04-05-11

 

Leia nesta edição:

- Comissão ouve CGU sobre fiscalização na saúde e na educação

- Senadores comentam situação da saúde enquanto aguardam ministro para audiência

- Ministro da Saúde fala aos senadores sobre os rumos do SUS

- Haddad classifica de “cortina de fumaça” demissão coletiva no Hospital Universitário de Brasília

- HC vai ampliar atendimento preferencial a plano privado

- É necessário decidir a que se propõe o Hospital das Clínicas com a mudança

- Planos de Saúde

- ENSP realiza inquérito eletrônico sobre gestão hospitalar

- Venda de genéricos cresce 32% no 1º tri

- Informação às operadoras sobre Ressarcimento ao SUS

- Anvisa prioriza registro de remédios genéricos e vendas aumentam 32%

Quarta-feira, 04.05.11

Agência Câmara de Notícias

Comissão ouve CGU sobre fiscalização na saúde e na educação

A Comissão de Fiscalização Financeira e Controle ouve hoje o ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Jorge Hage, sobre suas declarações em relação a falhas de fiscalização do governo nas áreas de saúde e educação, de acordo com matéria do jornal O Globo.

O debate é de iniciativa do deputado Delegado Waldir (PSDB-GO). Ele cita reportagem segundo a qual o ministro afirmou que os ministérios da Educação e da Saúde têm a pior fiscalização. O texto do jornal também informa que Jorge Hage apontou uma incidência maior de irregularidades na Saúde e na Educação, de acordo com fiscalizações in loco da CGU, e que os problemas se devem à falta de um acompanhamento com a devida transparência por parte do governo federal.

A reunião será realizada às 10 horas no plenário 9.

Agência Senado

Senadores comentam situação da saúde enquanto aguardam ministro para audiência

A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) afirmou ser necessário que o governo dê uma resposta ao povo brasileiro sobre a situação caótica da área de saúde no país. É isso que ela espera ouvir do ministro da área, Alexandre Padilha, que deve falar na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) dentro de instantes. O presidente da comissão, senador Jayme Campos (DEM-MT) também disse esperar ações concretas para solução dos inúmeros problemas nessa área.

A senadora Ângela Portela (PT-RR) disse concordar que a saúde é o maior problema da população brasileira, mas destacou o empenho do governo federal para melhorar o atendimento nessa área. Ela citou como exemplo o programa de prevenção e tratamento do câncer de mama e do colo do útero.

Os comentários acontecem enquanto os senadores aguardam a chegada de Alexandre Padilha, para audiência em que o ministro fará uma exposição sobre programas da pasta que comanda e sobre denúncias de desvios de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS).

Agência Senado

Ministro da Saúde fala aos senadores sobre os rumos do SUS

BRASÍLIA (Agência Senado) - "Temos consciência que hoje a Saúde é a grande preocupação da população brasileira". Assim o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, iniciou sua apresentação aos senadores da Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Ele apresenta os programas de sua pasta para os próximos quatro anos e os rumos do Sistema Único de Saúde (SUS), devendo também apresentar as medidas adotadas para combater desvios de recursos do sistema.

Na abertura da reunião, a senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) alertou para deficiências do Sistema Único de Saúde.

- Se o SUS não está dando a resposta que a população exige, vamos mudar o programa - frisou.

Para o senador Jayme Campos (DEM-MT), que preside a CAS, ao lado da falta de recursos, também falta ao setor de Saúde uma boa gestão.

Agência Brasil

Haddad classifica de “cortina de fumaça” demissão coletiva no Hospital Universitário de Brasília

Por Vladimir Platonow / Edição: Vinicius Doria

Rio de Janeiro - O ministro da Educação, Fernando Haddad, classificou hoje (3) de “cortina de fumaça” o pedido de demissão coletiva entregue ontem (2) pela diretoria do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (HUB) ao reitor José Geraldo Júnior. Os médicos são contra a Medida Provisória 520, em tramitação na Câmara dos Deputados, com objetivo de criar a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh).

“Eu penso que isso é uma cortina de fumaça para encobrir o que de fato está acontecendo no Hospital de Brasília. Havia problemas graves de entendimento sobre a administração do hospital entre a reitoria e a direção demissionária. Eu não vou aceitar essa cortina de fumaça”, afirmou Haddad, ao participar da aula magna da Academia Brasileira de Ciências.

O ministro defendeu a criação da Ebserh, que vai gerir os hospitais públicos universitários ligados ao Ministério da Educação. “Será uma empresa 100% pública, 100% SUS [Sistema Único de Saúde], para auxiliar e profissionalizar a administração dos hospitais.”

Haddad reafirmou que uma das condições para a criação da estatal é que a empresa atenda integralmente os pacientes do SUS, diferentemente da experiência considerada modelo no país, a do Hospital de Clínicas de Porto Alegre, ligado à Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), que também recebe clientes particulares e de planos de saúde. “O Hospital de Clínicas, quando foi criado, sequer existia SUS. A Constituição de 1988 estabeleceu o Sistema Único de Saúde e nós, do Ministério da Educação, estamos comprometidos com o aprimoramento do sistema. Tem que ser 100% SUS.”

Folha de São Paulo

HC vai ampliar atendimento preferencial a plano privado

Medida ajudará paciente do SUS, diz HC

Superintendente afirma que dinheiro dos planos de saúde financiará melhorias no serviço gratuito do hospital

Médicos ouvidos pela Folha temem diferença de tratamento entre pacientes do SUS e os que têm convênios

Por Laura Capriglione

De São Paulo

Símbolo mais vistoso da saúde universal, pública e gratuita no Brasil, o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP vai destinar 12% de seus atendimentos aos planos de saúde.

Com isso, o HC quadruplicará os serviços prestados a convênios (hoje, apenas 3% dos atendimentos são vendidos aos planos).

Boa parte dos médicos ouvidos pela Folha acredita que a ampliação do atendimento aos portadores de planos de saúde gerará diferenças de tratamento em relação aos pacientes do SUS.

A chamada "dupla porta" de acesso ao hospital acaba privilegiando os pacientes conveniados. Eles podem marcar consultas e realizar procedimentos eletivos com mais agilidade.

O projeto é defendido pelo superintendente do HC, o médico Marcos Fumio Koyama, 37. Mais jovem ocupante do cargo que já pertenceu a baluartes da medicina do país, como Enéas de Carvalho Aguiar e Vicente Amato Neto, Fumio acredita que a ampliação do atendimento aos planos de saúde possibilitará atender mais pacientes SUS "e melhor".

O doutor Fumio é um tipo peculiar de médico. A residência, ele fez em administração hospitalar. O mestrado, na Fundação Getulio Vargas. Calouro ainda na medicina da USP, ficava mais impressionado com o excesso de exames para diagnosticar um paciente, do que com a própria enfermidade.Formado, foi para a AIG Seguros. Especializou-se em ampliar a lucratividade do banco no negócio da saúde. Voltou para a Faculdade de Medicina da USP em 2007.

"Não acho que podemos nos contentar em ser, na rede pública, um arremedo do que é feito de melhor na iniciativa privada", diz.

Aritmética

Fumio diz que o dinheiro dos planos será usado para financiar melhorias no atendimento gratuito do HC, pago pelo SUS.

"Hoje, os planos pagam 3% dos atendimentos totais do HC. Mas o que eles pagam (R$ 100 milhões/ano) já responde por 10,6% das nossas receitas (R$ 940 milhões)."

Para o médico, cada "paciente com plano de saúde" gera recursos suficientes para o atendimento de três ou quatro "pacientes do SUS".

Segundo as contas, pagando por 12% dos procedimentos do HC, os planos de saúde injetariam recursos que poderiam alcançar até 40% do orçamento atual do hospital.

O paradigma desse modelo é o Instituto do Coração do HC, em que 18% dos leitos já são destinados a pacientes particulares, gerando 50% da receita (os 50% restantes são do tesouro público).

"Costuma-se dizer que o paciente plano de saúde tirará leitos dos pacientes SUS. É o contrário. O paciente do plano de saúde permitirá ampliar e melhorar o atendimento ao paciente do SUS."

Pesquisa feita neste ano no HC mostra que 11% dos atendimentos pelo SUS (gratuitos) foram prestados a pacientes que têm planos de saúde.

"Veja, 11% de pacientes de planos de saúde estão usando recursos do SUS -quando poderiam ser atendidos pelos planos. O que existe hoje é um Robin Hood ao contrário. Tira-se dos pobres para dar aos ricos. Por que não resolver isso em uma relação contratual normal?", indaga.

A ampliação do atendimento aos planos será gradual. O objetivo, diz Fumio, é concluir o projeto até o fim de seu mandato (quatro anos).

Folha de São Paulo

ANÁLISE

É necessário decidir a que se propõe o Hospital das Clínicas com a mudança

Por Hélio Schwartsman, Articulista da Folha

O interessante quando se tenta compreender a dupla porta é que os argumentos apresentados pelos dois lados soam como corretos.

Se as contas do superintendente do HC estiverem corretas, o resultado líquido da operação será o aumento do número de atendimentos para os mais pobres -uma excelente notícia.

Não obstante, os críticos têm razão ao afirmar que a criação de duas categorias de pacientes leva a encrencas éticas. De fato, se o HC quiser atrair os planos de saúde, precisará atender seus segurados em prazos relativamente curtos, o que significa que eles passarão à frente dos usuários do SUS.

A "solução" do problema depende do objetivo do HC. Se a meta é oferecer um tratamento igualitário, como convém às instituições republicanas, então a distorção introduzida pela dupla porta é inaceitável. Se a missão é atender ao maior número de pessoas possível, então precisamos abraçar a ética utilitarista e aceitar a lógica de que é preciso buscar novas fontes de recursos.

Vale lembrar que a não ampliação dos serviços do HC já implica que menos pessoas terão acesso a tratamento. A diferença é que, nesse caso, a escolha de "quem vive e quem morre" não se explicita. As decisões críticas são varridas para baixo da fila única e republicana.

Médicos veem medida com preocupação

De São Paulo

A decisão de destinar aos planos de saúde 12% dos atendimentos do HC é vista com "extrema preocupação" por alguns médicos.

"Na prática haverá cidadãos de duas categorias disputando o mesmo serviço: um pagante [particular] e outro não pagante [SUS]. Será muito difícil evitar que os não pagantes não acabem preteridos", diz Renato Azevedo Júnior, presidente do Conselho Regional de Medicina de São Paulo.

Nacime Salomão Mansur, superintendente de dez hospitais "100% SUS" afiliados à SPDM, Associação Paulista para o Desenvolvimento da Medicina, critica a medida. "Imagine dois pacientes necessitando de exames e de internação. Um será atendido em uma semana. O outro, sem recursos, terá de esperar até um ano. Como o gestor impedirá essa distorção?"

Folha de São Paulo

Planos de Saúde

ANS autoriza compra da Samcil pela GreenLine

A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) autorizou ontem a compra da Samcil pela GreenLine.

A Samcil enfrenta problemas financeiros e a ANS havia determinado que ela negociasse sua carteira. A compra também prevê a aquisição da Serma, convênio menor que havia sido comprado pela Samcil.

Com a mudança, os associados da Samcil e da Serma passam a ser atendidos pela rede da GreenLine, que fica obrigada a manter as condições que eles tinham nos seus planos.

Até a conclusão desta edição, a GreenLine não havia comentado oficialmente a transição.

Blog do Mario Lobato

ENSP realiza inquérito eletrônico sobre gestão hospitalar

Para identificar e avaliar experiências inovadoras de organização e gestão do cuidado hospitalar do SUS, está disponível, na página da Escola Nacional de Saúde Pública - ENSP, um inquérito eletrônico voltado para hospitais públicos, privados contratados ou filantrópicos em todo o país que tenham 100 leitos ou mais. Compreendendo a natureza complexa e multidimensional do cuidado em saúde, o trabalho volta-se para a análise dos limites e possibilidades de implementação de mudanças nos processos de trabalho em saúde e de melhoria da qualidade da assistência hospitalar. O inquérito tem como objetivo identificar e avaliar, nos hospitais do SUS, experiências de organização e gestão do cuidado, voltados para a introdução de inovações gerenciais neste campo.

O mapeamento será feito junto com os diretores, responsáveis e gestores de hospitais brasileiros, por meio de um questionário eletrônico padronizado, que será a base para a construção do retrato das iniciativas do país. Entre os principais produtos desta pesquisa estão a construção de um banco de experiências brasileiras de organização e gestão da atenção hospitalar pública, além da organização de um catálogo com as experiências mais relevantes de inovação/qualificação da gestão do cuidado hospitalar.

O inquérito faz parte do projeto Avaliação de Experiências Inovadoras no Âmbito da Organização e Gestão da Atenção em Hospitais do SUS, desenvolvido no âmbito do Programa de Apoio à Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação em Saúde Pública (Inova-ENSP). O trabalho está sendo coordenado pela pesquisadora Marilene de Castilho Sá, chefe do Departamento de Administração e Planejamento em Saúde (Daps/ENSP). A pesquisa pretende identificar experiências de organização e gestão do cuidado e de introdução de inovações gerenciais neste campo, num esforço para gerar conhecimento aplicável ao enfrentamento dos problemas de qualidade da assistência hospitalar no SUS.

De acordo com Marilene, existem alguns produtos possíveis dentro da pesquisa. "Entre os principais, destacam-se a construção de um banco de experiências brasileiras de organização e gestão da atenção hospitalar pública, cujo acesso será aberto, e a organização de um catálogo com as experiências mais relevantes de inovação/qualificação da gestão do cuidado hospitalar, que será divulgado pela ENSP", comentou.

Segundo a pesquisadora, "além do inquérito eletrônico, as estratégias de investigação também envolvem o levantamento das experiências através de consulta às bases bibliográficas pertinentes, objetivando a identificação de experiências publicadas em artigos, livros, teses e dissertações; a classificação, descrição e análise das experiências levantadas por meio do inquérito; e a realização de estudos de caso com experiências mais relevantes selecionadas, incluindo visitas aos hospitais, levantamento e análise de documentos e dados, entrevistas individuais e em grupo com gestores e profissionais, entrevistas com usuários e observações participantes dos processos assistenciais".

Questionário deve ser preenchido por porfissionais qualificados

Com relação à etapa do inquérito eletrônico, de acordo com Marilene, é de extrema importância que o questionário seja preenchido por profissionais qualificados e que tenham conhecimento da realidade hospitalar, pois é composto de perguntas essencialmente técnicas e bastante específicas. "Queremos saber sobre a assistência hospitalar, os processos de trabalho, os protocolos assistenciais utilizados, os mecanismos, dispositivos e processos de gestão do cuidado utilizados pelos hospitais, entre outras condições importantes para a caracterização e avaliação das iniciativas mais relevantes adotadas pelos hospitais brasileiros com vistas à melhoria da qualidade assistencial, do cuidado", apontou.

O questionário está organizado em dois módulos, cada qual contendo blocos. O primeiro módulo é voltado para a identificação e caracterização geral do hospital, em termos de localização, porte, perfil de complexidade, entre outros. Já o segundo visa mapear as iniciativas inovadoras de organização e gestão do cuidado hospitalar, com perguntas específicas sobre os dispositivos de gestão do cuidado, práticas assistenciais, processos de trabalho, condições materiais e tecnológicas.

"Em uma fase mais avançada do projeto, também acontecerão reuniões com gestores especialmente convidados, professores e pesquisadores de outras instituições, para uma profunda avaliação das experiências mapeadas", falou Marilene entusiasmada, que continuou dizendo que "um dos desafios é discutirmos o que de fato pode ser considerado inovação neste campo, seu impacto sobre a qualidade do cuidado e as possibilidades de implementação dessas mudanças na realidade hospitalar brasileira".

Unidade hospitalar recebeu login e senha para responder o questionário

Para responder ao questionário, cada unidade hospitalar recebeu, por meio de um ofício assinado pelo diretor da ENSP, Antônio Ivo de Carvalho, um convite com um login e uma senha de acesso próprio. Vale ressaltar que os hospitais com 100 leitos ou mais, que tenham interesse em responder ao inquérito, mas não receberam o comunicado do grupo de pesquisa, podem entrar em contato com a equipe da pesquisa para mais informações pelo e-mail: inovahosp@ensp.fiocruz.br.

Além de Marilene, o projeto também conta com a participação da pesquisadora do Daps/ENSP, na qualidade de vice-coordenadora do projeto, Creuza da Silva Azevedo, dos pesquisadores da Escola Sérgio Pacheco, Victor Grabois e Otávio Porto, da pesquisadora-visitante do Daps Lilian Miranda, da bolsista de pesquisa Marcela Cunha, da aluna de mestrado Raquel Andrade Barros e da bolsista de iniciação científica Herika Cristina da Silva, além de uma equipe especialmente contratada para o contato telefônico com os hospitais.

Folha de São Paulo

Venda de genéricos cresce 32% no 1º tri

Vencimento de patentes de medicamentos populares, como o Viagra e o Lipitor, ajuda a impulsionar vendas

Expansão é recorde para um primeiro trimestre desde o surgimentos dos genéricos, em 2001

Por Mariana Barbosa

DE SÃO PAULO

O aumento da renda da população, aliado à expansão do programa Farmácia Popular e ao lançamento de novos produtos a partir de patentes recém-expiradas, está fazendo as vendas de genéricos disparar.

As vendas cresceram 32% no primeiro trimestre, ante igual período do ano passado, e chegaram a 123,7 milhões de unidades. Em faturamento, a alta foi de 37,4% (para R$ 1,7 bilhão), na mesma base de comparação.

O crescimento, recorde para um primeiro trimestre desde que o surgimento dos genéricos, em 2001, acontece sobre uma base de crescimento também recorde.

Em 2010, o setor cresceu 33,1%, ante uma média ao longo da década de 25% ao ano. Em faturamento, a alta no ano foi de 37,7%, atingindo R$ 6,2 bilhões.

Os três medicamentos mais populares lançados como genéricos no ano passado -atorvastatina (genérico do Lipitor, de combate ao colesterol), valsartanta (do Diovan, para hipertensão) e sildenafil (do Viagra, para disfunção erétil)- já detêm, juntos, 3,8% do mercado, em faturamento.

"As pessoas estão conseguindo comprar medicamentos que antes não conseguiam", diz Odnir Finotti, presidente da Pró Genéricos, associação das indústrias de genéricos e responsável pelos dados.

Finotti cita o caso do medicamento contra colesterol alto, cuja caixa custava cerca de R$ 200 e agora pode ser encontrado por R$ 80 a R$ 90 na versão genérica.

O programa Farmácia Popular, que oferece medicamentos gratuitamente mediante receita média, também está impulsionando as vendas.

Os oito medicamento oferecidos pelo programa já representam 14,6% das vendas da indústria, ante 12% no primeiro trimestre do ano passado. Um grande impulso veio em fevereiro, quando o governo incluiu na lista medicamentos de uso contínuo para hipertensão e diabetes. "Quando o consumidor descobrir que pode pegar o medicamento de graça na farmácia, vai haver grande migração para a Farmácia Popular", acredita Finotti.

ANVISA

Segundo a Pró Genéricos, o setor também ganhou um aliado no governo: a Anvisa. Desde o início do ano, a nova diretoria da agência reguladora reabilitou uma gerência exclusiva para o registro de genéricos. Essa gerência exclusiva foi extinta na gestão de Dirceu Raposo de Mello, durante o governo Lula. "Com a nova gestão, o processo de registro está mais rápido", diz Finotti.

No primeiro trimestre, o número de novos genéricos aprovados pela agência cresceu 72,5%. Foram 88 novos medicamentos, ante 51 no ano passado.

Cópias de medicamentos de referência cuja patente já expirou, os genéricos já detêm 24,1% do mercado farmacêutico nacional.

ANS

Informação às operadoras sobre Ressarcimento ao SUS

Com o objetivo de agilizar o processo de Ressarcimento ao SUS e imprimir mais qualidade e segurança às informações, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) desenvolveu um novo padrão de apresentação em meio eletrônico.

Esse novo modelo de distribuição de informações, utilizando Schema/XML, estará disponível a partir do lançamento do 30º Aviso de Beneficiário Identificado (ABI). Além de já ser utilizado por outros sistemas da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), como TISS, DIOPS, SIP e SIB, representa um padrão amplamente utilizado por diversos sistemas de informação do mercado.

O processo é similar ao já efetuado pelas Operadoras, ou seja, deve utilizar o Programa Transmissor de Arquivos (PTA) para realizar o download do arquivo XML do ABI (zipado), que estará na opção "Receber arquivos da ANS (downloads)" e deverá informar o Tipo de arquivo "ABX - Aviso de Beneficiário Identificado - XML". Os arquivos serão listados por data de disponibilização. Feito isso, deverão descompactar o arquivo, que está no formato .ZIP, e processar o XML. O nome do arquivo segue conforme o exemplo ABXXML999999-20110128.ZIP, onde ABXXML é uma constante, 999999 é o código da operadora e 20110128 a data de lançamento do ABI.

O download do PTA pode ser feito no sítio eletrônico da ANS em Planos de Saúde e Operadoras > Espaço da Operadora > Aplicativos ANS. Neste endereço também está disponível o manual do PTA.

O Estado de São Paulo

Anvisa prioriza registro de remédios genéricos e vendas aumentam 32%

Aprovação desse tipo de medicamento - que tem ação idêntica ao de marca e custa 35% a menos - cresceu 73% no primeiro trimestre deste ano, quando a nova estratégia entrou em vigor; agência agora dá atenção à análise de genéricos inéditos no mercado

Por Fernanda Bassette

Desde o início do ano, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) passou a dar prioridade à análise e ao registro de medicamentos genéricos em detrimento dos de marca. Como consequência, no primeiro trimestre foram aprovados 73% mais genéricos em comparação com 2010.

A determinação do presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, já teve impacto: as vendas dos genéricos - que possuem ação idêntica ao remédio original - cresceram 32% no primeiro trimestre deste ano em comparação com o mesmo período do ano passado. Segundo a Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos (Pró-Genéricos), foram comercializadas 123,7 milhões de unidades de genéricos nos três primeiros meses do ano.

"O Estado olha para o interesse público, e a entrada dessas drogas no mercado tem um impacto direto na redução de 35% do preço", afirma Barbano. Com o crescimento das vendas, esse tipo de medicamento passou a representar 25% do mercado no País.

Para Odnir Finotti, presidente da Pró-Genéricos, o bom desempenho dos genéricos no mercado reflete o reconhecimento da população às medidas do Ministério da Saúde e da Anvisa.

De acordo com Finotti, o fato de o governo federal entregar drogas para hipertensão e diabete nas farmácias populares de graça também ajudou a aumentar as vendas.

"Os medicamentos desse programa são genéricos. E têm o impacto do comodismo. As pessoas vão buscar o remédio de graça e acabam comprando outros que precisam", diz Finotti.

Ainda de acordo com o presidente da Pró-Genéricos, os dados do primeiro trimestre mantêm o mercado de genéricos como o segmento que mais cresce no setor farmacêutico. "Alcançamos 25% de participação. Nunca crescemos tanto", diz ele. O objetivo é chegar a 30% do mercado até o fim de 2012.

Para pôr em prática a determinação, a Anvisa estabeleceu um conjunto de medidas para priorizar a aprovação.

Primeiro, serão analisados os medicamentos genéricos que são inéditos (aqueles que, por enquanto, só existem os de marca no mercado). Depois, serão analisados os genéricos pouco competitivos no comércio. Por fim, a Anvisa vai avaliar os pedidos de registro de genéricos usados para tratar doenças estratégicas para o Ministério da Saúde, como diabete e hipertensão.

Prioridade. Seguindo esses critérios, há 69 genéricos em análise prioritária na Anvisa. Desses, 51 são medicamentos novos - o que significa que, em poucos meses, 51 drogas inéditas poderão chegar ao mercado. Entre elas, estão remédios para esquizofrenia, colesterol e hipertensão.

Ao todo, há pouco mais de mil pedidos de registro de drogas genéricas e similares (medicamentos com ação parecida com a do remédio original, mas que não garantem o mesmo efeito clínico) em andamento na agência e 13 pedidos de remédios de marca.

AGENDA


- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- ClasSaúde 2011

Evento acontece na cidade de São Paulo, SP.

"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e Ambientais" é o tema central dos seis congressos que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Promovido pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde já se consolidou como palco das principais discussões que norteiam o setor.

Integram o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde; 2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão e Políticas em Saúde Mental.

O Congresso Latino-Americano é o evento internacional do ClasSaúde e está dividido em três módulos: Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse ano a questão ambiental entra em discussão.

O site do ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no ar no início de março e trará os programas dos eventos, composição das comissões científicas, valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias e demais informações sobre os eventos. As inscrições também estarão abertas no mesmo período, com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML (estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios Clínicos).

Data: De 25 a 28 de maio de 2011

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo, SP

Mais informações: http://www.classaude.com.br/


- Unidas: Regulação, análise e auditoria

Unidas / AssPreviSite

Auditoria e Análise de Contas Médico-Hospitalares e Controles em Sistemas de Saúde

26 e 27 de maio de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Promover o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação, análise e auditoria de prestação de serviços, através da introdução de conhecimento técnico e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação e auditoria no sistema suplementar; Composição da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas; Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia e utilização de tecnologia; Rediscussão de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar, monitoramentos entre outros).

Instrutor

DRA. MIYUKI GOTO

Público Alvo

Profissionais que atuam na área de: Análise de contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento aos usuários do sistema de saúde, autorização prévia, liberação de guias e senhas; Gestão e controles de planos de saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- Pós-graduação em Gestão do Ambiente em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Oferecido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo, a pós-graduação busca, através do desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e a utilização do sistema de climatização), a racionalização da utilização da água, a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para a formação de profissionais com uma visão gerencial no crescimento sustentável das instituições de saúde, valorizando a gestão alternativa.

Entre o conteúdo programático estão as disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança, Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.

A pós-graduação é voltada para profissionais com formação nas áreas de saúde, gestão de instituições públicas e privadas de saúde, administração, arquitetura, assistência social, biologia, bioquímica, engenharia, enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição, que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de saúde.

Com 396 horas/aula e 11 meses de duração, o curso tem início previsto para 19 de maio. As inscrições já estão abertas. Informações podem ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda através do site www.cbacred.org.br.


- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências

Unidas / AssPreviSite

13 de Maio de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Capacitar o profissional de saúde a entender o processo de integração da melhor evidência científica com experiência clínica e a avaliação individual do paciente.

Capacitar o administrador de sistemas de saúde privado ou público a entender a importância de gerir seu sistema com base em evidências científicas de alta qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.

Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante, especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes, em relação a acurácia e precisão de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos e preventivos.

Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar a habilidade clínica e experiência passada para identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente, seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios de intervenções potenciais.

Por avaliação individual do paciente entende-se reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica e que deve ser integrada numa decisão clínica.

Por tecnologia de informação entende-se o uso intensivo de indicadores, ferramentas de informática e parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor controle de qualidade e gestão.

Objetivos específicos:

Ao final do curso o participante deverá estar apto a:

* Reconhecer a Medicina Baseada em Evidências como uma maneira válida, útil e viável de melhorar a sua prática médica com base em resultados de pesquisas de boa qualidade.

* Elaborar perguntas específicas e passíveis de resposta científica para as diversas situações clínicas.

* Realizar uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos médicos, utilizando métodos básicos como as "clinical queries".

* Entender a organização e funcionamento das bases de dados informatizadas.

* Distinguir os principais tipos de estudo, entender sua ligação com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de estudos com os níveis de evidências.

* Avaliar criticamente artigos médicos de tratamento.

* Distinguir diretrizes clínicas baseadas em evidências das baseadas em consenso.

* Conhecer os principais tipos de estudos de avaliação econômica em saúde.

* Reconhecer a importância das revisões sistemáticas para o conhecimento em saúde.

* Conhecer e utilizar as fontes de informação com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence, Evidence-Based Journals, etc).

* Transpor para sua prática profissional os conhecimentos de Saúde Baseada em Evidências.

* Reconhecer as limitações das evidências no contidiano clínico.

* Reconhecer a importância da tecnologia de informação integrada às evidências científicas para a gestão de sistemas de saúde.

* Delimitar as áreas de seu sistema de saúde onde a tecnologia de informação poderá ser integrada ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.

Instrutores

Dr. Otávio Clark

Dr. Enéas José de Mattos Faleiros

Público Alvo

Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- Legislação e gestão dos Hospitais Filantrópicos

Saúde Business Web

A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) promove o 20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, de 03 a 06 de maio, no Bourbon Atibaia SPA Resort, em Atibaia, no interior de São Paulo.

O evento, que este ano terá como tema “Filantropia: o Brasil precisa muito de nós”, irá abordar a atualização da nova lei da filantropia, incluindo aspectos jurídicos e contábeis, além de temas como parcerias estratégicas para a saúde, voluntariado, gestão, entre outros assuntos voltados aos profissionais da saúde e gestores de entidades.

O congresso contará com a participação de Wellington Nogueira, fundador e coordenador do grupo “Doutores da Alegria”, Montserrat Dolz, diretora técnica do Gesaworld, grupo especializado em assessoria hospitalar, da Espanha, José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas) e diversos especialistas da saúde.

Também marcam presença no evento, diversos setores governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores pensam da prática da filantropia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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