, seria viável acrescentar ao
preservativo a vacina contra HIV mais eficiente já produzida,
mas que só funciona em 31% dos casos. Além desta,
usar o tenofir, um gel que extermina o vírus, mas é eficaz
apenas com 39% dos pacientes, e adotar aderir à circuncisão — a
retirada da pele em excesso do pênis que conseguiu baixar
o índice de contaminação em 57%. Nenhuma
dessas alternativas isoladas é suficientemente forte para
evitar a contaminação de grandes populações.
No entanto, segundo os pesquisadores, se forem associadas, elas
podem ser o reforço que faltava para o controle do HIV
e a queda no índice de vítimas da Aids.
De acordo
com Sheena McCormack, do Centro de Pesquisa Médica
Clínica do Reino Unido, a adoção de novas
técnicas de prevenção do HIV se tornou necessária
depois que locais onde há pleno acesso ao diagnóstico
e tratamento apresentaram aumento nos casos. “Embora o
panorama geral da epidemia do HIV pareça promissor, com
uma taxa relativamente estável de novas infecções,
há exemplos de registros crescentes em países que
têm acesso universal ao tratamento, tais como o Reino Unido”,
disse a pesquisadora ao Correio.
Depois que
vários métodos biomédicos de
prevenção apresentaram relativo sucesso, os estudiosos
decidiram utilizá-los de maneira combinada. “A camisinha é um
problema, por exemplo, para os casais que querem ter filho, que
poderiam adotar os métodos biomédicos. Como isoladamente
eles não são totalmente eficazes, surgiu a ideia
de combiná-los”, explicou.
Para os pesquisadores,
uma vacina segura e duradoura seria a forma mais eficaz de
prevenir a infecção. “No
entanto, os ensaios com as vacinas atuais só reduziram
a infecção em 31%, o que claramente não é uma
taxa boa, suficiente, para ter um impacto significativo na epidemia”,
relata Robin Shattock, professor do Imperial College de Londres
e principal autor da pesquisa. “No entanto, a combinação
de várias estratégias nos parece hoje uma opção
bastante viável. Ainda não fizemos testes para
confirmar nossa tese, mas com os atuais avanços nessas
formas alternativas, acreditamos que é um bom momento
para testar suas eficácias combinadas”, completa
o especialista.
Outras armas
A tese levantada
pelos britânicos dá força
a uma corrente de cientistas que defende pesquisas alternativas
para dominar a síndrome. Em entrevista ao Correio, quando
esteve no Brasil, no fim de maio, o médico francês
Willy Rozenbaum, que ajudou a descrever a doença no início
dos anos 1980, já havia defendido a adoção
de formas complementares de proteção contra o HIV. “Se
essa única forma (a camisinha) fosse eficiente, já teríamos
controlado a epidemia há muito tempo. O problema não é que
a camisinha não seja eficiente por si, o problema é que,
por mais que haja campanhas, ela não é suficientemente
utilizada, a ponto de barrar o avanço do vírus”,
afirmou.
Apesar de
proporem a novidade, os especialistas lembram, no entanto,
que ela não substitui o modelo de prevenção
tradicional, baseado na camisinha. “Pelo menos por enquanto,
ela ainda fornece a melhor proteção contra o HIV”,
lembra Shattock. “Não devem ser abandonados os esforços
para promover o uso do preservativo. Deve-se inclusive pensar
em estratégias para ampliar o seu uso. O que defendemos é abordagens
alternativas para os casos onde ela não pode ser utilizada”,
completa o britânico.
O presidente
da ONG LGBTTT Estruturação, Welton
Tindade, acredita que o surgimento de reforços para a
camisinha são mais que bem-vindos. “O ideal é que
houvesse várias possibilidades, como é hoje com
a prevenção da gravidez”, afirma. “A
mulher que não quer engravidar pode escolher entre a pílula,
a camisinha, o diafragma aquele que mais se adapta ao perfil
dela. Se essa fosse uma possibilidade também em relação à prevenção
da Aids, com certeza mais pessoas estariam protegidas”,
analisa.
Para ele,
a camisinha não consegue neutralizar sozinha
o avanço do vírus por falta de consciência. “Não
falta informação. Todo mundo sabe que tem que usar
preservativo, o que falta é conscientização.
Por mil motivos as pessoas acham que não vão pegar
a doença, que não vão ficar doentes, o que é completamente
errado”, critica. “Também percebo que há um
certo cansaço da camisinha. Algumas pessoas, especialmente
as mais velhas, têm baixado a guarda, deixado a proteção
com o preservativo em segundo plano.”
Bom exemplo
A preocupação dos pesquisadores, que viram a Aids
aumentar mesmo em países onde há pleno acesso à prevenção
e ao tratamento, é a mesma de Organização
Mundial da Saúde (OMS). Recentemente a instituição
anunciou que, depois de décadas de queda no índice
de infectados pelo HIV, a Aids voltou a subir entre os homossexuais.
Enquanto isso, no mundo inteiro, a comunidade científica
busca soluções para conter a epidemia.
Sônia Morais, 23 anos, exercita a consciência de
cidadã preocupada com o avanço da doença
de uma maneira simples e eficiente. Semanalmente ela e seu grupo
percorrem bares, boates, festas e pontos de prostituição
distribuindo preservativos. “Pelo menos entre as profissionais
do sexo a prevenção é uma questão
bem resolvida. Elas sabem que é preciso se proteger. Já houve
casos em que a garota estava dentro do carro para sair com um
cliente mas preferiu, antes, pegar a camisinha com a gente”,
conta.
Para ela,
no entanto, ainda é preciso melhorar o acesso
ao método tradicional de proteção. “Existem
centros de referência em que a distribuição
funciona muito bem. Mas já houve casos relatados de travestis
que foram a postos de saúde e tiveram a camisinha negada”,
alerta Sônia. “Esse é um problema que não
pode acontecer. Se o mais difícil é conscientizar,
a pessoa não pode ficar desprotegida por falta de acesso
ao preservativo por puro preconceito”, reclama a jovem.
CFM
Médicos paulistas estão mais satisfeitos com o
SUS do que com os planos de saúde
No estado
de São Paulo, 74% dos 58.000 médicos
que atendem planos de saúde consideram ruim ou péssima
a relação das operadoras com os profissionais.
O dado é de uma pesquisa inédita do Conselho Regional
de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp), realizada
pelo Instituto Datafolha em abril de 2011.
A crise entre
a classe médica e os planos de saúde
deteriorou muito nos últimos quatro anos. Em 2007, 43%
dos médicos que atendiam planos de saúde já afirmavam
que tinham problemas com as operadoras, especialmente relacionados
a baixos valores de honorários médicos, glosa ou
negação de consultas, internações,
exames, procedimentos e outras medidas terapêuticas.
Em 2011,
o Cremesp também quis saber como anda a relação
dos médicos com os empregadores públicos (com o
Sistema Único de Saúde - SUS). Na avaliação
de 59% dos médicos a relação do SUS com
os profissionais é ruim ou péssima. Ou seja, os
médicos estão mais insatisfeitos com os planos
de saúde ( 74%) do que com o SUS.
Paralisação e Reivindicações
A insatisfação dos médicos com os planos
de saúde deu início à campanha por melhores
honorários e pelo fim das interferências das operadoras
na autonomia profissional, o que levou à paralisação
nacional no dia 7 de abril e motivou a realização
da assembleia estadual dos médicos, nesta quinta-feira,
30 de junho, às 20 horas, na sede da Associação
Paulista dos Cirurgiões Dentistas, rua Voluntários
da Pátria, 547, Santana, São Paulo.
Na assembleia,
serão avaliadas as respostas de 15 planos
de saúde contatados pelo movimento médico de São
Paulo. Existe a possibilidade de paralisação, em
todo o estado, do atendimento aos planos de saúde que
não responderam positivamente às reivindicações
da classe médica.
Alguns
dados dos planos de saúde em São Paulo
Cerca de
58.000 médicos atendem planos e seguros de saúde
em São Paulo ( dentre os 106 mil médicos em atividade
no Estado);
Funcionam
em São Paulo 327 operadoras de planos de assistência
médico-hospitalar com registro ativo na ANS (139 empresas
de Medicina de Grupo, 82 cooperativas médicas, 55 planos
de autogestão, 44 planos mantidos por Santas Casas e 7
seguradoras de saúde);
São Paulo tem 18, 4 milhões de usuários
de planos de assistência médica ( dentre 46,6 milhões
de beneficiários no Brasil ). É o estado com maior
presença da assistência suplementar: 44,7% da população
tem plano de saúde, sendo 59,8% de cobertura na capital
e 39,1% no interior.
Fonte: Assessoria de Imprensa do Cremesp - (11) 3017-9364 e
3123-8703
CFM
Proposta
de avaliação do SUS ganha força
no Congresso
O projeto
das entidades médicas de realizar visitas aos
hospitais de urgências e emergências do país
ganhou força na tarde de quarta-feira (29). Em reunião
com o deputado Arnaldo Jordy (PPS/PA), os membros da Comissão
Nacional Pró-SUS, composta pelas três entidades
médicas nacionais, foram informados que a Comissão
de Direitos Humanos da Câmara dos Deputados já aprovou
um requerimento para a instauração de um Grupo
de Trabalho que tem como principal objetivo fazer um diagnóstico
da realidade das Urgências e Emergências do Brasil.
O drama das
urgências e emergências noticiado dia
após dia nos noticiários não é mais,
segundo o deputado e vice-presidente da Comissão de Direitos
Humanos, um problema apenas de saúde pública, mas
envolve também questões de direitos humanos ao
comprometer a vida das pessoas.
"Nosso receio é a banalização, que
as pessoas se acostumem a muitas vezes ver um profissional de
saúde ter que escolher entre vários pacientes que
chegam com essa ameaça numa unidade de saúde e
o médico ter que fazer a triste opção de
ter que escolher apenas um deles para salvar em detrimento dos
demais. As pessoas não conseguem salvar suas vidas no
SUS e o Estado fechou as portas e os olhos para esse problema," destacou
Jordy.
Participação - O GT, que contará com a
representação do Conselho Federal de Medicina (CFM),
da Federação Nacional dos Médicos (Fenam)
e Associação Médica Brasileira (AMB), formatará a
agenda das visitas em reunião prevista para julho deste
ano. Também serão chamados para participarem do
grupo o Ministério Público Federal, a Ordem dos
Advogados do Brasil (OAB), o Conselho Federal de Enfermagem (Cofen)
e outras entidades interessadas.
Para o 2º vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriçá Miranda,
o contato com a Comissão é importante para reforçar
o objetivo das entidades médicas em se aliar com a sociedade
para enfrentar as dificuldades e os desafios da saúde
no Brasil. "Esse grupo vem ao encontro da nossa visão
como profissionais médicos. Nós também queremos
que haja um olhar da sociedade em relação aos direitos
humanos das pessoas na assistência à saúde".
O secretário de comunicação da Fenam e
conselheiro suplente do CFM, Waldir Cardoso, deixou a reunião
satisfeito. "A reunião foi muito importante e nos
encheu de esperança de efetivamente conseguir fazer um
trabalho junto à Câmara dos Deputados. Pareceu-me
que o deputado Jordy, está engajado no propósito
de visitar os hospitais de urgência chamando todos que
podem ter efetivamente interesse em buscar soluções
para a grave solução que estamos enfrentando".
A promessa é que já em agosto as visitas possam
ser iniciadas. O assessor parlamentar das entidades médicas,
Napoleão Puentes, também participou da reunião.
Visitas – As entidades médicas nacionais já haviam
aprovado visitas a hospitais de nove estados do país.
A Comissão Nacional Pró-SUS propunha traçar
um diagnóstico das condições de funcionamento
e atendimento dos estabelecimentos do SUS, o que inclui uma avaliação
das condições éticas do atendimento.
* com informações
da Fenam
Conselho
Nacional de Saúde
Conselho
Nacional de Saúde realiza Oficina de Capacitação
para relatores da 14ª Conferência Nacional de Saúde
Começou na manhã desta quinta-feira, 30, a Oficina
de Capacitação dos Coordenadores da Relatoria da
etapa estadual da 14ª Conferencia Nacional de Saúde.
O evento tem por objetivo dirimir dúvidas e, principalmente,
afinar o discurso para que o produto relatado pela comissão
durante a 14ª CNS, na etapa estadual e nacional, tenha profícuos
resultados, especialmente perante a opinião pública
que deverá ser a grande beneficiada.
Compuseram
a mesa Jurema Werneck, coordenadora geral da 14ª CNS,
Rozângela Camapum, secretaria executiva do Conselho Nacional
de Saúde (CNS), e os coordenadores de comissão
da 14ª CNS, Graciara Matos, da comissão de comunicação,
Maria do Socorro, da comissão de mobilização,
Gastão Wagner Campos, da comissão de relatoria
e Odorico Monteiro, secretário de Gestão Estratégica
e Participativa (Sgep) do Ministério da Saúde.
Para este
encontro, os estados brasileiros enviaram seus representantes,
manifestando
desta forma, concretamente o interesse em manter
atualizadas as informações necessárias para
o bom desempenho dos mais variados atores políticos durante
a 14ª Conferencia Nacional de Saúde. As etapas municipais
estão em andamento por todo o país e as estaduais
começam a partir do dia 16 de julho e seguem até 31
de outubro. A nacional acontecerá, em Brasília,
no período de 30 de novembro a 4 de dezembro de 2011.
As falas
e intervenções dos componentes da mesa
de abertura foram todas realizadas no mesmo sentido, exaltando
a importância da mobilização para garantir,
e assegurar, a participação social na 14ª Conferência
Nacional de Saúde e desejando a todos os representantes
dos estados presentes sucesso na realização nas
conferências estaduais e na nacional, além, e claro,
de parabenizar a realização exitosa das etapas
municipais já realizadas e as que ainda estão porvir
Brasil afora.
O ponto de
alto e de grande destaque durante a realização
da Oficina foram as apresentações dos Planos das
Comissões de Comunicação e de Mobilização
para 14ª CNS, realizados pelas Conselheiras Graciara Matos
e Maria do Socorro, respectivamente. As apresentações
demonstraram como estão sendo estruturadas e trabalhadas
as ações propostas nos referidos planos, para atuações
prévias, durante e posteriormente a realização
da 14ª. Falou-se repetidamente, sobre a necessidade de levar
a Conferência Nacional de Saúde, de fato, para as
ruas, onde a população possa ativamente exercer
a sua cidadania e reforçar a legitimidade que delegados
e delegadas tem para tratar a saúde da sociedade brasileira.
Ao final,
a coordenadora da 14ª CNS comunicou aos presentes
que, embora existam mais de cinco mil municípios brasileiros,
no site do Conselho Nacional de Saúde consta apenas o
registro de 1217 conferências municipais. Na oportunidade,
a Jurema Werneck também solicitou aos nove estados (AP/BA/CE/MA/MG/PB/PE/RR/SC),
que ainda não comunicaram as datas de suas etapas que
o façam o mais breve possível, para atualização
do calendário.
Valor on line
Massa
salarial sobe mais em setor que puxa a inflação
Por Sergio Lamucci
Os setores
que têm influenciado mais a inflação
também estão entre aqueles com maior aumento da
massa salarial nos últimos 12 meses. A combinação
de mais emprego e rendimento aumentou a massa de salários
dos últimos 12 meses em 7,9% reais nas seis principais
regiões metropolitanas, mas nos chamados outros serviços
(que englobam atividades como alojamento e alimentação,
transportes e serviços pessoais) a alta foi de 11,9%,
e ficou em 10% na construção civil. No setor que
inclui administração pública, educação,
saúde e serviços sociais, entre outros, o crescimento
também ficou acima da média e chegou a 8,5%.
Agência
Brasil
Novo
modelo de gestão na área de saúde
Com o objetivo
de melhorar a prestação de serviços
no Sistema Único de Saúde (SUS), o governo federal
decidiu adotar um modelo de gestão já usado na
iniciativa privada: o de premiar quem cumprir metas e penalizar
aquele que não atender ao compromisso. Um decreto assinado
pela presidenta Dilma Rousseff, e publicado ontem, cria contratos
que trarão metas específicas de atendimento a serem
cumpridas pelos estados e municípios na rede pública
de saúde, como número de cirurgias ou de pré-natal.
Atualmente, são definidos apenas compromissos nacionais.
Quem descumprir os compromissos, corre o risco de ser punido,
podendo deixar de receber recursos. Quem cumprir as metas, será recompensado
e poderá ganhar o dobro do repasse.
SINDHOSPE
Segundo
a ANS, 1,6 mil operadoras estão credenciadas
no Brasil
Mas, a concentração do setor mostra que as duas
maiores detém quase 11% do total de usuários. Para
este ano a projeção financeira é que sejam
ultrapassados os R$ 70 bilhões – valor superior
ao orçamento federal para a área da saúde,
estimado em R$ 62 bilhões.
Quinta-feira, 30.06.11
Correio Braziliense
O
Judiciário e os produtos de saúde
Por Reinaldo
Guimarães, médico, foi secretário
de Ciência, Tecnologia e Insumos Estratégicos do
Ministério da Saúde
É curioso como um tema que provocou tantos debates -
chegou a ser objeto de audiências públicas no STF,
em 2009 - tenha recebido tão pouca atenção
dos atores envolvidos no momento em que se desenha uma saída
permanente para os impasses que provocava. Em 28 de abril passado,
a presidente Dilma Rousseff sancionou, sob o número 12.401,
a lei que regulamenta o dispositivo constitucional da integralidade
nos cuidados à saúde prestados pelo SUS.
A Lei nº 8.080, que criou o SUS em 1990 e que deveria ter
regulamentado aquele dispositivo, infelizmente não o fez.
Limitou-se a reiterar o que era prescrito na Constituição,
e isso terminou por provocar, já neste século,
uma avalanche de sentenças judiciais determinando a entrega
de produtos e serviços nem sempre recomendados pelas autoridades
sanitárias públicas, medicamentos em sua maioria.
De acordo
com o último levantamento do Conselho Nacional
de Justiça, há hoje cerca de 240 mil ações
com esse objetivo em tramitação nos tribunais brasileiros.
No ano de 2010, estima-se que algo em torno a R$ 500 milhões,
sem previsão orçamentário-financeira específica,
tenham sido gastos no atendimento a sentenças dessa natureza.
A lei recém-sancionada teve origem em dois projetos independentes
iniciados no Senado em 2007. Embora pertencentes então
ao mesmo partido (PT), os então senadores Flávio
Arns e Tião Viana apresentaram seus projetos em perspectivas
bastante antagônicas. Daquele momento até dezembro
de 2010, primeiro no Senado e depois na Câmara, todo o
esforço foi feito por parlamentares de muitos partidos,
do Ministério da Saúde e do Conselho Nacional de
Secretários Estaduais de Saúde para se chegar a
uma redação consensual. Essa foi a redação
aprovada na Câmara no final de 2010 e, com três vetos,
sancionada pela presidente.
Segundo a
nova lei, o fundamento da integralidade passa a ser o uso racional
de
produtos de saúde. O critério
da racionalidade é definido pelos padrões de eficácia
e de segurança (estabelecidos pela Anvisa), de efetividade
e de custo-efetividade (estabelecidos pelo Ministério
da Saúde) dos produtos candidatos. A racionalidade deve
ser expressa em protocolos clínicos e diretrizes terapêuticas
atualizados. O SUS está obrigado a fornecer apenas produtos
que se enquadrem naquele fundamento.
Por seu lado,
a lei prevê mudanças na gestão
da avaliação tecnológica dos produtos e
no processo de sua incorporação. A comissão
de incorporação tecnológica do Ministério,
existente desde 2006, conta agora com previsão legal e
passa a ter a presença de representantes do Conselho Federal
de Medicina e do Conselho Nacional de Saúde. Os processos
de incorporação dos produtos passam a ser enquadrados
(prazos e formatos) pela norma legal dos processos administrativos.
Nas audiências públicas de abril e maio de 2009
no STF, ficou bastante clara a desavença da maioria dos
ministros com a doutrina da "reserva do possível" para
direitos constitucionais, como é o caso do direito à saúde.
Isso quer
dizer que a constatação de não
haver recursos financeiros suficientes para o atendimento a uma
demanda sem que haja prejuízo de outras demandas previstas
no orçamento público da saúde, não é motivo
bastante para que aquela demanda não seja atendida.
Daí a importância do conceito da integralidade,
na lei sancionada, estar fundado na perspectiva do uso racional
e não da "reserva do possível". A proteção
dos cidadãos que necessitam de produtos de saúde
deve estar fundada naquilo que chamamos de "melhor ciência",
que nem sempre é sinérgica aos interesses do mercado
e à dinâmica tecnológica que o governa em
grande parte.
E no meu
ponto de vista, a "reserva do possível" poderia
tornar-se um caminho real para magoar o único fundamento
do SUS que talvez esteja acima da integralidade, que é o
da universalidade. Afinal, se oSUS alega não poder atender
uma demanda por não ter recursos financeiros, poderia
estar abrindo caminho para que serviços privados possam
atendê-la. E nesse caso, para quem possa pagar por ela.
A lei sancionada
pela presidente é um grande avanço.
Se usuários, profissionais, empresas e governo se unirem
na sua compreensão e na sua aplicação, teremos
dado mais um passo no aumento da eficiência do SUS. A prerrogativa
de qualquer cidadão reivindicar na Justiça um direito
seu, que creia ter sido violado, continua garantida. Mas, agora,
os magistrados terão uma orientação muito
mais firme para prolatar as sentenças.
Presidência da República
Casa Civil
Subchefia
para Assuntos Jurídicos
LEI
Nº 12.401,
DE 28 DE ABRIL DE 2011.
Altera a
Lei no 8.080, de 19 de setembro de 1990, para dispor sobre
a assistência terapêutica e a incorporação
de tecnologia em saúde no âmbito do Sistema Único
de Saúde - SUS.
A PRESIDENTA
DA REPÚBLICA Faço
saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono a seguinte
Lei:
Art. 1o O
Título II da Lei no 8.080, de 19 de setembro
de 1990, passa a vigorar acrescido do seguinte Capítulo
VIII:
“CAPÍTULO
VIII
DA ASSISTÊNCIA TERAPÊUTICA E DA INCORPORAÇÃO
DE
TECNOLOGIA
EM SAÚDE”
“Art. 19-M. A assistência terapêutica integral
a que se refere a alínea d do inciso I do art. 6o consiste
em:
I - dispensação de medicamentos e produtos de
interesse para a saúde, cuja prescrição
esteja em conformidade com as diretrizes terapêuticas definidas
em protocolo clínico para a doença ou o agravo à saúde
a ser tratado ou, na falta do protocolo, em conformidade com
o disposto no art. 19-P;
II - oferta
de procedimentos terapêuticos, em regime domiciliar,
ambulatorial e hospitalar, constantes de tabelas elaboradas pelo
gestor federal do Sistema Único de Saúde - SUS,
realizados no território nacional por serviço próprio,
conveniado ou contratado.”
“Art. 19-N. Para os efeitos do disposto no art. 19-M,
são adotadas as seguintes definições:
I - produtos
de interesse para a saúde: órteses,
próteses, bolsas coletoras e equipamentos médicos;
II - protocolo
clínico e diretriz terapêutica:
documento que estabelece critérios para o diagnóstico
da doença ou do agravo à saúde; o tratamento
preconizado, com os medicamentos e demais produtos apropriados,
quando couber; as posologias recomendadas; os mecanismos de controle
clínico; e o acompanhamento e a verificação
dos resultados terapêuticos, a serem seguidos pelos gestores
do SUS.”
“Art. 19-O. Os protocolos clínicos e as diretrizes
terapêuticas deverão estabelecer os medicamentos
ou produtos necessários nas diferentes fases evolutivas
da doença ou do agravo à saúde de que tratam,
bem como aqueles indicados em casos de perda de eficácia
e de surgimento de intolerância ou reação
adversa relevante, provocadas pelo medicamento, produto ou procedimento
de primeira escolha.
Parágrafo único. Em qualquer caso, os medicamentos
ou produtos de que trata o caput deste artigo serão aqueles
avaliados quanto à sua eficácia, segurança,
efetividade e custo-efetividade para as diferentes fases evolutivas
da doença ou do agravo à saúde de que trata
o protocolo.”
“Art. 19-P. Na falta de protocolo clínico ou de
diretriz terapêutica, a dispensação será realizada:
I - com base
nas relações de medicamentos instituídas
pelo gestor federal do SUS, observadas as competências
estabelecidas nesta Lei, e a responsabilidade pelo fornecimento
será pactuada na Comissão Intergestores Tripartite;
II - no âmbito de cada Estado e do Distrito Federal, de
forma suplementar, com base nas relações de medicamentos
instituídas pelos gestores estaduais do SUS, e a responsabilidade
pelo fornecimento será pactuada na Comissão Intergestores
Bipartite;
III - no âmbito de cada Município, de forma suplementar,
com base nas relações de medicamentos instituídas
pelos gestores municipais do SUS, e a responsabilidade pelo fornecimento
será pactuada no Conselho Municipal de Saúde.”
“Art. 19-Q. A incorporação, a exclusão
ou a alteração pelo SUS de novos medicamentos,
produtos e procedimentos, bem como a constituição
ou a alteração de protocolo clínico ou de
diretriz terapêutica, são atribuições
do Ministério da Saúde, assessorado pela Comissão
Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS.
§ 1o A Comissão Nacional de Incorporação
de Tecnologias no SUS, cuja composição e regimento
são definidos em regulamento, contará com a participação
de 1 (um) representante indicado pelo Conselho Nacional de Saúde
e de 1 (um) representante, especialista na área, indicado
pelo Conselho Federal de Medicina.
§ 2o O relatório da Comissão Nacional de
Incorporação de Tecnologias no SUS levará em
consideração, necessariamente:
I - as evidências científicas sobre a eficácia,
a acurácia, a efetividade e a segurança do medicamento,
produto ou procedimento objeto do processo, acatadas pelo órgão
competente para o registro ou a autorização de
uso;
II - a avaliação econômica comparativa dos
benefícios e dos custos em relação às
tecnologias já incorporadas, inclusive no que se refere
aos atendimentos domiciliar, ambulatorial ou hospitalar, quando
cabível.”
“Art. 19-R. A incorporação, a exclusão
e a alteração a que se refere o art. 19-Q serão
efetuadas mediante a instauração de processo administrativo,
a ser concluído em prazo não superior a 180 (cento
e oitenta) dias, contado da data em que foi protocolado o pedido,
admitida a sua prorrogação por 90 (noventa) dias
corridos, quando as circunstâncias exigirem.
§ 1o O processo de que trata o caput deste artigo observará,
no que couber, o disposto na Lei no 9.784, de 29 de janeiro de
1999, e as seguintes determinações especiais:
I - apresentação pelo interessado dos documentos
e, se cabível, das amostras de produtos, na forma do regulamento,
com informações necessárias para o atendimento
do disposto no § 2o do art. 19-Q;
II - (VETADO);
III - realização de consulta pública que
inclua a divulgação do parecer emitido pela Comissão
Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS;
IV - realização de audiência pública,
antes da tomada de decisão, se a relevância da matéria
justificar o evento.
§ 2o
(VETADO).”
“Art.
19-S. (VETADO).”
“Art. 19-T. São vedados, em todas as esferas de
gestão do SUS:
I - o pagamento,
o ressarcimento ou o reembolso de medicamento, produto e procedimento
clínico ou cirúrgico experimental,
ou de uso não autorizado pela Agência Nacional de
Vigilância Sanitária - ANVISA;
II - a dispensação,
o pagamento, o ressarcimento ou o reembolso de medicamento
e produto, nacional ou importado,
sem registro na Anvisa.”
“Art. 19-U. A responsabilidade financeira pelo fornecimento
de medicamentos, produtos de interesse para a saúde ou
procedimentos de que trata este Capítulo será pactuada
na Comissão Intergestores Tripartite.”
Art. 2o Esta
Lei entra em vigor 180 (cento e oitenta) dias após
a data de sua publicação.
Brasília, 28 de abril de 2011; 190o da Independência
e 123o da República.
DILMA ROUSSEFF
Guido Mantega
Alexandre Rocha Santos Padilha
Este texto
não
substitui o publicado no DOU de 29.4.2011
Confederação Nacional de Saúde
CIRCULAR
JURÍDICO
062/2011
PRAZOS
PARA RECURSOS SÃO SUSPENSOS A PARTIR DO DIA 2
Os prazos
para recurso no Superior Tribunal de Justiça
(STJ) ficarão suspensos a partir de 2 de julho e voltarão
a correr no dia 1º de agosto, em razão das férias
forenses. A suspensão dos prazos recursais – prevista
no artigo 66, parágrafo 1º, da Lei Complementar n.
35/1979, e nos artigos 81 e 106 do Regimento Interno – foi
comunicada pela Portaria 316, do diretor-geral da Secretaria
do STJ.
No período de 4 a 29 de julho, o expediente para atendimento
ao público no STJ será das 13h às 18h, mas,
internamente, as unidades do Tribunal funcionarão em horário
normal, conforme determina a Portaria 315 do diretor-geral.
Fonte: STJ
NEM
TODOS OS TRABALHADORES TÊM DIREITO AO AUXÍLIO
ACIDENTE
Auxílio-acidente é um benefício pago ao
trabalhador que sofre um acidente e fica com sequelas que reduzem
sua capacidade de trabalho. De acordo com o art. 86 da Lei 8.213/91
este benefício será concedido, como indenização,
ao segurado quando, após consolidação das
lesões decorrentes de acidente de qualquer natureza, resultarem
sequelas que impliquem redução da capacidade para
o trabalho que habitualmente exercia.
Comprovado
a redução da capacidade e tendo o segurado
retornado ao trabalho, o referido auxílio será devido
a partir do dia seguinte ao da cessação do auxílio-doença,
independentemente de qualquer remuneração ou rendimento
auferido pelo acidentado, vedada sua acumulação
com qualquer aposentadoria.
Consoante
o disposto no art. 104 do RPS, bem como no art. 311 da IN INSS
45/2010,
têm direito ao benefício o trabalhador:
* empregado;
* o trabalhador avulso;
* segurado especial.
Não recebem esse benefício:
* empregado
doméstico;
* o contribuinte individual;
* facultativo.
Não dará ensejo ao benefício
o caso:
I - que apresente
danos funcionais ou redução
da capacidade funcional sem repercussão na capacidade
laborativa; e
II - de mudança de função, mediante readaptação
profissional promovida pela empresa, como medida preventiva,
em decorrência de inadequação do local de
trabalho.
A perda da
audição, em qualquer grau, somente
proporcionará a concessão do auxílio-acidente
quando, além do reconhecimento do nexo entre o trabalho
e o agravo, resultar, comprovadamente, na redução
ou perda da capacidade para o trabalho que o segurado habitualmente
exercia.
A renda mensal
do benefício será calculada aplicando-se
sobre o salário de benefício o percentual equivalente
a 50% (cinquenta por cento) do salário de benefício.
O salário de benefício do auxílio-acidente
consiste na média aritmética simples dos maiores
salários de contribuição correspondentes
a 80% (oitenta por cento) de todo o período contributivo.
Não há necessidade de requerer o auxílio-acidente.
Quando do encerramento do auxílio-doença acidentário,
a perícia médica do INSS reconhecerá o direito
ao beneficio indenizatório se ficar caracterizada sequela
irreversível.
Para concessão do auxílio-acidente não é exigido
tempo mínimo de contribuição, mas o trabalhador
deve ter qualidade de segurado e comprovar a impossibilidade
de continuar desempenhando suas atividades, por meio de exame
da perícia médica da Previdência Social.
Por ter caráter de indenização, tal benefício
pode ser acumulado com outros benefícios pagos pela Previdência
Social exceto aposentadoria ou auxílio doença concedido
em razão da mesma patologia que deu origem à sequela.
Assim, essa modalidade de benefício, concedida para segurados
que recebiam auxílio-doença acidentário,
deixa de ser paga se o trabalhador se aposentar ou vier a falecer.
Fonte: Ministério da Previdência
Social / Guia Trabalhista
O Globo
Pesquisadores
brasileiros trabalham para criar pílula
para prevenir quatro doenças cardiovasculares
RIO - Imagine
a possibilidade de se prevenir contra quatro doenças
tomando apenas uma pílula que, além de eficiente,
tem um preço acessível. Parece muito bom e pode
acontecer em alguns anos. Isso porque pesquisadores brasileiros
estão finalizando e devem começar a testar um comprimido
polivalente, que reunirá quatro medicamentos no controle
de risco cardiovascular, pressão arterial e colesterol.
A polipílula combina os compostos da Aspirina (que previne
entupimento dos vasos sanguíneos do coração)
em baixa dosagem, a Sinvastatina (controlador de colesterol)
e de dois medicamentos para controle da pressão arterial
Lisinopril e Hidroclotiazida. A pesquisa está sendo feita
por pesquisadores do Hospital do Coração (Hcor),
em São Paulo, além de cientistas de outros seis
países.
“Na primeira fase, com início em 2006, feita em
sete países, 400 pacientes com risco médio de infarto
ou derrame tomaram uma pílula por dia por quase cinco
meses. Em todos esses países se viu uma redução
de 60% no risco da pessoa sofrer um derrame ou infarto no futuro,
além da redução na pressão arterial
e no colesterol”, diz o coordenador da pesquisa no Brasil,
Otávio Berwanger.
A próxima fase agora é uma grande pesquisa envolvendo
um maior número de pacientes e vários centros.
No segundo semestre, serão contemplados pacientes mais
graves que já tiveram AVC e infarto.
No Brasil,
o estudo será coordenado pelo Instituto de
Ensino e Pesquisa do HCor, em parceria com o Ministério
da Saúde, e irá envolver duas mil pessoas em 22
hospitais, para o teste da eficácia total da polipílula.
“ Durante um ano e meio, oito mil pessoas em quatro estudos
diferentes que já tiveram infarto ou derrame vão
tomar o medicamento. Só depois dessa nova pesquisa é que
vai ser definida a eficácia da pílula em larga
escala”, explica Berwanger.
Agência
Senado
Vacina gratuita contra HPV pode ser garantida a mulheres dos
9 aos 45 anos
Mulheres
com idade entre nove e 45 anos poderão ter o
direito de receber gratuitamente a vacina contra o papilomavírus
humano (HPV) pelo Sistema Único de Saúde (SUS). É o
que prevê projeto aprovado pela Comissão de Direitos
Humanos e Legislação Participativa (CDH), nesta
quinta-feira (30). A ideia é oferecer para a população
nessa faixa etária um aliado no combate ao HPV, vírus
transmitido por contato sexual que vem sendo considerado a principal
causa do câncer do colo de útero.
O projeto,
de iniciativa da senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), foi
a exame com
voto favorável da relatora, a senadora Ângela
Portela (PT-RR). A matéria seguirá agora para exame
na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), onde receberá decisão
terminativaDecisão terminativa é aquela tomada
por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado.
Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário:
dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação,
ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados,
encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado.
Ele somente será votado pelo Plenário do Senado
se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores,
for apresentado à Mesa. Após a votação
do parecer da comissão, o prazo para a interposição
de recurso para a apreciação da matéria
no Plenário do Senado é de cinco dias úteis.
. Portanto, se aprovado, poderá passar diretamente a exame
na Câmara dos Deputados.
Vanessa Grazziotin
observa no projeto que o câncer de
colo uterino é o segundo tumor maligno de maior incidência
na população feminina no país, só perdendo
para o câncer de mama. Citando dados do Instituto Nacional
do Câncer (Inca), afirma que são estimados 18.430
novos casos da doença e 4.800 mortes por ano. Além
disso, observa que a maior incidência ocorre entre mulheres
de baixa renda e menor escolaridade nas regiões Norte
e Nordeste.
Apesar dos
altos custos associados a um programa abrangente de vacinação contra o HPV, a relatora, Ângela
Portela, afirma que os avanços sociais e sanitários
vão superar os gastos com ampla vantagem. Atualmente,
a vacina é oferecida apenas em clínicas privadas,
por preços nunca inferiores a R$ 600,00 pelas três
doses necessárias e que podem chegar perto de R$ 1.500,00
em alguns estabelecimentos.
No debate,
a senadora Marta Suplicy (PT-SP) observou que pode ser difícil assegurar a vacina a toda a população
feminina, de forma imediata, em país tão grande.
Porém, salientou que nada impede que a vacina comece a
ser aplicada, especialmente nas regiões onde se registra
a maior incidência de infecção pelo HPV.
AGENDA
- 02 de Julho - Dia do Hospital
O Dia do
Hospital é comemorado em 02 de Julho, data em
que foi fundada a Santa Casa de Misericórdia da cidade
de Santos, um dos maiores hospitais do Brasil, no ano de 1945.
-
2ª Edição de Simpósio Internacional
sobre Segurança em Saúde
Local: São
Paulo
Sobre o evento:
Acidentes
com pacientes associados à administração
incorreta de medicamentos, falhas no processo de medicação,
complicações cirúrgicas. Tais situações
são consideradas problemas de saúde pública
em todo o mundo e hoje a consciência da necessidade de
preveni-las é cada vez mais necessária. No dia
1º de julho, a cidade de São Paulo sedia a segunda
edição do Safety Symposium, esperado evento internacional
que tem como tema central a “Qualidade do Cuidado: segurança
do paciente”. Na ocasião, novos conceitos relacionados à segurança
do paciente estarão em discussão a partir das 9h,
no Instituto de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio Libanês,
São Paulo.
O evento é apoiado pela Associação Nacional
de Hospitais Privados (ANAHP); Associação Paulista
de Epidemiologia e Controle de infecções Relacionadas à Saúde
(APECIH); Associação em Estudos de Controle de
Infecção Hospitalar do Estado do Rio de Janeiro
(AECIHERJ); Universidade Federal Fluminense (UFF); Fundação
Oswaldo Cruz; Abimed; ABIMO; Riscobiologico.org e SINDIHOSP.
Palestrantes
nacionais e internacionais dividem experiências
de sucesso
Serviço
Evento: II Safety Symposium da Aesculap Academia (Grupo B. Braun)
Data: 01/07/11
Horário: das 08h às
18h
Local: Instituto
de Ensino e Pesquisa do Hospital Sírio
Libanês (Rua Coronel Nicolau dos Santos, 69, Bela Vista,
São Paulo, SP)
Informações:
www.safetysimposium.com.br ou e-mail aesculap_academia_br@bbraun.com
Para
mais informações:
E-mail: heda.wenzel@approach.com.br
Website: http://www.safetysymposium.com.br/
- Auditoria de medicamentos de alto custo
Unidas / AssPrevISite
Quimioterapia,
radioterapia e agentes biológicos
01 de Julho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
O aumento
nos custos da sáude está diretamente
relacionado à incorporação de novas tecnologias.
O advento
dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer
e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas,
auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços
para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.
O bom uso
destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis
para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente,
não só prejudica a saúde dos mesmos como
acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.
O desafio
da regulação dos agentes quimioterápicos
e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.
O objetivo
geral deste curso é capacitar o auditor a
exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes
quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima
qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.
Instrutores
1) DR.LUCIANO PALADINI
2) ENFERMEIRA
ANNA FLÁVIA FORTES
Público
Alvo
Gestores
e auditores de sistemas de saúde no Brasil.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
VI Conferência da Rede Pan-Americana de Regulamentação
Farmacêutica
Quando: 6 a 8 de Julho
Onde: Anvisa.
SIA, trecho 5, área especial 57, Brasília
- DF
Mais informações sobre a Conferência
podem ser obtidas no site www.paho.org/redparf
-
2º Simpósio de Política e Saúde:
Forum Virtual
Com o objetivo
de agregar aos debates promovidos pelo processo da 14 ª Conferência Nacional de Saúde, o Centro
Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizará de
07 a 09 de julho, o II Simpósio de Política e Saúde,
em Brasília, às vésperas do Congresso do
CONASEMS. Acreditamos que este evento será um espaço
de repercussão das teses construídas no II Simpósio.
Entendemos
que os impasses da Saúde no Brasil exigem
a retomada das discussões em torno dos rumos da reforma
sanitária no contexto do modelo de desenvolvimento delineado
nos últimos anos. Nossa ideia é realizar um debate
de cunho eminentemente político e, a partir daí,
construir teses que contribuam para uma agenda do movimento sanitário.
O debate será realizado em duas etapas: a virtual e a
presencial, sendo essa última durante o Simpósio.
A primeira
fase será por meio deste Fórum Virtual,
desenvolvido a partir de teses produzidas por convidados com
reconhecido saber na área e com atuação
vinculada ao Cebes. Os artigos, porém, não têm
a pretensão de esgotar todas as abordagens nos planos
da análise e da proposição de políticas.
Nossa expectativa é que a ampla participação
de nossos militantes e simpatizantes possa favorecer a construção
de teses políticas consistentes e representativas do pensamento
em prol da reforma sanitária.
Indicamos
o tema "Saúde e Desenvolvimento" para
orientar todo o debate específico, organizado sob a questão
seguinte: "Defesa intransigente do interesse público
na saúde". O formato completo é:
Tema central
do debate: Saúde e Desenvolvimento
Eixo: Defesa
intransigente do interesse público na saúde
1. Sub Eixos:
- Desvendar
e enfrentar as relações entre o setor
público e o privado na saúde;
- Direito
a Saúde,
Acesso Universal e de Qualidade;
- Justiça e Direito: Judicialização, ação
e papel do judiciário para a garantia do interesse público;
- Que alternativas
para a gestão pública de sistemas
e serviços de Saúde?
AssPreviSite
15 de julho de 2011
Auditório “Maria
Natividade Galhardo Toro”
Rua Santa
Luzia nº 48 – 11º andar - Liberdade – São
Paulo - SP
ESCOPO
Entenda as
novas nornas da Agência Nacional de Saúde
Suplementar sobre portabilidade, adaptação e migração
de contratos e garantia de atendimento dos beneficiários.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
nos últimos meses, promulgou diversas normas alterando
a regulamentação dos planos privados de assistência à saúde,
com sérias repercussões para os contratos em curso,
mesmo aqueles firmados antes do advento da Lei nº 9.656,
de 1998, e para as contratações futuras, individuais/familiares
e coletivas.
É de suma importância que as operadoras de planos
de saúde, consumidores e prestadores de serviços
conheçam as novas regras e suas implicações,
evitando a perda de direitos, rescisão ou interrupção
de contratos, incidência de multas, direção
técnica, alienação compulsória de
carteiras ou a liquidação extrajudicial de operadoras.
O presente
seminário examinará, com detalhes,
sob o aspecto jurídico e operacional, o disposto nas Resoluções
Normativas – RN ns. 186 (alterada pela RN n. 252 – regulamentação
da portabilidade), 254 (adaptação e migração
de contratos) e 259 (garantia de atendimentos aos beneficiários).
Durante o seminário os participantes poderão debater
os aspectos envolvidos e dirimir eventuais dúvidas.
PÚBLICO
ALVO
Dirigentes,
gerentes e diretores de operadoras de planos de saúde e de empresas prestadoras de serviços nesta área,
advogados e estudantes de direito, médicos, auditores,
contadores, atuários, peritos e demais interessados em
conhecer este ramo de atividade.
PALESTRANTE
José Luiz
Toro da Silva
INFORMAÇÕES
GERAIS
- O número de vagas é limitado. Não haverá cancelamento
de inscrições. Se necessário, poderá haver
substituição por outro participante.
- Informamos
que temos apenas 30 vagas (por ordem de confirmação
- não deixe para a última hora)
- Mais informações através
do telefone (11) 3101.3095 com Claudia.
- Reservamo-nos
o direito de remarcar o curso, caso não
atingirmos o número mínimo de participantes.
IBDSS - INSTITUTO
BRASILEIRO DE DIREITO DA SAÚDE SUPLEMENTAR
Rua Santa
Luzia, 48 conj 114 – CEP 01513-030 – São
Paulo – SP
Site: http://www.ibdss.org.br Tel: (11) 3101.3095
-
Fórum Nacional das Câmaras Técnicas
de Medicina do Trabalho dos Conselhos Regionais de Medicina
Data: 22 de julho
Local: Sede
do Conselho Federal de Medicina (CFM). Brasília
- DF (Veja Mapa)
Horário: Das 8h às
18h
Informações:
(61) 3445-5957 / 5900
Contato:
eventos@portalmedico.org.brEste endereço de
e-mail está protegido contra spambots. Você deve
habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Realização:
Conselho Federal de Medicina (CFM)
Inscrições:
Gratuitas
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
do Conselho Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm