05-05-11

 

Leia nesta edição:

- Câmara debaterá na terça-feira problemas dos planos de saúde

- Senadores fazem cobranças ao ministro da Saúde

- Em debate sobre desvio de verbas na saúde, ministro pede parceria do Congresso para controle do SUS

- Regulamentação da Emenda 29 e combate à corrupção são prioridade para garantir mais recursos à saúde

- Veja os dados apresentados pelo ministro da Saúde em audiência na Comissão de Assuntos Sociais

- Entidades médicas: Negociação com 15 planos

- Auditoria: uma oportunidade para médicos

- MP dos Hospitais Universitários será revista

- Ministro da Saúde afirma que chip não fará falta para o Cartão SUS

- A novela do Cartão do SUS

Quinta-feira, 05.05.11

Agência Câmara de Notícias

Câmara debaterá na terça-feira problemas dos planos de saúde

Por Geórgia Moraes / Edição: João Pitella Junior

Em uma parceria da comissão com a Agência Câmara, os internautas poderão participar do debate pelo e-mail pergunte@camara.gov.br

A Comissão de Defesa do Consumidor promoverá na terça-feira (10) uma audiência pública para discutir os planos de saúde. O presidente da comissão, deputado Roberto Santiago (PV-SP), lembrou que recentemente uma das grandes operadoras deixou 143 mil pessoas sem atendimento e que os próprios médicos reclamam dos valores repassados por essas empresas. "Em determinados setores da saúde pública, o cidadão é mais bem atendido do que nos planos”, disse Santiago.

Segundo ele, é preciso cobrar a responsabilidade das empresas, “que não estão cumprindo o seu papel social e descumprem o Código de Defesa do Consumidor”.

“Então, teremos a audiência pública para saber o que os dirigentes de planos de saúde estão fazendo para melhorar o atendimento, e também quais serão as ações da Câmara após esse debate", ressaltou.

Em uma parceria da comissão com a Agência Câmara, os internautas poderão enviar antecipadamente perguntas para os convidados pelo e-mail pergunte@camara.gov.br. Os questionamentos serão feitos por intermédio dos deputados que participarão do debate. A audiência será transmitida ao vivo pela Agência Câmara.

Proteção

Além da relação de trabalho entre os médicos e os planos de saúde, os deputados querem discutir medidas de proteção ao consumidor e os ressarcimentos que as empresas devem ao Sistema Único de Saúde (SUS).

Foram convidados para a audiência o presidente da Agência Nacional de Saúde Suplementar, Maurício Ceschin; o presidente da Associação Médica Brasileira, José Luiz do Amaral; a coordenadora da Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, Maria Inês Dolci; o diretor-executivo da Federação Nacional de Saúde Suplementar, José Cechin; e a diretora do Departamento de Defesa e Proteção ao Consumidor do Ministério da Justiça, Juliana Pereira da Silva.

A reunião será realizada às 14h30, no plenário 7.

Agência Senado

Senadores fazem cobranças ao ministro da Saúde

Da Redação

Após exposição do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, em audiência na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), os senadores fizeram análise das propostas para o setor apresentadas e cobraram medidas para melhorar a área.

O senador Casildo Maldaner (PMDB-SC), afirmou ter gostado da proposta de interiorização do profissional de saúde apresentada pelo ministro, que prevê estímulos para reter em pequenas cidades médicos recém-formados, entre outras ações. Para o senador, 80% dos problemas da área poderão ser resolvidos com essa proposta.

O senador Eduardo Amorim (PSC-SE) cobrou a instalação de um hospital específico para tratamento de pacientes de câncer em seu estado, doença que mata cerca de 140 mil por ano. Segundo o senador, pesquisas indicam que cerca de 40% das mortes poderiam ser evitadas se houvesse precocidade no diagnóstico e tratamento adequado. Ele cobrou também a aprovação da proposta de regulamentação da Emenda 29 (que assegura recursos para a área), proposição em exame pela Câmara dos Deputados.

A regulamentação da Emenda 29 também foi reivindicada pela senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), que disse ser necessário, contudo, rejeitar emenda para criação de um novo tributo para o setor - a contribuição social da saúde (CSS).

O senador Paulo Davim (PV-RN) cobrou recursos para a área e disse ser necessário instituir punição severa para desvios de verbas da saúde, crime que deveria ser classificado como hediondo em sua avaliação. Ele também lembrou a necessidade de incentivo à formação de pediatras, setor carente de profissionais no país. O senador também aplaudiu a medida de adotada pelo governo de distribuição de medicamentos para hipertensos e diabéticos.

A senadora Ângela Portela (PT-RR) elogiou programas do governo, como a Rede Cegonha, lançada recentemente em Minas Gerais, para atendimento à saúde da mulher, desde o momento em que descobre a gravidez até os dois anos do filho; e o programa de prevenção e diagnóstico e tratamento do câncer de mama e do colo do útero. Ela propôs ainda a instituição de um programa específico para cuidar da saúde do homem.

A senadora Marisa Serrano (PSDB-MS) disse que o "caos" na saúde está instalado, sendo necessário definir um rumo para resolver os problemas, especialmente para atendimento dos mais pobres que dependem dos postos de saúde. Em sua opinião, o fundamental agora é o atendimento básico, emergente da população. Segundo pesquisa citada pela senadora, 71% da população classifica o sistema de saúde do país como regular ou ruim. Ela citou ainda denúncias de cobrança para atendimento pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e cobrou fiscalização para evitar esses casos.

O senador Paulo Paim (PT-RS) defendeu medidas para avançar no combate ao consumo do álcool e cobrou também a aprovação da regulamentação da Emenda 29, além de atenção especial à saúde dos aposentados.

Para o senador Mozarildo Cavacanti (PTB-RR), o problema maior na área da saúde é o desvio de recursos, "a corrupção na área". Ele citou investigação da Controladoria Geral da União (CGU) que descobriu desvios de cerca de R$ 500 milhões na Fundação Nacional da Saúde (Funasa). O senador também concordou com Paim quanto à necessidade de conter o consumo de álcool no país. Ele fez um apelo para realização de uma "força-tarefa" em seu estado para deter a corrupção na área de saúde.

O senador Humberto Costa (PT-PE) defendeu a revisão da regulamentação da profissão de mototaxista, em razão do número elevado de acidentes que acontecem com esses profissionais. Ele afirmou ainda ser necessário cobrar o cumprimento da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) por parte dos gestores públicos, já que não há apenas "bonzinhos" na área da saúde.

Agência Senado

Em debate sobre desvio de verbas na saúde, ministro pede parceria do Congresso para controle do SUS

Por Iara Guimarães Altafin

Em debate na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, pediu nesta quarta-feira (4) apoio do Congresso para aprovação de propostas que ampliem os mecanismos de controle do uso de recursos do Sistema Único de Saúde (SUS). Para ele, o país enfrenta o desafio de consolidar o sistema, condição para superar as dificuldades enfrentadas pelo setor.

- Não podemos 'dourar a pílula'. Estamos conscientes que 41% da população consideram a saúde o principal problema do país - disse, ao reconhecer que a melhoria de gestão e de controle de recursos seria a principal forma de ampliar os investimentos na Saúde.

Entre as propostas que tramitam no Congresso e que visam aperfeiçoar a gestão do SUS, ele citou projeto do senador Humberto Costa (PT-PE), que estabelece a Lei de Responsabilidade Sanitária (PLS 174/2001). A proposta torna prefeitos, governadores e o governo federal gestores solidários do Sistema Único de Saúde, prevê a definição de metas e a adoção de mecanismos para assegurar o cumprimento das mesmas, além prever punições administrativas e criminais para os casos de gestão fraudulenta.

Para o senador Eduardo Amorim (PSC-SE), é fundamental definir a missão de cada ente federado, pois isso permitiria à população possa cobrar a responsabilidade de cada um e acabar com o "empurra-empurra" dos gestores públicos municipais, estaduais e federais.

Ao detalhar as medidas de controle já adotadas pelo ministério, Padilha citou o aperfeiçoamento do cadastramento de usuários e a adoção do cartão unificado do SUS. Esse último foi regulamentado por portaria assinada na última segunda-feira (2) e visa formar uma base de dados nacional para identificação dos usuários do sistema, por meio de um número único válido em todo o território nacional.

- Vamos começar a implantar o cartão pelos municípios que já dispõem de cadastro de usuários - informou, dizendo que até 2014 o cartão deverá estar implantado em todo o país.

Para ampliar o acesso a informações sobre o SUS ele destacou a criação, em abril, do Portal de Transparência do Ministério da Saúde. Por meio do portal, será possível, por exemplo, acompanhar o uso dos recursos repassados aos municípios para compra de equipamentos, conforme explicou.

- O país tem hoje, no sistema público, duas vezes e meia mais mamógrafos do que o necessário para atender às mulheres brasileiras, mas muitos não estão funcionando ou funcionam abaixo da capacidade - disse.

Para Paulo Davim (PV-RN), o desvio de recursos públicos deveria ser classificado como crime hediondo. Também o presidente da CAS, Jayme Campos (DEM-MT), e os senadores Paulo Paim (PT-RS), Marisa Serrano (PSDB-MS) e Waldemir Moka (PMDB-MS) defenderam a adoção de medidas mais rígidas para o combate da corrupção na saúde.

Agência Senado

Regulamentação da Emenda 29 e combate à corrupção são prioridade para garantir mais recursos à saúde

Por Iara Farias Borges

A melhoria dos serviços de saúde depende da definição de novas fontes de recursos na área, disse o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, ao participar de audiência pública, nesta quarta-feira (4), na Comissão de Assuntos Sociais (CAS). Ele defendeu a aprovação pelo Congresso Nacional da regulamentação da Emenda 29, que fixa percentuais mínimos a serem investidos anualmente em saúde pela União, Distrito Federal, estados e municípios.

Na avaliação do senador Eduardo Amorim (PSC-SE), que requereu o debate, a adoção de um mínimo a ser aplicado na saúde é importante para prevenir desvios por parte de maus gestores. No entanto, segundo ele, apenas a aprovação da Emenda 29 não vai suprir as necessidades da área. Para permitir maior responsabilização e impedir a corrupção, sugeriu o senador, a legislação deve definir de forma mais clara a missão e a função do Sistema Único de Saúde (SUS).

O senador Paulo Davim (PV-RN) observou que o Brasil investe menos em saúde que seus vizinhos da América do Sul. O Brasil, informou o senador, investe cerca de 4% do Produto Interno Bruto (PIB), enquanto grande parte dos países latino-americanos aplica quase 10% do PIB na área.

Ao mencionar a corrupção e a impunidade como causas de perda de recursos da saúde, Davim sugeriu que a legislação seja alterada para tornar mais rigorosa a punição de desvios no setor. O senador classificou tais crimes como hediondos.

- Sem recursos, não dá pra fazer frente a 23% de hipertensos, 30% de doentes cardiovasculares - disse Davim, acrescentando que o tratamento de vítimas de acidentes de trânsito consome mais de R$ 200 milhões e os problemas decorrentes do tabagismo exigem mais R$ 300 milhões.

Também para o senador Waldemir Moka (PMDB-MS) o Ministério da Saúde depende do aporte de mais recursos para resolver a crise da saúde no Brasil. Ele lembrou que a área perdeu uma fonte importante com a extinção da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), sem que novos investimentos fossem feitos.

O presidente da CAS, senador Jayme Campos (DEM-MT), alertou que esse aporte de recursos não deve vir de um novo imposto, mas da aprovação da Emenda 29. Em sua opinião, a sociedade brasileira já está sobrecarregada de impostos e não pode arcar com mais um.

Prevenção

Para diminuir a demanda por serviços de saúde, o que permitiria mais qualidade no atendimento, o ministro Padilha observou ser necessária a implementação de medidas para modificar os hábitos das pessoas e os modelos de convivência humana que geram problemas à saúde.

Muitos dos atendimentos do SUS, observou o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), são decorrentes de acidentes de trânsito causados por motoristas alcoolizados. O senador informou que 37 mil brasileiros morreram em 2010 em consequência desses acidentes. Para ele, o mau comportamento no trânsito decorre da "certeza da impunidade".

Ao defender a aprovação da Emenda 29, a senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) disse que a excelência na área de saúde pode ser adquirida por meio de pactos e convênios. Tais ações, observou ainda a senadora, devem ser feitas com transparência e eficiência.

Agência Senado

Veja os dados apresentados pelo ministro da Saúde em audiência na Comissão de Assuntos Sociais

Da RedaçãoO ministro da Saúde, Alexandre Padilha, participou nesta quarta-feira (4) de audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) sobre os projetos de seu ministério para os próximos anos e sobre denúncias de fraudes no Sistema Único de Saúde (SUS). Durante sua fala, ele apresentou dados sobre a área nos últimos anos. Clique no link abaixo para ver a apresentação.

http://www.senado.gov.br/noticias/agencia/pdfs/Apresentacao_ministro_Padilha_CAS.pdf

Saúde Business Web

Entidades médicas: Negociação com 15 planos

Depois das reivindicações encaminhadas às operadoras, a classe passa a negociar com empresas como Amil, Medial, Cassi, entre outras

Após manifestação nacional em 7 de abril, quando os médicos suspenderam o atendimento de planos e seguros de saúde, tiveram início em todos os Estados as negociações com as operadoras.

Em São Paulo, as entidades médicas definiram 15 planos de saúde que serão inicialmente contatados.

O estado concentra atualmente 18, 1 milhões de usuários de planos de saúde, dentre os 45,5 milhões de beneficiários da saúde suplementar de todo o país. Em São Paulo, 44% da população têm plano de saúde, estado com a maior taxa de cobertura.

Reivindicações encaminhadas aos planos de saúde

• Consulta a R$ 80,00 e procedimentos atualizados proporcionalmente de acordo com o sistema de hierarquização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM);

• Regularização dos contratos entre operadoras e médicos, com a inserção de cláusula de reajuste anual com base no índice autorizado pela ANS para os planos individuais.

Operadoras de São Paulo chamadas para negociar

• MEDICINA DE GRUPO: Amil, Medial, Intermédica, Gama Saúde, Golden Cross, Green Line

• AUTOGESTÕES: Cassi (Banco do Brasil), Caixa Econômica Federal, ABET (Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), GEAP, Embratel

• SEGURADORAS: Porto Seguro, Marítima, Notredame

Diante das respostas das operadoras serão convocadas assembléias de médicos para discutir os rumos do movimento, informaram as entidades APM, Simesp e Cremesp.

Saúde Business Web

Auditoria: uma oportunidade para médicos

Por Verena Souza

Área tem progredido com o desenvolvimento do setor. No entanto, o profissional não é valorizado da mesma forma pelos estados e municípios

O especial "Além do estetoscópio" tem mostrado oportunidades para profissionais de saúde fora da área clínica. Processos de auditoria no setor é uma possibilidade dentre inúmeras outras que surgem em meio ao desenvolvimento da Saúde como, por exemplo, acreditação e projetos em TI.

"Auditoria em Saúde é uma área que está progredindo, pois as instituições cada vez mais percebem a importância de implementar processos de gestão e avaliá-los", explicou a médica Rosane Amaral, do departamento de auditoria federal do Sistema Único de Saúde (SUS).

A profissão não exige nenhuma qualificação específica. Pelo contrário, busca profissionais com diferentes formações como contadores, economistas, pedagogos, engenheiros, assistentes sociais, entre outros.

Os auditores são direcionados de acordo com a necessidade de cada instituição de saúde. Os médicos, por exemplo, têm maior expertise para apurar um óbito ou analisar prontuários de pacientes. "Acho interessante atuar na área depois de ter trabalhado no atendimento clínico, com a população", ressaltou Rosane.

Para atuar junto ao sistema público de saúde é preciso conhecer a fundo a legislação do SUS. "O auditor precisa entender como funciona o financiamento dos programas, pois analisamos os repasses de recursos para os estados e municípios", explicou Rosane.

De acordo com ela, o governo promove cursos de especialização para o desenvolvimento desses profissionais. No entanto, a valorização do auditor varia entre os estados. Existem aqueles, como Mato Grosso do Sul e Bahia, que possuem plano de carreira para tais profissionais. Enquanto outros não promovem nenhum tipo de concurso para o exercício da profissão.

"Há dez anos estou neste trabalho. É uma boa opção. Mas temos que pleitear para que todos possam ter sua carreira e, assim, ter o direito de uma remuneração diferenciada. Até para atrair mais pessoas para a área", enfatizou Rosane.

Saúde Business Web

MP dos Hospitais Universitários será revista

Transferência da gestão para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) não poderá ferir a autonomia acadêmica

O relator da Medida Provisória 520/10, deputado Danilo Fortes (PMDB-CE), irá modificar o texto da medida para deixar claro que a alteração da gestão dos hospitais universitários para a Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) não poderá ferir a autonomia universitária.

De acordo com a Agência Câmara, o relator divulgou os principais pontos do seu parecer durante audiência pública da Comissão de Educação e Cultura sobre a MP, realizada na terça-feira. A MP cria a Ebserh (uma empresa privada de direito público) para padronizar e normatizar a contratação de funcionários para os hospitais universitários federais. Os representantes dos servidores das universidades são os principais opositores da MP. Eles afirmam que a medida privatiza a gestão dos hospitais.

Entre as alterações que fará na MP, Fortes citou: "Colocação clara do princípio da autonomia universitária, a utilização de eventuais lucros em investimentos na própria unidade hospitalar, a participação do Ministério da Saúde dentro do Conselho Administrativo, a criação do controle social e a garantia que os dirigentes da empresa serão escolhidos pela comunidade acadêmica."

Críticas

O ex-diretor-geral do Hospital Universitário da Universidade de Brasília Gustavo Romero, que pediu demissão na segunda-feira (2) por discordar da MP, afirmou que não houve discussão com a comunidade acadêmica e que a proposta não resolve os complexos problemas que envolvem o funcionamento de um hospital-escola.

Um dos autores do pedido da audiência, o deputado Rogério Marinho (PSDB-RN) considera que a proposta atinge a essência da autonomia universitária. Ele mostrou dados que mostram que o Hospital de Clínicas de Porto Alegre, que serviu de modelo para a elaboração da MP, recebeu nos últimos anos o dobro de recursos de instituições que funcionam em cidades muito maiores. Marinho questiona a razão pela qual o governo federal afirma que tem recursos para essa reestruturação dos hospitais, mas não usa para atender já as instituições.

"A MP fere frontalmente o artigo 207 da Constituição, porque cria uma estatal e essa estatal passa a ter autonomia inclusive para promover as ações pedagógicas e de ensino da instituição. E mais, o governo diz o seguinte: na hora em que a estatal for estabelecida, está resolvido o problema de financiamento dos hospitais. Ora, se o governo ela tem o recurso para fazer isso, por que não o faz no modelo atual?", questiona o deputado.

O representante da Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior e novo diretor do Hospital da UnB, João Batista de Souza, afirmou que não está claro se as instituições que não aderirem à empresa continuarão a receber recursos do governo federal.

O secretário nacional do ensino superior do MEC, Luís Claúdio Costa, garantiu que os repasses vão continuar. "Hoje, as verbas são distribuídas mediante uma matriz. Então, temos uma matriz orçamentária, que verifica a quantidade de professores, de servidores, de atendimento. Se a universidade entender: eu tenho um modelo, eu quero fazer dessa forma, ela vai receber os recursos que a matriz destina a ela", afirmou.

O relator acredita que a MP estará pronta para ser votada na próxima semana.

Folha de São Paulo

Ministro da Saúde afirma que chip não fará falta para o Cartão SUS

DE BRASÍLIA - O ministro Alexandre Padilha (Saúde) defendeu ontem a decisão do governo federal de implantar cartões do SUS (Sistema Único de Saúde) até 2014 em todos os municípios do país, mesmo sem chips que poderiam facilitar a identificação dos dados dos usuários.

O objetivo do documento é registrar todas as consultas e internações dos usuários num banco de dados.

"Fizemos um estudo rigoroso que mostrou que não precisa do chip para o que o cartão serve. Cartão de crédito, vários não têm chip. O próprio número do cartão SUS já é o registro hoje", afirmou.

Segundo o ministro, a economia do ministério por não ter implantado os chips nos cartões do SUS chega a 50 vezes por unidade. "O chip era R$ 5, sem chip a previsão [do custo do cartão] é R$ 0,10."

O Estado de São Paulo

Editorial

A novela do Cartão do SUS

Promessa da candidata Dilma Rousseff durante a campanha eleitoral, o projeto do Cartão Nacional de Saúde, que foi lançado há 12 anos, está sendo retomado novamente pelo governo. Ele já consumiu R$ 450 milhões dos R$ 610 milhões previstos em 1999, mas até hoje sua implantação não foi concluída. Embora o Ministério da Saúde tenha emitido centenas de milhares de cartões, com base num banco de dados com 192 milhões de nomes, a distribuição foi suspensa por causa de denúncias de fraudes cometidas nos contratos de confecção dos cartões e da descoberta de irregularidades nos cadastros do SUS. Do total de cartões confeccionados, cerca de 25% tinham nomes repetidos, errados e de pessoas já falecidas.

A ideia do Ministério da Saúde é adquirir cerca de 200 milhões de cartões magnéticos - a um custo estimado entre R$ 24 milhões e R$ 30 milhões - para distribuí-los nos 5,5 mil municípios do País até 2014 - o último ano de mandato de Dilma. Além de agilizar consultas e internações, uma vez que reduz as filas de espera, o Cartão Nacional de Saúde - também conhecido como Cartão SUS Nacional - ajuda a melhorar a qualidade do atendimento, na medida em que registra as doenças dos usuários num banco de dados, fornecendo aos médicos o histórico de cada paciente do Sistema Único de Saúde (SUS), o número de vezes em que passou por consultas e os nomes dos remédios que recebe gratuitamente.

O banco de dados também fornece ao Ministério da Saúde as informações técnicas de que necessita para formular, implementar e executar as políticas do setor. O problema é que nem todas as Prefeituras dispõem de condições financeiras e técnicas para implantar um sistema de informática capaz de gerir a distribuição desses cartões e fiscalizar seu uso.

Em 2010, o Ministério da Saúde chegou a estudar a possibilidade de comprar novos softwares para cadastrar e gerir os dados dos pacientes do SUS. Mas a ideia foi descartada e, no mês passado, o Ministério assinou um convênio de cooperação tecnológica com a Prefeitura de São Paulo, que irá ceder gratuitamente a base do Programa Integrado de Gestão de Atendimento (Siga/SP) a todos os municípios sem sistema próprio de informática na área de saúde. Desenvolvido em 2005 pela Secretaria Municipal de Saúde, o Siga/SP é um software que permite à Prefeitura gerir cerca de 800 serviços prestados a 8 milhões de pessoas cadastradas.

A implantação do programa tornou possível controlar os serviços prestados a todas as gestantes atendidas pelo SUS paulistano, monitorar a evolução da gravidez de quase 100 mil mulheres e prever o número de vagas necessárias para atender à demanda da população, por região da cidade. O sucesso do Siga/SP ficou evidente em 2009, durante a ocorrência da pandemia da gripe A (H1N1), quando permitiu às autoridades municipais identificar as gestantes que poderiam ser atingidas. Além da capital, 15 municípios paulistas já estão utilizando esse software - e outros 40 municípios estão negociando convênios com a Prefeitura de São Paulo.

Com base nesse software, a ideia do governo federal é firmar um pacto com os Estados para dotar as unidades de saúde dos pequenos municípios de computadores. O maior problema, contudo, continua sendo o da distribuição do Cartão SUS Nacional. Durante o governo Lula, o Ministério da Saúde cogitou da possibilidade de adotar cartões com chip ou tarja magnética, que tinham um custo unitário de R$ 5. Como os gastos seriam altos, o governo Dilma determinou a utilização de cartões mais simples, a um custo unitário de R$ 0,12. E, para evitar erros, o nome e o número dos pacientes constarão de uma etiqueta que será colada em cada cartão nos postos de saúde. Além disso, o SUS terá de "limpar" sua base de dados, para eliminar nomes repetidos ou errados.

É incrível que, em plena era da informática, a União não tenha conseguido adotar um cartão nacional de saúde, precisando de pelo menos mais três anos para concluir um projeto que foi iniciado há 12 anos.

AGENDA


- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- ClasSaúde 2011

Evento acontece na cidade de São Paulo, SP.

"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e Ambientais" é o tema central dos seis congressos que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Promovido pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde já se consolidou como palco das principais discussões que norteiam o setor.

Integram o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde; 2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão e Políticas em Saúde Mental.

O Congresso Latino-Americano é o evento internacional do ClasSaúde e está dividido em três módulos: Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse ano a questão ambiental entra em discussão.

O site do ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no ar no início de março e trará os programas dos eventos, composição das comissões científicas, valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias e demais informações sobre os eventos. As inscrições também estarão abertas no mesmo período, com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML (estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios Clínicos).

Data: De 25 a 28 de maio de 2011

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo, SP

Mais informações: http://www.classaude.com.br/


- Unidas: Regulação, análise e auditoria

Unidas / AssPreviSite

Auditoria e Análise de Contas Médico-Hospitalares e Controles em Sistemas de Saúde

26 e 27 de maio de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Promover o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação, análise e auditoria de prestação de serviços, através da introdução de conhecimento técnico e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação e auditoria no sistema suplementar; Composição da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas; Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia e utilização de tecnologia; Rediscussão de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar, monitoramentos entre outros).

Instrutor

DRA. MIYUKI GOTO

Público Alvo

Profissionais que atuam na área de: Análise de contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento aos usuários do sistema de saúde, autorização prévia, liberação de guias e senhas; Gestão e controles de planos de saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- Pós-graduação em Gestão do Ambiente em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Oferecido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo, a pós-graduação busca, através do desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e a utilização do sistema de climatização), a racionalização da utilização da água, a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para a formação de profissionais com uma visão gerencial no crescimento sustentável das instituições de saúde, valorizando a gestão alternativa.

Entre o conteúdo programático estão as disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança, Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.

A pós-graduação é voltada para profissionais com formação nas áreas de saúde, gestão de instituições públicas e privadas de saúde, administração, arquitetura, assistência social, biologia, bioquímica, engenharia, enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição, que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de saúde.

Com 396 horas/aula e 11 meses de duração, o curso tem início previsto para 19 de maio. As inscrições já estão abertas. Informações podem ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda através do site www.cbacred.org.br.


- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências

Unidas / AssPreviSite

13 de Maio de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Capacitar o profissional de saúde a entender o processo de integração da melhor evidência científica com experiência clínica e a avaliação individual do paciente.

Capacitar o administrador de sistemas de saúde privado ou público a entender a importância de gerir seu sistema com base em evidências científicas de alta qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.

Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante, especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes, em relação a acurácia e precisão de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos e preventivos.

Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar a habilidade clínica e experiência passada para identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente, seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios de intervenções potenciais.

Por avaliação individual do paciente entende-se reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica e que deve ser integrada numa decisão clínica.

Por tecnologia de informação entende-se o uso intensivo de indicadores, ferramentas de informática e parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor controle de qualidade e gestão.

Objetivos específicos:

Ao final do curso o participante deverá estar apto a:

* Reconhecer a Medicina Baseada em Evidências como uma maneira válida, útil e viável de melhorar a sua prática médica com base em resultados de pesquisas de boa qualidade.

* Elaborar perguntas específicas e passíveis de resposta científica para as diversas situações clínicas.

* Realizar uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos médicos, utilizando métodos básicos como as "clinical queries".

* Entender a organização e funcionamento das bases de dados informatizadas.

* Distinguir os principais tipos de estudo, entender sua ligação com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de estudos com os níveis de evidências.

* Avaliar criticamente artigos médicos de tratamento.

* Distinguir diretrizes clínicas baseadas em evidências das baseadas em consenso.

* Conhecer os principais tipos de estudos de avaliação econômica em saúde.

* Reconhecer a importância das revisões sistemáticas para o conhecimento em saúde.

* Conhecer e utilizar as fontes de informação com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence, Evidence-Based Journals, etc).

* Transpor para sua prática profissional os conhecimentos de Saúde Baseada em Evidências.

* Reconhecer as limitações das evidências no contidiano clínico.

* Reconhecer a importância da tecnologia de informação integrada às evidências científicas para a gestão de sistemas de saúde.

* Delimitar as áreas de seu sistema de saúde onde a tecnologia de informação poderá ser integrada ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.

Instrutores

Dr. Otávio Clark

Dr. Enéas José de Mattos Faleiros

Público Alvo

Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- Legislação e gestão dos Hospitais Filantrópicos

Saúde Business Web

A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo (Fehosp) promove o 20º Congresso de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São Paulo, de 03 a 06 de maio, no Bourbon Atibaia SPA Resort, em Atibaia, no interior de São Paulo.

O evento, que este ano terá como tema “Filantropia: o Brasil precisa muito de nós”, irá abordar a atualização da nova lei da filantropia, incluindo aspectos jurídicos e contábeis, além de temas como parcerias estratégicas para a saúde, voluntariado, gestão, entre outros assuntos voltados aos profissionais da saúde e gestores de entidades.

O congresso contará com a participação de Wellington Nogueira, fundador e coordenador do grupo “Doutores da Alegria”, Montserrat Dolz, diretora técnica do Gesaworld, grupo especializado em assessoria hospitalar, da Espanha, José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas) e diversos especialistas da saúde.

Também marcam presença no evento, diversos setores governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores pensam da prática da filantropia.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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