Leia
nesta edição:
- Saúde e educação demoram mais para sentir
desaceleração econômica
- Saúde recebe países
vizinhos para debater Copa 2014
- Droga eleva
sobrevida de paciente com câncer grave
- EUA mantêm novos anticoncepcionais à venda,
com alertas
- Fígado em ruínas
- Plano da
Primavida é figurar entre as líderes
- Produto
especial para saúde pode ser aprovado em 2012
- Ministro
da Saúde inaugura hospital e lança
programa em Pernambuco
- Mais R$
9,9 milhões para próteses dentárias
- Conselho
de saúde na~o aceita OSS em Cuiabá e
para deliberações
- Senado
aprova definição clara de recursos para
a saúde
- Hospital
da Restauração integra o SOS Emergências
- Anvisa
define sistema para rastrear remédios
- GE e Microsoft
fazem aliança em software para área
de saúde
- Estado
do Rio inaugura primeiro centro de diagnóstico
por imagem
- Sangue doado ganha etiqueta inteligente
- Miguel
Couto passa por avaliação e institui
novos protocolos para diminuir tempo de permanência de
pacientes
- Confira
os 28 destaques do Referências da Saúde
2011
- TotalCor é o
primeiro hospital brasileiro a integrar a Society of Thoracic
- Lei que
garante cirurgia plástica pelo SUS a mulheres
agredidas vai à sanção de Dilma
- Especialistas
se reúnem em Simpósio de Emergências
Médicas
- Hospital
Santa Isabel aumenta número de leitos
- Casa de
Saúde São José e Vaccini lançam
Estratégia Cocoon para proteger recém-nascidos
Sexta-feira, 09.12.11
VALOR
ECONÔMICO
Saúde e educação demoram mais para sentir
desaceleração econômica
Beth Koike
Ao contrário do varejo que sente rapidamente as desacelerações
econômicas, os setores privados de saúde e educação
têm uma dinâmica diferente e até o momento
não sentiram os impactos da desaceleração
econômica. O reflexo nessas duas áreas demora um
pouco mais para ocorrer e está relacionado, principalmente,
ao aumento do desemprego.
Nos hospitais
e laboratórios, a receita aumenta em momentos
de crise econômica. Isso porque, muitas pessoas com receio
de perder o emprego e respectivamente o plano de saúde,
agendam exames e consultas antes da demissão. Entre novembro
de 2008 e dezembro de 2009, período de crise, houve um
crescimento de 9,3% no número de exames e de 8,6% no volume
de consultas médicas, segundo pesquisa realizada pela
americana Aon Consulting.
"O setor de saúde varia com menos agilidade do que
os outros. Não sentimos queda no volume de atendimento.
Na verdade, se houver crise a tendência é que haja
aumento no movimento do hospital porque as pessoas usam mais
o plano de saúde e há aqueles que ficam abalados
emocionalmente com as perdas financeiras e desemprego e acabam
vindo para o hospital", disse Irlau Machado, CEO do AC Camargo,
hospital especializado em câncer, localizado em São
Paulo. No terceiro trimestre, o número de procedimentos
ambulatoriais foi de 35 mil, número próximo aos
33 mil registrados no trimestre anterior.
Já para os convênios médicos, o uso demasiado
dos planos de saúde é ruim porque aumenta a despesa
da operadora. No terceiro trimestre, porém, não
houve reflexos da estagnação do PIB para a Amil,
maior operadora de planos de saúde do país com
5,6 milhões de clientes. O lucro líquido do terceiro
trimestre somou R$ 66 milhões, uma alta de 30% sobre o
segundo trimestre.
No segmento
de educação, a desaceleração
acontece quando há desemprego e os alunos perdem renda
para pagar as mensalidades. Em 2008, a taxa de inadimplência
nas faculdades privadas paulistas atingiu 24,5% - maior taxa
desde 1999, segundo o Semesp.
Diante do
atual cenário, a paulista Anhanguera, a carioca
Estácio e a mineira Kroton, que juntas têm cerca
de 750 mil alunos, registraram crescimento no número de
matrículas no terceiro trimestre.
PORTAL
DA SAÚDE
Saúde recebe países
vizinhos para debater Copa 2014
Ministério da Saúde se reúne com representantes
internacionais para aprimorar e fortalecer estratégias
da saúde para o mundial de futebol
Trocar experiências e discutir lições aprendidas
e legados adquiridos na área da saúde durante eventos
internacionais de massa são alguns dos objetivos do V
Encontro da Câmara Temática de Saúde para
a Copa 2014, que ocorrerá nos próximos dias 12
e 13 de dezembro, em Brasília. O evento está sendo
realizado pelo Ministério da Saúde em parceria
com a Organização Pan-Americana da Saúde
(OPAS/OMS).
O Brasil
(com os Jogos Pan-Americanos, 2007 e V Jogos Mundiais Militares,
2011), a
Argentina (sede da Copa América 2011),
a Colômbia (Copa do Mundo Sub-20 da FIFA) e o México
(com os recentes jogos Pan-Americanos) mostrarão aspectos
positivos e pontos críticos enfrentados no planejamento
das ações aplicadas antes, durante a após
os grandes eventos.
Nos quatro
primeiros encontros, as cidades-sede conheceram experiências
nacionais, com os Jogos Mundiais Militares, e internacionais,
especialmente na Alemanha e África do Sul, de organização
em saúde para megaeventos. Em agosto e outubro, os representantes
dos estados e municípios apresentaram um diagnóstico
sobre a situação da rede de serviços e definiram
as estratégias para a assistência e vigilância
em saúde nas cidades que receberão os turistas
durante o evento.
O secretário-executivo adjunto do Ministério da
Saúde e coordenador da Câmara Temática de
Saúde, Adriano Massuda, espera que as contribuições
internacionais ajudem o Brasil a fortalecer a preparação,
a resposta e a cooperação regional durante os jogos. “Este
será um encontro importante para que o Ministério
da Saúde, as cidades-sede e todos os demais envolvidos
no planejamento de ações de saúde conheçam
melhor os desafios e oportunidades que a Copa de 2014 pode oferecer”.
Mais do que
reforçar os serviços disponíveis,
o Ministério da Saúde pretende ampliar as ações
de promoção e prevenção de saúde. “É preciso
pensar que o principal legado que a Copa do Mundo poderá deixar
para o país é o fortalecimento do Sistema Único
de Saúde (SUS)”, acrescenta Massuda.
Por isso,
em maio deste ano o Ministério da Saúde
criou um Grupo de Trabalho para dar suporte à preparação
das ações de saúde para a Copa do Mundo
FIFA 2014. O Grupo, coordenado pela Secretaria Executiva, é formado
por representantes de diversas secretarias do MS, Agência
Nacional de Vigilância Sanitária, Agência
Nacional de Saúde Suplementar, Conselho Nacional de Secretários
de Saúde e Conselho Nacional de Secretários Municipais
de Saúde.
CÂMARA
Dentro da
estrutura montada para propor políticas públicas
para a realização do Mundial da FIFA, a Câmara
atua em três eixos temáticos: Assistência
em Saúde, Vigilância em Saúde e Gestão.
A Câmara conta com representantes das 12 cidades-sede e
dos seus respectivos estados: Belo Horizonte (MG), Brasília
(DF) Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus
(AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro
(RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).
Entre os
objetivos da Câmara, estão o de coordenar
o planejamento de ações nacionais na área
da saúde, estabelecendo diretrizes gerais e metas, ações
estratégicas articulando e apoiando essas ações
com os municípios-sedes. Haverá também foco
ao desenvolvimento de capacidade básica de vigilância
sanitária nos pontos de entrada do país, como portos,
aeroportos e fronteiras e intensificação de vigilância
em estabelecimentos e infraestrutura de interesses sanitários.
V
Reunião da Câmara Temática de Saúde
para a Copa do Mundo
Data: 12 e 13 de dezembro
Local: Setor
de Embaixadas Norte, Lote 19, Auditório
da OPAS/OMS no Brasil – Brasília/DF
Hora: Das
9h às
18h
FOLHA DE S. PAULO
Droga
eleva sobrevida de paciente com câncer grave
Remédio trata tumor de mama avançado
Um novo estudo
aponta aumento da sobrevida de pacientes com câncer de mama que usaram uma nova droga, o pertuzumabe.
A pesquisa, publicada no "New England Journal of Medicine",
foi patrocinada pelo fabricante.
O teste mostrou
que as pacientes recebendo uma combinação
de quimioterápicos que inclui a nova droga ficaram 18
meses sem progressão do tumor, contra 12 meses para quem
fez a terapia-padrão.
A droga tem
como alvo o tumor com metástase e que apresenta
uma variante genética específica, a HER2.
Já existe um remédio,
o trastuzumabe, para esse tipo de tumor. A nova pesquisa combinou
os dois.
O oncologista
Artur Katz, do Hospital Sírio-Libanês,
afirma que a adição da nova droga não aumentou
a intensidade dos efeitos colaterais do tratamento, testado em
cerca de 800 mulheres.
A Roche,
empresa que fabrica o remédio, afirma que vai
pedir a autorização à Vigilância Sanitária
para vender o pertuzumabe no Brasil até o mês que
vem.
FOLHA DE S. PAULO
EUA
mantêm novos anticoncepcionais à venda,
com alertas
Vigilância Sanitária americana debateu segurança
de uso de pílulas que também são vendidas
no Brasil
Discussão incluiu parentes de supostas vítimas
dos remédios, suspeitos de matar jovens por trombose
Após quase dez horas de discussão sobre a segurança
dos anticoncepcionais que contêm o hormônio drospirenona,
a FDA (agência norte-americana que regula fármacos
e alimentos) decidiu que os benefícios da pílula
superam os riscos para a população feminina em
geral.
Dos 26 membros
do comitê consultivo da FDA, 15 votaram
a favor da manutenção dos contraceptivos no mercado.
No entanto, a maioria (21) considerou que as atuais informações
dadas aos consumidores não refletem os reais riscos dessas
drogas.
Os consultores
avaliaram que mais alertas devem ser incluídos
na bula e que mais pesquisas são necessárias.
Quatro em
seis grandes estudos demonstraram que esses contraceptivos
(como a Yasmin
e a YAS, à venda no Brasil) podem até triplicar
o risco de formação de coágulos em relação às
pílulas antigas, de levonorgestrel.
O comitê consultivo da FDA avaliou estudos financiados
pela própria agência, por institutos independentes
e pela fabricante das pílulas (Bayer Shering). Durante
a reunião, acompanhada pela Folha, a fabricante Bayer
expôs estudos que indicam a segurança das drogas.
O ginecologista
David Grimes, professor da Universidade da Carolina do Norte
e consultor
da Bayer, afirmou que os estudos que mostram
um maior risco da Yasmin ou YAS são "inconsistentes".
Especialistas
independentes argumentaram que os estudos existentes demonstram
que as pílulas
trazem mais riscos de trombose e infarto, inclusive para mulheres
jovens (abaixo dos 35 anos).
"Por que manter uma pílula no mercado que é menos
segura e não apresenta vantagens em relação
a outros anticoncepcionais?", questionou a médica
Diana Zuckerman, presidente da National Research Center for Women & Families.
DEPOIMENTOS
O momento
mais emocionante da reunião foram os depoimentos
das supostas vítima da pílula -jovens sem fatores
de risco para trombose- e de seus parentes.
Chorando,
Joon Cummins relatou a morte da filha, a estudante Michelle
Pfileger, 18,
ocorrida no ano passado. Ela teve um tromboembolismo
pulmonar, quatro meses após iniciar o uso de YAS.
Segundo a
mãe, o ginecologista da filha não a
alertou para os riscos da pílula.
"Em um dia, minha filha era uma jovem linda, inteligente
e com uma vida pela frente. No outro dia, estava morta. Vocês
[FDA] estão aqui para proteger nossas vidas e não
os interesses da indústria", disse a mãe.
Dados da
FDA mostram que ao menos 190 mulheres morreram após
tomar pílulas à base de drospirerona.
Como as outras
pílulas, a Yasmin é uma combinação
dos hormônios estrógeno e progesterona. A progesterona
mais usada é derivada da testosterona.
A Yasmin,
porém, é derivada de uma substância
diurética, que aumenta a eliminação de líquidos,
e também de uma que impede que o organismo absorva muito
sal. Pode estar aí a origem do risco aumentado de trombose.
Especialistas
recomendaram que os médicos fiquem atentos
a sinais de risco em suas pacientes.
CORREIO BRAZILIENSE
Fígado em ruínas
A cirrose
hepática pode surgir tanto por consumo excessivo
de bebidas alcoólicas quanto por males como hepatites
B e C. Ela já é uma das 10 doenças que mais
matam no mundo
Gláucia
Chaves
Em 19 de
agosto deste ano, o ex-jogador de futebol Sócrates
foi internado pela primeira vez. Na época, precisou ficar
nove dias hospitalizado, por conta de uma hemorragia digestiva.
Além do problema, o ex-atleta teve que se submeter a um
tratamento para cuidar de uma hipertensão portal - complicação
em que o sangue que vem do fígado não consegue
atravessar a veia porta, pois não encontra passagem em
meio às cicatrizes do órgão comprometido
e enrijecido. Uma infecção intestinal bacteriana
o deixou novamente sob a exigência de cuidados médicos
intensivos em setembro, e Sócrates foi internado.
Em 1º de dezembro, veio a terceira internação,
também por infecção intestinal causada por
uma bactéria. Desta vez , ele não resistiu às
complicações e morreu três dias depois, às
4h30 de domingo, aos 57 anos.
Os problemas
enfrentados por Sócrates foram confessamente
ocasionados pelo uso abusivo de álcool - hábito
que fez com que ele desenvolvesse cirrose hepática, doença
que está entre as 10 que mais matam no mundo, segundo
dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Durante todo
o período em que sofreu com as complicações
ocasionadas pelo álcool, Sócrates chegou a afirmar
que o "susto" das primeiras internações
o faria mudar a postura diante da bebida. Para uma pessoa que
consome álcool regularmente, o médico hepatologista
Afonso da Rocha Campos diz que a cirrose alcoólica pode
demorar de 10 a 15 anos para surgir. Contudo, não é por
isso que a doença passa a ser menos perigosa - principalmente
por ser uma enfermidade que, quando chega, não faz alarde. "Quando
o paciente passa a apresentar os sintomas, como abdômem
inchado e perda de peso, é porque o processo já comprometeu
todo o fígado", alerta. "No caso das hepatites,
os sintomas só aparecem na fase final, mas as complicações
são as mesmas dos alcoolistas."
Segundo o
especialista, mesmo quem não seria classificado
pela sociedade como alcoólatra entra na lista dos que
correm perigo. "Tudo vai depender da sensibilidade do organismo,
mas, de modo geral, o que importa é o uso diário",
frisa Campos. "Se a pessoa não bebe tanto, mas bebe
todos os dias, é ruim. Se o indivíduo passa a semana
inteira sem beber, mas compensa no fim de semana, também
continua em risco." Ele explica que isso acontece porque,
uma vez que o álcool é ingerido, é metabolizado
pelo fígado por meio da enzima álcool desidrogenase
- que, por sua vez, transforma o álcool em acetaldeído,
substância altamente tóxica para o organismo, mesmo
em pequenas quantidades. "O fígado é uma fábrica:
recebe a matéria-prima e a transforma em material",
compara o médico. "O álcool interrompe esse
processo."
Perigoso menosprezo
Para que
a "fábrica" não feche as portas,
só há uma maneira: parar de beber. "Frequentemente,
o indivíduo que bebe se gaba por não sentir mais
os efeitos da bebida, mas isso indica que o organismo está fazendo
uma acomodação", detalha Campos. Raimundo
Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia
(SBH) e chefe do serviço de hepatologia do Hospital Universitário
da Universidade Federal da Bahia (UFBA), diz que o alcoolismo
não é a principal causa de cirrose "nem no
Brasil nem no mundo".
Segundo ele,
o álcool é responsável por
20% dos casos de cirrose hepática. "É comum
ver pacientes que minimizam a própria dependência",
reforça. Por conta da tolerância social às
bebidas alcoólicas, muitos acabam não percebendo
a importância da situação. "Não
raro, eles estarão inseridos em ambientes propícios
ao consumo", justifica. "Quando conseguem largar o
vício, têm várias recaídas, pois os
amigos e o contexto geral acabam estimulando que eles voltem."
O médico admite que, para as pessoas próximas
ao paciente, pode ser difícil reconhecer os sintomas sutis
do alcoolismo, mas é preciso ficar atento, já que
o tratamento não funciona sem a ajuda da família
e dos amigos de quem precisa largar o copo. De acordo com Paraná,
no serviço público de saúde, casos de cirrose
por falta de informação ou acesso a atendimento
são comuns. Nas classes mais abastadas, entretanto, quem
mais frequenta os consultórios médicos são "pais
de família, que trabalham e têm uma vida normal". "São
eles que mais se assustam quando recebem o diagnóstico",
justifica. "As pessoas costumam associar o alcoolismo ao
dependente químico pesado, que está na sarjeta,
fora do contexto social."
Gordura
Contudo,
pacientes que sofrem de cirrose hepática nem
sempre fazem uso de bebidas alcoólicas, como se costuma
imaginar. Vinicius Machado de Lima, médico gastroenterologista
do Hospital Universitário da Universidade de Brasília
(HUB), explica que a doença pode ser desenvolvida por
vários motivos, como hepatites B e C, doenças autoimunes
e doenças hereditárias que levam a alteração
do metabolismo. "A intolerância a glicose ou a resistência
a insulina nos estados pré-diabéticos e no diabetes
tipo 2 (veja infografia) podem levar ao acúmulo de gordura
no fígado, que inflama", detalha o médico.
Vinicius
diz ainda que, na doença crônica, há a
fibrose do fígado, que ocorre devido à formação
de nódulos que bloqueiam a circulação sanguínea.
Sem irrigação adequada, as células morrem
e são trocadas por cicatrizes. "Chega um momento
em que a perda é tão grande que há mais
cicatrizes que tecidos hepáticos funcionais", destaca.
Isso impede que o órgão exerça suas funções
principais, como a produção de bile e de proteínas,
a manutenção da quantidade adequada de açúcar
no sangue e a metabolização do colesterol, medicamentos
e álcool.
A gordura
acumulada no fígado, quadro chamado de esteatose
hepática, também é um dos fatores que influenciam
na ocorrência da cirrose. Quando isso acontece por longos
períodos, as células do fígado ficam inflamadas,
o que resulta na esteato-hepatite ou hepatite gordurosa, o último
estágio antes da cirrose propriamente dita. "A esteatose
também pode ser não alcoólica, causada por
fatores como a obesidade", completa o médico Vinicius
Lima. "Hoje em dia, é comum pessoas que fazem ecografia
e encontram gordura em excesso no fígado."
Outras causas
De acordo
com dados da Organização Mundial da
Saúde (OMS), entre 3 e 4 milhões de pessoas estão
infectadas com hepatite C no mundo. Entre elas, cerca de 350
mil pessoas desenvolvem cirrose e/ou câncer de fígado.
No caso da hepatite B, estima-se que existam atualmente 2 bilhões
de infectados, dos quais 350 milhões vivem com infecção
crônica no fígado. Quase 25% dos adultos que se
tornaram cronicamente infectados durante a infância morrerão
de câncer de fígado ou cirrose causada pela infecção.
JORNAL DO COMMERCIO
Plano
da Primavida é figurar entre as líderes
Na avaliação do presidente da PrimaVida Planos
Odontológicos, Kleber Bernardes, a assistência odontológica é a
bola da vez do mercado e a empresa está pronta para aproveitar
essa janela de oportunidade. O desempenho de 2010 mostrou isso,
quando a operadora cresceu quase 300% sobre 2009, segundo dados
da Agência Nacional de Saúde (ANS). As perspectivas
são otimistas. A empresa tem conquistado importantes contas
e a mais recente foi a do governo do Estado do Rio de Janeiro.
O contrato permite que a PrimaVida ofereça com exclusividade
aos servidores planos odontológicos completos, a partir
de R$ 16,50 mensais. O potencial de crescimento do setor "é enorme",
segundo Kleber Bernardes, que justifica lembrando que o número
de pessoas amparadas com um plano de assistência odontológica,
cerca de 15 milhões, é bem inferior ao dos que
possuem seguro ou plano de saúde, que passa de 46 milhões
de brasileiros.
Projetando
figurar entre as líderes do setor em até cinco
anos, a empresa aposta no bom relacionamento com as corretoras
de seguros e prestadores de serviços. da matéria.
Quinta-feira, 08.12.11
VALOR
ECONÔMICO
Produto
especial para saúde pode ser aprovado em 2012
Uma das opções da indústria de seguros
para ajudar as pessoas a enfrentar as despesas com saúde
na velhice é o PrevSaúde, que está há alguns
anos na agenda de debates entre os executivos de previdência
e o governo. O assunto já foi discutido exaustivamente
entre as empresas privadas e técnicos da Superintendência
de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde
(ANS).
Segundo Marco
Antonio Rossi, presidente da Federação
Nacional das Empresas de Previdência Privada Aberta e Vida
(Fenaprevi), há grande expectativa de o produto ser aprovado
em 2012. "Saúde é um problema de todos: do
governo, das empresas, dos indivíduos, do setor. Por isso,
toda a sociedade deve empenhar-se para encontrar soluções."
Trata-se
de um produto nos moldes do plano de previdência
aberta, como Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), criado
para acumulação de recursos destinados a projetos
de longo prazo. A proposta do PrevSaúde é criar
um fundo de acumulação de recursos que possibilite
uma reserva para cobrir despesas médicas na terceira idade,
a fase que demanda mais médicos, laboratórios e
hospitais. "Em qualquer lugar do planeta cuidados com a
saúde têm um peso adicional nos custos do governo
e também no orçamento das famílias",
diz Renato Russo, vice-presidente da SulAmérica e da Fenaprevi.
O que diferencia
o PrevSaúde dos demais planos é a
tributação. Além de ter incentivo fiscal
como os "primos", o plano de saúde teria um
algo a mais, com uma tributação específica.
O desenho do produto prevê isenção fiscal
para os recursos destinados à saúde e a possibilidade
de resgate para outros fins, como educação.
Segundo alguns
executivos das empresas de previdência
privada envolvidos nas negociações com o governo,
o impasse envolve atualmente a Receita Federal. De acordo com
fontes do setor, a dificuldade está em chegar a um acordo
sobre qual será a tributação nos 24 primeiros
meses de vigência do plano. Outros pontos, no entanto,
já estão claros. A forma de acumulação
de recursos é praticamente igual a um plano de previdência
privada aberta. A perspectiva é de que o produto possa
ser contratado individual ou coletivamente, com contribuições
mensais e também aportes extraordinários.
A portabilidade
de planos tradicionais para o PrevSaúde
também já é um ponto comum entre os técnicos,
bem como as diversas opções de receber o benefício:
renda vitalícia, saque total do valor acumulado de uma
só vez; ou em parcelas definidas pelo titular.
Um dos grandes
defensores do PrevSaúde, além das
empresas, é o presidente da Federação Nacional
dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização,
de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros
e de Resseguros (Fenacor) e ex-titular da Susep, Armando Vergílio
dos Santos Júnior, que batalhou para que o produto fosse
aprovado ainda durante a sua gestão.
Segundo ele,
o produto traz ganhos para todos, inclusive para o próprio governo, uma vez que ao disponibilizar recursos
para um plano de saúde privado, o idoso deixa de utilizar
o serviço público de saúde. Segundo Marco
Antonio Rossi, da Fenaprevi, a expectativa das empresas do setor é de
que haverá grande demanda pelos planos. "O produto
foi concebido para atender as necessidades dos trabalhadores
de renda mais baixa, que depois de se aposentarem acabam voltando
a engrossar as filas do Sistema Único de Saúde",
observa.
A proposta
visa beneficiar tanto quem não pode pagar
um plano de saúde, como também transformar o fundo
em renda vitalícia para que possa arcar com os custos
do plano dos mais velhos.
PORTAL G1
Ministro
da Saúde inaugura hospital e lança
programa em Pernambuco
S.O.S. Emergência pretende melhorar gestão e atendimento
em hospitais. Nova unidade de saúde, Pelópidas
Silveira fica no Curado, no Recife.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, está em
Pernambuco nesta quinta-feira (8) para uma agenda com dois compromissos:
acompanhar a inauguração do Hospital Pelópidas
Silveira, no Curado, no Recife, e lançar o programa S.O.S
Emergência, que reforçará os investimentos
no Hospital da Restauração (HR).
O projeto
vai funcionar no HR e em mais dez hospital de todo o Brasil,
com o objetivo
de melhorar a gestão e o atendimento
em grandes unidades que atendem pelo Sistema Único de
Saúde (SUS). O foco do programa S.O.S Emergência é a
qualidade do atendimento, resumiu o ministro, em entrevista ao
Bom Dia Pernambuco, nesta manhã.
A ideia é que um núcleo atue de forma permanente,
para atingir essas melhorias na gestão. Representantes
de hospitais de excelência, do Conselho Nacional dos Secretários
de Saúde (Conass), do Conselho Nacional dos Secretários
Municipais de Saúde (Conasems) e membros do Ministério
da Saúde vão acompanhar o andamento do trabalho.
A gestão do HR continua sob os cuidados do governo estadual.
Neurologia/neurocirurgia, queimados e trauma-ortopedia são
as habilitações em alta complexidade da unidade
de saúde.
Os hospitais
de excelência envolvidos no projeto são
o Sírio Libanês, Albert Einstein, Hospital do Coração,
Samaritano, Alemão Osvaldo Cruz e Moinhos de Vento, além
do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Através
do telessaúde, uma ferramenta de comunicação
a distância, os médicos dos hospitais integrantes
do S.O.S. Emergência poderão discutir casos e ouvir
outras opiniões a respeito do encaminhamento necessário
a pacientes.
Depois, por
volta das 11h, acontece a inauguração
do Pelópidas Silveira, no bairro do Curado, no Recife,
com a presença do governador de Pernambuco, Eduardo Campos.
O hospital levou dois anos para ficar pronto. Precisamos melhorar,
principalmente o atendimento dos prontos socorros. Isso significa
mais qualidade de vida para as pessoas, considera Padilha.
PORTAL
DA SAÚDE
Mais
R$ 9,9 milhões para próteses dentárias
Recursos
são destinados a 144 municípios beneficiados
pelo programa do governo federal “Brasil Sem Miséria”.
Ministério da Saúde também coordenará capacitação
da rede de atendimento para reabilitação protética
da população mais carente
Mais 144
municípios beneficiados pelo programa do governo
federal “Brasil Sem Miséria” foram contemplados
com R$ 9,9 milhões para a implantação de
Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias
(LRPDs), inseridos no programa Brasil Sorridente, coordenado
pelo Ministério da Saúde. Ao todo, 21 estados vão
receber recursos para confecção de próteses
aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS).
A habilitação dos LRPDs está publicada no
Diário Oficial da União desta quinta-feira (8).
Os recursos
federais contemplam os estados de Rondônia,
Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão,
Minas Gerias, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba,
Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio
Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe,
São Paulo e Tocantins (veja, ao final do texto, a quantidade
de laboratórios e recursos destinados para cada estado).
O investimento é definido de acordo com o porte e a capacidade
de produção dos LRPDs.
Além de enviar os recursos para a confecção
das próteses, o Ministério da Saúde financiará e
coordenará a capacitação da rede de atendimento
em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social
(MDS) para que o atendimento em reabilitação protética
possa ser focado na população mais carente. Isto
porque os 144 municípios beneficiados – que também
fazem parte dos programas do governo federal “Mulheres
Mil” e “Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico
e Emprego (Pronatec)” –irão oferecer atendimento
prioritário para a reabilitação protética.
O programa “Mulheres Mil” tem como objetivo promover
a formação profissional e tecnológica de
mulheres em situação de vulnerabilidade social.
Já o Pronatec visa expandir, interiorizar e democratizar
a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica
para a população brasileira.
“Ter uma dentição adequada e acesso aos
tratamentos são questões de cidadania. Vamos supor
que uma pessoa queira ser recepcionista, mas não tenha
dentes na boca. No mercado de trabalho competitivo, essa pessoa
dificilmente conseguiria emprego”, analisa o coordenador
de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto
Pucca.
LABORATÓRIOS
Os Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias
são financiados pelo Ministério da Saúde
desde 2005. Este ano, porém, o governo federal incluiu
essa ação como umas das prioridades do programa
Brasil Sem Miséria, com o intuito de zerar a necessidade
de próteses dentárias entre a população
considerada de extrema pobreza. Para isso, estão sendo
destinados recursos para a implantação de novos
laboratórios, priorizando-se a instalação
ou ampliação destes serviços nos municípios
prioritários definidos no chamado “Mapa da Pobreza”.
BRASIL SORRIDENTE
Atualmente,
o país conta com 711 LRPDs credenciados,
com estimativa de produção de 470 mil próteses/ano.
São produzidas próteses dentárias totais
(quando todos os dentes são substituídos), parciais
(quando há dentes remanescentes) ou unitárias.
Os recursos
federais para o financiamento dos laboratórios
são repassados diretamente às secretarias municipais
ou estaduais de saúde e liberados de acordo com a estrutura
e a capacidade de produção dos laboratórios,
que podem confeccionar mensalmente entre 50 e 150 próteses
totais, parciais ou de um único dente. Os valores de financiamento
mensal podem variar entre R$ 5 mil e R$ 20 mil.
O Ministério da Saúde também faz a doação
de todos os equipamentos necessários para que os municípios
implementem os laboratórios. As secretarias municipais
de saúde são responsáveis pela definição
dos critérios de planejamento e de seleção
dos pacientes que serão beneficiados com as próteses.
A GAZETA
Conselho
de saúde não aceita OSS em Cuiabá e
para deliberações
A aprovação da Câmara ao projeto do prefeito
Chico Galindo (PTB) que permite a contratação de
Organizações Sociais de Saúde (OSS) para
operacionalizar o Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPMSC)
e outras unidades de saúde, educação, cultura
e assistência social parece ter sido a gota d"água
para o Conselho Municipal de Saúde (CMS).
Ontem, a
entidade protocolou uma carta aberta no Ministério
Público Estadual (MPE) informando que o trancamento de
todas as pautas de deliberação do conselho. Entre
elas, estão incluídas a avaliação
do relatório de gestão do município e o
planejamento das ações para 2012. Na prática,
a iniciativa é um boicote à prefeitura.
A secretária do CMS, Maria Ângela Martins, explica
que os conselheiros não voltarão a discutir nenhuma
pauta até que a prefeitura decida abrir o diálogo
com a entidade, que tem competência assegurada pelo artigo
223 da Constituição do Estado para deliberar sobre
questões de coordenação, gestão,
normatização e acompanhamento das ações
e serviços de saúde.
Em maio deste
ano, quando se começou a se discutir a
possibilidade de estadualização do HPSMC, o conselho
reprovou qualquer alteração no modelo de gestão
da unidade. Para os conselheiros, ao encaminhar a mensagem para
a Câmara Municipal às pressas, o prefeito deixou
claro que não se importa com as decisões do CMS
e chega a atentar contra a democracia.
A prefeitura,
no entanto, continua apostando na possibilidade de entregar
a administração do HPSMC ao governador
Silval Barbosa (PMDB). Enquanto isso não acontece, o prefeito
busca alternativas para transferir o comando da unidade. Assim,
emplacou o projeto, semelhante ao estadual, que permite a contratação
da iniciativa privada. A resolução do conselho,
contudo, não tratava apenas da estadualização.
Maria Ângela destaca que o CMS reconhece que o problema
do HPSMC não é de gestão, mas sim da falta
de leitos, por isso defende que a prefeitura continue no comando
da unidade.
O ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz
Soares, alerta que, com a sanção do projeto aprovado
pela maioria dos vereadores, que aconteceu ontem, o prefeito
viola a Constituição Estadual. A legislação
estabelece que a decisão sobre a contratação
ou convênios de serviços privados cabe aos conselhos
municipais e estaduais. Assim, ao contrário do que afirmou
o secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy,
de que as ações dos conselhos tinham caráter
apenas de fiscalização, para levar adiante sua
ideia de passar a administração das Unidades de
Pronto Atendimento (UPAs), em fase de licitação,
a uma OSS, Galindo terá que fazer as pazes com o CMS.
Caso contrário, Soares, que foi um dos constituintes,
alerta que o Ministério Público Estadual (MPE)
poderá ingressar com uma Ação Declaratória
de Inconstitucionalidade (Adin) sobre a proposta do prefeito,
correndo o risco de ser considerado omisso. Além do MPE,
podem questionar a validade do projeto partidos políticos
com representação na Assembleia, a Ordem dos Advogados
do Brasil (OAB), entidades de classe, entre outros. Irônico,
ele diz que a atitude demonstra o desconhecimento de Galindo
acerca da legislação, mas mostra que ele está bem
afinado com sua profissão, a de corretor de imóveis
e que a Câmara deu uma demonstração de subserviência
a isso.
PORTAL
DA SAÚDE
Senado
aprova definição clara de recursos para
a saúde
Projeto que
regulamenta Emenda Constitucional 29 segue para sanção presidencial. Ministro Alexandre Padilha
diz que medida contribuirá para combater desperdícios,
melhorar controle dos gastos e aumentar fiscalização
de recursos aplicados no setor
Os recursos
que deverão ser aplicados na saúde
pública passam a ficar claramente definidos a partir da
regulamentação da Emenda Constitucional 29, aprovada
na noite desta quarta-feira (7), pelo Senado. De acordo com o
projeto aprovado, que segue agora para sanção da
presidenta Dilma Rousseff, o governo federal destinará ao
setor o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação
nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores
ao que se referir a lei orçamentária. Já os
Estados serão obrigados a destinar 12% das receitas na
saúde e os Municípios, 15%. E os percentuais de
aplicação pelo Distrito Federal ficarão
entre 12% e 15% (a depender se a receita for originária
de importo estadual ou municipal).
"Ao definir quais investimentos devem ser feitos na saúde,
o texto (aprovado pelo Senado) contribui para os esforços
de combate ao desperdício, melhor controle dos gastos
e maior fiscalização dos recursos aplicados”,
afirmou nesta manhã o ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, durante visita à Emergência do Hospital
da Restauração, em Recife (PE). O governo federal
já cumpre o que estabelece o Projeto de Lei do Senado
(PLS) nº 121/07 – aprovado por 70 votos contra um,
sem abstenções. Este ano, os recursos aplicados
na saúde, pela União, deverão chegar a R$
79 bilhões. E, em 2012, a aproximadamente R$ 86 bilhões.
De acordo
com o PLS, os Estados não poderão, por
exemplo, descontar os recursos do Fundo de Manutenção
e Desenvolvimento da Educação Básica e de
Valorização dos Profissionais da Educação
(Fundeb) da base de cálculo para definição
do percentual mínimo para a área de saúde. “ Ao
incluir os valores do Fundeb nesta base de cálculo, recuperamos
recursos para a saúde", comemorou o ministro Alexandre
Padilha.
O relator
do projeto, senador Humberto Costa, manteve o texto aprovado
pela Câmara dos Deputados no último mês
de setembro. Segundo o relator, o projeto de lei votado ontem
pelo Senado “oferece, em geral, soluções
mais satisfatórias” à regulamentação
do que a Constituição Federal prevê para
a saúde pública.
RECURSOS DEFINIDOS
Com a aprovação do PLS 121/07, os recursos para
a saúde só poderão ser utilizados em ações
e serviços de "acesso universal” e de "responsabilidade
específica do setor saúde, não se aplicando
a despesas relacionadas a outras políticas públicas
que atuam sobre determinantes sociais e econômicos, ainda
que incidentes sobre as condições de saúde
da população". A medida evitará, por
exemplo, que gastos em ações de saneamento básico
e compra de merenda escolar sejam considerados investimentos
em saúde.
São exemplos de despesas em saúde a compra e distribuição
de medicamentos e derivados do sangue (hemoderivados), a capacitação
e remuneração de profissionais do Sistema Único
de Saúde (SUS), as ações de vigilância
em saúde (epidemiológicas e sanitárias)
e os gastos com medidas de gestão e manutenção
do SUS.
PORTAL
DA SAÚDE
Hospital
da Restauração integra o SOS Emergências
A implantação do projeto no hospital, que possui
a maior emergência pública do Nordeste, ocorreu
durante visita do ministro Alexandre Padilha a Recife .
A maior emergência pública do Nordeste integra,
a partir de hoje (8), o S.O.S Emergências, ação
estratégica do Ministério da Saúde com o
objetivo de qualificar e ampliar o atendimento prestado a pacientes
do Sistema Único de Saúde (SUS). A implantação
do projeto no Hospital da Restauração (HR), no
Recife, ocorreu na manhã desta quinta-feira (8), durante
visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, à instituição,
que ainda conheceu o setor de emergências do hospital e
participou de uma reunião com os diretores do HR para
definir as próximas diretrizes do programa na instituição.
Durante visita
a Recife, o ministro inaugurou o Hospital Pelópidas
Silveira. Esta unidade contará com cerca de 180 leitos
e atenderá, principalmente, a região "Mata
Norte" do estado, com oferta de serviços de urgência
e emergência. "O Ministério da saude vai investir
R$ 50 milhões por ano nesse hospital, que vai ajudar a
trazer para Pernambuco o que tem de mais especializado e moderno
para tratar as doenças que mais matam no Brasil. Não
será um hospital isolado, vai ajudar a melhorar o atendimento
do HR e Getúlio Vargas”, destacou.
O HR é uma das 11 unidades hospitalares do País
que receberão apoio do S.O.S Emergências, através
de incentivo anual de R$ 3,6 milhões para custear a ampliação
e a qualificação da assistência da emergência.
Também poderá receber até R$ 3 milhões
para aquisição de equipamentos e realização
de obras e reformas na área física do pronto-socorro,
conforme necessidade e aprovação de proposta.
“Os recursos serão repassados de imediato para
criar um Núcleo de Qualidade no Atendimento. São
profissionais contratados para melhorar a recepção
aos pacientes e o fluxo interno do hospital. Os pacientes vão
ficar em lugares mais adequados”, afirmou Alexandre Padilha.
A iniciativa
integra a Rede Saúde Toda Hora e será realizada
em outras capitais, além de Recife: Fortaleza (CE), Salvador
(BA), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), São Paulo
(SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Porto Alegre
(RS). Os hospitais selecionados são referências
regionais, possuem mais de 100 leitos, têm pronto-socorro
e realizam um grande número diário de internações
e atendimentos ambulatoriais.
“A Secretaria Estadual de Saúde está fazendo
um grande esforço para adequar o Hospital da Restauração àquilo
que a gente conhece de mais avançado na Medicina e transformar
os ambientes de atendimento em locais mais humanizados e adequados à população.
O Ministério da Saúde apoia, através do
S.O.S Emergências, essa iniciativa”, disse Padilha.
O Hospital
da Restauração realiza, mensalmente,
2.300 internações. Foram 8,4 mil internações
de janeiro a agosto de 2011. No mesmo período foram 36,6
mil atendimentos gerais, entre emergência e outros tipos
de internações. A instituição possui
habilitações de Alta Complexidade nas áreas
de Neurologia/Neurocirurgia, Queimados e Trauma-ortopedia.
DECISÃO
Em 2012,
O Hospital Getúlio Vargas, que realiza cerca
de dez mil atendimentos na emergência e 800 cirurgias mensalmente,
poderá ser o segundo hospital pernambucano a receber a
ação S.O.S Emergências. “Outra decisão
que nós tomamos nessa visita foi orientar o Hospital Getúlio
Vargas a fazer o mesmo diagnóstico realizado no Hospital
da Restauração para que possa ser incluído
nesta ação”, afirmou o ministro da Saúde.
MELHORIAS
O hospital
terá um Núcleo de Acesso e Qualidade
Hospitalar instalado de forma permanente, que atuará visando
a melhoria da gestão e da qualidade assistencial. O trabalho
do núcleo será acompanhado pelo Comitê Nacional
de Acompanhamento do S.O.S Emergências, formado por representantes
dos Hospitais de Excelência, Conselho Nacional dos Secretários
de Saúde (CONASS), Conselho Nacional dos Secretários
Municipais de Saúde (CONASEMS) e membros do Ministério
da Saúde.
O projeto
S.O.S Emergências deverá funcionar articulado
com os demais serviços de urgência e emergência
que compõem a Rede Saúde Toda Hora, coordenada
pelo Ministério da Saúde e executada pelos gestores
estaduais e municipais em todo o País. Esses serviços
englobam o SAMU 192, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização,
serviços da Atenção Básica e Melhor
em Casa.
INVESTIMENTOS
A unidade
poderá, ainda, apresentar projetos para a criação
de novos leitos de retaguarda e a qualificação
(aquisição de novos equipamentos, por exemplo)
para os leitos já existentes. São considerados
leitos de retaguarda as enfermarias de leitos clínicos
e as enfermarias de leitos de longa permanência, Unidades
de Terapia Intensiva (UTI), Unidades Coronarianas e Unidades
de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral.
ESTADÃO.COM.BR
Anvisa
define sistema para rastrear remédios
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) divulgou as novas diretrizes do sistema para rastrear
remédios no País. O formato apresentado atende
a todas as reivindicações da indústria.
Em vez de um polêmico selo, produzido pela Casa da Moeda,
o acompanhamento será feito com a adoção
de um código dimensional nas embalagens.
O rastreamento
permite acompanhar a trajetória do remédio.
Considerado importante para evitar roubo e falsificação,
essa antiga reivindicação da indústria teve
sua tecnologia definida em outubro de 2010 pela Anvisa.
Criticado
pelo setor produtivo, o sistema previa uma tecnologia mista,
que associava
o selo e um código bidimensional.
Após cinco meses de embate, a Anvisa, atendendo ao governo,
recuou. O uso do sistema foi suspenso até que um grupo
de trabalho determinasse o formato ideal.
Com mais
de seis meses de atraso, a Anvisa apresentou ontem as novas
diretrizes. O
documento informa que apenas embalagens
secundárias ( caixas onde estão os comprimidos
e a bula) devem conter mecanismos de segurança. Embalagens
múltiplas, como as usadas em hospitais, terão uma
sistema próprio, a ser definido.
Apesar do
atraso, farmacêuticas comemoraram o novo formato. "Ele é muito
efetivo e infinitamente mais barato", disse o vice-presidente
executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos
de São Paulo, Nelson Mussolini. Ele diz que algumas empresas
já dispõem da tecnologia.
A lei criando
o rastreamento, de 2009, fixava prazo de três
anos para que indústrias colocassem em prática
o sistema. Para o presidente executivo da Associação
da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Antonio Britto,
esse prazo deve ser reconsiderado.
FOLHA.COM
GE
e Microsoft fazem aliança em software para área
de saúde
General Electric
e Microsoft estão formando uma joint-venture
para desenvolver e vender softwares destinados a ajudar profissionais
da saúde a armazenar, consultar e compartilhar informações
sobre pacientes.
O negócio, cuja composição acionária
será dividida meio a meio, ainda não teve o nome
definido. A empresa empregará cerca de 700 pessoas e ficará perto
da sede da Microsoft em Redmond (Washington), disseram nesta
quinta-feira as companhias.
O objetivo é desenvolver softwares abertos que permitam
a vários profissionais de saúde monitorarem um
paciente. Por exemplo: o médico principal de um diabético
poderá ver quando o paciente foi ao podologista testar
o fluxo sanguíneo no pé.
"Parte do problema no setor de saúde é que
há muitos médicos, há muita informação
para reunir. Não há um único lugar para
fazer isso", afirmou o executivo da divisão de saúde
da GE Michael Simpson, que será o presidente-executivo
da joint-venture, a qual começará as operações
no ano que vem.
"Quando se fala em diminuir a curva de custos, não
se fala em fazer grandes sistemas monolíticos, mas em
unir sistemas e agregar informações para que as
pessoas possam tomar melhores decisões", acrescentou.
As companhias,
que não revelaram detalhes financeiros
do negócio, estão incluindo os sistemas Amalga,
Verence e Expresso, da Microsoft, e eHealth e Qualibria, da GE.
A GE, cujo
principal negócio no setor de saúde é fabricar
equipamentos de imagiologia médica, vem aumentando a presença
em sistemas de computador para este segmento nos últimos
anos.
O maior conglomerado
dos Estados Unidos formou em 2009 uma joint-venture com a fabricante
de chips Intel para desenvolver equipamentos
que permitam aos médicos monitorar os pacientes remotamente.
AGÊNCIA
BRASIL
Estado
do Rio inaugura primeiro centro de diagnóstico
por imagem
O governo
do Rio de Janeiro inaugura hoje (8), no centro da capital fluminense,
o Rio Imagem, primeiro centro de diagnósticos
por imagem do estado. A unidade, que é uma das maiores
de rede pública na América Latina, será aberta
ao público na próxima segunda-feira (12), com a
meta de fazer cerca de 22 mil atendimentos por mês.
O centro
de diagnóstico conta com equipamentos de última
geração para realização de exames
de alta complexidade, como a tomografia computadorizada de 64
canais, capaz de rastrear obstruções mínimas
nas artérias do coração.
O Rio Imagem
terá uma ala voltada para a saúde
da mulher. Nela, as pacientes terão acesso ao exame de
ressonância de mama, indicado para detectar tumores. Para
a subsecretária de Saúde, Ana Lúcia Neves,
houve uma transformação no atendimento de pacientes
que necessitavam de exames mais complexos.
“Agora, a gente está dobrando a capacidade para
a realização de exames de ressonância magnética
e aumentando muito a realização de exames de tomografia
computadorizada. Então a gente transformou um setor que
não tinha nada e que agora passa a ter.”
Segundo Ana
Lúcia Neves, os pacientes vão receber
os resultados dos exames em no máximo em cinco dias. A
subsecretária adiantou que o município de Niterói,
na região metropolitana, vai receber dentro de três
anos o segundo centro de imagem do estado, o Rio Imagem 2.
A Secretaria
Estadual de Saúde informou por meio de sua
assessoria que os atendimentos vão ser feitos em regime
de gestão compartilhada, ou seja, as prefeituras ficarão
responsáveis pela marcação dos exames na
central de atendimento do Rio Imagem. Para construir o centro
e comprar os equipamentos, o governo do estado investiu cerca
de R$ 33 milhões.
JORNAL DA TARDE
Sangue doado ganha etiqueta inteligente
Um novo sistema
de identificação universal de
bolsas de sangue será implementado no Sistema Único
de Saúde (SUS). Até o final de 2012, o Ministério
da Saúde pretende classificar as 4 milhões de bolsas
de sangue coletadas anualmente em hemocentros públicos
nacionais pelo padrão ISBT 128. Utilizado em grande parte
da Europa, nos Estados Unidos e Japão, por exemplo, a
classificação tornará mais segura as transfusões
sanguíneas e padronizará a identificação
do material biológico.
O padrão ISBT 128 é definido como “o RG
(registro de identidade) da bolsa de sangue”, diz Silvano
Wendel, presidente da International Society os Blood Transfusion
(ISBT), entidade que desenvolveu a técnica. “É um
processo de padronização e rastreabilidade da informação”,
completa Wendel, que também é diretor médico
do Banco de Sangue do Instituto de Hemoterapia do Hospital Sírio-Libanês.
Pelo novo
sistema, todas as bolsas sanguíneas receberão
uma etiqueta e um código de barras contendo informações
sobre o material biológico, como país, data e local
em que o sangue foi colhido, exames pelo qual o material foi
submetido, validade, classificação e descrição
do produto.
“A padronização eleva a segurança
no processo de distribuição, descarte e transfusões”,
afirma o médico Guilherme Genovez, à frente da
Coordenadoria Nacional de Sangue e Hemoderivados do ministério.
Segundo Genovez, os 14 hemocentros NAT no País, que conforme
o [BOLD]JT[/BOLD] adiantou ontem farão a partir de março
do ano que vem a testagem do sangue pelo teste de ácido
nucleico (NAT) – capaz de diminuir o tempo da janela imunológica
para detecção dos vírus HIV e da hepatite
C – já utilizarão a nova etiquetagem. O teste
NAT é uma das exigências cobradas pela ISBT para
licenciar uma instituição.
Atualmente
o Brasil utiliza dois principais sistemas de classificação
de bolsas de sangue: o do Hemovida, sistema do governo, e o SBS. “Mas
há também os sistemas ‘in house’ em
que cada instituição define como identificar seu
material”, diz Genovez. “O que gera uma ‘Torre
de Babel’. Várias pessoas falando em línguas
diferentes”, compara o membro da pasta da saúde.
Genovez afirma
que o prazo de implementação – até o
final de 2012 – foi “acelerado pela confirmação
da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada 2016 no Brasil. “Receberemos
muitos estrangeiros e não podemos correr riscos. Contamos
com a possibilidade deles precisarem dos nossos bancos de sangue”,
admite.
Custos
Apesar das
exigências para licenciar o uso do padrão
ISBT 128, Wendel explica que a ISBT não tem “caráter
regulatório”. “Não iremos definir como
os hemocentros brasileiros irão trabalhar.”
O ministério afirma que gastará R$ 0,01 por etiqueta.
Além disso, há também uma taxa de adesão
anual do padrão ISBT 128, que depende do volume coletado
de sangue pelo hemocentro. O valor pode variar entre US$ 200
e 500.
“Acredito que o custo dá operação
não é tão baixo e a implementação
tão simples quanto o ministério prega”, afirma
Dante Langhi, diretor da Associação Brasileira
de Hematologia e Hemoterapia (ABHH)
AGÊNCIA
BRASIL
Miguel
Couto passa por avaliação e institui novos
protocolos para diminuir tempo de permanência de pacientes
Uma série de mudanças para melhorar o atendimento
médico em uma das principais unidades de atendimento de
urgência na capital fluminense, o Hospital Municipal Miguel
Couto, localizado no Leblon, começa a ser anunciada pela
direção. Depois de um mês de avaliação
por parte do programa SOS Emergências, do Ministério
da Saúde, as medidas devem reduzir o tempo de permanência
dos pacientes na unidade e melhorar a qualidade do atendimento.
Para isso,
o Miguel Couto começa a implementar novos
protocolos de atendimento, integrando áreas médicas
desde a entrada do paciente no hospital. Por meio do programa,
a direção solicitou ao ministério a compra
de 50 itens, como aparelhos para monitorar funções
vitais e camas mais confortáveis. No entanto, segundo
a assessoria do SOS Emergências no Rio, a compra segue
tramitação legal, passando ainda por licitação.
Não há previsão exata de quando o material
chegará.
De acordo
com o diretor da unidade, Luiz Alexandre Effinger, os novos
equipamentos
são fundamentais para reduzir o
tempo do paciente na emergência. Segundo ele, em muitos
casos, o prolongamento das internações deve-se à demora
na realização de exames simples, como o de sangue,
e na emissão de resultados .
"Isso aumenta a superlotação porque os pacientes
continuam entrando. Porém, aqueles doentes não
conseguem ser tratados no tempo adequado e isso vai empacando.
Com a melhoria da qualidade do atendimento hospitalar, esperamos
uma redução do tempo de permanência e também
uma redução de mortalidade", explicou o diretor
do Miguel Couto. Neste ano, a unidade, que é referência
em neurocirurgia e traumatologia, recebeu 11,2 mil pacientes
entre janeiro e outubro.
Para colocar
em prática os novos protocolos de atendimento
que integram várias especialidades médicas e serviços
assistenciais, Effinger acrescenta que os profissionais da unidade,
de "excelente padrão técnico", estão
sendo qualificados. "O paciente não será visto
apenas pelo médico que prescreve o remédio. Terá uma
equipe multidisciplinar. Isso já existia antes, mas não
juntando todas as equipes, de forma mais organizada e com indicadores
de eficiência", explicou.
Lançado em novembro, com prazo de um mês para apresentar
um diagnóstico de 11 hospitais vinculados ao SOS Emergências,
o programa investirá cerca de R$ 3 milhões nas
unidades. No Rio, além do Miguel Couto, faz parte do programa
o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, que fica
na zona norte. Segundo a assessoria do ministério no Rio,
essa unidade ainda está concluindo o diagnóstico
e o plano de ação, por isso, prefere não
se pronunciar.
SAÚDE
WEB
Confira
os 28 destaques do Referências da Saúde
2011
Hospitais,
operadoras, clínicas de diagnóstico
e home care foram homenageados durante lançamento do estudo
Hospitais Referência
Neste dia
7 de dezembro ocorreu a cerimônia de lançamento
do Referências da Saúde, novo estudo da IT Mídia,
que retrata o grau de maturidade da gestão dos negócios
entre as instituições prestadoras de serviços
e fontes pagadoras - hospitais em geral, empresas de home care,
medicina diagnóstica e operadoras. Durante festa, realizada
no hotel Hyatt, em São Paulo, 26 instituições
de saúde, entre 28 cases, foram homenageadas por suas
práticas de gestão relacionadas a aspectos como
marketing e vendas, pessoas, finanças, tecnologia (TI
e médica) e governança corporativa.
A edição especial da revista FH, contemplando
o resultado da pesquisa Referências da Saúde, trouxe
temas como: profissionalização da gestão,
investimento em tecnologia e padronização dos procedimentos.
Apesar de
boas práticas terem sido ressaltados na publicação,
o estudo apontou que cerca de 25% dos respondentes (entre 143
válidos) ainda não possuem nenhum tipo de acreditação
e 20% estão em processo de adquirí-la. Outros 6%
não conseguem manter uma boa ocupação de
seus leitos, com índices máximos de 60% ante os
85% considerados ideais pelo mercado, e 25% investem apenas R$
25 mil por ano em marketing.
Os homenageados
pelo Referências da Saúde 2011
foram:
HOSPITAL
Biocor
Hospital
tem gestão baseada em processos e planejamento,
orientada para a melhoria contínua e inovação.
Casa
de Saúde São
José
Para ganhar
destaque no Rio de Janeiro hospital expande sua atuação
em maternidade e alta complexidade.
Day Horc Hospital de Olhos
Para garantir
crescimento instituição investe
em atendimento diferenciado e expansão.
HCor
Após investimentos de R$ 390 milhões, Hospital
do Coração se prepara para crescer 20% em 2011.
Igesp
Instituição investiu R$100 milhões para
se tornar referência para médicos, pacientes e operadoras.
Hospital 9 de julho
Entidade
investe R$ 1,5 milhão em campanhas de posicionamento
na alta complexidade.
Hospital Israelita Albert Einstein
Einstein aposta em tecnologia e sustentabilidade para manter
credibilidade.
Hospital
Luís
Camargo da Fonseca e Silva
Entidade
busca solução para controle de custos
na utilização de tecnologias integradas.
Irmandade
Nossa Senhora das Graças
Após revitalização, entidade dá continuidade
ao planejamento estratégico e pretende expandir suas instalações.
Hospital Santa Catarina
Investimentos
em consolidação de marca é parte
da estratégia do hospital para se reposicionar no mercado.
Hospital e Maternidade Santa Joana
Hospital
garante sustentabilidade financeira acompanhando indicadores
e mantendo serviços
dentro de casa.
Santa
Casa de Maceió
Hospital
prova que, mesmo com orçamento apertado, é possível
manter a qualidade e adotar modernos sistemas de gestão.
Hospita Vera Cruz
Para manter
competitividade no mercado, instituição
aposta em gestão profissionalizada.
Cias
Unimed Vitória
Instituição envolve médicos cooperados
em sua gestão, para reduzir desperdício sem comprometer
qualidade do atendimento.
OPERADORA
Seguros Unimed
Investimento
em capital humano, revisão de processos
e planejamentos dão fôlego e garantem crescimento
da operadora.
SulAmerica
Saúde
Para incentivar
seus colaboradores, operadora foca benefícios
bilaterais que agregam valor para todos os envolvidos no negócio.
Unimed Franca
Cooperativa
conta com apoio de profissionais de mercado para solucionar
conflitos
e crescer com gestão profissionalizada.
Unimed Porto Alegre
Estratégia de aproximação da população
faz com que cooperativa incentive cultura e esportes no Rio Grande
do Sul.
Viva Planos
Para brigar
no competitivo mercado da saúde suplementar,
operadora tem como braço direito, a consultoria e auditoria
internacional Baker Tilly.
MEDIDICINA
DIAGNÓSTICA
Grupo infinita
Atual momento
econômico vivido Brasil proporciona ao Grupo
Infinita investimentos em estratégias agressivas para
o mercado de medicina diagnóstica.
Medicina
diagnóstica
Albert Einstein
Para manter
um índice de 100% de aprovação,
Einstein realiza intercâmbios com centros de diagnósticos
de outros países.
SalomãoZoppi
Laboratório paulista realinha operações,
cria novas diretorias e estima crescer 40% em 2012.
CIAS Unimed Vitoria
Laboratório investe em tecnologia, qualificação
e certificações para se diferenciar e ganhar mais
mercado.
HOME CARE
Home Doctor
Há 16 anos no mercado, empresa de assistência domiciliar
apresenta crescimento sólido e continuará investindo,
principalmente, em tecnologia.
Ideal Care
Baseada na
prerrogativa de que o home care é uma das
tendências do setor, instituição investe
em marketing, tecnologia e capacitação.
REVISTA HOSPITAIS BRASIL
TotalCor é o
primeiro hospital brasileiro a integrar a Society of Thoracic
O TotalCor é o primeiro hospital internacional a integrar
a base de dados da Society of Thoracic Surgeons (STS), renomada
entidade internacional e fonte de consultas mundial para especialistas
e médicos. Os resultados obtidos pelo hospital foram selecionados
pela sua excelência e busca contínua por pesquisas
e avanços na área da saúde.
Com a missão de aumentar a capacidade de pesquisa dos
cirurgiões cardiotorácicos e proporcionar melhores
atendimentos ao paciente por meio da educação e
atualização contínua de informações,
a STS é pioneira em avaliação da qualidade
em medicina. Ligada à conceituada Duke University (Duke
Clinical Research Institute), o banco de dados da STS compila
dados de mais de mil centros que realizam cirurgia cardíaca,
nos EUA e Canadá, com mais de quatro milhões de
cirurgias reportadas, e divulga resultados como infecção,
tempo de permanência, entre outros.
Ao incorporar
esse banco de dados, o Hospital TotalCor reforça
sua referência em atendimento médico-hospitalar.
Com foco em Cardiologia, a instituição é Acreditada
pela Joint Commission International (JCI). Possui corpo clínico
altamente especializado e equipamentos de última geração,
que auxiliam na descoberta e no tratamento das cardiopatias e
mantêm busca contínua por pesquisas e avanços
na área da saúde, para o bem estar de seus pacientes.
AGÊNCIA
BRASIL
Lei
que garante cirurgia plástica pelo SUS a mulheres
agredidas vai à sanção de Dilma
Mulheres
vítimas de violência poderão fazer,
sem custos, cirurgia plástica para reparar seqüelas
ou lesões causadas pela agressão. É o que
prevê o projeto de lei que foi aprovado hoje (8) na Comissão
de Direitos Humanos do Senado. Como foi aprovada em caráter
terminativo, seguirá para sanção presidencial.
De acordo
com a Agência Senado, as cirurgias serão
de responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS)
em hospitais públicos ou conveniados. No momento em que
receberem as mulheres vítimas de violência, hospitais
e centros de saúde pública deverão informá-las
sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica
reparadora. Para isso, será necessário apresentar
o registro policial da agressão.
O responsável por hospital ou posto de saúde que
não observar a regra poderá receber multa de dez
vezes o valor do seu salário mensal, perder a função
pública e ficar proibido de receber incentivos fiscais
por quatro anos.
Segundo a
senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora
do projeto, o direito à reparação de sequelas
decorrentes de agressão já está garantido
na Lei Orgânica da Saúde, mas precisava de lei específica
porque, em geral, costuma ser ignorado pelos gestores públicos.
Muitas unidades de saúde enxergam o procedimento como
supérfluo por envolver questões de cunho estético,
de acordo com a senadora.
PORTAL NACIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS
Especialistas
se reúnem em Simpósio de Emergências
Médicas
Priscila Pais
No próximo sábado, dia 10 de dezembro, a Sociedade
de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro (Sotierj) promoverá o
Simpósio de Emergências Médicas, voltado
para profissionais de saúde e acadêmicos. O evento
acontecerá das 8h às 13h30, no Colégio Brasileiro
de Cirurgiões (CBC).
De acordo
com o presidente da Sotierj, Moyzes Damasceno, que também atua como chefe do Centro de Tratamento Intensivo
(CTI) do Hospital de Clínicas de Niterói (HCN)
cerca de 50% dos pacientes de Emergência são encaminhados
para o CTI. "O lançamento deste evento se insere
em um projeto maior de retomar o envolvimento de nossa Sociedade
com as Unidades de Emergência de nosso Estado. Sabemos
do quão frequente é a participação
destas Unidades como porta de entrada dos pacientes que internam
em nossas CTIs, sendo cada vez mais necessário que procuremos
abordar estes pacientes da forma mais eficaz e no menor tempo
possível", declarou Moyzes.
O evento
contará com a participação de
especialistas de diversas unidades de saúde do Rio, entre
eles, o chefe da Emergência do Hospital Pró-cardíaco,
o médico André Volschan.
"O atendimento de pacientes em unidades de emergência
tem sido discutido em diversos fóruns nacionais e internacionais.
A importância do tema se justifica pelo crescente volume
dos atendimentos com uma consequente necessidade de se desenvolver
modelos de estratificação de risco. Doenças
de grande impacto epidemiológico como o Acidente Vascular
Cerebral, a Sepse e a Síndrome Coronariana Aguda tem a
sua "hora ouro", na enorme maioria das vezes, com paciente
na Unidade de Emergência. Para que as ações
diagnósticas e terapêuticas efetivas sejam adequadamente
implementadas, é fundamental que tenhamos estrutura operacional
e recurso humano treinado para este tipo de atendimento",
ressaltou André.
A programação científica do simpósio
será dividida em cinco grandes temas. São eles:
Gestão e Qualidade Assistencial na Emergência, Abordagem
do AVC Isquêmico na Fase Hiperaguda, Síndrome Coronariana
Aguda sem Supradesnível de ST, Dengue: Atendimento nas
Emergências, como Vencer o Desafio, e Abordagem Racional
da Sepse nas Emergências do RJ.
REVISTA
APÓLICE
Hospital
Santa Isabel aumenta número de leitos
O Hospital
Santa Isabel (HSI) vai aumentar o número de
leitos em 58,5%, passando dos atuais 144 para 246 leitos. A ativação
de todos os andares da nova Unidade Jaguaribe, inaugurada no
ano passado, e a conclusão da reforma da Unidade Veridiana
deve culminar com as comemorações dos 40 anos da
instituição, em 2012.
Em janeiro
de 2012, a Instituição irá inaugurar
um prédio de 11 andares com 48 consultórios tipo
office, que funcionarão de forma rotativa, ou seja, vários
especialistas poderão utilizar um mesmo consultório
ao longo do dia. O novo edifício estará ligado
ao HSI - Unidade Jaguaribe. "O médico ou o paciente
que precisar ir de um prédio ao outro poderá transitar
como se estivesse em um mesmo ambiente", explica o diretor
do Hospital Santa Isabel, Laércio Martins.
O HSI Jaguaribe
inaugurou, esse mês, um andar com 9 novos
leitos de UTI; um restaurante para atendimento ao público
que utiliza o hospital, em uma parceria com a Rede Dona Deôla;
e um posto avançado da Associação Paulista
de Medicina - APM - para conveniência dos médicos
que utilizam a unidade. Além do Centro de Diagnóstico
completo com exames laboratoriais e de imagem, que funciona desde
o ano passado, o Santa Isabel acaba de firmar parcerias com três
laboratórios de anatomia patológica (Salomão & Zoopi,
Diagnostika e Locus) e com três novas operadoras de saúde
(Caixa Econômica Federal, Central Nacional da Unimed e
um plano especial da Amil para atendimento à Magistratura).
PORTAL FATOR BRASIL
Casa
de Saúde São José e Vaccini lançam
Estratégia Cocoon para proteger recém-nascidos
A vacinação de profissionais da saúde visa
a prevenção contra a coqueluche.
Conhecida
popularmente como tosse comprida , a coqueluche é uma
doença infecciosa que atinge o trato respiratório.
Transmitida pela bactéria Bordetella Pertussis, ela acomete
pessoas de todas as idades, mas os lactentes são os que
mais sofrem desse mal. Enquanto adolescentes e adultos podem
desenvolver a doença sem nem perceber, os bebês
têm riscos de complicações - pulmonares e
neurológicas - e enfrentam alto índice de letalidade.
Para aumentar a proteção dos pequeninos, a Casa
de Saúde São José e a Vaccini Clínica
de Vacinação lançaram ontem, terça-feira,
6 de dezembro, a Estratégia Cocoon, campanha de imunização
contra a coqueluche. A maternidade está sendo a primeira
do Estado do Rio de Janeiro a implantar essa iniciativa de prevenção,
cujo objetivo é vacinar todos os funcionários da
maternidade, do berçário e da UTI Neonatal. O lançamento
oficial foi realizado no auditório Leônidas Cortes,
na Casa de Saúde São José.
Estratégia Cocoon-A vacinação de adultos
que cuidam de recém-nascidos é essencial para prevenir
a transmissão da Bordetella Pertussis. Pessoas não
imunizadas se transformam em reservatórios da bactéria
e acabam transmitindo-a sem saber. A Estratégia Cocoon
significa criar uma verdadeira rede de proteção
em torno da criança, garantindo sua saúde até que
o seu próprio sistema imunológico esteja pronto
para se defender da coqueluche. É importante lembrar que
o bebê só fica completamente protegido quando toma
as três doses da vacina Tríplice Bacteriana (que
além da coqueluche, também protege contra difteria
e tétano). Isso só acontece aos sete meses de vida.
A médica Isabella Ballalai, diretora da Vaccini Clínica
de Vacinação, explica o sentido da expressão
em inglês: Cocoon significa casulo . Por isso, a palavra é usada
para nomear a estratégia mundial de conscientização
e estímulo à proteção de bebês
ainda sem defesa imunológica contra a coqueluche .
A coqueluche
em números -Segundo a Organização
Mundial de Saúde (OMS) são registrados anualmente,
em todo o mundo, 50 milhões de casos e 300 mil óbitos
causados pela doença. É importante ressaltar que
grande parte das mortes ocorre em bebês menores de dois
meses de vida. Só para ter uma ideia, 80% dos casos de
coqueluche registrados no Brasil, no ano de 2010, foram de crianças
com menos de um ano. Em 2011, 100% dos óbitos na cidade
de São Paulo ocorreram com menores de dois meses.
Estratégia Cocoon no mundo-Diante dos benefícios
trazidos com a implantação da Estratégia
Cocoon, vários países já adotam o esquema
de vacinação de jovens e adultos contra a coqueluche
para preservar a saúde dos lactentes. A França
foi a primeira nação a fazer uso da estratégia
e, hoje, Alemanha, Itália, Estados Unidos e Canadá são
exemplos de países que adotam a mesma prática.
A Costa Rica tem uma iniciativa de prevenção em
que os pais do bebê são imunizados imediatamente
no pós-parto.
Por que é importante vacinar os profissionais da saúde?
Já vimos que é fundamental tecer um casulo de proteção
ao redor do bebê, isso porque ele só fica protegido
contra a tosse comprida ao completar sete meses. Mas de que adianta
imunizar pais, irmãos e parentes próximos, se os
responsáveis pelos primeiros cuidados com o pequenino
não estiverem imunizados? Foi pensando nisso, que a Casa
de Saúde São José formou uma parceria com
a Vaccini Clínica de Vacinação para imunizar
todos os profissionais que têm contato direto com recém-nascidos. "Coqueluche é a
doença infecciosa, que pode ser prevenida, que mais contribui
para a mortalidade infantil na América do Norte",
destaca o diretor-médico da UTI Neonatal e Chefe do Berçário
da Casa de Saúde São José, Luis Eduardo
Miranda. Ele também ressalta que os meses quentes são
os mais propícios para a transmissão da Bordetella
Pertussis. Sendo assim, o lançamento da campanha Estratégia
Cocoon, em dezembro, é bastante adequado.
AGENDA
- Recepção hospitalar para clínicas, consultórios
e hospitais
Dia 9 de dezembro
Rua Augusto
Stresser, 600, Alto da Glória - Curitiba
- PR
(41) 3254-1772
www.fehospar.com.br
ana@fehospar.com.br
O Sindipar,
Fehospar e Cebramed realizarão em Curitiba
mais um curso de recepção médica para clínicas,
consultórios e hospitais. Será no dia 9 de dezembro.
As vagas são limitadas. Ha condições especiais
para instituições associadas.