Leia
nesta edição:
- Comissão ouve CGU sobre fiscalização
na saúde e na educação
- Senadores
comentam situação da saúde
enquanto aguardam ministro para audiência
- Ministro
da Saúde
fala aos senadores sobre os rumos do SUS
- Haddad
classifica de “cortina de fumaça” demissão
coletiva no Hospital Universitário de Brasília
- HC vai ampliar atendimento preferencial a plano privado
- É necessário decidir a que se propõe
o Hospital das Clínicas com a mudança
- Planos
de Saúde
- ENSP realiza
inquérito eletrônico sobre gestão
hospitalar
- Venda de
genéricos cresce 32% no 1º tri
- Informação às
operadoras sobre Ressarcimento ao SUS
- Anvisa
prioriza registro de remédios genéricos
e vendas aumentam 32%
Quarta-feira, 04.05.11
Agência Câmara de Notícias
Comissão ouve CGU sobre fiscalização na
saúde e na educação
A Comissão de Fiscalização Financeira e
Controle ouve hoje o ministro-chefe da Controladoria-Geral da
União (CGU), Jorge Hage, sobre suas declarações
em relação a falhas de fiscalização
do governo nas áreas de saúde e educação,
de acordo com matéria do jornal O Globo.
O debate é de iniciativa do deputado Delegado Waldir
(PSDB-GO). Ele cita reportagem segundo a qual o ministro afirmou
que os ministérios da Educação e da Saúde
têm a pior fiscalização. O texto do jornal
também informa que Jorge Hage apontou uma incidência
maior de irregularidades na Saúde e na Educação,
de acordo com fiscalizações in loco da CGU, e que
os problemas se devem à falta de um acompanhamento com
a devida transparência por parte do governo federal.
A reunião será realizada às 10 horas no
plenário 9.
Agência
Senado
Senadores
comentam situação da saúde enquanto
aguardam ministro para audiência
A senadora
Marisa Serrano (PSDB-MS) afirmou ser necessário
que o governo dê uma resposta ao povo brasileiro sobre
a situação caótica da área de saúde
no país. É isso que ela espera ouvir do ministro
da área, Alexandre Padilha, que deve falar na Comissão
de Assuntos Sociais (CAS) dentro de instantes. O presidente da
comissão, senador Jayme Campos (DEM-MT) também
disse esperar ações concretas para solução
dos inúmeros problemas nessa área.
A senadora Ângela Portela (PT-RR) disse concordar que
a saúde é o maior problema da população
brasileira, mas destacou o empenho do governo federal para melhorar
o atendimento nessa área. Ela citou como exemplo o programa
de prevenção e tratamento do câncer de mama
e do colo do útero.
Os comentários acontecem enquanto os senadores aguardam
a chegada de Alexandre Padilha, para audiência em que o
ministro fará uma exposição sobre programas
da pasta que comanda e sobre denúncias de desvios de recursos
do Sistema Único de Saúde (SUS).
Agência
Senado
Ministro
da Saúde
fala aos senadores sobre os rumos do SUS
BRASÍLIA (Agência Senado) - "Temos consciência
que hoje a Saúde é a grande preocupação
da população brasileira". Assim o ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou sua apresentação
aos senadores da Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Ele
apresenta os programas de sua pasta para os próximos quatro
anos e os rumos do Sistema Único de Saúde (SUS),
devendo também apresentar as medidas adotadas para combater
desvios de recursos do sistema.
Na abertura
da reunião, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS)
alertou para deficiências do Sistema Único de Saúde.
- Se o SUS
não está dando a resposta que a população
exige, vamos mudar o programa - frisou.
Para o senador
Jayme Campos (DEM-MT), que preside a CAS, ao lado da falta
de recursos,
também falta ao setor de Saúde
uma boa gestão.
Agência
Brasil
Haddad
classifica de “cortina de fumaça” demissão
coletiva no Hospital Universitário de Brasília
Por Vladimir
Platonow / Edição: Vinicius Doria
Rio de Janeiro
- O ministro da Educação, Fernando
Haddad, classificou hoje (3) de “cortina de fumaça” o
pedido de demissão coletiva entregue ontem (2) pela diretoria
do Hospital Universitário da Universidade de Brasília
(HUB) ao reitor José Geraldo Júnior. Os médicos
são contra a Medida Provisória 520, em tramitação
na Câmara dos Deputados, com objetivo de criar a Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).
“Eu penso que isso é uma cortina de fumaça
para encobrir o que de fato está acontecendo no Hospital
de Brasília. Havia problemas graves de entendimento sobre
a administração do hospital entre a reitoria e
a direção demissionária. Eu não vou
aceitar essa cortina de fumaça”, afirmou Haddad,
ao participar da aula magna da Academia Brasileira de Ciências.
O ministro
defendeu a criação da Ebserh, que vai
gerir os hospitais públicos universitários ligados
ao Ministério da Educação. “Será uma
empresa 100% pública, 100% SUS [Sistema Único de
Saúde], para auxiliar e profissionalizar a administração
dos hospitais.”
Haddad reafirmou
que uma das condições para a
criação da estatal é que a empresa atenda
integralmente os pacientes do SUS, diferentemente da experiência
considerada modelo no país, a do Hospital de Clínicas
de Porto Alegre, ligado à Universidade Federal do Rio
Grande do Sul (Ufrgs), que também recebe clientes particulares
e de planos de saúde. “O Hospital de Clínicas,
quando foi criado, sequer existia SUS. A Constituição
de 1988 estabeleceu o Sistema Único de Saúde e
nós, do Ministério da Educação, estamos
comprometidos com o aprimoramento do sistema. Tem que ser 100%
SUS.”
Folha
de São
Paulo
HC vai ampliar atendimento preferencial a plano privado
Medida
ajudará paciente
do SUS, diz HC
Superintendente
afirma que dinheiro dos planos de saúde
financiará melhorias no serviço gratuito do hospital
Médicos ouvidos pela Folha temem diferença de
tratamento entre pacientes do SUS e os que têm convênios
Por Laura Capriglione
De São
Paulo
Símbolo mais vistoso da saúde universal, pública
e gratuita no Brasil, o Hospital das Clínicas da Faculdade
de Medicina da USP vai destinar 12% de seus atendimentos aos
planos de saúde.
Com isso,
o HC quadruplicará os serviços prestados
a convênios (hoje, apenas 3% dos atendimentos são
vendidos aos planos).
Boa parte
dos médicos ouvidos pela Folha acredita que
a ampliação do atendimento aos portadores de planos
de saúde gerará diferenças de tratamento
em relação aos pacientes do SUS.
A chamada "dupla porta" de
acesso ao hospital acaba privilegiando os pacientes conveniados.
Eles podem marcar consultas
e realizar procedimentos eletivos com mais agilidade.
O projeto é defendido pelo superintendente do HC, o médico
Marcos Fumio Koyama, 37. Mais jovem ocupante do cargo que já pertenceu
a baluartes da medicina do país, como Enéas de
Carvalho Aguiar e Vicente Amato Neto, Fumio acredita que a ampliação
do atendimento aos planos de saúde possibilitará atender
mais pacientes SUS "e melhor".
O doutor
Fumio é um tipo peculiar de médico. A
residência, ele fez em administração hospitalar.
O mestrado, na Fundação Getulio Vargas. Calouro
ainda na medicina da USP, ficava mais impressionado com o excesso
de exames para diagnosticar um paciente, do que com a própria
enfermidade.Formado, foi para a AIG Seguros. Especializou-se
em ampliar a lucratividade do banco no negócio da saúde.
Voltou para a Faculdade de Medicina da USP em 2007.
"Não acho que podemos nos contentar em ser, na rede
pública, um arremedo do que é feito de melhor na
iniciativa privada", diz.
Aritmética
Fumio diz
que o dinheiro dos planos será usado para financiar
melhorias no atendimento gratuito do HC, pago pelo SUS.
"Hoje, os planos pagam 3% dos atendimentos totais do HC.
Mas o que eles pagam (R$ 100 milhões/ano) já responde
por 10,6% das nossas receitas (R$ 940 milhões)."
Para o médico, cada "paciente com plano de saúde" gera
recursos suficientes para o atendimento de três ou quatro "pacientes
do SUS".
Segundo as
contas, pagando por 12% dos procedimentos do HC, os planos
de saúde injetariam recursos que poderiam alcançar
até 40% do orçamento atual do hospital.
O paradigma
desse modelo é o Instituto do Coração
do HC, em que 18% dos leitos já são destinados
a pacientes particulares, gerando 50% da receita (os 50% restantes
são do tesouro público).
"Costuma-se dizer que o paciente plano de saúde
tirará leitos dos pacientes SUS. É o contrário.
O paciente do plano de saúde permitirá ampliar
e melhorar o atendimento ao paciente do SUS."
Pesquisa
feita neste ano no HC mostra que 11% dos atendimentos pelo
SUS (gratuitos)
foram prestados a pacientes que têm
planos de saúde.
"Veja, 11% de pacientes de planos de saúde estão
usando recursos do SUS -quando poderiam ser atendidos pelos planos.
O que existe hoje é um Robin Hood ao contrário.
Tira-se dos pobres para dar aos ricos. Por que não resolver
isso em uma relação contratual normal?", indaga.
A ampliação do atendimento aos planos será gradual.
O objetivo, diz Fumio, é concluir o projeto até o
fim de seu mandato (quatro anos).
Folha
de São
Paulo
ANÁLISE
É necessário decidir a que se propõe o
Hospital das Clínicas com a mudança
Por Hélio
Schwartsman, Articulista da Folha
O interessante
quando se tenta compreender a dupla porta é que
os argumentos apresentados pelos dois lados soam como corretos.
Se as contas
do superintendente do HC estiverem corretas, o resultado líquido da operação será o
aumento do número de atendimentos para os mais pobres
-uma excelente notícia.
Não obstante, os críticos têm razão
ao afirmar que a criação de duas categorias de
pacientes leva a encrencas éticas. De fato, se o HC quiser
atrair os planos de saúde, precisará atender seus
segurados em prazos relativamente curtos, o que significa que
eles passarão à frente dos usuários do SUS.
A "solução" do problema depende do objetivo
do HC. Se a meta é oferecer um tratamento igualitário,
como convém às instituições republicanas,
então a distorção introduzida pela dupla
porta é inaceitável. Se a missão é atender
ao maior número de pessoas possível, então
precisamos abraçar a ética utilitarista e aceitar
a lógica de que é preciso buscar novas fontes de
recursos.
Vale lembrar
que a não ampliação dos serviços
do HC já implica que menos pessoas terão acesso
a tratamento. A diferença é que, nesse caso, a
escolha de "quem vive e quem morre" não se explicita.
As decisões críticas são varridas para baixo
da fila única e republicana.
Médicos veem medida com preocupação
De
São
Paulo
A decisão de destinar aos planos de saúde 12%
dos atendimentos do HC é vista com "extrema preocupação" por
alguns médicos.
"Na prática haverá cidadãos de duas
categorias disputando o mesmo serviço: um pagante [particular]
e outro não pagante [SUS]. Será muito difícil
evitar que os não pagantes não acabem preteridos",
diz Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional
de Medicina de São Paulo.
Nacime Salomão Mansur, superintendente de dez hospitais "100%
SUS" afiliados à SPDM, Associação Paulista
para o Desenvolvimento da Medicina, critica a medida. "Imagine
dois pacientes necessitando de exames e de internação.
Um será atendido em uma semana. O outro, sem recursos,
terá de esperar até um ano. Como o gestor impedirá essa
distorção?"
Folha
de São
Paulo
Planos
de Saúde
ANS autoriza compra da Samcil pela GreenLine
A ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar) autorizou ontem a compra da Samcil pela GreenLine.
A Samcil
enfrenta problemas financeiros e a ANS havia determinado que
ela negociasse
sua carteira. A compra também prevê a
aquisição da Serma, convênio menor que havia
sido comprado pela Samcil.
Com a mudança, os associados da Samcil e da Serma passam
a ser atendidos pela rede da GreenLine, que fica obrigada a manter
as condições que eles tinham nos seus planos.
Até a conclusão desta edição, a
GreenLine não havia comentado oficialmente a transição.
Blog do Mario Lobato
ENSP
realiza inquérito eletrônico sobre gestão
hospitalar
Para identificar
e avaliar experiências inovadoras de
organização e gestão do cuidado hospitalar
do SUS, está disponível, na página da Escola
Nacional de Saúde Pública - ENSP, um inquérito
eletrônico voltado para hospitais públicos, privados
contratados ou filantrópicos em todo o país que
tenham 100 leitos ou mais. Compreendendo a natureza complexa
e multidimensional do cuidado em saúde, o trabalho volta-se
para a análise dos limites e possibilidades de implementação
de mudanças nos processos de trabalho em saúde
e de melhoria da qualidade da assistência hospitalar. O
inquérito tem como objetivo identificar e avaliar, nos
hospitais do SUS, experiências de organização
e gestão do cuidado, voltados para a introdução
de inovações gerenciais neste campo.
O mapeamento
será feito junto com os diretores, responsáveis
e gestores de hospitais brasileiros, por meio de um questionário
eletrônico padronizado, que será a base para a construção
do retrato das iniciativas do país. Entre os principais
produtos desta pesquisa estão a construção
de um banco de experiências brasileiras de organização
e gestão da atenção hospitalar pública,
além da organização de um catálogo
com as experiências mais relevantes de inovação/qualificação
da gestão do cuidado hospitalar.
O inquérito faz parte do projeto Avaliação
de Experiências Inovadoras no Âmbito da Organização
e Gestão da Atenção em Hospitais do SUS,
desenvolvido no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa,
Desenvolvimento e Inovação em Saúde Pública
(Inova-ENSP). O trabalho está sendo coordenado pela pesquisadora
Marilene de Castilho Sá, chefe do Departamento de Administração
e Planejamento em Saúde (Daps/ENSP). A pesquisa pretende
identificar experiências de organização e
gestão do cuidado e de introdução de inovações
gerenciais neste campo, num esforço para gerar conhecimento
aplicável ao enfrentamento dos problemas de qualidade
da assistência hospitalar no SUS.
De acordo
com Marilene, existem alguns produtos possíveis
dentro da pesquisa. "Entre os principais, destacam-se a
construção de um banco de experiências brasileiras
de organização e gestão da atenção
hospitalar pública, cujo acesso será aberto, e
a organização de um catálogo com as experiências
mais relevantes de inovação/qualificação
da gestão do cuidado hospitalar, que será divulgado
pela ENSP", comentou.
Segundo a
pesquisadora, "além do inquérito
eletrônico, as estratégias de investigação
também envolvem o levantamento das experiências
através de consulta às bases bibliográficas
pertinentes, objetivando a identificação de experiências
publicadas em artigos, livros, teses e dissertações;
a classificação, descrição e análise
das experiências levantadas por meio do inquérito;
e a realização de estudos de caso com experiências
mais relevantes selecionadas, incluindo visitas aos hospitais,
levantamento e análise de documentos e dados, entrevistas
individuais e em grupo com gestores e profissionais, entrevistas
com usuários e observações participantes
dos processos assistenciais".
Questionário
deve ser preenchido por porfissionais qualificados
Com relação à etapa do inquérito
eletrônico, de acordo com Marilene, é de extrema
importância que o questionário seja preenchido por
profissionais qualificados e que tenham conhecimento da realidade
hospitalar, pois é composto de perguntas essencialmente
técnicas e bastante específicas. "Queremos
saber sobre a assistência hospitalar, os processos de trabalho,
os protocolos assistenciais utilizados, os mecanismos, dispositivos
e processos de gestão do cuidado utilizados pelos hospitais,
entre outras condições importantes para a caracterização
e avaliação das iniciativas mais relevantes adotadas
pelos hospitais brasileiros com vistas à melhoria da qualidade
assistencial, do cuidado", apontou.
O questionário está organizado em dois módulos,
cada qual contendo blocos. O primeiro módulo é voltado
para a identificação e caracterização
geral do hospital, em termos de localização, porte,
perfil de complexidade, entre outros. Já o segundo visa
mapear as iniciativas inovadoras de organização
e gestão do cuidado hospitalar, com perguntas específicas
sobre os dispositivos de gestão do cuidado, práticas
assistenciais, processos de trabalho, condições
materiais e tecnológicas.
"Em uma fase mais avançada do projeto, também
acontecerão reuniões com gestores especialmente
convidados, professores e pesquisadores de outras instituições,
para uma profunda avaliação das experiências
mapeadas", falou Marilene entusiasmada, que continuou dizendo
que "um dos desafios é discutirmos o que de fato
pode ser considerado inovação neste campo, seu
impacto sobre a qualidade do cuidado e as possibilidades de implementação
dessas mudanças na realidade hospitalar brasileira".
Unidade
hospitalar recebeu login e senha para responder o questionário
Para responder
ao questionário, cada unidade hospitalar
recebeu, por meio de um ofício assinado pelo diretor da
ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, um convite com um login
e uma senha de acesso próprio. Vale ressaltar que os hospitais
com 100 leitos ou mais, que tenham interesse em responder ao
inquérito, mas não receberam o comunicado do grupo
de pesquisa, podem entrar em contato com a equipe da pesquisa
para mais informações pelo e-mail: inovahosp@ensp.fiocruz.br.
Além de Marilene, o projeto também conta com a
participação da pesquisadora do Daps/ENSP, na qualidade
de vice-coordenadora do projeto, Creuza da Silva Azevedo, dos
pesquisadores da Escola Sérgio Pacheco, Victor Grabois
e Otávio Porto, da pesquisadora-visitante do Daps Lilian
Miranda, da bolsista de pesquisa Marcela Cunha, da aluna de mestrado
Raquel Andrade Barros e da bolsista de iniciação
científica Herika Cristina da Silva, além de uma
equipe especialmente contratada para o contato telefônico
com os hospitais.
Folha
de São
Paulo
Venda
de genéricos cresce 32% no 1º tri
Vencimento de patentes de medicamentos populares, como o Viagra
e o Lipitor, ajuda a impulsionar vendas
Expansão é recorde para um primeiro trimestre
desde o surgimentos dos genéricos, em 2001
Por Mariana Barbosa
DE SÃO
PAULO
O aumento
da renda da população, aliado à expansão
do programa Farmácia Popular e ao lançamento de
novos produtos a partir de patentes recém-expiradas, está fazendo
as vendas de genéricos disparar.
As vendas
cresceram 32% no primeiro trimestre, ante igual período
do ano passado, e chegaram a 123,7 milhões de unidades.
Em faturamento, a alta foi de 37,4% (para R$ 1,7 bilhão),
na mesma base de comparação.
O crescimento,
recorde para um primeiro trimestre desde que o surgimento dos
genéricos, em 2001, acontece sobre uma
base de crescimento também recorde.
Em 2010,
o setor cresceu 33,1%, ante uma média ao longo
da década de 25% ao ano. Em faturamento, a alta no ano
foi de 37,7%, atingindo R$ 6,2 bilhões.
Os três medicamentos mais populares lançados como
genéricos no ano passado -atorvastatina (genérico
do Lipitor, de combate ao colesterol), valsartanta (do Diovan,
para hipertensão) e sildenafil (do Viagra, para disfunção
erétil)- já detêm, juntos, 3,8% do mercado,
em faturamento.
"As pessoas estão conseguindo comprar medicamentos
que antes não conseguiam", diz Odnir Finotti, presidente
da Pró Genéricos, associação das
indústrias de genéricos e responsável pelos
dados.
Finotti cita
o caso do medicamento contra colesterol alto, cuja caixa custava
cerca
de R$ 200 e agora pode ser encontrado por
R$ 80 a R$ 90 na versão genérica.
O programa
Farmácia Popular, que oferece medicamentos
gratuitamente mediante receita média, também está impulsionando
as vendas.
Os oito medicamento
oferecidos pelo programa já representam
14,6% das vendas da indústria, ante 12% no primeiro trimestre
do ano passado. Um grande impulso veio em fevereiro, quando o
governo incluiu na lista medicamentos de uso contínuo
para hipertensão e diabetes. "Quando o consumidor
descobrir que pode pegar o medicamento de graça na farmácia,
vai haver grande migração para a Farmácia
Popular", acredita Finotti.
ANVISA
Segundo a
Pró Genéricos, o setor também
ganhou um aliado no governo: a Anvisa. Desde o início
do ano, a nova diretoria da agência reguladora reabilitou
uma gerência exclusiva para o registro de genéricos.
Essa gerência exclusiva foi extinta na gestão de
Dirceu Raposo de Mello, durante o governo Lula. "Com a nova
gestão, o processo de registro está mais rápido",
diz Finotti.
No primeiro
trimestre, o número de novos genéricos
aprovados pela agência cresceu 72,5%. Foram 88 novos medicamentos,
ante 51 no ano passado.
Cópias de medicamentos de referência cuja patente
já expirou, os genéricos já detêm
24,1% do mercado farmacêutico nacional.
ANS
Informação às
operadoras sobre Ressarcimento ao SUS
Com o objetivo
de agilizar o processo de Ressarcimento ao SUS e imprimir mais
qualidade e segurança às informações,
a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desenvolveu
um novo padrão de apresentação em meio eletrônico.
Esse novo
modelo de distribuição de informações,
utilizando Schema/XML, estará disponível a partir
do lançamento do 30º Aviso de Beneficiário
Identificado (ABI). Além de já ser utilizado por
outros sistemas da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), como TISS, DIOPS, SIP e SIB, representa um padrão
amplamente utilizado por diversos sistemas de informação
do mercado.
O processo é similar ao já efetuado pelas Operadoras,
ou seja, deve utilizar o Programa Transmissor de Arquivos (PTA)
para realizar o download do arquivo XML do ABI (zipado), que
estará na opção "Receber arquivos da
ANS (downloads)" e deverá informar o Tipo de arquivo "ABX
- Aviso de Beneficiário Identificado - XML". Os arquivos
serão listados por data de disponibilização.
Feito isso, deverão descompactar o arquivo, que está no
formato .ZIP, e processar o XML. O nome do arquivo segue conforme
o exemplo ABXXML999999-20110128.ZIP, onde ABXXML é uma
constante, 999999 é o código da operadora e 20110128
a data de lançamento do ABI.
O download
do PTA pode ser feito no sítio eletrônico
da ANS em Planos de Saúde e Operadoras > Espaço
da Operadora > Aplicativos ANS. Neste endereço também
está disponível o manual do PTA.
O
Estado de São
Paulo
Anvisa
prioriza registro de remédios genéricos
e vendas aumentam 32%
Aprovação desse tipo de medicamento - que tem
ação idêntica ao de marca e custa 35% a menos
- cresceu 73% no primeiro trimestre deste ano, quando a nova
estratégia entrou em vigor; agência agora dá atenção à análise
de genéricos inéditos no mercado
Por Fernanda Bassette
Desde o início do ano, a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) passou a dar prioridade à análise
e ao registro de medicamentos genéricos em detrimento
dos de marca. Como consequência, no primeiro trimestre
foram aprovados 73% mais genéricos em comparação
com 2010.
A determinação do presidente da Anvisa, Dirceu
Barbano, já teve impacto: as vendas dos genéricos
- que possuem ação idêntica ao remédio
original - cresceram 32% no primeiro trimestre deste ano em comparação
com o mesmo período do ano passado. Segundo a Associação
Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos
(Pró-Genéricos), foram comercializadas 123,7 milhões
de unidades de genéricos nos três primeiros meses
do ano.
"O Estado olha para o interesse público, e a entrada
dessas drogas no mercado tem um impacto direto na redução
de 35% do preço", afirma Barbano. Com o crescimento
das vendas, esse tipo de medicamento passou a representar 25%
do mercado no País.
Para Odnir
Finotti, presidente da Pró-Genéricos,
o bom desempenho dos genéricos no mercado reflete o reconhecimento
da população às medidas do Ministério
da Saúde e da Anvisa.
De acordo
com Finotti, o fato de o governo federal entregar drogas para
hipertensão e diabete nas farmácias
populares de graça também ajudou a aumentar as
vendas.
"Os medicamentos desse programa são genéricos.
E têm o impacto do comodismo. As pessoas vão buscar
o remédio de graça e acabam comprando outros que
precisam", diz Finotti.
Ainda de
acordo com o presidente da Pró-Genéricos,
os dados do primeiro trimestre mantêm o mercado de genéricos
como o segmento que mais cresce no setor farmacêutico. "Alcançamos
25% de participação. Nunca crescemos tanto",
diz ele. O objetivo é chegar a 30% do mercado até o
fim de 2012.
Para pôr em prática a determinação,
a Anvisa estabeleceu um conjunto de medidas para priorizar a
aprovação.
Primeiro,
serão analisados os medicamentos genéricos
que são inéditos (aqueles que, por enquanto, só existem
os de marca no mercado). Depois, serão analisados os genéricos
pouco competitivos no comércio. Por fim, a Anvisa vai
avaliar os pedidos de registro de genéricos usados para
tratar doenças estratégicas para o Ministério
da Saúde, como diabete e hipertensão.
Prioridade.
Seguindo esses critérios, há 69 genéricos
em análise prioritária na Anvisa. Desses, 51 são
medicamentos novos - o que significa que, em poucos meses, 51
drogas inéditas poderão chegar ao mercado. Entre
elas, estão remédios para esquizofrenia, colesterol
e hipertensão.
Ao todo,
há pouco mais de mil pedidos de registro de
drogas genéricas e similares (medicamentos com ação
parecida com a do remédio original, mas que não
garantem o mesmo efeito clínico) em andamento na agência
e 13 pedidos de remédios de marca.
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br.
- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências
Unidas / AssPreviSite
13 de Maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Capacitar
o profissional de saúde a entender o processo
de integração da melhor evidência científica
com experiência clínica e a avaliação
individual do paciente.
Capacitar
o administrador de sistemas de saúde privado
ou público a entender a importância de gerir seu
sistema com base em evidências científicas de alta
qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.
Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante,
especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes,
em relação a acurácia e precisão
de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos
e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos
e preventivos.
Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar
a habilidade clínica e experiência passada para
identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente,
seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios
de intervenções potenciais.
Por avaliação individual do paciente entende-se
reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências
e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica
e que deve ser integrada numa decisão clínica.
Por tecnologia
de informação entende-se o uso
intensivo de indicadores, ferramentas de informática e
parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor
controle de qualidade e gestão.
Objetivos
específicos:
Ao final
do curso o participante deverá estar apto a:
* Reconhecer
a Medicina Baseada em Evidências como uma
maneira válida, útil e viável de melhorar
a sua prática médica com base em resultados de
pesquisas de boa qualidade.
* Elaborar
perguntas específicas e passíveis de
resposta científica para as diversas situações
clínicas.
* Realizar
uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos
médicos, utilizando métodos básicos
como as "clinical queries".
* Entender
a organização
e funcionamento das bases de dados informatizadas.
* Distinguir
os principais tipos de estudo, entender sua ligação
com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de
estudos com os níveis de evidências.
* Avaliar
criticamente artigos médicos de tratamento.
* Distinguir
diretrizes clínicas baseadas em evidências
das baseadas em consenso.
* Conhecer
os principais tipos de estudos de avaliação
econômica em saúde.
* Reconhecer
a importância das revisões sistemáticas
para o conhecimento em saúde.
* Conhecer
e utilizar as fontes de informação
com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence,
Evidence-Based Journals, etc).
* Transpor
para sua prática profissional os conhecimentos
de Saúde Baseada em Evidências.
* Reconhecer
as limitações das evidências
no contidiano clínico.
* Reconhecer
a importância da tecnologia de informação
integrada às evidências científicas para
a gestão de sistemas de saúde.
* Delimitar
as áreas de seu sistema de saúde onde
a tecnologia de informação poderá ser integrada
ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.
Instrutores
Dr. Otávio
Clark
Dr. Enéas José de
Mattos Faleiros
Público
Alvo
Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Legislação e gestão dos Hospitais Filantrópicos
Saúde
Business Web
A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes
do Estado de São Paulo (Fehosp) promove o 20º Congresso
de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares
de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São
Paulo, de 03 a 06 de maio, no Bourbon Atibaia SPA Resort, em
Atibaia, no interior de São Paulo.
O evento,
que este ano terá como tema “Filantropia:
o Brasil precisa muito de nós”, irá abordar
a atualização da nova lei da filantropia, incluindo
aspectos jurídicos e contábeis, além de
temas como parcerias estratégicas para a saúde,
voluntariado, gestão, entre outros assuntos voltados aos
profissionais da saúde e gestores de entidades.
O congresso
contará com a participação
de Wellington Nogueira, fundador e coordenador do grupo “Doutores
da Alegria”, Montserrat Dolz, diretora técnica do
Gesaworld, grupo especializado em assessoria hospitalar, da Espanha,
José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação
das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades
Filantrópicas) e diversos especialistas da saúde.
Também marcam presença no evento, diversos setores
governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde,
o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a
Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da
Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores
pensam da prática da filantropia.