03-08-11

 

Leia nesta edição:

- Emenda 29 na pauta

- Plano de saúde cobrirá até 12 sessões com nutricionista

- Operadora menor pode ir à falência, diz associação

- Antigas reivindicações não são atendidas

- Preço varia 1.000%

- Cirurgia de redução de estômago terá cobertura de plano de saúde

- Derrubada liminar que garantia greve de médicos

- Dúvida na saúde paulista

- Novos procedimentos médicos podem falir operadoras, diz entidade

- Dicas de saúde em viagem aérea

- Torpedo confirma exame em unidades do SUS

- Plano que discriminar idoso será punido

- Antigos e descobertos

- Leite materno até seis meses

- Transplante de coração de plástico

- Recursos para a saúde

- Fórum de discussões da 14ª CNS já está aberto para contribuições da população

- Brasileiros têm assistência médica gratuita na rede pública de cinco países

- Aplicativo Guia dos Remédios para o iPade iPhone

Quarta-feira, 03.08.11

Correio Braziliense

Emenda 29 na pauta

O presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS), prometeu apresentar na próxima semana um cronograma de negociações sobre a regulamentação da Emenda 29, inclusive com uma data provável para que a matéria vá ao plenário. O parlamentar gaúcho vai coordenar as negociações com governadores, prefeitos e o Ministério da Saúde. O principal entrave para a aprovação da proposta são os estados, que teriam de arcar com uma conta bilionária para cumprir o percentual mínimo destinado às unidades da Federação para investimento em Saúde, que será de 12%.

A ideia de Maia é marcar uma comissão geral para discutir o tema até o fim do mês, em especial uma fórmula de financiamento para a nova regra. A oposição quer aprovar o texto atual sem modificações, mas a base governista estuda alterações e não descarta a criação de um novo imposto. Reprensentantes dos governadores, prefeitos e o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, serão convidados para o debate. Anteontem, a entidade que representa os municípios, a Confederação Nacional dos Municípios (CNM) pediu à ministra de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que recomendasse à base governista a votação da matéria até o fim do semestre.

O governo federal declarou recentemente não ser contra o texto atual em análise pela Câmara, mas tem receio de que o Senado altere a proposta. Somente o percentual definido pelos deputados para aplicação em saúde pelo governo federal, de 15%, custaria R$ 10 bilhões no orçamento do ano que vem. Uma cifra superior teria de demandar a criação de um novo imposto nos moldes da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) - o que o Palácio do Planalto pretende evitar.

Na semana que vem, o parlamento já tem uma outra comissão geral marcada para discutir a crise mundial e os reflexos da crise brasileira. Falarão aos deputados os ministro da Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento, Industria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, e da Ciência e Tecnologia, Aloizio Mercadante.

Folha de São Paulo

Plano de saúde cobrirá até 12 sessões com nutricionista

Hoje, operadoras são obrigadas a cobrir apenas seis consultas por ano

Medida, que vale a partir de janeiro, faz parte do rol de novos procedimentos cobertos por decisão da ANS

A partir do ano que vem, os planos de saúde serão obrigados a cobrir até 12 consultas anuais de seus segurados com nutricionistas -o dobro do número atual. No caso de pacientes diabéticos, serão 18 consultas por ano.

A determinação faz parte do novo rol de procedimentos da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Publicado ontem no "Diário Oficial" da União, o documento prevê a inclusão de 58 novos procedimentos e a ampliação da cobertura de 11.

As novidades incluem 41 cirurgias por vídeo, método considerado menos invasivo.

Entre elas está a operação de redução de estômago, indicada para pacientes obesos, e a retirada da próstata, intervenção feita geralmente em decorrência de câncer.

O documento também detalha quais despesas devem ser pagas ao acompanhante da mãe durante o trabalho de parto e o pré e pós-parto.

Apesar de a presença do acompanhante estar prevista em resolução anterior da ANS, havia casos de cobranças já que as despesas não eram discriminadas. Elas agora incluem acomodação, alimentação e vestimenta.

Em abril, uma lei paulista proibiu as maternidades de cobrar pela paramentação do acompanhante, mas nada se dizia sobre alimentação.

As mudanças começam a valer em janeiro para planos contratados a partir de 1999.

Para a gerente-geral de regulação assistencial da ANS, Martha Oliveira, a ampliação dos procedimentos não acarretará em aumento significativo de preço aos segurados. Segundo ela, os novos exames podem reduzir o número de internações ou de procedimentos complementares.

"Em 2008, houve uma inclusão de 150 procedimentos. Depois de um ano, o impacto foi de 1,1%. Há procedimentos que, inicialmente, acha-se que têm um alto custo e terão um alto impacto. Mas ele pode ter alto custo, mas reduzir o uso de outros exames e de internações."

Na área da oncologia, há muitas queixas em relação ao novo rol, especialmente pela não inclusão da quimioterapia oral. "A ANS perdeu mais vez a oportunidade de dar uma melhor cobertura ao tratamento de câncer", diz o oncologista Rafael Kaliks, do Instituto Oncoguia.

A ANS excluiu cinco procedimentos. Entre eles está a embolização de artéria uterina, que é usada para tratar fibróides uterinos. O procedimento foi retirado a pedido do Ministério da Saúde.

De acordo com a Comissão de Incorporação de Tecnologias do ministério, os benefícios do procedimento não têm evidência científica.

A prática, porém, continua permitida pela Anvisa (Agência de Vigilância Sanitária), mas não será mais coberta.

As outras quatro exclusões ocorreram porque os procedimentos foram considerados ultrapassados.

Folha de São Paulo

Operadora menor pode ir à falência, diz associação

Para a Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), a inclusão de procedimentos pela ANS sem uma estimativa de custos é um "absurdo".

Segundo a associação, que representa mais de 200 operadoras, a mudança "pode custar a falência de algumas empresas, principalmente as de pequeno e médio porte".

Já a FenaSaúde, federação que representa grandes empresas, diz que, uma vez aprovada a inclusão de um procedimento, "a legislação é rigorosamente cumprida pelas operadoras".

Folha de São Paulo

Antigas reivindicações não são atendidas

Procedimento mais importante deixado de fora é quimioterapia oral, que pode ser tomada em casa por paciente

Por Cláudia Collucci

A atualização do rol de procedimentos da ANS traz alguns avanços, mas deixa de fora antigas reivindicações. A mais importante delas é a quimioterapia oral, que pode ser tomada em casa pelo paciente, evitando as longas aplicações endovenosas em clínicas e hospitais.

A questão é que muitos desses quimioterápicos são caríssimos, e os planos de saúde se recusam a pagar pelo tratamento sob a alegação de que os contratos excluem o fornecimento de medicamentos para uso domiciliar.

Os mais "solidários" costumam orientar os pacientes a buscar a medicação no SUS, conforme a Folha já revelou em fevereiro deste ano.

Ocorre que o tratamento contra o câncer é obrigatório por lei. Juízes têm concedido liminares obrigando os planos a bancarem a terapia. É uma causa ganha, mas não deixa de ser uma dor de cabeça a mais aos pacientes.

O mesmo vale para o PET-CT, um sofisticado exame de imagem capaz de identificar o câncer em estágio inicial e mostrar em tempo real como o corpo reage ao tratamento.

Em 2010, a ANS tinha incluído o exame para tumores de pulmão e linfoma. Agora, acrescentou o câncer colorretal. No exterior, o exame é autorizado para outras quatro situações, além dessas -melanoma, câncer de cabeça e pescoço, câncer de esôfago e estômago e câncer de ovário.

Conclusão óbvia: os pacientes vão continuar recorrendo à Justiça para fazer valer os seus direitos.

Há, contudo, pontos positivos no novo rol, como as videolaparoscopias, os testes moleculares e as consultas com nutricionistas e terapeutas. São procedimentos que os planos top há muito tempo já oferecem aos seus segurados e que agora chegam à grande maioria dos usuários.

Correio Braziliense

Preço varia 1.000%

Por Cristiane Bonfanti

Não bastassem os desafios para cuidar da saúde e manter um estilo de vida saudável, pacientes com problemas cardíacos enfrentam um novo drama. Estudo da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela que, além de altos, os preços de produtos de uso cardiovascular variam até 1.000% no Brasil. Os stents coronários (molas usadas para dar suporte interno às artérias e evitar o infarto), por exemplo, custam entre R$ 896 e R$ 9,5 mil, conforme o fabricante.

O valor de um marcapasso (usado para regular os batimentos cardíacos) varia até 250%. O mais barato custa R$ 4.324 e o mais caro, R$ 10.284. A diferença é ainda mais gritante quando a comparação é feita com outros países. Na Alemanha, o aparelho pode ser encontrado por preços que vão de R$ 1,8 mil a R$ 3,7 mil. O levantamento analisou 145 itens disponíveis no mercado. "Os valores são informados pelas fábricas quando elas lançam o produto. Mas não entendemos o motivo de tanta disparidade. Os tributos altos não justificam essa situação", afirmou Pedro Bernardo, chefe do Núcleo de Regulação Econômica da Anvisa.

Custo-benefício

Embora esses produtos sejam comprados, na maioria das vezes, por hospitais, quem paga a conta é o consumidor. "Se o paciente tem plano de saúde, a operadora paga. Caso contrário, ele tem de repassar o valor para o estabelecimento médico", observou Bernardo. A seu ver, com o resultado da pesquisa, será mais fácil monitorar o mercado. Pela falta de conhecimento, as pessoas não têm condições de analisar o melhor custo-benefício no momento da compra. "Com informação, elas podem exercer o seu direito de escolha. Podem optar pela melhor qualidade e o menor preço e, assim, pressionar as indústrias a alterar as tabelas."

O Estado de São Paulo

Cirurgia de redução de estômago terá cobertura de plano de saúde

ANS anuncia 69 novos procedimentos no rol de cobertura básica obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2012, incluindo tratamentos há muito esperados por segurados, entre eles 41 tipos de cirurgia por vídeo - como a bariátrica e a de refluxo gástrico

Por Clarissa Thomé

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu 69 novos procedimentos no rol de cobertura básica obrigatória dos planos de saúde. São exames, tratamentos, ampliação do número de consultas com nutricionista e terapeuta ocupacional e 41 tipos de cirurgia por vídeo, entre elas a cirurgia bariátrica (redução de estômago).

Nessa atualização, houve grande participação popular - 69% das mudanças partiram de sugestões da sociedade. "Nós consolidamos todas as demandas e analisamos quanto à eficácia, efetividade e disponibilidade no território nacional", explicou a gerente-geral de regulação assistencial da ANS, Martha Oliveira.

Três procedimentos foram os mais sugeridos: oxigenoterapia hiperbárica para o pé diabético, exames para determinar marcadores genéticos - que revelam se determinado tratamento é eficaz para o paciente de câncer - e a angiotomografia, exame menos invasivo para o diagnóstico de obstrução coronariana.

Outro procedimento que mobilizou a sociedade foi a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia - a ANS recebeu abaixo-assinado com 2 mil assinaturas. "A partir de janeiro, os planos terão a obrigação legal de cobrir o melhor tratamento disponível. É menos invasivo, menos agressivo, o paciente fica menos tempo internado, tem menos dor e evita potenciais complicações no corte da cirurgia, que atinge 30% dos pacientes submetidos ao procedimento tradicional", afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, Ricardo Cohen.

Para o advogado Alan Skorkowski, especialista na área de saúde do escritório Marques e Bergstein Advogados, essa mobilização popular mostra o amadurecimento do consumidor. Mas ressalta que os beneficiários têm de fazer valer seu direito. "Se a operadora não tiver o serviço na região em que o beneficiário vive, ela é obrigada a reembolsá-lo ou oferecer o serviço no município mais próximo."

Preocupação

A advogada Juliana Ferreira, do Instituto de Defesa do Consumidor, lembra que "procedimentos fundamentais para o restabelecimento da saúde do paciente" ficaram de fora. "O SUS permanecerá com o encargo de atender toda a população que necessita desses transplantes e em todos os outros casos, geralmente de alta complexidade e mais caros, que não são cobertos pelos planos de saúde, seja por não estarem no rol de coberturas obrigatórias, seja pela atuação de má-fé das operadoras", diz.

Martha informou que os transplantes estão na "fila" para as próximas atualizações do rol. "O que limita não é a não inclusão no rol, mas a captação dos órgãos. Temos discutido com o Ministério da Saúde sobre como aumentar a captação. A partir da maior oferta, vamos estudar como será a inclusão", afirma.

A inclusão dos novos procedimentos preocupa as operadoras. "Mais uma vez, essa inclusão será feita sem qualquer pagamento ou retribuição financeira para os planos de saúde. Trata-se de um absurdo que pode custar a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas de pequenas e médio porte", informou, em nota, a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge). A entidade também se diz preocupada com a "falta de recursos técnicos e humanos - médicos e equipamentos de alto custo - para realizar esses novos procedimentos fora dos grandes centros".

Perguntas e Respostas

Impacto será avaliado

1. A partir de quando os novos procedimentos passam a valer?

1.º de janeiro de 2012.

2. Todos os planos devem cobrir todos esses procedimentos?

O rol é a referência básica para cobertura assistencial dos planos privados (individual, familiar, coletivo empresarial e coletivo por adesão), contratados a partir de 1.º de janeiro de 1999 ou adaptados - quando o beneficiário optou por submeter seu plano às regras da ANS. Do contrário, deve-se observar as regras do contrato.

3. Quais são os principais procedimentos incluídos?

Entre eles estão 41 tipos de cirurgia por vídeo, inclusive para refluxo gástrico e cirurgia bariátrica; exames, como o diagnóstico de erros inatos do metabolismo e a análise molecular do DNA de K-Ras e Her-2 (que revela se o paciente que tem certos tipos de câncer se beneficiariam de tratamento medicamentoso) e angiotomografia, método menos invasivo para avaliar se houve enfarte; e tratamentos, como a injeção intravítrea para doença macular relacionada à idade e terapia imunológica para artrite reumatoide, psoriática, doença de Chron e espondilite anquilosante - tratamento indicado quando todos os demais falharam.

4. Pacientes pagam algum valor?

O impacto dos novos procedimentos será avaliado ao longo de 2012 e será levado em consideração no reajuste anual divulgado pela ANS em 2013.

Exigência

69% das mudanças partiram de sugestões da sociedade

2 mil assinaturas continha o abaixo-assinado que pediu a inclusão da cirurgia bariátrica (redução do estômago) por videolaparoscopia no rol de cobertura básica obrigatória dos planos de saúde

O Estado de São Paulo

Derrubada liminar que garantia greve de médicos

A liminar que garantia às entidades médicas o direito de organizar paralisações para reivindicar reajuste nos honorários pagos pelos planos de saúde foi derrubada no fim da semana pelo Tribunal Regional Federal, em Brasília. A decisão é resultado de recurso apresentado pela Secretaria de Direito Econômico (SDE), ligada ao Ministério da Justiça.

Folha de São Paulo

Dúvida na saúde paulista

Decreto editado pelo governo paulista, com o alegado objetivo de cobrar dos planos de saúde pelo atendimento a seus clientes em hospitais da rede pública, reavivou uma vez mais a polêmica sobre a chamada "dupla porta" -uma para pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde), outra para quem paga convênios médicos.

Toda vez que se discute esse ressarcimento há o receio -justificado- de que o serviço público, mantido pelos impostos de todos, dê privilégios à parcela da população que possui planos de saúde.

A falta de clareza do governo ao anunciar a sua decisão apenas ajudou a alimentar a controvérsia.

A nova medida autoriza convênios médicos a incluir hospitais públicos gerenciados por organizações sociais (as OSs, entidades privadas sem fins lucrativos) na sua rede credenciada.

O governo Geraldo Alckmin (PSDB) afirma que não haverá dupla porta e só busca mecanismos legais para efetuar a cobrança por um serviço que já é prestado. Em instituições especializadas de excelência, como o Instituto do Câncer Octavio Frias de Oliveira, 20% dos pacientes têm planos de saúde, que não ressarcem o Estado.

Críticos temem que o decreto abra uma brecha para o atendimento diferenciado, como já acontece no Hospital das Clínicas.

A dupla porta e a utilização que os planos de saúde fazem da rede pública sem pagar por isso são duas facetas da mesma moeda: o financiamento anêmico do sistema de saúde no país.

No primeiro caso, trata-se de uma saída pragmática, ainda que paliativa, para levantar recursos. No segundo, é questão de justiça, uma vez que os planos de saúde recebem anos e anos dos clientes, que depois recorrem à rede pública, sem custo para as empresas.

O governo estadual paulista alega que o decreto proíbe o atendimento preferencial. Cumpre, então, acompanhar de perto a implementação da medida, para controlar se não ocorrem desvios.

Não se deve condenar, sem um exame mais detalhado, uma medida que pode ajudar a combater a sangria de verbas em benefício privado. Essa injeção de recursos, estimada em até R$ 500 milhões anuais, pode dar novo impulso à melhoria na qualidade ainda sofrível da saúde pública paulista.

FSP

Novos procedimentos médicos podem falir operadoras, diz entidade

As entidades que representam os planos e seguros de saúde disseram ainda não poder calcular o impacto econômico da nova lista de procedimentos divulgada pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).

Para a Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo), a inclusão de procedimentos sem uma estimativa de custos pela ANS é um "absurdo que pode custar a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas de pequeno e médio porte".

Segundo a entidade, essas empresas "já lutam para vencer taxas e obrigações impostas pela ANS" e os novos procedimentos são "mais dificuldade".

"Além disso, preocupa a falta de recursos técnicos e humanos --médicos e equipamentos de alto custo-- para realizar esses novos procedimentos fora dos grandes centros", afirmou.

A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), que representa grandes grupos de operadoras, afirmou apenas que participou da discussão do novo rol e que, uma vez aprovada a inclusão de um procedimento, "a legislação é rigorosamente cumprida pelas operadoras".

"O setor tem receita prevista e custos imprevistos", conclui a nota da Abramge.

Novos procedimentos

A ANS publicou nesta terça-feira uma resolução que amplia a lista de cobertura assistencial obrigatória para os planos de saúde.

Os convênios terão que custear, a partir de janeiro de 2012, cerca de 60 novos procedimentos --entre eles, cirurgia de redução de estômago via laparoscopia, terapia ocupacional e a tomografia especial "PET Scan", usada no diagnóstico de câncer.

A resolução publicada no "Diário Oficial da União" atualiza o "Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde", referência básica para cobertura assistencial mínima nos planos de saúde contratados a partir de 1º de janeiro de 1999.

A revisão do rol, segundo a ANS, teve a participação de representantes de órgãos de defesa do consumidor, dos convênios e de conselhos profissionais, entre outros. A consulta pública sobre a nova lista recebeu 6.522 contribuições --70% delas de consumidores-- em pouco mais de um mês.

A revisão da lista também excluiu cinco procedimentos antes previstos. Três deles --paracentese do tímpano com anestesia geral, ressecção prostática e decay do reflexo estapédico-- já estavam previstos na lista, com outros nomes.

A exérese de tumor de esclera foi removida por ser considerada um procedimento obsoleto e a embolização de artéria uterina, por faltar "evidência científica de seus benefícios à saúde", já que não foi aprovada pela Comissão de Incorporação de Tecnologias do Ministério da Saúde.

O Globo

Dicas de saúde em viagem aérea

O Conselho Federal de Medicina lançou ontem cartilha com recomendações para pessoas com problemas de saúde que pretendem viajar de avião. O documento "Doutor, posso viajar de avião?" será distribuído a entidades médicas, escolas de medicina e empresas de aviação.

A cartilha diz, por exemplo, que pacientes com pneumonia não devem voar, para evitar a disseminação da doença. O mesmo deve ser feito em caso de sinusite, que pode piorar durante o pouso, causando enxaqueca severa, dor facial e sangramento nasal.

Para quem tem problema de coração, a dica é adiar a viagem no período de estabilização e recuperação. Mas não há contraindicações para portadores de marca-passo. No caso de cirurgia de AVC hemorrágico, a orientação é não viajar por, pelo menos, duas semanas.

O Estado de São Paulo

Torpedo confirma exame em unidades do SUS

Por Felipe Frazão, colaborou Karina Toledo

Cerca de 18 milhões de mensagens serão enviadas a pacientes da capital paulista para evitar faltas em exames

A Prefeitura de São Paulo mandará mensagens de texto a pacientes para confirmar presença nos exames agendados em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) deve abrir um edital para contratar o envio de 18 milhões de torpedos a celulares de usuários com procedimentos médicos marcados.

Ontem, o secretário da Saúde, Januário Montone, reconheceu ser necessário aperfeiçoar a forma de comunicação com pacientes para evitar faltas em exames. "Temos índice de absenteísmo ainda grande, o próprio Tribunal de Contas constatou que 20% a 25% das pessoas não comparecem aos exames. Não estou dizendo que é culpa das pessoas. Temos de melhorar a notificação. Os torpedos vão confirmar, reconfirmar e, se houver desistência, vamos colocar outra pessoa naquela vaga," disse.

O Estado mostrou ontem que uma Organização Social (OS) contratada pela Prefeitura para gerir unidades de saúde recebia por exames não realizados. A Fundação Instituto de Pesquisa e Diagnóstico (Fidi) recebeu R$ 14,97 milhões para fornecer exames como mamografia, ultrassom e ressonância magnética, mas não atingiu a quantidade acordada para cada tipo. Na zona sul, foram realizada apenas 59% das mamografias previstas.

Segundo a SMS, não há falta de capacidade da OS para realização dos exames, mas ausência de pacientes, que não comparecem aos procedimentos agendados. E o contrato de gestão firmado entre Prefeitura e OS é condicionado ao cumprimento de dez indicadores, como qualidade, atendimento, instalações e equipamentos; e não prevê pagamento por serviços prestados unitariamente. "Não é um serviço terceirizado que eu pague por procedimento", disse Montone.

O secretário explicou que a quantia repassada e não utilizada acumula e é descontada nos pagamentos seguintes. Afirmou que a verba é mantida aplicada e o rendimento da aplicação é usado no desconto do contrato. E disse que a Prefeitura controla o saldo bancário das OS conveniadas - nenhuma se apropria do lucro. "Erros acontecem e estamos atentos. Mas os sistema não tem sobra e não tem pagamento sem execução. Qualquer recurso que tenha sobrado continua na linha de atendimento. Não existe a figura do não executou e recebeu."

Montone afirmou que é feito acompanhamento trimestral e anual das contas, pelo qual se verifica o excedente que deixará de ser pago no repasse do Tesouro Municipal para as OS.

Segundo a SMS, a Fidi deixou de receber repasses da Prefeitura nos meses de março e abril de 2010 por ter sido constatado saldo remanescente de meses anteriores. Mas dados do próprio Sistema de Orçamento e Finanças da Prefeitura mostram que entre fevereiro de 2010 e maio deste ano a Fidi recebeu integralmente o valor previsto.

A Fidi afirmou que as metas são rediscutidas mensalmente e o valor do contrato não se baseia apenas na realização de exames, mas leva em conta itens como manutenção de equipamentos.

O Dia Online

Plano que discriminar idoso será punido

Por Max Leone

Multa da ANS vale também para empresa que restringir deficientes e doentes crônicos

Operadoras de planos de saúde que criarem dificuldades ou negarem a adesão a maiores de 60 anos de idade, deficientes físicos e doentes crônicos a convênios serão multadas em até R$ 50 mil. A punição está prevista na Súmula 19 da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), publicada no Diário Oficial da União, e vale para empresas que vendem planos diretamente aos usuários ou por meio de corretores.

Um dos objetivos é coibir situações como agendamento de consultas prévias para ingresso no plano em locais de difícil acesso por aposentados e deficientes. “Muitas vezes, os planos dificultam o acesso de idosos. Atendem a todos (os clientes) no Centro, mas criam local distante, como Barra da Tijuca, especificamente para idosos”, ressalta a ANS, em nota.

“Os planos não podem desestimular, impedir ou dificultar o acesso ou ingresso de beneficiários em razão da idade, condição de saúde ou por portar deficiência, inclusive com a adoção de práticas ou políticas de comercialização restritivas direcionadas a estes consumidores”, complementa.

Outra barreira é quando os planos restringem as comissões. “O operador perde o interesse em fazer a venda para os idosos. O plano não paga comissão. Por isso, eles (corretores) não vão trabalhar de graça. Alguns planos chegam a proibir a venda. O usuário é obrigado a procurar o plano diretamente”, explica Ivan Lage, consultor de planos de saúde.

Cliente pode pedir exame com médico de confiança e denunciar irregularidade

Para a coordenadora institucional do Pro Teste, Maria Inês Dolci, a ANS deveria intensificar a fiscalização sobre os planos de saúde, a fim de impedir que os usuários sofram qualquer restrição. “A pessoa que for contratar um plano de saúde pode exigir o exame inicial com médico de sua confiança ou em local de fácil acesso, caso o indicado pela operadora seja distante”.

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras privadas de assistência à saúde, informa que não é uma política de afiliadas “restringir a comercialização de planos em razão da idade ou condição de saúde”. A Federação informou ainda que as empresas “seguem rigorosamente o previsto na legislação em vigor”.

A advogada Aglaete Nunes Martins, 67 anos, reclama que idosos sofrem mesmo com a lei favorável: “O idoso tem favorecimento, mas é só na lei e não na prática”.

Segundo a ANS, usuários pode recorrer ao Disque ANS 0800-7019656 ou a um dos 12 núcleos da agência para abrir processo contra a operadora.

Diário de Pernambuco Online

Antigos e descobertos

Os usuários de planos de saúde antigos, contratados até 31 de dezembro de 1998, estão descobertos dos 60 procedimentos do rol. São nove milhões de consumidores que só poderão usufruir dos benefícios se mudarem para os planos novos. As regras da adaptação e migração sem o cumprimento de novas carências entram em vigor a partir de hoje. A RN 254 da ANS permite o aumento de até 20,59% na adaptação dos contratos. Na migração, o usuário compra um novo plano com preço de mercado.

A empresária Nair Renda, 55, tem um plano de saúde há mais de 20 anos. Paga R$ 7,8 mil para a cobertura assistencial da família. Mesmo com um produto top, ela enfrentou negativas de coberturas. “Para fazer a cirurgia bariátrica, tive de entrar na Justiça. A gente paga caro por muitos anos e não tem direito aos benefícios”, dispara. A mãe de Nair, Sylvia Maria Barbosa Renda, 81, é portadora de câncer e teve negado o exame de pet-scan, além das tomografias para acompanhamento do linfoma. “O argumento era que minha mãe estava fazendo muitos exames.” A família pagou os procedimentos e entrou na Justiça para obter o ressarcimento dos valores.

Marta Lins, coordenadora jurídica da Associação de Defesa dos Usuários de Planos de Saúde, reclama da exclusão aos usuários antigos. “Se eles não quiserem adaptar os contratos, vão reivindicar na Justiça o direito à vida.”

O Dia Online

Leite materno até seis meses

Por Clarissa Mello

Campanha lançada pelo Ministério da Saúde quer ampliar tempo de aleitamento no País

Menos de 40% dos bebês menores de seis meses são alimentados exclusivamente com leite materno em todo o mundo. O percentual ideal, de acordo com a Organização Mundial de Saúde (OMS), é de 90% e 100% das crianças nessa faixa etária.No Brasil, o índice também é baixo: 41%. Para conscientizar a população sobre a importância do leite materno para os pequenos, o Ministério da Saúde lançou ontem, primeiro dia da Semana Mundial da Amamentação, o Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê.

O objetivo, segundo o ministro Alexandre Padilha, é explicar sobre os direitos das mães à amamentação. Além disso, o órgão também pretende fazer com que mais empresas adotem a licença-maternidade de seis meses. Atualmente, o tempo médio de aleitamento materno exclusivo no Brasil é de 54 dias — muito abaixo do recomendado pela OMS, 180 dias.

“É de fundamental importância que todos os segmentos da sociedade ajudem as mães na superação dos obstáculos que muitas vezes as impedem de continuar amamentando os seus filhos”, disse Padilha.

Este ano, a madrinha da campanha do Ministério é a atriz Juliana Paes. Durante o lançamento, ela contou que ainda amamenta o filho Pedro, de 8 meses.

“Desde o primeiro momento, aprendi como pegar o bebê, a posição que ele deveria ficar para ser amamentado. Então, não tive problemas para amamentar o Pedro”, disse.

Segundo o ministério, amamentar, além de fundamental para o bebê, ajuda a mãe na perda do peso após o parto e diminui o risco de diabetes e cânceres de mama e ovário.

O Dia Online

Transplante de coração de plástico

Um homem de 40 anos é o primeiro britânico a ter um coração totalmente artificial e ser capaz de ir para casa. Matthew Green poderá esperar por um transplante de um coração real em sua casa. Matthew ficou entre a vida e a morte depois que após ambas as câmaras do seu coração falharem.

Hoje o britânico sobrevive graças a um coração de plástico que é alimentado por uma máquina que fica dentro de uma bolsa. A cirurgia pioneira foi realizada no último mês no hospital de Papworth e durou seis horas. As informações são do jornal inglês Daily Mail.

Um dos problemas do orgão artificial, é que ele não é capaz de aguentar fortes emoções. Durante a coletiva de imprenssa, que aconteceu este mês, o coração começou a emitir um alerta de perigo. "Se eu ficar estressado, ele (o implante) não gosta", brincou Matthew

O procedimento foi realizado devido a gravidade do estado de Matthew. Segundo os médicos, seu estado era complicado e o coração não iria aguentar esperar muito tempo por um doador.

Operações deste tipo já acontecerem em outras partes do mundo, mas essa é a primeira vez que o paciente se recuperou o suficiente para deixar o hospital e ir para casa.

Durante a coletiva, Matthew relatou que estava ansioso para ir para casa e poder brincar com seu filho de cinco anos. "Estou realmente animado para ir para casa e fazer as coisas do dia-a-dia que eu não fiz por tanto tempo", desabafou.

Jornal dia a dia

Recursos para a saúde

Por Sérgio Oliveira

Segundo os critérios, o Governo Federal deve aplicar todo ano na saúde o valor aplicado no ano anterior, corrigido pela variação do PIB; por sua vez os Estados devem aplicar 12% do orçamento (aplicam? Claro que não), ao passo que os Municípios devem aplicar 15% (aplicam? Alguns aplicam muito mais).

Aí, quando alguém não conseguiu ser atendido pelo SUS, num caso de maior complexidade, com urgência, não tendo recursos para um atendimento particular, recorrendo ao Judiciário, este determina que as prefeituras providenciem a realização do procedimento, pagando pelo mesmo; tudo bem, pois esta é a maneira das pessoas não ficarem sem assistência, agravando, de repente, o estado de saúde das mesmas, ou acontecendo algo mais grave; o que aconteceria se algum prefeito se recusasse a cumprir tal determinação? Por que não obrigam o Governador, o Presidente da República a cumprir os percentuais da saúde, bem como disponibilizar hospitais em que os pacientes possam ser atendidos, sem ter que esperar numa fila enorme? Principalmente o Governo Federal, que centraliza a maior parte dos recursos públicos. Aí o furo é “mais em cima”.

E a Tabela do SUS? Não é atualizada faz muito tempo. Um médico que atende pelo SUS recebe R$ 2,00 por consulta; por um parto, seja normal ou cesário, para o Médico Titular, um Médico Assistente e o Médico Anestesista o valor é de R$ 180,00; para os três.

Falta de recursos? A Constituição de 1988 criou o Sistema de Seguridade Social, que compreende a Assistência Social, a Previdência Social e a Saúde. As receitas da Seguridade Social são:

- Receita Previdenciária Líquida (RGPS);

- Cofins – Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social ( Lei Complementar nº 70, de 30.12.1991);

- CSLL – Contribuição sobre o Lucro Líquido (Lei 7.689, de 15.12.1988, que no seu artigo 1º diz que " fica instituída a contribuição social sobre o lucro das pessoas jurídicas, destinadas ao financiamento da seguridade social”)

- PIS/PASEP;

- Parte das contribuições sobre concursos de prognósticos; - Outras contribuições diversas;

- Recursos próprios do Ministério do Desenvolvimento Social;

- Recursos Próprios do Ministério da Previdência Social;

- Recursos próprios do Ministério da Saúde;

- Recursos próprios do FAT;

-Taxas de Órgaõs e Entidades;

- Contrapartida do Orçamento Fiscal para EPU – Encargos Previdenciário da União.

Até 2008 havia a CPMF, que foi extinta.

Em 2008 o total destas receitas atingiu R$ 377.079.000.000,00 (bilhões, viu?), em números redondos. As despesas totalizaram R$ 310.779.000.000,00 (bilhões, viu?) tendo havido, portanto, um superávit, uma sobra de R$ 66.300.000.000,00 (bilhões, viu?).

Em 2009 as receitas atingiram a soma de R$ 392.826.000.000,00 (bilhões, viu?) , ao passo que as despesas totalizaram R$ 359.886.000.000,00 (bilhões, viu?), resultando num superávit de R$ 32.940.000.000,00 (bilhões, viu?).

Em 2010 tivemos estes números: Receitas R$ 458.626.000.000,00 (bilhões, viu?); despesas R$ 400.517.000.000,00 (bilhões, viu?); superávit R$ 58.109.000.000,00 (bilhões, viu?)

Onde foi parar o superávit?

Já ouviram falar na DRU? Desvinculação das Receitas da União? DRU esta que tem como finalidade contribuir para a formação do superávit primário, a economia para pagar os juros da dívida.

De 2005 até 2010 foram retirados do Sistema de Seguridade Social, via DRU, R$ 228.743.000.000,00 (bilhões, viu?).

Dinheiro este que poderia ir para a Assistência Social, Previdência Social (dando aumento maior para aposentados e pensionistas quem ganham mais que o mínimo, pois, na marcha que vai, em breve todos estarão recebendo apenas um salário mínimo) e Saúde.

Aí, de repente, a Tabela do SUS poderia ser atualizada.

Os números apresentados acima foram retirados da Análise da Seguridade Social em 2010, da ANFIP – Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil & Fundação ANFIP de Estudos da Seguridade Social.

Terça-feira, 02.08.11

Ministério da Saúde

Fórum de discussões da 14ª CNS já está aberto para contribuições da população

O Fórum da 14 ª Conferência Nacional de Saúde está aberto para discussões sobre políticas públicas em saúde e sobre assuntos voltados ao tema da conferência - "Todos usam o SUS! SUS na Seguridade Social - Política Pública, Patrimônio do Povo Brasileiro". Qualquer pessoa pode participar, basta acessar o link abaixo para contribuir com suas opiniões. O objetivo do fórum é fortalecer os debates sobre a saúde no país e dividir experiências entre gestores, trabalhadores e usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).

O link para acessar o Fórum é http://forum.datasus.gov.br/viewforum.php?f=208

Como participar

Para participar dos debates dentro do Fórum da 14ª Conferência Nacional de Saúde, você deve ir em: Registrar, nesta página deverá primeiro aceitar os termos de uso para logo após criar Nome de Usuário que deve conter entre 3 e 20 caracteres; colocar um endereço de e-mail, confirmá-lo; criar uma senha de 6 a 30 caracteres; e digitar o código de confirmação que aparece na imagem logo abaixo. Uma chave de ativação será enviada para o e-mail fornecido onde será possível fazer a ativação da conta. Ativada a conta você poderá postar mensagens e participar dos debates do Fórum. Os Conselheiros Nacionais, José Marques, Maria de Lourdes Rodrigues e Francisco Batista Júnior são os moderadores do Fórum

Portal Saúde

Brasileiros têm assistência médica gratuita na rede pública de cinco países

Para ter direito ao benefício, viajantes precisam ser contribuintes do INSS e obter certificado emitido pelo Ministério da Saúde

Nesse período de férias é bom saber: os brasileiros segurados pela Previdência Social e seus familiares têm direito a atendimento médico gratuito na rede pública de saúde de cinco países: Cabo Verde, Itália, Luxemburgo, Portugal e Chile. Este último, no entanto, está temporariamente sem atender aos brasileiros, devido à recente erupção do vulcão Puyehue e ao terremoto do início de 2010. Para usufruir do benefício, o viajante precisa portar o Certificado de Direito à Assistência Médica (CDAM), emitido gratuitamente pelo Ministério da Saúde. O documento oferece assistência farmacêutica, odontológica, ambulatorial e hospitalar na rede pública do país visitado, como se o viajante fosse um morador local.

Os interessados devem apresentar o passaporte e os três últimos comprovantes de contribuição ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) – guias de recolhimento ou carteira de trabalho e os três últimos contracheques. Para obter o certificado dos dependentes, é preciso apresentar certidão de casamento e de nascimento dos filhos, além dos passaportes.

Neste ano, o Ministério da Saúde emitiu 8.837 Certificados de Direito à Assistência Médica, até 20 de julho. No ano passado, foram 19.085. Os estados que mais demandaram estas solicitações em 2010 foram São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais. Quanto aos destinos, destacam-se Portugal e Itália.

Serviço – Para conferir a lista de documentos exigidos, endereços para a emissão do CDAM nos estados e tirar outras dúvidas acesse http://sna.saude.gov.br/cdam

Blog do iPhone

Aplicativo Guia dos Remédios para o iPade iPhone

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Já pensou ter as bulas de todos os remédios na palma de sua mão? Pois na prática é isso que faz o aplicativo Guia dos Remédios, que acaba de ganhar também versão para o iPad.

O guia traz a bula completa de mais de 3.200 remédios disponíveis no Brasil, e este número aumenta constantemente graças a atualizações diárias da lista. Além disso, se por acaso você precisar de alguma bula que não esteja presente no catálogo, basta pedir através do próprio aplicativo que a equipe da MedPhone vai providenciar sua inclusão o mais rápido possível.

Você também tem acesso ao PDF da bula original, baixado diretamente do site da Anvisa, podendo inclusive transferí-lo para o iBooks, Dropbox ou outro app instalado.

O utilitário está disponível na App Store pelo preço de $4,99. Tem versão Universal que roda no iPhone, no iPad e no iPod touch.

AGENDA

- 05 de Agosto – Dia Nacional da Saúde (nascimento de Oswaldo Cruz)

- 05 de Agosto – Dia da Farmácia

- 10 de Agosto – Dia da Enfermeira


- Seminário Preparatório da Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde

5 de Agosto – Auditório da ENSP/FIOCRUZ – Rio de Janeiro

A Sessão de Abertura contará com a presença do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do Presidente da FIOCRUZ, Paulo Gadelha e de Diego Victoria, Representante da OMS.

Mais informações: http://cmdss2011.org/site/

- III Fórum Trabalho e Saúde - Saúde e Precarização do Homem Que Trabalha

Local: UEL - Universidade Estadual de Londrina

Data: 10 e 11 de Agosto de 2011

Informações: http://www.estudosdotrabalho.org/IIIFTS.html


- Fundamentos Técnicos e Comercialização em Saúde Suplementar

CQCS

Aprenda os conceitos básicos e técnicos para comercialização dos planos de saúde regulamentados pela Agência Nacional de Saúde (ANS), com informações sobre as principais características dos planos privados de assistência à saúde e regras que orientam a celebração e o cumprimento desses contratos.

Matriculas Abertas - Salvador/BA.

Matrículas até 06/08/2011.

Documentos: Cópia RG e CPF

Período de aulas: De 8 a 31/8 - 2ª, 3ª e 4ª - Das 18h30 às 21h45.

Investimento: R$ 390,00 (á vista)

Local: Unidade Bahia - Av. Tancredo Neves, 999. Edf Metropolitano Alfa, Sl 401. Caminho das Árvores. Em frente ao Jornal A Tarde.

Contato: 71 3341 2688

Acesse: http://www.funenseg.org.br/cursos.php?idtipo=7&id=6181&idunidade=2

- Encontro ANS - Edição Sul

Já estão abertas as inscrições para o Encontro ANS - Edição Sul

Operadoras de planos de saúde, prestadores, centrais sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição Sul, uma oportunidade para compartilhar informações e visões na construção de um setor cada vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema. O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em Porto Alegre (RS).

Entre os temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda Regulátória da Agência Nacional de Saúde Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde, a resolução que trata do Envelhecimento Ativo, a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.

As inscrições poderão ser feitas acessando a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br, entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011

Encontro ANS – Edição Sul

Hotel Embaixador - Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto Alegre/ RS.

16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS


- Encontro Paranaense da Saúde – 2011

Debater a saúde sob os aspectos humanos, econômicos e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba. A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores, advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde, Direito e Administração.

A programação contempla palestras com integrantes da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e da Confederação Nacional de Saúde (CNS). Serão discutidos temas como assédio moral nas relações de trabalho, diagnóstico econômico da saúde no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço da área. Está previsto ainda o lançamento oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior de Administração e Economia da Fundação Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.

Promovido pela Fehospar (Federação dos Hospitais e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar (Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar (Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades parceiras, o evento também marca as comemorações pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário do Sindipar. A programação completa do Encontro Paranaense da Saúde 2011 está disponível no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone (41) 3254-1772. As vagas são limitadas.


- XXI Congresso Nacional das Santas Casas

AssPreviSite

Com a presença confirmada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde e o meio ambiente

A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011, em Brasília. Com o tema central “Saúde e meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”, o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem impactar na Saúde do homem e quais estratégias devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.

Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas transformações ambientais. Além disso, com tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo a formulação de políticas públicas que sejam adequadas à nova realidade, é preciso debater, hoje, o futuro dos hospitais.

Para o presidente da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos um time de especialistas discutindo a participação do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor atendimento de nossos pacientes”.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso, já confirmaram a presença.

O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.

Para mais informações e inscrições: www.cmb.org.br/congresso.


- 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico

A relação médico-paciente sem caráter consumista, a proposta de criação de testamento vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O encontro promoverá discussões sobre a prática médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a esta prática – por exemplo, aqueles relacionados ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”. O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais vertical das interações entre os médicos e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais das duas profissões são muito próximos”, afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.

Inscrições

Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico. Pelo site é possível fazer inscrição (gratuita), acessar a programação do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os internautas também terão acesso ao material da 1ª edição do evento, promovido em dezembro de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.

2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho Federal de Medicina

Data: 16 e 17 de agosto de 2011

Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA

Iinscrições: Gratuitas e limitadas pelo link

http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)

- CBA lança curso de gestão de profissionais de saúde

Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros, farmacêuticos e outros profissionais da área de saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais de qualidade e segurança no cuidado com o paciente. Esse é um dos objetivos do curso Educação e Qualificação dos Profissionais de Saúde, promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International (JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.

O curso, oferecido em parceria com a Universidade Lusófona de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção de profissionais, educação continuada, gestão do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar seus profissionais a manterem os padrões de qualidade e excelência no desempenho de suas atividades.

"As organizações de saúde esperam de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes", explica Parreira. "Para isso, essas instituições precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar as competências exigidas, manter a agilidade da ação e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.

Doutor de Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona, Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige do gestor capacidade de liderança, visão estratégica da gestão de RH e atualização a respeito de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais qualificados", enfatiza.

O curso Educação e Qualificação dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores e lideranças intermediárias de instituições de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones (21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.

Assessoria de Imprensa

SB Comunicação, tel. (21)3798-4357

Simone Beja, tel. (21)9367-3722

Igor Waltz, tel. (21)7674-1492


- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão

Unidas / AssPreviSite

18 e 19 de Agosto de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Preparar profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades, autoridades, solução de problemas e negociação.

Metodologia

A metodologia alterna exposição dialogada, exemplificações voltadas para a realidade da administração pública com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição, conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem e debates, de forma a favorecer a troca de experiências e assimilação do conteúdo proposto. Também alterna a realização de módulos em sala de aula com períodos de aplicação junto às equipes naturais.

Instrutor

Professor Peter M. Dostler

Público Alvo

Diretores, Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores profissionais de todas as áreas da organização.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- 1º Hospital Management Summit

DCI

Setor hospitalar se reúne para debate sobre gestão

De 22 a 24 de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos de todo o País para o 1º Hospital Management Summit, fórum de práticas, inovação e negócios na gestão de hospitais. O evento é organizado pela International Business Communications (IBC) e contará com vários debates sobre a profissionalização da gestão no setor hospitalar privado do País.

"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar os recursos das instituições de saúde para obter uma administração eficiente, financeiramente sustentável e que atenda a todas as exigências de um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem tais objetivos", afirma Yvelise.

Ao longo dos três dias do encontro os executivos poderão conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão, qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências serão alguns dos temas abordados.

O Hospital Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare, 3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide, DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.


- Pacientes Crônicos e de Alto Custo

Unidas / AssPreviSite

Modelos de Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados

25 e 26 de Agosto de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Apresentar o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas fases e resultados com vias de direcionar ações assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação de condições de saúde em empresas e seguimento por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir a importância da padronização dos processos de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para que os conceitos e as experiências possam ser debatidos e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas, relato de casos, e muita informação para que os participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se implantar tais estratégias, com vias a redução do custo assistencial de seus beneficiários.

Instrutor

Dr Leonardo Pereira Florêncio

Público Alvo

Diretores, Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores profissionais de todas as áreas da organização.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar

Temática: Turismo de Saúde

Objetivo

O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar, tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde, abordando temas, reflexões e ações que venham a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico do país, contando com centros de excelência em medicina já inseridos na certificação em “acreditação hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.

Dia e Horário:

Data: 22 de setembro de 2011

Horário: 08:00 às 18:00h

Local: Salão de Convenções do Real Hospital Português


- 1º Congresso Nacional de Hospitais Privados

Promovido pela ANAHP – Associação Nacional de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores de decisão no setor de saúde para compartilhar experiências em gestão.

De 28 a 30 de setembro, administradores de hospitais públicos e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,

Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas, Segurança do Paciente, Governança Clínica, Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre outros.

Iniciativa inédita, o evento é dedicado à gestão de estabelecimentos de saúde, troca de experiências e conhecimento do setor e terá a participação dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br

- 14º Conferência Nacional de Saúde

Tema

“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”

A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional. As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.

Mais informações no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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