Leia
nesta edição:
- Justiça veta de novo boicote médico
a plano
- Médicos
proibidos de cobrar extras
- Reforço
nos hospitais das cidades sedes
- Regras
para adaptação e migração
de contratos entram em vigor
- Blanver acirra briga por medicamento
- “Decisão da ANS pode prejudicar planos de saúde”
- “Inferno astral das operadoras dos planos de saúde”
- Estudo
vincula aumento do nível dos rios a epidemias
de cólera
- Médicos
proibidos de boicotarem os planos
- Troca de
plano de saúde antigo começa hoje
- Família ainda se recusa a doar órgãos
- Projeto
quer reimplantar doação presumida no
País
- Brasil faz campanha pelo aleitamento materno
- Genética
seria o fator mais importante na longevidade
- Cardiologistas ensinam a controlar o colesterol
- Prescrição impede indenização
- Paciente
recebe indenização por erro de exame
de HIV
- Super anticorpo pode levar a vacina universal contra gripe
- 10 Benefícios da TI na Saúde
- Movimento
da Reforma Sanitária entregará Agenda
Estratégica para a Saúde no Brasil ao Ministro
da Saúde
- DEM decide
obstruir votações enquanto pauta
for dominada por MPs
- Comissão
aprova regras para descarte de medicamentos
- Subcomissão discutirá sugestões para
legislação sobre saúde complementar
Quinta-feira, 04.08.11
Folha
de São
Paulo
Justiça veta de novo boicote médico
a plano
Por Cláudia
Collucci
Decisão judicial também não permite que
os profissionais cobrem "por fora" do paciente que
tem convênio
Conselho
Federal de Medicina vai recorrer; polêmica foi
criada após paralisação da categoria ocorrida
em 7 de abril
Uma nova
decisão judicial proíbe novamente os
médicos de boicotarem os planos de saúde ou cobrarem "por
fora" dos pacientes. Em maio, o CFM (Conselho Federal de
Medicina) obteve liminar que garantia esse direito.
A novela
começou há três meses, após
um despacho da SDE (Secretaria de Direito Econômico) do
Ministério da Justiça vetar a categoria de fazer
paralisações, como a de 7 de abril, quando houve
suspensão de atendimento a clientes dos planos.
A SDE, responsável por investigar casos de infração à concorrência,
entendeu que essas ações prejudicam os consumidores
e instaurou processo para a investigar a participação
de entidades médicas nas manifestações.
Ainda em
maio, o CFM conseguiu uma liminar que suspendia a decisão
do governo. Nela, o juiz Antonio Corrêa entendeu que a
SDE não tinha atribuição para deliberar
sobre a relação entre médicos e planos,
uma vez que cabe à secretaria combater irregularidades
praticadas por empresas, e não por profissionais individuais,
como no caso da medicina.
A SDE recorreu
e conseguiu, agora, que a liminar obtida pelos médicos fosse derrubada. O desembargador federal Daniel
Paes Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região
de Brasília, argumenta que "eventual prática
abusiva" que venha a ser praticada "não pode
ficar à margem de atuação da SDE".
Em nota,
o presidente do CFM, Roberto Luiz d'Avila, disse que o conselho
já foi notificado e que prepara recurso que
será impetrado nos próximos dias.
Correio Braziliense
Médicos
proibidos de cobrar extras
Por Ana
D,Ângelo
/ Gustavo Henrique Braga
Justiça cassa as decisões
liminares que permitiam aos profissionais exigir pagamento
extra dos conveniados e paralisar
atividades
O Tribunal
Regional Federal da 1ª Região cassou
as liminares que permitiam aos médicos cobrarem por procedimentos
e consultas de conveniados de planos de saúde, boicotarem
o atendimento, fazerem paralisações sem aviso prévio
e promoverem o descredenciamento em massa de determinadas operadoras.
A Advocacia-Geral da União conseguiu restabelecer as restrições
impostas em maio à categoria pela Secretaria de Direito
Econômico, do Ministério da Justiça.
Além de proibir os boicotes, a SDE determinou às
entidades representativas dos médicos que não estabeleçam
cobrança de taxas adicionais aos usuários pelas
consultas, por serem irregulares. Em abril, o Conselho Regional
de Medicina do Distrito Federal publicou resolução
autorizando os médicos a cobrarem taxa adicional de R$
60 por consulta realizada por meio de planos de saúde.
Mas, pressionado, revogou a resolução alguns dias
depois.
O ato administrativo
da SDE que fixou as restrições
foi suspenso por decisão da 9ª Vara Federal de São
Paulo, atendendo a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM),
da Associação Médica Brasileira e da Federação
Nacional dos Médicos.
Os médicos paulistas marcaram paralisação
do atendimento a clientes de planos de saúde a partir
de 1º de setembro, mas devem suspender o movimento. Em caso
de descumprimento das medidas, as entidades serão multadas
em R$ 50 mil por dia.
O CFM informou
que já foi notificado da decisão
do TRF e que vai recorrer. Segundo a entidade, a decisão
que suspende a liminar não analisou o mérito da
questão, mas somente a competência da SDE para impor
medidas restritivas. O presidente do conselho, Roberto Luiz d"Avila,
afirmou que o órgão "nunca autorizou a cobrança
de taxas extras para procedimentos e consultas, o que sempre
foi proibido pelo Código de Ética Médica".
Ao cassar
a liminar, o desembargador do TRF Daniel Paes Ribeiro argumentou
que,
em princípio, a atuação
das entidades médicas não representa intervenção
no cenário econômico. Mas, segundo ele, pode se
mostrar "exacerbada na defesa dos direitos dos seus associados
quando afeta usuários de planos de saúde, que podem
sofrer danos em virtude de eventual prática abusiva do
que se pode chamar de mercado de saúde".
Recusa
O supervisor
de vendas Adelmo Carneiro de Souza, 38 anos, paga em dia um
seguro de
saúde. Mas, na hora em que precisou
fazer uma cirurgia para troca de uma válvula mecânica
do coração, foi surpreendido com a cobrança
de R$ 15 mil pelo médico, que se recusou a atendê-lo
pelo plano. Diante da cobrança, ele aguarda há um
mês a solução do impasse.
"O médico disse que, ou eu pagava, ou o plano teria
de providenciar outro médico. Já o convênio
garante que cobre o procedimento e que, por contrato, o médico
não pode se recusar a me atender", relatou. O eletrotécnico
José Ivonei Oliveira, 35 anos, e sua mulher, Clebia Barboza,
33, reconhecem que a remuneração oferecida pelos
planos de saúde aos médicos é baixa, mas
avaliam que isso não é justificativa para punir
os consumidores.
"Quando houve o protesto dos pediatras, fomos obrigados
a pagar a consulta do nosso bolso e, até hoje, não
fomos ressarcidos pelo convênio. Deveria haver mais fiscalização
da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) para
garantir que os médicos sejam remunerados de maneira adequada",
disse Oliveira.
Correio Braziliense
Reforço
nos hospitais das cidades sedes
Por Juliana Braga
Ministério da Saúde e gestores dos locais que
receberão os jogos do Mundial definem medidas para melhorar
os serviços de urgência e emergência no SUS
Representantes
do Ministério da Saúde reúnem-se
com gestores municipais e estaduais, hoje e amanhã, em
Fortaleza, para traçar estratégias de como se preparar
para a Copa de 2014. A prioridade da pasta é a reestruturação
da rede de urgência e emergência do Sistema Único
de Saúde (SUS). Também será discutido como
prevenir epidemias de doenças comuns no Brasil ou trazidas
pelos estrangeiros. Espera-se a vinda de 600 mil torcedores de
outros países e a circulação, nas 12 cidades
sedes, de 3,3 milhões de brasileiros para assistir aos
jogos.
O Plano de
Fortalecimento de Urgência e Emergência
pretende melhorar o atendimento desde o momento em que o Serviço
Móvel de Atendimento de Urgência (Samu) faz o resgate
até a internação. "Não adianta
ter um bom serviço de remoção dos pacientes
se não houver nos hospitais equipes preparadas para receber
os pacientes ou leitos", afirma o coordenador da Câmara
Temática da Saúde para a Copa 2014, Adriano Massuda.
Entre as
ações previstas estão a capacitação
para o atendimento bilíngue, o aumento do número
de leitos e melhorias no sistema de regulação,
que trata da comunicação entre o Samu e os hospitais.
O plano depende de aprovação de secretários
de saúde estaduais e municipais, mas o coordenador da
Câmara espera que, no próximo semestre, ele comece
a ser executado. A previsão é de reestruturar o
sistema até 2013, quando o Brasil recebe a Copa das Confederações. "Sabemos
que fazer mudanças na área de saúde nunca é simples.
O importante é ver evolução", diz Massuda.
Segundo o
professor do Departamento de Saúde Coletiva
da Universidade de Brasília (UnB) Márcio Florentino,
somente com altos investimentos será possível atender
a demanda que será criada com a Copa de 2014. "É preciso
superar a falta de investimento desses anos todos. A estrutura
já não está dando conta da nossa demanda
interna."
Na reunião em Fortaleza, os gestores locais apresentarão
as condições do sistema de saúde de suas
cidades. Com essas informações, farão com
o ministério um plano de ações, identificando áreas
críticas e prioritárias. "O papel do ministério é coordenar
as ações. Quem executa são os governos locais",
enfatiza Adriano.
ANS
Regras
para adaptação e migração
de contratos entram em vigor
Passa a vigorar
nesta quinta-feira, dia 4 de agosto, a Resolução
Normativa nº 254 da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS), que dispõe sobre a adaptação
e migração de contratos individuais/familiares
e coletivos antigos. A resolução poderá beneficiar
cerca de nove milhões de usuários de planos de
saúde que hoje não são regulamentados pela
ANS, pois foram firmados antes de janeiro de 1999, quando entrou
em vigor a Lei nº 9.656/98, que regula o setor de planos
de saúde.
Com a nova
resolução, a ANS busca incentivar os
beneficiários a alterar seus contratos para que tenham
a segurança e as garantias trazidas pela regulamentação
do setor, tais como regras de reajuste, garantia às coberturas
mínimas obrigatórias listadas no Rol de Procedimentos
e Eventos em Saúde e, posteriormente, utilizar a Portabilidade
de Carências.
As principais
vantagens comuns à adaptação,
que se realiza por meio de um aditivo contratual, e à migração,
que é a celebração de um novo plano de saúde
dentro da mesma operadora, são:
- acesso
ao Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde e às
suas atualizações;
- vedação de nova contagem dos períodos
de carência;
- limitação do reajuste anual por variação
de custo para os planos individuais ao percentual divulgado e
autorizado pela ANS;
- adequação das faixas etárias
ao estatuto do idoso; e
- maior potencial
de efetividade na fiscalização
por parte da ANS.
Na adaptação, a operadora deve apresentar proposta
ao beneficiário, demonstrando o ajuste do valor a ser
pago relativo à ampliação das coberturas.
Este ajuste poderá ser até o limite máximo
de 20,59%.
Na migração, o consumidor deverá utilizar
o Guia de Planos de Saúde, disponível no site da
ANS, para verificar as opções de planos compatíveis
com o seu. O preço do plano compatível será o
valor dos planos disponíveis no mercado.
Valor
Econômico
Blanver acirra briga por medicamento
Por Mônica
Scaramuzzo
Depois de
mais de três décadas atuando nos bastidores
da indústria farmacêutica, o laboratório
nacional Blanver começa dar os primeiros passos para conquistar
seu espaço no mercado. A companhia começou a distribuir
este ano para o governo federal o Tenofovir, medicamento para
tratamento de pacientes com HIV e hepatite B.Em parceria com
a Fundação Ezequiel Dias (Funed), do governo do
Estado de Minas Gerais, a Blanver faz parte de um seleto grupo
de laboratórios que firmou parceria público-privada
com o Ministério da Saúde para reproduzir medicamentos
estratégicos aos pacientes do Sistema Único de
Saúde (SUS). O contrato para entrega dos primeiros lotes
do antirretroviral destinados a pacientes do SUS começou
a vigorar em maio e tem validade por cinco anos.
Há dois anos, o Ministério da Saúde anunciou
programa de estímulo a farmacêuticas nacionais para
transferência de tecnologia e produção de
importantes medicamentos voltados para a saúde pública,
cuja patente foi expirada.
Ao Valor,
Sérgio Frangioni, principal executivo da empresa,
afirmou que a companhia tem em seu "pipeline" outros
dois medicamentos em desenvolvimento que deverão ser colocados
no mercado a partir de 2012.
Fundada em
1980, a Blanver era um típico laboratório
farmoquímico produtor de excipientes - que contempla todos
os itens de um comprimido, exceto o princípio ativo. Fortemente
dependente das importações de insumos, a empresa
começou a diversificar seus negócios, uma vez que
o câmbio comprometia as margens de seu negócio.
Foi a partir dos anos 90 que a companhia começou a produzir,
de forma terceirizada, medicamentos para outros laboratórios
instalados no país.
Em 2007,
a companhia decidiu comprar um pequeno laboratório
da Biosintética, no Taboão da Serra, na Grande
São Paulo, que se tornou o quartel-general da companhia.
Desde então, o laboratório passou a se dedicar
ao desenvolvimento de medicamentos próprios.
Com faturamento
em torno de R$ 200 milhões, a empresa é a
terceira maior produtora de excipientes do mundo, atrás
da americana FMC e da alemã JRS. A participação
da companhia nacional nesse mercado é de 12%, mas Frangioni
disse que a empresa busca avançar nesse setor, que movimenta
globalmente, por ano, cerca de US$ 1 bilhão.
As exportações respondem por 40% dos negócios
da Blanver. Segundo Frangioni, a empresa poderá crescer
por meio de aquisições no mercado de excipientes.
Nos Estados Unidos, a companhia já possui um escritório
de distribuição. Parte desses excipientes também é comercializado
para indústrias de alimentos, sobretudo de refrigerados. "Algumas
substâncias são utilizadas em sorvetes", afirmou
o empresário. Esse segmento, embora represente 5% da receita
do grupo, tem um grande potencial de crescimento, principalmente
na industrialização de produtos funcionais.
De controle
familiar, a empresa foi fundada pelo pai do empresário,
que hoje preside o conselho de administração da
companhia. O dia a dia do negócio é tocado por
Frangioni e seus dois irmãos. "Mas temos uma gestão
profissionalizada”.
Saúde
Business Web
“Decisão da ANS pode prejudicar planos de saúde”
Segundo a
Abramge, novo rol acarretará mais dificuldade
para a sustentabilidade dessas operadoras, importantes na capilaridade
do sistema em todo país
A inclusão de mais 60 procedimentos médicos na
cobertura obrigatória dos planos de saúde poderá prejudicar
a situação financeira das operadoras, alertou a
Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge).
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou
na terça-feira a lista com cerca de 60 serviços
que terão de ser oferecidos pelos planos de saúde
a partir de janeiro de 2012.
“Segundo as operadoras de planos de saúde do segmento
da medicina de grupo, trata-se de um absurdo que pode custar
a falência de algumas operadoras, principalmente aquelas
de pequeno e médio porte. O novo rol acarretará mais
dificuldade para a sustentabilidade dessas operadoras, importantes
na capilaridade do sistema em todo país. Além disso,
o que preocupa é a falta de recursos técnicos e
humanos – médicos e equipamentos de alto custo – para
realizar esses novos procedimentos fora dos grandes centros”,
diz a Abramge, em nota.
Quando a
lista de serviços entrar em vigor, em 2012,
a ANS vai monitorar as operadoras, para detectar possíveis
reflexos financeiros. Caso isso venha a ocorrer, o custo adicional
será incluído no reajuste posterior das mensalidades
pagas pelos usuários, que é autorizado anualmente
pela ANS.
De acordo
com a agência, os novos serviços não
devem trazer aumento de despesas às operadoras de planos
de saúde, porque a maioria dos procedimentos autorizados é cirurgia
em vídeo, feitas por câmeras especiais. Ainda segundo
a ANS, a cirurgia em vídeo é menos invasiva do
que o método tradicional e reduz o tempo de internação
do paciente. Dos 60 novos procedimentos, 41 são cirurgias
desse tipo.
Na última revisão da lista de serviços,
feita em 2010, não foi identificado impacto financeiro
para o setor, segundo a agência. Naquela ocasião,
foram incluídos 80 procedimentos médicos. Em 2008,
quando também houve uma atualização da lista,
o impacto foi de 1,1%. A lista de cobertura obrigatória é revisada
a cada dois anos pela ANS.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar
(FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras, informou,
em nota, que os novos serviços serão rigorosamente
cumpridos pelas empresas filiadas.
Saúde
Business Web
“Inferno astral das operadoras dos planos de saúde”
Por Sandra Franco
A cada dois
anos, uma resolução da Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é publicada
com o escopo de atualizar o rol de procedimentos com cobertura
assistencial obrigatória para os planos de saúde.
As atenções voltam-se novamente ao cerco feito às
operadoras eàs consequências diversas, em especial
nas esferas jurídica e financeira.
De acordo
com a nova resolução, a partir de janeiro
de 2012, os convênios terão que custear 50 novos
procedimentos – podendo chegar a 60- alguns deles: cirurgia
de redução de estômago via laparoscopia,
terapia ocupacional, tomografia especial PET Scan (usada para
o diagnóstico de câncer) e tratamento ocular quimioterápico.
Se por um
lado, é possível comemorar a evolução
e o amadurecimento da agência reguladora de saúde
e, consequentemente, a conquista de direitos pela sociedade;
por outro, não se pode deixar de avaliar o impacto econômico
e jurídico de tais medidas. Afinal, é preciso que
tais novos custeios sejam efetivos e não apenas nominais.
A nominalidade garante a legalidade dos contratos, mas a falta
de efetividade, de cumprimento dos serviços previstosna
norma, torna-se um revés jurídico e abre as portas
do Judiciário para que inúmeras ações
exijam o cumprimento das obrigações pactuadas em
contrato.
Demandas
judiciais em excesso de um lado, prejuízo das
operadoras de outro. Desta forma, na prática, aquilo que,
em tese, cintilava como benefício imediato, pode piorar
a situação de milhões de brasileiros. Isso
porque, a médio e longo prazo, o impacto econômico
tenderia a provocar prejuízos em função
da escassez de recursos financeiros por parte das operadoras.
Só as fortes sobreviverão!
Publicada
pela ANS, no último dia 29 de julho, a Súmula
Normativa 19 dispõe sobre a comercialização
de planos privados de assistência à saúde
por parte das operadoras, tanto na venda direta, quanto na mediada
por terceiros. Essa norma visa garantir que não se desestimule,
impeça ou dificulte o acesso ou ingresso de beneficiários
em razão da idade, condição de saúde
ou por portar deficiência, inclusive pela adoção
de práticas ou políticas de comercialização
restritivas direcionadas a estes consumidores.
A não observância desses parâmetros sujeita
a operadora à Resolução 124 da ANS, de março
de 2006, que prevê a aplicação de penalidades
para as infrações à legislação
dos planos privados de assistência à saúde.
Entre elas: multa de R$ 50 mil por impedir ou restringir a participação
de consumidor em plano privado de assistência à saúde.
Para que
não se tenha dúvida momento de turbulência
que o sistema de saúde suplementar atravessa, vale acrescentar
que entrou em vigor um novo regime de regras de portabilidade
de carência (período no qual o usuário embora
pague as mensalidades, não tem acesso a maioria das coberturas
previstas no contrato). Pela Resolução252, publicada
em 29 de abril, os beneficiários têm o direito de
mudar de plano de saúde sem cumprir novos prazos de carência,
tal regra apenas atingia os beneficiários com contratos
chamados novos, após 1º de janeiro de 1999. As operadoras
tiveram 90 dias para se adaptarem às novas regras.
Outra novidade
está na Resolução 254, que
define regras para adaptação e migração
de contratos firmados até 1º de janeiro de 1999 com
planos de saúde, objetiva facilitar a mudança de
usuários de planos anteriores a 1999 para novos – sua
vigência inicia-se neste mês de agosto de 2011.
Segundo a
ANS, há 9 milhões de usuários
desses planos não normatizados que poderão usufruir
de vantagens até então restrita aos novos planos,
a exemplo: acesso ao rol atualizado de procedimentos e eventos
em saúde; vedação de nova contagem dos períodos
de carência; limitação do reajuste anual
por variação de custo para os planos individuais
ao percentual divulgado e autorizado pela ANS; adequação
das faixas etárias ao estatuto do idoso.
Na lista
das mais recentes, acrescente-se a Resolução
259 surpreendeu ao fixar prazos de 7 a 21 dias para que os usuários
dos planos de saúde possam ter a garantia da prestação
de serviços de saúde em menor tempo e em local
próximo ao seu domicílio.
Em que pese
o fato de a alteração dos contratos
dar segurança e garantias oferecidas pela regulamentação
do setor (Lei nº 9.656/98) é preciso considerar o
contrabalanço entre avanço jurídico-social
e jurídico-econômico. As novas regras forçam
as operadoras a reverem toda a sua operacionalidade atuarial
e, consequentemente, a viabilidade ou não de se manterem
no mercado, em tempos também de reivindicação
pelos médicos para aumento de seus honorários.
Para colocar
contra a parede as operadoras, a ANS certamente estudou o mercado
e analisou os riscos e benefícios a
que os usuários estarão sujeitos. Caso contrário,
não seria tão ostensiva ao lançar norma
sobre norma. Parece ser uma aposta de tudo ou nada: ou as operadoras
diminuem sua margem de lucro ou desaparecerão.
Agência
EFE
Estudo
vincula aumento do nível dos rios a epidemias
de cólera
Pesquisa
pode ajudar os cientistas a elaborar um sistema de alarmes
com vários meses de antecedência
As cheias
nos rios, acompanhadas de um aumento dos nutrientes e das algas
no oceano,
estão vinculadas às epidemias
de cólera, segundo um estudo publicado nessa quarta-feira
(3) no "American Journal of Tropical Medicine and Hygiene".
Os resultados
do estudo, liderado pelo cientista Shafiqul Islam, podem ajudar
os cientistas
a elaborar um sistema de alarmes com
vários meses de antecedência para mobilizar recursos
e, assim, diminuir o impacto das epidemias de cólera em
regiões pobres.
"O plâncton e a cólera estão relacionados
(...). A cólera aumenta quando há um aumento dos
nutrientes (que alimentam o plâncton) que fluem ao estuário",
disse Islam à Agência Efe, em entrevista por telefone.
"Esperamos que estudos como este nos ajudem a elaborar
um sistema de detecção precoce e a fazer prognósticos
com pelo menos dois ou três meses de antecedência.
Isso nos ajudará a mobilizar pessoal e recursos antes
que haja surtos de cólera", explicou o cientista.
O estudo
começou na baía de Bengal, onde os especialistas
analisaram 12 anos de dados, incluindo imagens de satélite
da Nasa (agência espacial americana) e os grandes caudais
dos rios Ganges, Brahmaputra e Meghna, que desembocam no delta
de Bengal.
Ali, os cientistas
determinaram que os caudais desses rios, que acarretavam nutrientes
do solo, eram a causa do florescimento
ou boom no fitoplâncton.
Esse aumento
de fitoplâncton, por sua vez, foi seguido
de um aumento do zooplâncton, que foi vinculado à bactéria
da cólera, "Vibrio cholerae", que vive e se
multiplica entre os dois tipos de plâncton em águas
salubres, onde o rio desemboca no mar, explicou Islam.
Ele disse
que, para comprovar a hipótese, sua equipe
ampliou o estudo às águas dos rios Orinoco e Amazonas,
na América do Sul, e no Congo. Segundo Islam, os especialistas
constataram "o mesmo fenômeno".
"Os processos físicos foram os mesmos. A beleza
disso é que não necessitamos analisar uma enorme
quantidade de dados", enfatizou Islam, professor da Faculdade
de Engenharia Ambiental e Civil da Universidade Tufts em Medford
(Massachusetts, EUA).
Segundo ele,
o estudo também deixou manifesto que, ao
contrário do que se achava até agora, os fatores
relacionados ao aquecimento global - como um aumento nas temperaturas
da superfície do mar - não conduzem diretamente
a um aumento dos surtos de cólera.
No entanto,
o aquecimento global sim poderia exercer um papel indireto
significativo,
ao contribuir para condições
muito extremas, como a seca e altos níveis de salinidade
e inundações, que podem elevar os surtos da cólera,
explicou o especialista.
Nos últimos nove meses, uma epidemia de cólera
no Congo já deixou centenas de mortos e mais de 100 mil
infectados, informou o mês passado a Organização
Mundial da Saúde (OMS).
Normalmente,
os surtos da doença ocorrem uma vez por
ano na África e na América Latina, embora em Bangladesh
(Sul da Ásia) surjam na primavera e no outono.
Islam liderou
outro estudo em 2009 que sugeriu uma conexão
entre a cólera e os níveis flutuantes no Ganges,
Brahmaputra e Meghna.
O Tempo
Médicos
proibidos de boicotarem os planos
Uma nova
decisão judicial proíbe novamente os
médicos de boicotarem os planos de saúde ou cobrarem "por
fora" dos pacientes. Em maio, o Conselho Federal de Medicina
(CFM) obteve liminar que garantia esse direito.
A novela
começou há três meses, após
um despacho da Secretaria de Direito Econômico (SDE), do
Ministério da Justiça, vetar as paralisações
da categoria, como a ocorrida em 7 de abril, quando houve suspensão
de atendimento a clientes dos planos.
A SDE, responsável por investigar casos de infração à concorrência,
entendeu que essas ações prejudicam os consumidores
e instaurou processo para a investigar a participação
de entidades médicas nas manifestações.
Ainda em
maio, o CFM conseguiu uma liminar que suspendia a decisão
do governo. Nela, o juiz Antonio Corrêa entendeu que a
SDE não tinha atribuição para deliberar
sobre a relação entre médicos e planos,
uma vez que cabe à secretaria combater irregularidades
praticadas por empresas, e não por profissionais individuais,
como no caso da medicina.
A SDE recorreu
e conseguiu, agora, que a liminar obtida pelos médicos fosse derrubada. O desembargador federal Daniel
Paes Ribeiro, do Tribunal Regional Federal da 1ª Região
de Brasília, argumenta que "eventual prática
abusiva" que venha a ser praticada "não pode
ficar à margem de atuação da SDE".
Em nota,
o presidente do CFM, Roberto Luiz d'Avila, disse que o conselho
já foi notificado e que prepara recurso que
será impetrado nos próximos dias.
Os médicos querem passar a receber dos planos R$ 80 por
consulta. Hoje, dizem, recebem em média R$ 30. Eles querem
ainda a inserção, no contrato com as operadoras,
de uma cláusula que preveja reajuste anual nos honorários,
com base no índice de aumento das mensalidades dos usuários
autorizado pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar).
A nova paralisação estava programada para setembro.
Paralisação
Abril. O
boicote médico feito em abril resultou na paralisação
de várias atividades, e somente os casos graves foram
atendidos. Os médicos também cobraram valor adicional
para atenderem pacientes de planos.
Agora
São
Paulo
Troca
de plano de saúde antigo começa hoje
Por Juliano Moreira
Os clientes
de operadoras de saúde que têm contratos
assinados antes de 1º de janeiro de 1999 podem, a partir
de hoje, atualizar os planos para usar as novas regras da ANS
(Agência Nacional de Saúde Suplementar).
O preço do plano adaptado não
deve ultrapassar 20,59%.
De acordo
com a ANS, quem optar pela mudança ganhará mais
opções no rol de procedimentos oferecidos pelo
convênio, tudo sem precisar cumprir carência (período
em que se paga o plano, mas não é possível
usá-lo).
O
Estado de São
Paulo
Família ainda se recusa a doar órgãos
Por Fernanda Bassette
Para ABTO,
que pela primeira vez analisou casos de negativa familiar,
número reflete falta de informação
dos brasileiros sobre o que é a morte cerebral e despreparo
das equipes no momento de abordar parentes
Apesar das
inúmeras campanhas de incentivo à doação
de órgãos no Brasil, metade das 1.736 famílias
abordadas no primeiro semestre deste ano se recusou a efetivar
a doação, segundo dados mais recentes da Associação
Brasileira de Transplante de Órgãos (ABTO).
Segundo a
ABTO, o número reforça a importância
de programas educacionais para a população e de
treinamento para os entrevistadores. Essa é a primeira
vez que a associação analisa os casos de negativa
familiar levando em consideração o número
exato de entrevistas feitas e não o número de potenciais
doadores - já que nem todas as famílias chegam
a ser consultadas.
Por exemplo:
no ano passado, a Bahia registrou 346 potenciais doadores e
107 famílias negaram a doação:
30,9%. Se for considerado o número de entrevistas feitas,
o porcentual aumenta. No primeiro semestre de 2011, foram registrados
174 potenciais doadores, mas apenas 102 entrevistas foram feitas.
Houve 66 recusas familiares - 64,7%.
O Maranhão é outro exemplo. Em 2010, eram 111
potenciais doadores e 37 negaram a doação, o que
gerou 33,3% de recusa. Nos primeiros seis meses de 2011, foram
identificados 40 potenciais doadores, mas apenas 14 famílias
foram entrevistadas. Dessas, 11 negaram a doação
- o que elevou a negativa para 78,6%.
Segundo Ben-Hur
Ferraz Neto, a ABTO mudou a forma de avaliar as negativas familiares
para não gerar porcentuais falsos. "Às
vezes não há tempo hábil para a equipe abordar
a família porque o paciente tem uma parada cardíaca
antes, o órgão piora ou o paciente tem outra contraindicação.
Essa família não pode entrar na estatística",
diz.
Ainda segundo
Ferraz Neto, esse número de negativas é "aceitável" para
o Brasil. Segundo ele, a falta de informação dos
familiares sobre o que realmente é a morte cerebral, o
despreparo da equipe no momento de abordar a família e
até a cultura brasileira são fatores que interferem.
Heder Murari
Borba, coordenador nacional da Central de Transplantes do Ministério da Saúde, diz que o número
de entrevistas familiares têm aumentado e as negativas
oscilam de acordo com o atendimento que a família recebeu
enquanto o paciente estava vivo.
"Se a família foi mal atendida durante a internação
daquele paciente, isso reflete diretamente na recusa em doar. É um
dado subjetivo, que varia muito."
Doador efetivo.
Apesar de as negativas familiares ainda serem altas, o número de doadores efetivos atingiu o recorde
dos últimos oito anos. Pela primeira vez o Brasil superou
a marca de 10 doadores por milhão.
No primeiro
semestre deste ano, 983 doadores tiveram seus órgãos
transplantados (o que representa 10,3 doadores por milhão
de pessoas). No mesmo período de 2010, foram 936 doadores
efetivos com órgãos transplantados (9,9 por milhão).
Segundo Borba,
a meta é chegar a 15 doadores efetivos
com órgãos transplantados por milhão de
pessoas. A Espanha, referência no assunto, registra 35
doadores por milhão. "Com capacitação
e treinamento, a meta do ministério é dobrar o
número absoluto de transplantes até o fim de 2015",
afirmou.
O
Estado de São
Paulo
Projeto
quer reimplantar doação presumida no País
Por Fernanda Bassette
Governo instituiu
a ideia em 1997, mas rejeição
causou seu cancelamento; projeto na Câmara quer reimplantá-la
Em 1997,
o governo federal instituiu a doação
presumida de órgãos no País. A ideia era
que todo cidadão seria um potencial doador quando morresse
e, caso contrário, deveria registrar a recusa no documento
de identidade.
A legislação não vingou e o então
presidente Fernando Henrique Cardoso pôs fim à doação
presumida - voltou então a valer a doação
consentida e a decisão de doar ou não os órgãos
caberia apenas aos familiares. Assim, as pessoas que pretendem
ser doadoras devem informar em vida sua vontade para a família.
Segundo Ben-Hur
Ferraz Neto, presidente da ABTO, como o governo não fez uma campanha intensa de conscientização
sobre a doação presumida, as pessoas interpretaram
a lei como sendo compulsória - o que gerou reações
contrárias. "A população não
foi preparada para isso. Mas, para a nossa cultura, é indiscutivelmente
melhor a família autorizar", avalia Ferraz.
Agora, um
outro projeto de lei está em trâmite
na Câmara dos Deputados, com o mesmo objetivo anterior
- instituir a doação presumida no País.
Heder Murari
Borba, do Ministério da Saúde, diz
ser pessoalmente favorável à doação
presumida, mas acha difícil que ela volte a existir no
Brasil por questões culturais e religiosas.
"O padrão cultural brasileiro é o núcleo
familiar. E questões religiosas não se resolvem
com decretos ou lei. Acho que a tendência é mantermos
o consentimento familiar", diz Borba.
Site
do Deputado Darcísio
Perondi
Brasil faz campanha pelo aleitamento materno
Leite
materno é “sangue branco”, afirma o
deputado Darcísio Perondi
Na Semana
Mundial de Aleitamento Materno, o Ministério
da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria lançaram
a campanha “Apoie a Mulher que Amamenta: Seja um amigo
do Peito”, que tem como madrinha a atriz Juliana Paes.
O objetivo é apoiar as mães para que tenham condições
de amamentar seus filhos e cumprir a determinação
da Organização Mundial de Saúde (OMS), que
recomenda que 80% das crianças, menores de seis meses,
tenham no aleitamento materno um alimento exclusivo.
O ministro
Alexandre Padilha explicou que, para atingir esta meta, é preciso um esforço, não apenas do
governo, como também de outros setores da sociedade. Os
empresários podem contribuir aderindo à licença
maternidade de seis meses. Os familiares podem assumir tarefas
domésticas para que as mães tenham mais tempo para
alimentar seus filhos, e os profissionais de saúde devem
orientar as mães e gestantes sobre os benefícios
da amamentação.
Para o deputado
Darcísio Perondi (PMDB-RS), que é médico
pediatra e presidente da Frente Parlamentar da Saúde,
amamentar é tão bom para a mãe quanto é para
o bebê. “É um sangue branco”, afirmou.
O ministério da Saúde também lançou
o Guia dos Direitos da Gestante, uma publicação
conjunta com a Unicef (Programa das Nações Unidas
para a Infância), que visa capacitar os agentes multiplicadores
sobre os direitos das mães à amamentação.
O deputado
Darcísio Perondi explica a importância
do aleitamento materno:
Qual
a importância do aleitamento para a mãe?
Perondi – Como pediatra, não posso deixar de parabenizar
o Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira
de Pediatria pelo lançamento da campanha em favor do aleitamento.
Dar de mamar é muito bom para a mãe. Ela tem menos
sangramento após o parto, menos chances de contrair câncer
de mama e de ovário. A mãe, além de ir menos
ao médico e à farmácia, dará o melhor
alimento que existe no mundo para seu filho, que é o leite.
E
para o bebê, quais os benefícios?
Perondi – O leite materno é vital. Primeiro porque é um
alimento que não tem intermediário. Não
tem lata, não tem mamadeira, não tem fogão. É um
alimento que sai direto do peito da mãe para a boca do
bebê. As vantagens para o bebê são extraordinárias.
Foi comprovado pela ciência e eu confirmei nas minhas atividades
como pediatra, que o bebê que mama exclusivamente no peito
nos primeiros seis meses de vida não fica doente. E se
ficar doente, melhora e se recupera rapidamente. Ele quase não
contrai infecções intestinais ou respiratórias.
Ele não baixa hospital. O porto seguro para o recém
nascido é o peito da mãe, que também tem
um significado de ordem emocional. O bebê vê segurança
e proteção na mãe e isso o tornará,
com certeza, um adulto mais seguro na vida.
Tem
mãe que reclama quando o leite está ralo,
aguado, e acha que esse leite não serve para o bebê.
Todo leite é bom?
Perondi – Todo leite da mãe é bom, completo
e perfeito. Ele tem anticorpos, que são verdadeiros soldadinhos.
Eles atacam qualquer infecção intestinal ou respiratória
que possa haver no bebê. O bebê quando mama no peito
não precisa tomar água ou chá nos intervalos
da amamentação.
Existe
algum horário específico para o bebê mamar?
Perondi – O Bebê deve sugar, sugar bem. Além
do mamilo, ele deve pegar também na auréola do
seio. Quanto mais o bebê mamar, mais vai estimular a produção
de leite. Não há horário específico.
As vezes o bebê quer mamar de hora em hora. Em outro dia,
quer mamar de quatro em quatro horas. A mãe deve dar o
peito conforme a demanda, conforme a fome do bebê. Fixar
horário pode prejudicar a fábrica de leite, que é a
mãe. É importante que a mãe ofereça
sempre os dois seios em cada mamada. Na mamada seguinte, a mãe
deve priorizar o seio que o bebê mamou menos. Dessa forma,
os dois seios serão estimulados na produção
de leite e esse bebê terá condições
de mamar até os seis meses de vida. A campanha lançada
pelo Ministério da Saúde é importante. Gostaria
de enviar um recado aos médicos pediatras, obstetras,
agentes de saúde e enfermeiras: vamos entrar nessa campanha
fortemente para aumentar a amamentação. Vamos reavaliar
como está a amamentação aí no seu
posto de saúde, aí na sua clínica, aí no
seu hospital. Vamos rever e checar as rotinas, para aumentarmos
o número de mães que amamentam.
É preciso aumentar também
a quantidade de banco de leite?
Perondi – O Brasil é campeão na quantidade
de bancos de leite. Temos mais de mil em todo o País.
Na minha região, no Noroeste do Rio Grande do Sul, tem
o banco de leite do Hospital de Caridade de Ijuí, que é referência.
Tem também em Santo Ângelo. Esses bancos ajudam.
Em 1978, eu ainda não era deputado, a amamentação
estava baixa e nós fizemos uma grande campanha, que passou,
inclusive, pela Secretaria Estadual de Saúde, pelo Ministério
da Saúde e pelas universidades. Os pediatras se envolveram
e criamos o banco de leite. Na realidade o leite materno é como
o sangue. É um verdadeiro sangue branco, que só faz
bem.
O
bebê deve beber exclusivamente leite nos primeiros seis
meses de vida. Mas o senhor mencionou o chá. O bebê pode
tomar chá?
Perondi – Não. O bebê que mama no peito não
precisa de chá ou água. Já a mãe,
precisa beber, no mínimo, seis litros de líquido
por dia. Pode ser apenas água, mas é importante
que ela tome líquido para ajudar na produção
do leite.
Portal G1
Genética
seria o fator mais importante na longevidade
A genética parece ter um papel mais importante na longevidade
do que o estilo de vida. É o que sugere estudo realizado
por pesquisadores do Instituto de Pesquisa do Envelhecimento
da Escola de Medicina Albert Einstein, da Universidade Yeshiva
de Nova York. Os autores observaram que judeus askenazis que
viveram 95 anos ou mais não tinham hábitos e estilo
de vida melhores do que os da população em geral.
Por exemplo,
os homens do grupo consumiam um pouco mais bebida alcoólica e se exercitivam menos. No estudo publicado
na edição on line da revista da Sociedade Americana
de Geriatria, o pesquisador Nir Barzilai afirma que os centenários
podem ter genes adicionais de longevidade que os ajudam a aliviar
os efeitos nocivos de um estilo de vida pouco saudável.
Os autores
acompanharam 477 judeus askenazis _ oriundos da Europa central
e oriental
_ de 95 a 122 anos, sendo 75% mulheres. Os
askenazis são geneticamente mais uniformes do que outras
populações e, por isso, foram selecionados para
participar da pesquisa. Eles foram comparados com 3.164 pessoas
nascidas no mesmo período.
Apesar dos
resultados, os cientistas dizem que não se
deve confiar na genética e que o mais importante é cuidar
da saúde.
Portal G1
Cardiologistas ensinam a controlar o colesterol
Pesquisa
realizada no Clinic Check-up HCor – Hospital
do Coração com 1.252 indivíduos de 30 a
55 anos mostrou que 43% dos homens estão com colesterol
ruim, o LDL, elevado, isto é, igual ou acima de 130 mg/dl.
Entre as mulheres, 30,4% apresentaram colesterol maior ou igual
a 130 mg/dL. Outros trabalhos indicam que 20% da população
mundial têm LDL acima do ideal.
E o controle
do colesterol é fundamental para evitar
o risco de sofrer doenças nas artérias coronárias,
responsáveis por levar oxigênio ao coração
através do sangue. Os níveis de colesterol aumentam
quando a pessoa consome gorduras saturadas, como carnes gordurosas,
pele de frango, leite e derivados de leite integrais, presentes
também em alguns alimentos de origem vegetal (azeite de
dendê, gordura de coco), além de gordura trans do
processo de hidrogenação industrial, que transforma óleos
vegetais líquidos em gordura sólida.
Já as gorduras polinsaturadas presentes em óleos
como soja, girassol e peixes como sardinha, atum e salmão,
não aumentam o colesterol, da mesma forma que os alimentos
ricos em gorduras monoinsaturadas, como azeite, abacate e frutas
oleaginosas (nozes e castanhas).
O ideal é começar a controlar o colesterol a partir
dos 20 anos e repetir o exame a cada cinco anos se os resultados
estiverem normais. Quem tem parentes de primeiro grau com colesterol
alto, sobretudo o pai ou a mãe, deve verificar seus níveis
mais precocemente e, em algumas situações, até mesmo
na infância.
É importante fazer exercícios físicos regularmente
e ter uma alimentação saudável, ensina o
cardiologista César Jardim, supervisor do Clinic Check-up
HCor.
Âmbito Jurídico
Prescrição impede indenização
Prescrição impede indenização a
mãe que perdeu a filha por suposto erro médico
O Superior
Tribunal de Justiça (STJ) negou indenização
por danos morais à mãe de criança morta
aos seis meses de idade em decorrência de suposto erro
médico durante o parto. Os ministros da Primeira Turma
consideraram que houve prescrição da pretensão
indenizatória, pois o pedido de compensação
foi feito sete anos após o ocorrido, enquanto o prazo é de
cinco anos. A mãe sustentou que a prescrição
deveria ter sido suspensa por conta de investigação
que demorou anos no âmbito do Ministério Público
(MP) do Rio Grande do Sul.
A equipe
médica do hospital, que fica em Porto Alegre
e na época pertencia à União, teria realizado
parto normal mesmo ciente de eventuais riscos desse procedimento
por conta do enrolamento do cordão umbilical no pescoço
da menina, que passou a depender de apoio mecânico para
sobreviver. A mãe procurou, então, o MP do estado
para pedir providências que assegurassem os equipamentos
vitais para a filha, como respirador, sonda e aspirador.
No pedido
de indenização por danos morais, feito
sete anos depois do suposto erro médico, a mãe
declarou seu sofrimento por ter visto a filha “morrer lentamente
durante seis meses”. Mas o Tribunal Regional Federal da
4° Região negou o pedido, por entender que o direito
de indenização da mãe havia prescrito após
cinco anos do fato, de acordo com o artigo 1° do Decreto-Lei
20.910/32.
O acórdão considerou ainda que a suspensão
da prescrição por conta de apuração
dos fatos “somente se aplica em relação às
reclamações levadas a efeito perante o ente público
responsável pelo exame da pretensão e pela indenização
pelo dano”. De acordo com o tribunal regional, o MP “tem
atribuições de zelar pela ordem pública
e pela proteção dos interesses individuais indisponíveis,
não sendo incumbido da defesa de interesses de cunho eminentemente
particulares”, como no caso da indenização.
No recurso
interposto no STJ, a mãe alegou ofensa ao
artigo 4° do Decreto-Lei 20.910, segundo o qual “não
corre a prescrição durante a demora que, no estudo,
no reconhecimento ou no pagamento de dívida considerada
líquida, tiverem as repartições ou funcionários
encarregados de estudar e apurá-la”. Sustentou,
ainda, que esse dispositivo legal “reporta-se apenas à repartição
pública, em momento algum aduz que sua aplicação
somente se opera às reclamações levadas
a efeito perante o ente público responsável pelo
exame da pretensão e pela indenização pelo
dano”, como entendeu o tribunal.
A mãe afirmou ainda que o MP detém competência
para apuração dos fatos e da responsabilidade por
eventual ilícito penal, cível ou administrativo
na má prestação de serviço público
de saúde, e que, após a apuração,
ela poderia inclusive postular diretamente o pagamento dos danos,
sem a necessidade de ação de conhecimento para
definição da responsabilidade civil.
Para o relator
do caso no STJ, ministro Teori Zavascki, “a
intervenção do Ministério Público,
na origem, procurou tutelar interesse de menor incapaz, de acordo
com as atribuições constitucionais e legais do órgão”.
Contudo, com o pedido de indenização por danos
morais, “o que se discute é o alegado direito de
natureza indenizatória cujo titular é a mãe
da criança, matéria que é totalmente estranha às
atribuições do Ministério Público,
na medida em que se trata de interesse claramente disponível”.
O relator
acrescentou que “não há, portanto,
como atribuir a essa intervenção específica
do Ministério Público, na defesa dos interesses
de menor impúbere, qualquer efeito suspensivo relativo à prescrição
da pretensão indenizatória”, não podendo
ser aplicado o artigo 4° do Decreto-Lei 20.910. A decisão
foi unânime.
Processo REsp 1068792
Portal Verdes Mares
Paciente
recebe indenização
por erro de exame de HIV
Uma mulher
vai receber do Governo do Estado uma indenização
de R$ 100 mil por ter recebido um diagnóstico errado de
HIV. A paciente estava com dengue e se internou em um hospital,
foi submetida a outros exames e o teste de HIV deu positivo -
mas estava errado.
Os exames
foram entregues à paciente pelo Centro de Hematologia
e Hemoterapia do Ceará (Hemoce). Ao receber o exame com
resultado positivo, por sua vez, a paciente ficou transtornada
e considerou a possibilidade de suicídio. A mulher teria
considerado, ainda, tirar a vida do próprio filho, de
seis meses, por achar que ele estava contaminado.
Mãe e filho serão
indenizados
A paciente
repetiu o exame e, então, descobriu o equívoco
do Hemoce. Por conta do trauma sofrido, a paciente entrou com
uma ação na Justiça. Ela será indenizada
em R$ 100 mil. Seu filho também será indenizado,
no valor de R$ 50 mil.
“Não é, absolutamente, o preço da
dor, mas representa o mínimo que deve ser assegurado àqueles
que sofreram os impactos psicológicos de um resultado
falso positivo em caso de sorologia para anti-HIV”, afirma
a relatora do processo, desembargadora Sérgia Maria Mendonça
Miranda.
Determinação não
foi cumprida
A relatora
disse ainda que o Estado errou ao entregar o exame sem encaminhar
a paciente
a um serviço de referência,
descumprindo assim determinação da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária.
Enfermagem Atualizada
Super anticorpo pode levar a vacina universal contra gripe
Cientistas
suíços descobriram um anticorpo que
ataca todos os tipos de vírus da gripe (influenza A),
incluindo gripe suína, gripe aviária, e gripe espanhola.A
pesquisa, publicada na revista Science, pode ser uma rota segura
para o desenvolvimento de uma vacina universal contra a gripe,
que não precise ser refeita todos os anos.“Este
trabalho representa um desenvolvimento entusiasmador na pesquisa
sobre a gripe porque ele lida com um problema que surge quando
um novo vírus, contra o qual a população
tem uma imunidade limitada, se transfere e se espalha entre humanos,” disse
o Dr. Steven Gamblin, que descobriu o novo anticorpo juntamente
com seus colegas John Skehel e Antonio Lanzavecchia.Super anticorpoDepois
de analisarem mais de 100.000 amostras de células imunológicas
de pacientes que tiveram gripe ou que tomaram uma vacina sazonal
contra a gripe, os cientistas isolaram o super anticorpo.Chamado
FI6, o anticorpo ataca uma proteína encontrada na superfície
de todos os vírus da influenza A, chamada hemaglutinina.A
hemaglutinina tem sido o alvo de todas as tentativas de neutralizar
os vírus da gripe.Mas isso não é fácil
porque a proteína passa por um processo contínuo
de evolução, forçada pela pressão
dos anticorpos que a atacam. É por isso que é necessário
refazer as vacinas contra a gripe todos os anos.HemaglutininaGeneticamente,
há 16 subtipos de hemaglutinina nos vírus da gripe,
que formam dois grupos.Os anticorpos normalmente neutralizam
as cepas homólogas dentro de um dado subtipo, e novas
vacinas têm que ser produzidas a cada ano para coincidirem
com essas cepas.Já haviam sido descobertos anticorpos
capazes de neutralizar vários subtipos da proteína
dentro do grupo 1 ou do grupo 2.Mas esta é a primeira
vez que se identifica um anticorpo capaz de atacar todos os 16
subtipos dos vírus dos grupos 1 e 2.Fonte:Metralhadora
imunológica
Cientistas
suíços descobriram um anticorpo que
ataca todos os tipos de vírus da gripe (influenza A),
incluindo gripe suína, gripe aviária, e gripe
espanhola.
A pesquisa,
publicada na revista Science, pode ser uma rota segura para
o desenvolvimento
de uma vacina universal contra
a gripe, que não precise ser refeita todos os anos.
“Este trabalho representa um desenvolvimento entusiasmador
na pesquisa sobre a gripe porque ele lida com um problema que
surge quando um novo vírus, contra o qual a população
tem uma imunidade limitada, se transfere e se espalha entre humanos,” disse
o Dr. Steven Gamblin, que descobriu o novo anticorpo juntamente
com seus colegas John Skehel e Antonio Lanzavecchia.
Super anticorpo
Depois de
analisarem mais de 100.000 amostras de células
imunológicas de pacientes que tiveram gripe ou que tomaram
uma vacina sazonal contra a gripe, os cientistas isolaram o super
anticorpo.
Chamado FI6,
o anticorpo ataca uma proteína encontrada
na superfície de todos os vírus da influenza A,
chamada hemaglutinina.
A hemaglutinina
tem sido o alvo de todas as tentativas de neutralizar os vírus
da gripe.
Mas isso
não é fácil porque a proteína
passa por um processo contínuo de evolução,
forçada pela pressão dos anticorpos que a atacam. É por
isso que é necessário refazer as vacinas contra
a gripe todos os anos.
Hemaglutinina
Geneticamente,
há 16 subtipos de hemaglutinina nos vírus
da gripe, que formam dois grupos.
Os anticorpos
normalmente neutralizam as cepas homólogas
dentro de um dado subtipo, e novas vacinas têm que ser
produzidas a cada ano para coincidirem com essas cepas.
Já haviam sido descobertos anticorpos capazes de neutralizar
vários subtipos da proteína dentro do grupo 1 ou
do grupo 2.
Mas esta é a primeira vez que se identifica um anticorpo
capaz de atacar todos os 16 subtipos dos vírus dos grupos
1 e 2.
TI Medicina
10
Benefícios da TI na Saúde

CEBES / Abrasco
Movimento
da Reforma Sanitária entregará Agenda
Estratégica para a Saúde no Brasil ao Ministro
da Saúde
A presidenta
do Cebes, Ana Costa, participará da atividade.
A solenidade de entrega do documento será precedida por
uma reunião preparatória, no dia 04 de agosto.
Encontro é aberto a todos os interessados.
O Movimento
da Reforma Sanitária entregará uma
proposta de Agenda Estratégica para a Saúde no
Brasil ao Ministro Alexandre Padilha, durante a reunião
marcada para o próximo dia 05 de agosto, das 12h às
14h30, na Tenda da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz),
no Rio de Janeiro. A solenidade será precedida por uma
reunião preparatória, no dia 04 de agosto, no salão
internacional da Escola Nacional de Saúde Pública
Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), às 14h, aberta a todos os
militantes da Reforma Sanitária. O Centro Brasileiro de
Estudos de Saúde, que assina o documento, será representado
pela presidenta da instituição Ana Maria Costa.
Considerando
que o evento acontecerá em simultâneo
com o Seminário Preparatório para a Conferência
Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde da Fiocruz,
os organizadores esperam que a reunião seja mais ampliada,
o que propiciaria maior destaque ao lançamento da Agenda,
marcando um movimento em defesa do SUS e da centralidade da saúde
no debate sobre o desenvolvimento social do país e não
apenas restrita às questões assistenciais relacionadas
com as doenças.
O Movimento
da Reforma Sanitária tem como objetivo propiciar
a coordenação de esforços, políticas
e recursos financeiros, de forma a colocar a saúde em
discussão em um contexto mais amplo, dos denominados Determinantes
Sociais da Saúde. Neste sentido a saúde integraria
a pauta dos investimentos econômicos, nas obras do Programa
de Aceleração do Crescimento, no impacto ambiental,
no saneamento básico e na urbanização das
cidades, no acesso e melhoria da educação, na distribuição
de renda, na inclusão digital, na segurança pública,
no transporte e no trânsito, na regulamentação
da propaganda e comercialização de alimentos, bebidas
e outros produtos que afetam a saúde dos consumidores,
na mobilização nacional pelo controle e erradicação
das doenças negligenciadas, entre outras questões
que têm impacto direto na saúde e bem-estar da população.
Na Agenda
Estratégica os representantes do Movimento
afirmam que o Brasil só deixará de ser um país
com contrastes gritantes, entre a riqueza produzida e a qualidade
de vida da população, quando forem dados passos
definitivos para garantir o direito à saúde. Com
esse objetivo são apresentadas sugestões de estratégias
para desatar os nós que impedem a consolidação
do Sistema Único de Saúde, traduzidas em cinco
diretrizes: Saúde, meio ambiente, crescimento econômico
e desenvolvimento social; garantia de acesso a serviços
de saúde de qualidade; investimentos – superar a
insuficiência e a ineficiência; institucionalização
e gestão do sistema de serviços de saúde
e; complexo econômico e industrial da saúde.
Instituições que assinam a Agenda Estratégica
para a Saúde no Brasil por ordem alfabética:
ABRASCO -
Associação Brasileira de Pós
Graduação em Saúde Coletiva
ABRASME -
Associação Brasileira de Saúde
Mental
APSP - Associação Paulista de Saúde Pública
CEBES - Centro
Brasileiro de Estudos de Saúde
CFM - Conselho Federal de Medicina
CONASEMS
- Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde
REDE UNIDA
- Associação
Brasileira Rede Unida
SBMFC - Sociedade
Brasileira de Medicina de Família e
Comunidade
CFM - Conselho Federal de Medicina
Quarta-feira, 03.08.11
Agência Câmara de Notícias
DEM
decide obstruir votações enquanto pauta for
dominada por MPs
Por Janary
Júnior / Edição:
Marcos Rossi
O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães
Neto (BA), anunciou nesta quarta-feira, no Plenário, que
o partido vai obstruir as deliberações da Ordem
do Dia até que a Casa inicie a votação de
uma agenda legislativa de projetos, em vez de medidas provisórias.
A obstrução começou na sessão de
hoje, em que foi aprovada a Medida Provisória 530/11.
Em um duro discurso endereçado ao Palácio do Planalto,
Magalhães Neto acusou o governo de “não ter
autoridade, neste momento”, para impor as votações
no Plenário.
O líder se referiu às denúncias veiculadas
na imprensa de supostos desvios de recursos públicos nos
ministérios da Agricultura e dos Transportes. Segundo
ele, o governo quer ditar o ritmo de trabalho na Câmara
e esvaziar as iniciativas de fiscalização, como
a criação de uma comissão parlamentar de
inquérito (CPI) para investigar o Ministério dos
Transportes, que está no centro de uma disputa política
entre governo e oposição no Senado. O deputado
afirmou que a CPI não foi instalada pelos senadores por
causa da “mão forte” do Executivo, que “tem
medo do que pode surgir de fatos novos”.
De acordo
com Magalhães Neto, a Câmara só conseguiu
votar um projeto importante no primeiro semestre (novo Código
Florestal), e mesmo assim após cobrança da oposição,
uma vez que o Plenário esteve constantemente trancado
por MPs. “Somos reféns de uma pauta imposta pelo
Poder Executivo. Essa Casa tem que se afirmar e para isso precisa
elaborar sua própria pauta”, disse o líder
do DEM.
Ele destacou
como projetos relevantes a serem votados o piso salarial de
policiais
e bombeiros (PECs 300/08 e 446/09) e a
ampliação dos limites do Simples Nacional (PLP
591/10), entre outros. Magalhães Neto afirmou ainda que
a fonte da corrupção no governo está no
aparelhamento dos cargos públicos. “A grande responsável
por todos os graves problemas de corrupção neste
País é a presidente da República e seu partido.
Ela disse que quer investigar, mas é mentira”, afirmou.
Defesa da MP
O discurso
do líder do DEM foi rebatido por parlamentares
petistas. O vice-líder do PT deputado Jilmar Tatto (SP)
afirmou que a obstrução prejudicava uma matéria
importante para o País – a MP 530 cria um programa
de socorro aos estados e municípios que tiverem escolas
públicas danificadas por desastres naturais. “O
DEM nunca teve preocupação com a escola pública”,
afirmou. Ele disse estranhar a postura do partido de oposição,
que por um lado cobra votação de projetos, e por
outro obstrui o Plenário, impedindo a liberação
da pauta trancada por MPs.
O líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza
(PT-SP), criticou as declarações do deputado Magalhães
Neto endereçadas à presidente Dilma Rousseff. Segundo
ele, o líder oposicionista foi deselegante ao ter chamado
a presidente de mentirosa. “Foi um discurso agressivo.
Chamar a presidente de mentirosa é muita violência
e pouca consistência. Deve haver um certo estilo, um certo
decoro aqui”, disse Vaccarezza.
Acordo mantido
A obstrução do DEM não foi seguida por
PSDB e PPS, que concordaram em votar a MP 530. O líder
tucano, deputado Duarte Nogueira (SP), disse que o partido vai
manter o acordo celebrado na terça-feira (2) entre líderes
de montar uma agenda de votações para o semestre,
com projetos e PECs – o PSDB apresentou ao presidente da
Câmara, Marco Maia, uma lista de 15 propostas que considera
prioritárias. Segundo ele, enquanto houver o compromisso
de votar as matérias, principalmente a regulamentação
da Emenda Constitucional 29, a legenda não fará obstrução.
Mas ele alertou que as críticas do DEM à corrupção
no governo são válidas. “Vamos apoiar incansavelmente
a CPI dos transportes”, afirmou.
Agência Câmara de Notícias
Comissão
aprova regras para descarte de medicamentos
A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria
e Comércio aprovou nesta quarta-feira o Projeto de Lei
595/11, do deputado Dr. Aluizio (PV-RJ), que institui regras
para o descarte de medicamentos. Pela proposta, farmácias,
drogarias e postos de saúde serão obrigados a receber
da população medicamentos, vencidos ou não,
e os devolverão ao laboratório que os produziu
para que este promova o descarte.
Segundo o
texto, os laboratórios da indústria
farmacêutica ficarão obrigados a receber os medicamentos
e deverão proceder ao descarte de maneira segura e sustentável
para o meio ambiente. O descumprimento das regras será considerado
infração sanitária grave, sujeita a penalidades
que vão desde advertência e multa até o cancelamento
do alvará de licenciamento de estabelecimento.
O projeto
acrescenta artigo à Lei 5.991/73, que trata
do controle sanitário do comércio de drogas, medicamentos,
insumos farmacêuticos e correlatos.
O autor argumenta
que o descarte de medicamentos é uma
questão de saúde pública e ambiental e vem
se tornando um grave problema para a sociedade. "O descarte
inapropriado pode causar desde intoxicações exógenas
de crianças, decorrentes do uso inadvertido dos medicamentos
que seus pais não descartaram, até a contaminação
do meio ambiente, com estudos que demonstram, por exemplo, a
esterilização de algumas espécies de peixes
em razão do descarte impróprio de anticoncepcionais
em rios e lagoas", relata.
Para o relator,
deputado Dr. Ubiali (PSB-SP), enquanto não
se reduzir a quantidade de medicamentos que excedem o tratamento,
torna-se ainda mais urgente buscar soluções para
o descarte inadequado das sobras. “Nesse sentido, o recolhimento
dos produtos na cadeia farmacêutica, conforme preconiza
o projeto, é condição indispensável
para minorar o impacto ambiental e à saúde decorrente
de seu descarte incorreto. Para tanto, há que se envolver
todos os elos dessa cadeia – consumidores, dispensadores,
distribuidores e fabricantes – no esforço de se
dar uma destinação ambientalmente correta aos medicamentos”,
diz.
Tramitação
O projeto
tramita em caráter conclusivo e ainda será analisado
pelas comissões de Seguridade Social e Família;
e de Constituição e Justiça e de Cidadania.
Íntegra
da proposta:
PL-595/2011
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão discutirá sugestões para legislação
sobre saúde complementar
A subcomissão especial criada para avaliar o sistema
de saúde complementar se reúne nesta tarde para
discutir sugestões apresentadas por entidades ligadas à area
para uma proposta de marco regulatório do setor. A reunião
está marcada para as 14h30, no Plenário 16.
O relator
da subcomissão, deputado Mandetta (DEM-MS),
pretende apresentar o relatório preliminar até 15
de setembro. A subcomissão foi instalada em 28 de abril,
pela Comissão de Seguridade Social e Família, para
rever a legislação sobre o sistema de saúde
complementar e propor um novo marco regulatório para o
setor.
AGENDA
-
05 de Agosto – Dia Nacional da Saúde (nascimento
de Oswaldo Cruz)
-
05 de Agosto – Dia da Farmácia
-
10 de Agosto – Dia
da Enfermeira
-
Seminário Preparatório da Conferência
Mundial sobre Determinantes Sociais da Saúde
5 de Agosto – Auditório da ENSP/FIOCRUZ – Rio
de Janeiro
A Sessão de Abertura contará com a presença
do Ministro da Saúde, Alexandre Padilha, do Presidente
da FIOCRUZ, Paulo Gadelha e de Diego Victoria, Representante
da OMS.
Mais informações: http://cmdss2011.org/site/
-
III Fórum Trabalho e Saúde - Saúde e
Precarização do Homem Que Trabalha
Local: UEL
- Universidade Estadual de Londrina
Data: 10
e 11 de Agosto de 2011
Informações: http://www.estudosdotrabalho.org/IIIFTS.html
-
Fundamentos Técnicos e Comercialização
em Saúde Suplementar
CQCS
Aprenda os
conceitos básicos e técnicos para comercialização
dos planos de saúde regulamentados pela Agência
Nacional de Saúde (ANS), com informações
sobre as principais características dos planos privados
de assistência à saúde e regras que orientam
a celebração e o cumprimento desses contratos.
Matriculas Abertas - Salvador/BA.
Matrículas até 06/08/2011.
Documentos:
Cópia
RG e CPF
Período de aulas: De 8 a 31/8 - 2ª, 3ª e 4ª -
Das 18h30 às 21h45.
Investimento:
R$ 390,00 (á vista)
Local: Unidade
Bahia - Av. Tancredo Neves, 999. Edf Metropolitano Alfa, Sl
401.
Caminho das Árvores. Em frente ao Jornal
A Tarde.
Contato: 71 3341 2688
Acesse: http://www.funenseg.org.br/cursos.php?idtipo=7&id=6181&idunidade=2
-
Encontro ANS - Edição Sul
Já estão abertas as inscrições para
o Encontro ANS - Edição Sul
Operadoras
de planos de saúde, prestadores, centrais
sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem
fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição
Sul, uma oportunidade para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema.
O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em
Porto Alegre (RS).
Entre os
temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda
Regulátória da Agência Nacional de Saúde
Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
a resolução que trata do Envelhecimento Ativo,
a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.
As inscrições poderão ser feitas acessando
a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br,
entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011
Encontro
ANS – Edição
Sul
Hotel Embaixador
- Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto
Alegre/ RS.
16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS
- Encontro Paranaense da Saúde – 2011
Debater a
saúde sob os aspectos humanos, econômicos
e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense
da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na
sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba.
A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores,
advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços
de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde,
Direito e Administração.
A programação contempla palestras com integrantes
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e
da Confederação Nacional de Saúde (CNS).
Serão discutidos temas como assédio moral nas relações
de trabalho, diagnóstico econômico da saúde
no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço
da área. Está previsto ainda o lançamento
oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador
pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior
de Administração e Economia da Fundação
Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização
do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.
Promovido
pela Fehospar (Federação dos Hospitais
e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar
(Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar
(Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades
parceiras, o evento também marca as comemorações
pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário
do Sindipar. A programação completa do Encontro
Paranaense da Saúde 2011 está disponível
no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem
ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone
(41) 3254-1772. As vagas são limitadas.
- XXI Congresso Nacional das Santas Casas
AssPreviSite
Com a presença confirmada do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde
e o meio ambiente
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu
XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011,
em Brasília. Com o tema central “Saúde e
meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”,
o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem
impactar na Saúde do homem e quais estratégias
devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.
Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização
na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para
melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas
transformações ambientais. Além disso, com
tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo
a formulação de políticas públicas
que sejam adequadas à nova realidade, é preciso
debater, hoje, o futuro dos hospitais.
Para o presidente
da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais
Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe
em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos
um time de especialistas discutindo a participação
do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em
ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar
para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor
atendimento de nossos pacientes”.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário
de Atenção à Saúde, Helvécio
Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional
de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso,
já confirmaram a presença.
O evento
conta com o patrocínio da Caixa Econômica
Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.
Para mais
informações e inscrições:
www.cmb.org.br/congresso.
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html