Leia
nesta edição:
- HPV ataca mais mulheres jovens
- Estudo
clínico brasileiro usa células-tronco
para tratar enfisema pulmonar
- Computador
favorece aparecimento de miopia na infância,
alertam médicos
- "Bafômetro" pode detectar tuberculose e câncer
de pulmão
- Campanha
natalina alerta famílias para 9 sintomas típicos
de demência
- Curva de
crescimento da criança aponta risco de obesidade
- Acidentes com moto matam quatro por dia
- Conselheiros
de Saúde do Estado e de Aracaju aprovam
intenção de gestores para unificar o Samu
- Servidores
da saúde ameaçam
parar pelas 30 horas
- Pesquisa
aponta quais são os problemas no setor de
saúde em Londrina
- Site dá 80% de desconto em consultas médicas
- Governo
reúne municípios para tratar combate à dengue
- Hospital paulista testa drogas contra hepatite em parceria
com os EUA
- ANS publica
norma para avaliação da qualidade
dos serviços dos planos de saúde
- CRM interdita
hospital e unidade de saúde em cidade
da Paraíba
Terça-feira,
08.11.11
O GLOBO ONLINE
HPV ataca mais mulheres jovens
Médicos britânicos estão alarmados com pesquisas
que revelam um aumento, nas duas últimas décadas,
de 40% dos casos de infecção pelo vírus
HPV (Human Papiloma Virus, na sigla em inglês), responsável
pelo câncer cervical, em mulheres na faixa dos 20 anos.
Este aumento foi também acompanhado por uma redução
de cerca de 30% dos casos de câncer cervical em mulheres
mais velhas, sobretudo a partir dos 40 anos. Os dados contrariam
uma antiga tradição médica de diagnosticar
casos deste tipo de câncer em mulheres mais velhas.
Os médicos agora especulam que o motivo para o maior
número de infecção pelo vírus é a
troca frequente de parceiros sexuais: as mulheres iniciam sua
vida sexual mais cedo e têm cada vez mais parceiros. A
maioria dos casos de câncer do colo do útero está ligado
ao Human Papilloma Virus (HPV), numa infecção sexualmente
transmissível. Em mulheres mais velhas, a troca frequente
de parceiros é mais rara e a redução expressiva
do número de casos é atribuída ao rastreio
do colo do útero em exames médicos cada vez mais
precisos, que detectam alterações no colo do útero
antes que se desenvolvam em câncer.
Em mulheres
na faixa dos 20, porém, esta mesma triagem é menos
eficaz porque o colo do útero está mudando naturalmente
e os sinais de câncer são mais difíceis de
detectar.
Segundo o
jornal britânico "The Independent",
os médicos também debatem a idade que devem recomendar
para iniciar a a triagem do útero: entre 20 e 25 anos,
para esquadrinhar alterações na anatomia do útero
e anormalidades que possam ser significativas e sirvam de alerta
sobre a doença.
Os números do levantamento sobre câncer de útero
foram divulgados pelo UK Cancer Research, que financiou o estudo
para o "British Journal of Cancer". No Reino Unido,
a incidência de câncer entre os 20 anos e os 29 anos
de idade subiu de 5,5 por cem mil mulheres em 1992-1994 (em torno
de 215 casos por ano) para 7,9 por cem mil em 2006-08 (283 casos
por ano): um aumento de 43%. Já os últimos números
de 2007-08 sugerem que o aumento da incidência continua,
com uma taxa de cerca de 9 por cem mil mulheres, na faixa de
idade entre 20 e 29 anos.
Fertilização
in vitro aumenta riscos
Já na Holanda, uma outra pesquisa revelou que mulheres
que passaram estimulação ovariana para a produção
de óvulos, que é parte do tratamento de fertilização
in vitro, têm risco maior de contrair um tipo de câncer
de ovário. Pesquisadores holandeses estudaram mais de
19 mil mulheres em idade fértil, que tinham feito fertilização
in vitro. Do total, cerca de 6 mil tinha visitado clínicas
de fertilidade, mas sem ter feito o procedimento.
Após 15 anos de acompanhamento, os médicos descobriram
que as mulheres que se submeteram à fertilização
tinham quatro vezes mais chances de ter a doença do que
aquelas que não tinham passado pelo tratamento.
Os resultados,
publicados online na revista científica "Human
Reproduction", permaneceram os mesmos, apesar de os médicos
tentarem fazer análises do números levando em conta
a idade, a existência (ou não) de gestações
anteriores ao tratamento de fertilização, ou mesmo
separando as amostragens em função da causa da
infertilidade e de outros fatores. O risco de câncer não
aumentou quando foram verificados os casos de mulheres que passaram
por vários tratamentos, ou com o número de óvulos
recolhidos.
O risco de
câncer de ovário de qualquer tipo para
mulheres de 55 anos de idade é de cerca de 0,45% na população
estudada, mas os autores do estudo holandês estimam, a
partir de seus dados, que o risco para as mulheres que passaram
por fertilização in vitro aumenta para 0,71%.
- Estes dados
não devem ser motivo de preocupação
para as mulheres que se submeteram à fertilização
in vitro - disse a médica Flora Leeuwen, líder
do estudo e chefe de epidemiologia do Instituto Holandês
de Câncer, ao jornal "The New York Times" - Estamos
falando em um aumento do risco de um tumor raro, que é altamente
tratável.
PORTAL G1
Estudo
clínico brasileiro usa células-tronco
para tratar enfisema pulmonar
O enfisema
pulmonar, uma doença que afeta 210 milhões
de pessoas no mundo, pode receber, no futuro, um tratamento a
base de células-tronco desenvolvido no Brasil. Testes
iniciais da técnica feitos por pesquisadores paulistas
revelam uma eficiência de 75% em pacientes com o problema.
O primeiro
estudo com humanos foi conduzido por uma equipe de cientistas
da Universidade
Estadual Paulista (Unesp) e de um
laboratório especializado em células-tronco entre
2009 e 2010, com apenas quatro participantes - todos com enfisema
pulmonar em estágio avançado.
No teste,
os pacientes tiveram seus pulmões regenerados
com células-tronco obtidas na medula óssea.
A doença compromete a respiração, trazendo
dificuldades até mesmo para a locomoção.
Antes do estudo, os quatro participantes precisavam usar cilindros
de oxigênio para andar. Após a aplicação
das células, três deles puderam se livrar dos equipamentos.
"Foi feito um trabalho de segurança, para ver quão
seguro é o método, que só pode utilizar
células colhidas da própria pessoa beneficiada",
explica Elíseo Sekiya, médico hematologista que
participou da pesquisa, em entrevista ao G1.
Os dados
do trabalho foram publicados em 2011 na revista científica "International
Journal of Chronic Obstructive Pulmonary Disease", publicação
voltada para a área de doenças crônicas no
pulmão.
'Tapando' buracos
As células-tronco foram injetadas na corrente sanguínea
dos participantes e se alojaram na região pulmonar. Lá elas
diminuíram os espaços entre as paredes das células
que formam o tecido onde o oxigênio é aproveitado
pelo corpo. Conhecido como "parênquima", essa
parte dos pulmões pode ser comparada com uma esponja.
Buracos grandes ali indicam a existência de enfisema e
fazem o paciente respirar pior.
"Essas cavidades maiores não trocam oxigênio",
explica o especialista.
Modelos animais
já haviam sido testados pelos pesquisadores
da Unesp para provar o efeito das células-tronco no combate à doença.
Eles provocaram enfisema pulmonar em ratos usando uma substância
chamada pataína.
As cobaias
depois receberam células-tronco, que se concentraram
nos pulmões e regeneraram o parênquima dos animais.
A medição das cavidades no tecido, que ficaram
menores após o tratamento, mostrou o sucesso da técnica.
Da bancada ao leito
O próximo passo dos cientistas é testar a eficiência
do tratamento quando são usadas células-tronco
retiradas de outra região do corpo, conhecida como "mesênquima".
Este segundo trabalho também teria um número limitado
de participantes, o que o classificaria como estudo clínico
de fase 1. A aprovação de comitês de ética
para a nova pesquisa poderá sair em breve, segundo Sekiya.
Com o tempo,
aplicações das células-tronco
em grupos maiores de pessoas (estudos de fase 2 e 3) poderão
dar origem a um tratamento, algo inédito para esta doença.
"O enfisema pulmonar ainda é muito pouco conhecido,
não existe forma de tratamento. Uma solução
seria o transplante de pulmão, mas isso depende do doador
e existe sempre o risco de rejeição, o que obriga
o paciente a tomar remédios", diz o especialista.
"Antes, todo esse processo de pesquisa levava entre 10
e 15 anos. Hoje estima-se que a distância entre a pesquisa
na bancada do laboratório e o tratamento no leito do hospital
seja, em média, de 8 anos."
Fumo
Outra pesquisa
já está sendo conduzida por cientistas
da Unesp, coordenados pelo pesquisador João Tadeu Ribeiro
Paes, novamente em animais para verificar se o tratamento com
células-tronco também é eficiente quando
o enfisema é gerado não por uma enzima, mas por
fumaça de cigarro.
Segundo a
OMS, o tabagismo é a
principal causa de enfisema pulmonar.
De acordo
com Sekiya, só no Brasil existem 100 mil pessoas
com dificuldades respiratórias por conta da doença.
"As doenças crônicas do pulmão são
graves porque pegam a pessoa na fase produtiva, enquanto elas
ainda trabalham."
PORTAL UOL
Computador
favorece aparecimento de miopia na infância,
alertam médicos
Passar muito
tempo em frente ao computador a uma distância
inferior a 50 centímetros faz com que a visão fique
mais suscetível à aparição de problemas,
como a miopia. Este é o alerta da presidente da Sociedade
Brasileira de Oftalmologia Pediátrica, Célia Nakanami.
“É preciso dar um descanso para os olhos quando
ficamos muito tempo focando a visão no perto. Para ter
nitidez, o olho faz um esforço acomodativo. Por isso, é preciso
deixa-lo relaxar, olhando para o infinito, a cada uma hora no
computador”, explica. E isso é válido tanto
para computadores quanto para livros.
A médica destaca que a miopia induzida na infância
não é transitória, porque a criança
está desenvolvendo o globo ocular e os danos podem ser
permanentes.
Segundo ela,
as crianças estão substituindo as
brincadeiras ao ar livre pelo computador, o que faz com que o
número de problemas na visão durante a infância
aumente. Segundo a Sociedade, de 8 a 13 milhões de crianças,
entre 5 e 15 anos, têm problemas de visão.
“Antigamente, as pessoas começavam a desenvolver
problemas de visão aos 8, 10 anos. Hoje, dados mundiais
indicam que estes problemas estão aparecendo mais cedo,
aos 5 anos”, conta.
De acordo
com a médica, miopias que estabilizavam aos
15, 20 anos, estão progredindo até mais tarde e,
os olhos de adultos também sofrem com o esforço
acomodativo, mas esta miopia pode ser transitória.
A miopia
ocorre quando o olho passa a ter dificuldade de enxergar de
longe. Assim,
o esforço constante para ver de perto
deixa a visão embaçada para longe.
O ideal é olhar para a tela do computador por no máximo
1 hora e depois dar um descanso de 20 minutos, mudando o foco
da visão. Segundo a médica, ficar mais de 2 horas
no computador já produz um efeito transitório (faz
com que você enxergue embaçado se olhar para o horizonte).
Pais devem
ficar atentos ao rendimento escolar das crianças,
que pode ser um sintoma de um problema de visão. Outros
indícios são cansaço maior dos olhos, vermelhidão
e dor de cabeça.
PORTAL R7
"Bafômetro" pode detectar tuberculose e câncer
de pulmão
Pesquisadores
indianos dizem que um aparelho similar aos bafômetros
pode detectar de forma imediata a tuberculose e até o
câncer de pulmão. Isso seria possível já nos
próximos anos.
Apelidado
de "nariz eletrônico", o aparelho
está sendo desenvolvido por um grupo de pesquisadores
indianos, que receberam nesta segunda-feira, em Nova Déli,
quase R$ 1,75 milhão (US$ 1 milhão) da Grand Challenges
Canada (GCC) e da Fundação Bill e Melissa Gates.
Essa quantia
irá subsidiar o desenvolvimento de um protótipo
da invenção. O pesquisador indiano Ranjan Nanda
diz que “o nariz eletrônico proporcionará um
método não invasivo e fácil de ser utilizado”.
– Ele poderá diagnosticar a tuberculose sem necessidade
de múltiplas visitas às clínicas. E será um
método acessível para os pacientes de países
nos quais a tuberculose é endêmica.
O aparelho,
que estaria pronto a partir de outubro de 2013 para sua produção em massa, também seria útil
para detectar outras doenças pulmonares, como o câncer
de pulmão.
– O que é mais importante no nariz eletrônico é que,
com uma pequena modificação no sensor, também
podemos utilizá-lo para detectar outras doenças
pulmonares, como o câncer de pulmão.
O presidente
da Grand Challenges Canada, o médico Peter
Singer, diz que, se o aparelho for utilizado apenas para a detecção
de tuberculose, seu impacto nos países em desenvolvimento
será enorme.
– É uma ideia genial de muito baixo custo. A tuberculose é um
grande problema, que resulta na morte de 1,7 milhões de
pessoas no mundo todo, principalmente em países em desenvolvimento.
Depois da Aids, essa é a doença mortal infecciosa
mais grave que existe.
A tuberculose
foi praticamente erradicada nos países
desenvolvidos, porém ainda está presente na África
Subsaariana, em regiões da Ásia e na América
Latina. O nariz eletrônico faria com que a doença
fosse detectada mais rápido, permitindo que o tratamento
fosse iniciado mais cedo, fato que poderia salvar 400 mil vidas
por ano, segundo os dados da GCC, uma instituição
financiada pelo governo canadense.
O aparelho
desenvolvido por Nanda e sua equipe está baseado
na existência de um grupo determinado de moléculas
nas pessoas infectadas com tuberculose, uma doença causada
por vários tipos de microbactérias, que podem ser
por meio da respiração e da saliva.
Nanda explica
que as pessoas infectadas com tuberculose possuem uma série de moléculas
especificas.
– Quando uma pessoa sopra no aparelho, as moléculas,
os biomarcadores específicos à tuberculose, interagem
com o sensor.
A equipe
indiana do Centro para Engenharia Genética e
Biotecnologia de Nova Deli, dirigido por Nanda e Virander Chauhan,
foi o primeiro a identificar essas moléculas características
da tuberculose pulmonar, o que permitiu o desenvolvimento do
aparelho.
A ideia da
equipe de Nanda não é nova. Há poucos
meses, a multinacional alemã Siemmens anunciou que desenvolveu
um aparelho similar para detectar moléculas de óxido
nítrico que alertam sobre ataques de asma.
Mas isso,
ao contrário do que se imaginaria, deixou o
médico otimista em relação à própria
sua pesquisa.
– A técnica foi provada com sucesso em outras doenças
pulmonares e temos bastante esperança de que a tuberculose
também possa ser identificada com esses marcadores. E
se a descoberta provar que funciona com a tuberculose, definitivamente
também poderá ser aplicada para identificar o câncer
de pulmão.
PORTAL G1
Campanha
natalina alerta famílias para 9 sintomas típicos
de demência
O governo
do Reino Unido está fazendo uma campanha para
que britânicos em visita a parentes idosos neste Natal
fiquem atentos aos primeiros sintomas de demência em seus
familiares.
A campanha é parte de um programa para incentivar o diagnóstico
de condições como o Mal de Alzheimer mais cedo.
Segundo dados
do Departamento de Saúde da Grã-Bretanha,
seis em cada dez casos de demência na Inglaterra não
são diagnosticados.
As autoridades
acreditam que o período das festas - quando
muitos britânicos visitam seus familiares - oferece uma
boa oportunidade para que os primeiros sinais de demência
sejam identificados.
Caso haja
indícios de algum problema, os parentes são
aconselhados a tomar medidas o quanto antes, procurando orientação
de um médico.
Embora não exista uma cura para a demência, serviços
de apoio e o tratamento certo podem retardar a evolução
da condição, permitindo que o paciente viva bem
durante mais tempo.
Propaganda de TV
A campanha
britânica inclui um anúncio de TV que
mostra um homem, aparentemente apresentando sintomas iniciais
de demência, e sua filha, que teme estar perdendo o pai.
A ideia é conscientizar a população sobre
sintomas comuns e a importância de se procurar o médico.
O Departamento
de Saúde divulgou uma lista com nove sinais
básicos, como dificuldade de lembrar eventos recentes
(embora acontecimentos ocorridos há mais tempo sejam lembrados
com facilidade), dificuldade em acompanhar conversas ou programas
de TV ou problemas para lembrar nomes de amigos ou objetos comuns.
Outros sintomas
incluídos na lista são dificuldade
em reproduzir coisas que você ouviu, viu ou leu, tendência
a repetir coisas que você já disse ou a perder o
raciocínio quando você diz algo, problemas para
pensar e raciocinar, sentimentos de ansiedade, depressão
ou raiva por conta da perda de memória, sensação
de confusão, mesmo quando você está em ambientes
familiares e, finalmente, comentários de outras pessoas
a respeito de sua perda de memória.
Calcula-se
que somente na Inglaterra haja 400 mil pessoas sofrendo de
demência, porém sem diagnóstico.
"Conseguir o diagnóstico na hora certa é vital",
disse o médico Alistair Burns, responsável pelo
tratamento de demência em nível nacional na Grã-Bretanha.
'Saber sobre
a condição ajuda o paciente a assumir
o controle e permite que ele e sua família procurem o
apoio e os serviços necessários'.
ESTADÃO.COM.BR
Curva
de crescimento da criança aponta risco de obesidade
As curvas
de crescimento que os pediatras usam para avaliar o desenvolvimento
do bebê podem predizer o risco de a criança
ficar obesa mais tarde, mostra um estudo do Children's Hospital
Boston, Harvard Medical School and Harvard Pilgrim Healthcare.
A pesquisa foi publicada no Archives of Pediatrics and Adolescent
Medicine.
O estudo
avaliou mais de 44 mil bebês e descobriu que
aqueles que subiram dois ou mais percentis na relação
peso estatura na curva de crescimento em qualquer momento antes
dos dois anos de idade, tinham o dobro do risco para obesidade
aos cinco anos de idade e aos 10. O percentil peso e comprimento
mostra como o peso do bebê se situa em relação
a outros da mesma altura.
O estudo
também descobriu uma prevalência mais
alta de obesiade futura entre bebês que subiram doi oumais
percentis antes dos seis meses de idade, o que estavam em um
percentil alto já na primeira visita.
A descoberta
dá subsídios aos pediatras par que
possam reconhecer quando um bebê está em risco de
se tornar obeso, o que pode ajudar a prevenir a obesidade nos
estágios iniciais.
Especificamente,
o estudo sugere a importância de avaliar
quantos percentis a criança atravessa durante os primeiros
dois anos de vida, especialmente nos primeiros seis meses.
"Não podemos negligenciar esses ganhos precoces
e pensar que é apenas gordura do bebê, e and that
these children are going to grow out of it," says Taveras,
also co-director of the Obesity Prevention Program at Harvard
Medical School and Harvard Pilgrim Health Care Institute.
"Esses ganhos na curva de crescimento devem desencadear
uma discussão entre pais e médicos sobre o que
está contribuindo para o rápido ganho. Crianças
são diferentes dos adultos, e nós não as
colocaríamos de dieta, mas podemos detectar possíveis
fatores de risco precoces que podem ser alvo de aconselhamento
Segunda-feira, 07.11.11
BAND.COM.BR
Acidentes com moto matam quatro por dia
Nos últimos oito anos, as mortes envolvendo motociclistas
cresceram 360% no Estado de São Paulo. O número
saltou de 327, em 2002, para 1.518, em 2010, segundo dados divulgados
pelo Ministério da Saúde. São mais de quatro
vítimas por dia. No período, a frota de motos cresceu
116% na capital.
Em todo o
país, as mortes de motociclistas representam
25% do total de óbitos em acidentes. De 2002 a 2010, a
quantidade de vítimas quase triplicou: passou de 3.744
mil para 10.143 mil mortes.
O número de pessoas que perdem a vida no asfalto é tão
alto que o país vive uma epidemia: ocupa o 5º lugar
no ranking da OMS (Organização Mundial da Saúde)
de mortes em acidentes. Em 2010, foram 40.610 mil óbitos,
sendo 7.160 mil em São Paulo.
Além do drama humano, 1% do PIB é gasto na recuperação
dos feridos. Em 2010, foram R$ 187 milhões no tratamento
das 45 mil vítimas, 15% a mais do que em 2009.
Para tentar
diminuir os números, o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, pede mais fiscalização. “Defendo
medidas que apertem a fiscalização sobre a Lei
Seca, a direção alcoolizada, segurança no
trânsito e uso de capacete por motociclistas”, disse.
SITE
PLENÁRIO
Conselheiros
de Saúde do Estado e de Aracaju aprovam
intenção de gestores para unificar o Samu
A fusão dos serviços ocorrerá através
de um convênio firmado entre o Governo do Estado e a Prefeitura
de Aracaju, através do qual a SES, através da FHS,
vai gerir o serviço e os servidores municipais serão
cedidos ao Estado sem que percam o vínculo empregatício
e os benefícios conquistados ao longo dos 10 anos da implantação
do Samu 192 Aracaju
A Secretaria
de Estado da Saúde (SES) e a Secretaria
de Saúde de Aracaju (SMS) reuniram os respectivos conselhos
de Saúde na sede do Conselho Regional de Odontologia (CRO),
na manhã da última terça-feira, 1o, para
apresentar a intenção dos gestores do Estado e
da capital em unificar os Serviços de Atendimento Móvel
de Urgência (Samu), o Samu 192 Aracaju com o Samu 192 Sergipe.
Depois de
assistirem a uma apresentação do grupo
técnico formado por técnicos da SES, SMS e da Fundação
Hospitalar de Saúde (FHS) sobre os motivos e a justificativa
que levaram os governos dos dois entes federados a realizarem
um estudo para fusão do Samu 192, os conselheiros aprovaram
a intenção dos gestores estadual e municipal a
prosseguirem nos encaminhamentos que venham resultar na unificação
dos dois serviços.
A fusão dos serviços ocorrerá através
de um convênio firmado entre o Governo do Estado e a Prefeitura
de Aracaju, através do qual a SES, através da FHS,
vai gerir o serviço e os servidores municipais serão
cedidos ao Estado sem que percam o vínculo empregatício
e os benefícios conquistados ao longo dos 10 anos da implantação
do Samu 192 Aracaju. Eles também poderão optar
por permanecer ou não no serviço, mesmo após
a fusão.
Melhoria operacional
De acordo
com o secretário de Estado da Saúde,
Antonio Carlos Guimarães, as melhorias da unificação
dos dois serviços serão sentidas em pouco tempo
pela população. “Juntando o Samu 192 Aracaju
e o Samu 192 Sergipe, teríamos a possibilidade de aumentar
o número de bases descentralizadas na capital de uma para
quatro. Com isso, espalharíamos mais ambulâncias
e motolâncias para melhorar o tempo resposta no atendimento
das ocorrências”, disse Guimarães.
Outro ponto
destacado pelo gestor da pasta da Saúde do
Governo do Estado sobre os benefícios trazidos pela junção
dos serviços diz respeito à melhoria da recepção
dos pacientes nas unidades hospitalares. Quando o paciente é socorrido
e tem de ser levado para atendimento, quem vai encaminhar a ocorrência é a
Central de Regulação, que pode ser considerada
como o coração do Samu 192.
Atualmente,
nós temos em Sergipe duas Centrais de Regulação,
que é a do Samu 192 Aracaju e do Samu 192 Sergipe, e,
muitas vezes,chegam duas ambulâncias na porta de um mesmo
hospital e nem sempre há a devida priorização
do paciente mais grave, porque não existe, em todos os
atendimentos, um diálogo entre os dois serviços.
Essa será a grande vantagem de unificação
do serviço, uma vez que não haverá mais
a falta de diálogo que é importante, inclusive,
no sentido da preservação de vida”, explicou
Guimarães.
Qualificação
Para receber
recursos do Ministério da Saúde para
funcionamento, o serviço tem que cumprir regras e metas
preconizadas pelo órgão federal. Quanto mais próximo
do ideal preconizado, mais recursos serão aportados para
o Samu 192 em Sergipe. “Com a unificação,
nós podemos melhorar em até 80% do recurso repassado
pelo Ministério, uma vez que, separados, os serviços
já cumprem muitas das regras para qualificação”,
disse Antônio Carlos Guimarães.
Usuários
O conselheiro
estadual e municipal de Saúde, Ivanildo
Gonzaga da Silva, que pertence ao segmento de usuários
do SUS na paridade dos dois conselhos, apontou os ganhos que
a população terá com a unificação
dos dois serviços. “A proposta chegou para acabar
com as dificuldades enfrentadas pelos dois serviços, como
a manutenção das ambulâncias, uma vez que
teríamos mais recursos aportados. Tudo o que é bom
para a população, nós damos o nosso apoio”,
disse Silva.
Já a líder comunitária Izabel Canjirana,
que também faz parte do segmento dos usuários nos
dois conselhos, gostou da apresentação do grupo
técnico da SES, SMS e FHS feita aos conselheiros. Nós
vamos ter um maior número de motolâncias que vão
tornar o atendimento mais rápido, além da ampliação
de profissionais, ambulâncias e bases descentralizadas
em Aracaju. Quem vai ganhar é a população
que necessita do serviço, afirmou Canjirana.
Trabalhadores
O Sindicato
192 Sergipe, que também participou das discussões
para a fusão do serviço, reconhece os benefícios
que serão trazidos com a nova proposta de funcionamento
do Samu 192 Sergipe. A gente entende que a fusão das centrais
de regulação vai ser boa para o serviço
e a população, uma vez que ela vai gerir melhor
os leitos e as portas de entradas do serviço. Apesar de
estarmos temerosos ainda em relação à nossa
situação enquanto servidores, nós percebemos
que existe uma vontade enorme dos gestores em discutir essas
questões para que seja feita da melhor forma sem gerar
novos conflitos, disse Samanta Bicudo, presidenta do Sindicato
192, que representa os servidores do Samu 192 em Sergipe.
PORTAL
BEM PARANÁ
Servidores
da saúde ameaçam
parar pelas 30 horas
A Prefeitura
de Curitiba tem até a semana que vem para
encaminhar para a Câmara Municipal um projeto de lei que
reduz de 40 para 30 horas semanais a jornada de trabalho dos
profissionais da saúde. Esse é um acordo firmado
entre o poder público e o Sindicato dos Servidores Públicos
Municipais de Curitiba (Sismuc). Contudo, o projeto beneficia
apenas cinco categorias, deixando de fora mais de dez outras
profissões. Se essa discrepancia não for refomulada
e todos os servidores da saúde atendidos, os funcionários
da saúde podem inclusive parar.
Contrários a essa posição considerada discriminatória,
o Sismuc foi às ruas no final de semana, mostrar para
a população como são tratados os servidores
municipais. Um apitaço e uma caminhada foi realizada pelas
categorias discriminadas. O protesto contou, também, com
os profissionais que terão a carga horária semanal
reduzida com o projeto, num ato de solidariedade. Na versão
deles, as 30 horas precisam ser para todos.
Segundo o
sindicato, as 30 horas é uma reivindicação
de toda a saúde, e não de apenas determinadas categorias.
Essa carga horária é, inclusive, recomendada pela
Organização Internacional do Trabalho e da Organização
Mundial da Saúde. A presidenta do Sismuc Marcela Bomfim
lamentou durante a caminhada a atitude discriminatória
do prefeito Ducci. "Ele, como medico, sabe que toda saúde
reivindica e merece 30 horas. Por que então resolveu excluir
as outras categorias"?, questiona.
Estão de fora do projeto que deve ser encaminhado para
os vereadores os farmacêuticos, nutricionistas, psicólogos,
educadores físicos, fisioterapeutas, profissionais de
laboratório e tantas outras categorias que compõe
a saúde municipal.
Com narizes
de palhaços, apitos e faixas pretas nos braços,
os trabalhadores da saúde fizeram o ato um dia após
assembleia da categoria deliberar pelo indicativo de greve para
16 de novembro, caso não sejam incluídos na lei
das 30 horas. A asembleia aconteceu na noite de sexta-feira passada.
Ate a votação na Câmara Municipal, o movimento
grito dos excluídos segue mobilizado com as faixas pretas
contra a discriminação, distribuindo folhetos informativos
e passando abaixo assinado à população,
além de incentivar ligações no 156 da Prefeitura
pelas 30 horas para toda saúde.
O DIARIO.COM
Pesquisa
aponta quais são os problemas no setor de saúde
em Londrina
O Conselho
Municipal de Saúde de Londrina recebeu uma
pesquisa apontando quais são os principais problemas do
setor no município. O relatório feito pela Associação
Médica e o Sindicato dos Médicos do Norte do Paraná dividem
os pontos críticos em três eixos: prevenção,
assistencial e gestão. O documento foi feito a pedido
do próprio Conselho e demorou cerca de quatro meses para
ser confeccionado.
Segundo informações da rádio CBN, na área
da prevenção, o relatório critica a vulnerabilidade
do combate à dengue e a falta de uma campanha para evitar
acidentes na infância, como queimaduras e atropelamentos.
O eixo assistencial trata dos problemas envolvendo os profissionais
da saúde, as condições precárias
para exercer as funções, como falta de materiais
e leitos.
O tópico da gestão ocupa a maior parte da pesquisa,
pois coloca as questões de ineficiência administrativa,
a falta de metas e incentivos aos profissionais, a terceirização
com a escolha de empresas inidôneas e a interferência
política.
O presidente
da Associação Médica de Londrina,
Antônio Caetano de Paula, em entrevista à rádio
CBN, acredita que é preciso mudar a mentalidade da gestão
em saúde. "O problema maior da saúde, não
só daqui de Londrina, mas talvez em nível de país,
seja a preocupação com a doença e não
com a saúde. Eles se preocupam em colocar médicos
nos postos de saúde, colocar hospital, mas não
se preocupam com a medicina preventiva", criticou.
O relatório foi montado com base em entrevistas com médicos
e outros profissionais da saúde, ex-secretários
municipais e os usuários. Ele propõe a criação
de um amplo fórum de discussão para que sejam encontradas
soluções.
"A primeira coisa é ter vontade de resolver o problema,
porque infelizmente a saúde tem sido utilizada como um
palanque. E resolver, não às custas das pessoas
que vão executar o trabalho. O Estado tem a obrigação
de prover a saúde e tem que remunerar as pessoas de acordo,
tem que prover medicamentos de qualidade", comentou Paula.
Questionado
sobre a pesquisa, o secretário municipal
de Saúde, Márcio Nishida, afirmou que os apontamentos
não são nenhuma novidade. Apesar disso, ele acredita
que traz pontos essenciais, como a importância do Programa
Saúde da Família para instaurar um processo preventivo
eficaz.
EXAME.COM
Site
dá 80% de desconto em consultas médicas
Usuário não precisa pagar mensalidade como em
um plano de saúde e contrata as consultas particulares
por um preço fixo de 54 reais quando precisa
A maior parte
da população brasileira não
tem plano de saúde. Entre os mais de 192 milhões
de habitantes brasileiros, somente 46 milhões possui algum
convênio médico, segundo dados da Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS). A maior parte desses
convênios é empresarial – ou seja, bancado
ao menos parcialmente pela empresa onde a pessoa trabalha.
Como convênios médicos custam caro, principalmente
para pessoas de mais idade, muitos profissionais autônomos
geralmente são obrigados a pagar as taxas das consultas
particulares ou apelar para o SUS, o problemático sistema
de saúde pública brasileiro. Pensando nessa situação,
um site viu oportunidade para crescer entre o público
que não tem plano de saúde.
O portal
DirectSaúde, lançado há uma semana,
promete descontos que podem chegar a 80% em consultas particulares. “Os
preços praticados pelos médicos cadastrados são
os valores sugeridos pelo Conselho Federal de Medicina e pela
Associação Médica Brasileira”, diz
o médico Edson Ramuth, consultor de negócios da
DirectSaúde.
Os cerca
de 500 consultórios cadastrados cobram 54 reais
por uma consulta, enquanto os preços poderiam passar dos
300 reais sem a intermediação do portal.
A grande
vantagem em relação aos planos de saúde é que,
ao invés de pagar uma taxa mensal em troca da cobertura,
o usuário só terá de desembolsar os valores
das consultas que efetivamente realizar.
O site também não é remunerado pelos pacientes.
Quem banca o funcionamento do serviço é o próprio
médico, que arca com uma comissão de 10% sobre
cada consulta agendada. “O valor médio recebido
em consultas via convênio é de 36 reais. Por isso,
mesmo com a comissão, o médico ainda recebe mais
do que quando trabalha para um convênio”, afirma
Ramuth.
Como o pagamento é feito via internet, do lado do paciente
ainda há a possibilidade de pagar com cartão de
crédito, adiando a data efetiva do desembolso dos recursos.
EXAME.com
testou o serviço oferecido pelo DirectSaúde
e tentou marcar consultas em consultórios cadastrados.
Alguns consultórios disseram não saber do que se
tratava – algo que não pode ser considerado inesperado
dado o pouco tempo em que o serviço está no ar.
Em outros
consultórios, havia horários disponíveis
da mesma forma que para atendimentos particulares, só que
com o desconto prometido no site.
Para o usuário, uma opção interessante é marcar
a consulta antes de efetivar a compra do serviço no site
de forma a garantir o atendimento e o desconto nas datas desejadas.
Outra dica é fazer um busca em relação
ao histórico profissional dos médicos cadastrados
antes de marcar uma consulta, já que com saúde
não se brinca.
Também é importante lembrar que o DirectSaúde
não substitui integralmente um plano de saúde.
O site oferece consultas com profissionais de dezenas de especialidades
médicas. Tratamentos prolongados, atendimentos de emergência
e internações hospitalares, entretanto, não
são oferecidos. Os exames laboratoriais também
não estão inclusos ainda, mas a previsão é que
entrem na lista do site nos próximos três meses.
SITE PB AGORA
Governo
reúne municípios para tratar combate à dengue
A Secretaria
de Estado da Saúde (SES) reúne na
sexta-feira (11) os 37 municípios paraibanos que foram
selecionados pelo Ministério da Saúde como prioritários
no combate à dengue em 2012. Esses municípios podem
receber um acréscimo de 20% no seu piso de Vigilância
em Saúde para a implementação das ações.
Essa verba
suplementar só será repassada aos municípios
que formularem e apresentarem à SES seu Plano de Contingência
no combate à dengue. A reunião da sexta-feira começará às
9h, no Centro de Referência Estadual de Saúde do
Trabalhador (Cerest), em João Pessoa.
Para a reunião cada município deverá encaminhar,
além do secretário da Saúde, um representante
da Vigilância em Saúde e da Atenção à Saúde.
Durante o encontro, os participantes receberão orientações
sobre a formulação do Plano de Contingência
da Dengue e a pactuação de ações
estratégicas. O Plano será executado em 2012, de
janeiro a setembro.
A gerente
executiva de vigilância em saúde da SES,
Júlia Vaz, explicou que com o aumento de 20% nos recursos
financeiros, a parceria entre o Governo do Estado, o Governo
Federal e as Prefeituras Municipais para combate à dengue
será fortalecida em 2012. O repasse será feito
pelo Teto Financeiro de Vigilância em Saúde (TFVS)
de acordo com o Piso Fixo de Vigilância e Promoção
da Saúde (PFVPS) de cada município.
Por exemplo,
se o piso da cidade de Bernardino Batista é R$
7.435,62, o Ministério da Saúde irá destinar
mais R$ 1.487,12 – equivalente a um acréscimo 20% – para
fortalecer as ações de combate à dengue
que serão desenvolvidas no município.
Das 37 cidades
prioritárias selecionadas pelo Ministério
da Saúde, 28 têm até 49.999 habitantes: Bernardino
Batista, Bom Sucesso, Brejo dos Santos, Carrapateira, Catolé do
Rocha, Caturité, Conde, Cuité, Emas, Esperança,
Itabaiana, Livramento, Lucena, Maturéia, Montadas, Monteiro,
Ouro Velho, Parari, Piancó, Prata, Quixabá, Riacho
dos Cavalos, Santa Cruz, São José da Lagoa Tapada,
São José do Sabugi, Sertãozinho, Teixeira
e Zabelê. Juntos, esses municípios somam uma população
de 283,1 mil habitantes. O total do repasse financeiro chegará a
R$ 166.240,76.
Os municípios prioritários que têm de 50
mil a 99.999 habitantes são Bayeux, Cabedelo, Cajazeiras,
Guarabira e Sousa, que somam 337,2 mil habitantes. Para eles,
o repasse será de R$ 238.858,64 para o combate à doença.
Na faixa
de 100 mil a 299.999 habitantes, os municípios
prioritários são Patos e Santa Rita, que têm
220,9 mil habitantes e receberão repasse de R$ 197.548,77.
Campina Grande, que tem 385,2 mil habitantes, receberá 262.637,17,
e João Pessoa, que tem 723,5 mil habitantes, terá R$
704.735,79 do Ministério da Saúde.
Júlia Vaz destacou a importância da articulação
entre o Governo do Estado e o Governo Federal e também
dos municípios para a execução de ações
mais efetivas e eficientes de combate à proliferação
dos vetores. "Estamos nos articulando com as três
esferas governamentais para garantir uma ação mais
eficiente de proteção à saúde da
população”, disse.
Ações
A Secretaria
de Estado da Saúde iniciou em setembro o
cronograma de ações de mobilização
para a construção do Plano de Contingência
2012. O primeiro passo foi uma reunião da Vigilância
em Saúde da SES na qual foi feita uma avaliação
das ações desencadeadas em 2011 e a definição
de propostas para 2012. Depois houve outra reunião com
gestores do Município de João Pessoa para pactuação
de ações a serem realizadas em parceria no ano
que vem.
No dia 6
outubro, o Governo do Estado reuniu os 16 municípios
prioritários nas ações de combate e prevenção à dengue
para discutir a implantação anual do Liraa, programa
que permite fazer um levantamento rápido do Índice
de Infestação Predial (IPP) com identificação
e determinação dos depósitos predominantes
onde se concentra o maior número de larvas do mosquito
para que esses locais sejam tratados ou eliminados.
Outra ação que o Governo do Estado está lançando é um
projeto que mobiliza crianças na faixa etária de
7 a 10 anos de idade que estejam na escola. Esses menores serão
os novos parceiros nas ações de combate e prevenção à dengue.
O primeiro município a ser visitado dentro dessa ação
foi Alagoinha.
PORTAL G1
Hospital paulista testa drogas contra hepatite em parceria com
os EUA
O Instituto
de Infectologia Emílio Ribas, em São
Paulo, está testando novas drogas para o tratamento da
hepatite C em parceria com o órgão governamental
responsável pelo controle de remédios e alimentos
nos Estados Unidos (FDA, na sigla em inglês).
Segundo os
médicos do Emílio Ribas, o tratamento
atual alcança uma média de 50% de cura nos pacientes,
sendo que portadores de hepatite C de genótipo 1 apresentam,
no máximo, 40% de chances de se verem livres da doença.
Agora, os
especialistas acreditam que duas drogas já em
uso nos EUA e na Europa (telaprevir e boceprevir) e que foram
aprovadas recentemente pela Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) podem revolucionar o combate à hepatite
C. O medicamento pode chegar ao Sistema Único de Saúde
(SUS) já no segundo semestre de 2012.
Em testes,
os dois remédios apresentaram taxa de cura
de 75% em pacientes não tratados, e de até 88%
em pessoas que já haviam sido tratadas com os métodos
tradicionais.
No Emílio Ribas, de nove pacientes que receberam telaprevir
junto com outras duas drogas já usadas normalmente para
combater a hepatite C, oito apresentaram cura total da doença,
segundo o infectologista Roberto Focaccia, responsável
pelos estudos.
Segundo o
médico, até mesmo o tempo de tratamento
diminuiu. A equipe do Grupo de Hepatites do hospital estadual
também avalia clinicamente uma droga conhecida como alispolivir,
que interfere diretamente nas células do fígado
e consegue ser eficiente para todos os genótipos do vírus
da hepatite C.
Outro teste
com um remédio que inibe a enzima polimerase
chegou a alcançar 100% de cura em voluntários.
As pesquisas têm como objetivo substituir o interferon,
droga atualmente usada no combate à doença e com
efeitos colaterias parecidos aos de medicamentos quimioterápicos.
O GLOBO ONLINE
ANS
publica norma para avaliação da qualidade
dos serviços dos planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou
nesta segunda-feira, no Diário Oficial da Uniã,
resolução normativa que institui o Programa de
Acreditação de Operadoras de Planos de Saúde.
O programa, inédito no Brasil, é inspirado em modelos
internacionais. O objetivo é aumentar a qualidade da prestação
dos serviços oferecidos pelos planos de saúde e
dar rapidez à solução dos problemas.
O programa
também vai definir parâmetros de qualidade
a serem seguidos pelas operadoras, embora sem caráter
de obrigatoriedade. A finalidade é incentivar a mudança
do atual modelo técnico-assistencial. Para Leandro Fonseca,
diretor adjunto de Normas e Habilitação das Operadoras
da ANS, o programa vai diminuir algumas imperfeições
de mercado e permitir que as operadoras identifiquem e solucionem
problemas com mais segurança e agilidade.
A resolução em vigor ficou em consulta pública
por 30 dias e recebeu sugestões da sociedade civil e dos
agentes regulados.
PORTAL G1
CRM
interdita hospital e unidade de saúde em cidade da
Paraíba
O Conselho
Regional de Medicina da Paraíba (CRM-PB) realizou
a interdição ética da sala de cirurgia do
Hospital e Maternidade Maria do Carmo Monteiro Borges e a Unidade
Básica de Saúde (UBS), ambos localizados no Centro
da cidade de Pilar. Com a interdição ética,
os médicos ficam impedidos de trabalhar devido às
más condições de atendimento. A visita aconteceu
na manhã desta segunda-feira (7). De acordo com o diretor
de Fiscalização do CRM-PB, Eurípedes Mendonça,
os dois locais já haviam passado por vistorias anteriores,
mas nenhuma das pendências foi solucionada.
Segundo ele,
foram identificados diversos problemas no hospital, sendo os
mais
graves na sala de cirurgia. O local não
teria equipamentos adequados para os procedimentos cirúrgicos,
como desfibrilador, além condições inadequadas
de esterilização e medicamentos vencidos. “Verificamos
também que não há médicos nas terças
e quartas-feiras das 7h às 19h, vários problemas
de manutenção, acúmulo de vegetação
nas dependências do hospital e falta de proteção
para evitar o acesso de animais na parte de trás do prédio”,
destacou o diretor de Fiscalização CRM-PB.
Eurípedes disse que o hospital havia sido inspecionado
em agosto de 2010, mas nenhuma das recomendações
teria sido cumprida. A diretoria da unidade hospitalar foi informada
que, se nos próximos dias os problemas não forem
resolvidos, o CRM-PB, o Conselho Regional de Enfermagem (Coren-PB)
e o Conselho Regional de Farmácia (CRF-PB) irão
interditar todas as dependências do hospital.
UBS de Pilar
Durante a
fiscalização também foi interditada
uma Unidade Básica de Saúde (UBS). A visita contou
com a participação do promotor de Justiça
Aldenor de Medeiros Batista, além de representantes do
Coren-PB e do CRF-PB.
Segundo Eurípedes Mendonça, a unidade apresenta
vários problemas, como a falta de privacidade nas consultas,
mau cheiro em função de um curral localizado no
terreno ao lado e falta de acessibilidade e banheiros. “Esta
USB está em condição difícil. O ventilador
utilizado no consultório médico é emprestado
por uma vizinha que mora na residência ao lado da unidade.
No momento da fiscalização, fomos surpreendidos
por cinco maribondos dentro do consultório. Não
há condições de atender sem privacidade,
com mau cheiro e ainda com a presença de insetos”,
destacou o diretor de Fiscalização do CRM-PB.
A Secretaria
de Saúde do município informou que
já existe um projeto de reforma para a UBS, onde constam
as soluções para os problemas citados pelo CRM.
Segundo a secretaria, a estrutura do prédio é boa
e todas as salas possuem portas, ou seja, há privacidade
nas consultas.
Em relação ao Hospital e Maternidade Maria do
Carmo Monteiro Borges, o secretário de Saúde Josemar
Ferreira da Silva explicou existe um projeto para resolver as
pendências no que diz respeito aos equipamentos necessários
para procedimentos cirúrgicos. Com relação
aos medicamentos vencidos, ele defendeu que seriam apenas três
ampolas cuja data de validade era até o dia 30 de outubro.
AGENDA
-
14º Congresso
Unidas
Unidas / AssPrevISite
Inovações e Desafios da Saúde
Suplementar
Dias 21 e 22 de novembro de 2011
Hotel Maksoud
Plaza São Paulo
Alameda Campinas,
150 - Bela Vista - São Paulo/SP
Promover
o desenvolvimento e a capacitação dos
líderes da saúde suplementar é o objetivo
maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas
atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores,
além de oportunizar a troca de informações,
experiências e conhecimento entre os players do setor.
Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo
período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços
para Planos de Saúde que irá apresentar as mais
recentes inovações e soluções tecnológicas
para a gestão da área da saúde. Para ser
expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão
fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos
e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.
Participem
do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de
Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade
do segmento de autogestão dependerá do crescimento
e capacitação profissional daqueles que lutam e
contribuem por um sistema de saúde justo para todos os
brasileiros.
Informações
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html