Leia
nesta edição:
- Alerta à sociedade e aos planos de saúde
- 80% dos
usuários estão
satisfeitos com seus planos
- Padilha
anuncia ações contra fraude na Saúde
- Com PPPs,
governo nacionaliza produção de mais
4 remédios
- ANS comanda
encontro em Brasília
- Judicialização da Saúde
Suplementar
- Perspectivas
para o transplante de órgãos
- ANS: conheça 11 ações
para operadoras X prestadores
- Clientes
de planos de saúde ganham com medidas da ANS
Terça-feira,
05.04.2011
CFM
Alerta à sociedade e aos planos de saúde
Por Roberto
Luiz d’Avila
Afinal, o
que querem os médicos ao participarem de um
movimento de paralisação, como este marcado para
7 de abril? A pergunta deve passar pela mente de boa parte da
população brasileira. Na visão de muitos,
os médicos são profissionais qualificados, que
recebem altos salários e têm seus pontos de vista
respeitados quando o assunto é saúde. No entanto,
caros amigos, quando cruzamos os braços – por um
dia que seja – queremos deixar claro para a sociedade que
há enorme distância entre essa percepção
utópica e a realidade enfrentada cotidianamente.
Paramos no
dia 7 de abril porque, ao contrário do que
pensam muitos, inclusive os responsáveis pelas operadoras
de planos de saúde, já ultrapassamos o limite da
paciência na busca pelo consenso e diálogo. Paramos
porque queremos alertar aos gestores públicos, aos empresários
e aos cidadãos sobre a crise que impera na saúde
suplementar, agravada pela indiferença dos tomadores de
decisão, que parecem ignorar o seu impacto sobre a vida
de 42 milhões de pessoas, usuários de planos de
saúde, que investem suas economias para assegurar a cobertura
assistencial que não encontram na rede pública.
Paramos porque
os médicos precisam ser valorizados. Os
baixos honorários – resultado do acúmulo
de sucessivas perdas – obrigam os profi ssionais a se desdobrar
entre dois, três, quatro, cinco vínculos. São
jornadas de trabalho extenuantes para garantir um salário
digno e que comprometem, de um lado, a qualidade de vida de quem
tem essa rotina e, de outro, a própria qualidade do exercício
profissional.
Paramos porque é preciso dar um basta na interferência
da autonomia dos médicos. Pesquisa recente da Associação
Paulista de Medicina (APM) em parceria com o Instituto de Pesquisas
Datafolha comprovou a que ponto chegou a invasão dos planos
e das operadoras de saúde na seara exclusiva dos profi
ssionais. Cabe aos médicos – e unicamente a eles – a
decisão sobre os procedimentos e exames a serem realizados,
e o período em que serão realizados.
Paramos porque
a categoria tem sido sucessivamente negligenciada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
que, infelizmente, não cumpre de forma efetiva seu papel
de agente regulador no controle e a fi scalização
para assegurar o interesse público. Fomos abandonados
e não contamos com a interferência dessa entidade
para fazer valer a justiça nas relações
estabelecidas com os compradores de serviço.
Paramos porque
os médicos redescobriram que com a união
de forças é possível recuperar o orgulho
de exercer a medicina. Há tempos não víamos
o atual nível de engajamento e mobilização
de nossa ategoria, por meio de suas entidades representativas.
Após anos de acomodação, acordamos de um
sono profundo e caminhamos em busca da recuperação
de espaços importantes no debate nacional, sobretudo no
campo da política e do planejamento em saúde.
Enfim, paramos
porque exigimos respeito. Exigimos as mudanças
tão necessárias. E se elas não vierem no
tempo esperado, podem estar certos de que os médicos continuarão
a lutar pela valorização da medicina e da assistência
em saúde com qualidade.
Portal IG - Economia
80%
dos usuários estão
satisfeitos com seus planos
Por Daniela Almeida
Pesquisa
realizada pelo Datafolha em oito regiões metropolitanas
do Brasil mostra que 80% dos usuários de planos de saúde
estão muito satisfeitos ou satisfeitos com seus planos
de saúde, independente da região.
A pesquisa
foi contratada pelo IESS (Instituto de Estudos de Saúde Suplementar) com o objetivo de avaliar o comportamento
e a utilização do usuário e do não
usuário de planos de saúde e medir a sua satisfação.
Entre os entrevistados, os que se mostraram mais satisfeitos
foram os mais idosos (87%).
Foram entrevistadas
3.253 pessoas, sendo 50% beneficiários
de planos de saúde e 50% não beneficiários.
As regiões metropolitanas pesquisadas, entre 24 de janeiro
e 4 de fevereiro foram: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo
Horizonte, Salvador, Recife, Porto Alegre, Brasília e
Manaus.
O Globo
Padilha
anuncia ações contra fraude na Saúde
Por Roberto Maltchik
Uma semana
após denúncia do GLOBO, portaria limita
número de empregos de médicos e disciplina carga
horária
BRASÍLIA. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
assinou ontem portaria para tentar combater fraudes no pagamento
de médicos vinculados ao Sistema Único de Saúde
(SUS). A portaria muda as regras do Cadastro Nacional de Estabelecimentos
de Saúde (CNES), limitando o número de empregos
de médicos e funcionários da Saúde em estabelecimentos
públicos e privados.
O novo sistema
entrará em vigor em maio e, segundo Padilha,
impedirá que médicos trabalhem mais de 65 horas
semanais. Também impõe novas barreiras para que
os servidores do Programa Saúde da Família (PSF)
descumpram sua carga horária. As mudanças ocorrem
uma semana após O GLOBO revelar o grave descontrole dos
cadastros de médicos, servidores e unidades de saúde.
Portaria
será publicada hoje no Diário
Oficial
A portaria,
que deve ser publicada no Diário Oficial
da União de hoje, impede que o mesmo profissional tenha
cadastro em mais de dois "cargos ou empregos públicos".
O cadastro da saúde também bloqueará o credenciamento,
quando identificar que o mesmo CPF está sendo usado em
desacordo com a regra.
O mesmo bloqueio
será acionado quando um profissional
estiver cadastrado em mais de cinco estabelecimentos de saúde
privados, sem justificativa expressa no sistema. As justificativas
devem ser apresentados pelos gerentes das unidades e validados
pelos gestores das cidades, estados ou do Distrito Federal:
- Se o profissional
tiver dois vínculos públicos,
ele não pode ter uma carga horária que é incompatível
com o que a Constituição estabelece. O que o Ministério
da Saúde considera razoável é o cumprimento
de 65 horas semanais, que são 40 horas, mais um plantão
de 24 ou 25 horas - afirmou Padilha.
Segundo a
portaria, a partir de maio, o ministério suspenderá os
repasses de dinheiro às equipes de Saúde da Família,
quando um de seus integrantes trabalhar no PSF e acumular mais
três outros empregos, públicos ou privados, salvo
nos casos justificados dentro do próprio sistema. Relatório
da Controladoria Geral da União (CGU) apontou que em 40%
dos municípios fiscalizados, de 2004 a 2009, as equipes
de saúde da família descumpriam a carga horária.
Além das novas limitações, o Cadastro do
SUS será confrontado com a base de dados do Conselho Federal
de Medicina (CFM), que já informa o número do registro
profissional. Outra novidade é a responsabilização
do estabelecimento pelas especialidades médicas desempenhadas
por um profissional, de acordo com as informações
da Classificação Brasileira de Ocupações
(CBO). Neste caso, será imposta restrição
para que um médico nefrologista, por exemplo, desempenhe
a ginecologia.
Valor
Econômico
Com
PPPs, governo nacionaliza produção de mais
4 remédios
Por Luciano
Máximo
O Ministério da Saúde anuncia hoje, em Brasília,
a formalização de quatro novas parcerias com laboratórios
privados para a nacionalização da produção
de remédios contra aids, artrite e mal de Alzheimer, que
atualmente são importados. A medida prevê reduzir
um déficit anual de mais de US$ 10 bilhões da balança
comercial do setor de saúde e transferir tecnologia para
a indústria brasileira. Além disso, a fabricação
local das novas drogas deve gerar economia anual de R$ 140 milhões
nas compras governamentais e reforçar políticas
públicas que visam à ampliação do
acesso a medicamentos no Sistema Único de Saúde
(SUS).
O laboratório público Farmanguinhos, ligado ao
Ministério da Saúde, e o grupo privado americano
Bristol Myers vão produzir o Atazanavir, para tratamento
de pacientes com aids. A parceria entre o Laboratório
Farmacêutico do Estado de Pernambuco (Lafepe) e a indústria
farmacêutica americana MSD permitirá que outro antirretroviral
- o Raltegravir - seja produzido no país. A Fundação
para o Remédio Popular (Furp), do governo do Estado de
São Paulo, e o laboratório alemão Boehringer
fabricarão o Pramipexol, medicamento contra mal de Alzheimer.
Já o Instituto Vital Brazil (IVB), do governo do Rio de
Janeiro, e o conglomerado farmacêutico brasileiro PharmaPraxis
vão desenvolver projeto de pesquisa para a fabricação
da droga Adalimumabe, contra artrite reumatóide e doença
de Crohn.
Os novos
remédios se somarão a uma lista de 25
itens que tiveram a parceria público-privada (PPP) desenhada
em 2009, de acordo com as diretrizes da Política de Desenvolvimento
Industrial (PDP). As PPPs envolvem nove laboratórios públicos
e 20 indústrias privadas - dez nacionais e dez estrangeiros. "Podemos
dizer que o time entrou em campo, o modelo começa a gerar
produtos a partir deste ano", revelou ao Valor Carlos Gadelha,
secretário de Ciência e Tecnologia e Insumos Estratégicos
do Ministério da Saúde.
De acordo
com a pasta, a importação dos 29 medicamentos
do grupo das PPPs custa ao Ministério da Saúde
cerca de R$ 1,5 bilhão por ano. Sem a necessidade de importar
esses remédios, o país poderá economizar
cerca de R$ 1 bilhão. Somente com as PPPs das quatro drogas
a serem anunciadas hoje, a economia chegará a R$ 700 milhões
em cinco anos.
"Se incluirmos as vacinas será um total R$ 1,2 bilhão
de economia e eficiência do gasto público. Vamos
precisar de cinco anos, que é o período em que
o país deve se tornar autossuficiente na produção,
após conclusão da transferência de tecnologia
dos laboratórios privados para os públicos",
projeta Gadelha. Segundo ele, as PPPs serão estendidas
para a produção de vacinas e equipamentos e materiais
médicos, como máquinas de ressonância magnética,
por exemplo.
O governo
espera ainda que a capacidade de fabricação
de medicamentos dobre em função das PPPs. "As
PPPs viabilizam o aumento da autonomia do país na produção,
no desenvolvimento e na inovação no setor de saúde.
O fortalecimento do parque produtivo brasileiro é fundamental
para o desenvolvimento econômico e social. Quanto maior
a produção nacional de medicamentos, maior o acesso
da população a produtos estratégicos",
explica Carlos Gadelha.
Além de interesses econômicos, que visam minimizar
o déficit comercial do setor de saúde, os medicamentos
escolhidos para figurar na produção via PPPs também
casam com a política pública de atenção
farmacêutica do SUS. As ações privilegiam
o aumento da produção de drogas para combater doenças
que mais acometem a população brasileira, como,
por exemplo, tuberculose e asma.
O acordo
que firma as PPPs será assinado pelo ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, e representantes da iniciativa
privada. Também está prevista a presença
dos ministros do Desenvolvimento, da Fazenda, das Relações
Exteriores, do Planejamento, das Comunicações e
de Ciência e Tecnologia e do presidente do BNDES.
Fenaseg
ANS
comanda encontro em Brasília
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promove,
hoje e amanhã, o Encontro ANS – edição
Norte e Centro-Oeste.
O evento
será realizado em Brasília, fechado para
convidados e instituições inscritas. Tem como objetivo
reunir atores da saúde suplementar para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado. No primeiro dia do evento, estarão
presentes os diretores da ANS Mauricio Ceschin, Leandro Reis
e Bruno Sobral. No segundo dia, o debate será coordenado
por técnicos da Agência, com a participação
de representantes de operadoras de planos de saúde, órgãos
de defesa do consumidor, entidades médicas, estabelecimentos
de saúde e centrais sindicais.
CQCS
Judicialização da Saúde
Suplementar
A judicialização da Saúde Suplementar e
criação das câmaras técnicas para
o apoio aos magistrados foram outros temas discutidos no V Congresso
Brasileiro de Direito de Seguros e Previdência, evento
realizado na semana passada, em Belo Horizonte, em Minas Gerais,
pela Associação Internacional de Direito de Seguros
(AIDA). O desembargador e palestrante Antonio Cesar de Siqueira-
ele também é presidente da Associação
dos Magistrados do Estado do Rio de Janeiro (Amaerj), avaliou
os impasses que ocorrem quase que diariamente entre os profissionais
das empresas de saúde suplementar e o poder Judiciário.
Um dos assuntos de destaque abordados na palestra foi a questão
dos médicos auditores, advogados, juízes e promotores
que passam por grandes dificuldades no dia a dia no que tange às
coberturas de atendimento, direitos dos pacientes, contratos
referentes à Agência de Saúde Suplementar
(ANS), direito do consumidor, ou seja, tudo que regula e controla
o atendimento médico e seus recursos.
Além disso, foram debatidas as estratégias das
empresas para evitar a judicialização, que é a
expansão dos poderes de legislar e executar leis do sistema
Judiciário, representando uma transferência do poder
decisório do Poder Executivo e do Poder Legislativo para
os juízes e tribunais, com foco médico e jurídico. “Não
podemos esquecer que o impacto das ações jurídicas
e liminares compromete tanto o orçamento do atendimento
básico da saúde do Sistema Único de Saúde
(SUS) quanto os custos das operadoras de saúde suplementar”,
observou Siqueira.
Outro tema
abordado na palestra se refere a uma atitude quase consensual
dos magistrados,
que são favoráveis
a pedidos de pacientes nos julgamentos sobre medicamentos. Os
juízes se baseiam na Constituição, que estabelece
que a saúde é um direito fundamental do ser humano
e deve ser prestada de forma rápida. Mas, se por um lado
a Justiça garante ao cidadão um direito constitucional,
no outro o poder público arca com todas as despesas.
“Na maioria dos casos, isso ocorre porque o Judiciário
não utiliza a perícia ou a opinião médica.
Ações simples poderiam evitar um grande volume
de processos. Outro grande problema é a cultura enraizada
na população brasileira de que quase tudo seja
resolvido no poder Judiciário. Boa parte dessa culpa pode
ser atribuída às operadoras de saúde pela
falta de comunicação com os seus pacientes”,
explicou o palestrante.
Segundo pesquisa
realizada em novembro do ano passado pelo Conselho Nacional
de Justiça (CNJ), mais de 112 mil processos relacionados
a demandas no setor de saúde tramitam nos tribunais brasileiros.
A maioria refere-se a solicitações de medicamentos.
Já o estudo Judicialização da Saúde
Complementar — em que a Unimed Belo Horizonte analisou
as decisões do Superior Tribunal de Justiça e dos
tribunais de Justiça de São Paulo, Rio de Janeiro,
Rio Grande do Sul e Minas Gerais entre 2005 e 2009 — aponta
que 86% dos acórdãos são favoráveis
aos pacientes.
Na opinião de Siqueira, as empresas precisam criar instâncias
de soluções de conflitos para evitar o embate entre
o Judiciário e as operadoras de saúde. “No
Rio de Janeiro, o Tribunal de Justiça, em parceria com
a Secretaria de Estado de Saúde e Defesa Civil, criou
o Núcleo de Atendimento Técnico (NAT) para auxiliar
os juízes com informações técnicas
com o propósito de minimizar problemas recorrentes. O
ideal seria que os tribunais criassem medidas alternativas para
evitar problemas simples que às vezes ficam tramitando
por até 10 anos no judiciário”, argumentou.
Siqueira
salientou que, quanto melhor funciona o Judiciário,
maior são as demandas na Justiça. Um dos entraves é que
a demanda não acompanha a oferta da população
nacional, o que faz a Justiça brasileira ganhar a alcunha
de “superlenta”. “Para se ter uma ideia, por
ano um juiz nipônico recebe, no máximo, 150 processos.
Já no Brasil, a média é de aproximadamente
11 mil processos anuais devido a uma conjunção
de fatores que ainda inviabiliza o bom andamento do Judiciário
no Brasil”, lamentou.
Folha
de São
Paulo
Perspectivas
para o transplante de órgãos
Por Silvano Raia
Os transplantes
ocorrem a qualquer hora, sempre em caráter
de urgência, o que justifica a expectativa de uma remuneração
diferenciada
No Brasil,
o transplante de órgãos já é uma
realidade. Entretanto, dois aspectos devem merecer maior atenção:
apenas 30% da demanda teórica estimada é atendida
e 16 Estados, com 60 milhões de habitantes, não
realizam o procedimento de forma regular.
Para sanar
essa última distorção já há iniciativas
adequadas do Serviço Nacional de Transplantes e de projetos
filantrópicos de hospitais de excelência. No que
diz respeito ao número de transplantes, o Ministério
da Saúde não tem negado apoio aos programas. Nos últimos
cinco anos, triplicou os recursos a eles destinados, prevendo-se
um aporte de R$ 1,5 bilhão em 2011. O problema resulta
de algumas variáveis conflitantes entre si.
Os transplantes
são um procedimento caro, que depende
da expertise de vários especialistas e de infraestrutura
de ponta. Ocorrem a qualquer hora, sempre em caráter de
urgência, justificando a expectativa de remuneração
diferenciada. Entretanto, a legislação proíbe
pagar salários superiores aos previstos nas respectivas
categorias do funcionalismo público.
No início, foram realizados principalmente em hospitais
universitários, apoiados pelas fontes estatais de incentivo à pesquisa.
A seguir,
se concentraram ou em programas filantrópicos
de hospitais privados de alta complexidade ou novamente em hospitais
universitários, que contam com fundações
de apoio. Ambos os sistemas permitem investir recursos na medida
do necessário. Pelo contrário, hospitais públicos
ou privados que não dispõem dessa liberdade enfrentam
dificuldades insuperáveis para manter seus programas em
curso e para ampliá-los.
Compreende-se,
assim, a interrupção de programas
de equipes da maior competência, como a de transplante
de fígado no Hospital Bom Sucesso, no Rio de Janeiro,
e a de rim na Beneficência Portuguesa, em Salvador. Cria-se,
portanto, um espaço para sugerir novos métodos
administrativos capazes de contornar essas dificuldades e de
atender a demanda reprimida.
O contrato
de gestão estipula o atendimento a ser prestado
e o preço a ser pago por ano. Permite conhecer o custo
efetivo dos procedimentos, controla eticamente a produtividade
de profissionais liberais e avalia a qualidade do atendimento.
Possibilita pagar salários em nível de mercado
e reduz custos, já que aumenta a eficácia do sistema.
Entretanto,
só pode ser usado para instituições
públicas geridas por organizações sociais
ou que disponham de uma fundação de apoio. Saliente-se
que a aplicação do novo método para transplantes
não exigiria mais recursos públicos, pois os programas
filantrópicos e as fundações de apoio dele
já fazem uso.
Assim, para
os centros que já realizam transplantes e
possuam instituições desse tipo, sugere-se contratos
de gestão que remunerem por procedimento. Nos centros
que não dispõem de hospitais juridicamente aptos,
os contratos de gestão poderiam ser adotados em hospitais
gerais atuais reformados, reequipados (por meio de PPPs) e que
sejam juridicamente adequados.
Finalmente,
será muito importante atender temporariamente
de outra forma as reivindicações das instituições
que não podem assinar tais contratos e que realizam transplantes
com sucesso. Espera-se que o novo método interrompa a
atual acomodação diante de uma série de
dificuldades e insucessos.
Saúde
Business Web
ANS:
conheça 11 ações
para operadoras X prestadores
Iniciativas
compreendem uma série de ações
para promover o entendimento entre esses dois players de saúde.
Confira
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) vem
desenvolvendo ações para promover o entendimento
entre operadoras e prestadores de serviços de saúde.
As iniciativas compreendem:
- Normas
sobre a obrigatoriedade de contratualização
entre operadoras e prestadores de serviço em saúde,
publicadas em 2003 e 2004, no caso dos médicos (RN nº71).
- Grupo de
Trabalho sobre Honorários Médicos,
com reuniões periódicas desde fevereiro de 2010,
onde são debatidas alternativas de critérios objetivos
de reajuste a serem adotados nos contratos entre operadoras e
prestadores médicos e também critérios de
hierarquização de procedimentos médicos
por parte das operadoras.
- Grupo de
Trabalho de Remuneração de Hospitais,
desde janeiro de 2010, que visa garantir a sustentabilidade do
setor, mudando a lógica atual de remuneração
atrelada ao maior consumo, principalmente de materiais e medicamentos.
- Programa
de monitoramento da contratualização,
iniciado em julho de 2010, que analisa, entre outras, a existência
de regras claras e objetivas dos contratos entre operadoras e
prestadores, principalmente quanto à forma e periodicidade
dos reajustes.
- Fiscalização através do Programa Olho
Vivo que, entre outras atribuições, verifica se
os contratos das operadoras com os médicos possuem cláusula
de reajuste nos moldes definidos pelos normativos da ANS.
- Programa
de Incentivo à Qualificação
dos Prestadores, cuja consulta pública encerrou em 30
de março de 2011, que busca a valorização
dos prestadores de serviço em saúde, inclusive
os médicos.
- Grupo de
Trabalho, em andamento, sobre nova metodologia de cálculo do reajuste dos planos individuais e familiares,
que pretende incluir o reajuste dado pelas operadoras aos médicos
como um dos critérios de avaliação da eficiência
de uma operadora de plano de saúde.
- Programa
de acreditação de operadoras, em fase
de análise das contribuições feitas na consulta
pública encerrada em 5 de janeiro de 2011, que possui
uma dimensão inteira dedicada ao relacionamento das operadoras
com sua rede, em especial com os médicos.
- Norma de
plano de recuperação assistencial e
direção técnica, em consulta pública
até 8 de abril de 2011. A prática sistemática
de não reajustar os prestadores de serviços, descumprindo
regras contratuais estabelecidas, poderá ser considerada
desvio administrativo grave sempre que tal fato constituir risco à qualidade
ou à continuidade do atendimento à saúde
dos beneficiários.
- Norma sobre
a garantia de atendimento, em fase de análise
das contribuições feitas na consulta pública
encerrada em 4 de março de 2011. Vai estimular a contratação
de um número maior de médicos para atendimento
aos beneficiários dentro dos parâmetros de tempo
definidos pela ANS.
- Troca de
Informação em Saúde Suplementar
(TISS), criada em 2005, que facilita uma relação
mais transparente e objetiva entre operadoras e prestadores.
Tem participado
das discussões sobre o tema na Procuradoria
Geral do Trabalho (PGT) entidades médicas como a Associação
Médica Brasileira (AMB), o Conselho Federal de Medicina
(CFM) e a Federação Nacional dos Médicos
(FENAM); com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica
(CADE) e com as Secretarias de Direito Econômico (SDE)
e de Acompanhamento Econômico (SEAE).
Conheça mais detalhes sobre as ações regulatórias
da ANS em desenvolvimento:
Normas de
Contratualização:
A Agência Nacional de Saúde Suplementar estabeleceu,
nos anos de 2003 e 2004, normas de contratualização
das Operadoras com prestadores de serviços. A Resolução
Normativa nº 42 estabeleceu as regras gerais dos contratos
das operadoras com as entidades hospitalares. A Resolução
Normativa nº 54 estabeleceu as regras gerais dos contratos
das operadoras com clínicas e laboratórios. A Resolução
Normativa nº 71 estabeleceu as regras gerais dos instrumentos
jurídicos firmados entre as operadoras e os profissionais
de saúde ou pessoas jurídicas que prestam serviços
em consultórios.
As três resoluções são enfáticas
ao determinar que os instrumentos jurídicos devem estabelecer
com clareza e precisão as condições para
a sua execução expressas em cláusulas que
definam os direitos, obrigações e responsabilidades
das partes.
Programa
de Monitoramento da Contratualização:
Em julho
de 2010 a ANS lançou o Programa de Monitoramento
da Contratualização. Desde o início deste
programa pró-ativo, já foram monitoradas operadoras
de planos de saúde que, em conjunto, respondem a cerca
de 12 milhões de beneficiários (20% do setor).
Além do Programa de Monitoramento, todas as denúncias
de irregularidades nos instrumentos contratuais encaminhadas
pelos médicos ou por suas representações
são analisadas.
Caso os instrumentos
jurídicos analisados não
estejam de acordo com as normas de contratualização,
as operadoras são representadas. O valor de cada infração
por contrato inadequado é de R$ 35.000,00.
Programa Olho Vivo:
O Programa
Olho Vivo consiste em um conjunto de ações
de caráter pró-ativo, sistemático e planejado,
cujo objetivo é a crescente adequação das
operadoras de planos de saúde à legislação
que regula o setor de saúde suplementar.
Um dos itens
verificados no programa é a existência
de cláusula prevendo a periodicidade do reajuste, bem
como do índice a ser utilizado nos contratos firmados
com os médicos.
Grupo de
Trabalho de Honorários Médicos:
Em fevereiro
de 2010, foi instituído o Grupo de Trabalho
de Honorários Médicos, com a participação
das entidades representativas desses profissionais (AMB, CFM
e FENAM) e entidades representativas das operadoras de planos
de saúde: Federação Nacional de Saúde
Suplementar (FENASAÚDE), União Nacional das Instituições
de Autogestão em Saúde (UNIDAS), Associação
Brasileira de Medicina de Grupo (ABRAMGE) e Unimed do Brasil.
O objetivo é que alternativas de critérios de reajuste
dos honorários médicos (modelos) possam ser utilizadas
como referência para os contratos e debater a adoção
de critérios de hierarquização de procedimentos
médicos como, por exemplo, portes da Classificação
Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM)
por parte das operadoras de saúde.
A razão de terem sido escolhidos esses dois temas decorre
de: 1) Dificuldade de elaboração de critérios
de reajustes claros e objetivos por parte das operadoras e prestadores;
2) Hierarquização. Verificamos que a não
adoção pelo setor de critérios técnicos
para a adequada precificação dos valores pagos
pelos procedimentos médicos acabou gerando um desinteresse
por parte de médicos de algumas especialidades em realizá-los.
Por vezes, o valor pago por um procedimento não compensa,
na visão das entidades médicas, a complexidade
da tarefa executada. O resultado é que, a cada dia, procedimentos
deixam de ser realizados, por escassez de oferta.
As negociações continuam, agora de forma a considerar
as características peculiares, segundo tipo ou porte da
operadora, por exemplo: cooperativas, autogestões, medicinas
de grupo, ou operadoras de grande porte (Fenasaúde), o
que tem se mostrado mais produtivo e, em alguns casos, já com
apresentação e discussão de propostas concretas.
Grupo de
Trabalho de Remuneração de Hospitais:
Este grupo
possui uma relação muito forte com
o outro GT, pois ao longo dos últimos anos ocorreu uma
defasagem da participação relativa dos honorários
médicos em relação aos demais serviços
e insumos de saúde pagos pelas operadoras. Observamos
que as distorções existentes no modelo de remuneração
dos hospitais, do qual os preços dos serviços hospitalares
(diárias e taxas) estão dissociados de seus custos,
fez com que a comercialização de medicamentos,
materiais e OPME (órteses, próteses e materiais
especiais) passassem a responder de forma mais expressiva pela
receita desses estabelecimentos e pela participação
nas despesas assistenciais totais das operadoras.
Este grupo
de trabalho está avançando de forma
satisfatória. Já foram estabelecidas diretrizes
para remuneração dos hospitais na saúde
suplementar. Atualmente estamos trabalhando no desenvolvimento
de parâmetros de remuneração através
de tabelas simplificadas.
A revisão do modelo de remuneração dos
hospitais, restaurando os preços dos serviços com
base nos seus custos de produção e gerando os incentivos
adequados sobre o uso dos medicamentos, materiais e OPME, pode
abrir espaço para a recomposição da participação
relativa dos honorários médicos no total dos custos
assistenciais das operadoras.
Programa
de Incentivo à Qualificação dos
Prestadores de Serviços:
A proposta
do programa é valorizar os profissionais de
saúde que possuem diferenciais de qualidade, dando ao
beneficiário a possibilidade de escolher o prestador de
serviços em função dos seus atributos de
qualificação. Destacamos a especialização
profissional e a acreditação de serviços
como atributos a serem valorizados e divulgados pelas operadoras
em seu material de rede.
Grupo Técnico
do Novo Modelo de Reajuste:
Discute a
metodologia de reajustes dos planos individuais pós-regulamentados
com vistas à construção de um novo modelo
para o setor. O modelo proposto deve ainda refletir com maior
eficiência a variação dos custos na saúde
suplementar e contemplar os esforços das operadoras de
planos de saúde para melhoria da produtividade/qualidade/eficiência
em suas atividades.
Está sendo debatida a construção de uma
metodologia baseada no modelo de Fronteira de Eficiência
de Produção. Trata-se de uma metodologia que possibilita
comparar a eficiência das operadoras, com base nos insumos
utilizados e resultados alcançados. Por isso, uma das
etapas do modelo é a construção de uma matriz
de insumos e produtos. Dentre os insumos constantes na proposta
inicial está o valor médio das consultas pago pela
operadora.
Acreditação
de Operadoras:
Plano de
Recuperação Assistencial e regime especial
de Direção Técnica:
Sempre que
detectadas anormalidades administrativas graves que possam
constituir
risco à qualidade ou à continuidade
do atendimento à saúde dos beneficiários,
a operadora deverá apresentar e documentar as medidas
implementadas para solucionar tais anormalidades. Ou poderá apresentar
um plano de recuperação assistencial que deverá especificar
as medidas, projeções e metas a serem alcançadas
para o equacionamento das anormalidades graves detectadas, com
o acompanhado dos documentos comprobatórios. Caso nenhuma
destas medidas apresentarem resultados poderá ser instaurada
a Direção Técnica.
A prática sistemática de não reajustar
os prestadores de serviços, descumprindo regras contratuais
estabelecidas, poderá ser considerada desvio administrativo
grave, sempre que tal fato constituir risco à qualidade
ou à continuidade do atendimento à saúde
dos beneficiários.
Garantia
de atendimento dos beneficiários:
A proposta
principal do normativo é oferecer equilíbrio
na relação de consumo estabelecida pelo instrumento
jurídico do plano de saúde, ao garantir que o beneficiário
tenha acesso ao atendimento demandando, na forma do contratado.
Pretende também estimular as operadoras de planos de saúde
a promover o credenciamento de prestadores de serviços
nos municípios que fazem parte de sua área de cobertura.
A ANS acredita
que esta proposta contribui para a valorização
dos serviços profissionais de saúde, haja vista
a necessidade das operadoras de oferecer condições
contratuais adequadas para atraírem e manterem os prestadores
em suas redes.
Padrão da Troca de Informações em Saúde
Suplementar (TISS):
A ANS entende
que a padronização pode trazer ganhos
de qualidade para os beneficiários uma vez que o relacionamento
das operadoras com seus prestadores torna-se mais transparente,
claro e objetivo, inclusive no que tange à facilitação
da negociação de valores de serviços e seus
reajustes.
Folha
de São
Paulo
Clientes
de planos de saúde ganham com medidas da ANS
DE
SÃO
PAULO
Clientes
de planos de saúde terão um prazo de
quatro meses por ano para decidir se querem migrar para outros
convênios sem a necessidade de cumprir novas carências.
A determinação será publicada neste mês
pela ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
como parte de uma resolução que amplia os direitos
garantidos ao consumidor na portabilidade dos planos.
Hoje, a troca
sem exigência de carência pode ser
feita em 60 dias do ano - no mês de aniversário
do contrato e no seguinte.
A ANS afirma
que foi aprovada uma proposta que limita o reajuste aplicado à atualização dos contratos considerados
antigos, assinados antes de 1.º de janeiro de 1999. Os clientes
que desejarem migrar para planos novos, que dão um rol
mais abrangente de serviços, poderão ter suas mensalidades
aumentadas, no máximo, em 20,59%.
Para Maria
Inês Dolci, coordenadora institucional da Pro
Teste, colunista da Folha e blogueira da Folha.com, as duas medidas
são uma boa notícia para os usuários de
planos de saúde no Brasil.
"É um exemplo a ser seguido por outras agências
reguladoras que só pensam nas empresas, jamais nos consumidores",
comenta a advogada.
AGENDA
- 07 de Abril – Dia Mundial da Saúde
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Custos na Saúde e Pagamento
por Pacotes
25 e 26 de abril de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Fornecer
elementos para análise da constituição
e do perfil dos custos da assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização
mediante formatação de pacotes para o pagamento
dos serviços.
- Fornecer
noções de Economia Básica
e de custos em geral.
- Identificar
os componentes dos custos na assistência à saúde.
-Identificar
fatores que agravam os custos na saúde
-Destacar
mecanismos de regulação na utilização
dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos
assistenciais.
- Avaliar
o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar.
- Avaliar
a repercussão da atuação da ANS,
do Poder Judiciário, Ministério Público
e PROCON nos custos de assistência à saúde.
-Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.
-Analisar
recomendações para formatação,
formalização e operacionalização
de pacotes.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 2º Seminário dos Dirigentes e Gestores das Autogestões
A Sustentabilidade
da Autogestão
11 e 12 de abril
Hotel Naoum
Plaza Brasília
SHS - Setor
Hoteleiro Sul, Quadra 05, Bloco H, Brasília
DF
O evento,
com repercussão nacional, é um importante
ambiente de debate da área de assistência à saúde
suplementar, sendo este o propósito maior da UNIDAS nos
eventos que promove como forma de estimular a reflexão
de todos os agentes da área da saúde. Com um público
estimado em 200 participantes o "2º Seminário
dos Dirigentes e Gestores das Autogestões em Saúde
- A Sustentabilidade da Autogestão" terá o
objetivo de promover um debate com os executivos das nossas instituições
filiadas sobre as principais oportunidades e ameaças para
o segmento de autogestão em saúde.
Informações
Para ser patrocinador dos eventos, entre em contato com a UNIDAS.
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail seminario@unidas.org.br. (Unidas/AssPreviSite)
- Home Care: Problema ou solução?
04 e 05 de abril de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Capacitar os profissionais da Área de Saúde,
através de reflexões e aprimoramento dos aspectos
pessoais e comportamentais inerentes ao atendimento domiciliar,
visando atender as demandas do mercado.
Instrutora: Maria Antonieta Turci Rulli
Informações:
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322 com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Encontro ANS - edição
Norte e Centro-Oeste
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoverá,
nos dias 5 e 6 de abril, o Encontro ANS – edição
Norte e Centro-Oeste. O objetivo do evento é reunir atores
da saúde suplementar para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado.
Na ocasião, estarão presentes diretores e técnicos
da Agência, além de representantes de operadoras
de planos de saúde, órgãos de defesa do
consumidor, entidades médicas, estabelecimentos de saúde
e centrais sindicais.
O evento
será realizado em Brasília, no Centro
de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional
dos Trabalhadores no Comércio, e é fechado para
convidados e instituições inscritas.
As inscrições estão abertas e devem ser
realizadas até 30 de março http://www.ans.gov.br/portal/img/email/20110302EncontroANS.pdfço,
exclusivamente pelo sítio eletrônico da ANS, por
representantes de operadoras de planos de saúde com registro
de funcionamento nas Regiões Norte e Centro-Oeste.
Poderão participar até dois
representantes de cada operadora por dia de evento.
Confira a
programação
do evento no link
http://www.ans.gov.br/portal/img/email/20110302EncontroANS.pdf
-
IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde
Nos dias
31 de março e 01 de abril, das 8h às
18h, o iQG – Health Services Accreditation apresenta o
IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde, no
auditório da FECOMERCIO (Federação do Comércio
de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo),
situado à rua Plínio Barreto, 285, Bela Vista,
São Paulo. O evento, inédito no Brasil, contará com
palestrantes nacionais e internacionais, referências no
mercado de saúde mundial.
Serão apresentadas palestras e mesas de discussões
com a participação de grandes personalidades, como
Philip Hassen, Presidente da ISQua – International Society
for Quality in Health Care; Pedro Delgado, vice-presidente do
IHI – Institute for Healthcare Improvement e Sébastien
Audette, CEO do Accreditation Canada Global.
“Certamente, estamos fazendo o melhor e maior evento da área
de qualidade e segurança do paciente do Brasil. Traremos
os maiores nomes nestes segmentos com o intuito de disseminar
conceitos mundiais de boas práticas em qualidade e segurança,
para que possamos melhorar a cada dia o atendimento nas instituições
de saúde em nosso país”, explica Rubens Covello,
CEO do IQG. (Cristiane Fernandes - Saúde Business Web)
-
LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO
SINOG DE ODONTOLOGIA
Sinog
premiará dentistas
e estudantes de odontologia
Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos
concorrentes até 15 de abril de 2011
O Sinog -
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba
de lançar a 10ª edição
do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas
e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização
da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação
e fidelização da rede credenciada das operadoras
e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos
beneficiários dos planos odontológicos", e
para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de
Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico
e controle de qualidade dos serviços odontológicos
podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista
e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação
do credenciado com a operadora de planos odontológicos".
A novidade
nesta edição é que, embora os
ganhadores anteriores das três últimas edições
não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas
recém formados, com o registro profissional, e que tenham
participado na categoria de estudantes, nas edições
anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva
modalidade.
Na modalidade
cirurgiões-dentistas o prêmio é de
R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu.
Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$
8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o
trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um
professor orientador, o docente receberá como homenagem
uma menção honrosa e a participação
na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia
cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também
receberá um troféu.
As inscrições para a 10ª edição,
com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão
ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento
completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível
no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação
acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira
Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em
local a ser divulgado. Mais informações poderão
ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br
ou pelo telefone (11) 3289-7299.
O
Prêmio
Sinog de Odontologia
Idealizado
com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas,
seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio
Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes
a cada nova edição.