09-12-11

 

Leia nesta edição:

- Saúde e educação demoram mais para sentir desaceleração econômica

- Saúde recebe países vizinhos para debater Copa 2014

- Droga eleva sobrevida de paciente com câncer grave

- EUA mantêm novos anticoncepcionais à venda, com alertas

- Fígado em ruínas

- Plano da Primavida é figurar entre as líderes

- Produto especial para saúde pode ser aprovado em 2012

- Ministro da Saúde inaugura hospital e lança programa em Pernambuco

- Mais R$ 9,9 milhões para próteses dentárias

- Conselho de saúde na~o aceita OSS em Cuiabá e para deliberações

- Senado aprova definição clara de recursos para a saúde

- Hospital da Restauração integra o SOS Emergências

- Anvisa define sistema para rastrear remédios

- GE e Microsoft fazem aliança em software para área de saúde

- Estado do Rio inaugura primeiro centro de diagnóstico por imagem

- Sangue doado ganha etiqueta inteligente

- Miguel Couto passa por avaliação e institui novos protocolos para diminuir tempo de permanência de pacientes

- Confira os 28 destaques do Referências da Saúde 2011

- TotalCor é o primeiro hospital brasileiro a integrar a Society of Thoracic

- Lei que garante cirurgia plástica pelo SUS a mulheres agredidas vai à sanção de Dilma

- Especialistas se reúnem em Simpósio de Emergências Médicas

- Hospital Santa Isabel aumenta número de leitos

- Casa de Saúde São José e Vaccini lançam Estratégia Cocoon para proteger recém-nascidos

Sexta-feira, 09.12.11

VALOR ECONÔMICO

Saúde e educação demoram mais para sentir desaceleração econômica

Beth Koike

Ao contrário do varejo que sente rapidamente as desacelerações econômicas, os setores privados de saúde e educação têm uma dinâmica diferente e até o momento não sentiram os impactos da desaceleração econômica. O reflexo nessas duas áreas demora um pouco mais para ocorrer e está relacionado, principalmente, ao aumento do desemprego.

Nos hospitais e laboratórios, a receita aumenta em momentos de crise econômica. Isso porque, muitas pessoas com receio de perder o emprego e respectivamente o plano de saúde, agendam exames e consultas antes da demissão. Entre novembro de 2008 e dezembro de 2009, período de crise, houve um crescimento de 9,3% no número de exames e de 8,6% no volume de consultas médicas, segundo pesquisa realizada pela americana Aon Consulting.

"O setor de saúde varia com menos agilidade do que os outros. Não sentimos queda no volume de atendimento. Na verdade, se houver crise a tendência é que haja aumento no movimento do hospital porque as pessoas usam mais o plano de saúde e há aqueles que ficam abalados emocionalmente com as perdas financeiras e desemprego e acabam vindo para o hospital", disse Irlau Machado, CEO do AC Camargo, hospital especializado em câncer, localizado em São Paulo. No terceiro trimestre, o número de procedimentos ambulatoriais foi de 35 mil, número próximo aos 33 mil registrados no trimestre anterior.

Já para os convênios médicos, o uso demasiado dos planos de saúde é ruim porque aumenta a despesa da operadora. No terceiro trimestre, porém, não houve reflexos da estagnação do PIB para a Amil, maior operadora de planos de saúde do país com 5,6 milhões de clientes. O lucro líquido do terceiro trimestre somou R$ 66 milhões, uma alta de 30% sobre o segundo trimestre.

No segmento de educação, a desaceleração acontece quando há desemprego e os alunos perdem renda para pagar as mensalidades. Em 2008, a taxa de inadimplência nas faculdades privadas paulistas atingiu 24,5% - maior taxa desde 1999, segundo o Semesp.

Diante do atual cenário, a paulista Anhanguera, a carioca Estácio e a mineira Kroton, que juntas têm cerca de 750 mil alunos, registraram crescimento no número de matrículas no terceiro trimestre.

PORTAL DA SAÚDE

Saúde recebe países vizinhos para debater Copa 2014

Ministério da Saúde se reúne com representantes internacionais para aprimorar e fortalecer estratégias da saúde para o mundial de futebol

Trocar experiências e discutir lições aprendidas e legados adquiridos na área da saúde durante eventos internacionais de massa são alguns dos objetivos do V Encontro da Câmara Temática de Saúde para a Copa 2014, que ocorrerá nos próximos dias 12 e 13 de dezembro, em Brasília. O evento está sendo realizado pelo Ministério da Saúde em parceria com a Organização Pan-Americana da Saúde (OPAS/OMS).

O Brasil (com os Jogos Pan-Americanos, 2007 e V Jogos Mundiais Militares, 2011), a Argentina (sede da Copa América 2011), a Colômbia (Copa do Mundo Sub-20 da FIFA) e o México (com os recentes jogos Pan-Americanos) mostrarão aspectos positivos e pontos críticos enfrentados no planejamento das ações aplicadas antes, durante a após os grandes eventos.

Nos quatro primeiros encontros, as cidades-sede conheceram experiências nacionais, com os Jogos Mundiais Militares, e internacionais, especialmente na Alemanha e África do Sul, de organização em saúde para megaeventos. Em agosto e outubro, os representantes dos estados e municípios apresentaram um diagnóstico sobre a situação da rede de serviços e definiram as estratégias para a assistência e vigilância em saúde nas cidades que receberão os turistas durante o evento.

O secretário-executivo adjunto do Ministério da Saúde e coordenador da Câmara Temática de Saúde, Adriano Massuda, espera que as contribuições internacionais ajudem o Brasil a fortalecer a preparação, a resposta e a cooperação regional durante os jogos. “Este será um encontro importante para que o Ministério da Saúde, as cidades-sede e todos os demais envolvidos no planejamento de ações de saúde conheçam melhor os desafios e oportunidades que a Copa de 2014 pode oferecer”.

Mais do que reforçar os serviços disponíveis, o Ministério da Saúde pretende ampliar as ações de promoção e prevenção de saúde. “É preciso pensar que o principal legado que a Copa do Mundo poderá deixar para o país é o fortalecimento do Sistema Único de Saúde (SUS)”, acrescenta Massuda.

Por isso, em maio deste ano o Ministério da Saúde criou um Grupo de Trabalho para dar suporte à preparação das ações de saúde para a Copa do Mundo FIFA 2014. O Grupo, coordenado pela Secretaria Executiva, é formado por representantes de diversas secretarias do MS, Agência Nacional de Vigilância Sanitária, Agência Nacional de Saúde Suplementar, Conselho Nacional de Secretários de Saúde e Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde.

CÂMARA

Dentro da estrutura montada para propor políticas públicas para a realização do Mundial da FIFA, a Câmara atua em três eixos temáticos: Assistência em Saúde, Vigilância em Saúde e Gestão. A Câmara conta com representantes das 12 cidades-sede e dos seus respectivos estados: Belo Horizonte (MG), Brasília (DF) Cuiabá (MT), Curitiba (PR), Fortaleza (CE), Manaus (AM), Natal (RN), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Rio de Janeiro (RJ), Salvador (BA) e São Paulo (SP).

Entre os objetivos da Câmara, estão o de coordenar o planejamento de ações nacionais na área da saúde, estabelecendo diretrizes gerais e metas, ações estratégicas articulando e apoiando essas ações com os municípios-sedes. Haverá também foco ao desenvolvimento de capacidade básica de vigilância sanitária nos pontos de entrada do país, como portos, aeroportos e fronteiras e intensificação de vigilância em estabelecimentos e infraestrutura de interesses sanitários.

V Reunião da Câmara Temática de Saúde para a Copa do Mundo

Data: 12 e 13 de dezembro

Local: Setor de Embaixadas Norte, Lote 19, Auditório da OPAS/OMS no Brasil – Brasília/DF

Hora: Das 9h às 18h

FOLHA DE S. PAULO

Droga eleva sobrevida de paciente com câncer grave

Remédio trata tumor de mama avançado

Um novo estudo aponta aumento da sobrevida de pacientes com câncer de mama que usaram uma nova droga, o pertuzumabe. A pesquisa, publicada no "New England Journal of Medicine", foi patrocinada pelo fabricante.

O teste mostrou que as pacientes recebendo uma combinação de quimioterápicos que inclui a nova droga ficaram 18 meses sem progressão do tumor, contra 12 meses para quem fez a terapia-padrão.

A droga tem como alvo o tumor com metástase e que apresenta uma variante genética específica, a HER2.

Já existe um remédio, o trastuzumabe, para esse tipo de tumor. A nova pesquisa combinou os dois.

O oncologista Artur Katz, do Hospital Sírio-Libanês, afirma que a adição da nova droga não aumentou a intensidade dos efeitos colaterais do tratamento, testado em cerca de 800 mulheres.

A Roche, empresa que fabrica o remédio, afirma que vai pedir a autorização à Vigilância Sanitária para vender o pertuzumabe no Brasil até o mês que vem.

FOLHA DE S. PAULO

EUA mantêm novos anticoncepcionais à venda, com alertas

Vigilância Sanitária americana debateu segurança de uso de pílulas que também são vendidas no Brasil

Discussão incluiu parentes de supostas vítimas dos remédios, suspeitos de matar jovens por trombose

Após quase dez horas de discussão sobre a segurança dos anticoncepcionais que contêm o hormônio drospirenona, a FDA (agência norte-americana que regula fármacos e alimentos) decidiu que os benefícios da pílula superam os riscos para a população feminina em geral.

Dos 26 membros do comitê consultivo da FDA, 15 votaram a favor da manutenção dos contraceptivos no mercado. No entanto, a maioria (21) considerou que as atuais informações dadas aos consumidores não refletem os reais riscos dessas drogas.

Os consultores avaliaram que mais alertas devem ser incluídos na bula e que mais pesquisas são necessárias.

Quatro em seis grandes estudos demonstraram que esses contraceptivos (como a Yasmin e a YAS, à venda no Brasil) podem até triplicar o risco de formação de coágulos em relação às pílulas antigas, de levonorgestrel.

O comitê consultivo da FDA avaliou estudos financiados pela própria agência, por institutos independentes e pela fabricante das pílulas (Bayer Shering). Durante a reunião, acompanhada pela Folha, a fabricante Bayer expôs estudos que indicam a segurança das drogas.

O ginecologista David Grimes, professor da Universidade da Carolina do Norte e consultor da Bayer, afirmou que os estudos que mostram um maior risco da Yasmin ou YAS são "inconsistentes".

Especialistas independentes argumentaram que os estudos existentes demonstram que as pílulas trazem mais riscos de trombose e infarto, inclusive para mulheres jovens (abaixo dos 35 anos).

"Por que manter uma pílula no mercado que é menos segura e não apresenta vantagens em relação a outros anticoncepcionais?", questionou a médica Diana Zuckerman, presidente da National Research Center for Women & Families.

DEPOIMENTOS

O momento mais emocionante da reunião foram os depoimentos das supostas vítima da pílula -jovens sem fatores de risco para trombose- e de seus parentes.

Chorando, Joon Cummins relatou a morte da filha, a estudante Michelle Pfileger, 18, ocorrida no ano passado. Ela teve um tromboembolismo pulmonar, quatro meses após iniciar o uso de YAS.

Segundo a mãe, o ginecologista da filha não a alertou para os riscos da pílula.

"Em um dia, minha filha era uma jovem linda, inteligente e com uma vida pela frente. No outro dia, estava morta. Vocês [FDA] estão aqui para proteger nossas vidas e não os interesses da indústria", disse a mãe.

Dados da FDA mostram que ao menos 190 mulheres morreram após tomar pílulas à base de drospirerona.

Como as outras pílulas, a Yasmin é uma combinação dos hormônios estrógeno e progesterona. A progesterona mais usada é derivada da testosterona.

A Yasmin, porém, é derivada de uma substância diurética, que aumenta a eliminação de líquidos, e também de uma que impede que o organismo absorva muito sal. Pode estar aí a origem do risco aumentado de trombose.

Especialistas recomendaram que os médicos fiquem atentos a sinais de risco em suas pacientes.

CORREIO BRAZILIENSE

Fígado em ruínas

A cirrose hepática pode surgir tanto por consumo excessivo de bebidas alcoólicas quanto por males como hepatites B e C. Ela já é uma das 10 doenças que mais matam no mundo

Gláucia Chaves

Em 19 de agosto deste ano, o ex-jogador de futebol Sócrates foi internado pela primeira vez. Na época, precisou ficar nove dias hospitalizado, por conta de uma hemorragia digestiva. Além do problema, o ex-atleta teve que se submeter a um tratamento para cuidar de uma hipertensão portal - complicação em que o sangue que vem do fígado não consegue atravessar a veia porta, pois não encontra passagem em meio às cicatrizes do órgão comprometido e enrijecido. Uma infecção intestinal bacteriana o deixou novamente sob a exigência de cuidados médicos intensivos em setembro, e Sócrates foi internado.

Em 1º de dezembro, veio a terceira internação, também por infecção intestinal causada por uma bactéria. Desta vez , ele não resistiu às complicações e morreu três dias depois, às 4h30 de domingo, aos 57 anos.

Os problemas enfrentados por Sócrates foram confessamente ocasionados pelo uso abusivo de álcool - hábito que fez com que ele desenvolvesse cirrose hepática, doença que está entre as 10 que mais matam no mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Durante todo o período em que sofreu com as complicações ocasionadas pelo álcool, Sócrates chegou a afirmar que o "susto" das primeiras internações o faria mudar a postura diante da bebida. Para uma pessoa que consome álcool regularmente, o médico hepatologista Afonso da Rocha Campos diz que a cirrose alcoólica pode demorar de 10 a 15 anos para surgir. Contudo, não é por isso que a doença passa a ser menos perigosa - principalmente por ser uma enfermidade que, quando chega, não faz alarde. "Quando o paciente passa a apresentar os sintomas, como abdômem inchado e perda de peso, é porque o processo já comprometeu todo o fígado", alerta. "No caso das hepatites, os sintomas só aparecem na fase final, mas as complicações são as mesmas dos alcoolistas."

Segundo o especialista, mesmo quem não seria classificado pela sociedade como alcoólatra entra na lista dos que correm perigo. "Tudo vai depender da sensibilidade do organismo, mas, de modo geral, o que importa é o uso diário", frisa Campos. "Se a pessoa não bebe tanto, mas bebe todos os dias, é ruim. Se o indivíduo passa a semana inteira sem beber, mas compensa no fim de semana, também continua em risco." Ele explica que isso acontece porque, uma vez que o álcool é ingerido, é metabolizado pelo fígado por meio da enzima álcool desidrogenase - que, por sua vez, transforma o álcool em acetaldeído, substância altamente tóxica para o organismo, mesmo em pequenas quantidades. "O fígado é uma fábrica: recebe a matéria-prima e a transforma em material", compara o médico. "O álcool interrompe esse processo."

Perigoso menosprezo

Para que a "fábrica" não feche as portas, só há uma maneira: parar de beber. "Frequentemente, o indivíduo que bebe se gaba por não sentir mais os efeitos da bebida, mas isso indica que o organismo está fazendo uma acomodação", detalha Campos. Raimundo Paraná, presidente da Sociedade Brasileira de Hepatologia (SBH) e chefe do serviço de hepatologia do Hospital Universitário da Universidade Federal da Bahia (UFBA), diz que o alcoolismo não é a principal causa de cirrose "nem no Brasil nem no mundo".

Segundo ele, o álcool é responsável por 20% dos casos de cirrose hepática. "É comum ver pacientes que minimizam a própria dependência", reforça. Por conta da tolerância social às bebidas alcoólicas, muitos acabam não percebendo a importância da situação. "Não raro, eles estarão inseridos em ambientes propícios ao consumo", justifica. "Quando conseguem largar o vício, têm várias recaídas, pois os amigos e o contexto geral acabam estimulando que eles voltem."

O médico admite que, para as pessoas próximas ao paciente, pode ser difícil reconhecer os sintomas sutis do alcoolismo, mas é preciso ficar atento, já que o tratamento não funciona sem a ajuda da família e dos amigos de quem precisa largar o copo. De acordo com Paraná, no serviço público de saúde, casos de cirrose por falta de informação ou acesso a atendimento são comuns. Nas classes mais abastadas, entretanto, quem mais frequenta os consultórios médicos são "pais de família, que trabalham e têm uma vida normal". "São eles que mais se assustam quando recebem o diagnóstico", justifica. "As pessoas costumam associar o alcoolismo ao dependente químico pesado, que está na sarjeta, fora do contexto social."

Gordura

Contudo, pacientes que sofrem de cirrose hepática nem sempre fazem uso de bebidas alcoólicas, como se costuma imaginar. Vinicius Machado de Lima, médico gastroenterologista do Hospital Universitário da Universidade de Brasília (HUB), explica que a doença pode ser desenvolvida por vários motivos, como hepatites B e C, doenças autoimunes e doenças hereditárias que levam a alteração do metabolismo. "A intolerância a glicose ou a resistência a insulina nos estados pré-diabéticos e no diabetes tipo 2 (veja infografia) podem levar ao acúmulo de gordura no fígado, que inflama", detalha o médico.

Vinicius diz ainda que, na doença crônica, há a fibrose do fígado, que ocorre devido à formação de nódulos que bloqueiam a circulação sanguínea. Sem irrigação adequada, as células morrem e são trocadas por cicatrizes. "Chega um momento em que a perda é tão grande que há mais cicatrizes que tecidos hepáticos funcionais", destaca. Isso impede que o órgão exerça suas funções principais, como a produção de bile e de proteínas, a manutenção da quantidade adequada de açúcar no sangue e a metabolização do colesterol, medicamentos e álcool.

A gordura acumulada no fígado, quadro chamado de esteatose hepática, também é um dos fatores que influenciam na ocorrência da cirrose. Quando isso acontece por longos períodos, as células do fígado ficam inflamadas, o que resulta na esteato-hepatite ou hepatite gordurosa, o último estágio antes da cirrose propriamente dita. "A esteatose também pode ser não alcoólica, causada por fatores como a obesidade", completa o médico Vinicius Lima. "Hoje em dia, é comum pessoas que fazem ecografia e encontram gordura em excesso no fígado."

Outras causas

De acordo com dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), entre 3 e 4 milhões de pessoas estão infectadas com hepatite C no mundo. Entre elas, cerca de 350 mil pessoas desenvolvem cirrose e/ou câncer de fígado. No caso da hepatite B, estima-se que existam atualmente 2 bilhões de infectados, dos quais 350 milhões vivem com infecção crônica no fígado. Quase 25% dos adultos que se tornaram cronicamente infectados durante a infância morrerão de câncer de fígado ou cirrose causada pela infecção.

JORNAL DO COMMERCIO

Plano da Primavida é figurar entre as líderes

Na avaliação do presidente da PrimaVida Planos Odontológicos, Kleber Bernardes, a assistência odontológica é a bola da vez do mercado e a empresa está pronta para aproveitar essa janela de oportunidade. O desempenho de 2010 mostrou isso, quando a operadora cresceu quase 300% sobre 2009, segundo dados da Agência Nacional de Saúde (ANS). As perspectivas são otimistas. A empresa tem conquistado importantes contas e a mais recente foi a do governo do Estado do Rio de Janeiro. O contrato permite que a PrimaVida ofereça com exclusividade aos servidores planos odontológicos completos, a partir de R$ 16,50 mensais. O potencial de crescimento do setor "é enorme", segundo Kleber Bernardes, que justifica lembrando que o número de pessoas amparadas com um plano de assistência odontológica, cerca de 15 milhões, é bem inferior ao dos que possuem seguro ou plano de saúde, que passa de 46 milhões de brasileiros.

Projetando figurar entre as líderes do setor em até cinco anos, a empresa aposta no bom relacionamento com as corretoras de seguros e prestadores de serviços. da matéria.

Quinta-feira, 08.12.11

VALOR ECONÔMICO

Produto especial para saúde pode ser aprovado em 2012

Uma das opções da indústria de seguros para ajudar as pessoas a enfrentar as despesas com saúde na velhice é o PrevSaúde, que está há alguns anos na agenda de debates entre os executivos de previdência e o governo. O assunto já foi discutido exaustivamente entre as empresas privadas e técnicos da Superintendência de Seguros Privados (Susep) e da Agência Nacional de Saúde (ANS).

Segundo Marco Antonio Rossi, presidente da Federação Nacional das Empresas de Previdência Privada Aberta e Vida (Fenaprevi), há grande expectativa de o produto ser aprovado em 2012. "Saúde é um problema de todos: do governo, das empresas, dos indivíduos, do setor. Por isso, toda a sociedade deve empenhar-se para encontrar soluções."

Trata-se de um produto nos moldes do plano de previdência aberta, como Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), criado para acumulação de recursos destinados a projetos de longo prazo. A proposta do PrevSaúde é criar um fundo de acumulação de recursos que possibilite uma reserva para cobrir despesas médicas na terceira idade, a fase que demanda mais médicos, laboratórios e hospitais. "Em qualquer lugar do planeta cuidados com a saúde têm um peso adicional nos custos do governo e também no orçamento das famílias", diz Renato Russo, vice-presidente da SulAmérica e da Fenaprevi.

O que diferencia o PrevSaúde dos demais planos é a tributação. Além de ter incentivo fiscal como os "primos", o plano de saúde teria um algo a mais, com uma tributação específica. O desenho do produto prevê isenção fiscal para os recursos destinados à saúde e a possibilidade de resgate para outros fins, como educação.

Segundo alguns executivos das empresas de previdência privada envolvidos nas negociações com o governo, o impasse envolve atualmente a Receita Federal. De acordo com fontes do setor, a dificuldade está em chegar a um acordo sobre qual será a tributação nos 24 primeiros meses de vigência do plano. Outros pontos, no entanto, já estão claros. A forma de acumulação de recursos é praticamente igual a um plano de previdência privada aberta. A perspectiva é de que o produto possa ser contratado individual ou coletivamente, com contribuições mensais e também aportes extraordinários.

A portabilidade de planos tradicionais para o PrevSaúde também já é um ponto comum entre os técnicos, bem como as diversas opções de receber o benefício: renda vitalícia, saque total do valor acumulado de uma só vez; ou em parcelas definidas pelo titular.

Um dos grandes defensores do PrevSaúde, além das empresas, é o presidente da Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados e de Resseguros, de Capitalização, de Previdência Privada, das Empresas Corretoras de Seguros e de Resseguros (Fenacor) e ex-titular da Susep, Armando Vergílio dos Santos Júnior, que batalhou para que o produto fosse aprovado ainda durante a sua gestão.

Segundo ele, o produto traz ganhos para todos, inclusive para o próprio governo, uma vez que ao disponibilizar recursos para um plano de saúde privado, o idoso deixa de utilizar o serviço público de saúde. Segundo Marco Antonio Rossi, da Fenaprevi, a expectativa das empresas do setor é de que haverá grande demanda pelos planos. "O produto foi concebido para atender as necessidades dos trabalhadores de renda mais baixa, que depois de se aposentarem acabam voltando a engrossar as filas do Sistema Único de Saúde", observa.

A proposta visa beneficiar tanto quem não pode pagar um plano de saúde, como também transformar o fundo em renda vitalícia para que possa arcar com os custos do plano dos mais velhos.

PORTAL G1

Ministro da Saúde inaugura hospital e lança programa em Pernambuco

S.O.S. Emergência pretende melhorar gestão e atendimento em hospitais. Nova unidade de saúde, Pelópidas Silveira fica no Curado, no Recife.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, está em Pernambuco nesta quinta-feira (8) para uma agenda com dois compromissos: acompanhar a inauguração do Hospital Pelópidas Silveira, no Curado, no Recife, e lançar o programa S.O.S Emergência, que reforçará os investimentos no Hospital da Restauração (HR).

O projeto vai funcionar no HR e em mais dez hospital de todo o Brasil, com o objetivo de melhorar a gestão e o atendimento em grandes unidades que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O foco do programa S.O.S Emergência é a qualidade do atendimento, resumiu o ministro, em entrevista ao Bom Dia Pernambuco, nesta manhã.

A ideia é que um núcleo atue de forma permanente, para atingir essas melhorias na gestão. Representantes de hospitais de excelência, do Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (Conass), do Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (Conasems) e membros do Ministério da Saúde vão acompanhar o andamento do trabalho. A gestão do HR continua sob os cuidados do governo estadual. Neurologia/neurocirurgia, queimados e trauma-ortopedia são as habilitações em alta complexidade da unidade de saúde.

Os hospitais de excelência envolvidos no projeto são o Sírio Libanês, Albert Einstein, Hospital do Coração, Samaritano, Alemão Osvaldo Cruz e Moinhos de Vento, além do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia. Através do telessaúde, uma ferramenta de comunicação a distância, os médicos dos hospitais integrantes do S.O.S. Emergência poderão discutir casos e ouvir outras opiniões a respeito do encaminhamento necessário a pacientes.

Depois, por volta das 11h, acontece a inauguração do Pelópidas Silveira, no bairro do Curado, no Recife, com a presença do governador de Pernambuco, Eduardo Campos. O hospital levou dois anos para ficar pronto. Precisamos melhorar, principalmente o atendimento dos prontos socorros. Isso significa mais qualidade de vida para as pessoas, considera Padilha.

PORTAL DA SAÚDE

Mais R$ 9,9 milhões para próteses dentárias

Recursos são destinados a 144 municípios beneficiados pelo programa do governo federal “Brasil Sem Miséria”. Ministério da Saúde também coordenará capacitação da rede de atendimento para reabilitação protética da população mais carente

Mais 144 municípios beneficiados pelo programa do governo federal “Brasil Sem Miséria” foram contemplados com R$ 9,9 milhões para a implantação de Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias (LRPDs), inseridos no programa Brasil Sorridente, coordenado pelo Ministério da Saúde. Ao todo, 21 estados vão receber recursos para confecção de próteses aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS). A habilitação dos LRPDs está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (8).

Os recursos federais contemplam os estados de Rondônia, Amapá, Bahia, Ceará, Espírito Santo, Maranhão, Minas Gerias, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Pará, Paraíba, Pernambuco, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Sergipe, São Paulo e Tocantins (veja, ao final do texto, a quantidade de laboratórios e recursos destinados para cada estado). O investimento é definido de acordo com o porte e a capacidade de produção dos LRPDs.

Além de enviar os recursos para a confecção das próteses, o Ministério da Saúde financiará e coordenará a capacitação da rede de atendimento em parceria com o Ministério do Desenvolvimento Social (MDS) para que o atendimento em reabilitação protética possa ser focado na população mais carente. Isto porque os 144 municípios beneficiados – que também fazem parte dos programas do governo federal “Mulheres Mil” e “Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)” –irão oferecer atendimento prioritário para a reabilitação protética. O programa “Mulheres Mil” tem como objetivo promover a formação profissional e tecnológica de mulheres em situação de vulnerabilidade social. Já o Pronatec visa expandir, interiorizar e democratizar a oferta de cursos de Educação Profissional e Tecnológica para a população brasileira.

“Ter uma dentição adequada e acesso aos tratamentos são questões de cidadania. Vamos supor que uma pessoa queira ser recepcionista, mas não tenha dentes na boca. No mercado de trabalho competitivo, essa pessoa dificilmente conseguiria emprego”, analisa o coordenador de Saúde Bucal do Ministério da Saúde, Gilberto Pucca.

LABORATÓRIOS

Os Laboratórios Regionais de Próteses Dentárias são financiados pelo Ministério da Saúde desde 2005. Este ano, porém, o governo federal incluiu essa ação como umas das prioridades do programa Brasil Sem Miséria, com o intuito de zerar a necessidade de próteses dentárias entre a população considerada de extrema pobreza. Para isso, estão sendo destinados recursos para a implantação de novos laboratórios, priorizando-se a instalação ou ampliação destes serviços nos municípios prioritários definidos no chamado “Mapa da Pobreza”.

BRASIL SORRIDENTE

Atualmente, o país conta com 711 LRPDs credenciados, com estimativa de produção de 470 mil próteses/ano. São produzidas próteses dentárias totais (quando todos os dentes são substituídos), parciais (quando há dentes remanescentes) ou unitárias.

Os recursos federais para o financiamento dos laboratórios são repassados diretamente às secretarias municipais ou estaduais de saúde e liberados de acordo com a estrutura e a capacidade de produção dos laboratórios, que podem confeccionar mensalmente entre 50 e 150 próteses totais, parciais ou de um único dente. Os valores de financiamento mensal podem variar entre R$ 5 mil e R$ 20 mil.

O Ministério da Saúde também faz a doação de todos os equipamentos necessários para que os municípios implementem os laboratórios. As secretarias municipais de saúde são responsáveis pela definição dos critérios de planejamento e de seleção dos pacientes que serão beneficiados com as próteses.

A GAZETA

Conselho de saúde não aceita OSS em Cuiabá e para deliberações

A aprovação da Câmara ao projeto do prefeito Chico Galindo (PTB) que permite a contratação de Organizações Sociais de Saúde (OSS) para operacionalizar o Hospital e Pronto-Socorro Municipal de Cuiabá (HPMSC) e outras unidades de saúde, educação, cultura e assistência social parece ter sido a gota d"água para o Conselho Municipal de Saúde (CMS).

Ontem, a entidade protocolou uma carta aberta no Ministério Público Estadual (MPE) informando que o trancamento de todas as pautas de deliberação do conselho. Entre elas, estão incluídas a avaliação do relatório de gestão do município e o planejamento das ações para 2012. Na prática, a iniciativa é um boicote à prefeitura.

A secretária do CMS, Maria Ângela Martins, explica que os conselheiros não voltarão a discutir nenhuma pauta até que a prefeitura decida abrir o diálogo com a entidade, que tem competência assegurada pelo artigo 223 da Constituição do Estado para deliberar sobre questões de coordenação, gestão, normatização e acompanhamento das ações e serviços de saúde.

Em maio deste ano, quando se começou a se discutir a possibilidade de estadualização do HPSMC, o conselho reprovou qualquer alteração no modelo de gestão da unidade. Para os conselheiros, ao encaminhar a mensagem para a Câmara Municipal às pressas, o prefeito deixou claro que não se importa com as decisões do CMS e chega a atentar contra a democracia.

A prefeitura, no entanto, continua apostando na possibilidade de entregar a administração do HPSMC ao governador Silval Barbosa (PMDB). Enquanto isso não acontece, o prefeito busca alternativas para transferir o comando da unidade. Assim, emplacou o projeto, semelhante ao estadual, que permite a contratação da iniciativa privada. A resolução do conselho, contudo, não tratava apenas da estadualização. Maria Ângela destaca que o CMS reconhece que o problema do HPSMC não é de gestão, mas sim da falta de leitos, por isso defende que a prefeitura continue no comando da unidade.

O ex-secretário de Saúde de Cuiabá, Luiz Soares, alerta que, com a sanção do projeto aprovado pela maioria dos vereadores, que aconteceu ontem, o prefeito viola a Constituição Estadual. A legislação estabelece que a decisão sobre a contratação ou convênios de serviços privados cabe aos conselhos municipais e estaduais. Assim, ao contrário do que afirmou o secretário municipal de Saúde, Lamartine Godoy, de que as ações dos conselhos tinham caráter apenas de fiscalização, para levar adiante sua ideia de passar a administração das Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), em fase de licitação, a uma OSS, Galindo terá que fazer as pazes com o CMS.

Caso contrário, Soares, que foi um dos constituintes, alerta que o Ministério Público Estadual (MPE) poderá ingressar com uma Ação Declaratória de Inconstitucionalidade (Adin) sobre a proposta do prefeito, correndo o risco de ser considerado omisso. Além do MPE, podem questionar a validade do projeto partidos políticos com representação na Assembleia, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), entidades de classe, entre outros. Irônico, ele diz que a atitude demonstra o desconhecimento de Galindo acerca da legislação, mas mostra que ele está bem afinado com sua profissão, a de corretor de imóveis e que a Câmara deu uma demonstração de subserviência a isso.

PORTAL DA SAÚDE

Senado aprova definição clara de recursos para a saúde

Projeto que regulamenta Emenda Constitucional 29 segue para sanção presidencial. Ministro Alexandre Padilha diz que medida contribuirá para combater desperdícios, melhorar controle dos gastos e aumentar fiscalização de recursos aplicados no setor

Os recursos que deverão ser aplicados na saúde pública passam a ficar claramente definidos a partir da regulamentação da Emenda Constitucional 29, aprovada na noite desta quarta-feira (7), pelo Senado. De acordo com o projeto aprovado, que segue agora para sanção da presidenta Dilma Rousseff, o governo federal destinará ao setor o valor aplicado no ano anterior acrescido da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB) dos dois anos anteriores ao que se referir a lei orçamentária. Já os Estados serão obrigados a destinar 12% das receitas na saúde e os Municípios, 15%. E os percentuais de aplicação pelo Distrito Federal ficarão entre 12% e 15% (a depender se a receita for originária de importo estadual ou municipal).

"Ao definir quais investimentos devem ser feitos na saúde, o texto (aprovado pelo Senado) contribui para os esforços de combate ao desperdício, melhor controle dos gastos e maior fiscalização dos recursos aplicados”, afirmou nesta manhã o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante visita à Emergência do Hospital da Restauração, em Recife (PE). O governo federal já cumpre o que estabelece o Projeto de Lei do Senado (PLS) nº 121/07 – aprovado por 70 votos contra um, sem abstenções. Este ano, os recursos aplicados na saúde, pela União, deverão chegar a R$ 79 bilhões. E, em 2012, a aproximadamente R$ 86 bilhões.

De acordo com o PLS, os Estados não poderão, por exemplo, descontar os recursos do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) da base de cálculo para definição do percentual mínimo para a área de saúde. “ Ao incluir os valores do Fundeb nesta base de cálculo, recuperamos recursos para a saúde", comemorou o ministro Alexandre Padilha.

O relator do projeto, senador Humberto Costa, manteve o texto aprovado pela Câmara dos Deputados no último mês de setembro. Segundo o relator, o projeto de lei votado ontem pelo Senado “oferece, em geral, soluções mais satisfatórias” à regulamentação do que a Constituição Federal prevê para a saúde pública.

RECURSOS DEFINIDOS

Com a aprovação do PLS 121/07, os recursos para a saúde só poderão ser utilizados em ações e serviços de "acesso universal” e de "responsabilidade específica do setor saúde, não se aplicando a despesas relacionadas a outras políticas públicas que atuam sobre determinantes sociais e econômicos, ainda que incidentes sobre as condições de saúde da população". A medida evitará, por exemplo, que gastos em ações de saneamento básico e compra de merenda escolar sejam considerados investimentos em saúde.

São exemplos de despesas em saúde a compra e distribuição de medicamentos e derivados do sangue (hemoderivados), a capacitação e remuneração de profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS), as ações de vigilância em saúde (epidemiológicas e sanitárias) e os gastos com medidas de gestão e manutenção do SUS.

PORTAL DA SAÚDE

Hospital da Restauração integra o SOS Emergências

A implantação do projeto no hospital, que possui a maior emergência pública do Nordeste, ocorreu durante visita do ministro Alexandre Padilha a Recife .

A maior emergência pública do Nordeste integra, a partir de hoje (8), o S.O.S Emergências, ação estratégica do Ministério da Saúde com o objetivo de qualificar e ampliar o atendimento prestado a pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A implantação do projeto no Hospital da Restauração (HR), no Recife, ocorreu na manhã desta quinta-feira (8), durante visita do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, à instituição, que ainda conheceu o setor de emergências do hospital e participou de uma reunião com os diretores do HR para definir as próximas diretrizes do programa na instituição.

Durante visita a Recife, o ministro inaugurou o Hospital Pelópidas Silveira. Esta unidade contará com cerca de 180 leitos e atenderá, principalmente, a região "Mata Norte" do estado, com oferta de serviços de urgência e emergência. "O Ministério da saude vai investir R$ 50 milhões por ano nesse hospital, que vai ajudar a trazer para Pernambuco o que tem de mais especializado e moderno para tratar as doenças que mais matam no Brasil. Não será um hospital isolado, vai ajudar a melhorar o atendimento do HR e Getúlio Vargas”, destacou.

O HR é uma das 11 unidades hospitalares do País que receberão apoio do S.O.S Emergências, através de incentivo anual de R$ 3,6 milhões para custear a ampliação e a qualificação da assistência da emergência. Também poderá receber até R$ 3 milhões para aquisição de equipamentos e realização de obras e reformas na área física do pronto-socorro, conforme necessidade e aprovação de proposta.

“Os recursos serão repassados de imediato para criar um Núcleo de Qualidade no Atendimento. São profissionais contratados para melhorar a recepção aos pacientes e o fluxo interno do hospital. Os pacientes vão ficar em lugares mais adequados”, afirmou Alexandre Padilha.

A iniciativa integra a Rede Saúde Toda Hora e será realizada em outras capitais, além de Recife: Fortaleza (CE), Salvador (BA), Brasília (DF), Belo Horizonte (MG), São Paulo (SP), Rio de Janeiro (RJ), Goiânia (GO) e Porto Alegre (RS). Os hospitais selecionados são referências regionais, possuem mais de 100 leitos, têm pronto-socorro e realizam um grande número diário de internações e atendimentos ambulatoriais.

“A Secretaria Estadual de Saúde está fazendo um grande esforço para adequar o Hospital da Restauração àquilo que a gente conhece de mais avançado na Medicina e transformar os ambientes de atendimento em locais mais humanizados e adequados à população. O Ministério da Saúde apoia, através do S.O.S Emergências, essa iniciativa”, disse Padilha.

O Hospital da Restauração realiza, mensalmente, 2.300 internações. Foram 8,4 mil internações de janeiro a agosto de 2011. No mesmo período foram 36,6 mil atendimentos gerais, entre emergência e outros tipos de internações. A instituição possui habilitações de Alta Complexidade nas áreas de Neurologia/Neurocirurgia, Queimados e Trauma-ortopedia.

DECISÃO

Em 2012, O Hospital Getúlio Vargas, que realiza cerca de dez mil atendimentos na emergência e 800 cirurgias mensalmente, poderá ser o segundo hospital pernambucano a receber a ação S.O.S Emergências. “Outra decisão que nós tomamos nessa visita foi orientar o Hospital Getúlio Vargas a fazer o mesmo diagnóstico realizado no Hospital da Restauração para que possa ser incluído nesta ação”, afirmou o ministro da Saúde.

MELHORIAS

O hospital terá um Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar instalado de forma permanente, que atuará visando a melhoria da gestão e da qualidade assistencial. O trabalho do núcleo será acompanhado pelo Comitê Nacional de Acompanhamento do S.O.S Emergências, formado por representantes dos Hospitais de Excelência, Conselho Nacional dos Secretários de Saúde (CONASS), Conselho Nacional dos Secretários Municipais de Saúde (CONASEMS) e membros do Ministério da Saúde.

O projeto S.O.S Emergências deverá funcionar articulado com os demais serviços de urgência e emergência que compõem a Rede Saúde Toda Hora, coordenada pelo Ministério da Saúde e executada pelos gestores estaduais e municipais em todo o País. Esses serviços englobam o SAMU 192, UPAS 24 horas, Salas de Estabilização, serviços da Atenção Básica e Melhor em Casa.

INVESTIMENTOS

A unidade poderá, ainda, apresentar projetos para a criação de novos leitos de retaguarda e a qualificação (aquisição de novos equipamentos, por exemplo) para os leitos já existentes. São considerados leitos de retaguarda as enfermarias de leitos clínicos e as enfermarias de leitos de longa permanência, Unidades de Terapia Intensiva (UTI), Unidades Coronarianas e Unidades de Atenção ao Acidente Vascular Cerebral.

ESTADÃO.COM.BR

Anvisa define sistema para rastrear remédios

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) divulgou as novas diretrizes do sistema para rastrear remédios no País. O formato apresentado atende a todas as reivindicações da indústria. Em vez de um polêmico selo, produzido pela Casa da Moeda, o acompanhamento será feito com a adoção de um código dimensional nas embalagens.

O rastreamento permite acompanhar a trajetória do remédio. Considerado importante para evitar roubo e falsificação, essa antiga reivindicação da indústria teve sua tecnologia definida em outubro de 2010 pela Anvisa.

Criticado pelo setor produtivo, o sistema previa uma tecnologia mista, que associava o selo e um código bidimensional. Após cinco meses de embate, a Anvisa, atendendo ao governo, recuou. O uso do sistema foi suspenso até que um grupo de trabalho determinasse o formato ideal.

Com mais de seis meses de atraso, a Anvisa apresentou ontem as novas diretrizes. O documento informa que apenas embalagens secundárias ( caixas onde estão os comprimidos e a bula) devem conter mecanismos de segurança. Embalagens múltiplas, como as usadas em hospitais, terão uma sistema próprio, a ser definido.

Apesar do atraso, farmacêuticas comemoraram o novo formato. "Ele é muito efetivo e infinitamente mais barato", disse o vice-presidente executivo do Sindicato da Indústria de Produtos Farmacêuticos de São Paulo, Nelson Mussolini. Ele diz que algumas empresas já dispõem da tecnologia.

A lei criando o rastreamento, de 2009, fixava prazo de três anos para que indústrias colocassem em prática o sistema. Para o presidente executivo da Associação da Indústria Farmacêutica de Pesquisa, Antonio Britto, esse prazo deve ser reconsiderado.

FOLHA.COM

GE e Microsoft fazem aliança em software para área de saúde

General Electric e Microsoft estão formando uma joint-venture para desenvolver e vender softwares destinados a ajudar profissionais da saúde a armazenar, consultar e compartilhar informações sobre pacientes.

O negócio, cuja composição acionária será dividida meio a meio, ainda não teve o nome definido. A empresa empregará cerca de 700 pessoas e ficará perto da sede da Microsoft em Redmond (Washington), disseram nesta quinta-feira as companhias.

O objetivo é desenvolver softwares abertos que permitam a vários profissionais de saúde monitorarem um paciente. Por exemplo: o médico principal de um diabético poderá ver quando o paciente foi ao podologista testar o fluxo sanguíneo no pé.

"Parte do problema no setor de saúde é que há muitos médicos, há muita informação para reunir. Não há um único lugar para fazer isso", afirmou o executivo da divisão de saúde da GE Michael Simpson, que será o presidente-executivo da joint-venture, a qual começará as operações no ano que vem.

"Quando se fala em diminuir a curva de custos, não se fala em fazer grandes sistemas monolíticos, mas em unir sistemas e agregar informações para que as pessoas possam tomar melhores decisões", acrescentou.

As companhias, que não revelaram detalhes financeiros do negócio, estão incluindo os sistemas Amalga, Verence e Expresso, da Microsoft, e eHealth e Qualibria, da GE.

A GE, cujo principal negócio no setor de saúde é fabricar equipamentos de imagiologia médica, vem aumentando a presença em sistemas de computador para este segmento nos últimos anos.

O maior conglomerado dos Estados Unidos formou em 2009 uma joint-venture com a fabricante de chips Intel para desenvolver equipamentos que permitam aos médicos monitorar os pacientes remotamente.

AGÊNCIA BRASIL

Estado do Rio inaugura primeiro centro de diagnóstico por imagem

O governo do Rio de Janeiro inaugura hoje (8), no centro da capital fluminense, o Rio Imagem, primeiro centro de diagnósticos por imagem do estado. A unidade, que é uma das maiores de rede pública na América Latina, será aberta ao público na próxima segunda-feira (12), com a meta de fazer cerca de 22 mil atendimentos por mês.

O centro de diagnóstico conta com equipamentos de última geração para realização de exames de alta complexidade, como a tomografia computadorizada de 64 canais, capaz de rastrear obstruções mínimas nas artérias do coração.

O Rio Imagem terá uma ala voltada para a saúde da mulher. Nela, as pacientes terão acesso ao exame de ressonância de mama, indicado para detectar tumores. Para a subsecretária de Saúde, Ana Lúcia Neves, houve uma transformação no atendimento de pacientes que necessitavam de exames mais complexos.

“Agora, a gente está dobrando a capacidade para a realização de exames de ressonância magnética e aumentando muito a realização de exames de tomografia computadorizada. Então a gente transformou um setor que não tinha nada e que agora passa a ter.”

Segundo Ana Lúcia Neves, os pacientes vão receber os resultados dos exames em no máximo em cinco dias. A subsecretária adiantou que o município de Niterói, na região metropolitana, vai receber dentro de três anos o segundo centro de imagem do estado, o Rio Imagem 2.

A Secretaria Estadual de Saúde informou por meio de sua assessoria que os atendimentos vão ser feitos em regime de gestão compartilhada, ou seja, as prefeituras ficarão responsáveis pela marcação dos exames na central de atendimento do Rio Imagem. Para construir o centro e comprar os equipamentos, o governo do estado investiu cerca de R$ 33 milhões.

JORNAL DA TARDE

Sangue doado ganha etiqueta inteligente

Um novo sistema de identificação universal de bolsas de sangue será implementado no Sistema Único de Saúde (SUS). Até o final de 2012, o Ministério da Saúde pretende classificar as 4 milhões de bolsas de sangue coletadas anualmente em hemocentros públicos nacionais pelo padrão ISBT 128. Utilizado em grande parte da Europa, nos Estados Unidos e Japão, por exemplo, a classificação tornará mais segura as transfusões sanguíneas e padronizará a identificação do material biológico.

O padrão ISBT 128 é definido como “o RG (registro de identidade) da bolsa de sangue”, diz Silvano Wendel, presidente da International Society os Blood Transfusion (ISBT), entidade que desenvolveu a técnica. “É um processo de padronização e rastreabilidade da informação”, completa Wendel, que também é diretor médico do Banco de Sangue do Instituto de Hemoterapia do Hospital Sírio-Libanês.

Pelo novo sistema, todas as bolsas sanguíneas receberão uma etiqueta e um código de barras contendo informações sobre o material biológico, como país, data e local em que o sangue foi colhido, exames pelo qual o material foi submetido, validade, classificação e descrição do produto.

“A padronização eleva a segurança no processo de distribuição, descarte e transfusões”, afirma o médico Guilherme Genovez, à frente da Coordenadoria Nacional de Sangue e Hemoderivados do ministério. Segundo Genovez, os 14 hemocentros NAT no País, que conforme o [BOLD]JT[/BOLD] adiantou ontem farão a partir de março do ano que vem a testagem do sangue pelo teste de ácido nucleico (NAT) – capaz de diminuir o tempo da janela imunológica para detecção dos vírus HIV e da hepatite C – já utilizarão a nova etiquetagem. O teste NAT é uma das exigências cobradas pela ISBT para licenciar uma instituição.

Atualmente o Brasil utiliza dois principais sistemas de classificação de bolsas de sangue: o do Hemovida, sistema do governo, e o SBS. “Mas há também os sistemas ‘in house’ em que cada instituição define como identificar seu material”, diz Genovez. “O que gera uma ‘Torre de Babel’. Várias pessoas falando em línguas diferentes”, compara o membro da pasta da saúde.

Genovez afirma que o prazo de implementação – até o final de 2012 – foi “acelerado pela confirmação da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada 2016 no Brasil. “Receberemos muitos estrangeiros e não podemos correr riscos. Contamos com a possibilidade deles precisarem dos nossos bancos de sangue”, admite.

Custos

Apesar das exigências para licenciar o uso do padrão ISBT 128, Wendel explica que a ISBT não tem “caráter regulatório”. “Não iremos definir como os hemocentros brasileiros irão trabalhar.”

O ministério afirma que gastará R$ 0,01 por etiqueta. Além disso, há também uma taxa de adesão anual do padrão ISBT 128, que depende do volume coletado de sangue pelo hemocentro. O valor pode variar entre US$ 200 e 500.

“Acredito que o custo dá operação não é tão baixo e a implementação tão simples quanto o ministério prega”, afirma Dante Langhi, diretor da Associação Brasileira de Hematologia e Hemoterapia (ABHH)

AGÊNCIA BRASIL

Miguel Couto passa por avaliação e institui novos protocolos para diminuir tempo de permanência de pacientes

Uma série de mudanças para melhorar o atendimento médico em uma das principais unidades de atendimento de urgência na capital fluminense, o Hospital Municipal Miguel Couto, localizado no Leblon, começa a ser anunciada pela direção. Depois de um mês de avaliação por parte do programa SOS Emergências, do Ministério da Saúde, as medidas devem reduzir o tempo de permanência dos pacientes na unidade e melhorar a qualidade do atendimento.

Para isso, o Miguel Couto começa a implementar novos protocolos de atendimento, integrando áreas médicas desde a entrada do paciente no hospital. Por meio do programa, a direção solicitou ao ministério a compra de 50 itens, como aparelhos para monitorar funções vitais e camas mais confortáveis. No entanto, segundo a assessoria do SOS Emergências no Rio, a compra segue tramitação legal, passando ainda por licitação. Não há previsão exata de quando o material chegará.

De acordo com o diretor da unidade, Luiz Alexandre Effinger, os novos equipamentos são fundamentais para reduzir o tempo do paciente na emergência. Segundo ele, em muitos casos, o prolongamento das internações deve-se à demora na realização de exames simples, como o de sangue, e na emissão de resultados .

"Isso aumenta a superlotação porque os pacientes continuam entrando. Porém, aqueles doentes não conseguem ser tratados no tempo adequado e isso vai empacando. Com a melhoria da qualidade do atendimento hospitalar, esperamos uma redução do tempo de permanência e também uma redução de mortalidade", explicou o diretor do Miguel Couto. Neste ano, a unidade, que é referência em neurocirurgia e traumatologia, recebeu 11,2 mil pacientes entre janeiro e outubro.

Para colocar em prática os novos protocolos de atendimento que integram várias especialidades médicas e serviços assistenciais, Effinger acrescenta que os profissionais da unidade, de "excelente padrão técnico", estão sendo qualificados. "O paciente não será visto apenas pelo médico que prescreve o remédio. Terá uma equipe multidisciplinar. Isso já existia antes, mas não juntando todas as equipes, de forma mais organizada e com indicadores de eficiência", explicou.

Lançado em novembro, com prazo de um mês para apresentar um diagnóstico de 11 hospitais vinculados ao SOS Emergências, o programa investirá cerca de R$ 3 milhões nas unidades. No Rio, além do Miguel Couto, faz parte do programa o Hospital Estadual Albert Schweitzer, em Realengo, que fica na zona norte. Segundo a assessoria do ministério no Rio, essa unidade ainda está concluindo o diagnóstico e o plano de ação, por isso, prefere não se pronunciar.

SAÚDE WEB

Confira os 28 destaques do Referências da Saúde 2011

Hospitais, operadoras, clínicas de diagnóstico e home care foram homenageados durante lançamento do estudo Hospitais Referência

Neste dia 7 de dezembro ocorreu a cerimônia de lançamento do Referências da Saúde, novo estudo da IT Mídia, que retrata o grau de maturidade da gestão dos negócios entre as instituições prestadoras de serviços e fontes pagadoras - hospitais em geral, empresas de home care, medicina diagnóstica e operadoras. Durante festa, realizada no hotel Hyatt, em São Paulo, 26 instituições de saúde, entre 28 cases, foram homenageadas por suas práticas de gestão relacionadas a aspectos como marketing e vendas, pessoas, finanças, tecnologia (TI e médica) e governança corporativa.

A edição especial da revista FH, contemplando o resultado da pesquisa Referências da Saúde, trouxe temas como: profissionalização da gestão, investimento em tecnologia e padronização dos procedimentos.

Apesar de boas práticas terem sido ressaltados na publicação, o estudo apontou que cerca de 25% dos respondentes (entre 143 válidos) ainda não possuem nenhum tipo de acreditação e 20% estão em processo de adquirí-la. Outros 6% não conseguem manter uma boa ocupação de seus leitos, com índices máximos de 60% ante os 85% considerados ideais pelo mercado, e 25% investem apenas R$ 25 mil por ano em marketing.

Os homenageados pelo Referências da Saúde 2011 foram:

HOSPITAL

Biocor

Hospital tem gestão baseada em processos e planejamento, orientada para a melhoria contínua e inovação.

Casa de Saúde São José

Para ganhar destaque no Rio de Janeiro hospital expande sua atuação em maternidade e alta complexidade.

Day Horc Hospital de Olhos

Para garantir crescimento instituição investe em atendimento diferenciado e expansão.

HCor

Após investimentos de R$ 390 milhões, Hospital do Coração se prepara para crescer 20% em 2011.

Igesp

Instituição investiu R$100 milhões para se tornar referência para médicos, pacientes e operadoras.

Hospital 9 de julho

Entidade investe R$ 1,5 milhão em campanhas de posicionamento na alta complexidade.

Hospital Israelita Albert Einstein

Einstein aposta em tecnologia e sustentabilidade para manter credibilidade.

Hospital Luís Camargo da Fonseca e Silva

Entidade busca solução para controle de custos na utilização de tecnologias integradas.

Irmandade Nossa Senhora das Graças

Após revitalização, entidade dá continuidade ao planejamento estratégico e pretende expandir suas instalações.

Hospital Santa Catarina

Investimentos em consolidação de marca é parte da estratégia do hospital para se reposicionar no mercado.

Hospital e Maternidade Santa Joana

Hospital garante sustentabilidade financeira acompanhando indicadores e mantendo serviços dentro de casa.

Santa Casa de Maceió

Hospital prova que, mesmo com orçamento apertado, é possível manter a qualidade e adotar modernos sistemas de gestão.

Hospita Vera Cruz

Para manter competitividade no mercado, instituição aposta em gestão profissionalizada.

Cias Unimed Vitória

Instituição envolve médicos cooperados em sua gestão, para reduzir desperdício sem comprometer qualidade do atendimento.

OPERADORA

Seguros Unimed

Investimento em capital humano, revisão de processos e planejamentos dão fôlego e garantem crescimento da operadora.

SulAmerica Saúde

Para incentivar seus colaboradores, operadora foca benefícios bilaterais que agregam valor para todos os envolvidos no negócio.

Unimed Franca

Cooperativa conta com apoio de profissionais de mercado para solucionar conflitos e crescer com gestão profissionalizada.

Unimed Porto Alegre

Estratégia de aproximação da população faz com que cooperativa incentive cultura e esportes no Rio Grande do Sul.

Viva Planos

Para brigar no competitivo mercado da saúde suplementar, operadora tem como braço direito, a consultoria e auditoria internacional Baker Tilly.

MEDIDICINA DIAGNÓSTICA

Grupo infinita

Atual momento econômico vivido Brasil proporciona ao Grupo Infinita investimentos em estratégias agressivas para o mercado de medicina diagnóstica.

Medicina diagnóstica Albert Einstein

Para manter um índice de 100% de aprovação, Einstein realiza intercâmbios com centros de diagnósticos de outros países.

SalomãoZoppi

Laboratório paulista realinha operações, cria novas diretorias e estima crescer 40% em 2012.

CIAS Unimed Vitoria

Laboratório investe em tecnologia, qualificação e certificações para se diferenciar e ganhar mais mercado.

HOME CARE

Home Doctor

Há 16 anos no mercado, empresa de assistência domiciliar apresenta crescimento sólido e continuará investindo, principalmente, em tecnologia.

Ideal Care

Baseada na prerrogativa de que o home care é uma das tendências do setor, instituição investe em marketing, tecnologia e capacitação.

REVISTA HOSPITAIS BRASIL

TotalCor é o primeiro hospital brasileiro a integrar a Society of Thoracic

O TotalCor é o primeiro hospital internacional a integrar a base de dados da Society of Thoracic Surgeons (STS), renomada entidade internacional e fonte de consultas mundial para especialistas e médicos. Os resultados obtidos pelo hospital foram selecionados pela sua excelência e busca contínua por pesquisas e avanços na área da saúde.

Com a missão de aumentar a capacidade de pesquisa dos cirurgiões cardiotorácicos e proporcionar melhores atendimentos ao paciente por meio da educação e atualização contínua de informações, a STS é pioneira em avaliação da qualidade em medicina. Ligada à conceituada Duke University (Duke Clinical Research Institute), o banco de dados da STS compila dados de mais de mil centros que realizam cirurgia cardíaca, nos EUA e Canadá, com mais de quatro milhões de cirurgias reportadas, e divulga resultados como infecção, tempo de permanência, entre outros.

Ao incorporar esse banco de dados, o Hospital TotalCor reforça sua referência em atendimento médico-hospitalar. Com foco em Cardiologia, a instituição é Acreditada pela Joint Commission International (JCI). Possui corpo clínico altamente especializado e equipamentos de última geração, que auxiliam na descoberta e no tratamento das cardiopatias e mantêm busca contínua por pesquisas e avanços na área da saúde, para o bem estar de seus pacientes.

AGÊNCIA BRASIL

Lei que garante cirurgia plástica pelo SUS a mulheres agredidas vai à sanção de Dilma

Mulheres vítimas de violência poderão fazer, sem custos, cirurgia plástica para reparar seqüelas ou lesões causadas pela agressão. É o que prevê o projeto de lei que foi aprovado hoje (8) na Comissão de Direitos Humanos do Senado. Como foi aprovada em caráter terminativo, seguirá para sanção presidencial.

De acordo com a Agência Senado, as cirurgias serão de responsabilidade do Sistema Único de Saúde (SUS) em hospitais públicos ou conveniados. No momento em que receberem as mulheres vítimas de violência, hospitais e centros de saúde pública deverão informá-las sobre a possibilidade de acesso gratuito à cirurgia plástica reparadora. Para isso, será necessário apresentar o registro policial da agressão.

O responsável por hospital ou posto de saúde que não observar a regra poderá receber multa de dez vezes o valor do seu salário mensal, perder a função pública e ficar proibido de receber incentivos fiscais por quatro anos.

Segundo a senadora Lídice da Mata (PSB-BA), relatora do projeto, o direito à reparação de sequelas decorrentes de agressão já está garantido na Lei Orgânica da Saúde, mas precisava de lei específica porque, em geral, costuma ser ignorado pelos gestores públicos. Muitas unidades de saúde enxergam o procedimento como supérfluo por envolver questões de cunho estético, de acordo com a senadora.

PORTAL NACIONAL DOS CORRETORES DE SEGUROS

Especialistas se reúnem em Simpósio de Emergências Médicas

Priscila Pais

No próximo sábado, dia 10 de dezembro, a Sociedade de Terapia Intensiva do Estado do Rio de Janeiro (Sotierj) promoverá o Simpósio de Emergências Médicas, voltado para profissionais de saúde e acadêmicos. O evento acontecerá das 8h às 13h30, no Colégio Brasileiro de Cirurgiões (CBC).

De acordo com o presidente da Sotierj, Moyzes Damasceno, que também atua como chefe do Centro de Tratamento Intensivo (CTI) do Hospital de Clínicas de Niterói (HCN) cerca de 50% dos pacientes de Emergência são encaminhados para o CTI. "O lançamento deste evento se insere em um projeto maior de retomar o envolvimento de nossa Sociedade com as Unidades de Emergência de nosso Estado. Sabemos do quão frequente é a participação destas Unidades como porta de entrada dos pacientes que internam em nossas CTIs, sendo cada vez mais necessário que procuremos abordar estes pacientes da forma mais eficaz e no menor tempo possível", declarou Moyzes.

O evento contará com a participação de especialistas de diversas unidades de saúde do Rio, entre eles, o chefe da Emergência do Hospital Pró-cardíaco, o médico André Volschan.

"O atendimento de pacientes em unidades de emergência tem sido discutido em diversos fóruns nacionais e internacionais. A importância do tema se justifica pelo crescente volume dos atendimentos com uma consequente necessidade de se desenvolver modelos de estratificação de risco. Doenças de grande impacto epidemiológico como o Acidente Vascular Cerebral, a Sepse e a Síndrome Coronariana Aguda tem a sua "hora ouro", na enorme maioria das vezes, com paciente na Unidade de Emergência. Para que as ações diagnósticas e terapêuticas efetivas sejam adequadamente implementadas, é fundamental que tenhamos estrutura operacional e recurso humano treinado para este tipo de atendimento", ressaltou André.

A programação científica do simpósio será dividida em cinco grandes temas. São eles: Gestão e Qualidade Assistencial na Emergência, Abordagem do AVC Isquêmico na Fase Hiperaguda, Síndrome Coronariana Aguda sem Supradesnível de ST, Dengue: Atendimento nas Emergências, como Vencer o Desafio, e Abordagem Racional da Sepse nas Emergências do RJ.

REVISTA APÓLICE

Hospital Santa Isabel aumenta número de leitos

O Hospital Santa Isabel (HSI) vai aumentar o número de leitos em 58,5%, passando dos atuais 144 para 246 leitos. A ativação de todos os andares da nova Unidade Jaguaribe, inaugurada no ano passado, e a conclusão da reforma da Unidade Veridiana deve culminar com as comemorações dos 40 anos da instituição, em 2012.

Em janeiro de 2012, a Instituição irá inaugurar um prédio de 11 andares com 48 consultórios tipo office, que funcionarão de forma rotativa, ou seja, vários especialistas poderão utilizar um mesmo consultório ao longo do dia. O novo edifício estará ligado ao HSI - Unidade Jaguaribe. "O médico ou o paciente que precisar ir de um prédio ao outro poderá transitar como se estivesse em um mesmo ambiente", explica o diretor do Hospital Santa Isabel, Laércio Martins.

O HSI Jaguaribe inaugurou, esse mês, um andar com 9 novos leitos de UTI; um restaurante para atendimento ao público que utiliza o hospital, em uma parceria com a Rede Dona Deôla; e um posto avançado da Associação Paulista de Medicina - APM - para conveniência dos médicos que utilizam a unidade. Além do Centro de Diagnóstico completo com exames laboratoriais e de imagem, que funciona desde o ano passado, o Santa Isabel acaba de firmar parcerias com três laboratórios de anatomia patológica (Salomão & Zoopi, Diagnostika e Locus) e com três novas operadoras de saúde (Caixa Econômica Federal, Central Nacional da Unimed e um plano especial da Amil para atendimento à Magistratura).

PORTAL FATOR BRASIL

Casa de Saúde São José e Vaccini lançam Estratégia Cocoon para proteger recém-nascidos

A vacinação de profissionais da saúde visa a prevenção contra a coqueluche.

Conhecida popularmente como tosse comprida , a coqueluche é uma doença infecciosa que atinge o trato respiratório. Transmitida pela bactéria Bordetella Pertussis, ela acomete pessoas de todas as idades, mas os lactentes são os que mais sofrem desse mal. Enquanto adolescentes e adultos podem desenvolver a doença sem nem perceber, os bebês têm riscos de complicações - pulmonares e neurológicas - e enfrentam alto índice de letalidade. Para aumentar a proteção dos pequeninos, a Casa de Saúde São José e a Vaccini Clínica de Vacinação lançaram ontem, terça-feira, 6 de dezembro, a Estratégia Cocoon, campanha de imunização contra a coqueluche. A maternidade está sendo a primeira do Estado do Rio de Janeiro a implantar essa iniciativa de prevenção, cujo objetivo é vacinar todos os funcionários da maternidade, do berçário e da UTI Neonatal. O lançamento oficial foi realizado no auditório Leônidas Cortes, na Casa de Saúde São José.

Estratégia Cocoon-A vacinação de adultos que cuidam de recém-nascidos é essencial para prevenir a transmissão da Bordetella Pertussis. Pessoas não imunizadas se transformam em reservatórios da bactéria e acabam transmitindo-a sem saber. A Estratégia Cocoon significa criar uma verdadeira rede de proteção em torno da criança, garantindo sua saúde até que o seu próprio sistema imunológico esteja pronto para se defender da coqueluche. É importante lembrar que o bebê só fica completamente protegido quando toma as três doses da vacina Tríplice Bacteriana (que além da coqueluche, também protege contra difteria e tétano). Isso só acontece aos sete meses de vida.

A médica Isabella Ballalai, diretora da Vaccini Clínica de Vacinação, explica o sentido da expressão em inglês: Cocoon significa casulo . Por isso, a palavra é usada para nomear a estratégia mundial de conscientização e estímulo à proteção de bebês ainda sem defesa imunológica contra a coqueluche .

A coqueluche em números -Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) são registrados anualmente, em todo o mundo, 50 milhões de casos e 300 mil óbitos causados pela doença. É importante ressaltar que grande parte das mortes ocorre em bebês menores de dois meses de vida. Só para ter uma ideia, 80% dos casos de coqueluche registrados no Brasil, no ano de 2010, foram de crianças com menos de um ano. Em 2011, 100% dos óbitos na cidade de São Paulo ocorreram com menores de dois meses.

Estratégia Cocoon no mundo-Diante dos benefícios trazidos com a implantação da Estratégia Cocoon, vários países já adotam o esquema de vacinação de jovens e adultos contra a coqueluche para preservar a saúde dos lactentes. A França foi a primeira nação a fazer uso da estratégia e, hoje, Alemanha, Itália, Estados Unidos e Canadá são exemplos de países que adotam a mesma prática. A Costa Rica tem uma iniciativa de prevenção em que os pais do bebê são imunizados imediatamente no pós-parto.

Por que é importante vacinar os profissionais da saúde? Já vimos que é fundamental tecer um casulo de proteção ao redor do bebê, isso porque ele só fica protegido contra a tosse comprida ao completar sete meses. Mas de que adianta imunizar pais, irmãos e parentes próximos, se os responsáveis pelos primeiros cuidados com o pequenino não estiverem imunizados? Foi pensando nisso, que a Casa de Saúde São José formou uma parceria com a Vaccini Clínica de Vacinação para imunizar todos os profissionais que têm contato direto com recém-nascidos. "Coqueluche é a doença infecciosa, que pode ser prevenida, que mais contribui para a mortalidade infantil na América do Norte", destaca o diretor-médico da UTI Neonatal e Chefe do Berçário da Casa de Saúde São José, Luis Eduardo Miranda. Ele também ressalta que os meses quentes são os mais propícios para a transmissão da Bordetella Pertussis. Sendo assim, o lançamento da campanha Estratégia Cocoon, em dezembro, é bastante adequado.

AGENDA


- Recepção hospitalar para clínicas, consultórios e hospitais

Dia 9 de dezembro

Rua Augusto Stresser, 600, Alto da Glória - Curitiba - PR

(41) 3254-1772

www.fehospar.com.br

ana@fehospar.com.br

O Sindipar, Fehospar e Cebramed realizarão em Curitiba mais um curso de recepção médica para clínicas, consultórios e hospitais. Será no dia 9 de dezembro. As vagas são limitadas. Ha condições especiais para instituições associadas.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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