Leia
nesta edição:
- Saúde do Brasil vive processo de americanização,
diz Temporão
- CBA lança revista científica sobre Acreditação
- Estudo
vai traçar demografia médica
no Brasil
- Gastamos
mal e gastamos pouco em saúde: e agora?
- Médicos farão paralisação
nacional
- Obesidade
preocupa países emergentes
- Antibióticos: Cuidado para evitar superbactérias
- Atendimento: Medidas favorecem idosos
- Unimed-Rio investe em hospital verde
- Seguradora
deve trocar convênio antigo
- Comissão sobre piso dos agentes de saúde
vota requerimentos
- ANS publica
nova listagem de coberturas obrigatórias
Terça-feira,
09.08.11
Folha
de São
Paulo
Saúde do Brasil vive processo de americanização,
diz Temporão
Por Denise Menchen
Recém empossado diretor de um instituto internacional
que tem como objetivo buscar soluções para a saúde
pública dos 12 países da Unasul (União de
Nações Sul-Americanas), o ex-ministro José Gomes
Temporão vê em curso um processo de "americanização" do
setor no Brasil.
Para ele,
a falta de uma fonte estável de recursos faz
com que as famílias e as empresas assumam cada vez mais
um papel que deveria ser do Estado.
Sanitarista
de formação, Temporão, 59,
avalia que seu maior mérito nos três anos e dez
meses como ministro do presidente Luiz Inácio Lula da
Silva foi colocar a saúde numa "dimensão política".
Filiado ao PMDB, ele cogita ir para o PSB e não descarta
ser candidato no futuro.
Atualmente,
além de comandar o Isags (Instituto Sul-Americano
de Governo em Saúde), que recebeu investimentos federais
de cerca de R$ 1 milhão, mantém vínculos
com a Fiocruz (onde ingressou há 31 anos) e integra uma
equipe internacional de avaliação do sistema de
saúde da China, que estuda reformas para o setor.
Folha - Por que criar o Isags?
José Gomes Temporão - A saúde vem se tornando
cada vez mais importante em termos globais. Cerca de 30% de toda
a cooperação que o governo brasileiro faz com outros
países é em questões de saúde. O
Brasil desenvolveu a cooperação Sul-Sul, aumentou
a participação na OMS, exportou programas inovadores.
O Isags expressa
uma vitória importante: colocamos a
saúde como tema prioritário na agenda política
do continente. Queremos que funcione como catalisador de iniciativas,
como potencializador de tecnologias, colocando esse conhecimento à disposição
dos ministérios da saúde do continente.
No ano passado,
a OMS divulgou que doenças tropicais
que afetam o continente, como a dengue, atingem um bilhão
de pessoas no mundo, mas são negligenciadas pela indústria
farmacêutica. Como enfrentar isso?
O Isags e
a Unasul vão fazer um trabalho político
para avançar nessa área. Não apenas no caso
das doenças ditas negligenciadas, mas também no
das doenças que, no momento, são as que mais matam
em nossos países: diabetes, hipertensão arterial,
acidente vascular cerebral, infarto agudo do miocárdio,
câncer...
Vamos entrar
forte na gestão de tecnologias de saúde.
Um exemplo: há uma necessidade de colocar equipamentos
de radioterapia, para tratamento de câncer, no continente.
Por que não fazer uma integração entre os
países para uma aquisição continental, negociando
com os fornecedores e reduzindo custos? Por que não fazer
parcerias no campo da inovação, da pesquisa e do
desenvolvimento?
A saúde é sempre uma das áreas mais mal
avaliadas dos governos. Por que é tão difícil
elevar a qualidade do SUS?
São múltiplos os aspectos. Um é a especificidade
da saúde, que não pode esperar. Uma pessoa, em
situação de sofrimento, precisa ser acolhida, e
nem sempre isso é possível na escala em que as
pessoas demandam.
O segundo
aspecto é financeiro. O sistema de saúde
brasileiro sofre de um problema crônico que já dura
15 anos, que é o subfinanciamento, que nos empurra gradualmente
para uma espécie de americanização do sistema
de saúde e leva à degradação dos
serviços.
Por
quê?
O Brasil
gasta aproximadamente 8% do PIB em saúde. Quando
se olha a divisão entre gasto público e privado,
o público é apenas 38% do total. Quem está financiando
a saúde no Brasil são as famílias, principalmente,
e as empresas. O gasto per capita das famílias de classe
média que têm planos é pelo menos duas vezes
e meia maior do que o do SUS --e o SUS atua da promoção
ao transplante.
O sr. sempre
defendeu a regulamentação da Emenda
29. Nesse ano, com a relação entre Congresso e
Executivo estremecida, o tema voltou à tona...
Na campanha,
a então candidata Dilma afirmou que era
uma questão de que ia tratar pessoalmente. É claro
que, quando você vira presidente e a dinâmica das
relações do Congresso começa a acontecer,
as coisas mudam. Tenho certeza que a presidenta continua preocupada.
O
que acha da decisão do governo paulista de destinar
até 25% das vagas em hospitais públicos para pacientes
de planos?
Sou totalmente
contra. Essa medida traz o risco de criar uma dupla porta.
Não sou contra as pessoas que têm planos
usarem esse serviço. Desde que o SUS seja ressarcido pelo
plano. Sem criar uma estrutura para atender um e uma estrutura
para atender outro. Temos que construir modelos que reduzam as
diferenças, não que as aprofundem.
Qual
sua principal conquista e sua principal derrota à frente
do ministério?
A maior conquista
foi ter recolocado a saúde pública
numa dimensão política, numa perspectiva ampla.
Com múltiplos temas: a questão da sexualidade,
do aborto, da quebra de patente, da gestão, da informação,
da educação, da promoção da saúde.
A derrota foi não ter conseguido regulamentar a emenda
29.
Por
um lado, a tecnologia avança numa velocidade incrível;
por outro, a população envelhece também
de forma rápida. É possível manter um sistema
de saúde universal que dê conta de atender essas
demandas?
Essa é a grande preocupação de todo o mundo.
Pessoas vivendo mais significa mais doença crônica.
E doença crônica, mais tecnologia de diagnóstico,
novas drogas. Por outro lado, estamos num processo de transformação
cultural. A internet virou o doutor Google. É um processo
muito complexo, que cria novas demandas. A questão central
hoje é a política de incorporação
de tecnologias em saúde.
É impossível imaginar um cenário com tudo
para todos, sem critério e sem controle. O correto é oferecer
tudo o que for técnica e cientificamente adequado a custos
compatíveis para todos.
O
sr. viu retrocesso na discussão sobre aborto durante
a eleição?
Essa questão só vai ser enfrentada com clareza
quando a gente conseguir construir uma consciência na população
de que essa não é uma questão da religião,
não é uma questão do Estado, é uma
questão das mulheres, da sua autonomia. Estou na expectativa
da votação pelo Supremo da questão da gravidez
de feto anencéfalo, que pode recolocar a questão.
O sr. continua no PMDB?
Sim. Andei
conversando com o PSB, mas estou aguardando o quadro político ficar mais desanuviado. É bastante provável
que eu vá para o PSB. É um partido que tem mais
a ver com minha postura ideológica.
Um partido
progressista, com um programa mais à esquerda
e novos quadros, como o governador Eduardo Campos [de Pernambuco].
A
ideia é disputar
cargo eletivo?
Não. Minha agenda hoje é realmente tocar o Isags
e continuar minha carreira de sanitarista, trabalhando em saúde
pública. Não descarto nenhuma opção
mais à frente, mas no momento não.
SB
Comunicação
CBA
lança revista científica sobre Acreditação
Publicação online trará artigos sobre avaliação
da qualidade e segurança em Saúde
Estimular
a produção científica a respeito
de temas ligados à avaliação da qualidade
e segurança em instituições de saúde.
Este é o objetivo da revista Acreditação,
publicação eletrônica semestral que será lançada
em agosto pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA), por meio de seu Programa de Pós-Graduação.
Com acesso gratuito, a revista pretende favorecer a difusão
da metodologia de acreditação da Joint Commission
International (representada exclusivamente no Brasil pelo CBA),
contribuindo indiretamente para a melhoria da assistência
aos pacientes.
A publicação é voltada para profissionais
de saúde e gestores de empresas e órgãos
públicos, especialmente aqueles que desenvolvem ações
voltadas para qualidade em saúde. O periódico tem
caráter interdisciplinar e vai publicar trabalhos acadêmicos
sobre pesquisas e discussões nos eixos acreditação
e processos de avaliação da qualidade, e suas diversas
interações.
Com abrangência internacional, cada edição
vai contar com nove artigos científicos inéditos,
em português, inglês e espanhol. O primeiro número
trará papers sobre temas como controle de infecção
hospitalar, gerenciamento de risco de incêndio, coleta
seletiva de resíduos, identificação do paciente,
entre outros. Os autores poderão encaminhar ainda resenhas
críticas de livros relacionados ao campo temático
da revista, publicados nos últimos dois anos.
Os interessados
em submeter seus textos deverão enviá-los,
juntamente com resumos, tabelas e imagens, para o e-mail revista.eletronica@cbacred.org.br.
Os artigos devem conter no máximo de 6 mil palavras e
cinco ilustrações. Já as resenhas devem
ser enviadas com até 10 mil caracteres, acompanhadas de
uma reprodução de alta definição
da capa do livro resenhado. No site da revista estarão
disponíveis os papers das edições da revista.
Os originais
enviados serão submetidos à avaliação
de especialistas que integram o Conselho Editorial Científico,
que decidirão sobre a aceitação para publicação,
e poderão sugerir aos autores reformulações
ou adaptações às normas editoriais. O Conselho
Editorial assegura o anonimato para os autores no processo de
avaliação, como também assegura aos avaliadores
o sigilo de sua participação, permitindo liberdade
para julgamentos e avaliações.
A decisão sobre a publicação dos trabalhos
recebidos será da Comissão, com base na política
editorial da revista, cabendo ao editor científico esclarecer
dúvidas e impasses e a decisão final sobre a edição.
Durante a análise serão verificados rigor, clareza
e precisão quanto à produção científica, à redação,
ao conteúdo e à probidade ético-teórica.
A revista
Acreditação terá ainda seções
de artigos de opinião, entrevistas com pesquisadores e
personalidades da área, notas sobre experiências
inovadoras na área de acreditação no mundo,
além de resumos de teses e monografias, defendidas no
Programa de Pós-Graduação do CBA e em outros
programas, comentadas pelos editores.
FENAM
Estudo
vai traçar demografia médica
no Brasil
Visando ampliar
o debate sobre a necessidade de formar mais médicos no Brasil a Comissão Nacional Pró-SUS
em conjunto com a Comissão de Ensino Médico, ambas
formadas por membros da Federação Nacional dos
Médicos, Associação Médica Brasileira
e Conselho Federal de Medicina está elaborando um estudo
sobre a demografia médica no Brasil.
Saúde
Business Web
Gastamos
mal e gastamos pouco em saúde: e agora?
Por Stephen Stefani
A revista
The Economicts de 30 de julho deu bom espaço
par discutir o sistema de saúde brasileiro. Conceitualmente
o sistema pode ser muito bom: universal e irrestrito. Evidentemente
na prática isso não acontece como todos gostaríamos.
Dois pontos
chamam a atenção
Gastamos
POUCO: < 3% do PIB em saúde. Nem perto dos
15% que os EUA gastam. Absolutamente não acho que o modelo
norteamericano seja bom… a economia deles vem mostrando
que vícios históricos acabam criando monstros em
algum momento. Mas lembro que 3% do PIB é a metade do
que a Argentina gasta….
Gastamos
MAL: a quantidade de desperdício é triste… mas
mais triste é ler frequentememte na imprensa que foi identificado
mais alguma rota de desvio de verbas e mal uso do dinheiro público.
Hospitais vazios enquanto emergências estão lotadas.
Equipamentos mal dimensionados envelhecem em todos os cantos
do pais e alguns aparelhos básicos como mamógrafos
não estão disponíveis ou, ainda mais assustador,
são o máximo que se consegue: mesmo com diagnósticos
graves o paciente ainda deve enfrentar o martírio de conseguir
acesso a tratamento.
Bom… não falei nenhuma novidade acima… mas
vou tentar apontar algumas estratégias que eu visualizo
para tentar melhorar o cenário.
Desjudicializar
(me permitam o neologismo) aquelas demandas que SEMPRE tem
mesmo
resultado. Ora…. se determinada demanda
judicial sempre reverte em obrigatoriedade de compra de determinado
produto, porque não regulamentar protocolo de acesso,
minimizando despesas, desafogando o judiciário e desestressando
usuário do sistema?
Formalizar
análises de custo-efetividade ou custo-utility
consistentes. Usar a bela rede universitária e/ou terceirizar
estas tarefas (como fazem vários países citados
como benchmarking… a citar Inglaterra e Canadá)
e listar prioridades com verdadeiro benefício. Todos concordamos
que a idéia de regulamentar as incorporações
de tecnologias em saúde é extremamente bem vinda.
Aliás…. é o que venho sustentando há muito
tempo. Não tem sentido não pautar debate sobre
preços x desfechos em uma sociedade que busca equidade
de acesso a boa medicina, com orçamento limitado. A recentemente
publicada lei 8080 – que tenta regulamentar as incorporações – é um
bom começo…. mas é só começo.
Não posso deixar de citar que o veto ao dispositivo que
regulava o descumprimento de prazo renovou um conceito que nunca
dá certo: ter prazo que, se não cumprido, não
tem conseqüência nenhuma. Espero que a lei não
seja, daqui um tempo, classificada entre aquelas que “não
pegou”.
Fomentar
acesso ao sistema suplementar. Desonerar operadoras de saúde suplementar que tenham projetos de prevenção
e manutenção de saúde consistentes e criativos,
prestigiem e respeitem seus parceiros (médicos e serviços
credenciados) e tragam modelos de gestão enxutos, permite
revitalizar o modelo atual (que anda anímico). Planos
de saúde mais baratos permitem desafogar o sistema público,
podem viabilizar acesso a um sonho de consumo de uma grande fatia
de brasileiros que tem como saúde uma meta de felicidade
e aumenta a competitividade no setor.
Por último: definitivamente temos que AUMENTAR os recursos
para saúde. Até acho que todos concordam com isso.
Alguns defendem aumento de tributos para isso, outros apontam
melhoras na gestão como solução. Talvez
a solução seja algum ponto entre estas duas formas….
deixo isso para os economistas e gestores. Eu, particularmente,
acho que aumentar tributo sem mostrar significativa mudança
no processo é um desrespeito ao brasileiro.
Listar medidas
práticas de sucesso já é um
bom começo. Deixe sua sugestão e contribuição.
Quem sabe retuitando, compartilhando e repassando idéias,
elas chegam nas pessoas que efetivamente podem mudar o modelo
vigente.
Agência
Brasil
Médicos farão paralisação
nacional
Os médicos vão parar o atendimento de rotina no
Sistema Único de Saúde (SUS), no dia 25 de outubro,
para pedir melhorias na rede pública. É a primeira
vez que a categoria fará uma paralisação
nacional no sistema público, segundo o presidente da Federação
Nacional dos Médicos (Fenam), Cid Carvalhaes.
No ano passado,
os médicos fizeram uma concentração
em Brasília em defesa do SUS.
O dia nacional
da paralisação no SUS foi acertado,
na sexta-feira (5), em reunião da Comissão Pró-SUS,
formada por membros da Fenam, do Conselho Federal de Medicina
(CFM) e da Associação Médica Brasileira
(AMB), as principais entidades da categoria no país.
Os profissionais
reivindicam aumento salarial, plano de carreira, melhores condições de trabalho, assistência
de qualidade aos pacientes, financiamento permanente para o SUS
e capacitação dos gestores públicos. As
demandas serão apresentadas ao Ministério da Saúde
e ao Congresso Nacional no dia seguinte à paralisação.
“O atendimento é lastimável, principalmente
nas urgências e emergências. Não há mais
mortes porque as equipes de saúde se desdobram. Não
podemos ficar calados diante disso. É preciso fazer algo
mais contundente para sensibilizar os gestores”, disse
o presidente da Fenam, Cid Carvalhaes.
Os casos
graves e emergências serão atendidos durante
a paralisação. “O movimento não é contra
a população, mas para alertá-lo sobre o
direito de atendimento da qualidade na área da saúde”,
destacou Carvalhaes.
Em abril,
os médicos conveniados aos planos de saúde
suspenderam consultas e cirurgias eletivas por um dia para cobrar
reajuste da remuneração paga pelas operadoras.
Mais de 80% da categoria aderiram ao movimento em todo o país.
Jornal
do Comércio
Obesidade
preocupa países emergentes
No Brasil,
16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre cinco e
nove anos
estão acima do peso
Os governos
de países emergentes estão sendo cobrados
a adotar medidas para combater o avanço da obesidade,
que nas últimas três décadas atingiu níveis
alarmantes em economias em rápido crescimento. Pelos dados
inéditos divulgados pela Organização Mundial
de Saúde (OMS), há indicações de
que o rápido crescimento do Produto Interno Bruno (PIB),
o sobrepeso e a obesidade dispararam em países como Brasil,
China, Índia, África do Sul e México.
Um estudo
divulgado neste ano pela Fundação Getulio
Vargas (FGV) aponta que, nos últimos dez anos, 39,5 milhões
dos brasileiros mais pobres melhoraram de vida e ingressaram
na classe C, que hoje agrega 55% da população total,
com cerca de 100 milhões de integrantes. O movimento foi
acompanhado por um aumento nas taxas de excesso de peso, que
passaram de 42,7%, em 2006, para 48,1%, em 2010, segundo a pesquisa
Vigilância de Fatores de Risco e Proteção
para Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico
(Vigitel), do Ministério da Saúde (MS). No mesmo
período, os índices de obesidade saltaram de 11,4%
para 15%.
“A forma com que calculamos o desenvolvimento econômico é simplesmente
a medida do quanto consumimos. Então, quanto mais você consume,
mais rico você é”, resume S. V. Subramanian,
professor de Saúde da População e Geografia
da Universidade de Harvard.
No próximo mês, líderes mundiais se encontram
na primeira cúpula de alto nível da Organização
Mundial da Nações Unidas (ONU) sobre doenças
não transmissíveis, que incluem a obesidade. Eles
serão pressionados a adotar medidas de controle e regulamentação
sobre a indústria alimentícia, assim como sistemas
para identificar potenciais complicações de saúde
em estágio inicial.
A prevalência da obesidade aumentou em países emergentes
de forma muito mais rápida que a renda, e mais veloz ainda
do que em países desenvolvidos, ao longo das três últimas
décadas. Na China, estima-se que 100 milhões de
pessoas estejam com sobrepeso. Em 2005, eram 18 milhões.
No Brasil,
a obesidade cresce mais rapidamente entre as crianças.
No total, 16% dos meninos e 12% das meninas com idades entre
cinco e nove anos são obesos no País, quatro vezes
mais do que há 20 anos. Um em cada sete adultos mexicanos
está acima do peso, proporção que fica atrás
apenas dos EUA entre as principais economias do mundo.
Apesar de
os especialistas observarem a relação
entre o aumento da obesidade e o crescimento da riqueza há outros
fatores para o crescimento tão rápido. “Vimos
um aumento dramático nos níveis de obesidade em
países emergentes, e este índice parece estar crescendo
mais rapidamente e em meio a níveis mais baixos de PIB
do que na Europa ou nos EUA há 20 ou 30 anos”, afirma
Tim Lobstein, da Associação Internacional para
o Estudo da Obesidade.
No caso de
países emergentes, Lobstein diz que a mudança
de comportamento mais importante é a chamada “transição
da nutrição”, de uma dieta com alimentos
básicos para uma “dieta modernista”, que consiste
em alimentos de nível energético muito maior. “Isso
significa menos frutas e verduras, ou menos alimentos básicos
como arroz e grãos, e mais gorduras, açúcar
e óleo. Esses vêm particularmente sob a forma de
fast-food e refrigerantes”, exemplifica.
A demanda
por calorias acessíveis e produzidas em massa
disparou nesses países, particularmente dentro das classes
emergentes, que hoje podem gastar mais de sua renda em comida.
Mas Subramanian alerta que a obesidade é um fenômeno
que afeta principalmente as classes mais privilegiadas em países
de renda baixa e média, e até em economias emergentes.
Quando os
líderes mundiais se encontrarem por dois dias
na cúpula da ONU sobre doenças não transmissíveis
a partir de 19 de setembro, organizações de saúde
pressionarão por regulamentações para controlar
a quantidade de gordura, açúcar e sal em alimentos
processados. “Esperamos que a reunião da ONU aumente
a visibilidade de doenças não transmissíveis,
ao mostrar que não se trata apenas de um assunto de saúde,
mas envolve também a cadeia de produção
alimentar”, afirma Deborah Malta, representante do MS. “Precisamos
de políticas públicas e regulamentações
não apenas para a indústria alimentar, mas também
para tabaco, álcool e um número cada vez maior
de setores”, conclui Deborah.
Portal G1
Antibióticos: Cuidado para evitar superbactérias
Pediatra
Ana Escobar também destacou formas de tratamento
de vírus.
Quando ficamos
doentes, com vômito e diarreia, é comum
o diagnóstico ser “virose”. Doenças
causadas por vírus, em geral, têm apenas os sintomas
combatidos, não os micro-organismos em si. E é importante
não confundir quadros graves, como a dengue, com um ataque
viral mais simples. A decisão de levar a criança
ou o adulto para o pronto-socorro depende do estado geral.
Já contra as bactérias são usados antibióticos,
que desde o ano passado passaram para a categoria de medicamentos
controlados no país, com venda permitida apenas mediante
receita médica.
Para falar
sobre o uso correto dos antibióticos, e como
evitar que eles facilitem a proliferação de bactérias
resistentes – as chamadas superbactérias –,
o Bem Estar desta segunda-feira (8) recebeu o infectologista
Caio Rosenthal. Ao lado dele, a pediatra Ana Escobar destacou
as formas de prevenção e tratamento em cada situação.
Segundo os
especialistas, há as chamadas “bactérias
do bem”, que ajudam no funcionamento do corpo. Mas, no
caso dos vírus, ou eles não fazem nada ou destroem
o organismo. E precisam sempre de uma célula para entrar
em ação e se reproduzir, pois não têm
vida própria.
De acordo
com Rosenthal, até chegar à idade adulta,
uma pessoa adquire centenas de viroses intestinais e respiratórias,
e a maior arma contra elas é o próprio sistema
imunológico. Em geral, os vírus completam o ciclo
dentro do corpo humano e vão embora, deixando um rastro
de imunidade no hospedeiroContra muitos vírus – que
são formados por uma capa de proteína e material
genético no interior –, há vacinas disponíveis,
como é o caso da hepatite B, da meningite, da poliomielite,
da gripe, do rotavírus, do vírus do papiloma humano
(HPV) e da febre amarela. Outros, como o da Aids e da dengue,
ainda não têm imunização. O HIV, por
exemplo, apresenta altíssima capacidade de mutação,
o que ainda impede a produção de uma vacina eficaz
e permanente
Antibióticos
Esses remédios “furam” a parede da célula
até atingir o núcleo da bactéria, que reage
e produz mais enzimas, capazes de anular a ação
do medicamento e atacar o organismo.
Para evitar
esse problema, os cientistas inventaram uma espécie
de disfarce para que o antibiótico se torne mais forte
e atinja o núcleo das bactérias com mais eficiência.
Porém, algumas vão se adaptando e resistem, formando
uma classe de superbactérias, contra as quais há poucas
alternativas.
Por isso, é muito importante tomar o remédio do
jeito que o médico orientar, durante um ciclo inteiro,
mesmo depois de os sintomas já terem passado.
Segundo o
infectologista, a bactéria mais perigosa é a
que tem diagnóstico tardio. Em geral, infecções
bacterianas têm febre mais alta e mais secreções
que as virais. Problemas de pele também podem servir de
porta de entrada para os micro-organismos. Para se proteger contra
doenças e criar anticorpos, o leite materno e as vacinas
são uma excelente recomendação e devem ser
tomados sempre.
O Dia Online
Atendimento: Medidas favorecem idosos
Novas regras
de atendimento para plano de saúde beneficiarão
quem tem mais de 60 anos
Uma série de medidas adotadas pela Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) beneficiará usuários
de planos de saúde, principalmente idosos com mais de
60 anos. Ampliação das regras de portabilidade,
multa de até R$ 50 mil para operadora que tentar impedir
aposentado de ingressar em convênios, inclusão de
69 novos procedimentos na lista de cobertura obrigatória
a partir de 1º de janeiro de 2012 e migração
dos planos antigos para regras de contratos fechados após
janeiro de 1999 têm objetivo de melhorar o atendimento
dos convênios médicos.
Entre as
medidas está a Resolução Normativa
252, que amplia regras de portabilidade de carências que
vai favorecer 13,1 milhões de clientes. Eles passam a
ter direito a mudar de plano sem cumprir novas carências.
Outra iniciativa é a Resolução Normativa
254 que adapta migração de contratos antigos assinados
antes de janeiro de 1999. Assim, consumidores, na maioria aposentados,
poderão trocar de plano dentro da operadora com adequação
da faixa etária considerada pelo Estatuto do Idoso. A
resolução limita o reajuste anual por variação
de custo ao percentual divulgado pela ANS. Beneficiará nove
milhões de usuários de planos que hoje não
são regulamentados pela agência.
A Súmula 19 determina que operadora que criar dificuldades
a maiores de 60 anos entrar em convênios será multada
em até R$ 50 mil.
Confira as novidades:
Coibir
restrições
Objetivo
da Súmula 19 é coibir ações
como agendamento de consultas prévias para ingresso no
plano em locais de difícil acesso a aposentado e deficiente.
Ccomo reclamar
Clientes
podem reclamar pelo ‘Disque ANS’ no 0800-7019656
ou procurar o núcleo da agência na Rua Teixeira
de Freitas 31, 5º andar, Centro. A agência conta com
12 núcleos em todo o País que fazem atendimento
de segunda a sexta- feira, exceto feriados, das 8h30 às
16h30.
Novos procedimentos
A partir
de 1º de janeiro de 2012 são 41 cirurgias
por vídeo, entre elas redução de estômago;
13 novos exames como análise molecular de DNA; terapia
imunológica para tratar artrite e reumatoide; ampliação
o número de consultas para nutricionistas e indicação
para terapia ocupacional; exame diagnóstico de câncer
de mama, entre outros.
Lista completa
A lista completa dos novos procedimentos pode ser conferida
no site www.ans.gov.br
Saúde
Business Web
Unimed-Rio investe em hospital verde
Por Cynthia
Dávila
Prédio será inaugurado no primeiro semestre de
2012 e terá cardiologista Luiz Antonio Campos como diretor-médico
Com um investimento
de R$190 milhões, a Unimed – Rio
está construindo um novo hospital, na Barra da Tijuca,
que será inaugurado no primeiro semestre de 2012. Segundo
o gerente geral de recursos próprios, Carlos Alberto Chiesa,
o empreendimento obedecerá a critérios de sustentabilidade
e tem como objetivo ser um hospital verde.
“O Hospital está sendo construído segundo
conceitos de Green Building – LEED, com pontuação
prevista para nível prata, privilegiando materiais reciclados
e de origem certificada, equipamentos de alta eficiência
energética e baixo consumo de água vidros especiais
que valorizam a luz natural e filtram calor”.
Trabalhar
para que o descarte de materiais seja feito de forma assertiva
também é um dos objetivos a serem atendidos
no hospital. De acordo com Chiesa, estão sendo estudados
métodos de impactação e esterilização
do lixo hospitalar contaminado, para que, desta forma, seja reduzido
o volume de resíduo gerado e o potencial impacto ao meio
ambiente.
O cardiologista
Luiz Antonio Campos, que será o diretor
médico do hospital conta que as novas instalações
do hospital serão distribuídas em uma área
de 30 mil metros quadrados, que serão distribuídas
em 225 leitos, sendo que 75 são voltados para unidades
de tratamento intensivo e semi-intensivo. “Estamos com
boas expectativas com a construção do prédio,
temos uma estimativa de ocupação de 85%”.
Ele ressalta
que o bloco de internação terá 150
leitos com padrão superior de hotelaria e serviços.
E o bloco de serviços médicos contará com
um centro cirúrgico com 11 salas, CTI (adulto e pediátrico)
com 60 leitos, UTI neonatal com dez leitos, centro de imagens
e um Centro Especializado em Medula Óssea com três
leitos.
A Unimed
possui cerca de 11% dos seus hospitais acreditado. E, segundo
Campos, essa é uma das pretensões
que a equipe tem para o novo hospital do Rio de Janeiro.
“Projetamos que entre 1 a 2 anos depois do início
das operações do novo hospital ser acreditado pelo
JCI – Joint Commission International, principal agente
de acreditação internacional.”
Agora
São
Paulo
Seguradora
deve trocar convênio antigo
Por Paula Cabrera
As seguradoras
que não vendem mais planos de saúde
individuais, mas ainda têm clientes com contratos assinados
antes de 1999 têm que garantir a troca de plano.
Segundo a
ANS (Agência Nacional de Saúde
Suplementar), essas empresas devem garantir que os consumidores
adaptem seus
contratos se eles quiserem.
Com a adaptação, o cliente pode manter as vantagens
de seu contrato original e garantir a cobertura mínima
obrigatória dos planos de saúde. Na adaptação,
as operadoras podem reajustar a nova mensalidade do cliente em,
no máximo, 20,59%. Ao todo, cerca 385 mil clientes têm
um plano assinado antes de 1999 em seguradoras que não
vendem mais planos individuais.
Operadoras afirmam que seguem as normas
As operadoras
Bradesco e SulAmérica, que não comercializam
mais planos individuais ou familiares, afirmam que seguem as
determinações da ANS. Assim, os clientes que tiverem
planos antigos com uma das empresas podem pedir a adaptação
para um contrato novo quando quiser.
A Bradesco
Saúde afirma que 5% da sua carteira de clientes,
de cerca de 2,7 milhões de pessoas, possuem contratos
antigos. O número equivale a cerca de 135 mil clientes.
A SulAmérica tem cerca de 250 mil clientes nessa situação
e diz que "todos os clientes e empresas que são elegíveis
para a adaptação ou migração de contrato
receberam uma comunicação da companhia com as orientações
necessárias para o procedimento". A ItauSeg não
se manifestou.
Agência Câmara de Notícias
Comissão sobre piso dos agentes de saúde
vota requerimentos
A comissão especial que analisa a definição
de um piso salarial nacional para agentes comunitários
de saúde e de combate a endemias se reúne nesta
terça-feira (9) para votar requerimentos. Entre eles,
está a sugestão do deputado Geraldo Resende (PMDB-MS)
para que seja realizado seminário regional em Campo Grande
(MS).
A comissão especial foi criada para avaliar o Projeto
de Lei 7495/06, do Senado, que regulamenta as atividades dos
agentes e cria cargos na Fundação Nacional de Saúde
(Funasa). Diversas outras propostas tramitam em conjunto, como
o PL 6111/09, que define o piso nacional da categoria em R$ 930
mensais para profissionais com formação em nível
médio.
A Emenda à Constituição 63, de fevereiro
de 2010, estabelece que uma lei federal definirá o regime
jurídico, o piso salarial nacional, as diretrizes para
os planos de carreira e a regulamentação das atividades
de agente comunitário de saúde e agente de combate às
endemias. Segundo essa emenda, caberá à União
prestar assistência financeira complementar aos estados
e aos municípios para o cumprimento do piso salarial.
A reunião será realizada às 14 horas, no
Plenário 11.
Íntegra
da proposta:
PL-7495/2006
PL-6111/2009
Site
do Deputado Darcísio
Perondi
ANS
publica nova listagem de coberturas obrigatórias
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou,
na terça-feira (02/08), a Resolução Normativa
262 que atualiza o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
garantindo e tornando pública a cobertura assistencial
mínima obrigatória. O rol constitui a referência
básica para cobertura assistencial nos planos privados
de assistência à saúde, contratados a partir
de 1º de janeiro de 1999 e é revisado a cada dois
anos. Nesta atualização será incluída
a cobertura para cerca de 60 novos procedimentos, que entrará em
vigor a partir do dia 01/01/2012.
O primeiro
rol de procedimentos estabelecido pela ANS foi o definido pela
Resolução de Conselho de Saúde
Suplementar – Consu 10/98, atualizado em 2001 pela Resolução
de Diretoria Colegiada – RDC 67/2001, e novamente revisto
nos anos de 2004, 2008 e 2010 pelas Resoluções
Normativas 82, 167 e 211, respectivamente.
Esta revisão contou com a participação
de um Grupo Técnico composto por representantes da Câmara
de Saúde Suplementar, que inclui órgãos
de defesa do consumidor, representantes de operadoras e de conselhos
profissionais, entre outros. O objetivo do grupo é promover
a discussão técnica sobre a revisão do rol.
Consulta
Pública nº 40:
A Consulta
Pública do Rol de Procedimentos e Eventos
em Saúde foi encerrada no dia 21/05/2011 após 36
dias disponível para contribuições de consumidores,
operadoras, gestores, prestadores de serviços e sociedade
em geral. Foram recebidas 6.522 contribuições,
sendo 70% diretamente de consumidores.
Mais detalhes no link, abaixo:
http://www.ans.gov.br/index.php/a-ans/sala-de-noticias-ans/a-ans/715-ans-publica-nova-listagem-de-coberturas-obrigatorias
AGENDA
-
10 de Agosto – Dia
da Enfermeira
-
III Fórum Trabalho e Saúde - Saúde e
Precarização do Homem Que Trabalha
Local: UEL
- Universidade Estadual de Londrina
Data: 10
e 11 de Agosto de 2011
Informações: http://www.estudosdotrabalho.org/IIIFTS.html
-
Fundamentos Técnicos e Comercialização
em Saúde Suplementar
CQCS
Aprenda os
conceitos básicos e técnicos para comercialização
dos planos de saúde regulamentados pela Agência
Nacional de Saúde (ANS), com informações
sobre as principais características dos planos privados
de assistência à saúde e regras que orientam
a celebração e o cumprimento desses contratos.
Matriculas Abertas - Salvador/BA.
Matrículas até 06/08/2011.
Documentos:
Cópia
RG e CPF
Período de aulas: De 8 a 31/8 - 2ª, 3ª e 4ª -
Das 18h30 às 21h45.
Investimento:
R$ 390,00 (á vista)
Local: Unidade
Bahia - Av. Tancredo Neves, 999. Edf Metropolitano Alfa, Sl
401.
Caminho das Árvores. Em frente ao Jornal
A Tarde.
Contato: 71 3341 2688
Acesse: http://www.funenseg.org.br/cursos.php?idtipo=7&id=6181&idunidade=2
-
Encontro ANS - Edição Sul
Já estão abertas as inscrições para
o Encontro ANS - Edição Sul
Operadoras
de planos de saúde, prestadores, centrais
sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem
fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição
Sul, uma oportunidade para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema.
O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em
Porto Alegre (RS).
Entre os
temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda
Regulátória da Agência Nacional de Saúde
Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
a resolução que trata do Envelhecimento Ativo,
a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.
As inscrições poderão ser feitas acessando
a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br,
entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011
Encontro
ANS – Edição
Sul
Hotel Embaixador
- Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto
Alegre/ RS.
16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS
- Encontro Paranaense da Saúde – 2011
Debater a
saúde sob os aspectos humanos, econômicos
e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense
da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na
sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba.
A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores,
advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços
de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde,
Direito e Administração.
A programação contempla palestras com integrantes
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e
da Confederação Nacional de Saúde (CNS).
Serão discutidos temas como assédio moral nas relações
de trabalho, diagnóstico econômico da saúde
no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço
da área. Está previsto ainda o lançamento
oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador
pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior
de Administração e Economia da Fundação
Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização
do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.
Promovido
pela Fehospar (Federação dos Hospitais
e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar
(Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar
(Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades
parceiras, o evento também marca as comemorações
pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário
do Sindipar. A programação completa do Encontro
Paranaense da Saúde 2011 está disponível
no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem
ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone
(41) 3254-1772. As vagas são limitadas.
- XXI Congresso Nacional das Santas Casas
AssPreviSite
Com a presença confirmada do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde
e o meio ambiente
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu
XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011,
em Brasília. Com o tema central “Saúde e
meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”,
o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem
impactar na Saúde do homem e quais estratégias
devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.
Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização
na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para
melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas
transformações ambientais. Além disso, com
tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo
a formulação de políticas públicas
que sejam adequadas à nova realidade, é preciso
debater, hoje, o futuro dos hospitais.
Para o presidente
da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais
Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe
em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos
um time de especialistas discutindo a participação
do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em
ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar
para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor
atendimento de nossos pacientes”.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário
de Atenção à Saúde, Helvécio
Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional
de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso,
já confirmaram a presença.
O evento
conta com o patrocínio da Caixa Econômica
Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.
Para mais
informações e inscrições:
www.cmb.org.br/congresso.
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html