Leia
nesta edição:
- Emenda 29 na pauta
- Plano de
saúde cobrirá até 12 sessões
com nutricionista
- Operadora
menor pode ir à falência, diz associação
- Antigas
reivindicações não são
atendidas
- Preço
varia 1.000%
- Cirurgia
de redução de estômago terá cobertura
de plano de saúde
- Derrubada
liminar que garantia greve de médicos
- Dúvida na saúde
paulista
- Novos procedimentos
médicos podem falir operadoras,
diz entidade
- Dicas de
saúde em viagem aérea
- Torpedo confirma exame em unidades do SUS
- Plano que
discriminar idoso será punido
- Antigos e descobertos
- Leite materno
até seis
meses
- Transplante
de coração de plástico
- Recursos
para a saúde
- Fórum de discussões da 14ª CNS já está aberto
para contribuições da população
- Brasileiros
têm assistência médica gratuita
na rede pública de cinco países
- Aplicativo
Guia dos Remédios para o iPade iPhone
Quarta-feira, 03.08.11
Correio Braziliense
Emenda 29 na pauta
O presidente
da Câmara dos Deputados, Marco Maia (PT-RS),
prometeu apresentar na próxima semana um cronograma de
negociações sobre a regulamentação
da Emenda 29, inclusive com uma data provável para que
a matéria vá ao plenário. O parlamentar
gaúcho vai coordenar as negociações com
governadores, prefeitos e o Ministério da Saúde.
O principal entrave para a aprovação da proposta
são os estados, que teriam de arcar com uma conta bilionária
para cumprir o percentual mínimo destinado às unidades
da Federação para investimento em Saúde,
que será de 12%.
A ideia de
Maia é marcar uma comissão geral para
discutir o tema até o fim do mês, em especial uma
fórmula de financiamento para a nova regra. A oposição
quer aprovar o texto atual sem modificações, mas
a base governista estuda alterações e não
descarta a criação de um novo imposto. Reprensentantes
dos governadores, prefeitos e o ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, serão convidados para o debate. Anteontem, a
entidade que representa os municípios, a Confederação
Nacional dos Municípios (CNM) pediu à ministra
de Relações Institucionais, Ideli Salvatti, que
recomendasse à base governista a votação
da matéria até o fim do semestre.
O governo
federal declarou recentemente não ser contra
o texto atual em análise pela Câmara, mas tem receio
de que o Senado altere a proposta. Somente o percentual definido
pelos deputados para aplicação em saúde
pelo governo federal, de 15%, custaria R$ 10 bilhões no
orçamento do ano que vem. Uma cifra superior teria de
demandar a criação de um novo imposto nos moldes
da Contribuição Provisória sobre Movimentação
Financeira (CPMF) - o que o Palácio do Planalto pretende
evitar.
Na semana
que vem, o parlamento já tem uma outra comissão
geral marcada para discutir a crise mundial e os reflexos da
crise brasileira. Falarão aos deputados os ministro da
Fazenda, Guido Mantega, do Desenvolvimento, Industria e Comércio
Exterior, Fernando Pimentel, e da Ciência e Tecnologia,
Aloizio Mercadante.
Folha
de São
Paulo
Plano
de saúde cobrirá até 12 sessões
com nutricionista
Hoje, operadoras
são
obrigadas a cobrir apenas seis consultas por ano
Medida, que
vale a partir de janeiro, faz parte do rol de novos procedimentos
cobertos por decisão da ANS
A partir
do ano que vem, os planos de saúde serão
obrigados a cobrir até 12 consultas anuais de seus segurados
com nutricionistas -o dobro do número atual. No caso de
pacientes diabéticos, serão 18 consultas por ano.
A determinação faz parte do novo rol de procedimentos
da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
Publicado
ontem no "Diário Oficial" da União,
o documento prevê a inclusão de 58 novos procedimentos
e a ampliação da cobertura de 11.
As novidades
incluem 41 cirurgias por vídeo, método
considerado menos invasivo.
Entre elas
está a operação de redução
de estômago, indicada para pacientes obesos, e a retirada
da próstata, intervenção feita geralmente
em decorrência de câncer.
O documento
também detalha quais despesas devem ser pagas
ao acompanhante da mãe durante o trabalho de parto e o
pré e pós-parto.
Apesar de
a presença do acompanhante estar prevista em
resolução anterior da ANS, havia casos de cobranças
já que as despesas não eram discriminadas. Elas
agora incluem acomodação, alimentação
e vestimenta.
Em abril,
uma lei paulista proibiu as maternidades de cobrar pela paramentação do acompanhante, mas nada se
dizia sobre alimentação.
As mudanças começam
a valer em janeiro para planos contratados a partir de 1999.
Para a gerente-geral
de regulação assistencial
da ANS, Martha Oliveira, a ampliação dos procedimentos
não acarretará em aumento significativo de preço
aos segurados. Segundo ela, os novos exames podem reduzir o número
de internações ou de procedimentos complementares.
"Em 2008, houve uma inclusão de 150 procedimentos.
Depois de um ano, o impacto foi de 1,1%. Há procedimentos
que, inicialmente, acha-se que têm um alto custo e terão
um alto impacto. Mas ele pode ter alto custo, mas reduzir o uso
de outros exames e de internações."
Na área da oncologia, há muitas queixas em relação
ao novo rol, especialmente pela não inclusão da
quimioterapia oral. "A ANS perdeu mais vez a oportunidade
de dar uma melhor cobertura ao tratamento de câncer",
diz o oncologista Rafael Kaliks, do Instituto Oncoguia.
A ANS excluiu
cinco procedimentos. Entre eles está a
embolização de artéria uterina, que é usada
para tratar fibróides uterinos. O procedimento foi retirado
a pedido do Ministério da Saúde.
De acordo
com a Comissão de Incorporação
de Tecnologias do ministério, os benefícios do
procedimento não têm evidência científica.
A prática, porém, continua permitida pela Anvisa
(Agência de Vigilância Sanitária), mas não
será mais coberta.
As outras
quatro exclusões
ocorreram porque os procedimentos foram considerados ultrapassados.
Folha
de São
Paulo
Operadora
menor pode ir à falência, diz associação
Para a Abramge
(Associação Brasileira de Medicina
de Grupo), a inclusão de procedimentos pela ANS sem uma
estimativa de custos é um "absurdo".
Segundo a
associação, que representa mais de 200
operadoras, a mudança "pode custar a falência
de algumas empresas, principalmente as de pequeno e médio
porte".
Já a FenaSaúde, federação que representa
grandes empresas, diz que, uma vez aprovada a inclusão
de um procedimento, "a legislação é rigorosamente
cumprida pelas operadoras".
Folha
de São
Paulo
Antigas
reivindicações não são
atendidas
Procedimento
mais importante deixado de fora é quimioterapia
oral, que pode ser tomada em casa por paciente
Por Cláudia
Collucci
A atualização do rol de procedimentos da ANS traz
alguns avanços, mas deixa de fora antigas reivindicações.
A mais importante delas é a quimioterapia oral, que pode
ser tomada em casa pelo paciente, evitando as longas aplicações
endovenosas em clínicas e hospitais.
A questão é que muitos desses quimioterápicos
são caríssimos, e os planos de saúde se
recusam a pagar pelo tratamento sob a alegação
de que os contratos excluem o fornecimento de medicamentos para
uso domiciliar.
Os mais "solidários" costumam orientar os pacientes
a buscar a medicação no SUS, conforme a Folha já revelou
em fevereiro deste ano.
Ocorre que
o tratamento contra o câncer é obrigatório
por lei. Juízes têm concedido liminares obrigando
os planos a bancarem a terapia. É uma causa ganha, mas
não deixa de ser uma dor de cabeça a mais aos pacientes.
O mesmo vale
para o PET-CT, um sofisticado exame de imagem capaz de identificar
o câncer em estágio inicial e mostrar
em tempo real como o corpo reage ao tratamento.
Em 2010,
a ANS tinha incluído o exame para tumores de
pulmão e linfoma. Agora, acrescentou o câncer colorretal.
No exterior, o exame é autorizado para outras quatro situações,
além dessas -melanoma, câncer de cabeça e
pescoço, câncer de esôfago e estômago
e câncer de ovário.
Conclusão óbvia: os pacientes vão continuar
recorrendo à Justiça para fazer valer os seus direitos.
Há, contudo, pontos positivos no novo rol, como as videolaparoscopias,
os testes moleculares e as consultas com nutricionistas e terapeutas.
São procedimentos que os planos top há muito tempo
já oferecem aos seus segurados e que agora chegam à grande
maioria dos usuários.
Correio Braziliense
Preço
varia 1.000%
Por Cristiane Bonfanti
Não bastassem os desafios para cuidar da saúde
e manter um estilo de vida saudável, pacientes com problemas
cardíacos enfrentam um novo drama. Estudo da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) revela
que, além de altos, os preços de produtos de uso
cardiovascular variam até 1.000% no Brasil. Os stents
coronários (molas usadas para dar suporte interno às
artérias e evitar o infarto), por exemplo, custam entre
R$ 896 e R$ 9,5 mil, conforme o fabricante.
O valor de
um marcapasso (usado para regular os batimentos cardíacos)
varia até 250%. O mais barato custa R$ 4.324 e o mais
caro, R$ 10.284. A diferença é ainda mais gritante
quando a comparação é feita com outros países.
Na Alemanha, o aparelho pode ser encontrado por preços
que vão de R$ 1,8 mil a R$ 3,7 mil. O levantamento analisou
145 itens disponíveis no mercado. "Os valores são
informados pelas fábricas quando elas lançam o
produto. Mas não entendemos o motivo de tanta disparidade.
Os tributos altos não justificam essa situação",
afirmou Pedro Bernardo, chefe do Núcleo de Regulação
Econômica da Anvisa.
Custo-benefício
Embora esses
produtos sejam comprados, na maioria das vezes, por hospitais,
quem
paga a conta é o consumidor. "Se
o paciente tem plano de saúde, a operadora paga. Caso
contrário, ele tem de repassar o valor para o estabelecimento
médico", observou Bernardo. A seu ver, com o resultado
da pesquisa, será mais fácil monitorar o mercado.
Pela falta de conhecimento, as pessoas não têm condições
de analisar o melhor custo-benefício no momento da compra. "Com
informação, elas podem exercer o seu direito de
escolha. Podem optar pela melhor qualidade e o menor preço
e, assim, pressionar as indústrias a alterar as tabelas."
O
Estado de São
Paulo
Cirurgia
de redução de estômago terá cobertura
de plano de saúde
ANS anuncia
69 novos procedimentos no rol de cobertura básica
obrigatória a partir de 1º de janeiro de 2012, incluindo
tratamentos há muito esperados por segurados, entre eles
41 tipos de cirurgia por vídeo - como a bariátrica
e a de refluxo gástrico
Por Clarissa
Thomé
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) incluiu
69 novos procedimentos no rol de cobertura básica obrigatória
dos planos de saúde. São exames, tratamentos, ampliação
do número de consultas com nutricionista e terapeuta ocupacional
e 41 tipos de cirurgia por vídeo, entre elas a cirurgia
bariátrica (redução de estômago).
Nessa atualização, houve grande participação
popular - 69% das mudanças partiram de sugestões
da sociedade. "Nós consolidamos todas as demandas
e analisamos quanto à eficácia, efetividade e disponibilidade
no território nacional", explicou a gerente-geral
de regulação assistencial da ANS, Martha Oliveira.
Três procedimentos foram os mais sugeridos: oxigenoterapia
hiperbárica para o pé diabético, exames
para determinar marcadores genéticos - que revelam se
determinado tratamento é eficaz para o paciente de câncer
- e a angiotomografia, exame menos invasivo para o diagnóstico
de obstrução coronariana.
Outro procedimento
que mobilizou a sociedade foi a cirurgia bariátrica por videolaparoscopia - a ANS recebeu abaixo-assinado
com 2 mil assinaturas. "A partir de janeiro, os planos terão
a obrigação legal de cobrir o melhor tratamento
disponível. É menos invasivo, menos agressivo,
o paciente fica menos tempo internado, tem menos dor e evita
potenciais complicações no corte da cirurgia, que
atinge 30% dos pacientes submetidos ao procedimento tradicional",
afirma o presidente da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica,
Ricardo Cohen.
Para o advogado
Alan Skorkowski, especialista na área
de saúde do escritório Marques e Bergstein Advogados,
essa mobilização popular mostra o amadurecimento
do consumidor. Mas ressalta que os beneficiários têm
de fazer valer seu direito. "Se a operadora não tiver
o serviço na região em que o beneficiário
vive, ela é obrigada a reembolsá-lo ou oferecer
o serviço no município mais próximo."
Preocupação
A advogada
Juliana Ferreira, do Instituto de Defesa do Consumidor, lembra
que "procedimentos fundamentais para o restabelecimento
da saúde do paciente" ficaram de fora. "O SUS
permanecerá com o encargo de atender toda a população
que necessita desses transplantes e em todos os outros casos,
geralmente de alta complexidade e mais caros, que não
são cobertos pelos planos de saúde, seja por não
estarem no rol de coberturas obrigatórias, seja pela atuação
de má-fé das operadoras", diz.
Martha informou
que os transplantes estão na "fila" para
as próximas atualizações do rol. "O
que limita não é a não inclusão no
rol, mas a captação dos órgãos. Temos
discutido com o Ministério da Saúde sobre como
aumentar a captação. A partir da maior oferta,
vamos estudar como será a inclusão", afirma.
A inclusão dos novos procedimentos preocupa as operadoras. "Mais
uma vez, essa inclusão será feita sem qualquer
pagamento ou retribuição financeira para os planos
de saúde. Trata-se de um absurdo que pode custar a falência
de algumas operadoras, principalmente aquelas de pequenas e médio
porte", informou, em nota, a Associação Brasileira
de Medicina de Grupo (Abramge). A entidade também se diz
preocupada com a "falta de recursos técnicos e humanos
- médicos e equipamentos de alto custo - para realizar
esses novos procedimentos fora dos grandes centros".
Perguntas e Respostas
Impacto será avaliado
1. A partir de quando os novos procedimentos passam a valer?
1.º de
janeiro de 2012.
2. Todos os planos devem cobrir todos esses procedimentos?
O rol é a referência básica para cobertura
assistencial dos planos privados (individual, familiar, coletivo
empresarial e coletivo por adesão), contratados a partir
de 1.º de janeiro de 1999 ou adaptados - quando o beneficiário
optou por submeter seu plano às regras da ANS. Do contrário,
deve-se observar as regras do contrato.
3.
Quais são os principais procedimentos incluídos?
Entre eles
estão 41 tipos de cirurgia por vídeo,
inclusive para refluxo gástrico e cirurgia bariátrica;
exames, como o diagnóstico de erros inatos do metabolismo
e a análise molecular do DNA de K-Ras e Her-2 (que revela
se o paciente que tem certos tipos de câncer se beneficiariam
de tratamento medicamentoso) e angiotomografia, método
menos invasivo para avaliar se houve enfarte; e tratamentos,
como a injeção intravítrea para doença
macular relacionada à idade e terapia imunológica
para artrite reumatoide, psoriática, doença de
Chron e espondilite anquilosante - tratamento indicado quando
todos os demais falharam.
4. Pacientes pagam algum valor?
O impacto
dos novos procedimentos será avaliado ao longo
de 2012 e será levado em consideração no
reajuste anual divulgado pela ANS em 2013.
Exigência
69% das mudanças partiram de sugestões
da sociedade
2 mil assinaturas
continha o abaixo-assinado que pediu a inclusão
da cirurgia bariátrica (redução do estômago)
por videolaparoscopia no rol de cobertura básica obrigatória
dos planos de saúde
O
Estado de São
Paulo
Derrubada
liminar que garantia greve de médicos
A liminar
que garantia às entidades médicas o
direito de organizar paralisações para reivindicar
reajuste nos honorários pagos pelos planos de saúde
foi derrubada no fim da semana pelo Tribunal Regional Federal,
em Brasília. A decisão é resultado de recurso
apresentado pela Secretaria de Direito Econômico (SDE),
ligada ao Ministério da Justiça.
Folha
de São
Paulo
Dúvida na saúde
paulista
Decreto editado
pelo governo paulista, com o alegado objetivo de cobrar dos
planos
de saúde pelo atendimento a seus
clientes em hospitais da rede pública, reavivou uma vez
mais a polêmica sobre a chamada "dupla porta" -uma
para pacientes do SUS (Sistema Único de Saúde),
outra para quem paga convênios médicos.
Toda vez
que se discute esse ressarcimento há o receio
-justificado- de que o serviço público, mantido
pelos impostos de todos, dê privilégios à parcela
da população que possui planos de saúde.
A falta de
clareza do governo ao anunciar a sua decisão
apenas ajudou a alimentar a controvérsia.
A nova medida
autoriza convênios médicos a incluir
hospitais públicos gerenciados por organizações
sociais (as OSs, entidades privadas sem fins lucrativos) na sua
rede credenciada.
O governo
Geraldo Alckmin (PSDB) afirma que não haverá dupla
porta e só busca mecanismos legais para efetuar a cobrança
por um serviço que já é prestado. Em instituições
especializadas de excelência, como o Instituto do Câncer
Octavio Frias de Oliveira, 20% dos pacientes têm planos
de saúde, que não ressarcem o Estado.
Críticos temem que o decreto abra uma brecha para o atendimento
diferenciado, como já acontece no Hospital das Clínicas.
A dupla porta
e a utilização que os planos de
saúde fazem da rede pública sem pagar por isso
são duas facetas da mesma moeda: o financiamento anêmico
do sistema de saúde no país.
No primeiro
caso, trata-se de uma saída pragmática,
ainda que paliativa, para levantar recursos. No segundo, é questão
de justiça, uma vez que os planos de saúde recebem
anos e anos dos clientes, que depois recorrem à rede pública,
sem custo para as empresas.
O governo
estadual paulista alega que o decreto proíbe
o atendimento preferencial. Cumpre, então, acompanhar
de perto a implementação da medida, para controlar
se não ocorrem desvios.
Não se deve condenar, sem um exame mais detalhado, uma
medida que pode ajudar a combater a sangria de verbas em benefício
privado. Essa injeção de recursos, estimada em
até R$ 500 milhões anuais, pode dar novo impulso à melhoria
na qualidade ainda sofrível da saúde pública
paulista.
FSP
Novos
procedimentos médicos podem falir operadoras, diz
entidade
As entidades
que representam os planos e seguros de saúde
disseram ainda não poder calcular o impacto econômico
da nova lista de procedimentos divulgada pela ANS (Agência
Nacional de Saúde Suplementar).
Para a Abramge
(Associação Brasileira de Medicina
de Grupo), a inclusão de procedimentos sem uma estimativa
de custos pela ANS é um "absurdo que pode custar
a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas
de pequeno e médio porte".
Segundo a
entidade, essas empresas "já lutam para
vencer taxas e obrigações impostas pela ANS" e
os novos procedimentos são "mais dificuldade".
"Além disso, preocupa a falta de recursos técnicos
e humanos --médicos e equipamentos de alto custo-- para
realizar esses novos procedimentos fora dos grandes centros",
afirmou.
A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde
Suplementar), que representa grandes grupos de operadoras, afirmou
apenas que participou da discussão do novo rol e que,
uma vez aprovada a inclusão de um procedimento, "a
legislação é rigorosamente cumprida pelas
operadoras".
"O setor tem receita prevista e custos imprevistos",
conclui a nota da Abramge.
Novos procedimentos
A ANS publicou
nesta terça-feira uma resolução
que amplia a lista de cobertura assistencial obrigatória
para os planos de saúde.
Os convênios terão que custear, a partir de janeiro
de 2012, cerca de 60 novos procedimentos --entre eles, cirurgia
de redução de estômago via laparoscopia,
terapia ocupacional e a tomografia especial "PET Scan",
usada no diagnóstico de câncer.
A resolução publicada no "Diário Oficial
da União" atualiza o "Rol de Procedimentos e
Eventos em Saúde", referência básica
para cobertura assistencial mínima nos planos de saúde
contratados a partir de 1º de janeiro de 1999.
A revisão do rol, segundo a ANS, teve a participação
de representantes de órgãos de defesa do consumidor,
dos convênios e de conselhos profissionais, entre outros.
A consulta pública sobre a nova lista recebeu 6.522 contribuições
--70% delas de consumidores-- em pouco mais de um mês.
A revisão da lista também excluiu cinco procedimentos
antes previstos. Três deles --paracentese do tímpano
com anestesia geral, ressecção prostática
e decay do reflexo estapédico-- já estavam previstos
na lista, com outros nomes.
A exérese de tumor de esclera foi removida por ser considerada
um procedimento obsoleto e a embolização de artéria
uterina, por faltar "evidência científica de
seus benefícios à saúde", já que
não foi aprovada pela Comissão de Incorporação
de Tecnologias do Ministério da Saúde.
O Globo
Dicas
de saúde em viagem aérea
O Conselho
Federal de Medicina lançou ontem cartilha
com recomendações para pessoas com problemas de
saúde que pretendem viajar de avião. O documento "Doutor,
posso viajar de avião?" será distribuído
a entidades médicas, escolas de medicina e empresas de
aviação.
A cartilha
diz, por exemplo, que pacientes com pneumonia não
devem voar, para evitar a disseminação da doença.
O mesmo deve ser feito em caso de sinusite, que pode piorar durante
o pouso, causando enxaqueca severa, dor facial e sangramento
nasal.
Para quem
tem problema de coração, a dica é adiar
a viagem no período de estabilização e recuperação.
Mas não há contraindicações para
portadores de marca-passo. No caso de cirurgia de AVC hemorrágico,
a orientação é não viajar por, pelo
menos, duas semanas.
O
Estado de São
Paulo
Torpedo confirma exame em unidades do SUS
Por Felipe
Frazão,
colaborou Karina Toledo
Cerca de
18 milhões de mensagens serão
enviadas a pacientes da capital paulista para evitar faltas
em exames
A Prefeitura
de São Paulo mandará mensagens de
texto a pacientes para confirmar presença nos exames agendados
em unidades do Sistema Único de Saúde (SUS). A
Secretaria Municipal de Saúde (SMS) deve abrir um edital
para contratar o envio de 18 milhões de torpedos a celulares
de usuários com procedimentos médicos marcados.
Ontem, o
secretário da Saúde, Januário
Montone, reconheceu ser necessário aperfeiçoar
a forma de comunicação com pacientes para evitar
faltas em exames. "Temos índice de absenteísmo
ainda grande, o próprio Tribunal de Contas constatou que
20% a 25% das pessoas não comparecem aos exames. Não
estou dizendo que é culpa das pessoas. Temos de melhorar
a notificação. Os torpedos vão confirmar,
reconfirmar e, se houver desistência, vamos colocar outra
pessoa naquela vaga," disse.
O Estado
mostrou ontem que uma Organização Social
(OS) contratada pela Prefeitura para gerir unidades de saúde
recebia por exames não realizados. A Fundação
Instituto de Pesquisa e Diagnóstico (Fidi) recebeu R$
14,97 milhões para fornecer exames como mamografia, ultrassom
e ressonância magnética, mas não atingiu
a quantidade acordada para cada tipo. Na zona sul, foram realizada
apenas 59% das mamografias previstas.
Segundo a
SMS, não há falta de capacidade da OS
para realização dos exames, mas ausência
de pacientes, que não comparecem aos procedimentos agendados.
E o contrato de gestão firmado entre Prefeitura e OS é condicionado
ao cumprimento de dez indicadores, como qualidade, atendimento,
instalações e equipamentos; e não prevê pagamento
por serviços prestados unitariamente. "Não é um
serviço terceirizado que eu pague por procedimento",
disse Montone.
O secretário explicou que a quantia repassada e não
utilizada acumula e é descontada nos pagamentos seguintes.
Afirmou que a verba é mantida aplicada e o rendimento
da aplicação é usado no desconto do contrato.
E disse que a Prefeitura controla o saldo bancário das
OS conveniadas - nenhuma se apropria do lucro. "Erros acontecem
e estamos atentos. Mas os sistema não tem sobra e não
tem pagamento sem execução. Qualquer recurso que
tenha sobrado continua na linha de atendimento. Não existe
a figura do não executou e recebeu."
Montone afirmou
que é feito acompanhamento trimestral
e anual das contas, pelo qual se verifica o excedente que deixará de
ser pago no repasse do Tesouro Municipal para as OS.
Segundo a
SMS, a Fidi deixou de receber repasses da Prefeitura nos meses
de março e abril de 2010 por ter sido constatado
saldo remanescente de meses anteriores. Mas dados do próprio
Sistema de Orçamento e Finanças da Prefeitura mostram
que entre fevereiro de 2010 e maio deste ano a Fidi recebeu integralmente
o valor previsto.
A Fidi afirmou
que as metas são rediscutidas mensalmente
e o valor do contrato não se baseia apenas na realização
de exames, mas leva em conta itens como manutenção
de equipamentos.
O Dia Online
Plano
que discriminar idoso será punido
Por Max Leone
Multa da
ANS vale também para empresa que restringir
deficientes e doentes crônicos
Operadoras
de planos de saúde que criarem dificuldades
ou negarem a adesão a maiores de 60 anos de idade, deficientes
físicos e doentes crônicos a convênios serão
multadas em até R$ 50 mil. A punição está prevista
na Súmula 19 da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS), publicada no Diário Oficial da União,
e vale para empresas que vendem planos diretamente aos usuários
ou por meio de corretores.
Um dos objetivos é coibir situações como
agendamento de consultas prévias para ingresso no plano
em locais de difícil acesso por aposentados e deficientes. “Muitas
vezes, os planos dificultam o acesso de idosos. Atendem a todos
(os clientes) no Centro, mas criam local distante, como Barra
da Tijuca, especificamente para idosos”, ressalta a ANS,
em nota.
“Os planos não podem desestimular, impedir ou dificultar
o acesso ou ingresso de beneficiários em razão
da idade, condição de saúde ou por portar
deficiência, inclusive com a adoção de práticas
ou políticas de comercialização restritivas
direcionadas a estes consumidores”, complementa.
Outra barreira é quando os planos restringem as comissões. “O
operador perde o interesse em fazer a venda para os idosos. O
plano não paga comissão. Por isso, eles (corretores)
não vão trabalhar de graça. Alguns planos
chegam a proibir a venda. O usuário é obrigado
a procurar o plano diretamente”, explica Ivan Lage, consultor
de planos de saúde.
Cliente
pode pedir exame com médico de confiança
e denunciar irregularidade
Para a coordenadora
institucional do Pro Teste, Maria Inês
Dolci, a ANS deveria intensificar a fiscalização
sobre os planos de saúde, a fim de impedir que os usuários
sofram qualquer restrição. “A pessoa que
for contratar um plano de saúde pode exigir o exame inicial
com médico de sua confiança ou em local de fácil
acesso, caso o indicado pela operadora seja distante”.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar
(FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras privadas
de assistência à saúde, informa que não é uma
política de afiliadas “restringir a comercialização
de planos em razão da idade ou condição
de saúde”. A Federação informou ainda
que as empresas “seguem rigorosamente o previsto na legislação
em vigor”.
A advogada
Aglaete Nunes Martins, 67 anos, reclama que idosos sofrem mesmo
com
a lei favorável: “O idoso tem favorecimento,
mas é só na lei e não na prática”.
Segundo a
ANS, usuários pode recorrer ao Disque ANS 0800-7019656
ou a um dos 12 núcleos da agência para abrir processo
contra a operadora.
Diário
de Pernambuco Online
Antigos e descobertos
Os usuários de planos de saúde antigos, contratados
até 31 de dezembro de 1998, estão descobertos dos
60 procedimentos do rol. São nove milhões de consumidores
que só poderão usufruir dos benefícios se
mudarem para os planos novos. As regras da adaptação
e migração sem o cumprimento de novas carências
entram em vigor a partir de hoje. A RN 254 da ANS permite o aumento
de até 20,59% na adaptação dos contratos.
Na migração, o usuário compra um novo plano
com preço de mercado.
A empresária Nair Renda, 55, tem um plano de saúde
há mais de 20 anos. Paga R$ 7,8 mil para a cobertura assistencial
da família. Mesmo com um produto top, ela enfrentou negativas
de coberturas. “Para fazer a cirurgia bariátrica,
tive de entrar na Justiça. A gente paga caro por muitos
anos e não tem direito aos benefícios”, dispara.
A mãe de Nair, Sylvia Maria Barbosa Renda, 81, é portadora
de câncer e teve negado o exame de pet-scan, além
das tomografias para acompanhamento do linfoma. “O argumento
era que minha mãe estava fazendo muitos exames.” A
família pagou os procedimentos e entrou na Justiça
para obter o ressarcimento dos valores.
Marta Lins,
coordenadora jurídica da Associação
de Defesa dos Usuários de Planos de Saúde, reclama
da exclusão aos usuários antigos. “Se eles
não quiserem adaptar os contratos, vão reivindicar
na Justiça o direito à vida.”
O Dia Online
Leite
materno até seis
meses
Por Clarissa Mello
Campanha
lançada pelo Ministério da Saúde
quer ampliar tempo de aleitamento no País
Menos de
40% dos bebês menores de seis meses são
alimentados exclusivamente com leite materno em todo o mundo.
O percentual ideal, de acordo com a Organização
Mundial de Saúde (OMS), é de 90% e 100% das crianças
nessa faixa etária.No Brasil, o índice também é baixo:
41%. Para conscientizar a população sobre a importância
do leite materno para os pequenos, o Ministério da Saúde
lançou ontem, primeiro dia da Semana Mundial da Amamentação,
o Guia dos Direitos da Gestante e do Bebê.
O objetivo,
segundo o ministro Alexandre Padilha, é explicar
sobre os direitos das mães à amamentação.
Além disso, o órgão também pretende
fazer com que mais empresas adotem a licença-maternidade
de seis meses. Atualmente, o tempo médio de aleitamento
materno exclusivo no Brasil é de 54 dias — muito
abaixo do recomendado pela OMS, 180 dias.
“É de fundamental importância que todos os
segmentos da sociedade ajudem as mães na superação
dos obstáculos que muitas vezes as impedem de continuar
amamentando os seus filhos”, disse Padilha.
Este ano,
a madrinha da campanha do Ministério é a
atriz Juliana Paes. Durante o lançamento, ela contou que
ainda amamenta o filho Pedro, de 8 meses.
“Desde o primeiro momento, aprendi como pegar o bebê,
a posição que ele deveria ficar para ser amamentado.
Então, não tive problemas para amamentar o Pedro”,
disse.
Segundo o
ministério, amamentar, além de fundamental
para o bebê, ajuda a mãe na perda do peso após
o parto e diminui o risco de diabetes e cânceres de mama
e ovário.
O Dia Online
Transplante
de coração de plástico
Um homem
de 40 anos é o primeiro britânico a ter
um coração totalmente artificial e ser capaz de
ir para casa. Matthew Green poderá esperar por um transplante
de um coração real em sua casa. Matthew ficou entre
a vida e a morte depois que após ambas as câmaras
do seu coração falharem.
Hoje o britânico sobrevive graças a um coração
de plástico que é alimentado por uma máquina
que fica dentro de uma bolsa. A cirurgia pioneira foi realizada
no último mês no hospital de Papworth e durou seis
horas. As informações são do jornal inglês
Daily Mail.
Um dos problemas
do orgão artificial, é que ele
não é capaz de aguentar fortes emoções.
Durante a coletiva de imprenssa, que aconteceu este mês,
o coração começou a emitir um alerta de
perigo. "Se eu ficar estressado, ele (o implante) não
gosta", brincou Matthew
O procedimento
foi realizado devido a gravidade do estado de Matthew. Segundo
os médicos, seu estado era complicado
e o coração não iria aguentar esperar muito
tempo por um doador.
Operações deste tipo já acontecerem em
outras partes do mundo, mas essa é a primeira vez que
o paciente se recuperou o suficiente para deixar o hospital e
ir para casa.
Durante a
coletiva, Matthew relatou que estava ansioso para ir para casa
e poder
brincar com seu filho de cinco anos. "Estou
realmente animado para ir para casa e fazer as coisas do dia-a-dia
que eu não fiz por tanto tempo", desabafou.
Jornal dia a dia
Recursos
para a saúde
Por Sérgio
Oliveira
Segundo os
critérios, o Governo Federal deve aplicar
todo ano na saúde o valor aplicado no ano anterior, corrigido
pela variação do PIB; por sua vez os Estados devem
aplicar 12% do orçamento (aplicam? Claro que não),
ao passo que os Municípios devem aplicar 15% (aplicam?
Alguns aplicam muito mais).
Aí, quando alguém não conseguiu ser atendido
pelo SUS, num caso de maior complexidade, com urgência,
não tendo recursos para um atendimento particular, recorrendo
ao Judiciário, este determina que as prefeituras providenciem
a realização do procedimento, pagando pelo mesmo;
tudo bem, pois esta é a maneira das pessoas não
ficarem sem assistência, agravando, de repente, o estado
de saúde das mesmas, ou acontecendo algo mais grave; o
que aconteceria se algum prefeito se recusasse a cumprir tal
determinação? Por que não obrigam o Governador,
o Presidente da República a cumprir os percentuais da
saúde, bem como disponibilizar hospitais em que os pacientes
possam ser atendidos, sem ter que esperar numa fila enorme? Principalmente
o Governo Federal, que centraliza a maior parte dos recursos
públicos. Aí o furo é “mais em cima”.
E a Tabela
do SUS? Não é atualizada faz muito
tempo. Um médico que atende pelo SUS recebe R$ 2,00 por
consulta; por um parto, seja normal ou cesário, para o
Médico Titular, um Médico Assistente e o Médico
Anestesista o valor é de R$ 180,00; para os três.
Falta de
recursos? A Constituição de 1988 criou
o Sistema de Seguridade Social, que compreende a Assistência
Social, a Previdência Social e a Saúde. As receitas
da Seguridade Social são:
- Receita
Previdenciária Líquida
(RGPS);
- Cofins – Contribuição para o Financiamento
da Seguridade Social ( Lei Complementar nº 70, de 30.12.1991);
- CSLL – Contribuição sobre o Lucro Líquido
(Lei 7.689, de 15.12.1988, que no seu artigo 1º diz que " fica
instituída a contribuição social sobre o
lucro das pessoas jurídicas, destinadas ao financiamento
da seguridade social”)
- PIS/PASEP;
- Parte das
contribuições sobre concursos de prognósticos;
- Outras contribuições diversas;
- Recursos
próprios do Ministério
do Desenvolvimento Social;
- Recursos
Próprios do Ministério da Previdência
Social;
- Recursos
próprios do Ministério da Saúde;
- Recursos
próprios
do FAT;
-Taxas de Órgaõs
e Entidades;
- Contrapartida
do Orçamento Fiscal para EPU – Encargos
Previdenciário da União.
Até 2008
havia a CPMF, que foi extinta.
Em 2008 o
total destas receitas atingiu R$ 377.079.000.000,00 (bilhões, viu?), em números redondos. As despesas
totalizaram R$ 310.779.000.000,00 (bilhões, viu?) tendo
havido, portanto, um superávit, uma sobra de R$ 66.300.000.000,00
(bilhões, viu?).
Em 2009 as
receitas atingiram a soma de R$ 392.826.000.000,00 (bilhões, viu?) , ao passo que as despesas totalizaram
R$ 359.886.000.000,00 (bilhões, viu?), resultando num
superávit de R$ 32.940.000.000,00 (bilhões, viu?).
Em 2010 tivemos
estes números: Receitas R$ 458.626.000.000,00
(bilhões, viu?); despesas R$ 400.517.000.000,00 (bilhões,
viu?); superávit R$ 58.109.000.000,00 (bilhões,
viu?)
Onde
foi parar o superávit?
Já ouviram falar na DRU? Desvinculação
das Receitas da União? DRU esta que tem como finalidade
contribuir para a formação do superávit
primário, a economia para pagar os juros da dívida.
De 2005 até 2010 foram retirados do Sistema de Seguridade
Social, via DRU, R$ 228.743.000.000,00 (bilhões, viu?).
Dinheiro
este que poderia ir para a Assistência Social,
Previdência Social (dando aumento maior para aposentados
e pensionistas quem ganham mais que o mínimo, pois, na
marcha que vai, em breve todos estarão recebendo apenas
um salário mínimo) e Saúde.
Aí,
de repente, a Tabela do SUS poderia ser atualizada.
Os números apresentados acima foram retirados da Análise
da Seguridade Social em 2010, da ANFIP – Associação
Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil & Fundação
ANFIP de Estudos da Seguridade Social.
Terça-feira,
02.08.11
Ministério da Saúde
Fórum de discussões da 14ª CNS já está aberto
para contribuições da população
O Fórum da 14 ª Conferência Nacional de Saúde
está aberto para discussões sobre políticas
públicas em saúde e sobre assuntos voltados ao
tema da conferência - "Todos usam o SUS! SUS na Seguridade
Social - Política Pública, Patrimônio do
Povo Brasileiro". Qualquer pessoa pode participar, basta
acessar o link abaixo para contribuir com suas opiniões.
O objetivo do fórum é fortalecer os debates sobre
a saúde no país e dividir experiências entre
gestores, trabalhadores e usuários do Sistema Único
de Saúde (SUS).
O link para
acessar o Fórum é http://forum.datasus.gov.br/viewforum.php?f=208
Como participar
Para participar
dos debates dentro do Fórum da 14ª Conferência
Nacional de Saúde, você deve ir em: Registrar, nesta
página deverá primeiro aceitar os termos de uso
para logo após criar Nome de Usuário que deve conter
entre 3 e 20 caracteres; colocar um endereço de e-mail,
confirmá-lo; criar uma senha de 6 a 30 caracteres; e digitar
o código de confirmação que aparece na imagem
logo abaixo. Uma chave de ativação será enviada
para o e-mail fornecido onde será possível fazer
a ativação da conta. Ativada a conta você poderá postar
mensagens e participar dos debates do Fórum. Os Conselheiros
Nacionais, José Marques, Maria de Lourdes Rodrigues e
Francisco Batista Júnior são os moderadores do
Fórum
Portal
Saúde
Brasileiros
têm assistência médica gratuita
na rede pública de cinco países
Para ter
direito ao benefício, viajantes precisam ser
contribuintes do INSS e obter certificado emitido pelo Ministério
da Saúde
Nesse período de férias é bom saber: os
brasileiros segurados pela Previdência Social e seus familiares
têm direito a atendimento médico gratuito na rede
pública de saúde de cinco países: Cabo Verde,
Itália, Luxemburgo, Portugal e Chile. Este último,
no entanto, está temporariamente sem atender aos brasileiros,
devido à recente erupção do vulcão
Puyehue e ao terremoto do início de 2010. Para usufruir
do benefício, o viajante precisa portar o Certificado
de Direito à Assistência Médica (CDAM), emitido
gratuitamente pelo Ministério da Saúde. O documento
oferece assistência farmacêutica, odontológica,
ambulatorial e hospitalar na rede pública do país
visitado, como se o viajante fosse um morador local.
Os interessados
devem apresentar o passaporte e os três últimos
comprovantes de contribuição ao Instituto Nacional
do Seguro Social (INSS) – guias de recolhimento ou carteira
de trabalho e os três últimos contracheques. Para
obter o certificado dos dependentes, é preciso apresentar
certidão de casamento e de nascimento dos filhos, além
dos passaportes.
Neste ano,
o Ministério da Saúde emitiu 8.837
Certificados de Direito à Assistência Médica,
até 20 de julho. No ano passado, foram 19.085. Os estados
que mais demandaram estas solicitações em 2010
foram São Paulo, Rio de Janeiro, Pernambuco e Minas Gerais.
Quanto aos destinos, destacam-se Portugal e Itália.
Serviço – Para conferir a lista de documentos exigidos,
endereços para a emissão do CDAM nos estados e
tirar outras dúvidas acesse http://sna.saude.gov.br/cdam
Blog do iPhone
Aplicativo
Guia dos Remédios para o iPade iPhone
ShareEnviar por e-mail BlogThis! Compartilhar no Twitter Compartilhar
no Facebook Compartilhar no Google Buzz
Já pensou ter as bulas de todos os remédios na
palma de sua mão? Pois na prática é isso
que faz o aplicativo Guia dos Remédios, que acaba de ganhar
também versão para o iPad.
O guia traz
a bula completa de mais de 3.200 remédios
disponíveis no Brasil, e este número aumenta constantemente
graças a atualizações diárias da
lista. Além disso, se por acaso você precisar de
alguma bula que não esteja presente no catálogo,
basta pedir através do próprio aplicativo que a
equipe da MedPhone vai providenciar sua inclusão o mais
rápido possível.
Você também tem acesso ao PDF da bula original,
baixado diretamente do site da Anvisa, podendo inclusive transferí-lo
para o iBooks, Dropbox ou outro app instalado.
O utilitário está disponível na App Store
pelo preço de $4,99. Tem versão Universal que roda
no iPhone, no iPad e no iPod touch.
AGENDA
-
05 de Agosto – Dia Nacional da Saúde (nascimento
de Oswaldo Cruz)
-
05 de Agosto – Dia da Farmácia
-
10 de Agosto – Dia
da Enfermeira
-
Seminário Preparatório da Conferência
Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde
5 de Agosto – Auditório da ENSP/FIOCRUZ – Rio
de Janeiro
A Sessão de Abertura contará com a presença
do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do Presidente
da FIOCRUZ, Paulo Gadelha e de Diego Victoria, Representante
da OMS.
Mais informações: http://cmdss2011.org/site/
-
III Fórum Trabalho e Saúde - Saúde e
Precarização do Homem Que Trabalha
Local: UEL
- Universidade Estadual de Londrina
Data: 10
e 11 de Agosto de 2011
Informações: http://www.estudosdotrabalho.org/IIIFTS.html
-
Fundamentos Técnicos e Comercialização
em Saúde Suplementar
CQCS
Aprenda os
conceitos básicos e técnicos para comercialização
dos planos de saúde regulamentados pela Agência
Nacional de Saúde (ANS), com informações
sobre as principais características dos planos privados
de assistência à saúde e regras que orientam
a celebração e o cumprimento desses contratos.
Matriculas Abertas - Salvador/BA.
Matrículas até 06/08/2011.
Documentos:
Cópia
RG e CPF
Período de aulas: De 8 a 31/8 - 2ª, 3ª e 4ª -
Das 18h30 às 21h45.
Investimento:
R$ 390,00 (á vista)
Local: Unidade
Bahia - Av. Tancredo Neves, 999. Edf Metropolitano Alfa, Sl
401.
Caminho das Árvores. Em frente ao Jornal
A Tarde.
Contato: 71 3341 2688
Acesse: http://www.funenseg.org.br/cursos.php?idtipo=7&id=6181&idunidade=2
-
Encontro ANS - Edição Sul
Já estão abertas as inscrições para
o Encontro ANS - Edição Sul
Operadoras
de planos de saúde, prestadores, centrais
sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem
fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição
Sul, uma oportunidade para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema.
O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em
Porto Alegre (RS).
Entre os
temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda
Regulátória da Agência Nacional de Saúde
Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
a resolução que trata do Envelhecimento Ativo,
a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.
As inscrições poderão ser feitas acessando
a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br,
entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011
Encontro
ANS – Edição
Sul
Hotel Embaixador
- Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto
Alegre/ RS.
16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS
- Encontro Paranaense da Saúde – 2011
Debater a
saúde sob os aspectos humanos, econômicos
e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense
da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na
sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba.
A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores,
advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços
de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde,
Direito e Administração.
A programação contempla palestras com integrantes
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e
da Confederação Nacional de Saúde (CNS).
Serão discutidos temas como assédio moral nas relações
de trabalho, diagnóstico econômico da saúde
no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço
da área. Está previsto ainda o lançamento
oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador
pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior
de Administração e Economia da Fundação
Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização
do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.
Promovido
pela Fehospar (Federação dos Hospitais
e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar
(Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar
(Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades
parceiras, o evento também marca as comemorações
pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário
do Sindipar. A programação completa do Encontro
Paranaense da Saúde 2011 está disponível
no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem
ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone
(41) 3254-1772. As vagas são limitadas.
- XXI Congresso Nacional das Santas Casas
AssPreviSite
Com a presença confirmada do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde
e o meio ambiente
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu
XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011,
em Brasília. Com o tema central “Saúde e
meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”,
o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem
impactar na Saúde do homem e quais estratégias
devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.
Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização
na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para
melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas
transformações ambientais. Além disso, com
tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo
a formulação de políticas públicas
que sejam adequadas à nova realidade, é preciso
debater, hoje, o futuro dos hospitais.
Para o presidente
da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais
Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe
em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos
um time de especialistas discutindo a participação
do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em
ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar
para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor
atendimento de nossos pacientes”.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário
de Atenção à Saúde, Helvécio
Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional
de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso,
já confirmaram a presença.
O evento
conta com o patrocínio da Caixa Econômica
Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.
Para mais
informações e inscrições:
www.cmb.org.br/congresso.
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html