02-03-11

 

Leia nesta edição:

- Padilha cobra discussão da Saúde com frentes parlamentares

- Ministro da Saúde quer seminário sobre regulamentação da Emenda 29

- São Paulo anuncia 203 vagas a mais na residência médica

- Rio Preto terá ''big brother da saúde''

- Bloco da Saúde contra o HIV

- Dilma evita descartar novo imposto nos moldes da CPMF

- Projeto reduz Cofins para serviço de atenção domiciliar à saúde

Segunda-feira, 02.03.11

Correio Braziliense

Padilha cobra discussão da Saúde com frentes parlamentares

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, afirmou ontem que pretende contar com o apoio do Congresso para alterar alguns pontos da legislação referente à área, em especial a formação dos médicos e as especialidades que precisam de maior incentivo estatal. Segundo Padilha, a ideia é promover um amplo debate com frentes parlamentares das duas Casas. "Com o apoio da frentes, teremos condições de formar estratégias para a valorização dos profissionais de saúde", afirmou, ao participar da primeira reunião deliberativa da Frente Parlamentar da Saúde. O ministro ainda pediu que seja agendado um encontro, após o carnaval, para tratar de temas que incluem a regulamentação da Emenda 29. A proposta prevê mais investimentos para o setor.

Agência Câmara de Notícias

Ministro da Saúde quer seminário sobre regulamentação da Emenda 29

Por Oscar Telles e Renata Tôrres / Edição Paulo Cesar Santos

Proposta foi apresentada nesta terça-feira durante ato de relançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Profissional da Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, defendeu a realização de um seminário, após o Carnaval, para discutir a regulamentação da Emenda Constitucional 29Fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, por estados e municípios. A emenda obrigou a União a investir em saúde, em 2000, 5% a mais do que havia investido no ano anterior e determinou que nos anos seguintes esse valor fosse corrigido pela variação nominal do PIB. Os estados ficaram obrigados a aplicar 12% da arrecadação de impostos, e os municípios, 15%. Trata-se de uma regra transitória, que deveria ter vigorado até 2004, mas que continua em vigor por falta de uma lei complementar que regulamente a emenda., que fixa os percentuais mínimos a serem investidos anualmente em Saúde pela União, estados e municípios. A proposta foi apresentada durante a reunião para relançamento da Frente Parlamentar em Defesa do Profissional da Saúde, realizada nesta terça-feira na Câmara.

A emenda obrigou a União a investir 5% a mais em saúde no ano de 2000 em relação ao que havia investido no ano anterior. A emenda também previa a correção desse valor nos anos seguintes pela variação nominal do PIB. Os estados ficaram obrigados a aplicar 12% da arrecadação de impostos, e os municípios, 15%. Trata-se de uma regra transitória, que deveria ter vigorado até 2004, mas que continua em vigor por falta de uma lei complementar que regulamente a emenda.

A Frente Parlamentar em Defesa do Profissional da Saúde foi criada em 2007 e representa os interesses de 14 categorias registradas no Ministério da Saúde. O principal objetivo dos 287 deputados que integram a frente é trabalhar para que médicos, dentistas, enfermeiros, farmacêuticos, nutricionistas, fonoaudiólogos, parteiras e outras categorias da área de saúde tenham melhores salários e melhores condições de trabalho.

Veja os temas prioritários frente para esta legislatura

Ação integrada

Padilha sugeriu a integração do grupo relançado nesta terça-feira com as outras frentes parlamentares da saúde, como a das Santas Casas de Misericórdia, para viabilizar uma agenda comum. O ministro também sugeriu que as frentes recebam contribuições dos conselhos de secretários estaduais e municipais de saúde.

O ministro afirmou que o diálogo com as frentes parlamentares ajuda a superar barreiras que possam existir entre os representantes do setor e o governo. "Com o apoio da frentes, teremos condições de definir estratégias para a valorização dos profissionais de saúde", afirmou.

Impacto na Previdência

O ministro da Previdência, Garibaldi Alves Filho, também participou do relançamento da frente parlamentar. Ele lembrou a relação direta da saúde com a previdência, especialmente no pagamento de benefícios para trabalhadores que adoecem (auxílio-deonça) e nas verbas destinadas a idosos desprotegidos.

Garibaldi lembrou que o pagamento do auxílio-doença, por exemplo, tem crescido muito nos últimos anos. Ele acredita que uma forma de reduzir os gastos nesta área é aumentar os investimentos na área de saúde, o que contribuirá para prevenir problemas de saúde.

Qualificação

O grupo relançado hoje ainda quer discutir incentivos para estimular a capacitação dos profissionais de saúde. O presidente da frente, deputado Damião Feliciano (PDT-PB) argumenta que a qualificação de médicos, enfermeiros e outros profissionais da área é fundamental para diminuir os riscos de erro. Ele cita como exemplo o caso da morte de um paciente no ano passado em razão da troca, feita por uma técnica de enfermagem, de soro fisiológico por vaselina. Damião Feliciano ainda disse que os parlamentares da frente vão acompanhar a tramitação dos projetos da área de saúde para agilizar a aprovação dessas propostas.

O Estado de São Paulo

São Paulo anuncia 203 vagas a mais na residência médica

Novo texto na MP que trata do tema libera instituições de oferecer moradia para os residentes

Por Fernanda Bassette

O governador Geraldo Alckmin anunciou ontem o aumento no número de vagas de residência médica no Estado de São Paulo - eram 4.848 bolsas e agora serão 5.051. Segundo Alckmin, as vagas criadas são para as especialidades médicas com maior demanda, como anestesiologia.

"O critério de distribuição das bolsas seguiu a necessidade de cada especialidade dentro do Estado", disse o secretário da Saúde, Giovanni Guido Cerri.

Alckmin também oficializou o reajuste de 22% no valor da bolsa-auxílio. Esse aumento foi anunciado no dia 31 de dezembro pelo governo federal, por meio de uma medida provisória, depois de uma greve que durou quase 30 dias. Com o reajuste, o salário salta de R$ 1.916 para R$ 2.338.

"Houve um aumento indiscriminado de escolas de Medicina no Brasil e não tivemos aumento nas vagas de residência médica. E a residência tem uma importância fundamental, não só para quem faz, mas para a saúde da população", disse o governador.

Sem moradia. Apesar de o reajuste ter sido negociado com a Associação Nacional dos Residentes Médicos (ANRM), a medida provisória publicada pelo então presidente Lula extinguiu o artigo em que dizia que as instituições de saúde teriam de oferecer aos residentes "alimentação e alojamento no decorrer do período da residência".

Pelo novo texto, a instituição de saúde que oferece a residência médica deverá fornecer "alimentação e condições adequadas para repouso e higiene pessoal durante os plantões".

Para os médicos residentes, essa situação abre caminho para que as instituições deixem de oferecer moradia ou o auxílio-moradia para os residentes. Além disso, a associação teme que isso prejudique a ida de residentes para o interior.

"Em nenhum momento o governo falou que retiraria a moradia da lei. Fomos pegos de surpresa com essa decisão unilateral. A nossa preocupação é que esses residentes podem ser desalojados a qualquer momento, já que as instituições vão se sentir desobrigadas de oferecer a moradia", disse Victor Fernando Soares Lima, presidente da ANRM.

A Unesp informou que não possui moradia, mas oferece um auxílio de R$ 397 para os 326 médicos residentes matriculados. A Unicamp também paga uma bolsa-moradia de R$ 392 para 468 residentes matriculados.

O Hospital das Clínicas da USP tem 1.184 residentes, mas não informou o número de beneficiados pela moradia. O Hospital A.C.Camargo tem 45 vagas e paga hotel para 40 residentes.

O Ministério da Educação informou, por meio de assessoria, que o oferecimento de moradia não é mais obrigatório desde que a residência médica deixou de ser em dedicação exclusiva, ainda na década de 1990. Diz que a mudança do texto da lei é para deixar essa questão mais clara.

O MEC estuda criar um regulamento específico para a concessão do benefício aos residentes que demonstrem real necessidade, mediante avaliação das condições socioeconômicas.

O Estado de São Paulo

Rio Preto terá ''big brother da saúde''

Iniciativa, cujo título remete ao livro ''1984'', de George Orwell, consiste na instalação de câmeras em 47 prédios da rede municipal de Saúde

Por Chico Siqueira

A cidade de São José do Rio Preto, no noroeste paulista, está instalando câmeras para vigiar as unidades municipais de Saúde. A iniciativa, chamada de Big Brother da Saúde, vai chegar a 47 prédios municipais que dispõem de unidades básicas e centros que atendem usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo, de acordo com a prefeitura, é registrar o atendimento nesses locais para dar mais segurança tanto aos pacientes como aos funcionários.

Segundo a Secretaria da Saúde, a vigilância denunciará servidores que atendem mal e também as pessoas que, eventualmente, acabam por agredir funcionários ou danificar as instalações. Há exemplos de ambas as ocorrências.

A secretária interina de Saúde, Terezinha Pachá, relata que, em uma ocasião, um paciente ameaçou funcionários com um facão porque queria ser atendido na hora. Nesses casos, a polícia poderá ser chamada a tempo.

Do outro lado, também há denúncias de usuários contra o atendimento prestado por médicos e funcionários. De acordo com a secretária interina, o sistema vai possibilitar aos gestores checar a veracidade das denúncias, como se há demora ou irregularidade nos atendimentos.

O sistema deverá custar cerca de R$ 196 mil aos cofres municipais, mas, segundo a Secretaria de Saúde, poderá sair mais em conta dependendo da licitação aberta anteontem. O sistema será composto por 58 kits com 4 minicâmeras de vigilância, 2 captadores de som, 1 rack e 1 gravador.

O equipamento, que não ficará dentro das salas de consultas, possibilitará a gravação de imagens e o som de todos que passarem pelas instalações das unidades de saúde, como corredores, salas de espera e recepção. Atualmente, seis unidades contam com sistemas de segurança, mas nenhum deles com som, apenas imagens.

Correio Braziliense

Bloco da Saúde contra o HIV

Este ano, a campanha aproveita as comemorações do Dia Internacional da Mulher, que cairá na quarta-feira de cinzas, para dar destaque ao universo feminino no seu enredo. A escolha é parte da estratégia para conter o avanço da doença entre as jovens

Por Noelle Oliveira / Ariadne Sakkis

Um dos feriados mais aguardados no Brasil, o carnaval é sinônimo de festa e casualidade. Justamente por isso, todos os anos o Ministério da Saúde e as secretarias estaduais lançam campanhas de alerta e prevenção ao HIV e às doenças sexualmente transmissíveis aos foliões. No ano em que a festa pagã conquista as ruas ao mesmo tempo em que se comemora o Dia Internacional da Mulher — em 8 de março — a campanha quer atrair justamente a atenção das homenageadas. Em especial, daquelas com idade entre 15 e 24 anos, com menor escolaridade e renda. O motivo: a infecção pelo HIV em mulheres, principalmente nessa faixa etária, está em constante crescimento, segundo os últimos dados do governo federal.

De acordo com o Ministério da Saúde, apesar de os homens ainda concentrarem, no geral, maior número de casos de contaminação, a diferença entre os gêneros diminui conforme a idade do grupo aumenta. Em 1989, no país, a razão de sexos (o número de casos em homens dividido pelo número de mulheres infectadas) era de cerca de seis entre os indivíduos masculinos para cada um no universo feminino. Em 2009, a estatística chegou a 1,6 caso em homens para um nas mulheres.

A situação do DF segue a tendência do cenário nacional. Em 1987, a razão de sexos no DF era de cerca de oito casos em homens para um no sexo feminino. A proporção teve quedas sucessivas até 2001, quando chegou a 1,9 casos em homens para cada 1 em mulheres. Entre 2003 e 2005, a razão apresentou ligeira elevação, chegando a 2,2/1 em 2005, caiu em 2006 (1,9/1) e voltou a subir em 2007 (2,5/1), 2008(2,7/1) e 2009 (2,9/1).

A preocupação com o público jovem é justificada pelos indicadores oferecidos pelas estatísticas na faixa etária de 15 a 19 anos de idade. A partir de 1997, para cada caso de Aids em adolescentes do sexo masculino, ocorreu um caso no sexo feminino. Em 1998 e em 2003, no entanto, ocorreram mais casos de Aids em meninas do que em meninos. Dados nacionais revelaram que entre os jovens de 13 a 19 anos, a Aids afeta mais o sexo feminino: para cada oito meninos com a doença, existem 10 meninas infectadas.

Para a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES), focar os trabalhos em mulheres jovens faz parte do processo de contenção dos avanços do HIV a longo prazo. “É preciso considerar o tempo em que a doença é assintomática. Uma pessoa que foi diagnosticada HIV positivo aos 30 anos provavelmente contraiu o vírus cerca de oito, 10 anos antes”, explica a diretora de Vigilância Epidemiológica da secretaria, Sônia Geraldes.

Casos da doença

No Distrito Federal, desde a identificação do primeiro caso de Aids, em 1985, até outubro de 2010, já foram identificados 6.803 casos da doença. A incidência, no período de 1999 a 2008, mantém-se em torno de 18 casos por 100 mil habitantes. Em 2008 e 2009, a incidência foi de 12,3 casos para o mesmo grupo. Com relação às taxas de incidência, segundo sexo e faixa etária, em ambos os sexos, as maiores taxas estão na faixa etária de 30 a 49 anos. A transmissão sexual é ainda a principal categoria de exposição. Entre homens há predomínio da categoria de exposição de homens que fazem sexo com homens. Entre as mulheres, a exposição sexual é a principal forma de disseminação do vírus.

Terça-feira, 01.03.11

Portal IG / Último Segundo

Dilma evita descartar novo imposto nos moldes da CPMF

A Ana Maria Braga, presidenta diz que governo está fazendo diagnóstico da saúde e, se necessário, abrirá 'discussão com sociedade'

Ao fim da entrevista de uma hora e meia que concedeu à apresentadora Ana Maria Braga, a presidenta Dilma Rousseff evitou descartar a criação de um novo imposto nos moldes da extinta Contribuição Provisória sobre a Movimentação Financeira (CPMF), para financiar o setor de saúde.

Sem se aprofundar no tema, Dilma disse que, em primeiro lugar, o governo optou primeiro por fazer um diagnóstico da situação do setor e aplicar outras medidas que permitam melhorar o atendimento na rede pública. Mas, se necessário, poderá voltar a discutir o tema.

"Acho que esta conversa está sendo feita da forma errada. Para saber se precisa ou não precisa de CPMF, a gente precisa saber para quê ela serve", afirmou Dilma, ao ser questionada sobre a possível volta do "imposto do cheque". "Estamos fazendo um diagnóstico de como é o atendimento básico (de saúde) no Brasil", emendou. "Se faltar dinheiro, vamos abrir a discussão com a sociedade."

A CPMF voltou a ser discutida na semana passada, após um encontro entre Dilma e governadores do Nordeste, realizado em Aracaju (SE). Na ocasião, diversos governadores saíram em defesa da recriação do tributo, sob o argumento de que é imprescindível criar uma nova fonte de recursos para a saúde.

Dilma, entretanto, procurou deixar claro que esta não seria a primeira opção do governo. A prioridade do Planalto, segundo ela, tem sido investir em iniciativas como a distribuição gratuita de medicamentos para o tratamento da pressão alta e do diabetes, anunciada no mês passado. Ou ainda em reduzir gastos públicos, para melhorar o quadro orçamentário do setor. Entre as medidas apontadas por ela está uma auditoria que estaria sendo realizada na folha de pagamento do governo, para identificar desvios e erros na realização de pagamentos.

Agência Câmara de Notícias

Projeto reduz Cofins para serviço de atenção domiciliar à saúde

Por Lara Haje / Edição Newton Araújo

A Câmara analisa o Projeto de Lei 90/11, do deputado Bernardo Santana de Vasconcellos (PR-MG), que reduz a alíquota da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (CofinsContribuição para o Financiamento da Seguridade Social. É um tributo cobrado pela União para atender programas sociais do governo federal. Incide sobre o faturamento bruto das pessoas jurídicas de direito privado em geral, inclusive as pessoas a elas equiparadas pela legislação do Imposto de Renda, exceto as micro e pequenas empresas submetidas ao regime do Simples. Sua alíquota geral é de 3% – ou 7,6% na modalidade não-cumulativa.) para o serviço de atenção domiciliar à saúde.

Hoje, a alíquota para a empresa de saúde que atende em casa é de 7,6%. A proposta visa garantir a esse serviço a mesma alíquota dos demais serviços de saúde, que é de 3% sobre o faturamento bruto mensal da empresa.

A alíquota de 3% é aplicada aos serviços prestados por hospitais, prontos-socorros, clínicas médicas, odontológicas, de fisioterapia, de fonoaudiologia e os laboratórios de anatomia patológica, citológica ou de análises clínicas.

Correção da alíquota

O autor explica que, ao instituir o regime não cumulativo da Cofins, a Lei 10.833/03 aumentou a alíquota de 3% para 7,6% sobre o faturamento bruto mensal das empresas.

Porém, foram mantidas na alíquota anterior vários setores, entre eles os serviços de saúde. O projeto de Vasconcellos inclui os serviços de atenção domiciliar à saúde entre os que têm cobrança baseada na alíquota anterior (Lei 9.718/98).

Serviços semelhantes

O deputado argumenta que o segmento de atendimento à saúde prestado nas residências dos pacientes tem semelhança com as atividades desenvolvidas pelos hospitais. "As empresas que se dedicam ao atendimento dos pacientes em regime domiciliar muitas vezes desenvolvem essas atividades por meio da implantação de verdadeiras unidades hospitalares e até unidades de terapia intensiva nas residências desses pacientes", explica.

Proposta de teor idêntico (PL 4271/08), do então deputado José Santana de Vasconcellos (PR-MG), havia sido aprovada pela Comissão de Seguridade Social e Família em dezembro de 2009, mas foi arquivada ao final da legislaturaEspaço de tempo durante o qual os legisladores exercem seu poder. No Brasil, a duração da legislatura é de quatro anos. passada. O deputado Bernardo Vasconcellos é filho do ex-deputado José Vasconcellos.

Tramitação

A proposta, que tramita em caráter conclusivoRito de tramitação pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário, apenas pelas comissões designadas para analisá-lo. O projeto perderá esse caráter em duas situações: - se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição por uma, aprovação por outra); - se, depois de aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário., será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; Finanças e Tributação; e Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-90/2011

AGENDA

- Curso Intensivo de Direito da Saúde Suplementar

14 de março de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Oferecer aos participantes uma visão ampla da legislação que rege os planos privados de assistência à saúde, abordando os princípios constitucionais pertinentes ao direito a saúde, as Leis nº 9.656/98 e 9.961/99, as resoluções do CONSU e da ANS - Agência Nacional de Saúde Suplementar, o papel da agência reguladora, a aplicação subsidiária do Código de Defesa do Consumidor, a jurisprudência sobre o assunto, os requisitos dos contratos firmados pelas operadoras, a responsabilidade dos dirigentes, administradores, gerentes e membros de conselhos, as exigências econômicas e financeiras, o ressarcimento ao SUS, a forma de defesa das operadoras, a jurisprudência administrativa e judicial sobre o assunto.

Além do aspecto teórico, será dada muita ênfase as questões práticas.

Instrutor

Dr. José Luiz Toro da Silva

Público Alvo

Dirigentes, Gerentes e Diretores de Operadores de Planos de Saúde e de empresas prestadoras de serviços nesta área, advogados e estudantes de direito, médicos, auditores, contadores, atuários, peritos e demais interessados em conhecer este ramo de atividade.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde

Nos dias 31 de março e 01 de abril, das 8h às 18h, o iQG – Health Services Accreditation apresenta o IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde, no auditório da FECOMERCIO (Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo), situado à rua Plínio Barreto, 285, Bela Vista, São Paulo. O evento, inédito no Brasil, contará com palestrantes nacionais e internacionais, referências no mercado de saúde mundial.

Serão apresentadas palestras e mesas de discussões com a participação de grandes personalidades, como Philip Hassen, Presidente da ISQua – International Society for Quality in Health Care; Pedro Delgado, vice-presidente do IHI – Institute for Healthcare Improvement e Sébastien Audette, CEO do Accreditation Canada Global.

“Certamente, estamos fazendo o melhor e maior evento da área de qualidade e segurança do paciente do Brasil. Traremos os maiores nomes nestes segmentos com o intuito de disseminar conceitos mundiais de boas práticas em qualidade e segurança, para que possamos melhorar a cada dia o atendimento nas instituições de saúde em nosso país”, explica Rubens Covello, CEO do IQG. (Cristiane Fernandes - Saúde Business Web)

- AssPreviSite

Um debate sobre o contexto dos planos em 2011

Encontro sobre o cenário 2011 da Saúde Suplementar

1º de Março - 13:30 às 17:30 h.

Auditório do Instituto Metrus - São Paulo - SP

Como será 2011 para a Saúde Suplementar?

Quais os tons que irão compor este cenário?

Qual a visão da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS sobre o cenário?

O AssPreviSite promoverá na tarde do dia 1º de março, em São Paulo, um encontro de dirigentes, gestores e profissionais da área de Saúde Suplementar para um debate e avaliação do cenário 2011, destacando os temas das recentes das consultas públicas da ANS, seus desdobramentos e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais atores do sistema. Outro foco da reunião é a amplitude e implicações da Agenda Regulatória do órgão. A reunião busca esclarecer alguns dos tópicos destes dois componentes e de outros aspectos que estão na pauta do dia a dia do Sistema de Saúde Suplementar de nosso país.

Destacamos alguns componentes deste cenário e que serão objeto do nosso encontro:

Variáveis constantes em consultas públicas:

- Alteração de contratos antigos;

- Prazos máximos de Atendimento;

- Disponibilidade de prestadores de serviços;

- Transporte para prestador noutro município;

- Reembolso integral dos custos dos beneficiários;

- Outros...

Contexto da Agenda Regulatória da ANS:

- Financiamento do Setor;

- Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;

- Modelo de Pagamento a Prestadores;

- Assistência Farmacêutica;

- Incentivo a Concorrência;

- Garantia de Acesso a Informação;

- Contratos Antigos;

- Assistência ao Idoso;

- Integração com o SUS.

Outros aspectos componentes do cenário:

- Composição da Diretoria da ANS;

- Programa de Qualificação em Saúde Suplementar;

- Programa de Acreditação das Operadoras;

- Portabilidade de planos;

- Regulamentação de artigos da Lei 9656/98

- Propostas de mudanças na Legislação;

- Ressarcimento ao SUS;

- Atuação do Judiciário...

Assim, para abordar esta temática de extrema importância para o ano de 2011 e a dinâmica e contextualização que se pode esperar para a gestão dos planos de saúde, convidamos dirigentes da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS para expor o entendimento e a visão destas instituições sobre este cenário. Também foram convidados destacados e experientes advogados, especialistas do segmento, para apresentar suas considerações sob a ótica jurídica.

O Encontro, que tem o apoio do Instituo METRUS e o patrocínio do Grupo BEM, será no dia 1º de março, das 13:30 às 17:30 h, no Auditório do METRUS, na Alameda Santos, 1827 - 1º andar, na região da Avenida Paulista, em São Paulo. A taxa de adesão é de R$ 200,00 (duzentos reais). Informações e inscrições podem ser solicitadas através do e-mail assprevisite2@terra.com.br

- LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO SINOG DE ODONTOLOGIA

Sinog premiará dentistas e estudantes de odontologia

Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos concorrentes até 15 de abril de 2011

O Sinog - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba de lançar a 10ª edição do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação e fidelização da rede credenciada das operadoras e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários dos planos odontológicos", e para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico e controle de qualidade dos serviços odontológicos podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação do credenciado com a operadora de planos odontológicos".

A novidade nesta edição é que, embora os ganhadores anteriores das três últimas edições não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas recém formados, com o registro profissional, e que tenham participado na categoria de estudantes, nas edições anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva modalidade.

Na modalidade cirurgiões-dentistas o prêmio é de R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu. Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$ 8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um professor orientador, o docente receberá como homenagem uma menção honrosa e a participação na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também receberá um troféu.

As inscrições para a 10ª edição, com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em local a ser divulgado. Mais informações poderão ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br ou pelo telefone (11) 3289-7299.

O Prêmio Sinog de Odontologia

Idealizado com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas, seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes a cada nova edição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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