Leia
nesta edição:
- Trabalhadores
da saúde aprovam greve
- Caminhos
reais e possíveis no SUS: Santa Casa mineira
contorna crise e cresce
- ANS promove
curso para Diretores Técnicos
- Começa
debate sobre proposta de retirada de inibidores de apetite
do mercado
- Subcomissão da Saúde Suplementar se reúne
com dirigentes da ANS
- SIB-XML entra em vigor em 6/6/2011
- ANS abre
vagas para curso sobre diagnóstico precoce
de dengue
- Ministério investe R$ 900 mi em atenção
básica
Terça-feira, 07.06.11
Gazeta do Povo
Trabalhadores
da saúde
aprovam greve
Só 30% dos funcionários de clínicas e hospitais
privados e filantrópicos deverão trabalhar hoje
em Curitiba e região metropolitana. Em assembleia ontem à noite,
enfermeiros, auxiliares, laboratoristas e demais profissionais
que atuam em hospitais e clínicas decidiram entrar em
greve. Eles pedem reajustes de até 28% nos pisos salariais,
reduções de jornada e novas contrações.
Os médicos não estão em greve, mas o atendimento
deverá ser prejudicado, pois eles não
contarão com a rede de apoio necessária
para atender a população. Funcionários de
hospitais públicos não fazem parte da
manifestação.
Segundo Joelcio
Flaviano Niels, advogado do Sindicato dos Empregados
em Estabelecimentos de Serviços de Saúde em Curitiba,
a paralisação começa às 6 horas e é por
tempo indeterminado. O atendimento deverá ficar prejudicado
em unidades como os hospitais Evangélico, Cajuru, Santa
Casa, Pequeno Príncipe, Angelina Caron e Erasto Gaertner.
Ontem, representantes
do sindicato patronal decidiram não
melhorar as propostas de 6,5% de reajuste para os funcionários
não vinculados a piso salarial, de concecer entre 8,5%
e 11,2% nos pisos até janeiro de 2012 e de aumentar em
30% o valor do vale-alimentação. Os patrões
alegam que concederam reajustes nos últimos cinco anos,
superiores à inflação, sem receber repasses
maiores do Sistema Único de Saúde (SUS) e das operadoras
de planos de saúde.
A lei determina
que os grevistas mantenham pelo menos 30% dos funcionários trabalhando. Cerca de 17 mil pessoas trabalham
em 60 consultórios, clínicas e hospitais privados
e filantrópicos da capital e região.
Brasil
Econômico
Caminhos
reais e possíveis
no SUS: Santa Casa mineira contorna crise e cresce
Grupo
tem resultado positivo em programa de metas e renegociação
de dívidas
Por Martha
San Juan França
O grupo Santa
Casa de Belo Horizonte espera crescer 15% em 2011, em relação ao ano anterior, segundo o superintendente-geral,
Porfírio Andrade.
De acordo
com ele, a receita operacional bruta será de
cerca de R$ 430 milhões, tendo sido R$ 375 milhões
em 2010.
O bom desempenho
da instituição não seria
surpreendente nesse momento de ampliação do mercado
hospitalar, não fosse o caso de se tratar as santas casas
de entidades normalmente às voltas com crônicas
crises financeiras.
"O desempenho positivo se deve ao modelo de gestão, à renegociação
do passivo com fornecedores e instituições financeiras
e à adoção do projeto Santa Casa 1000 Leitos
SUS, em parceria com a prefeitura", resume Andrade. Ele
acredita que a Santa Casa de Belo Horizonte avançou em
um modelo que o Ministério da Saúde quer adotar
para outras entidades filantrópicas no Brasil, conforme
foi proposto a representantes da Confederação das
Santas Casas e representantes das entidades nos estados para
discutir o financiamento do sistema.
Trata-se
da contratualização, mecanismo em que
são fixadas metas qualitativas e quantitativas que os
hospitais se comprometem a atingir e recebem um valor fixo mensal
por isso. É previsto um montante extra, caso atinja outras
metas. "A tabela do SUS se esgotou como mecanismo de pagamento
dos serviços", diz Helvécio Magalhães,
secretário nacional de assistência à saúde
do Ministério. "A contratualização é uma
agenda importante porque é parte da solução
de enfrentamento de alguns dos desafios da gestão do SUS,
especialmente aos prestadores filantrópicos." Mais
incentivos O 1000 Leitos SUS prevê que todas as internações
da Santa Casa sejam reguladas pela Secretaria Municipal de Saúde
que, em contrapartida, promove uma política de incentivos
financeiros.
"É uma contextualização de segunda
geração", diz Marcelo Lacerda, secretário
de saúde de Belo Horizonte.
Ele explica
que a proposta original se refere a um pacote de serviços, enquanto o 100% SUS adiciona incentivos adicionais
e metas de desempenho para aqueles hospitais que otimizam a internação. "É uma
estrutura de financiamento com oferta progressiva de leitos." O
projeto representou para a Santa Casa incentivos de R$ 24 milhões
e subvenções da ordem de R$ 8,5 milhões.
No ano passado, 78% dos atendimentos foram realizados por meio
do sistema.
"Não recebemos pela tabela do SUS, mas por valores
mais próximos do atendimento, graças as metas atreladas
de desempenho", diz Andrade. Segundo o superintendente,
a instituição tem hoje 976 leitos exclusivamente
para o SUS, prevendo chegar a mil em agosto deste ano. Para isso,
foi necessário uma reforma, co-financiada pelo governo
federal, que permitiu otimizar a capacidade instalada e redução
do custo fixo.
Como resultado,
a Santa Casa gerou R$ 77 milhões em atendimento
gratuito via SUS, tendo recebido adicionalmente mais R$ 21 milhões
em isenções fiscais pelo fato de ser entidade filantrópica.
Isso representou
um excedente social de R$ 56 milhões.
O próximo passo é aumentar o faturamento do grupo
com a construção de um novo hospital, em substituição
ao São Lucas, que irá atender a convênios
particulares, totalmente desvinculado da instituição
voltada para o SUS.
"A situação ainda não é totalmente
satisfatória porque o passivo financeiro, trabalhista
e junto a fornecedores da instituição continua
a existir", afirma Andrade. "Mas o déficit foi
reduzido, passando de R$ 25,69 milhões para R$ 15,12 milhões." O
grupo renegociou R$ 52 milhões com a Caixa Econômica
Federal, referente a dívidas trabalhistas do passado e
arrecadou cerca de R$ 16 milhões com o leilão de
11 imóveis.
“A tabela do SUS se esgotou como mecanismo de pagamento
dos serviços”, Helvécio Magalhães,
secretário nacional de Assistência à Saúde.
PREVISÃO
R$ 430 mi é a estimativa da receita operacional bruta
da Santa Casa de Belo Horizonte para 2011, o que significa um
crescimento de 11% em relação a 2010.
REDUÇÃO
R$ 15,2 mi é o déficit do
hospital previsto para este ano; em 2010 era de R$ 25,69 milhões.
Grupo renegociou passivo financeiro de R$ 52 milhões com
a CEF.
ANS
ANS
promove curso para Diretores Técnicos
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou,
nos dias 02 e 03 de junho de 2011, um treinamento com candidatos
a função de diretores técnicos, que poderão
ser chamados no caso de instauração de regimes
especiais de Direção Técnica.
Este curso é apenas uma das fases do processo de seleção,
que já contou com a análise curricular de mais
de 200 currículos enviados e ainda realizará entrevistas
individuais com os candidatos.
Na edição do curso realizado no Rio de Janeiro,
27 candidatos participaram e tiveram a oportunidade de conhecer
detalhes sobre os processos de regulação e, em
especial, o trâmite para realização de regime
de Direção Técnica, em palestras ministradas
por profissionais de diferentes gerências da ANS.
A ANS tem
a necessidade de ter esses profissionais habilitados em todos
os estados
do Brasil, por isso, já está programada
a realização da segunda edição do
um curso nos mesmos moldes do atual com os candidatos de São
Paulo e demais estados da Federação. Esse treinamento
acontecerá em São Paulo, com 80 candidatos. Além
disso, já estão agendadas as entrevistas individuais
nos Núcleos da ANS nas cidades de São Paulo, Curitiba,
Salvador e Belo Horizonte.
De acordo
com a Gerente de Direção Técnica,
Andréia Abib, a idéia é que esse cadastro
de reserva contemple, em cada um dos estados da federação,
profissionais habilitados a exercer o cargo de Diretor Técnico,
sendo convocados na medida da necessidade.
Sobre
a Direção Técnica
Segundo a
Lei nº 9.656/98, em seu artigo 24, a Direção
Técnica é instaurada ”Sempre que detectadas
nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei, insuficiência
das garantias do equilíbrio financeiro, anormalidades
econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem
em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde”.
No início de maio, a Agência Nacional de Saúde
Suplementas (ANS), anunciou a intenção de formar
um banco de profissionais habilitados a exercer o cargo de Diretor
Técnico em operadoras que tiverem o regime de Direção
Técnica instaurado.
Agência
Senado
Começa
debate sobre proposta de retirada de inibidores de apetite
do mercado
As comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos
Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizam
audiência pública para debater proposta da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de retirar
de circulação os medicamentos inibidores de apetite.
A reunião é conduzida pelo presidente da CDH, senador
Paulo Paim (PT-RS).
Estão convidados médicos, a direção
da Anvisa e representante do Instituto Brasileiro de Defesa do
Consumidor (Idec).
A primeira
audiência sobre o assunto, realizada pela CDH,
ocorreu no dia 2 de maio e foi marcada pela controvérsia.
Na ocasião, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano,
explicou que os inibidores de apetite já são proibidos
em vários países e que em outros têm o uso
restrito. Já a representante da Sociedade Brasileira da
Endocrinologia e Metabologia, a médica Rosana Bento Radominski,
afirmou que não há necessidade de proibição,
mas sim de maior controle sobre o uso desses medicamentos.
Segunda-feira, 06.06.11
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão da Saúde Suplementar se reúne
com dirigentes da ANS
A Subcomissão Especial criada para Avaliar o Sistema
de Saúde Complementar se reúne hoje com o presidente
da Agencia Nacional de Saúde (ANS), Maurício Ceschim,
e do diretor de Normas e Habilitação das Operadoras
da ANS, Leandro Reis Tavares.
Em visita à Câmara no mês passado, Mauricio
Ceschin, afirmou que há uma defasagem no valor dos honorários
médicos pagos pelos planos de saúde. Segundo ele,
a agência tem discutido o reajuste dos valores com representantes
dos médicos, dos hospitais e das operadoras, em um grupo
de trabalho criado há um ano.
Ceschin disse
que, com aumentos estabelecidos em contratos entre associações de médicos e operadoras de planos
de saúde, “reajustes dignos” serão
possíveis. “Temos a responsabilidade de não
criar uma nova indexação no setor de saúde”,
afirmou.
Criada pela
Comissão de Seguridade Social e Família,
a subcomissão é presidida pelo deputado André Zacharow
(PMDB-PR) e tem a deputada Nilda Gondim (PMDB-PB) como vice-presidente
e o deputado Mandetta (DEM -MS) como relator.
A reunião será realizada às 18 horas, no
Plenário 7.
ANS
SIB-XML entra em vigor em 6/6/2011
A partir
desta segunda-feira, 6/6/2011, as operadoras de planos de saúde devem enviar as informações sobre
dados cadastrais de beneficiários para o SIB/ANS somente
no formato XML (Extensible Markup Language). A versão
do SIB-XML, atualmente em uso, é a 1.1.0, que já está disponível
para download.
A adoção desse formato faz parte de uma estratégia
da ANS de convergência de formatos para todos os sistemas
de informação adotados pela Agência. Nesse
sentido, o SIB vem somar-se ao DIOPS, ao SIP e ao TISS, que já utilizam
esse formato para envio de dados.
A versão atual do SIB contempla o disposto na Resolução
Normativa nº 250/2011 e na Instrução Normativa
DIDES nº 46/2011, ambas de 25 de março de 2011, que
estabelecem normas para a geração, transmissão
e controle de dados cadastrais do Sistema de Informações
de Beneficiários da ANS (SIB/ANS) e os procedimentos envolvidos
no ciclo de atualização cadastral.
As operadoras
devem ficar atentas às instruções
de preenchimento do SIB/ANS no formato XML e às críticas
de preenchimentos dos campos, também já disponíveis
para download.
ANS
ANS
abre vagas para curso sobre diagnóstico precoce de
dengue
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em
parceria com o Ministério da Saúde, promove, na
próxima quinta-feira, dia 9, em São Paulo, o “Curso
de Atualização em Diagnóstico e Manejo Clínico
do Paciente com Dengue”. Destinado a médicos e enfermeiros
que trabalham em planos de saúde, o evento tem o objetivo
de orientar os participantes a proceder de forma adequada diante
de um caso de suspeita de dengue.
A primeira
edição do curso aconteceu no Rio de
Janeiro e contou com a presença de 40 profissionais vinculados às
operadoras de planos de saúde ou aos hospitais da rede
credenciada.
As inscrições podem ser feitas através
do endereço eventos@ans.gov.brEste endereço de
e-mail está protegido contra spambots. Você deve
habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . A mensagem
deverá conter o nome completo do profissional, instituição
a que pertence e endereço de e-mail para contato . Todos
os participantes receberão certificado.
Curso
de Atualização em Diagnóstico e Manejo
Clínico do Paciente com Dengue
Local: Auditórios da Paulista - Avenida Paulista, nº 1.776.
Data: 9 de junho de 2011
Início:
9h
Término:
18 horas
Saúde
Business Web
Ministério investe R$ 900 mi em atenção
básica
O Ministério da Saúde vai coordenar ações
voltadas ao aprimoramento da atenção básica
em todo o país. Para isso, o Ministério da Saúde
garantirá, por ano, recursos da ordem de R$ 900 milhões,
destinados à estratégia de certificação
da qualidade da assistência.
O objetivo
das novas medidas – definidas em conjunto com
os estados e municípios – é incentivar os
gestores locais do Sistema Único de Saúde a melhorar
o padrão de qualidade da assistência oferecida aos
usuários do SUS nas Unidades Básicas de Saúde
(UBSs) e por meio das equipes de Saúde da Família.
Os primeiros
resultados dessa mudança de diretriz na
atenção primária à saúde da
população brasileira estão previstos para
o próximo semestre. Para isso, o Ministério da
Saúde garantirá, por ano, recursos da ordem de
R$ 900 milhões, destinados à estratégia
de certificação da qualidade da assistência.
O novo modelo
para a atenção básica no
SUS – que também inclui reforma e ampliação
das atuais 36,8 mil UBSs e a construção de novas
unidades – é focado na melhoria da qualidade e do
acesso aos serviços públicos de saúde.
Segundo o
ministro da saúde, Alexandre Padilha, o governo
vai induzir a qualificação da atenção
primária no país. E afirma que há disposição
de até dobrar os valores repassados às Equipes
de Saúde da Família que cumprirem metas de qualidade
e comprovarem a melhoria do atendimento à população.
A reestruturação da política de atenção
básica no SUS – para a qual estão previstos
cerca de R$ 2,2 bilhões a mais por ano, elevando o orçamento
anual da política de R$ 9,8 bilhões para R$ 12
bilhões – prevê um aumento de até 26%
no Piso de Atenção Básica (PAB) Fixo repassado
aos municípios mais carentes do país. Com o aumento,
o valor anual per capita do PAB Fixo passará de R$ 18
para R$ 23.
O incentivo
financeiro repassado às Equipes de Saúde
da Família (ESFs) – o chamado PAB Variável – estará vinculado
ao cumprimento de parâmetros de qualidade e terão
um aumento de aproximadamente 5%.
De acordo
com o Ministério da Saúde, será criado
um componente de qualidade atrelado a este incentivo, que poderá até dobrar
os valores mensais pagos às ESFs.
Indicadores
Para a definição de critérios para o aumento
dos incentivos financeiros na atenção básica,
o Ministério da Saúde adotou indicadores nos municípios,
como o PIB per capita, o percentual de pessoas em extrema pobreza,
o índice de famílias beneficiárias do Bolsa
Família, a densidade demográfica o percentual de
usuários de planos de saúde.
Para Padilha,
a satisfação da população
com os serviços oferecidos nas UBSs e também por
meio das Equipes de Saúde da Família também
será um importante indicador para a definição
dos repasses financeiros.
As metas
de qualidade dos serviços de saúde – tanto
nas Unidades Básicas como pelas ESFs – serão
contratualizadas pelos Municípios junto ao Ministério
da Saúde. Elas serão constantemente acompanhadas
pelo governo federal, em parceria com universidades e institutos
de ensino que serão contratados para o monitoramento e
a avaliação da qualidade da assistência oferecida
aos usuários do SUS.
UBSs
Parte da
estratégia de fortalecimento da atenção
básica no SUS será a requalificação
das UBSs. Parte das 36,8 mil atuais UBSs passará por adequação
e padronização da estrutura física. Também
está prevista a construção de novas Unidades
Básicas de Saúde.
Até o final deste ano, um amplo censo será realizado,
em todo o país, para a verificação das condições
e certificação das Unidades Básicas de Saúde
em funcionamento. A construção de novas UBSs atenderá a
critérios de prioridade, em que serão considerados
indicadores municipais como o PIB per capita, o percentual de
pessoas em extrema pobreza e o índice de Unidades Básicas
de Saúde com qualificação insuficiente.
As construções de UBSs serão periodicamente
acompanhadas por consultoria independente como também
pelo Ministério da Saúde, por meio da Ouvidoria
(proativa) e de um novo sistema de acompanhamento de obras, que
deverá ser alimentado pelos Municípios.
Valorização
Profissional
O novo modelo
de atenção básica também
prevê a valorização profissional no SUS.
Para isso, o governo federal coordenará medidas de incentivo
aos profissionais para a garantia da assistência à população;
principalmente, atenderem em regiões remotas ou com maior
carência de mão-de-obra em saúde.
Entre as
possibilidades estão a oferta de cursos de especialização
(presenciais ou a distância), a ampliação
do programa Telessaúde para apoio ao diagnóstico
clínico (conhecido como “segunda opinião
médica a distância”), a contagem de pontos
para Residência Médica e, em parceria com o Ministério
da Educação, o abatimento de dívida junto
ao programa de Financiamento Estudantil (Fies).
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e
7º Congresso Sinog
Abramge /
AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão
os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como
aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade
do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza
nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os
16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema
central dos eventos é "Tecnologia na Saúde
Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo
jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio
CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador
de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por
Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial
do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe
de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil;
e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão
(IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial".
Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde".
Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia
Assis Pinto, líder da Prática de Gestão
Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de
Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de
Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways
International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra
o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos oferecidos
nas inscrições dos eventos, clicando no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- Negociação dos Serviços de
Saúde
Unidas /
AssPreviSite
16 e 17 de
junho de 2011
SEDE UNIDAS
NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100
- São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado de saúde
para atuarem com consciência de seu papel e sua importância
enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções
básicas da negociação em geral e seus
conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo
de negociação em seus aspectos subjetivos e formais;
Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação com paralisação
dos serviços; Esclarecer a participação
da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público,
PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços
de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael
Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais
de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.
Informações
Tel. (11)
3289-0855
Fax (11)
3289-0322
com Fernanda
Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- Congresso Internacional de Acreditação
Segs
Excelência na qualidade e segurança clínica:
impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central
do I Congresso Internacional de Acreditação, que
acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre
a programação, duas conferências, um painel
e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância
do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para
superar problemas de qualidade no atendimento e segurança
do paciente; a importância da liderança para melhorar
esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na
questão do paciente como agente de decisão no seu
cuidado; e a acreditação para operadoras de planos
de saúde e sua interface com o mercado.
Abrindo o
evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin,
falará sobre Os Desafios para Qualidade
e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas
públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard,
He also holds a master's degree in public health from the University
of California at Los Angeles.e em saúde pública
pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin
preside o Centro de Transformação em Cuidados de
Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais
hospitais e sistemas de saúde do país, abordando
questões mais críticas de segurança e problemas
de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência
médica, problemas de comunicação entre equipes
e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação,
por exemplo.
Presidente
International Society for Quality in Health Care (ISQua) e
da Canadian Network
for International Surgery, Philip
Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção
da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando
ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância
estratégica de liderança é fundamental para
a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo
ele, é inaceitável que em muitos países
desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda
sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de
qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação
pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo,
reduzir os danos e habilitar as organizações a
melhorar a qualidade e segurança.
Polêmica à vista
A mesa redonda
Bioética, o Paciente como Agente de Decisão
de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância
das questões a serem abordadas. Advogados especializados
no tema e os presidentes da Associação Médica
Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão
sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda
opinião e o direito na participação do cuidado.
O painel
Acreditação para Operadoras de Planos
de Saúde, com a participação do presidente
da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor
da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César
de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões
sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro:
a acreditação para operadoras de planos de saúde.
A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante
de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos
convidados.
Como participar?
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA)
e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento,
oferecem cinco opções de pacotes para participação
no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação,
que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços
variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação
apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o
pacote completo.
No Pré-Congresso há três opções
de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas
da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação
para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução
a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.
Na programação do Congresso Internacional de Acreditação,
que será realizado em três dias, serão três
conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro
paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações
e associações de classe do Brasil e do exterior
(a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br).
Outras informações pelo telefone (21)3299-8202
ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.
-
Debate sobre bonificação nos Planos de Saúde
Planin Wordcom / AxisMed / Revista Cobertura
Empresas
do setor reúnem-se para discutir proposta de
resolução normativa da ANS para a concessão
de prêmios ou descontos aos beneficiários que aderirem
a programas de prevenção e de promoção
da saúde
A AxisMed,
pioneira e líder em Gerenciamento de Doentes
Crônicos (GDC) no Brasil, promove encontro para discutir
a Consulta Pública Nº 42 da Resolução
Normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), que trata de iniciativas para promoção da
saúde, do envelhecimento ativo e prevenção
de risco e doenças. Representantes da ANS e das entidades
de saúde, empresariais, sindicais e das indústrias
estarão reunidos com outros especialistas do setor para
debater o tema.
“Nosso objetivo é reunir os players do mercado
para discutir os impactos da proposta da ANS nos programas de
gerenciamento de crônicos e promoção de saúde,
além das oportunidades para alavancar estes programas
e melhorar a performance do plano de saúde. Provavelmente,
não haverá outra oportunidade para discutir a questão
antes de encerrar o prazo para responder a consulta pública”,
explica Milva Gois, advogada e relação institucional
da AxisMed. O evento está agendado para o dia 9 de junho,
das 14 horas às 18 horas, na Federação das
Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em São
Paulo.
A ANS propõe a concessão de bonificação
aos beneficiários de planos de saúde pela participação
em programas de promoção do envelhecimento ativo
ao longo do curso da vida e de premiação pela participação
em programas de promoção da saúde e prevenção
de riscos e doenças.
De acordo
com a proposta, as operadoras não são
obrigadas a oferecer o desconto, a adesão dos clientes
também é facultativa e poderá ocorrer em
planos individuais ou coletivos. Caso o plano ofereça
a bonificação, deverá oferecê-la para
todos os beneficiários vinculados ao produto e ser igual
para todas as faixas etárias. A adesão ao programa
deve estar prevista em contrato, com prazo mínimo de vigência
de um ano e regras claras e pré-estabelecidas. A concessão
do desconto é condicionada exclusivamente à adesão
e a participação do beneficiário nas atividades
previstas.
O website
da ANS (www.ans.gov.br) traz a íntegra do texto
proposto para a resolução normativa, que permanece
em consulta pública até 14 de junho.
Serviço
Debate sobre
Bonificação nos Planos de Saúde
(Consulta Pública Nº42 da ANS)
Local: Federação das Indústrias do Estado
de São Paulo (FIESP)
Endereço: Av. Paulista, 1.313 - Cerqueira César
Data: 9 de junho
Horário: Das 14h às
18h
Sala/ auditório: Espaço FIESP - térreo
-
Seminário sobre Saúde
AssPreviSite
“A Importância da Autogestão na Assistência à Saúde
do Trabalhador Brasileiro e seus familiares”
Deputados
discutem assistência à saúde dos
trabalhadores
A Câmara dos Deputados, em Brasília, tem uma pauta
especial para o próximo dia 7 de junho: conhecer as vantagens
oferecidas pelo segmento de autogestão em saúde
- benefício oferecido a mais de 5 milhões de pessoas
no País.
O segmento
de autogestão em saúde é administrado
por empresas, entidades e associações que oferecem
o benefício para seus empregados, ex-empregados, aposentados
e seus respectivos familiares e, apesar de não ter fins
lucrativos, enfrenta uma série de dificuldades por ser
tratado como plano de saúde de mercado, que conhecidamente
visam ao lucro.
Para o Seminário sobre Saúde - A Importância
da Autogestão na Assistência à Saúde
do Trabalhador Brasileiro e seus familiares estão convidados
profissionais ligados à área de saúde pública
e suplementar, assim como profissionais das filiadas à UNIDAS – União
Nacional das Instituições de Autogestão
em Saúde.
O evento
tem o objetivo de apresentar aos parlamentares o segmento de
autogestão, que possui a melhor relação
custo-benefício, e sua importância no setor de saúde
suplementar.
O seminário será realizado das 14h às 17h,
no auditório Freitas Nobre – Subsolo do anexo IV
da Câmara dos Deputados, em Brasília.
- Auditoria de medicamentos de alto custo
Unidas / AssPrevISite
Quimioterapia,
radioterapia e agentes biológicos
01 de Julho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
O aumento
nos custos da sáude está diretamente
relacionado à incorporação de novas tecnologias.
O advento
dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer
e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas,
auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços
para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.
O bom uso
destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis
para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente,
não só prejudica a saúde dos mesmos como
acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.
O desafio
da regulação dos agentes quimioterápicos
e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.
O objetivo
geral deste curso é capacitar o auditor a
exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes
quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima
qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.
Instrutores
1) DR.LUCIANO PALADINI
2) ENFERMEIRA
ANNA FLÁVIA FORTES
Público
Alvo
Gestores
e auditores de sistemas de saúde no Brasil.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br