Leia
nesta edição:
- Ministério da Saúde
controla mal seus gastos, acusa TCU
- Saúde: governo negocia e consegue adiar votação
- Passa a
correção
do IR
- Check-up
neurológico
- CFM discute
com laboratórios acordo para restrição
de mordomias
- PT e Governo
decepcionam setor de saúde
- CFM volta
a debater políticas públicas junto
ao CNS
- CFM discute
critérios norteadores e conduta ética
na propaganda em medicina
- Fatores
Chave para a Segurança do Paciente no Hospital
- Projeto nacional e democracia
- Convênio antigo poderá ser
trocado em agosto
- Justiça proíbe reajuste para equilíbrio
de plano
- Servidores
da Saúde
decidem ampliar greve
- Subcomissão discute novo marco regulatório da
saúde complementar
- Clientes
de planos não têm garantia de atendimento
- Veto ao
SUS em Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) afetará 3.500
- Câmara votará Emenda
29 quando liberar a pauta, diz Marco Maia
- Regulamentação
da Emenda 29 ainda depende de acordo
- Deputados
pedem votação da Emenda 29 para garantir
piso de agentes de saúde
- Relator
diz que piso dos agentes de saúde depende de
projeto do governo
- Anvisa
proíbe
venda de produto para emagrecer oferecido em site
- Servidores
da saúde
do DF decidem radicalizar greve a partir de quinta-feira
- Origem
da malária é anterior
ao homem, diz estudo
- Programa
de cooperação tecnológica Brasil/Espanha
abrange saúde digital
Quarta-feira, 06.07.11
O
Estado de São
Paulo
Ministério da Saúde
controla mal seus gastos, acusa TCU
Ministro
José Jorge
diz que ''basta procurar'' para achar irregularidades, como
pagamentos para tratar pacientes mortos
Por Lígia
Formenti
Relator da
auditoria que identificou o pagamento de R$ 14,4 milhões para tratamento pelo SUS de pacientes mortos,
o ministro do Tribunal de Contas da União (TCU), José Jorge,
avalia que o sistema de controle do Ministério da Saúde
na área de gastos é dos mais frágeis da
Esplanada.
"É muito fácil encontrar irregularidades
no sistema de pagamento da pasta. Basta procurar", afirmou.
Como exemplo, citou outra investigação do TCU,
divulgada em 2010, que constatou a venda de remédios no
programa Aqui Tem Farmácia Popular, do governo federal,
para pelo menos 17 mil mortos. "Está na hora de oferecer
um sistema mais seguro", defende.
A fiscalização do TCU identificou 9 mil pagamentos
de internações e procedimentos de alta complexidade
de pessoas que estavam mortas. E havia a cobrança de outros
860 procedimentos referentes a pacientes que morreram durante
a internação. Os pagamentos foram feitos entre
junho de 2007 e abril de 2010.
"O dinheiro não é muito expressivo, em comparação
com orçamento do ministério. Mas é preciso
lembrar que pegamos apenas os casos extremos, com mortes. Não
há como saber, por exemplo, se foram feitas cobranças
indevidas de pacientes que depois se recuperaram."
Auditores
mostram que parte significativa das internações
ocorreu, mas em datas diferentes das informadas. Essa estratégia
seria usada para driblar o teto financeiro, limite de reembolso
mensal fixado pelo governo federal. Quando o valor era atingido,
cobranças eram transferidas para o mês seguinte,
garantindo o reembolso.
Diante das
irregularidades, o TCU recomendou que a pasta desenvolva um
sistema de informática com ferramentas que impeçam
a cobrança de procedimentos em pessoas que morreram.
Defesa. A
diretora do departamento de regulação,
avaliação e controle de sistema da pasta, Maria
do Carmo, em entrevista concedida anteontem ao Estado, afirmou
que as recomendações já são adotadas
pela pasta.
De acordo
com ela, o sistema é aprimorado constantemente
- o que dificultaria, mas não reduziria a zero, o risco
de fraude. Para Jorge, no entanto, a explicação
não convence. "Não se trata de um hacker,
uma pessoa com grande habilidade em informática que conseguiu
fazer isso. Há casos em todo o País, o que reforça
a ideia de que há falhas de segurança no sistema." O
ministério não se manifestou sobre as declarações
do ministro do TCU.
O Globo
Saúde: governo negocia e consegue adiar votação
Por Cristiane Jungblut
BRASÍLIA. A regulamentação da Emenda 29,
que fixa os percentuais de investimentos públicos na Saúde,
só entrará na pauta da Câmara em setembro.
O presidente da Casa, Marco Maia (PT-RS), havia prometido resolver
o assunto ontem, mas o governo manteve a urgência constitucional
para a votação do Programa Nacional de Acesso ao
Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), trancando a pauta.
Diante disso, a ministra de Relações Institucionais,
Ideli Salvatti, e líderes da base aliada decidiram ontem
pelo adiamento.
- Colocar
na pauta não é uma decisão que
eu possa tomar ferindo a Constituição. Não
estamos votando por culpa do Parlamento. Perguntem a quem tem
a responsabilidade - disse Marco Maia, referindo-se à decisão
do governo de manter a pauta trancada.
O almoço entre Ideli e os líderes foi na casa
do líder do PTB na Câmara, Jovair Arantes (GO).
O temor do governo é que o Senado mude dos atuais 7% para
10% da receita bruta da União os gastos com Saúde,
algo considerado inviável pela equipe econômica.
O governo só aceita votar a medida na Câmara quando
houver a garantia de que os senadores não mudarão
o texto.
Por isso,
o discurso dos líderes foi o de que é melhor
fazer uma grande discussão com os estados e municípios
antes de votar a matéria. Semana passada, eles e Marco
Maia ameaçaram votar a Emenda como forma de pressionar
o governo a prorrogar o prazo para pagamento de emendas parlamentares
de 2009. A presidente Dilma Rousseff, que era contrária à prorrogação,
cedeu e adiou os pagamentos por mais 90 dias - ou seja, até 30
de setembro, exatamente a data em que os parlamentares querem
voltar a apreciar a matéria.
O líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (PR-MG),
disse que a escolha da nova data foi apenas "coincidência".
Ele negou que o adiamento da votação da Emenda
29 se dê por causa da mudança no prazo de pagamento
das emendas:
- Nada a
ver com essa negociação com o governo.
Depois do
almoço com a ministra Ideli, os líderes
ainda se reuniram com Marco Maia, na tentativa de construir uma
alternativa para antecipar de setembro para agosto a votação
da emenda. O líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN),
lamentou a falta de acordo:
- O governo
não retira a urgência porque teme que
o Senado eleve os gastos para 10% da receita bruta. Temos que
construir um acordo. Tentei uma alternativa no dia 24 de agosto,
mas a oposição não concordou.
Odair Cunha
(PT-MG) disse que não basta só aprovar
a Emenda 29. É preciso garantir fontes de financiamento:
- Vamos votar
a Emenda 29. Há um compromisso dos líderes.
Mas queremos votar com a realidade mais adequada aos municípios
e aos estados.
No almoço, Ideli afirmou que, na próxima semana,
Dilma quer se encontrar com os líderes para finalizar
o semestre legislativo. O Congresso entra em recesso no dia 17.
Correio Braziliense
Passa
a correção
do IR
Por Izabelle Torres
A Câmara aprovou ontem a Medida Provisória (MP)
que corrigiu em 4,5% a tabela de Imposto de Renda (IR). A proposta
aumenta a faixa de renda isenta de pagamento de IR de R$1.499,15
para R$1.566,61 a partir deste ano. Para quem recebe entre este
valor e R$ 2.347,85 a alíquota é de 7,5%. As pessoas
com rendimento mensal de R$ 2.347,85 a R$ 3.130,52 ficam na faixa
de 15%. E quem recebe de R$ 3.130,52 a R$ 3.911,63 pagará 22,5%.
Acima deste valor a alíquota é de 27,5%. Pelos
cálculos do governo, a correção vai representar
perda na arrecadação em torno de R$ 1,6 bilhão.
O relatório do deputado Maurício Trindade (PR-BA)
foi aprovado depois de um acordo de líderes, que rejeitaram
todas as tentativas da oposição de aumentar o percentual
da correção, e as do PDT de reajustar deduções
de gastos com educação de dependentes.
O relator
da proposta afirma que uma das vantagens da aprovação
do projeto é a política de reajuste prevista para
os próximos anos. "Todos sabemos que o percentual
de reajuste que os brasileiros querem é maior do que o
aprovado. Mas a progressão adotada vai permitir que possamos
caminhar neste sentido", diz Trindade.
Descontos
Uma das modificações feitas pelo relator ao texto
aprovado permite que o empregador desconte no imposto os gastos
com planos de saúde de um dos seus trabalhadores domésticos.
O relatório também extrapolou o texto que previa
a correção da tabela e incluiu reajuste de 92%
da Taxa de Saúde Suplementar paga pelas operadoras de
planos de saúde, que atualmente é de R$ 2 por usuário.
A matéria foi decidida mesmo depois dos protestos da
oposição, que alegou não conhecer o texto. "Fizemos
um acordo para votar a MP sem obstruções. No entanto,
fomos surpreendidos com itens e assuntos estranhos à proposta
inicial. Não debatemos nem analisamos esse texto",
reclamou o líder do DEM, ACM Neto (BA).
Empregado
doméstico
A Medida
Provisória (MP) que corrige a tabela do Imposto
de Renda (IR), aprovada ontem pela Câmara, também
incluiu, na declaração de ajuste anual, o desconto
da contribuição patronal do empregador doméstico
incidente sobre a remuneração do empregado. O benefício
foi aplicado até 2010. O texto também mudou a lei
sobre os planos de saúde privados, determinando que o
ressarcimento sobre o uso dos serviços de hospitais conveniados
ao Sistema Único de Saúde (SUS) seja feito exclusivamente
ao sistema e não mais às entidades que prestaram
o serviço ao usuário que tenha plano privado.
Correio Braziliense
Check-up
neurológico
Jovens seguem
o caminho dos mais velhos e começam a fazer
exames para se antecipar ao AVC e a outras enfermidades. Males
degenerativos, como o de Alzheimer, ainda são o grande
desafio da medicina
Por Márcia
Neri
Houve um
tempo em que homens e mulheres viviam, na melhor das hipóteses, por três décadas. A expectativa
de vida da população das áreas mais desenvolvidas
do planeta começou a mudar somente entre os anos de 1500
e 1900. De lá para cá, melhores condições
de alimentação, de saneamento e o incontestável
avanço da medicina contribuíram para que os indivíduos
ultrapassassem a barreira dos 30. Atualmente, embora ainda sofra
com mazelas praticamente erradicadas nos países mais desenvolvidos,
o brasileiro vive, em média, 72.4 anos. Ainda estamos
longe, porém, comparando com os japoneses, que normalmente
chegam aos 82.6 anos e são os recordistas mundiais de
longevidade.
Viver mais,
no entanto, trouxe alguns desafios. Males neurológicos
pouco relatados antigamente hoje são comuns e causam receio
não apenas em idosos. Jovens que desejam escapar do acidente
vascular cerebral (AVC) e de patologias que afetam a memória
e a cognição passaram a procurar meios de se antecipar
a tais ocorrências. Por isso, o checape neurológico
tem conquistado quem pretende ir além dos 70 preservando, é claro,
a qualidade de vida.
Para prevenir
o AVC, que já lidera a lista dos males
que mais matam no Brasil, médicos e pacientes têm à disposição
exames cuja finalidade é averiguar o estado das artérias
que levam sangue e oxigenação ao cérebro.
A anamnese com neurologistas — histórico detalhado
do paciente feito pelo especialista por ocasião da consulta — também é importante
para detectar sinais de perdas cognitivas, uma das características
das demências.
O comprometimento
da memória e outros problemas degenerativos
também podem ser detectados em testes específicos.
Para Maristela Costa, neurofisiologista do Hospital do Coração,
em São Paulo, entender o funcionamento do cérebro
e o envelhecimento cerebral ainda é um grande desafio
para médicos e cientistas. Mas, os exames de neuroimagens
estão, cada dia mais, contribuindo para desvendar melhor
a estrutura mais complexa do corpo humano.
O primeiro
passo da rotina do checape neurológico é a
consulta detalhada com um neurologista e a avaliação
neuropsicológica. “O eletroencefalograma com mapeamento
cerebral, o doppler de carótidas e a angiorressonância
de crânio são indicados depois da anamnese, dependendo
da história e da idade do paciente. Com esses instrumentos,
conseguimos diagnosticar precocemente os males comuns na população
acima dos 50 anos”, especifica.
Segundo a
médica, o declínio intelectual é esperado
para todos os indivíduos que ultrapassam essa idade. O
momento em que isso se dá, porém, é muito
variável. “Em 50% dos casos, há uma evolução
progressiva que alguns médicos acreditam poder ser retardada
com exercícios específicos, alimentação
e reabilitação psicomotora. São tentativas.
Cientificamente, ainda não podemos provar que essa abordagem
impeça a evolução para a demência”,
enfatiza Maristela.
O neurologista
Ricardo Teixeira pondera que a medicina é baseada
em evidências. Ele entende que, por isso, o checape neurológico
deve ser visto com cautela. “Recomendo que a investigação
seja feita somente por aqueles com queixas que podem indicar
um problema. Um paciente de 30 anos que não apresenta
qualquer fator de risco não tem motivo para passar por
exames tão detalhados”, pondera.
Melhor prevenir
No entanto,
se o indivíduo apresenta hipertensão, é diabético,
tem histórico familiar de AVC e infarto em parentes de
primeiro grau é mais do que recomendado fazer um panorama
funcional do cérebro à medida que a idade chega.
De acordo com o médico, a investigação pode,
sem dúvida, evitar o AVC. “Mas, os exames não
previnem males degenerativos como o Alzheimer, por exemplo. Acredito
que quando tivermos uma terapia que mude o curso natural de doenças
como essa, e a ciência está bastante dedicada a
isso, o checape ajudará muito mais. Hoje, a maioria delas
evolui de qualquer forma, seja com um diagnóstico precoce
ou não”, lamenta.
O radialista
Edimar de Mattos, 31 anos, decidiu que era o momento para uma
avaliação cerebral. Ele procurou um neurologista
depois que um parente próximo morreu em decorrência
de um aneurisma cerebral. “Fiquei muito assustado e achei
que seria importante realizar alguns exames para ficar mais tranquilo
ou, na pior das hipóteses, tentar reverter o quadro. Tenho
sentido dores de cabeça constantemente. Mas acredito que
seja o estresse do dia a dia e o momento que passei. No entanto,
faço questão de tirar a prova”, comenta.
O neurologista
Henrique Braga considera que depois dos 40 anos é interessante,
mesmo para aqueles que não apresentam fatores de risco,
fazer uma consulta com um neurologista. “A anamnese serve
para também avaliarmos a necessidade dos exames mais detalhados
e de imagens. Depois da quinta década de vida, acho conveniente
fazer avaliações periódicas de três
em três anos pelo menos”, sustenta.
O médico lembra que tão ou mais importante que
o checape é a mudança de hábitos ou a manutenção
de uma rotina saudável. “O tabagismo, a alimentação
inadequada, a ingestão exagerada de álcool e o
sedentarismo são atalhos para o AVC . Esses fatores precipitam
qualquer doença, inclusive os males neurodegenerativos.
Não adianta fazer checape e não mudar o estilo
de vida. Não existe mágica”, decreta o especialista
do Hospital Anchieta.
O aposentado
Honório Miller, 82 anos, tem uma saúde
de dar inveja a muitos jovens. Ativo e muito lúcido, ele é atento à boa
alimentação, pratica atividades físicas
e colhe os frutos de uma vida sem exageros. Apesar da idade,
Honório até dirige. Os filhos, no entanto, ficaram
preocupados com as vertigens que ele sentiu durante uma gripe
e avaliaram que era hora de um exame detalhado do cérebro. “Ao
que parece, está tudo bem. Ele não gostou muito
da ideia do checape neurológico, insiste que não
está doente. A mãe dele teve mal de Parkinson,
achamos prudente fazer uma avaliação mais detalhada.
Queremos que ele viva por muito tempo”, diz Nelsi Zuchelli,
filha de Honório.
Um mal da idade
O mal de
Alzheimer, doença de Alzheimer ou simplesmente
Alzheimer é uma doença degenerativa atualmente
incurável, mas que possui tratamento. Este permite melhorar
a saúde, retardar o declínio cognitivo, tratar
os sintomas, controlar as alterações de comportamento
e proporcionar conforto e qualidade de vida ao idoso e sua família.
Foi descrito, pela primeira vez, em 1906, pelo psiquiatra alemão
Alois Alzheimer, de quem herdou o nome. É a principal
causa de demência em pessoas com mais de 60 anos. Atinge
1% dos idosos entre 65 e 70 anos, mas sua prevalência aumenta
com os anos, sendo de 6% aos 70; 30% aos 80 anos e mais de 60%,
depois dos 90.
ISaúde.net
CFM
discute com laboratórios acordo para restrição
de mordomias
Discussão visa colocar um ponto final na troca de favores
pela prescrição de remédios das empresas
aos pacientes
O Conselho
Federal de Medicina (CFM) está discutindo
um acordo com a indústria farmacêutica para impedir
que laboratórios financiem mordomias para os profissionais
de saúde, como viagens a congressos com hospedagem e passagens
pagas. Essa discussão visa colocar um ponto final na troca
de favores pela prescrição de remédios da
empresa aos pacientes. Um dos pontos do protocolo, que deve ser
assinado até dezembro, é que somente palestrantes
convidados tenham as despesas pagas. E, mesmo assim, os ouvintes
deverão ser informados que o profissional está sendo
bancado por um laboratório.
Segundo Roberto
Luiz d' Avila, presidente do conselho, essas ofertas são recorrentes e ele mesmo já observou " práticas
agressivas" de marketing, ainda que não tenha sido
feita qualquer denúncia na entidade. " Não
temos como fiscalizar ofertas em consultórios" ,
admitiu.
Para a diretora
da Indústria Farmacêutica de Pesquisa
(Interfarma), Vera Valente, que debate com o conselho o protocolo
sobre a relação entre médicos e laboratórios,
as viagens devem ser pagas. " Os médicos precisam
tomar conhecimento do remédio, para fazer a prescrição
com segurança. Se for muito importante para o conselho
que apenas os palestrantes sejam convidados, vamos chegar a um
bom termo" , disse.
Já o presidente da Associação Médica
Brasileira, José Luiz Amaral, considera aceitável
os laboratórios pagarem despesas de palestrantes. Mas
afirma ser inaceitável benefícios para médicos
em troca de prescrição de remédios. " A
prescrição precisa ser desvinculada de qualquer
vantagem pessoal" , ressaltou.
Site
do Deputado Darcísio
Perondi
PT
e Governo decepcionam setor de saúde
Os parlamentares
que defendem o Sistema Único de Saúde
levaram um duro golpe, nessa terça-feira (05). Orientadas
pelo Palácio do Planalto, as lideranças do Governo
e do PT na Câmara se posicionaram contra a regulamentação
da Emenda Constitucional 29, a Emenda da Saúde, cuja votação
estava prevista a primeira quinzena de julho. O Governo alega
que o texto a ser votado na Câmara, além de sofrer
a oposição dos governadores, corre sérios
riscos de ser alterado pelo Senado. Sem consenso, a votação
ficou para o segundo semestre.
O deputado
Darcísio Perondi (PMDB-RS), presidente da
Frente Parlamentar da Saúde, não concorda com as
justificativas do Governo para evitar a votação. “Essas
alegações não procedem. O Governo tem maioria
no Senado e pode aprovar o que quiser. Além disso, dos
27 Estados, 14 já estão cumprindo a Lei e investindo
12% de suas receitas em saúde. E os 13 que ainda não
estão cumprindo, terão quatro anos para chegar
lá”, afirmou o parlamentar gaúcho.
Perondi convocou
reunião de emergência da Frente
Parlamentar da Saúde, inclusive com as entidades nacionais
parceiras, para esta quarta-feira, às 17 horas, na sala
de reuniões da Mesa Diretora, antigo Espaço Cultural. “É lamentável
e triste. Se a regulamentação da EC 29 não
for votada, os brasileiros que ainda não têm acesso
ao SUS vão continuar sem acesso e a crise só vai
piorar”, reclamou Perondi.
A regulamentação da Emenda Constitucional 29 já foi
aprovada pelo plenário em 2008, mas restou a votação
de um Destaque. O texto define o que são ações
e serviços de saúde e elimina todas as possibilidades
de desvios de recursos da saúde para outros setores.
CFM
CFM
volta a debater políticas públicas junto ao
CNS
As entidades
médicas retomaram a participação
nos debates sobre políticas públicas voltadas para
a assistência da população brasileira. A
convite do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, o Conselho
Federal de Medicina (CFM), a Federação Nacional
dos Médicos (Fenam) e a Associação Médica
Brasileira (AMB) acompanharam às reuniões do Conselho
Nacional de Saúde (CNS), nesta semana.
Padilha,
que também é presidente do CNS, acredita
que a categoria médica é fundamental para o debates
da saúde. O presidente do CFM, Roberto d’Avila,
que acompanhou os trabalhos nesta terça-feira (5), enalteceu
para o Plenário o interesse da categoria em colaborar. “Consideramos
o panorama de divergências pequeno diante da grandiosidade
dos problemas que precisamos enfrentar juntos”.
O presidente
da Fenam, Cid Carvalhaes, também apontou
que as diferenças entre as categorias precisam ser superadas. “Falamos
a mesma língua, mesmo com algumas diferenças. Esperamos
aprender com o Plenário e trazer as preocupações
dos médicos”.
A 223ª Reunião Ordinária do CNS foi pautada
com trabalhos para o Plano Plurianual (PPA) e o Plano Nacional
de Saúde 2012 a 2015.
Histórico - Os médicos estavam fora do Conselho
Nacional desde dezembro de 2009. Na época, as entidades
publicaram manifestos afirmando que a ausência das entidades
médicas nos debates é um atentado à saúde
da população.
“A decisão tomada expressa discordância com
relação ao processo eleitoral proposto, que vincula
a representação de seus membros a negociações
e acordos políticos, desconsiderando a qualificação
técnica das diversas profissões de saúde
que deveriam, obrigatoriamente, participar deste importante fórum
de controle social e, portanto, de deliberações
fundamentais sobre o destino da saúde no nosso país”,
dizia nota à sociedade.
O convite
para retorno das entidades médicas foi anunciado
na última Sessão plenária do CFM, em junho.
Na ocasião, os conselheiros do CNS e representantes da
Associação Brasileira de Saúde Coletiva
(Abrasco), Luís Eugênio Portela e Lígia Bahia,
informaram que as entidades médicas nacionais tinham sido
convidadas a participar daquele fórum de controle social.
CFM
CFM
discute critérios norteadores e conduta ética
na propaganda em medicina
A participação de médicos em programas
de televisão e rádio, bem como a atuação
deles em jornais, revistas e na internet, ganha repercussão
crescente, suscitando dúvidas dos profissionais sobre
como se portar eticamente diante dessas mídias.
Para falar
sobre o tema, 3º vice-presidente do Conselho
Federal de Medicina (CFM), Emmanuel Fortes, que coordena a Comissão
de Divulgação de Assuntos Médicos (Codame),
participou, nesta quinta-feira (2), na TV Câmara, das gravações
do programa “Ver TV”. O tema foi tratado sob os vieses
da medicina, da psicologia (com a participação
de Monalisa Barros, diretora do Conselho Federal de Psicologia)
e da importância da comunicação em ações
governamentais preventivas, de vigilância e controle sanitário
(com participação do jornalista Renato Strauss,
do Ministério da Saúde).
Marco – Novos marcos para a publicidade médica
poderão discutidos na próxima Plenária do
CFM. A Codame está atualizando a Resolução
CFM 1.701, o que resultará em novos critérios norteadores
da propaganda em medicina, adequados às questões
contemporâneas que envolvem o tema.
A nova resolução do CFM abordará também
questões como anúncios e publicidade médica,
exposição de paciente em trabalhos e eventos científicos,
emissão de boletins médicos etc.
Serviço – O programa, apresentado pelo professor
da Universidade de São Paulo (USP), Lalo Leal, será exibido
no domingo, 17 de julho, às 17h, pela TV Brasil, com reprise
na quarta-feira (20), às 21h30, pela TV Câmara.
Saúde
Business Web
Fatores
Chave para a Segurança do Paciente no Hospital
Por Silvio Possa
5 de julho
de 2011 18:291 estrela2 estrela3 estrela4 estrela5 estrelaRating
0
(0 votaram).A Organização Mundial
de Saúde (OMS), através de seu programa de Segurança
do Paciente, lançou, em abril de 2009, um relatório
com uma completa revisão de tópicos e ferramentas
sobre os Fatores Humanos na Segurança do Paciente, elaborado
por Rhona Flin e colaboradores, do Centro de Pesquisa em Psicologia
Industrial da Universidade de Aberdeen, na Escócia. Esse
trabalho, disponível no site da OMS traz importantes informações
e ferramentas para que os gestores de serviços de saúde
possam ampliar suas ações para a garantia da segurança
dos pacientes (OMS, 2009).
O conceito
de “fatores humanos” utilizado é o
do Executivo de Saúde e Segurança do Reino Unido
(HSE, 1999, p. 05)
fatores humanos
referem-se aos fatores ambientais, organizacionais e relacionados
ao trabalho,
características humanas e
individuais que influenciam o comportamento no trabalho de forma
a afetar a saúde e a segurança. Uma forma simples
de visualizar fatores humanos é pensar em três aspectos:
o trabalho, o individuo e a organização e como
eles impactam na saúde das pessoas e no seu comportamento
de segurança.
O trabalho
descreve os fatores humanos como ligados de forma estreita à Ergonomia, sendo esta a aplicação
da informação científica relativa aos seres
humanos no desenho de objetos, sistemas e ambientes para uso
humano. Referindo ainda que “[...] no contexto do trabalho,
a pesquisa de fatores humanos analisa a interação
do ambiente, organização e atividade laboral tanto
quanto as características psicológicas e fisiológicas
influenciando o comportamento no trabalho.” (OMS, 2009,
p. 5).
Esse trabalho
compara a indústria da aviação
e a militar, com uma longa história de aplicação
dos conhecimentos sobre os fatores humanos para melhorar o design
de equipamentos, os ambientes de trabalho e a desempenho humano,
com o mundo da saúde, em que a utilização
dos princípios dos fatores humanos é pequena.
A revisão bibliográfica da OMS identifica o estudo
de Jackson e Flin (OMS, 2009) sobre os fatores humanos que mais
influenciam a segurança do paciente e os subdividem em
dez tópicos:
Valor
Econômico
Projeto nacional e democracia
Por
Carlos Lessa, professor emérito de economia brasileira,
ex-reitor da UFRJ e foi presidente do BNDES.
O discurso
unificador reduziu todos os problemas nacionais à presença
do autoritarismo.
Um projeto
nacional explicita o sonho de futuro de uma sociedade nacional.
A Revolução Francesa perfilou seu projeto,
de forma nítida, ao considerar o território o espaço
geográfico tornado homogêneo sob o império
de leis e instituições aprovadas pela sociedade
e ao entender que o território era propriedade inalienável
do povo. Com isso, desdobrou para o futuro o espaço aonde
o povo nacional preserva sua soberania e explicitou os tributos
como a base de sustentação do Estado nacional,
assumindo como prioridade a integridade de seu povo. A partir
daí, a democracia passa a ser exaltada como o modo de
convivência política e gestão do Estado nacional.
Nação, povo, Estado e democracia, sonho nascido
com a Revolução Francesa, serão os alicerces
do projeto nacional da maioria de países.Em simultâneo
com o projeto político perfilado pela Revolução
Francesa, a Revolução Industrial inglesa transpôs
o nível das forças produtivas e reconfigurou a
organização econômica e social. A industrialização
será o outro componente do projeto nacional explicitado,
inicialmente, em um reduzido elenco de países: Estados
Unidos, por meio de seus pais fundadores, colocam a industrialização
como o alicerce econômico de sua consolidação
nacional. Na Europa, a França incorpora o sonho industrial
a seu projeto político e algumas nações
se organizam pela fusão de fragmentos, caso da Alemanha,
que contesta o liberalismo econômico inglês e afirma
o conceito de desenvolvimento da economia nacional como um projeto-chave.
A Itália atravessará um processo de unificação
que sublinha a secularidade do Estado nacional. A Rússia
czarista inicia transformações do corpo social,
com o objetivo de se industrializar. O Japão realiza uma
revolução que combina preservação
das tradições nacionais e assimilação
do conhecimento científico e tecnológico das nações
industrializadas; realiza, sem rupturas, uma reforma agrária
definidora de pequenos produtores familiares e institui grupos
industriais-financeiros como campeões nacionais.
Esse reduzido
e bem sucedido elenco de industrializações
aderiu ao liberalismo comercial inglês e passou a ver virtudes
na economia de mercado. O resto do mundo ficou disponível
para os impérios coloniais: à Europa oriental e à ibero-américa
coube o papel de fornecer alimentos e matérias-primas;
alguns, a posteriori, despertaram para o sonho industrializante
e fizeram da instalação de sistemas industriais
a coluna vertebral de projetos nacionais desenvolvimentistas.
O Brasil
foi exitoso com seu projeto nacional-desenvolvimentista, mesmo
combinando
o conservadorismo agrário com a modernização
urbana. De 1930 até 1980 teve uma evolução
das forças produtivas extremamente dinâmica. Cresceu
o PIB 7% ao ano. e transferiu 80% de sua população
para a rede urbana. Apesar de assimilar variadas instituições
referentes às políticas sociais - construiu o sistema
de previdência social que inclui praticamente todos os
brasileiros, foi extremamente lento, para não dizer displicente,
em relação ao povo. O problema social brasileiro,
antes circunscrito ao campo, transferiu-se para a rede urbana-metropolitana.
As carências múltiplas de habitação,
saúde e alimentação "prosperaram" num
cenário social de péssima distribuição
de renda e propriedade.
Após o regime militar autoritário, o Brasil reconstrói
o Estado de direito e a Constituição de 1988 propõe
como projeto nacional resolver a questão social, assumindo
a ideia de um orçamento de seguridade social que agregaria
a legislação de proteção ao trabalho,
a prioridade à saúde e à assistência
social dos grupos fragilizados do corpo social. A Constituição
preservou o Estado brasileiro com as instituições
e instrumentos político-econômicos estabelecidos
ao longo do projeto nacional desenvolvimentista; manteve as empresas
estatais e sublinhou a definição do que seria empresa
nacional.
Com o risco
de toda simplificação, o processo
inflacionário acelerado e a pressão ideológica
e operacional do neoliberalismo de Thatcher, Reagan e outros,
somados à fragilidade das contas externas, leva o Brasil
a desmantelar a Constituição, esvaziando a ideia
de orçamento de seguridade e desmontando o instrumental
político-econômico do Estado nacional brasileiro.
O sonho da industrialização foi dissolvido pelo
discurso pró-globalização e pelo esgotamento
do modelo de desenvolvimento. O Brasil aparece com lento crescimento
econômico, emergência de tensões sociais urbanas
e cronificação de desigualdades.
Durante a
luta pela restauração democrática,
o discurso unificador da frente hiper ampla contra a ordem militar-política
havia reduzido todos os problemas nacionais à presença
do autoritarismo. Não houve a discussão das matrizes
do autoritarismo brasileiro; a democracia foi "vendida" como
uma panaceia para todos os problemas brasileiros. A ausência
de eleições diretas cancelou discussões
preparatórias de uma nova etapa para o Brasil. O fracasso
político-econômico de enfrentamento da inflação
abriu caminho para as receitas neoliberais e delas emanaram a
estagnação macroeconômica e retrocesso nas
forças produtivas. A juventude pós-autoritarismo
perdeu a esperança no futuro brasileiro. Quando do primeiro
mandato do presidente Lula, o ministro Gushiken ficou (corretamente)
preocupado com o Brasil em pior posição ante as
demais nações ibero-americanas, em matéria
de autoestima e lançou a campanha que teve como mote: "o
melhor do Brasil é o brasileiro". Hoje, já é claro
o sinal de senilidade da campanha, a partir do sonho do jovem
brasileiro de migrar para o exterior.
Não há pior veneno para o futuro nacional do que
o desânimo que acompanha a perda de esperança da
juventude quanto ao país. Explicitar um projeto nacional é prioridade
para a preservação da identidade e da autoestima
do Brasil; exige colocar o presente do país em pauta.
Um projeto nacional é sempre percebido e adotado em parte
pelos atores sociais que preconizam mudanças mais ou menos
acentuadas em dimensões estruturais e comportamentais
de uma sociedade nacional. Obriga os conservadores a saírem
da casca; cria uma diferenciação entre aqueles
que querem preservar intacto o status quo e aqueles que admitem
- via negociação - adaptações e transformações
parciais. Pensar o futuro ilumina o presente; restaura esperanças
e dá substância à retórica democrática
convertendo-a em prática substantiva social e política.
O planejamento
como atividade pública é construtor
da grande pauta de referência para a juventude. As carreiras
de planejamento (inclusive das empresas estatais remanescentes)
formam uma burocracia que não pode ficar obscura e silenciosa.
Como uma dimensão essencial de sua atividade, têm
que estar abertas aos sinais da sociedade e se expor ao debate.
Agora
São
Paulo
Convênio antigo poderá ser
trocado em agosto
Por Luciana Lazarini e Paula Cabrera
Os 1,6 milhão de clientes de planos de saúde contratados
até 1º de janeiro de 1999 poderão atualizar
seus contratos pelas novas regras da ANS (Agência Nacional
de Saúde Suplementar) a partir do dia 4 de agosto.
Pelas novas
regras, na adaptação, as operadoras
só poderão cobrar até 20,59% da mensalidade
atual para os clientes que optarem pela mudança do contrato.
No caso da adaptação, eles terão direito às
vantagens oferecidas no contrato original, além da garantia
da cobertura mínima exigida dos convênios atuais.
Já para os clientes que optarem pela migração
do contrato, será possível consultar as opções
de convênio disponíveis no mercado. De acordo com
a regulamentação publicada ontem pela ANS, o cliente
poderá verificar quais planos de saúde estão
na mesma faixa de preço.
DCI
Justiça proíbe reajuste para equilíbrio
de plano
Por Andréia
Henriques
Usada pelas
operadoras como justificativa para o chamado reajuste técnico dos planos de saúde, a necessidade de equilíbrio
econômico e financeiro dos contratos já vem sendo
afastada em liminares concedidas pela Justiça. Decisão
recente da 10ª Vara Cível de São Paulo deu
ganho a um condomínio da capital e vetou que a DIX Saúde
(antiga Amico) cobrasse aumento de 34% no plano contratado para
os 45 funcionários do prédio.
Segundo o
advogado Alfredo Pasanisi, da Karpat Sociedade de Advogados
e responsável pela causa, a decisão é importante
por mostrar que o Judiciário está atento a esse
tipo de argumento das operadoras. "Muitas empresas não
sabem como recorrer e muitas vezes ficam sem meios de combater
planilhas mostradas pelos planos para provar o aumento da sinistralidade",
afirma.
Segundo o
especialista, a questão é relativamente
recente, mas já há julgados do Tribunal de Justiça
de São Paulo (TJ-SP) rejeitando as cláusulas de
reajuste técnico baseadas no equilíbrio financeiro
dos contratos. "É muito comum o reajuste técnico,
principalmente em planos corporativos", afirma.
O caso do
condomínio começou em abril, quando
a DIX Saúde enviou um comunicado sobre o aumento de 34%
do valor mensal pago. A explicação veio com a lista
que trazia o aumento do uso do plano pelos funcionários,
de fevereiro do ano passado ao mesmo mês em 2011. O condomínio
entrou então com ação declaratório
pedindo, no mérito, a anulação da cláusula.
"Ela permite uma vantagem manifestamente excessiva apenas
para a prestadora, sem nenhuma contrapartida ao condomínio,
o que fere o Código de Defesa do Consumidor", afirma
Pasanisi. "Se os empregados tivessem usado pouco o plano,
não haveria diminuição no valor do contrato.
Isso fere a boa fé que deve existir nos contratos",
completa o advogado.
A liminar,
concedida em meados de junho, obriga a Amico a garantir o atendimento
médico aos funcionários do edifício
e proíbe a inclusão do nome do condomínio
nos órgãos de proteção ao crédito,
sob pena de multa diária no valor de R$ 500,00 em caso
de descumprimento, enquanto tramitar a ação de
anulação da cláusula de reajuste técnico.
A decisão, que manda a operadora se abster de rescindir
o contrato de convênio médico, autorizou ainda o
condomínio a promover o pagamento em juízo das
parcelas referentes ao plano de saúde no valor anterior
ao aumento até o término da ação. "Há fundado
receio de dano irreparável ou de difícil reparação à autora
com o risco de rompimento unilateral do contrato do convênio
médico", diz o juiz ao conceder a liminar.
Segundo o
advogado do condomínio, já está correndo
o prazo para que a empresa se defenda. Não há previsão
da data de julgamento do mérito. Alfredo Pasanisi diz
ter alegado na ação que a cláusula que prevê o
reajuste para equilíbrio financeiro vale para os últimos
trimestres, mas a empresa justificou o aumento com base no último
ano. "Houve trimestre que o uso do plano ficou abaixo do
valor contratado", diz.
O advogado
afirma ainda que as empresas não obrigadas
a "engolir" essas cláusulas. "As empresas
devem ir atrás do seu direito", defende.
Decisões
A questão da saúde é uma das principais
preocupações do Judiciário. Levantamento
preliminar divulgado recentemente pelo Conselho Nacional de Justiça
(CNJ), chefiado pelo ministro Cezar Peluso, mostrou que existem
hoje 240.980 processos judiciais no setor de saúde - o
número deve ser ainda maior, pois faltam dados de três
tribunais (Paraíba, Pernambuco e Amazonas).
De acordo
com o CNJ, a maior parte das demandas judiciais de saúde é referente a reclamações de
pessoas que reivindicam na Justiça acesso a medicamentos
e a procedimentos médicos pelo Sistema Único de
Saúde (SUS), além de vagas em hospitais públicos
e ações diversas movidas por usuários de
seguros e planos privados junto ao setor.
Os tribunais
superiores já se manifestaram diversas vezes
sobre os assuntos - o Supremo Tribunal Federal (STF) chegou a
fazer, em 2009, audiência pública sobre temas da
saúde, especialmente o SUS.
Recentemente,
o Superior Tribunal de Justiça (STJ) decidiu
que os reajustes implementados pelos planos de saúde em
razão da mudança de faixa etária, por si
sós, não constituem ilegalidade e devem ser apreciados
com respeito às singularidades de cada caso para não
ferir os direitos do idoso nem desequilibrar as contas das seguradoras.
Em outro caso, o tribunal disse que a injusta cobertura por plano
de saúde gera dano moral por configurar situação
de aflição psicológica e de angústia
do segurado.
Decisões recentes do Tribunal também enfrentaram
a questão da cirurgia de redução de estômago
e, caso a caso, vêm firmando uma jurisprudência sobre
o tema. Muitas acabam beneficiando quem precisa da chamada cirurgia
bariátrica como único recurso para o tratamento
da obesidade mórbida.
Agência
Estado
Servidores
da Saúde
decidem ampliar greve
Os servidores
da Saúde do Distrito Federal decidiram
em assembleia geral ampliar a greve da categoria. Segundo o sindicato
dos servidores (SindSaúde), a decisão foi tomada
após o governo do DF se recusar a receber uma comissão
formada para negociar um acordo.
A radicalização do movimento vai implicar, principalmente,
na paralisação de servidores lotados em emergências,
lavanderias e Divisões de Documentação e
Informática (DDIs), além dos trabalhadores que
atuam em ambulatórios e centros de saúde, que já estão
em greve desde 27 de junho.
Os servidores
também decidiram, de forma unânime,
pela expulsão do governador Agnelo Queiroz (PT) do quadro
de filiados ao SindSaúde. "Já que não
negocia, vai ter que nos derrotar na luta. O governador estava
acostumado a ficar em cima do carro de som fazendo greve, mas
depois que virou patrão, resolveu radicalizar com os servidores",
afirmou o presidente do sindicato, Agamenon Torres.
O deputado
distrital Márcio Michel Alves de Oliveira
(PSL) tentou intermediar uma aproximação entre
os representantes dos servidores e o governo. "Liguei para
o governador e pedi para ser recebido. Ele incumbiu, para isso,
Rafael Barbosa (secretário de Saúde), que se comprometeu
a negociar com a categoria, caso a greve seja suspensa até 15
de julho, tempo suficiente para concluir as negociações",
afirmou o deputado durante reunião do comando de greve,
realizada na tarde de ontem.
A proposta
apresentada pelo deputado será analisada pelos
servidores em assembleia marcada para quinta-feira, em frente
ao Palácio do Buriti. Caso não haja acordo, a radicalização
da paralisação será deflagrada após
essa assembleia, que decidirá como e quando o processo
será iniciado. (Agência Estado)
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão discute novo marco regulatório da
saúde complementar
A subcomissão especial destinada a avaliar o sistema
de saúde complementar se reúne hoje para discutir
o novo marco regulatório para a saúde complementar
com o chefe da Assessoria Jurídica da Associação
Brasileira de Medicina de Grupo (Abamge), Dagoberto José Steinmeyer
Lima.
A subcomissão, que foi criada pela Comissão de
Seguridade Social e Família, está revendo a legislação
e deverá apresentar um novo marco regulatório para
o setor, por meio da apresentação de uma nova lei
ou pela consolidação da legislação
já existente.
A reunião será realizada às 14h30, no Plenário
15.
Terça-feira,
05.07.11
Jornal Nacional
Clientes
de planos não têm garantia de atendimento
Em quatro
anos, o número de pessoas com convênios
subiu de 36 milhões para 45 milhões. Segundo o
IBGE, de 2005 a 2009, o país perdeu mais de 11 mil leitos
em hospitais particulares. Quase 400 fecharam as portas.
Na maior
cidade brasileira, faltam leitos nos hospitais, inclusive nos
particulares. O
resultado é que eles não conseguem
atender todos os pacientes. Nem os que pagam planos de saúde.
Pagar um
plano de saúde não é garantia
de bom atendimento. "A minha sogra está com problema
de coração. Também tinha direito a um quarto
privativo porque é o que ela paga e ela está na
enfermaria desde quarta-feira", disse a empregada doméstica
Amanda Pasqualini.
Em um hospital,
nem a enfermaria tem espaço. "Não
tem vaga para internação, estou vendo isto agora.
Não tem nenhuma vaga, estou esperando alta", relatou
a atendente.
O Jornal
Nacional visitou hospitais particulares de São
Paulo com uma câmera escondida. "Por enquanto, pelas
informações que a gente está tendo, não
está muito fácil de vaga", informou o atendente.
Em um terceiro
hospital: "Nesse momento nós temos
vaga. Daqui uma hora, duas horas pode ser que não tenha",
avisou o atendente.
Os hospitais
dizem que trabalham no limite há muito tempo,
mas que nos últimos cinco ou seis anos, não têm
conseguido atender todo mundo. Segundo eles, a origem do problema
está em uma boa notícia: a economia vai bem, os
brasileiros têm mais empregos formais com salários
fixos e podem pagar planos de saúde. Só que a estrutura
oferecida por alguns planos não têm sido suficiente.
Em quatro
anos, o número de pessoas com planos de saúde
subiu de 36 milhões para 45 milhões. Segundo o
IBGE, de 2005 a 2009, o país perdeu mais de 11 mil leitos
em hospitais particulares. Quase 400 fecharam as portas.
Para o presidente
do Sindicato dos Hospitais, Dante Ancona Montagnana, o problema é mais grave nas instituições
pequenas, que atendem aos convênios mais baratos. "São
planos pequenos, de R$ 50, R$ 60, e que não pegam hospitais
de grande porte. São os de pequeno porte que têm
poucos leitos", explicou.
Em nota,
a Associação Brasileira de Medicina de
Grupo disse que não tem conhecimento de falta de leitos
entre seus associados. A FenaSaúde, que representa os
15 maiores planos, afirma que não vê evidências
de prejuízos aos beneficiários.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) informou
que em setembro entra em vigor uma norma que determina prazos
máximos para agendamento de consultas e procedimentos.
E que a ampliação de infraestrutura é de
responsabilidade das operadoras.
Para o diretor
de hospital Mauro Valezin, a situação
não é boa. Ele acabou de criar 107 leitos e ainda
tem problemas. "Por falta exatamente de vagas, tem determinados
dias da semana que acabamos por transferir pacientes do nosso
pronto-socorro para outros hospitais que dispõem de leitos
de UTI".
Folha
de São
Paulo
Veto
ao SUS em Santa Casa de Ribeirão Preto (SP) afetará 3.500
Por Ana Sousa
A Santa Casa
de Ribeirão Preto (313 km de São
Paulo) estima que a interrupção dos atendimentos
do SUS (Sistema Único de Saúde) possa afetar ao
menos 3.500 pacientes por mês. Médicos do hospital
anunciaram na última sexta-feira que não atenderão
mais procedimentos e consultas eletivas (não urgentes)
a partir do próximo dia 29.
O objetivo
da suspensão é pressionar
a prefeitura a repassar R$ 380 mil referentes aos atendimentos
de maio.
Segundo a
superintendente do hospital, Eliana Fogaça,
a prefeitura deve um total de R$ 3 milhões para a Santa
Casa. O valor corresponde a repasses do convênio para atendimento
do SUS e a internações de procedimentos de 2009
a 2011.
"Os médicos estão sem receber desde abril.
Buscamos agenda com a prefeita para equacionar o problema durante
três meses, mas não conseguimos", diz Eliana.
Dos 248 leitos
da Santa Casa, 70% são destinados ao atendimento
via SUS -o restante é de convênios particulares.
O hospital atende 1,3 milhão de pacientes de Ribeirão
e da região.
Segundo a
superintendente, o aviso sobre a paralisação
dos atendimentos foi protocolado na prefeitura na última
sexta, mas, até ontem, a administração não
havia se manifestado sobre a questão.
Representantes
da Santa Casa devem se reunir hoje com o ministro Alexandre
Padilha
(Saúde), em Brasília, para pedir
complementação de repasses.
A Secretaria
da Saúde informou, por meio de nota, que
os repasses do SUS seguem ordem cronológica estabelecida
por lei e que a indignação dos médicos é com
a direção da Santa Casa e não com a prefeitura.
Ainda segundo
a pasta, a Santa Casa deve aos cofres municipais R$ 7 milhões pelo recolhimento do lixo hospitalar. Na
nota, a prefeitura disse "estranhar" o fato de o hospital
buscar a imprensa antes de conversar com administração
municipal.
Segundo Eliana
Fogaça, a Santa Casa não nega que
deve à prefeitura pelo recolhimento do lixo, mas questiona
o valor informado pela administração. "O valor é de
cerca de R$ 5 milhões referentes ao período entre
2000 e 2007", afirma.
Agência Câmara de Notícias
Câmara votará Emenda
29 quando liberar a pauta, diz Marco Maia
Por Marcello
Larcher / Edição: Regina Céli
Assumpção
O presidente
da Câmara, Marco Maia, reafirmou nesta terça-feira
que assim que a pauta estiver liberada colocará em votação
a regulamentação da Emenda 29 (Projeto de Lei Complementar
306/08). No entanto, ele observou que ainda não há acordo
nem na base governista nem com os estados, que também
serão afetados pela regulamentação.
Recentemente,
para viabilizar a aprovação da regulamentação,
o governo abriu mão da criação de um novo
tributo para financiar a saúde (em substituição à extinta
CPMF), que está prevista na proposta aprovada pela Câmara.
O vice-líder do governo José Guimarães
(PT-CE) disse que o governo sinalizou no almoço de hoje
com a ministra das Relações Institucionais, Ideli
Salvatti, que quer encontrar uma saída para essa regulamentação.
Ele acrescentou que o clima político favorece as negociações
com governadores e o Senado Federal.
Percentuais
A Emenda
29 fixa os percentuais mínimos a serem gastos
na saúde por estados, municípios e União.
A regulamentação tramita sob a forma do Projeto
de Lei Complementar (PLP) 306/08, do Senado. O texto principal
da proposta foi aprovado pelo Plenário em 2008, mas a
votação não foi concluída. Por falta
de acordo, a proposta está parada no Plenário desde
então.
De acordo
com o texto aprovado, os estados deverão aplicar
na saúde 12% da receita corrente bruta, e os municípios,
15%. O Distrito Federal deverá aplicar 12% ou 15%, conforme
a receita seja originária de um imposto de base estadual
ou municipal.
Projeto sobre CNEs
Marco Maia
confirmou que até esta quarta-feira (6) deve
ser votado o projeto sobre CNEs. O Projeto de Resolução
(PRC) 50/11, da Mesa Diretora, transfere cargos e funções
da área administrativa para as lideranças partidárias.
Questionado pelos jornalistas, Marco Maia disse que não
haverá criação de novos cargos nem de despesas,
mas somente um remanejamento de cargos de livre nomeação
para atender às lideranças partidárias.
Agência Câmara de Notícias
Regulamentação
da Emenda 29 ainda depende de acordo
Por Verônica Lima / Edição:
Wilson Silveira
O presidente
da Câmara, Marco Maia, disse que, por falta
de acordo, deverá ficar para o início do segundo
semestre de trabalhos legislativos a votação do
projeto que regulamenta a Emenda 29 e destina mais recursos para
a saúde.
Segundo ele,
não há acordo nem na base governista
nem com os estados, que também serão afetados pela
regulamentação.
Recentemente,
para viabilizar a aprovação da regulamentação,
o governo abriu mão da criação de um novo
tributo para financiar a saúde (em substituição à extinta
CPMF), que está prevista na proposta aprovada pela Câmara.
Percentuais
A Emenda
29 fixa os percentuais mínimos a serem gastos
na saúde por estados, municípios e União.
A regulamentação tramita sob a forma do Projeto
de Lei Complementar (PLP) 306/08, do Senado. O texto principal
da proposta foi aprovado pelo Plenário em 2008, mas a
votação não foi concluída. Por falta
de acordo, a proposta está parada no Plenário desde
então.
De acordo
com o texto aprovado, os estados deverão aplicar
na saúde 12% da receita corrente bruta, e os municípios,
15%. O Distrito Federal deverá aplicar 12% ou 15%, conforme
a receita seja originária de um imposto de base estadual
ou municipal.
Agência Câmara de Notícias
Deputados
pedem votação da Emenda 29 para garantir
piso de agentes de saúde
Por Tiago
Miranda / Edição: Pierre Triboli
Deputados
afirmaram nesta terça-feira, em audiência
pública na Câmara, que a regulamentação
da Emenda 29 é essencial para garantir os recursos necessários
ao piso salarial dos agentes comunitários de saúde
e de combate a endemias. A Emenda 29 fixa os percentuais mínimos
a serem investidos anualmente em saúde pela União,
estados e municípios. O projeto que regulamenta o tema
(PLP 306/08) aguarda inclusão na pauta do Plenário.
A audiência foi promovida pela comissão especial
criada para analisar o Projeto de Lei 7495/06, do Senado, e outras
oito propostas que regulamentam as atividades dos agentes comunitários
de saúde e de combate a endemias. Entre elas está o
PL 6111/09, que estabelece o piso nacional da categoria em R$
930 para profissionais com formação em nível
médio. O debate foi proposto pelo deputado Raimundo Gomes
de Matos (PSDB-CE), vice-presidente da comissão.
A deputada
Carmen Zanotto (PPS-SC) disse que a regulamentação
da Emenda 29 é essencial para delimitar quais gastos podem
ser enquadrados como serviços e ações em
saúde.
O novo líder do Governo, deputado Mendes Ribeiro Filho,
comenta a negociação da Emenda 29 em entrevista à TV
Câmara.Para o deputado Darcísio Perondi (PMDB-RS),
o dinheiro da saúde está indo para outras obras,
como a usina de Belo Monte e o trem-bala. “Vocês
têm de entrar na peleja de regulamentar a Emenda 29”,
disse o deputado aos agentes de saúde presentes à audiência.
Os agentes lotaram o auditório Nereu Ramos.
Segundo o
deputado Amauri Teixeira (PT-BA), a luta para garantir o piso
dos agentes
comunitários e de saúde precisa
ser suprapartidária. “Meu partido tem compromisso
com a Emenda 29 e com o piso”, ressaltou.
Municípios
Os deputados
fizeram coro à cobrança da Confederação
Nacional dos Municípios (CNM) pela regulamentação
da emenda. Segundo o coordenador da área técnica
de Saúde da entidade, Denílson Magalhães,
a norma vai fazer parar o desvio de recursos do Sistema Único
de Saúde (SUS): “Precisamos lutar pela regulamentação
da Emenda 29, que não sai daqui da Câmara.”
Magalhães afirmou que, atualmente, as prefeituras arcam
com a maior parte dos pagamentos aos agentes comunitários
de saúde e de combate a endemias. Ele disse que, segundo
dados de pesquisa da CNM em 4.288 cidades, mais de 99% dos 298
mil agentes são empregados pelos municípios. “Os
recursos não são suficientes. O município é a
esfera mais cobrada.”
A assessora
jurídica da Confederação Nacional
dos Agentes Comunitários de Saúde (Conacs), Elane
Alves de Almeida, disse que a categoria vai apoiar a reivindicação
dos municípios pela Emenda 29, mas com a contrapartida
de os municípios apoiarem o piso dos profissionais de
saúde. “Os prefeitos têm nosso apoio, mas
queremos o apoio deles para nosso piso.”
Votação
da Emenda 29
O presidente
da Câmara, Marco Maia, anunciou que, por
falta de acordo, a votação da Emenda 29 ficará para
depois do recesso parlamentar de julho. Segundo ele, não
há acordo nem na base governista nem com os estados, que
também serão afetados pela regulamentação.
Recentemente,
para viabilizar a aprovação da regulamentação
o governo abriu mão de criar um novo tributo para financiar
a saúde (em substituição à extinta
CPMF).
Íntegra
da proposta:
PL-7495/2006
PL-6111/2009
Agência Câmara de Notícias
Relator
diz que piso dos agentes de saúde depende de
projeto do governo
Por Tiago
Miranda / Edição: Pierre Triboli
O relator
na comissão especial criada para discutir o
piso dos agentes comunitários de saúde e de combate
a endemias, deputado Domingos Dutra (PT-MA), disse que o governo
federal precisa enviar um projeto de lei complementar com a definição
do piso. Caso contrário, segundo ele, a emenda constitucional
que estabeleceu a criação desse piso será uma “letra
morta”. “O governo de Dilma deve dar uma resposta
para fechar essa conquista“, disse o deputado, em audiência
pública sobre o tema.
Domingos
Dutra lembrou que o Congresso não pode ser autor
de uma proposição que gere despesa para o Executivo. “Se
o governo não enviar o projeto de lei complementar do
piso, teremos um relatório sem importância”,
afirmou.
Último
Segundo
Anvisa
proíbe
venda de produto para emagrecer oferecido em site
Segundo a
Agência Nacional de Vigilância Sanitária,
o produto é ilegal e não possui registro
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) publicou hoje no Diário Oficial a suspensão
da propaganda e da venda de DietMax no Brasil. Trata-se de um
produto para emagrecer vendido pela internet que se autodenomina
fitoterápico e promete perda de peso rápida e de
forma natural.
Segundo a
Anvisa, o produto é ilegal e não possui
registro - todo fitoterápico precisa do aval da agência.
Ele é vendido no País desde abril e diz que a pessoa
pode perder até 11 quilos em quatro semanas. Em uma das
propagandas divulgadas no Facebook, o DietMax usa imagens da
cantora Ivete Sangalo e da atriz Juliana Paes, dizendo que elas
perderam 15 quilos após usarem o produto.
Ambas negam
terem usado o emagrecedor e não autorizaram
o uso da imagem. Ivete acionou advogados e postou uma mensagem
no Twitter para alertar os fãs. Juliana estuda providências.
Segundo Ricardo
Guimarães, representante de vendas no
Brasil, o DietMax é composto por psyllium, quitosana,
biotina, gelatina e glicerina umectante. “A quitosana tem
a capacidade de eliminar os adipócitos (células
de gordura), o psyllium auxilia na moderação do
apetite”, diz. Sobre a propaganda no Facebook, ele diz
que a empresa tem um programa de afiliados que divulgam o produto
conforme as leis, responsabilizando-se por suas páginas.
A endocrinologista
Gláucia Carneiro, do ambulatório
de obesidade da Unifesp, diz que nenhum desses compostos é capaz
de atuar no emagrecimento. “Se existisse algum produto
que eliminasse os adipócitos, seria a cura da obesidade
no mundo”, afirma.
Centenas
de mulheres compraram o DietMax, segundo depoimentos em blogs.
Nem todas
estão satisfeitas. No site Reclame
Aqui há cerca de 50 reclamações de que o
produto não chegou ou foi entregue sem nota fiscal.
O
Estado de São
Paulo
Servidores
da saúde
do DF decidem radicalizar greve a partir de quinta-feira
Durante assembleia,
servidores decidiram expulsar governador do quadro de filiados
ao SindSaúde
São Paulo, 5 - Depois que o governo se recusou a receber
a comissão formada para negociar um acordo para o fim
da greve, os servidores da saúde votaram pela radicalização
da paralisação a partir da quinta-feira, 7. A decisão
foi tomada durante assembleia geral da categoria, realizada na
manhã de segunda-feira, 4, na Praça do Buriti.
A radicalização vai implicar, principalmente,
na paralisação de servidores lotados em emergências,
lavanderias e DDIs (Divisão de Documentação
e Informática), além dos trabalhadores que atuam
em ambulatórios e centros de saúde, que já estão
em greve desde a segunda-feira, 27/6.
Assembléia
Durante a
assembleia, os servidores da saúde decidiram,
de forma unânime, pela expulsão do governador Agnelo
Queiroz do quadro de filiados ao SindSaúde. Houve ainda
a encenação do velório do governador, tratado
pelos servidores da saúde como traidor da categoria da
saúde.
Após a declaração do governo de que não
está disposto a negociar com grevistas, o presidente do
SindSaúde, Agamenon Torres, falou à categoria. "Já que
não negocia, vai ter que nos derrotar na luta. O governador
estava acostumado a ficar em cima do carro de som fazendo greve,
mas depois que virou patrão, resolveu radicalizar com
os servidores", desabafou.
Marli Rodrigues,
diretora do SindSaúde, disse que o governo
tenta ameaçar os companheiros trabalhadores com o corte
de ponto e com a retirada das 40 horas. "Nessa greve só fica
quem tem coragem. Nós sequer fomos recebidos pelo governo.
Essa é a posição pessoal do governador de
não discutir ou dialogar com os grevistas da saúde.
Mas se o governador radicalizou com a gente, também vamos
radicalizar. A população precisa entender que não
temos outra saída", explica.
Negociação
O deputado
distrital Dr. Michel tentou intermediar uma aproximação
entre os representantes dos servidores da saúde e o governo. "Liguei
para o governador e pedi para ser recebido. Ele incumbiu, para
isso, Rafael Barbosa [secretário de Saúde], que
se comprometeu a negociar com a categoria, caso a greve seja
suspensa até 15 de julho, tempo suficiente para concluir
as negociações", afirmou o deputado durante
reunião do comando de greve, realizada na tarde dessa
segunda-feira, no Sindicato.
A proposta
apresentada pelo deputado será analisada pelos
servidores da saúde na assembleia da categoria marcada
para quinta-feira, 7/7, às 10h, em frente ao Palácio
do Buriti. Caso não haja acordo, a radicalização
da paralisação será deflagrada após
essa assembleia, que decidirá como e quando o processo
será iniciado.
Notificação
O presidente
do SindSaúde, Agamenon Torres, foi notificado
por oficial de Justiça sobre a decisão do Tribunal
de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT)
a respeito da greve nesta segunda-feira, na sede do Sindicato.
A decisão não muda o posicionamento da categoria
sobre a greve, que continua até a próxima assembleia,
na quinta. O SindSaúde vai recorrer da decisão.
Último
Segundo
Origem
da malária é anterior
ao homem, diz estudo
Cientistas
detectam agente da malária em pequeno macaco
africano. Descoberta muda a noção sobre a origem
da doença
Cientistas
encontraram a presença do agente da malária
no pequeno macaco africano
Um pequeno
macaco africano pode esconder a chave para descobrir a origem
da malária. Cientistas franceses encontraram
a presença do Plasmodium falciparum, o agente responsável
pela malária, nos macacos cercopitecídeos, pertencentes
a uma família diferente da do homem, do gorila e do chimpanzé.
A descoberta
feita pelo Centro Nacional de Pesquisas Científicas
(CNRS), na França, muda a noção que se tinha
sobre a origem do Plasmodium falciparum . Até o momento,
acreditava-se que o parasita era específico dos hominídeos,
família de primatas constituída de dois ramos:
o do homem e o dos grandes símios como os gorilas e chimpanzé.
A descoberta
indicara que a origem da doença seria anterior
aos hominídeos e abre caminho para a análise do
genoma do agente no cercopitecídeo.O pequeno macaco pode
se tornar um elemento-chave na luta contra a malária.
Segundo o CNRS, a possibilidade de comparar a sequência
do parasita no cercopitecídeo com a presente no homem
permitiria saber como se adaptou ao ser humano e conhecer seus
pontos fracos para reforçar a luta contra a praga.
A malária causa a morte de um milhão de pessoas
por ano, a maioria na África. A pesquisa acaba de ser
publicada na revista americana "PNAS" ("Proceedings
of the National Academy of Sciences").
ISaúde.net
Programa
de cooperação tecnológica Brasil/Espanha
abrange saúde digital
"O Brasil conta com a Espanha como parceiro tecnológico
estratégico”, afirmou o representante do governo
espanhol, Juan Junquera
Brasil e
Espanha começarão a trabalhar em um vasto
programa de cooperação tecnológica que abrangerá desde
Governo eletrônico até saúde digital, declarou
nesta terça-feira o secretário de Telecomunicações
e Sociedade da Informação da Espanha, Juan Junquera.
"Percebemos que o Brasil conta com a Espanha como parceiro
tecnológico estratégico" para a criação
de um sistema de saúde eletrônica e também
para o desenvolvimento de projetos similares em outros âmbitos,
declarou Junquera à Agência Efe após uma
reunião com autoridades do Ministério do Planejamento,
em Brasília.
Junquera,
que iniciou, na segunda-feira, uma visita de quatro dias ao
Brasil, afirmou
que, nos contatos que teve com autoridades
do país, se mostrou "surpreso" com que os "laços
de cooperação que se podem estabelecer" na área
de tecnologia da informação "vão além
do que se pode imaginar".
O secretário de Estado espanhol disse que, no momento,
esses planos de cooperação indicam, além
da área de saúde, oportunidades em urbanismo, turismo,
transparência de informações públicas,
Governo eletrônico e planejamento.
Além disso, a Espanha pode colaborar na criação
de um "portal comum para municípios" brasileiros,
que contaria com software e outras ferramentas abertas a todos
os usuários, o que permitiria baratear sua implantação
e posterior gestão.
Junquera
afirmou que, em todos esses planos relacionados à sociedade
da informação, o Brasil tem emergências diretamente
vinculadas a sua condição de sede da Copa do Mundo
de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro.
Já a Espanha, segundo o secretário, "é um
país forte em tecnologia da informação",
um setor que "quer transformar no segundo motor de sua economia",
por isso as bases para uma sociedade com o Brasil nessa área "já estão
sentadas".
Segundo Junquera,
que nos próximos dois dias se reunirá com
autoridades do estado e da cidade de São Paulo, a intenção é elaborar
e iniciar planos de cooperação nos quais "deverá haver
empresas espanholas, mas também brasileiras".
Fonte: EFE
AGENDA
-
VI Conferência da Rede Pan-Americana de Regulamentação
Farmacêutica
Quando: 6 a 8 de Julho
Onde: Anvisa.
SIA, trecho 5, área especial 57, Brasília
- DF
Mais informações sobre a Conferência
podem ser obtidas no site www.paho.org/redparf
-
2º Simpósio de Política e Saúde:
Forum Virtual
Com o objetivo
de agregar aos debates promovidos pelo processo da 14 ª Conferência Nacional de Saúde, o Centro
Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizará de
07 a 09 de julho, o II Simpósio de Política e Saúde,
em Brasília, às vésperas do Congresso do
CONASEMS. Acreditamos que este evento será um espaço
de repercussão das teses construídas no II Simpósio.
Entendemos
que os impasses da Saúde no Brasil exigem
a retomada das discussões em torno dos rumos da reforma
sanitária no contexto do modelo de desenvolvimento delineado
nos últimos anos. Nossa ideia é realizar um debate
de cunho eminentemente político e, a partir daí,
construir teses que contribuam para uma agenda do movimento sanitário.
O debate será realizado em duas etapas: a virtual e a
presencial, sendo essa última durante o Simpósio.
A primeira
fase será por meio deste Fórum Virtual,
desenvolvido a partir de teses produzidas por convidados com
reconhecido saber na área e com atuação
vinculada ao Cebes. Os artigos, porém, não têm
a pretensão de esgotar todas as abordagens nos planos
da análise e da proposição de políticas.
Nossa expectativa é que a ampla participação
de nossos militantes e simpatizantes possa favorecer a construção
de teses políticas consistentes e representativas do pensamento
em prol da reforma sanitária.
Indicamos
o tema "Saúde e Desenvolvimento" para
orientar todo o debate específico, organizado sob a questão
seguinte: "Defesa intransigente do interesse público
na saúde". O formato completo é:
Tema central
do debate: Saúde e Desenvolvimento
Eixo: Defesa
intransigente do interesse público na saúde
1. Sub Eixos:
- Desvendar
e enfrentar as relações entre o setor
público e o privado na saúde;
- Direito
a Saúde,
Acesso Universal e de Qualidade;
- Justiça e Direito: Judicialização, ação
e papel do judiciário para a garantia do interesse público;
- Que alternativas
para a gestão pública de sistemas
e serviços de Saúde?
- XXVII Congresso Conasems
O XXVII Congresso
Conasems tem como objetivo promover a discussão
e troca de experiências entre os participantes, discutir
as políticas de saúde adotadas pelas esferas federal,
estaduais e municipais e o respectivo impacto nos municípios,
além de troca de experiências, promovendo o aperfeiçoamento
da gestão do SUS e os serviços prestados à população
brasileira.
O congresso
acontecerá entre os dias 09 a 12 de julho,
em Brasília, para debater a "Saúde no Centro
da Agenda de Desenvolvimento do Brasil e a Ampliação
e Qualificação do Acesso do Cidadão ao SUS".
A abertura
oficial do evento será dia 09, às 10
horas da manhã, no auditório master do Centro de
Convenções Ulysses Guimarães. A solenidade
de abertura vai contar com a presença do ministro da Saúde
e presidente do Conselho Nacional de Saúde, Alexandre
Padilha, do representante da Organização Pan-Americana
no Brasil, Diego Victória, do Governador do Estado do
Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do Secretário Estadual
de Saúde do Distrito Federal, Rafael Aguiar, Presidente
do CONASS, Beatriz Figueiredo Dobashi, Presidente da Câmara
Federal e Senado, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos,
João Carlos Coser. Além da diretoria executiva,
presidentes dos Cosems e o Conselho Honorário do Conasems.
No dia 09
de julho, das 09 às 12 horas, vai acontecer
também a Assembléia Geral Ordinária do Conasems,
com a eleição da Diretoria para biênio 2011/2013
-
Seminário: Implicações
das Normas da ANS
AssPreviSite
15 de julho de 2011
Auditório “Maria
Natividade Galhardo Toro”
Rua Santa
Luzia nº 48 – 11º andar - Liberdade – São
Paulo - SP
ESCOPO
Entenda as
novas nornas da Agência Nacional de Saúde
Suplementar sobre portabilidade, adaptação e migração
de contratos e garantia de atendimento dos beneficiários.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
nos últimos meses, promulgou diversas normas alterando
a regulamentação dos planos privados de assistência à saúde,
com sérias repercussões para os contratos em curso,
mesmo aqueles firmados antes do advento da Lei nº 9.656,
de 1998, e para as contratações futuras, individuais/familiares
e coletivas.
É de suma importância que as operadoras de planos
de saúde, consumidores e prestadores de serviços
conheçam as novas regras e suas implicações,
evitando a perda de direitos, rescisão ou interrupção
de contratos, incidência de multas, direção
técnica, alienação compulsória de
carteiras ou a liquidação extrajudicial de operadoras.
O presente
seminário examinará, com detalhes,
sob o aspecto jurídico e operacional, o disposto nas Resoluções
Normativas – RN ns. 186 (alterada pela RN n. 252 – regulamentação
da portabilidade), 254 (adaptação e migração
de contratos) e 259 (garantia de atendimentos aos beneficiários).
Durante o seminário os participantes poderão debater
os aspectos envolvidos e dirimir eventuais dúvidas.
PÚBLICO
ALVO
Dirigentes,
gerentes e diretores de operadoras de planos de saúde e de empresas prestadoras de serviços nesta área,
advogados e estudantes de direito, médicos, auditores,
contadores, atuários, peritos e demais interessados em
conhecer este ramo de atividade.
PALESTRANTE
José Luiz
Toro da Silva
INFORMAÇÕES
GERAIS
- O número de vagas é limitado. Não haverá cancelamento
de inscrições. Se necessário, poderá haver
substituição por outro participante.
- Informamos
que temos apenas 30 vagas (por ordem de confirmação
- não deixe para a última hora)
- Mais informações através
do telefone (11) 3101.3095 com Claudia.
- Reservamo-nos
o direito de remarcar o curso, caso não
atingirmos o número mínimo de participantes.
IBDSS - INSTITUTO
BRASILEIRO DE DIREITO DA SAÚDE SUPLEMENTAR
Rua Santa
Luzia, 48 conj 114 – CEP 01513-030 – São
Paulo – SP
Site: http://www.ibdss.org.br Tel: (11) 3101.3095
-
Fórum Nacional das Câmaras Técnicas
de Medicina do Trabalho dos Conselhos Regionais de Medicina
Data: 22 de julho
Local: Sede
do Conselho Federal de Medicina (CFM). Brasília
- DF (Veja Mapa)
Horário: Das 8h às
18h
Informações:
(61) 3445-5957 / 5900
Contato:
eventos@portalmedico.org.brEste endereço de
e-mail está protegido contra spambots. Você deve
habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Realização:
Conselho Federal de Medicina (CFM)
Inscrições:
Gratuitas
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
do Conselho Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm