08-06-11

 

Leia nesta edição:

- Tem início consulta pública sobre o padrão TISS

- Exame avalia sucesso do tratamento contra infecção

- Cliente de plano terá que pagar retroativos

- Vacinação contra a poliomielite

- Comissões debatem estratégias em caso de acidente nuclear

- Rejeitado aumento de 30% na dedução de despesa com plano de saúde

Quarta-feira, 08.06.11

ANS

Tem início consulta pública sobre o padrão TISS

Está aberta, a partir de ontem, a consulta pública nº 43, que apresenta propostas de resolução normativa e instrução normativa sobre a atualização do Padrão Obrigatório para a Troca de Informações na Saúde Suplementar (Padrão TISS). As normas colocadas em consulta representam uma evolução no caminho da padronização e interoperabilidade dos sistemas de informações em saúde na Saúde Suplementar.

Até o dia 6 de julho de 2011, a sociedade poderá participar da consulta, que é resultado das propostas identificadas nos grupos técnicos do Comitê de Padronização de Informação da Saúde Suplementar (COPISS) e da oficina de trabalho realizada pela ANS em setembro de 2009.

Para o Gerente-Geral de Integração Setorial da ANS, Antonio Endrigo, a ampliação da Terminologia Unificada da Saúde Suplementar (TUSS) é um dos principais tópicas da Consulta Pública. Segundo ele, a TUSS unificará procedimentos médicos e odontológicos e passará a ser composta de novos termos, dentre estes, os procedimentos e eventos em saúde, materiais, órteses e próteses, medicamentos, diárias, taxas e gases medicinais, entre outros. “A ampliação da TUSS propiciará melhor gestão das informações de saúde.” Afirma Endrigo.

Segundo Endrigo, a padronização das guias de solicitação de quimioterapia, radioterapia e de órteses e prótese, e a unificação dos termos médicos e odontológicos também estão previstos na proposta.

A nova Resolução Normativa revogará a RN 153, de 28 de maio de 2007.

Consulta Publica 43 - Atualização do Padrão de Troca de Informação na Saúde Suplementar (Padrão TISS)

Início: 07/06/2011

Término: 06/07/2011

Confira o conteúdo da Consulta Pública 43 no link:

http://www.ans.gov.br/index.php/component/content/article/52-consultas-publicas/615-consulta-publica-43

Folha de São Paulo

Exame avalia sucesso do tratamento contra infecção

Por Cláudia Collucci

Teste indica se o organismo está respondendo aos antibióticos

Um exame simples, barato e já usado para outros fins médicos avalia com maior rapidez se o tratamento de uma infecção em pacientes graves será eficiente, antes mesmo de o organismo dar os primeiros sinais de melhora.

Trata-se da medição, no sangue, dos níveis da proteína C-reativa, produzida pelo fígado. Em taxas elevadas, ela indica processos inflamatórios ou infecciosos em pessoas com boa saúde.

Um estudo recente, publicado na revista "Critical Care", mostrou que ela também funciona como marcador de infecções em doentes graves.

Realizado pelo Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino, em parceria com o Instituto Nacional de Câncer e a Universidade Nova de Lisboa (Portugal), o estudo mostrou que o exame da proteína pode identificar em até 72 horas se o corpo está respondendo ao antibiótico ou não.

Segundo um dos autores do trabalho, o pneumologista Jorge Salluh, o corpo demora, em geral, uma semana para dar essa resposta. "Agora podemos diferenciar quem está respondendo ou não à terapia e propor mudanças terapêuticas mais rapidamente", afirma. A vantagem, diz ele, é que o exame é barato (custa menos de R$ 10) e rápido (o resultado sai em 30 minutos).

MARCADORES

Jorge Salluh explica que havia dúvidas se o marcador era útil também para pacientes graves, com neutropenia (ausência ou baixa quantidade de glóbulos brancos).

Foram estudados 154 pacientes com câncer e quadro de infecção, sendo que 86 deles tinham neutropenia. A conclusão foi de que o teste é eficaz para os doentes graves.

Em razão da doença ou dos tratamentos, esses pacientes têm imunidade muito baixa. Estima-se que de 15% a 20% dos doentes internados em UTIs possuam esse perfil.

Para o infectologista Artur Timerman, o exame será uma boa ferramenta porque esse tipo de paciente costuma demorar para dar sinais de que não está respondendo bem aos tratamentos.

"Eles demoram para ter febre. O exame da proteína C-reativa será útil para o seguimento deles."

O Dia Online

Cliente de plano terá que pagar retroativos

Por Max Leone

Demora no anúncio do aumento vai sobrecarregar usuário na hora de pagar a fatura

Rio - Os planos de saúde de 7,8 milhões de brasileiros ficam mais caros nos próximos dias, mas com efeitos retroativos a maio. Com isso, as mensalidades ficarão mais pesadas com a soma do reajuste e dos valores que deixaram de ser cobrados desde o mês passado.

A conta vai afetar o orçamento dos clientes dos planos contratados a partir de 1999, os chamados convênios novos. Quando o índice de aumento deste ano for divulgado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), as operadoras terão o direito de cobrar retroativos, devido à demora na liberação do percentual, que já deveria ter saído. No ano passado, a correção foi de 6,73%. O anúncio ocorreu em 11 de junho.

“Essa demora não é nada boa para o consumidor. O resultado é que ele vai pagar mais. E, infelizmente, o cliente de plano de saúde não pode fazer nada contra isso. Só esperar a divulgação do índice e pagar o reajuste determinado pela ANS”, afirma Maria Inês Dolci, da Associação Nacional de Defesa dos Consumidores (Proteste).

Ela ressalta ainda que, além do aumento anual e do acerto dos retroativos, há casos em que os consumidores terão que amargar uma terceira despesa, quando maio e junho são os meses em que os clientes mudam de faixa etária. Assim, clientes terão que arcar, simultaneamente, com três ajustes de valores.

Maria Inês Dolci diz que os usuários não terão muita opção, mesmo que tentem migrar para outros planos. No mercado, contratos novos tendem a ser mais caros — não seria vantagem fazer uso da regra da portabilidade.

Para a especialista, os novos 70 procedimentos que os convênios passaram a oferecer, por decisão da ANS, não podem ser motivo para aumentos acima da inflação.

Incerteza estimula a especulação

Com a demora do anúncio do reajuste para os planos de saúde, não param de surgir especulações a respeito do aumento. No fim do mês passado, chegou a circular informação de que a correção seria de 6,6%. A ANS veio a público e negou o percentual.

Segundo o diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin, o índice sugerido e os estudos feitos para a correção foram encaminhados ao Ministério da Fazenda em 6 de abril. A ANS aguarda o sinal verde para divulgar o aumento, que valerá até abril de 2012. Até ontem, o ministério não havia definido o índice.

“Tão logo receba o aval do Ministério da Fazenda, a ANS irá divulgar oficialmente o percentual a ser aplicado entre maio/2011 e abril/2012 como índice máximo autorizado às operadoras para reajuste dos planos individuais/familiares novos, contratados a partir de 1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei 9.656/98”, informou a agência, em comunicado oficial.

Para empresas, correção deveria ser de 10% para cobrir todos os custos

O presidente da Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge) Regional Rio de Janeiro, Sérgio Vieira, informou que as operadoras também aguardam a liberação do reajuste para repassar aos clientes. Segundo ele, os planos seguirão à risca a Instrução Normativa que a Agência Nacional de Saúde publicar sobre o assunto. Vieira lembrou que o setor havia estimado reajuste de 10%.

“Com a inclusão de novos procedimentos, novos exames e novas tecnologias, os custos das empresas subiram e devem ser compensados. Por isso o reajuste adequado deveria ser de 10%. Estamos aguardando uma definição da ANS sobre o assunto”, defendeu.

Sérgio Vieira explicou que os planos de saúde deverão diluir o reajuste retroativo nas faturas dos próximos meses dos clientes de contratos novos. “A demora é ruim para todos. Os planos não têm interesse em penalizar seus clientes. Não acredito que a cobrança do atrasado seja feita de uma única vez. A ANS publicará uma instrução normativa com o procedimento que será seguido pelas operadoras”, assegurou.

Procurada pelo Dia para falar sobre o reajuste, a Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda não retornou a ligação até o fechamento da edição.

De Lupa

Pela Lei — Planos individuais contratados após 2 de janeiro de 1999 têm os índices de correção determinados pela ANS. Para planos firmados antes de 1999, vale índice do contrato.

Peso no Reajuste — Planos querem repassar custos dos 70 novos procedimentos para os clientes. Entre eles, está o aumento do número de consultas para fisioterapia.

Portal G1

Vacinação contra a poliomielite

Meta é vacinar 95% das 13,44 milhões de crianças entre 0 e 5 anos

A campanha nacional de vacinação contra a poliomielite será realizada nos dias 18 de junho e 13 de agosto, segundo anunciou ontem o ministro da Saúde, Alexandre Padilha. Segundo Padilha, a meta é vacinar 95% das 13,44 milhões de crianças entre 0 e 5 anos, durante as datas em que serão aplicadas as duas doses da imunização.

Neste ano, crianças que ainda não tomaram a segunda dose da vacinação contra a gripe influenza também poderão ser imunizadas durante a campanha contra a poliomielite. Segundo o ministério, serão investidos R$ 42 milhões na campanha, sendo que R$ 22 milhões foram aplicados somente na compra das vacinas. Nos dias de mobilização haverá 115 mil postos abertos das 8h às 17h.

"Só nestas datas são abertos 115 mil postos de vacinação no Brasil. É quase cinco vezes mais do que o habitual. Aquelas crianças que se vacinaram para Influenza e precisam da segunda dose, por exemplo, a receberão no mesmo dia ou poderão agendar", lembrou o ministro.

A coordenadora nacional de programas de imunização, Carla Domingues, lembra que quem perder a data da campanha poderá receber uma das duas doses nos postos de saúde em outros dias. "A vacina contra a poliomielite é oferecida normalmente nos postos. Se a mãe não puder levar nesse dia, na semana seguinte a família deve levar a criança para ser vacinada. O importante é garantir que todas as crianças sejam vacinadas no mesmo período", disse a coordenadora nacional de programas de imunização.

Doença

A poliomielite é uma doença infectocontagiosa grave, causada e transmitida por um vírus (o poliovírus). A contaminação se dá principalmente por via oral e, na maioria das vezes, não é letal. Em geral, o doente adquire sérias lesões que afetam o sistema nervoso, provocando paralisia, principalmente nos membros inferiores.

Brasil sem poliomielite

De acordo com o Ministério da Saúde, o Brasil está livre do vírus causador da pólio desde 1989, quando o último caso da doença foi registrado. Em 1994, o país recebeu da Organização Mundial de Saúde (OMS) o certificado de eliminação da poliomielite.

No entanto, segundo a pasta, enquanto houver circulação do vírus em qualquer região do mundo é necessário continuar com a vacinação. A doença ainda é comum em alguns países africanos e asiáticos.

Sarampo

Os dias de mobilização para vacinação contra poliomielite também serão aproveitados para imunização contra o sarampo em alguns estados. No dia 18 de junho, a vacinação ocorrerá em São Paulo, Rio de janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul, Ceará, Pernambuco e Alagoas. A escolha foi feita pelo ministério levando em consideração os estados com maior população, mais turistas ou menor cobertura de vacinação contra a doença.

Os outros estados terão a vacinação no dia 13 de agosto. A expectativa do ministério é vacinar 17 milhões de crianças entre um e sete anos contra o sarampo. "Para maiores de sete anos, até 39 anos, que vão viajar para Europa, onde houve um surto, nossa recomendação é que reforce a vacinação contra o sarampo, mas fora dos dias de mobilização", afirmou o ministro.

Agência Câmara de Notícias

Comissões debatem estratégias em caso de acidente nuclear

As comissões de Relações Exteriores e de Defesa Nacional; e de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática realizam audiência pública conjunta nesta quarta-feira (8) sobre as ações estratégicas para o caso de um acidente nuclear no Brasil.

Luiz Pinguelli, diretor da COPPE, avalia se o Brasil precisa da instalação de novas usinas nucleares em entrevista à Rádio Câmara.O debate foi proposto pelo deputado Takayama (PSC-PR). “Apesar de o nosso território não estar situado em área de terremotos, não devemos nos descuidar. O povo brasileiro precisa ser informado sobre os planos, os estudos, as estratégias de evacuação e, principalmente, como agir diante de tais situações”, disse.

Foram convidados:

- o coordenador do Sistema de Proteção ao Programa Nuclear Brasileiro (Sipron), José Mauro Esteves dos Santos;

- o diretor de Radioproteção e Segurança Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen), Laércio Vinhas.

A audiência será realizada após a reunião ordinária da Comissão de Relações Exteriores, marcada para as 10 horas, no Plenário 3.

Terça-feira, 07.06.11

Agência Senado

Rejeitado aumento de 30% na dedução de despesa com plano de saúde

Por Djalba Lima

A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) rejeitou, em decisão terminativaDecisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis., projeto que aumentaria em 30% o montante dedutível, na apuração do lucro real, das despesas com seguros e planos de saúde feitas pelas empresas em benefício de seus empregados.

De autoria do ex-senador Jorge Yanai, a proposta (PLS 193/10) prevê também a concessão às empresas de selo e certificado de excelência no cuidado com a saúde do empregado.

AGENDA


- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- Negociação dos Serviços de Saúde

Unidas / AssPreviSite

16 e 17 de junho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Preparar profissionais de negociação no mercado de saúde para atuarem com consciência de seu papel e sua importância enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções básicas da negociação em geral e seus conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo de negociação em seus aspectos subjetivos e formais; Apresentar o mercado de saúde, suas características, seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens e dificuldades na negociação multilateral;

Identificar vantagens e dificuldades na negociação com paralisação dos serviços; Esclarecer a participação da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público, PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços de saúde.

Instrutor

Dr. Natanael Dantas Soares

Público Alvo

Gestores de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- Congresso Internacional de Acreditação

Segs

Excelência na qualidade e segurança clínica: impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central do I Congresso Internacional de Acreditação, que acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre a programação, duas conferências, um painel e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para superar problemas de qualidade no atendimento e segurança do paciente; a importância da liderança para melhorar esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na questão do paciente como agente de decisão no seu cuidado; e a acreditação para operadoras de planos de saúde e sua interface com o mercado.

Abrindo o evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin, falará sobre Os Desafios para Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard, He also holds a master's degree in public health from the University of California at Los Angeles.e em saúde pública pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin preside o Centro de Transformação em Cuidados de Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais hospitais e sistemas de saúde do país, abordando questões mais críticas de segurança e problemas de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência médica, problemas de comunicação entre equipes e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação, por exemplo.

Presidente International Society for Quality in Health Care (ISQua) e da Canadian Network for International Surgery, Philip Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância estratégica de liderança é fundamental para a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo ele, é inaceitável que em muitos países desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo, reduzir os danos e habilitar as organizações a melhorar a qualidade e segurança.

Polêmica à vista

A mesa redonda Bioética, o Paciente como Agente de Decisão de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância das questões a serem abordadas. Advogados especializados no tema e os presidentes da Associação Médica Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda opinião e o direito na participação do cuidado.

O painel Acreditação para Operadoras de Planos de Saúde, com a participação do presidente da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro: a acreditação para operadoras de planos de saúde. A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos convidados.

Como participar?

O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento, oferecem cinco opções de pacotes para participação no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação, que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o pacote completo.

No Pré-Congresso há três opções de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.

Na programação do Congresso Internacional de Acreditação, que será realizado em três dias, serão três conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações e associações de classe do Brasil e do exterior (a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br). Outras informações pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.

- Debate sobre bonificação nos Planos de Saúde

Planin Wordcom / AxisMed / Revista Cobertura

Empresas do setor reúnem-se para discutir proposta de resolução normativa da ANS para a concessão de prêmios ou descontos aos beneficiários que aderirem a programas de prevenção e de promoção da saúde

A AxisMed, pioneira e líder em Gerenciamento de Doentes Crônicos (GDC) no Brasil, promove encontro para discutir a Consulta Pública Nº 42 da Resolução Normativa da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que trata de iniciativas para promoção da saúde, do envelhecimento ativo e prevenção de risco e doenças. Representantes da ANS e das entidades de saúde, empresariais, sindicais e das indústrias estarão reunidos com outros especialistas do setor para debater o tema.

“Nosso objetivo é reunir os players do mercado para discutir os impactos da proposta da ANS nos programas de gerenciamento de crônicos e promoção de saúde, além das oportunidades para alavancar estes programas e melhorar a performance do plano de saúde. Provavelmente, não haverá outra oportunidade para discutir a questão antes de encerrar o prazo para responder a consulta pública”, explica Milva Gois, advogada e relação institucional da AxisMed. O evento está agendado para o dia 9 de junho, das 14 horas às 18 horas, na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), em São Paulo.

A ANS propõe a concessão de bonificação aos beneficiários de planos de saúde pela participação em programas de promoção do envelhecimento ativo ao longo do curso da vida e de premiação pela participação em programas de promoção da saúde e prevenção de riscos e doenças.

De acordo com a proposta, as operadoras não são obrigadas a oferecer o desconto, a adesão dos clientes também é facultativa e poderá ocorrer em planos individuais ou coletivos. Caso o plano ofereça a bonificação, deverá oferecê-la para todos os beneficiários vinculados ao produto e ser igual para todas as faixas etárias. A adesão ao programa deve estar prevista em contrato, com prazo mínimo de vigência de um ano e regras claras e pré-estabelecidas. A concessão do desconto é condicionada exclusivamente à adesão e a participação do beneficiário nas atividades previstas.

O website da ANS (www.ans.gov.br) traz a íntegra do texto proposto para a resolução normativa, que permanece em consulta pública até 14 de junho.

Serviço

Debate sobre Bonificação nos Planos de Saúde (Consulta Pública Nº42 da ANS)

Local: Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP)

Endereço: Av. Paulista, 1.313 - Cerqueira César

Data: 9 de junho

Horário: Das 14h às 18h

Sala/ auditório: Espaço FIESP - térreo

- Auditoria de medicamentos de alto custo

Unidas / AssPrevISite

Quimioterapia, radioterapia e agentes biológicos

01 de Julho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

O aumento nos custos da sáude está diretamente relacionado à incorporação de novas tecnologias.

O advento dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas, auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.

O bom uso destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente, não só prejudica a saúde dos mesmos como acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.

O desafio da regulação dos agentes quimioterápicos e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.

O objetivo geral deste curso é capacitar o auditor a exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.

Instrutores

1) DR.LUCIANO PALADINI

2) ENFERMEIRA ANNA FLÁVIA FORTES

Público Alvo

Gestores e auditores de sistemas de saúde no Brasil.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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