07-06-11

 

Leia nesta edição:

- Trabalhadores da saúde aprovam greve

- Caminhos reais e possíveis no SUS: Santa Casa mineira contorna crise e cresce

- ANS promove curso para Diretores Técnicos

- Começa debate sobre proposta de retirada de inibidores de apetite do mercado

- Subcomissão da Saúde Suplementar se reúne com dirigentes da ANS

- SIB-XML entra em vigor em 6/6/2011

- ANS abre vagas para curso sobre diagnóstico precoce de dengue

- Ministério investe R$ 900 mi em atenção básica


Terça-feira, 07.06.11

Gazeta do Povo

Trabalhadores da saúde aprovam greve

Só 30% dos funcionários de clínicas e hospitais privados e filantrópicos deverão trabalhar hoje em Curitiba e região metropolitana. Em assembleia ontem à noite, enfermeiros, auxiliares, laboratoristas e demais profissionais que atuam em hospitais e clínicas decidiram entrar em greve. Eles pedem reajustes de até 28% nos pisos salariais, reduções de jornada e novas contrações. Os médicos não estão em greve, mas o atendimento de­­verá ser prejudicado, pois eles não contarão com a rede de apoio ne­­cessária para atender a população. Funcionários de hospitais pú­­blicos não fazem parte da manifestação.

Segundo Joelcio Flaviano Niels, advogado do Sindicato dos Empre­gados em Estabelecimentos de Serviços de Saúde em Curitiba, a paralisação começa às 6 horas e é por tempo indeterminado. O atendimento deverá ficar prejudicado em unidades como os hospitais Evangélico, Cajuru, Santa Casa, Pequeno Príncipe, Angelina Caron e Erasto Gaertner.

Ontem, representantes do sindicato patronal decidiram não melhorar as propostas de 6,5% de reajuste para os funcionários não vinculados a piso salarial, de concecer entre 8,5% e 11,2% nos pisos até janeiro de 2012 e de aumentar em 30% o valor do vale-alimentação. Os patrões alegam que concederam reajustes nos últimos cinco anos, superiores à inflação, sem receber repasses maiores do Sistema Único de Saúde (SUS) e das operadoras de planos de saúde.

A lei determina que os grevistas mantenham pelo menos 30% dos funcionários trabalhando. Cerca de 17 mil pessoas trabalham em 60 consultórios, clínicas e hospitais privados e filantrópicos da capital e região.

Brasil Econômico

Caminhos reais e possíveis no SUS: Santa Casa mineira contorna crise e cresce

Grupo tem resultado positivo em programa de metas e renegociação de dívidas

Por Martha San Juan França

O grupo Santa Casa de Belo Horizonte espera crescer 15% em 2011, em relação ao ano anterior, segundo o superintendente-geral, Porfírio Andrade.

De acordo com ele, a receita operacional bruta será de cerca de R$ 430 milhões, tendo sido R$ 375 milhões em 2010.

O bom desempenho da instituição não seria surpreendente nesse momento de ampliação do mercado hospitalar, não fosse o caso de se tratar as santas casas de entidades normalmente às voltas com crônicas crises financeiras.

"O desempenho positivo se deve ao modelo de gestão, à renegociação do passivo com fornecedores e instituições financeiras e à adoção do projeto Santa Casa 1000 Leitos SUS, em parceria com a prefeitura", resume Andrade. Ele acredita que a Santa Casa de Belo Horizonte avançou em um modelo que o Ministério da Saúde quer adotar para outras entidades filantrópicas no Brasil, conforme foi proposto a representantes da Confederação das Santas Casas e representantes das entidades nos estados para discutir o financiamento do sistema.

Trata-se da contratualização, mecanismo em que são fixadas metas qualitativas e quantitativas que os hospitais se comprometem a atingir e recebem um valor fixo mensal por isso. É previsto um montante extra, caso atinja outras metas. "A tabela do SUS se esgotou como mecanismo de pagamento dos serviços", diz Helvécio Magalhães, secretário nacional de assistência à saúde do Ministério. "A contratualização é uma agenda importante porque é parte da solução de enfrentamento de alguns dos desafios da gestão do SUS, especialmente aos prestadores filantrópicos." Mais incentivos O 1000 Leitos SUS prevê que todas as internações da Santa Casa sejam reguladas pela Secretaria Municipal de Saúde que, em contrapartida, promove uma política de incentivos financeiros.

"É uma contextualização de segunda geração", diz Marcelo Lacerda, secretário de saúde de Belo Horizonte.

Ele explica que a proposta original se refere a um pacote de serviços, enquanto o 100% SUS adiciona incentivos adicionais e metas de desempenho para aqueles hospitais que otimizam a internação. "É uma estrutura de financiamento com oferta progressiva de leitos." O projeto representou para a Santa Casa incentivos de R$ 24 milhões e subvenções da ordem de R$ 8,5 milhões. No ano passado, 78% dos atendimentos foram realizados por meio do sistema.

"Não recebemos pela tabela do SUS, mas por valores mais próximos do atendimento, graças as metas atreladas de desempenho", diz Andrade. Segundo o superintendente, a instituição tem hoje 976 leitos exclusivamente para o SUS, prevendo chegar a mil em agosto deste ano. Para isso, foi necessário uma reforma, co-financiada pelo governo federal, que permitiu otimizar a capacidade instalada e redução do custo fixo.

Como resultado, a Santa Casa gerou R$ 77 milhões em atendimento gratuito via SUS, tendo recebido adicionalmente mais R$ 21 milhões em isenções fiscais pelo fato de ser entidade filantrópica.

Isso representou um excedente social de R$ 56 milhões.

O próximo passo é aumentar o faturamento do grupo com a construção de um novo hospital, em substituição ao São Lucas, que irá atender a convênios particulares, totalmente desvinculado da instituição voltada para o SUS.

"A situação ainda não é totalmente satisfatória porque o passivo financeiro, trabalhista e junto a fornecedores da instituição continua a existir", afirma Andrade. "Mas o déficit foi reduzido, passando de R$ 25,69 milhões para R$ 15,12 milhões." O grupo renegociou R$ 52 milhões com a Caixa Econômica Federal, referente a dívidas trabalhistas do passado e arrecadou cerca de R$ 16 milhões com o leilão de 11 imóveis.

“A tabela do SUS se esgotou como mecanismo de pagamento dos serviços”, Helvécio Magalhães, secretário nacional de Assistência à Saúde.

PREVISÃO

R$ 430 mi é a estimativa da receita operacional bruta da Santa Casa de Belo Horizonte para 2011, o que significa um crescimento de 11% em relação a 2010.

REDUÇÃO

R$ 15,2 mi é o déficit do hospital previsto para este ano; em 2010 era de R$ 25,69 milhões. Grupo renegociou passivo financeiro de R$ 52 milhões com a CEF.

ANS

ANS promove curso para Diretores Técnicos

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) realizou, nos dias 02 e 03 de junho de 2011, um treinamento com candidatos a função de diretores técnicos, que poderão ser chamados no caso de instauração de regimes especiais de Direção Técnica.

Este curso é apenas uma das fases do processo de seleção, que já contou com a análise curricular de mais de 200 currículos enviados e ainda realizará entrevistas individuais com os candidatos.

Na edição do curso realizado no Rio de Janeiro, 27 candidatos participaram e tiveram a oportunidade de conhecer detalhes sobre os processos de regulação e, em especial, o trâmite para realização de regime de Direção Técnica, em palestras ministradas por profissionais de diferentes gerências da ANS.

A ANS tem a necessidade de ter esses profissionais habilitados em todos os estados do Brasil, por isso, já está programada a realização da segunda edição do um curso nos mesmos moldes do atual com os candidatos de São Paulo e demais estados da Federação. Esse treinamento acontecerá em São Paulo, com 80 candidatos. Além disso, já estão agendadas as entrevistas individuais nos Núcleos da ANS nas cidades de São Paulo, Curitiba, Salvador e Belo Horizonte.

De acordo com a Gerente de Direção Técnica, Andréia Abib, a idéia é que esse cadastro de reserva contemple, em cada um dos estados da federação, profissionais habilitados a exercer o cargo de Diretor Técnico, sendo convocados na medida da necessidade.

Sobre a Direção Técnica

Segundo a Lei nº 9.656/98, em seu artigo 24, a Direção Técnica é instaurada ”Sempre que detectadas nas operadoras sujeitas à disciplina desta Lei, insuficiência das garantias do equilíbrio financeiro, anormalidades econômico-financeiras ou administrativas graves que coloquem em risco a continuidade ou a qualidade do atendimento à saúde”.

No início de maio, a Agência Nacional de Saúde Suplementas (ANS), anunciou a intenção de formar um banco de profissionais habilitados a exercer o cargo de Diretor Técnico em operadoras que tiverem o regime de Direção Técnica instaurado.

Agência Senado

Começa debate sobre proposta de retirada de inibidores de apetite do mercado

As comissões de Assuntos Sociais (CAS) e de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realizam audiência pública para debater proposta da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) de retirar de circulação os medicamentos inibidores de apetite. A reunião é conduzida pelo presidente da CDH, senador Paulo Paim (PT-RS).

Estão convidados médicos, a direção da Anvisa e representante do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec).

A primeira audiência sobre o assunto, realizada pela CDH, ocorreu no dia 2 de maio e foi marcada pela controvérsia. Na ocasião, o diretor-presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, explicou que os inibidores de apetite já são proibidos em vários países e que em outros têm o uso restrito. Já a representante da Sociedade Brasileira da Endocrinologia e Metabologia, a médica Rosana Bento Radominski, afirmou que não há necessidade de proibição, mas sim de maior controle sobre o uso desses medicamentos.

Segunda-feira, 06.06.11

Agência Câmara de Notícias

Subcomissão da Saúde Suplementar se reúne com dirigentes da ANS

A Subcomissão Especial criada para Avaliar o Sistema de Saúde Complementar se reúne hoje com o presidente da Agencia Nacional de Saúde (ANS), Maurício Ceschim, e do diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, Leandro Reis Tavares.

Em visita à Câmara no mês passado, Mauricio Ceschin, afirmou que há uma defasagem no valor dos honorários médicos pagos pelos planos de saúde. Segundo ele, a agência tem discutido o reajuste dos valores com representantes dos médicos, dos hospitais e das operadoras, em um grupo de trabalho criado há um ano.

Ceschin disse que, com aumentos estabelecidos em contratos entre associações de médicos e operadoras de planos de saúde, “reajustes dignos” serão possíveis. “Temos a responsabilidade de não criar uma nova indexação no setor de saúde”, afirmou.

Criada pela Comissão de Seguridade Social e Família, a subcomissão é presidida pelo deputado André Zacharow (PMDB-PR) e tem a deputada Nilda Gondim (PMDB-PB) como vice-presidente e o deputado Mandetta (DEM -MS) como relator.

A reunião será realizada às 18 horas, no Plenário 7.

ANS

SIB-XML entra em vigor em 6/6/2011

A partir desta segunda-feira, 6/6/2011, as operadoras de planos de saúde devem enviar as informações sobre dados cadastrais de beneficiários para o SIB/ANS somente no formato XML (Extensible Markup Language). A versão do SIB-XML, atualmente em uso, é a 1.1.0, que já está disponível para download.

A adoção desse formato faz parte de uma estratégia da ANS de convergência de formatos para todos os sistemas de informação adotados pela Agência. Nesse sentido, o SIB vem somar-se ao DIOPS, ao SIP e ao TISS, que já utilizam esse formato para envio de dados.

A versão atual do SIB contempla o disposto na Resolução Normativa nº 250/2011 e na Instrução Normativa DIDES nº 46/2011, ambas de 25 de março de 2011, que estabelecem normas para a geração, transmissão e controle de dados cadastrais do Sistema de Informações de Beneficiários da ANS (SIB/ANS) e os procedimentos envolvidos no ciclo de atualização cadastral.

As operadoras devem ficar atentas às instruções de preenchimento do SIB/ANS no formato XML e às críticas de preenchimentos dos campos, também já disponíveis para download.

ANS

ANS abre vagas para curso sobre diagnóstico precoce de dengue

Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), em parceria com o Ministério da Saúde, promove, na próxima quinta-feira, dia 9, em São Paulo, o “Curso de Atualização em Diagnóstico e Manejo Clínico do Paciente com Dengue”. Destinado a médicos e enfermeiros que trabalham em planos de saúde, o evento tem o objetivo de orientar os participantes a proceder de forma adequada diante de um caso de suspeita de dengue.

A primeira edição do curso aconteceu no Rio de Janeiro e contou com a presença de 40 profissionais vinculados às operadoras de planos de saúde ou aos hospitais da rede credenciada.

As inscrições podem ser feitas através do endereço eventos@ans.gov.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. . A mensagem deverá conter o nome completo do profissional, instituição a que pertence e endereço de e-mail para contato . Todos os participantes receberão certificado.

Curso de Atualização em Diagnóstico e Manejo Clínico do Paciente com Dengue

Local: Auditórios da Paulista - Avenida Paulista, nº 1.776.

Data: 9 de junho de 2011

Início: 9h

Término: 18 horas

Saúde Business Web

Ministério investe R$ 900 mi em atenção básica

O Ministério da Saúde vai coordenar ações voltadas ao aprimoramento da atenção básica em todo o país. Para isso, o Ministério da Saúde garantirá, por ano, recursos da ordem de R$ 900 milhões, destinados à estratégia de certificação da qualidade da assistência.

O objetivo das novas medidas – definidas em conjunto com os estados e municípios – é incentivar os gestores locais do Sistema Único de Saúde a melhorar o padrão de qualidade da assistência oferecida aos usuários do SUS nas Unidades Básicas de Saúde (UBSs) e por meio das equipes de Saúde da Família.

Os primeiros resultados dessa mudança de diretriz na atenção primária à saúde da população brasileira estão previstos para o próximo semestre. Para isso, o Ministério da Saúde garantirá, por ano, recursos da ordem de R$ 900 milhões, destinados à estratégia de certificação da qualidade da assistência.

O novo modelo para a atenção básica no SUS – que também inclui reforma e ampliação das atuais 36,8 mil UBSs e a construção de novas unidades – é focado na melhoria da qualidade e do acesso aos serviços públicos de saúde.

Segundo o ministro da saúde, Alexandre Padilha, o governo vai induzir a qualificação da atenção primária no país. E afirma que há disposição de até dobrar os valores repassados às Equipes de Saúde da Família que cumprirem metas de qualidade e comprovarem a melhoria do atendimento à população.

A reestruturação da política de atenção básica no SUS – para a qual estão previstos cerca de R$ 2,2 bilhões a mais por ano, elevando o orçamento anual da política de R$ 9,8 bilhões para R$ 12 bilhões – prevê um aumento de até 26% no Piso de Atenção Básica (PAB) Fixo repassado aos municípios mais carentes do país. Com o aumento, o valor anual per capita do PAB Fixo passará de R$ 18 para R$ 23.

O incentivo financeiro repassado às Equipes de Saúde da Família (ESFs) – o chamado PAB Variável – estará vinculado ao cumprimento de parâmetros de qualidade e terão um aumento de aproximadamente 5%.

De acordo com o Ministério da Saúde, será criado um componente de qualidade atrelado a este incentivo, que poderá até dobrar os valores mensais pagos às ESFs.

Indicadores

Para a definição de critérios para o aumento dos incentivos financeiros na atenção básica, o Ministério da Saúde adotou indicadores nos municípios, como o PIB per capita, o percentual de pessoas em extrema pobreza, o índice de famílias beneficiárias do Bolsa Família, a densidade demográfica o percentual de usuários de planos de saúde.

Para Padilha, a satisfação da população com os serviços oferecidos nas UBSs e também por meio das Equipes de Saúde da Família também será um importante indicador para a definição dos repasses financeiros.

As metas de qualidade dos serviços de saúde – tanto nas Unidades Básicas como pelas ESFs – serão contratualizadas pelos Municípios junto ao Ministério da Saúde. Elas serão constantemente acompanhadas pelo governo federal, em parceria com universidades e institutos de ensino que serão contratados para o monitoramento e a avaliação da qualidade da assistência oferecida aos usuários do SUS.

UBSs

Parte da estratégia de fortalecimento da atenção básica no SUS será a requalificação das UBSs. Parte das 36,8 mil atuais UBSs passará por adequação e padronização da estrutura física. Também está prevista a construção de novas Unidades Básicas de Saúde.

Até o final deste ano, um amplo censo será realizado, em todo o país, para a verificação das condições e certificação das Unidades Básicas de Saúde em funcionamento. A construção de novas UBSs atenderá a critérios de prioridade, em que serão considerados indicadores municipais como o PIB per capita, o percentual de pessoas em extrema pobreza e o índice de Unidades Básicas de Saúde com qualificação insuficiente.

As construções de UBSs serão periodicamente acompanhadas por consultoria independente como também pelo Ministério da Saúde, por meio da Ouvidoria (proativa) e de um novo sistema de acompanhamento de obras, que deverá ser alimentado pelos Municípios.

Valorização Profissional

O novo modelo de atenção básica também prevê a valorização profissional no SUS. Para isso, o governo federal coordenará medidas de incentivo aos profissionais para a garantia da assistência à população; principalmente, atenderem em regiões remotas ou com maior carência de mão-de-obra em saúde.

Entre as possibilidades estão a oferta de cursos de especialização (presenciais ou a distância), a ampliação do programa Telessaúde para apoio ao diagnóstico clínico (conhecido como “segunda opinião médica a distância”), a contagem de pontos para Residência Médica e, em parceria com o Ministério da Educação, o abatimento de dívida junto ao programa de Financiamento Estudantil (Fies).

AGENDA


- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- Negociação dos Serviços de Saúde

Unidas / AssPreviSite

16 e 17 de junho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Preparar profissionais de negociação no mercado de saúde para atuarem com consciência de seu papel e sua importância enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções básicas da negociação em geral e seus conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo de negociação em seus aspectos subjetivos e formais; Apresentar o mercado de saúde, suas características, seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens e dificuldades na negociação multilateral;

Identificar vantagens e dificuldades na negociação com paralisação dos serviços; Esclarecer a participação da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público, PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços de saúde.

Instrutor

Dr. Natanael Dantas Soares

Público Alvo

Gestores de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- Congresso Internacional de Acreditação

Segs

Excelência na qualidade e segurança clínica: impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central do I Congresso Internacional de Acreditação, que acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre a programação, duas conferências, um painel e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para superar problemas de qualidade no atendimento e segurança do paciente; a importância da liderança para melhorar esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na questão do paciente como agente de decisão no seu cuidado; e a acreditação para operadoras de planos de saúde e sua interface com o mercado.

Abrindo o evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin, falará sobre Os Desafios para Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard, He also holds a master's degree in public health from the University of California at Los Angeles.e em saúde pública pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin preside o Centro de Transformação em Cuidados de Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais hospitais e sistemas de saúde do país, abordando questões mais críticas de segurança e problemas de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência médica, problemas de comunicação entre equipes e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação, por exemplo.

Presidente International Society for Quality in Health Care (ISQua) e da Canadian Network for International Surgery, Philip Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância estratégica de liderança é fundamental para a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo ele, é inaceitável que em muitos países desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo, reduzir os danos e habilitar as organizações a melhorar a qualidade e segurança.

Polêmica à vista

A mesa redonda Bioética, o Paciente como Agente de Decisão de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância das questões a serem abordadas. Advogados especializados no tema e os presidentes da Associação Médica Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda opinião e o direito na participação do cuidado.

O painel Acreditação para Operadoras de Planos de Saúde, com a participação do presidente da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro: a acreditação para operadoras de planos de saúde. A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos convidados.

Como participar?

O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento, oferecem cinco opções de pacotes para participação no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação, que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o pacote completo.

No Pré-Congresso há três opções de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.

Na programação do Congresso Internacional de Acreditação, que será realizado em três dias, serão três conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações e associações de classe do Brasil e do exterior (a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br). Outras informações pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.

- Debate sobre bonificação nos Planos de Saúde

Planin Wordcom / AxisMed / Revista Cobertura

Empresas do setor reúnem-se para discutir proposta de resolução normativa da ANS para a concessão de prêmios ou descontos aos beneficiários que aderirem a programas de prevenção e de promoção da saúde

A AxisMed, pioneira e líder em Gerenciamento de Doentes Crônicos (GDC) no Brasil, promove encontro para discutir a Consulta Pública Nº 42 da Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que trata de iniciativas para promoção da saúde, do envelhecimento ativo e prevenção de risco e doenças. Representantes da ANS e das entidades de saúde, empresariais, sindicais e das indústrias estarão reunidos com outros especialistas do setor para debater o tema.

“Nosso objetivo é reunir os players do mercado para discutir os impactos da proposta da ANS nos programas de gerenciamento de crônicos e promoção de saúde, além das oportunidades para alavancar estes programas e melhorar a performance do plano de saúde. Provavelmente, não haverá outra oportunidade para discutir a questão antes de encerrar o prazo para responder a consulta pública”, explica Milva Gois, advogada e relação institucional da AxisMed. O evento está agendado para o dia 9 de junho, das 14 horas às 18 horas, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em São Paulo.

A ANS propõe a concessão de bonificação aos beneficiários de planos de saúde pela participação em programas de promoção do envelhecimento ativo ao longo do curso da vida e de premiação pela participação em programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças.

De acordo com a proposta, as operadoras não são obrigadas a oferecer o desconto, a adesão dos clientes também é facultativa e poderá ocorrer em planos individuais ou coletivos. Caso o plano ofereça a bonificação, deverá oferecê-la para todos os beneficiários vinculados ao produto e ser igual para todas as faixas etárias. A adesão ao programa deve estar prevista em contrato, com prazo mínimo de vigência de um ano e regras claras e pré-estabelecidas. A concessão do desconto é condicionada exclusivamente à adesão e a participação do beneficiário nas atividades previstas.

O website da ANS (www.ans.gov.br) traz a íntegra do texto proposto para a resolução normativa, que permanece em consulta pública até 14 de junho.

Serviço

Debate sobre Bonificação nos Planos de Saúde (Consulta Pública Nº42 da ANS)

Local: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP)

Endereço: Av. Paulista, 1.313 - Cerqueira César

Data: 9 de junho

Horário: Das 14h às 18h

Sala/ auditório: Espaço FIESP - térreo

- Seminário sobre Saúde

AssPreviSite

“A Importância da Autogestão na Assistência à Saúde do Trabalhador Brasileiro e seus familiares”

Deputados discutem assistência à saúde dos trabalhadores

A Câmara dos Deputados, em Brasília, tem uma pauta especial para o próximo dia 7 de junho: conhecer as vantagens oferecidas pelo segmento de autogestão em saúde - benefício oferecido a mais de 5 milhões de pessoas no País.

O segmento de autogestão em saúde é administrado por empresas, entidades e associações que oferecem o benefício para seus empregados, ex-empregados, aposentados e seus respectivos familiares e, apesar de não ter fins lucrativos, enfrenta uma série de dificuldades por ser tratado como plano de saúde de mercado, que conhecidamente visam ao lucro.

Para o Seminário sobre Saúde - A Importância da Autogestão na Assistência à Saúde do Trabalhador Brasileiro e seus familiares estão convidados profissionais ligados à área de saúde pública e suplementar, assim como profissionais das filiadas à UNIDAS – União Nacional das Instituições de Autogestão em Saúde.

O evento tem o objetivo de apresentar aos parlamentares o segmento de autogestão, que possui a melhor relação custo-benefício, e sua importância no setor de saúde suplementar.

O seminário será realizado das 14h às 17h, no auditório Freitas Nobre – Subsolo do anexo IV da Câmara dos Deputados, em Brasília.


- Auditoria de medicamentos de alto custo

Unidas / AssPrevISite

Quimioterapia, radioterapia e agentes biológicos

01 de Julho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

O aumento nos custos da sáude está diretamente relacionado à incorporação de novas tecnologias.

O advento dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas, auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.

O bom uso destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente, não só prejudica a saúde dos mesmos como acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.

O desafio da regulação dos agentes quimioterápicos e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.

O objetivo geral deste curso é capacitar o auditor a exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.

Instrutores

1) DR.LUCIANO PALADINI

2) ENFERMEIRA ANNA FLÁVIA FORTES

Público Alvo

Gestores e auditores de sistemas de saúde no Brasil.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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