Leia
nesta edição:
- Ranking
- Hospital
no interior de SP faz implante de íris artificial
- Congresso
volta a discutir tributação de grandes
fortunas
- Teste mostra
que embalagens de molhos e doces estão
contaminadas no Rio
- Avanços científicos podem eliminar células
danificadas e previnir doenças
- Nicotina
pode abrir a porta para consumo de cocaína,
diz estudo
- Proteínas da soja e do leite ajudam a diminuir a pressão
alta
- Fundo para aposentados
- Brasil
tem saúde e renda acima da média global,
mas educação pior
- Saúde alerta para alimento contaminado por toxina botulínica
no Paraná
- Taxa de
crianças
menores de 5 anos com aids cresce no Nordeste
- Taxa de
mortalidade por doenças crônicas cai
26%
- Secretaria
de Saúde nega novo caso de bactéria
que matou 4 pessoas
- Novo exame detecta risco de infarto
- Saúde confirma 11ª morte por meningite e anuncia
vacinação
- Programa
Bolsa Família melhora saúde dos beneficiários
ao contribuir com alimentação e acompanhamento
médico
- Rio terá vacina
contra dengue em seis anos
- Cai em
31,5% o número de casos de hanseníase
Quinta-feira, 03.11.11
FOLHA DE S. PAULO
Ranking
Mônica
Bergamo
A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) dá início
hoje ao programa Qualiss, para avaliar a qualidade dos prestadores
de serviço na saúde suplementar. A ideia é oferecer
ao consumidor maior capacidade de escolha de seu plano de saúde.
FOLHA DE S. PAULO
Hospital
no interior de SP faz implante de íris artificial
Mariana Pastore
Aos três anos, Patricia Neves de Souza, de Andradina (627
km de São Paulo), foi diagnosticada com aniridia. A doença
congênita é rara e caracterizada pela falta da íris
nos olhos. A pessoa enxerga como quem tem a pupila dilatada em
visita ao oftalmologista.
Agora, aos
21 anos, Patricia está enxergando bem. Segundo
o médico Carlos Gabriel Figueiredo, ela é a primeira
paciente, no Brasil, a receber um tipo de íris artificial
importado da Alemanha.
Especialistas
ouvidos pela reportagem, no entanto, têm
dúvidas se esse é mesmo o primeiro caso.
Figueiredo,
professor da Faculdade de Medicina do ABC e responsável
pela cirurgia, diz que a grande quantidade de luz que entra nos
olhos de quem tem o problema causa muito desconforto.
No caso da
jovem, havia outros agravantes. Ela também
tinha um alto grau de miopia -5,5 graus no olho direito e oito
no esquerdo-, e catarata congênita. Não conseguia
assistir a aulas ou atravessar a rua sozinha.
As cirurgias
corretivas foram feitas no D'Olhos Hospital Dia, em São José do Rio Preto (438 km de SP). Além
da implantação da íris, foi feita uma operação
de catarata, com a colocação de uma lente intraocular,
que corrigiu também a miopia.
"Eu tinha receio de sair de casa. Agora posso sair mais
e sozinha", conta Patricia.
A íris artificial de silicone é desenhada como
a natural, diz o oftalmologista. Mas ela não se movimenta
para regular a entrada de luz.
Uma íris natural se mexe para abrir e fechar a pupila:
se está escuro, a pupila fica maior, para entrar mais
luz. Se está claro, é o inverso. A versão
artificial desenha uma pupila média (3 mm), que serve
para os dois tipos de iluminação. A paciente ainda
pôde escolher a cor: azul.
O implante
importado da fábrica Human Optics, na Alemanha,
custou 2.900 euros (cerca de R$ 7.000) cada um. Segundo Figueiredo,
não há registro de efeitos colaterais com a prótese.
O médico afirma que há outros implantes no mercado,
mas de material diferente, com o acrílico. Alguns requerem
uma incisão maior na hora da cirurgia, além de
não terem um aspecto tão natural como a alemã.
OUTROS TRATAMENTOS
O oftalmologista
José Álvaro Gomes, da Unifesp,
diz que a ausência de íris não é o
maior problema da aniridia. "É a baixa visão
por outros motivos, catarata, glaucoma e alteração
do nervo óptico."
Os pacientes
vão perdendo as células-tronco que
regeneram a superfície da córnea ao longo da vida,
o que prejudica a visão.
O tratamento é o transplante de células-tronco. "A íris
artificial melhora a visão, mas é mais importante
tratar a catarata e o problema das células-tronco."
JORNAL O TEMPO
Congresso
volta a discutir tributação de grandes
fortunas
Ao analisarem
recentemente o projeto de lei que prevê novas
formas de financiamento para o Sistema Único de Saúde
(SUS), deputados federais ressuscitaram uma tese que há muito
dormia no Congresso: a tributação sobre grandes
fortunas. Entre outras funções, a medida seria
necessária para que os governos cumprissem os limites
mínimos de investimento em saúde previstos na regulamentação
da Emenda 29.
Embora ainda
não seja definitiva, a tributação
ganha cada vez mais adeptos no Legislativo. Um projeto de lei
que prevê a prática já foi aprovado em uma
subcomissão especial e agora tramita na Comissão
de Seguridade Social e Família (CSSF). Caso passe por
essa etapa, a decisão será levada ao plenário
da Câmara antes de seguir para o Senado.
De acordo
com a proposta, a tributação incidiria
sobre bens como jatinhos, helicópteros, iates e lanchas,
além de remessas de lucros para o exterior. Também
seriam passíveis de mais impostos as movimentações
financeiras superiores a R$ 1 milhão - o que, conforme
os parlamentares, livraria a maioria da população
brasileira de fazer novas contribuições para o
setor de saúde.
"Defendemos a tributação das grandes fortunas
desde muito antes dessa discussão sobre o financiamento
do SUS", ressaltou o deputado federal Chico Alencar (PSOL-RJ).
Para o parlamentar, a "maior cobrança de impostos
dos mais ricos" só não existe "porque
o PT mudou de posição".
"Essa era uma bandeira histórica do Partido dos
Trabalhadores que acabou esquecida quando a sigla chegou ao poder",
criticou.
Ceticismo
Apesar das
movimentações no Congresso, o parlamentar
carioca não acredita que a tributação sobre
grandes fortunas vá prosperar no plenário. "Essa
tramitação está em fase preliminar, mas,
quando chegar a hora, com certeza as reações virão",
afirmou o socialista, referindo-se aos próprios colegas
de parlamento.
"Um deputado que é dono de jatinho não vai
querer aumentar os impostos que paga", alfinetou Alencar.
Na opinião dele, a tributação só vingará no
Congresso se houver pressão popular. "Nós
sabemos que matérias que contrariam grandes interesses
só passam se o povo vier aqui, pressionar, gritar",
avaliou o deputado.
Brasília. Caso a tributação sobre grandes
fortunas como forma de financiamento para o Sistema Único
de Saúde (SUS) não prospere no Congresso, os deputados
já preparam outras alternativas. Uma delas seria o chamado "ressarcimento
presumido".
Esse mecanismo é utilizado quando o usuário de
um plano de saúde privado recorre ao serviço público.
Nesse caso, a operadora do plano é obrigada a ressarcir
o SUS com os valores gastos no atendimento ao paciente.
Pagamentos
De acordo
com a proposta alternativa, as empresas operadoras de planos
de saúde e seguros privados terão de
ressarcir o SUS, todos os anos, pelos atendimentos presumidamente
realizados nas instituições públicas. Elas
deverão fazer isso sem prejuízo dos pagamentos
individuais que já acontecem.
O pagamento
ocorrerá caso as operadoras não respeitarem
o padrão de integralidade estabelecido, ou seja, deixarem
de oferecer determinados serviços aos seus usuários.
O GLOBO ONLINE
Teste
mostra que embalagens de molhos e doces estão contaminadas
no Rio
Pesquisadores
do Laboratório de Microbiologia dos Alimentos
da UFRJ descobriram um alto índice de contaminação
em embalagens de molhos com ketchup e mostarda, e em recipientes
com doce de leite e mel, coletados no Rio. Feita com orientação
do professor Marco Antonio Lemos Miguel, da UFRJ, duas alunas
- Priscila Paula Duboc e Carolina Beres - coletaram as embalagens
fechadas em lanchonetes e bares cariocas para serem analisadas
em laboratório. O resultado foi estarrecedor: na área
externa dos invólucros, numa amostragem de 285 unidades
retiradas dos balcões de bares e lanchonetes do Rio, mais
de 70% apresentaram contaminação por fungos, 82%
por bactérias, sendo 66% por estafilococos, um tipo de
bactéria muito resistente. Em mais de 10% dessas embalagens
foram encontrados coliformes fecais.
- São dados alarmantes para os consumidores, pois esses
microrganismos podem causar infecção intestinal,
vômitos e diarreia. Examinamos as embalagens de molho que
muitos consumidores costumam abrir usando a boca. No caso do
mel e do doce de leite, muitas crianças brincam com as
embalagens na boca. O perigo para quem consome estes molhos e
doces na rua é muito elevado - diz o professor Lemos Miguel.
Antes das
embalagens plásticas, os temperos eram servidos
em bisnagas, mas foram substituídas em definitivo em vários
estados brasileiros por determinação da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). Isto
porque um dos maiores índices de internação
hospitalar por contaminação por fungos e bactérias
era exatamente os que tinham origem em intoxicação
alimentar proveniente das "recargas" de ketchup, mostarda
e maionese, já que raramente existia uma limpeza da embalagem
antes da reposição do produto.
Agora, em
função do resultado apontado pelo estudo,
o professor Lemos Miguel recomenda o uso de um abridor de sachês,
que também foi posto à prova, a fim de verificar
se também servia como agente de contaminação.
Os testes com o abridor mostraram que os níveis de contaminação
eram bem menores. Os abridores reduziram em quase 90% os riscos
de uma infecção, pois a lâmina de corte elimina
as bactérias instaladas nas embalagens.
- Avaliamos
também o tempo de resistência das bactérias
encontradas nas superfícies das embalagens e descobrimos
que elas podem permanecer naquele ambiente por muito tempo. Isto
serve de alerta para os cariocas que costumam se alimentar em
lugares públicos usando embalagens de molhos que ficam
expostas durante o dia inteiro e depois, durante a noite, são
guardadas de forma inadequada. Todo cuidado é pouco, especialmente
com as crianças - alerta Miguel.
CORREIO BRAZILIENSE
Avanços científicos podem eliminar células
danificadas e previnir doenças
Não é de hoje que a humanidade busca a juventude
eterna — ou, pelo menos, tenta atrasar os incômodos
da velhice. Agora, um grupo de cientistas deu mais um passo para
a realização desse sonho. Em experimentos com ratos,
eles conseguiram eliminar as células velhas do organismo,
responsáveis por males como a catarata, a osteoporose
e os acidentes vasculares cerebrais (AVCs). Além de reverter
o desgaste do corpo dos animais, o mecanismo também conteve
a evolução das doenças quando elas já haviam
dado os primeiros sinais. A técnica, descrita na edição
de hoje da revista Nature, ainda precisa ser aprimorada, mas,
após novos testes, a expectativa é que ela possa
reduzir a vulnerabilidade de idosos.
Os pesquisadores
norte-americanos e holandeses trabalharam no cerne do problema:
o envelhecimento
das células. Esse
processo ocorre a cada instante. “Quando a célula ‘respira’,
ela produz radicais livres, moléculas reativas que acabam
causando danos ao DNA do indivíduo ao longo do tempo”,
detalha José Eduardo Vargas, pesquisador do Laboratório
de Sinalização e Plasticidade Celular da Universidade
Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Isso, no entanto, explica
apenas uma parte da questão. As células também
ficam velhas porque o sistema imunológico das pessoas
deixa de recolher estruturas que estão sem função
dentro do corpo (veja infografia).
Basicamente,
as células passam pela chamada senescência,
a fase do amadurecimento que determina quando elas devem parar
de se dividir. Assim que cumprem essas etapas, elas ficam paradas
no organismo, sem exercer qualquer atividade relevante. Para
eliminar esse “entulho”, o corpo faz uma limpeza
periódica, que, com o avanço da idade, deixa de
ser tão eficiente. As células senescentes, ou velhas,
começam, então, a criar problemas. “Elas
param de se dividir, se acumulam em diferentes tecidos e passam
a liberar substâncias que causam danos”, explica
o pesquisador James Kirkland, da Mayo Clinic College of Medicine,
coautor do estudo.
Essa é a causa de uma série de doenças
comuns na velhice. A secreção das células
senescentes provoca inflamações e corrompe órgãos
e tecidos. É o que ocorre, por exemplo, com idosos que
sofrem de catarata. Nesse caso, as células velhas se aglomeram
na região do cristalino (a lente dos olhos) e acabam deixando
a visão turva. O mesmo fenômeno justifica o aparecimento
da osteoporose, que deixa os ossos frágeis, ou certos
tipos de demência, provocados pela morte de regiões
do cérebro. “Embora existam poucas células
senescentes, elas parecem ter efeitos generalizados sobre a função
(dos órgãos e dos tecidos), pois, quando as removemos
de ratos, observamos uma retrocesso em diversas mudanças
relacionadas à idade”, disse Kirkland ao Correio.
Controlando genes
Retirar as
células senescentes, no entanto, não
foi uma tarefa fácil. Primeiro, a equipe criou camundongos
geneticamente modificados. Por meio da inserção
de genes no DNA dos animais, os pesquisadores desenvolveram um
sistema de seleção celular definido para reagir
aos experimentos que seriam feitos ao longo da pesquisa. “Em
ciência, você precisa controlar as variáveis
o máximo possível. Isso permite testar suas hipóteses
de forma clara”, explica o pesquisador José Eduardo
Vargas. Os genes inseridos nos camundongos também permitiram
adiantar o envelhecimento dos animais. Caso contrário,
os cientistas teriam de esperar que as amostras estivessem “prontas” antes
de aplicar a droga que promoveu a morte das células velhas.
Para acabar
com as causadoras das doenças da velhice,
James Kirkland e seus colegas identificaram um marcador biológico
(uma proteína conhecida como p16), presente nas senescentes.
Ao rastrear o marcador, uma droga agiu diretamente nessa proteína,
fazendo com que as células morressem. “Essa foi
a primeira vez que se conseguiu eliminar células senescentes
de um organismo vivo de forma concisa”, lembra o especialista
da UFRGS. Depois dessa fase, os pesquisadores norte-americanos
e holandeses realizaram uma série de testes comparativos
entre o tecido das amostras e o de camundongos mais novos.
Os cientistas
avaliaram como ficou a curvatura da coluna vertebral dos camundongos
que passaram pelo “rejuvenescimento”.
Outros testes incluíram a análise do diâmetro
das fibras musculares (que diminuem com o passar do tempo), a
formação de cataratas nos olhos e o acúmulo
de tecido adiposo, outros fenômenos frequentes com o avanço
da idade. Além de comprovar a eficácia do método,
os resultados demonstraram a relação entre as células
senescentes e o aparecimentos das doenças da velhice.
Agora, dizem, resta saber se o método vai ter sucesso
em organismos vivos que não tenham passado por nenhuma
modificação genética. “Esse é um
pequeno passo, mas, cada dia, estamos mais perto de entender
como funciona uma célula dentro de seu contexto. E, entendendo
isso, as terapias antienvelhecimento vão virar realidade”,
aposta José Vargas.
Na
França
Os autores
do artigo de hoje da Nature não são
os únicos que buscam a fonte da juventude. Esta semana,
um grupo liderado pelo francês Jean-Marc Lemaitre, do Instituto
de Genômica Funcional da Universidade de Mont-pellier,
afirmou ter conseguido transformar células somáticas
de idosos centenários em células-tronco. Para isso,
eles também tiveram que combater a senescência.
Grosso modo, a equipe utilizou um método conhecido como
IPS (do inglês célula pluripotente induzida), só que
com a adição de alguns genes capazes de reverter
a senescência das células. “Os marcadores
de idade das células foram apagados e as células-tronco
IPS que nós obtivemos podem produzir células funcionais,
de todos os tipos, com capacidade de proliferação
e de longevidade aumentadas”, explicou Lemaitre à agência
de notícias AFP. No futuro, os pesquisadores acreditam
que a técnica pode dar origem a tratamentos com células-tronco,
sem que a idade do paciente seja um empecilho a isso.
PORTAL UOL
Nicotina
pode abrir a porta para consumo de cocaína,
diz estudo
A nicotina
provoca mudanças no cérebro que podem
abrir a porta para o consumo de cocaína, revela um estudo
publicado nesta quarta-feira (3) na revista "Science Translational
Medicine".
Estudos anteriores
relacionaram o consumo de álcool e
tabaco com o uso progressivo de outras drogas, como a maconha,
mas agora o professor Amir Levine, da Universidade de Colúmbia,
analisou a base biológica deste efeito e descobriu em
um estudo com ratos que a nicotina aumentou a resposta à cocaína.
A resposta
do animal foi mais positiva para cocaína quando
os ratos que foram "pré-tratados" com nicotina
depois receberam doses de nicotina e cocaína ao mesmo
tempo.
Os pesquisadores
sugerem que a nicotina aumenta a habilidade da cocaína para aceder e aumentar a expressão do
gene FosB, que codifica uma proteína que é um fator
de transcrição, ou seja, que regula muitos outros
genes envolvidos na resposta conductual perante a cocaína,
explicou à Agência Efe Ruben Baler, do Instituto
Nacional de Abuso de Drogas dos Estados Unidos.
Baler apresenta
também junto com a diretora deste Instituto,
Nora Volkow, um estudo em perspectiva relacionado com o de Lavine,
centrado nas mudanças epigenéticas (processos genéticos
que não envolvem mudanças na sequência de
DNA do animal) da nicotina.
Baler indicou
que o tema geral tem a ver com a teoria de que as drogas são usadas em sequência, "primeiro
as pessoas começam a usar uma droga que seja mais leve
e pouco a pouco tendem a usar drogas mais pesadas, mais perigosas".
Segundo o
pesquisador, porém, "não está claro
por que há uma sequência, se acontece por uma mudança
morfológica que vai ocorrendo no cérebro e torna
a pessoa mais vulnerável ao uso de drogas mais pesadas,
ou se simplesmente a pessoa usa o que é mais acessível
no início e depois usa outra coisa mais pesada".
Para Baler, "possivelmente é uma combinação
de ambos os fatores", já que há evidências
de que ocorrem mudanças estruturais funcionais em vários
níveis no cérebro, de modo que o animal é mais
sensível à cocaína.
"O que este estudo mostra de maneira bastante contundente
em um modelo animal é que o uso crônico da nicotina
durante sete dias de exposição muda basicamente
parâmetros muito importantes no cérebro, o que faz
com que o animal seja mais vulnerável e sensível
aos efeitos da cocaína".
PORTAL R7
Proteínas da soja e do leite ajudam a diminuir a pressão
alta
Se sua pressão arterial anda elevada, experimente consumir
proteína de soja ou de leite.
Segundo pesquisadores
da Escola de Saúde Pública
e Medicina Tropical da Universidade de Tulane, em Nova Orleans,
nos Estados Unidos. Tais alimentos são ideais para quem
sofre de hipertensão.
Os pesquisadores
analisaram o efeito das proteínas desses
alimentos em 352 adultos que sofriam de pressão alta.
Os participantes
pesquisados foram divididos em três grupos,
durante dois meses. Um grupo tomou suplementos de 40g de proteínas
de soja ao dia. Outro grupo 40g de proteína láctea.
O último grupo ingeriu um suplemento diário de
carboidratos.
Comparados
com os carboidratos, os suplementos de soja e de leite reduziram
mais
a pressão arterial sistólica
(que é o índice mais alto).
Os participantes
que beberam as proteínas de soja tiveram
redução na pressão de 2,3 mmHg (milímetros
de mercúrio) e o grupo de proteínas lácteas
2 mmHg (milímetros de mercúrio).
Parece pouco,
mas é o bastante para diminuir as chances
de complicações. Por isso, se sofre de hipertensão,
converse com seu médico e experimente.
Quarta-feira, 02.11.11
JORNAL
DE BRASÍLIA
Fundo para aposentados
Projeto
será apresentado até 2012 e prevê a
contribuição de empresas
Até o fim do ano ou, no máximo, no início
de 2012, a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) deve apresentar formalmente a proposta de criação
do fundo de capitalização que bancará os
custos dos planos de saúde dos aposentados.
O presidente
do órgão regulador, Maurício
Ceschin, adiantou que esse fundo receberá contribuições
de empresas e de trabalhadores em atividade para "evitar
um impacto financeiro muito grande" na data da aposentadoria
e, consequentemente, perda de renda.
Maurício Ceschin acrescentou que, ainda neste mês,
a ANS publicará resolução normatizando uma
série de pontos da Lei 9.656/98, que trata do funcionamento
dos planos e seguros privados de saúde, pendentes de regulamentação
do órgão.
Entre eles
está a possibilidade de aposentados e trabalhadores
demitidos sem justa causa manterem os planos de saúde
oferecidos pela empresa. No caso dos demitidos sem justa causa,
pela proposta em estudo, a empresa continuaria pagando o plano
de saúde por um período de seis meses a dois anos.
AVANÇOS
A resolução, em análise há um ano,
prevê também "alguns avanços",
como a possibilidade de inclusão de novos cônjuges
e dependentes; e a possibilidade de o aposentado ou pensionista
migrar para outro plano que não o oferecido pela empresa,
sem a necessidade de cumprimento de novos prazos de carência.
No entanto,
a lei prevê que, ao se aposentar, o trabalhador
poderá continuar com o seu convênio médico
desde que tenha contribuído por um período mínimo
de dez anos e assuma o pagamento integral das mensalidades.
Essa questão foi uma das mais polêmicas entre os
representantes de centrais sindicais. "Não adianta
dizer que a mesma cobertura assistencial está sendo oferecida
se o aposentado ou trabalhador demitido pagar mais do que antes,
quando gozava do benefício enquanto estava na ativa. Sugerimos
que a ANS faça uma análise para que tome uma posição
mais adequada", disse o representante da Força Sindical,
Arnaldo Gonçalves.
NASCE MORTA
Já o representante da União Geral dos Trabalhadores
(UGT) Raimundo Nonato dos Santos disse que a regra "nascerá morta" p
o rq u e não especifica a coparticipação
no pagamento dos planos de saúde entre empresa e trabalhador.
O representante
das operadoras e da Unimed Brasil, José Cláudio
Ribeiro Oliveira, disse que o pagamento integral pelo aposentado
foi amplamente debatido durante o processo de regulamentação
ainda em andamento. Ele reconheceu que esse princípio "talvez
não seja o ideal, mas é o possível".
Para viabilizar
um acordo, o presidente da comissão,
Paulo Paim (PT-RS), marcou para a próxima semana uma reunião
com sindicalistas, representantes das operadoras de planos e
da ANS.
CORREIO DO BRASIL
Brasil
tem saúde e renda acima da média global,
mas educação pior
Brasil tem
saúde e renda acima da média global,
mas educação piorNoruega, Austrália e Holanda
lideram ranking de desenvolvimento humano das Nações
Unidas. Na lanterna, três países africanos: Burundi,
Níger e Congo. Estados Unidos, Coreia do Sul e Israel
tem IDH ‘muito elevado’, mas no quesito igualdade,
não aparecem nem entre os 20 primeiros. Na América
Latina, Cuba e Venezuela destacam-se nos últimos cinco
anos.
Najla Passos
Os sete bilhões de habitantes do planeta têm, em
média, expectativa de vida de 69,8 anos, renda anual de
10 mil dólares e escolaridade de 7,4 anos. O Brasil tem
números melhores nos dois primeiros casos, mas inferior,
no terceiro. Os dados fazem parte do Relatório de Desenvolvimento
Humano 2011 divulgado pelo Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) nesta quarta-feira (2).
O documento,
intitulado “Sustentabilidade e Equidade:
Um futuro Melhor para Todos”, mostra que Noruega, Austrália
e Holanda são os países que oferecem a melhor qualidade
de vida para suas populações. No topo do ranking,
a Noruega apresenta Índice de Desenvolvimento Humanos
de 0,943. No extremo oposto está a República Democrática
do Congo (IDH de 0,286), país africano que, nos últimos
anos, perdeu mais de 3 milhões de pessoas vítimas
de conflitos armados e de doenças.
O relatório revela a tendência histórica
de concentração de pobreza na África Subsaariana.
Os dez países que ocupam os últimos lugares no
IDH 2011 situam-se justamente nesta região: Guiné,
República Centro-Africana, Serra Leoa, Burkina Faso, Libéria,
Chade, Moçambique, Burundi, Níger e Congo.
Considerando-se
as regiões, os melhores resultados estão
na Europa e Ásia Central (0,751), seguidas pela América
Latina e Caribe (0,731), Ásia Oriental e Pacífico
(0,671) e Estados árabes (0,641). Nos últimos lugares
da lista estão Ásia do Sul (0,548) e África
Subaariana (0,463).
De forma
geral, os índices de IDH aumentaram muito desde
1970: 41% globalmente e 61% nos países que apresentavam
baixo desenvolvimento humano, refletindo ganhos em saúde,
educação e renda, que são os indicados utilizados
pelo Pnud para montar o ranking de desenvolvimento humano.
O progresso é visível, por exemplo, comparando-se
os últimos cinco anos. No ranking geral de 2010 para 2011,
Malásia, Ucrânia e Turquia foram recordistas em
aumento da qualidade de vida. Mergulhada em conflitos internos
e externos, a Líbia surpreendeu pelo contrário.
Em médio prazo, são dois países socialistas
da América Latina que lideram o ranking de melhoria de
qualidade de vida para seu povo. O relatório aponta que
72 países subiram no ranking de 2006 a 2011, liderados
por Cuba, que subiu 10 posições de 2006 a 2011,
passando para o 51º lugar. A Venezuela ficou em segundo
lugar, subindo sete posições e alcançando
a 73ª posição.
No mesmo
período, outros 72 países caíram
no ranking. O campeão foi o Kuwait, que desceu oito posições,
ficando em 63º lugar, e a Finlândia, que caiu sete
postos e passou para o 22ª posição.
A introdução no relatório, a partir do
ano passado, de um novo parâmetro de avaliação
dos países, o Índice de Desenvolvimento Humano
Ajustado à Desigualdade (IDHAD), demonstra que países
potencialmente ricos não estão distribuindo a renda
gerada com a equidade necessária para garantir qualidade
de vida a seus povos.
É o caso, por exemplo, de Estados Unidos, Coreia do Sul
e Israel. Estas nações estão entre as mais
ricas do mundo no caso do IDH – integram a categoria de índice “muito
elevado”. Mas, levando-se em conta o índice da desigualdade,
não aparecem sequer entre as vinte primeiras posições.
EUA cai do 4º para o 23º lugar, Coreia do Sul, de 15º para
32º e Israel, de 17º para 25º.
Segundo o
documento, EUA e Israel perdem posições
sobretudo por causa da desigualdade de renda, embora os cuidados
com saúde sejam também um fator importante na mudança
de classificação dos EUA. Já no caso da
Coreia do Sul, a principal causa desta queda são as grandes
lacunas na educação registradas entre as diferentes
gerações.
Na contramão dessa tendência, países do
grupo de elite também conseguiram aprimorar a igualdade
de condições oferecidas as suas populações,
em relação à saúde, educação
e renda. A Suécia saltou do 10º para o 5º lugar;
Dinamarca do 16º para o 12º; e Eslovênia da 21ª para
14ª posição.
Medida do IDH
O IDH é uma medida resumida para avaliar o progresso
a longo prazo em três dimensões básicas do
desenvolvimento humano: uma vida longa e saudável, acesso
ao conhecimento e um padrão decente de vida. Se baseia
principalmente em dados internacionais da Divisão de População
da ONU, do Instituto de Estatística da Unesco e do Banco
Mundial.
Foi criado
em 1990, como uma medida alternativa de desenvolvimento nacional,
para
se contrapor as avaliações exclusivamente
econômicas, como o Produto Interno Bruto (PIB). O valor
mínimo é zero e, o máximo, um.
Em 2010,
passou por revisões já que, como uma
medida composta de médias nacionais, não reflete
as desigualdades internas. Desde o ano passado, o Relatório
de Desenvolvimento Humano passou a apresentar também o Índice
de Desenvolvimento Humano Ajustado à Desigualdade (IDHAD)
o Índice de Desigualdade de Gênero (IDG) e o Índice
de Pobreza Multidimensional (IPM).
Os rankings
do IDH são recalculados anualmente, utilizando
os mais recentes dados internacionalmente comparáveis
para saúde, educação e renda.
O IDH 2011
abrange um registro de 187 países e territórios,
contra 169 em 2010, refletindo, em parte, a disponibilidade de
dados melhorados para muitos pequenos estados insulares do Caribe
e do Pacífico.
O DIARIO.COM
Saúde alerta para alimento contaminado por toxina botulínica
no Paraná
A Secretaria da Saúde alerta para risco de botulismo no
Estado. Nessa terça-feira (1º) a Agência Nacional
de Vigilância Sanitária informou a ocorrência
de casos da doença na Finlândia, decorrentes do
consumo de azeitonas de procedência da marca italiana Bio
Gaudiano.
De acordo
com a Anvisa, neste ano e no ano passado também
houve registro de importação para o Brasil de azeitonas
da marca italiana Bio Gaudiano. Elas foram distribuídas
nos Estados de Goiás, Espírito Santo, Rio Grande
do Sul, Santa Catarina, São Paulo e Paraná.
BOTULISMO
O botulismo é uma doença grave causada pela ingestão
da toxina botulínica presente em alimentos embutidos e
enlatados produzidos em condições sanitárias
precárias, o que permite a contaminação
pela bactéria Clostridium botulinum. Os principais sintomas
são náusea, vômito, diarreia, dor abdominal,
cefaleia, vertigem, tontura, paralisia, visão turva, visão
dupla, dificuldade respiratória e insuficiência
respiratória, podendo evoluir para a morte. Elas podem
ocorrer entre 12 horas e 10 dias após a ingestão
do alimento contaminado. O tratamento ocorre em regime hospitalar
com soro específico.
O Centro
de Informações Estratégicas e
Respostas de Vigilância em Saúde (CIEVS), órgão
da secretaria estadual da Saúde, solicita às pessoas
que porventura tiverem azeitona da marca citada, com recheio
de amêndoas, envazadas nos anos de 2010 e 2011, que não
utilizem o produto. O ideal é contatar imediatamente a
secretaria de saúde de seu município para o recolhimento
do produto ou ligar para a secretaria estadual da Saúde
pelo telefone 0800-643-8484.
O CORREIO
Taxa
de crianças
menores de 5 anos com aids cresce no Nordeste
O número de casos de aids em crianças de até 5
anos de idade tem caído no Brasil desde 2000. A queda
não ocorreu de maneira igual em todas as partes do país.
Enquanto, a taxa de incidência da doença entre as
crianças reduziu no Sudeste na última década,
cresceu no Norte e Nordeste. É o que mostra o Saúde
Brasil, publicação anual do Ministério da
Saúde que traz dados sobre a saúde do brasileiro.
No Brasil,
a prevalência da aids nos menores de 5 anos
passou de 5,4 casos para três casos por 100 mil habitantes,
de 2000 para 2009. Na Região Sudeste, a redução
foi de 8,2 para 2,8 casos no mesmo período. No Norte,
o movimento foi inverso do nacional, subindo de 1,9 para quatro
casos por grupo de 100 mil habitante. No Nordeste, a taxa cresceu
de 1,4 para 2,3.
Nessa faixa
etária, a maioria dos casos de contaminação
ocorre de mãe para filho durante a gravidez, a chamada
transmissão vertical. O próprio Ministério
da Saúde conclui, na publicação, que a oferta
de pré-natal de qualidade, com o teste de HIV nas gestantes,
evitaria muitos casos infantis das doenças. “Como
o diagnóstico da infecção pelo HIV, no início
da gestação, possibilita o efetivo controle da
infecção materna e a consequente diminuição
da transmissão vertical, o teste anti-HIV deve ser sempre
oferecido, com aconselhamento pré e pós-teste,
para todas as gestantes, na primeira consulta do pré-natal,
independentemente de sua aparente situação de risco”,
diz o documento.
A meta do
Brasil é reduzir a transmissão vertical
de 6,8%, taxa verificada em 2004, para menos de 2% até 2015.
Em mais da metade dos casos, a infecção acontece
durante o parto. De 2000 a 2009, foram identificadas 54.218 gestantes
soropositivas no país, sendo que 75,6% viviam no Sul e
Sudeste. As informações são da Agência
Brasil.
Terça-feira,
01.11.11
PANTANAL NEWS
Taxa de mortalidade por doenças crônicas cai
26%
Índice reduz de 711 para 526 mortes para cada 100 mil
habitantes. Do total de óbitos registrados em 2009, 72%
foram por DCNT, principal causa de óbitos no país.
Ministério lançou plano de ações
de enfrentamento a essas doenças
A taxa de
mortalidade por Doenças Crônicas Não
Transmissíveis (DCNT) diminuiu 26% entre 1991 e 2009,
caindo de 711 para 526 mortes para cada 100 mil habitantes, como
aponta o estudo Saúde Brasil 2010 – uma publicação
do Ministério da Saúde que analisa a situação
geral de saúde do brasileiro e contribui para a definição
de estratégias e políticas públicas de saúde.
Neste período, o índice de mortes por DCNT reduziu
em 1,4% ao ano. Quando considerado um intervalo de tempo menor – de
2005 a 2009 – o declínio da mortalidade foi ainda
mais acelerado, com redução média anual
de 1,6%. (Confira gráficos e tabelas em www.saude.gov.br)
Do total
de óbitos registrados em 2009 por todas as causas
(cerca de um milhão de mortes), 742.779 foram por Doenças
Crônicas Não Transmissíveis, que representam
72% dos óbitos no Brasil e são a principal causa
de mortalidade no país. Entre as mortes por DCNT, 80,7%
foram provocadas por doenças cardiovasculares, câncer,
doença respiratória crônica e diabetes. As
conclusões do Saúde Brasil 2010 estão sendo
apresentadas e discutidas durante a 11ª Mostra Nacional
de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção
e Controle de Doenças (Expoepi), que vai até a
próxima quinta-feira (3), no Centro de Convenções
Ulisses Guimarã ;es, em Brasília (DF).
Para diminuir
ainda mais a mortalidade por essas doenças,
o Ministério da Saúde lançou, no último
mês de agosto, o Plano de Ações de Enfrentamento às
Doenças Crônicas Não Transmissíveis/2011-2022,
que define ações e recursos para o enfrentamento
dessas enfermidades nos próximos dez anos. A meta é uma
redução gradativa da taxa de mortalidade por Doenças
Crônicas Não Transmissíveis entre pessoas
com menos de 70 anos de idade para o alcance de um índice
de 2% ao ano.
De acordo
com o diretor de Análise de Situação
de Saúde do Ministério da Saúde e coordenador
do Saúde Brasil, Otaliba Libânio, o enfrentamento
das DCNT e dos principais fatores de risco para estas doenças – como
a obesidade, o tabagismo, a alimentação inadequada,
a inatividade física e o uso abusivo de álcool – resultará na
diminuição dos gastos com o tratamento dos pacientes
e, principalmente, na melhoria da qualidade de vida dos brasileiros
e em um envelhecimento mais ativo e saudável. “O
tratamento para as doenças crônicas é prolongado,
onerando os indivíduos, as famílias e os sistemas
de saúde”, observa Libânio.
AVANÇOS
A mortalidade
por doenças cardiovasculares reduziu 41%
(2,2% ao ano). Por doenças respiratórias, o percentual
de queda na quantidade de mortes foi de 23% (2,8% ao ano), com
declínio a partir de 1999. Em relação ao
câncer, as taxas ficaram relativamente estáveis
no período. E, no caso do diabetes, houve aumento de 24%
entre 1991 e 2000, seguido por um declínio de 8% entre
2000 e 2009 – Gráfico 1
A região Nordeste apresentou as mais altas taxas, seguida
pelo Norte a partir de 1999; o Centro-oeste apresentou sempre
as mais baixas taxas, embora em 2009 o Sudeste tenha alcançado
patamar semelhante. As diferenças regionais nas taxas
de mortalidade por DCNT observadas em 1996 se atenuaram ao longo
do período, de 23% em 1991 a 20% em 2009 – Gráfico
2
PREVENÇÃO
Para o enfrentamento às Doenças Crônicas
Não Transmissíveis, o Sistema Único de Saúde
(SUS) possui um conjunto de ações de promoção
de saúde, prevenção, diagnóstico,
tratamento, capacitação de profissionais, vigilância
e assistência farmacêutica, além de pesquisas
voltadas para o cuidado aos pacientes com DCNT, priorizando ações
de alimentação saudável, prática
de atividade física e prevenção ao uso de álcool
e cigarro.
Um dos maiores
desafios para os próximos anos é controlar
o avanço da obesidade em curso no país, que já afeta
16,9% das mulheres e 12,4% dos homens adultos brasileiros. Para
isso, o Ministério da Saúde criou o Programa Academias
da Saúde, que estimula a criação de espaços
adequados para a prática de atividades físicas
e de lazer. A construção de quatro mil unidades
do programa Academias da Saúde é uma das estratégias
do governo federal para a promoção da saúde,
prevenção e redução de mortes prematuras
por Doenças Crônicas Não Transmissíveis.
PORTAL G1
Secretaria de Saúde nega novo caso de bactéria
que matou 4 pessoas
A Secretaria
de Saúde do Distrito Federal informou, em
nota, nesta terça-feira (1) que não há registro
de outro caso da bactéria Streptococcus pyogenes na região
(veja a nota ao final deste texto). Nesta segunda, uma escola
de Brasília confirmou que um menino de 7 anos, aluno do
2º ano, foi diagnosticado com a bactéria, tratado
e recebido alta.
Ele é o segundo aluno da escola infectado com a bactéria.
O diagnóstico foi dado por um hospital privado, segundo
a escola. No início de outubro, uma estudante morreu por
complicações provocadas pela Streptococcus pyogenes.
De acordo com a direção da escola, o menino começou
a apresentar os sintomas da infecção na semana
passada.
Na sexta-feira
(28), ele não foi para a aula. A direção
também informou que a Vigilância Sanitária
visitou a escola no começo de outubro e descartou a possibilidade
de que os estudantes tenham sido contaminados no local.
De acordo
com a Secretaria de Saúde, os hospitais privados
possuem teste rápido para streptococcus, mas isso não
significa que as pessoas estão doentes ou que tenham a
bactéria.
“Cerca de 5 a 15% da população já possui
a Streptococcus nas vias respiratórias. Isso não
quer dizer que estejam doentes ou que seja da cepa Pyogenes.
Dessa forma, as notificações positivas dos testes
rápidos à Streptococcus, não implica doença
ou Streptococcus Pyogenes”, diz a nota.
Saiba mais
A Secretaria
de Saúde do Distrito Federal já confirmou
a morte de quatro pessoas neste ano por complicações
provocadas pela bactéria streptococcus pyogenes. A última
foi a de um menino de 6 anos, no último dia 8. Ele morreu
após ter sido internado no Hospital do Guará com
sintomas de virose comum e catapora - veja vídeo acima.
Em todos
os quatro casos de óbitos confirmados pela bactéria
Streptococcus pyogenes, no período de agosto a outubro
de 2011, foi constatado que os pacientes estavam debilitados
por outras enfermidades e, portanto, com seus sistemas imunológicos
enfraquecidos, segundo a Secretaria de Saúde. Outros três
casos suspeitos estão sendo investigados.
Confira
a íntegra da nota da Secretaria de Saúde:
"A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES/DF),
por meio da Diretoria de Vigilância Epidemiológica
(DIVEP/SVS), esclarece que não há registro de outro
caso da bactéria Streptococcus Pyogenes, pois, a confirmação
da mesma se dá em líquidos nobres, conforme nota
técnica já divulgada.
A DIVEP/SVS
informa ainda que os hospitais privados possuem teste rápido à Streptococcus, coletando material
da orofaringe, no entanto, isso não significa que as pessoas
estão doentes ou que tenham a Pyogenes.
Como divulgado
anteriormente, cerca de 5 a 15% da população
já possui a Streptococcus nas vias respiratórias.
Isso não quer dizer que estejam doentes ou que seja da
sepa Pyogenes. Dessa forma, as notificações positivas
dos testes rápidos à Streptococcus, não
implica doença ou Streptococcus Pyogenes.
Portanto,
a DIVEP/SVS ressalta que a confirmação
dos casos ocorre somente quando a bactéria é encontrada
em líquidos nobres."
O GLOBO ONLINE
Novo exame detecta risco de infarto
Médicos estão usando um novo exame para avaliar
o estado de saúde de pessoas que sofreram alguma doença
cardiovascular por formação de trombos nas artérias,
como infarto ou acidente vascular encefálico (derrame);
e geralmente tomam medicamentos e receberam implante de stent
para diminuir as chances de sofrerem novos problemas no coração
e no cérebro. Esses pacientes habitualmente usam ácido
acetilsalicílico (Aspirina) e clopidogrel (Plavix). O
exame VerifyNow mostra se as drogas receitadas estão diminuindo
a capacidade de as plaquetas se agruparem, impedindo assim a
formação de trombos.
O teste é realizado no sangue, que é colocado
em contato com substâncias chamadas de agonistas, que induzem
as plaquetas a se agruparem. Quando a medicação
está sendo eficaz, a capacidade de agregação
das plaquetas deve se encontrar reduzida. Esse exame deve ser
feito logo depois que o paciente começa a tomar os fármacos
e também em 30 dias, explica o médico patologista
Hélio Magarinos Torres Filho, presidente regional da Sociedade
Brasileira de Patologia Clínica, no Rio, e diretor médico
do Laboratório Richet.
- A análise com o VerifyNow pode ser feita também
antes de procedimentos cirúrgicos para verificar a necessidade
ou não de suspensão do uso do medicamento - explica
Magarinos. - Não há contra-indicação
para a realização do teste, sendo que ele só tem
valor em pacientes que usam a medicação antiagregante
plaquetária.
Pacientes
que apresentam um resultado maior do que o esperado para quem
usa medicação cardiovascular têm
um risco cerca de duas a três vezes maior de vir a desenvolverem
nova doença no coração e no cérebro
do que os indivíduos em que o resultado está dentro
dos valores esperados. O teste pode ser feito no laboratório
ou colhido em residência e o resultado é obtido
em torno de 30 minutos após a coleta, quando realizado
em laboratório.
EP CAMPINAS
Saúde confirma 11ª morte por meningite e anuncia
vacinação
A Secretaria
Municipal da Saúde confirmou, na tarde desta
terça-feira (1º), a 11ª morte por meningite
este ano em Campinas. A vítima é a menina de 2
anos e 10 meses, moradora de um bairro da região leste
da cidade, que morreu na sexta-feira (28) com o diagnóstico
clínico e epidemiológico compatível com
forma grave de doença meningocócica. Com a morte
e outras duas crianças internadas, o que confirgura ur
surto regional, o município pediu para a Secretaria de
Saúde do Estado de São Paulo um bloqueio vacinal
da população da comunidade atingida pela doença.
A previsão é de que até sábado (5)
chegue as cerca três mil vacinas para aplicar na população
local, de até 30 anos.
Nesta terça (1º) a Prefeitura de Campinas foi notificada
também de mais um caso suspeito de doença meningocócica.
Segundo a administração, a notificação
agora é de um menino de 1 ano e 10 meses, que está internado
desde esta segunda-feira (31) sob cuidados intensivos em um hospital
público. O boletim médico informa que a criança
apresenta sinais meníngeos, rigidez de nuca e manchas
vermelhas no corpo. Um menino de 2 anos também está internado
em um hospital público da cidade com a doença.
Bloqueio Vacinal
Crianças de até 2 anos devem receber duas doses
no bloqueio vacinal. É importante lembrar que a vacina
já é disponibilizada pelo SUS para pessoas nessa
faixa etária. No caso de crianças acima de 2 anos
será aplicada apenas uma dose. Segundo a Secretaria de
Saúde, pelo menos 150 pessoas receberam tratamento com
antibiótico específico. Esta medida, chamada de
quimioprofilaxia, é direcionada às pessoas que
tiveram contato com os casos confirmados e suspeitos. É o único
método que permite evitar a ocorrência imediata
de novos casos a partir dos já existentes.
PANTANAL NEWS
Programa
Bolsa Família melhora saúde dos beneficiários
ao contribuir com alimentação e acompanhamento
médico
Numa amostra
de 1.345.785 nascidos vivos, entre 2006 e 2008, de famílias em pobreza extrema, o baixo peso ao nascer
nos filhos de mulheres beneficiárias do Bolsa Família
foi menor (5,5%) do que nas não beneficiárias (6,5%).
O peso ao nascer é um dos principais fatores de risco
relacionados à mortalidade infantil e a sobrevivência
das crianças. A análise da situação
de saúde do brasileiro, desde o nascimento até a
morte, está no relatório Saúde Brasil 2010
- lançado pelo Ministério da Saúde, nesta
segunda-feira (31), em Brasília (veja mais no quadro abaixo).
O documento
traz outros dados que mostram como o programa Bolsa Família tem contribuído para avanços na
saúde dos seus beneficiários. Ao melhorar o acesso à alimentação,
o programa, criado em 2003, levou a uma melhoria no peso das
crianças ao nascer, na estatura média do brasileiro
e até no aumento da cobertura das campanhas de vacinação
infantil.
Houve redução de dez pontos porcentuais no número
de entrevistados que afirmaram falta de comida em casa em algum
momento da vida - fazendo com que um membro da família
tivesse que deixar de comer ou comesse menos do ideal. Com o
Bolsa-Família, cerca de 48,6% dos entrevistados alegaram
ter tido este problema contra 58,9% ouvidos antes de serem beneficiados
pelo programa.
A melhora
da alimentação da população
de baixa renda mudou a altura média das crianças.
Quando comparada a estatura de crianças menores de cinco
anos pertencentes ao Bolsa Família com aquelas não-pertencentes,
as do primeiro grupo tiveram 26% mais chances de atingir a altura
ideal para idade. Para crianças com idade entre três
e cinco anos, a diferença é ainda maior. As pertencentes
ao Bolsa-Família apresentaram 41% a mais de chance de
alcançarem a altura adequada para a idade.
Vacinação
Outro avanço foi em relação ao número
de crianças vacinadas, graças à exigência
da apresentação do cartão de vacinação,
em dia, das crianças das famílias beneficiadas
pelo programa. Isso fez com que a proporção de
crianças que receberam a primeira dose contra a poliomielite
no período apropriado fosse 15% maior nas famílias
favorecidas pelo Bolsa-Família. A vacinação
contra tétano, difteria e coqueluche (DTP) também
foi mais frequente (18% maior) entre as famílias do programa. “A
saúde está no centro das políticas de inclusão
social e para o crescimento econômico do Brasil, que é o único
país do mundo com mais de 100 milhões de habitantes
que optou pela construção de um sistema nacional
universal público de saúde”, afirma o ministro
da Saúde, Alexandre Padilha.
Estudo
mostra perfil da saúde no Brasil
O estudo
Saúde Brasil 2010 apresenta indicadores demográficos
e epidemiológicos e demonstra tendências que poderão
subsidiar a definição de novas ações
estratégicas e políticas públicas de saúde.
O documento foi lançado durante a 11ª Mostra Nacional
de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção
e Controle de Doenças (Expoepi). A mostra, realizada anualmente
desde 2001, estimula o intercâmbio nas três esferas
do Sistema Único de Saúde: governo federal, estados
e municípios. Neste ano, foram inscritos 776 estudos científicos.
BAND.COM.BR
Rio
terá vacina
contra dengue em seis anos
A especialista
da Vigilância em Saúde da Secretaria
estadual de Saúde, Hellen Miyamoto, afirmou ontem que
somente em cinco ou seis anos a população do Estado
do Rio poderá contar com uma vacina contra a dengue.
Em audiência pública realizada ontem na Comissão
de Saúde da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), Hellen
explicou que os testes feitos recentemente na Fundação
Oswaldo Cruz, no Rio, e no Instituto Butantã, em São
Paulo, apontam que a vacina ofereceria pouco tempo de imunização
contra o Aedes Aegypti – em torno de três meses.
Hellen Miyamoto
disse ainda que, este ano, foram instalados no estado 56 centros
de hidratação para tratamento
da dengue.
Explicação sobre prevenção Presidente
da Comissão, o deputado Bruno Correia (PDT) garantiu que
os parlamentares enviarão ao Governo do Estado um documento
pedindo cópias dos planos de contingência dos municípios
para a prevenção e o combate à dengue.
No último dia 19, a Secretaria estadual de Saúde
informou que, desde o dia 2 de janeiro, foram notificados 161.315
casos da doença. Até 15 de outubro, houve 133 óbitos
no Rio de Janeiro provocados pelo mosquito da dengue.
PORTAL
DA SAÚDE
Cai
em 31,5% o número de casos de hanseníase
Estudo comprova que a detecção de novos casos reduziu
em todas as regiões brasileiras nos últimos dez
anos
Em dez anos,
o número de casos de hanseníase no
Brasil caiu 31,5%. De acordo com estudo Saúde Brasil 2010,
do Ministério da Saúde, a média anual de
detecção de novos casos é de 4%, no período
de 2001 a 2010. O melhor percentual de redução
ocorreu na Região Sudeste, com 45,5%, onde quase todos
os estados alcançaram a meta de eliminação
da hanseníase enquanto problema de saúde pública.
O estudo comprovou ainda que82,3% dos casos detectados de hanseníase
foram curados em 2010.
As conclusões fazem parte do Saúde Brasil 2010,
que estão sendo apresentadas e discutidas durante a11ª Mostra
Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia,
Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi),
que vai até a próxima quinta-feira (3), no Centro
de Convenções Ulisses Guimarães, em Brasília
(DF). Todas as regiões do país apresentam redução
de novos casos. No período de 2001 a 2010, a redução
percentual na região Norte, foi de 42,1%; Centro-Oeste,
36,6%; Sul, 30,2%; e no Nordeste, 16,9%.
De acordo
com o Saúde Brasil, a redução é justificada
pela oferta de tratamento nas unidades públicas de saúde
e, ainda, do esforço dos profissionais da rede básica
e dos centros de referência. Outro fator que contribui
para a diminuição do surgimento de novos casos é o
crescimento econômico e as melhorias na área social
ocorridos no Brasil nesta última década.
Em 2001,
o coeficiente de detecção foi de 26,6,
sendo que o maior pico foi verificado em 2003 com 29,4 por 100
mil habitantes, e dados de 2010, já mostram que o coeficiente
geral de detecção está em 18,2 por 100 mil
habitantes. “Estes dados vem apresentando queda, graças às
políticas de saúde que o Brasil vem adotando. Ofortalecimento
das ações de vigilância epidemiológica,
a melhoria da assistência, a diminuição da
pobreza, o aumento do diagnóstico, o apoio de programas
como o Saúde da Família, além da qualidade
da oferta de diagnóstico, reabilitação e
tratamento poliquiomioterapico (PQT/OMS) e também a participação
dos movimentos sociais ligados a hanseníase”, explica
a coordenadora adjunta do Programa Nacional de Controle da Hanseníase
do Ministério da Saúde Magda Levantezi
ESTRATÉGIA
Em 2005,
a Organização Mundial da Saúde
(OMS) definiu a estratégia global para 2006-2010, baseada
na detecção precoce de casos e garantia de oferta
de tratamento com poliquimioterapia (PQT), que consiste no tratamento
da hanseníase composto por ingestão das drogas
dapsona, clofazimina e rifampicina. Esta medida tem sido efetiva
na diminuição dos casos da hanseníase em
vários países, inclusive no Brasil.
O desafio
agora para os próximos anos é eliminar
ou, pelo menos, amenizar o estigma e a discriminação
relacionados à doença. Dentro deste objetivo, o
atendimento à população enfatiza a garantia
da qualidade da assistência ao paciente, com foco na redução
de pessoas acometidas pela doença.
AGENDA
-
Saúde Suplementar: Quem está satisfeito?
AssPreviSite
04 de Novembro de 2011
Quando nenhum dos atores de um sistema se encontra satisfeito
alguma coisa estranha acontece no mesmo!
Num ano com
muitas propostas e mudanças oriundas da ANS
vamos promover um debate que busca:
- Avaliar
o contexto da situação de um sistema
em que não encontramos, em princípio, nenhum de
seus atores satisfeitos;
- Entender
o cenário 2011, com destaque para os temas
das recentes ações da ANS e seus desdobramentos
e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais
atores do sistema; e
- Realizar
uma leitura das perspectivas para o segmento de saúde
suplementar frente ao cenário que se apresenta para 2012.
Assim, no
próximo dia 04 de novembro, em São Paulo,
das 9h00 às 17h00, acontece uma reunião de dirigentes,
gestores e profissionais para debater a situação
atual do sistema de saúde suplementar.
Tendo como
convidados destacados nomes de especialistas, dirigentes de
entidades
associativas e empresas do segmento vamos verificar
e avaliar tantas e tantas ações da ANS neste ano
de 2011 (que resultados trouxeram, os desdobramentos e suas conseqüências,
como se pode analisar o status vigente) e o que se pode esperar
para 2012 neste importante sistema.
O sistema
melhorou em 2011? Em que e para quem? Houve desenvolvimento
ou retração?
O que se visualiza para 2012?
Se você compartilha desta percepção, vamos
conversar a respeito! Participe desta oportuna e estratégica
reunião! A taxa de adesão é de R$ 300,00
(trezentos reais). Informações e reservas pelo
e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
14º Congresso
Unidas
Unidas / AssPrevISite
Inovações e Desafios da Saúde
Suplementar
Dias 21 e 22 de novembro de 2011
Hotel Maksoud
Plaza São Paulo
Alameda Campinas,
150 - Bela Vista - São Paulo/SP
Promover
o desenvolvimento e a capacitação dos
líderes da saúde suplementar é o objetivo
maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas
atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores,
além de oportunizar a troca de informações,
experiências e conhecimento entre os players do setor.
Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo
período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços
para Planos de Saúde que irá apresentar as mais
recentes inovações e soluções tecnológicas
para a gestão da área da saúde. Para ser
expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão
fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos
e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.
Participem
do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de
Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade
do segmento de autogestão dependerá do crescimento
e capacitação profissional daqueles que lutam e
contribuem por um sistema de saúde justo para todos os
brasileiros.
Informações
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html