Leia
nesta edição:
- Três comissões debatem problemas dos planos de
saúde
- Câmara põe saúde
privada em debate
- Governo
investiga cobrança extra em consultas
- Secretaria
recomenda condenação de entidades
- Governo
proíbe médicos
de boicotar planos
- Entidades
de classe dizem que vão recorrer
- ANS: Profissionais
para atuação junto às
operadoras
- SP: Saúde transfere R$ 399,9 milhões
- De grão em grão
- Usuário SUS terá cartão válido
este ano
- ANS: Desconto
nos planos de saúde
- Prevenção
pode dar desconto em plano
- ANS: Consulta
pública
sobre descontos nos planos
- Ministro
destaca ações brasileiras no enfrentamento às
doenças crônicas e em prevenção
- Última
semana para se vacinar contra gripe
Terça-feira,
10.05.11
Agência Câmara de Notícias
Três comissões debatem problemas dos planos de
saúde
Em uma parceria
da comissão com a Agência Câmara,
os internautas já podem enviar perguntas aos convidados
para a audiência, pelo e-mail pergunte@camara.gov.br
Por Tiago
Miranda / Edição: Wilson Silveira
O debate
incluirá a necessidade de proteção
dos usuários.Os problemas do setor de planos de saúde
serão debatidos hoje em audiência pública
promovida por três comissões. O debate foi proposto
por 11 deputados e deverá tratar dos seguintes temas:
a queda no valor do ressarcimento dos planos de saúde
ao Sistema Único de Saúde (SUS) pelo atendimento
dos seus clientes na rede pública; o desgaste da relação
de trabalho entre os médicos e os planos de saúde;
a atuação da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) na fiscalização das operadoras;
e a necessidade de medidas protetivas aos consumidores de planos
coletivos, administrados por entidades de classe, associações
e outros.
A audiência será realizada pelas comissões
de Defesa do Consumidor; de Seguridade Social e Família;
e de Trabalho, Administração e Serviço Público.
Em uma parceria das comissões com a Agência Câmara,
os internautas já podem enviar antecipadamente perguntas
aos convidados pelo e-mail pergunte@camara.gov.br. Os questionamentos
serão feitos por intermédio dos deputados que participarão
do debate. A audiência será transmitida ao vivo
pela Agência Câmara.
Fiscalização
O deputado
Nelson Marquezelli (PTB-SP), um dos que propuseram o debate,
lembra
que a Comissão de Defesa do Consumidor
já analisa vários projetos de lei com o objetivo
de melhorar a qualidade dos serviços de saúde complementar.
Ele cita dados da ANS que apontam, somente nos três primeiros
meses deste ano, ações de fiscalização
em 187 planos de saúde em razão de problemas econômicos
ou financeiros e 75 liquidações extrajudiciais
de empresas do setor.
“Esses dados nos remetem à necessidade de avaliação
dos mecanismos de proteção que devem ser adotados
para resguardar os consumidores, sobretudo quando a contratação
de planos de saúde é feita por meio de entidades
de classe”, afirma Marquezelli.
Ele acredita
que a audiência contribuirá para esclarecer
as reclamações e críticas de pacientes e
discutir medidas preventivas. “Quem acaba pagando a conta
duas vezes é o paciente, com mau atendimento e preços
altos”, disse. Segundo ele, é necessário
questionar a margem de lucro das operadoras e ver se os médicos
estão realmente recebendo pouco.
Ressarcimento
O deputado
Dimas Ramalho (PPS-SP) apresentou dois requerimentos de debate
na área de planos de saúde. Ele quer
discutir a queda no valor pago pelos planos ao SUS, a título
de ressarcimento pelo atendimento de clientes na rede pública.
O deputado
cita levantamento publicado em janeiro pela Folha de S.Paulo,
segundo o qual
em 2009 o ressarcimento foi de apenas
R$ 5,62 milhões – “uma queda de 31,7% em relação
ao valor ressarcido em 2007, que já era extremamente baixo”.
Outro requerimento
de Ramalho, também aprovado pela comissão,
propõe um debate sobre a “deterioração” da
relação dos planos de saúde com os médicos.
Esse também é o assunto proposto pelo deputado
Eleuses Paiva (DEM-SP).
CPI
De acordo
com o deputado Sabino Castelo Branco (PTB-AM), que também propôs a audiência, o setor de planos
de saúde é uma “caixa preta” e precisa
ser investigado. Ele está recolhendo assinaturas para
propor uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI)
sobre o tema. “Queremos saber sobre a movimentação
financeira; por que as operadoras vendem planos e não
cumprem os contratos; por que não há investimento”,
questionou Castelo Branco.
O deputado
disse também que, atualmente, os planos contratam
apenas cooperativas de médicos que tiram a autonomia dos
profissionais para negociar diretamente preços de consultas
e reajuste nos contratos.
Sem atendimento
O presidente
da Comissão de Defesa do Consumidor, deputado
Roberto Santiago (PV-SP), lembrou que recentemente uma das grandes
operadoras deixou 143 mil pessoas sem atendimento e que os próprios
médicos reclamam dos valores repassados por essas empresas. "Em
determinados setores da saúde pública, o cidadão é mais
bem atendido do que nos planos”, disse Santiago.
Para o deputado, é preciso cobrar a responsabilidade
das empresas, “que não estão cumprindo o
seu papel social e descumprem o Código de Defesa do Consumidor”.
Segundo a
Associação Médica Brasileira
(AMB), os médicos atendem, em média, oito planos
ou seguros de saúde. A maioria paga entre R$ 25 e R$ 40
por consulta. “Esses valores mudam de região para
região e simbolizam a indiferença dos planos com
os profissionais que respondem pela saúde da população”,
afirmou o deputado Eleuses Paiva.
A assessoria
de imprensa da Federação Nacional
de Saúde Suplementar (FenaSaúde), entidade que
congrega 15 grupos de operadoras de planos de saúde, defende
as empresas. Segundo a entidade, o reajuste médio do valor
das consultas médicas praticado por afiliadas variou entre
83,33% e 116,30% de 2002 até 2010. Esses percentuais são
superiores à variação do Índice de
Preços ao Consumidor Ampliado (IPCA) no mesmo período,
que foi de 76,31%.
A ANS alega
que não pode atuar para estabelecer um piso
mínimo para os honorários médicos nas consultas.
Há pareceres do Conselho Administrativo de Defesa Econômica
(Cade), vinculado ao Ministério da Justiça, e da
Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) do Ministério
da Fazenda contra projetos de lei que tratem desse tabelamento.
Convidados
Foram convidados para o debate:
- o presidente
da Associação Médica Brasileira
(AMB), José Luiz do Amaral;
- o presidente
da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), Maurício Ceschin;
- a supervisora
Institucional da Associação Brasileira
de Defesa do Consumidor (Proteste), Polyanna Carlos da Silva;
- o diretor-executivo
da Federação Nacional de
Saúde Suplementar (Fenasaúde), José Cechin;
e
- o diretor
do Departamento de Proteção e Defesa
Econômica do Ministério da Justiça, Diogo
Thomson de Andrade.
A audiência será realizada às 14h30 no plenário
7.
*Matéria
atualizada em 10/05.
Seguros dia-a-dia
Câmara põe saúde
privada em debate
A Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara dos
Deputados promove, hoje, audiência pública para
discutir os planos de saúde. Para o presidente da comissão,
Roberto Santiago (PV-SP), é preciso cobrar a responsabilidade
das operadoras “que não estão cumprindo o
seu papel social e descumprem o Código de Defesa do Consumidor”.
A audiência é para saber o que os dirigentes de
planos de saúde estão fazendo para melhorar o atendimento,
e também quais serão as ações da
Câmara após o debate.
O Globo
Governo
investiga cobrança extra em consultas
Por Martha Beck
SDE abre
processo administrativo contra entidades médicas
A Secretaria
de Direito Econômico (SDE) do Ministério
da Justiça aplicou ontem um conjunto de medidas para preservar
a concorrência no setor de planos de saúde e evitar
danos aos usuários. A iniciativa foi tomada devido a problemas
detectados no relacionamento entre operadoras, médicos
e consumidores. Segundo o secretário de Direito Econômico,
Vinícius de Carvalho, um dos mais graves seria a cobrança,
por parte de profissionais, de valores adicionais nas consultas.
- O consumidor
acaba pagando pelo serviço duas vezes.
Ele gasta com o plano de saúde e com o médico -
afirmou.
A SDE instaurou
um processo administrativo contra o Conselho Federal de Medicina
(CFM), a Associação Médica
Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos
(Fenam) por infração à ordem econômica.
Além de investigar supostas cobranças extras nas
consultas, a secretaria diz que vai apurar como essas entidades
atuaram num boicote às operadoras em função
do valor de honorários.
A secretaria
também implantou uma série de exigências.
As três entidades não poderão instaurar sindicâncias
ou processos administrativos contra médicos que não
acompanharem suas decisões sobre honorários ou
rescisões contratuais. Além disso, esses profissionais
não poderão ser coagidos a participar de negociações
coletivas, e as entidades estão proibidas de coordenar
qualquer paralisação coletiva de atendimento, de
promover descredenciamento em massa ou endossar a cobrança
de valores adicionais. A punição, em caso de descumprimento, é uma
multa diária de R$50 mil.
A SDE recomendou
ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica
(Cade) a condenação do CFM, da AMB e da Fenam por
prática contra a concorrência. Carvalho explicou
que, desde 2004, é investigada a aplicação
de uma tabela com valores de procedimentos, que vinha sendo usada
pela classe médica na negociação com os
planos.
- Esse tipo
de tabela tem efeitos anticompetitivos. Se ela tivesse apenas
uma classificação dos procedimentos, mostrando
que um mais complexo deve ser "x" vezes mais caro que
outro, não haveria problema. Mas ela traz valores. Além
disso, é usada de tal forma que os planos são pressionados
a aderir sob o risco de sofrerem descredenciamento coletivo -
explicou Carvalho.
O secretário reconheceu que a classe médica enfrenta
problemas ao negociar honorários com os planos de saúde,
mas explicou que esse processo não pode prejudicar os
consumidores:
- Os médicos precisam ter condições de
prestar um atendimento de qualidade, mas temos que tentar encontrar
um equilíbrio, e uma tabela de preços não é o
melhor caminho.
A SDE solicitou
que as operadoras Amil, Golden Cross e Fundação
Assistencial dos Servidores do Ministério da Fazenda (Assefaz)
prestem esclarecimentos sobre denúncias de cobranças
indevidas e de descredenciamento de profissionais. Elas têm
um prazo de dez dias.
Amil e Golden
Cross informaram ontem que não foram notificadas
pela SDE e, por isso, não poderiam se pronunciar. Já a
Assefaz informou que a abertura do processo contra as entidades
médicas foi coerente e negou qualquer violação
dos direitos dos consumidores.
O presidente
da Fenam, Cid Carvalhaes, disse, por meio do blog da federação, que o governo está defendendo
os interesses das operadoras de planos e, por isso, a entidade "acionará a
Justiça contra medidas arbitrárias e ilegais (...)".
O CFM também informou que tomará medidas jurídicas.
A AMB divulgou que só se pronunciará depois de
notificada pela SDE.
InfoMoney
Secretaria
recomenda condenação de entidades
O Conselho
Federal de Medicina, a Associação Médica
Brasileira e a Federação Nacional dos Médicos
podem ser condenados pelo Cade (Conselho Administrativo de Defesa
Econômica) por influenciarem a categoria médica
na adoção da CBHPM (Classificação
Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos).
De acordo
com a SDE (Secretaria de Direito Econômico)
do Ministério da Justiça, que encaminhou ao Cade
nota técnica recomendando a condenação,
a imposição de uma tabela padronizada desencadeou
um movimento nacional de paralisações e descredenciamentos
em massa, no sentido de forçar o reajuste de honorários
médicos.
O ministério ainda editou norma proibindo o uso da tabela
a partir de ontem. As entidades têm cinco dias para recorrer.
Proteger o consumidor
Ainda no
sentido de proteger a concorrência e os direitos
do consumidor no setor de saúde suplementar, a Secretaria
instaurou um novo processo administrativo para apurar a atuação
das entidades citadas na determinação recente de
boicote coletivo aos planos e na fixação da cobrança
de valor adicional para atendimento a pacientes de planos de
saúde com os quais os médicos já possuem
convênio.
Sobre a cobrança do adicional, a medida editada pelo
ministério também proíbe a prática.
Um caso do
tipo teria ocorrido em Brasília, em meados
de abril, quando uma resolução do CRM (Conselho
Regional de Medicina) do Distrito Federal alterou a forma de
pagamento dos honorários médicos pelos planos,
autorizando os prestadores de serviço da região
a cobrarem uma taxa dos clientes, no caso de as operadoras descumprirem
as normas definidas pelo Conselho.
Por fim,
por meio do DPDC (Departamento de Proteção
e Defesa do Consumidor), a SDE instaurou averiguações
preliminares contra os planos Amil, Assefaz e Golden Cross para
apurar possíveis violações aos direitos
dos consumidores.
Segundo o
Ministério da Justiça, as empresas foram
notificadas a prestar esclarecimentos aos pacientes e eventuais
cobranças indevidas.
Outro lado
Em nota,
a Assefaz negou qualquer violação aos
direitos dos consumidores e disse que vai responder à notificação,
colocando-se à disposição para prestar os
esclarecimentos necessários. A associação
afirma ainda que a SDE "demonstrou coerência, ao recomendar
a condenação do Conselho Federal de Medicina, Associação
Médica Brasileira e Federação Nacional dos
Médicos".
A Golden
Cross, por sua vez, informou não ter sido ainda
notificada pelo Departamento de Proteção e Defesa
do Consumidor, "razão pela qual não tem condições,
neste momento, de se manifestar". A operadora afirma também
que seus clientes estão sendo atendidos normalmente.
Já a Amil, que também foi procurada, não
se pronunciou até o fechamento desta matéria.
Folha
de São
Paulo
Governo
proíbe médicos
de boicotar planos
Por Lorenna Rodrigues
Medida publicada
ontem também impede cobranças
adicionais para consultas já cobertas pelas operadoras
Decisão passa a valer imediatamente, mas cabe recurso;
para secretaria, paralisações prejudicam consumidor
A SDE (Secretaria
de Direito Econômico) do Ministério
da Justiça proibiu médicos de paralisarem o atendimento
a usuários de plano de saúde, como ocorreu no dia
7 de abril.
A secretaria
encaminhou ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) nota técnica recomendando a condenação
do Conselho Federal de Medicina, da Associação
Médica Brasileira e da Federação Nacional
dos Médicos por influenciarem os profissionais a adotar
uma tabela de preços, o que, segundo a SDE, desencadeou
um movimento nacional de paralisações e descredenciamentos
em massa para forçar o reajuste de honorários.
A SDE instaurou
processo contra as três entidades e adotou
medida preventiva que, além de proibir imediatamente o
boicote a planos de saúde, determina que as associações
coíbam os profissionais de cobrarem a mais no atendimento
a usuários de planos. A medida proíbe ainda essas
entidades de coordenarem movimentos de descredenciamento em massa
dos médicos.
Se descumprirem
a determinação, as associações
podem pagar multa diária de R$ 50 mil.
Planos
A SDE instaurou
processos contra os planos Amil, Assefaz e Golden Cross para
apurar violações aos direitos dos consumidores.
As empresas terão dez dias para prestar esclarecimentos
sobre a interrupção do atendimento a pacientes
e cobranças indevidas.
Boicote
No dia 7
de abril, médicos realizaram um protesto pelos
valores que recebem dos planos de saúde. Eles reivindicam
reajuste e que ele passe a ser anual. Também reclamam
da interferência dos convênios, que, segundo eles,
limitam o número de consultas e de exames por pacientes.
Na ocasião, eles não
atenderam pacientes dos planos, exceto casos urgentes e cirurgias.
Segundo a
Orizon, empresa que gerencia o sistema que autoriza os procedimentos
de 170 empresas de convênio, o número
de consultas caiu 36% na manhã do dia 7 de abril, em relação
a outras quintas-feiras. Em São Paulo, a redução
foi menor, de 29%; já a Bahia teve a maior redução:
73%.
A FenaSaúde (Federação Nacional de Saúde
Suplementar), que congrega 15 grupos de operadoras, afirma que
o reajuste dos médicos entre 2002 e 2010 chegou a 116,30%
e que há aumento anual. Já as entidades médicas
dizem que o reajuste das consultas entre 2003 e 2009 foi de 44%.
A federação informou na ocasião do protesto
que não observou comportamento fora da anormalidade. A
ANS (Agência Nacional de Saúde) diz que recebeu
uma só reclamação por falta de atendimento
médico.
Folha
de São
Paulo
Entidades
de classe dizem que vão recorrer
Por Lorenna Rodrigues
As entidades
citadas pela SDE (Secretaria de Direito Econômico)
disseram que vão recorrer da decisão publicada
ontem pelo órgão.
O presidente
da Federação Nacional dos Médicos,
Cid Carvalhaes, classificou a medida de "antidemocrática,
autoritária e inconstitucional" e acusou a secretaria
de defender os interesses dos planos de saúde.
"A Constituição obriga um sindicato a defender
seus representantes, o que diz respeito também à condições
de remuneração", afirmou Carvalhaes.
"Nosso jurídico já foi acionado para adotar
as medidas pertinentes para anular uma decisão absurda
dessa natureza."
O CFM (Conselho
Federal de Medicina) também afirmou que
acionou imediatamente sua assessoria jurídica para avaliar
os argumentos apresentados e tomar as medidas cabíveis.
A AMB (Associação Médica Brasileira) informou
que não foi notificada e só vai se pronunciar após
analisar a decisão do governo.
A Amil alegou
não ter recebido a notificação
sobre a decisão da secretaria de abrir um processo de
investigação contra ela, a Golden Cross e a Assefaz.
A operadora
de plano de saúde não quis comentar
a decisão da SDE.
A Golden
Cross informou também não ter sido notificada.
No entanto, a operadora ressaltou que todos seus clientes estão
sendo atendidos normalmente.
A Assefaz
negou qualquer violação aos direitos
do consumidor e informou que está à disposição
da SDE para prestar esclarecimentos que o órgão
cobra no prazo de dez dias.
ANS
ANS:
Profissionais para atuação junto às
operadoras
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) está iniciando
a formação de um banco de profissionais que poderão
ser chamados para atuar junto às operadoras de planos
de saúde nos casos de instauração de regime
especial de Direção Técnica.
O regime
especial de Direção Técnica é instaurado
quando a ANS detecta anormalidades administrativas ou assistenciais
graves em uma operadora de plano de saúde, que coloquem
em risco a continuidade e a qualidade da assistência prestada
a seus beneficiários.
O Diretor
Técnico é o agente público nomeado
pela Agência para atuar dentro da operadora e acompanhar
a rotina da empresa. Após análise da situação
real, ele poderá orientá-la a adotar medidas para
solucionar os problemas ou poderá constatar a impossibilidade
da permanência dela no mercado por incapacidade de atendimento às
exigências previstas na Lei nº 9.656/98 do ponto de
vista administrativo e assistencial.
Perfil
do potencial Diretor Técnico
Para exercer
a competência prevista em Lei de instauração
e acompanhamento do regime especial de Direção
Técnica, a ANS precisa organizar um banco de profissionais
capacitados para desempenhar tal função nas diversas
regiões do país, de acordo com as necessidades
da Agência.
Confira o
perfil que deve ter o potencial Diretor Técnico:
1. Formação: Nível
superior completo
2. Experiência: Imprescindível - ter trabalhado
no setor de saúde
Desejável – ter experiência em gestão;
ou planejamento; ou saúde suplementar e regulação
em saúde
3. Habilidades:
Capacidade de negociação, de administrar
conflitos, de resolver problemas e cumprir metas
4. Conhecimentos
desejáveis: gestão de planos
e serviços de saúde, legislação do
setor suplementar de saúde, planejamento em saúde,
auditoria em saúde, gestão de rede de serviços
em saúde, sistemas de saúde e conceitos básicos
de epidemiologia.
A seleção dos profissionais para o banco de diretores
técnicos será feita mediante a seleção
de currículo, entrevista e curso de capacitação
organizado pela ANS. Esses profissionais poderão ser chamados
quando houver necessidade de instauração do regime
especial de Direção Técnica em uma ou mais
operadoras de planos de saúde.
Os interessados
deverão encaminhar currículo destacando
sua formação, as habilidades e conhecimentos relacionados
acima para o endereço: gedit.dipro@ans.gov.brEste endereço
de e-mail está protegido contra spambots. Você deve
habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Atenção!
(1) O candidato
não poderá ter vínculo
com qualquer operadora de plano de saúde no momento da
designação e durante a Direção Técnica;
(2) A designação de um diretor técnico
não configura concurso público e não gera
vínculo empregatício com a Agência Nacional
de Saúde Suplementar ou com a operadora que está sob
o regime especial;
(3) O trabalho
realizado pelo Diretor Técnico é função
pública de caráter eventual.
Mais detalhes
sobre o regime especial de Direção
Técnica e o papel do diretor técnico poderão
ser obtidos na legislação:
Lei 9.656/1998
- Dispõe sobre os planos e seguros privados
de assistência à saúde. (atualizada MP 2177-44)
Lei 9.961/2000
- Criou a Agência Nacional de Saúde
Suplementar - ANS e definiu a sua finalidade, estrutura, atribuições,
sua receita, a vinculação ao Ministério
da Saúde e a sua natureza
Resolução Normativa 52/2003 - Dispõe sobre
os Regimes Especiais de Direção Fiscal e de Direção
Técnica das Operadoras de Planos de Assistência à Saúde
e das Seguradoras Especializadas em Saúde.
Resolução Normativa 109/2005 - Dispõe sobre
a remuneração de profissionais designados para
exercer o encargo de diretor-fiscal, de diretor-técnico
e de liquidante, a acumulação simultânea
dessas funções, o adiantamento de recursos financeiros
para atender despesas com a execução dos regimes
especiais, inclusive liquidação extrajudicial e
judicial, e o ressarcimento da ANS pelas referidas despesas.
Saúde
Business Web
SP:
Saúde transfere R$ 399,9 milhões
O repasse
foi feito no período de 27 de abril a 4 de
maio pelo Fundo Nacional de Saúde aos fundos municipais
de 640 cidades
O Estado
de São Paulo recebeu R$ 399,9 milhões
do Ministério da Saúde entre os dias 27 de abril
e 4 de maio. O valor foi repassado pelos blocos da Média
e Alta Complexidade Ambulatorial e Hospitalar (MAC), no valor
de R$ 398,67 milhões; Investimento, R$ 1,23 milhão;
e Atenção Básica, R$ 33,4 mil. Segundo informou
o Ministério, das 645 cidades paulistas, 640 foram beneficiadas
pelos repasses do Fundo Nacional de Saúde (FNS).
O bloco da
Atenção Básica foi pago às
cidades de Araraquara (R$ 16.800), Bragança Paulista (R$
12.684) e Avanhandava (R$ 4 mil) para programas como Saúde
da Família, Saúde Bucal e Agentes Comunitários.
Para a capital São Paulo, o repasse foi de R$ 233,7 milhões,
sendo todo o volume do bloco MAC . Desse total, R$ 185,6 milhões
para o Fundo Estadual de Saúde e R$ 48,1 milhões
para o Fundo Municipal.
O bloco Investimento
contemplou 11 cidades. O município
de Avaré recebeu R$ 212,8 mil para a aquisição
de materiais e mobiliário e de equipamentos de tecnologia à rede
do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência
(SAMU). O mesmo valor e destinação aos municípios
de Barretos e Jaú. As cidades de Franca e Sorocaba foram
beneficiadas com investimentos na Rede SAMU, com R$ 274,7 mil
e R$ 29,1 mil, respectivamente.
O município de Caraguatatuba recebeu R$ 187,1 mil para
estrutura de unidade de atenção especializada em
Saúde. Cândido Rodrigues, Guarantã, Monte
Mor, Nova Europa e Sarutaiá receberam cada R$ 20 mil,
correspondente à primeira parcela dos recursos para implantação
de Unidades Básicas de Saúde (UBS). Cada município
irá receber R$ 200 mil, no total.
Depois da
capital, as cidades com maior volume de repasse foram Campinas
(R$ 12,3
milhões) e São Bernardo do Campo
(R$ 10 milhões), ambas pelo MAC. Em seguida, as cidades
de Sorocaba, R$ 6,4 milhões; Guarulhos, R$ 5,5 milhões;
São José dos Campos; R$ 5,3 milhões; Piracicaba;
R$ 4,9 milhões; Jundiaí, R$ 4,5 milhões
e São André, R$ 3,7 milhões.
Bloco de
Atenção Básica: tem como finalidade
o financiamento de ações básicas de saúde
e de programas como Saúde da Família, Agentes Comunitários
de Saúde, Saúde Bucal, entre outros.
Bloco de
Atenção de Média e Alta Complexidade
Ambulatorial e Hospitalar (MAC): é destinado ao custeio
de procedimentos de alta e média complexidade, como transplantes,
quimioterapia, terapia renal substitutiva, entre outros. Os recursos
deste bloco também financiam os hospitais de pequeno porte;
centros de especialidades odontológicas; laboratórios
de prótese dentária; programa SAMU 192; Programa
de Incentivo de Assistência à População
Indígena; e ações desenvolvidas pelo Centro
de Referência do Trabalhador.
Bloco de
Investimento: seus recursos são destinados à construção
de Unidades Básica de Saúde (UBS), Unidades de
Pronto Atendimento (UPA) e Salas de Estabilização
(UPA/SE). O bloco também financia a aquisição
de equipamento e material permanente para o Programa de Atenção
Básica de Saúde, Assistência Ambulatorial
e Hospitalar Especializada e da Segurança transfusional
e qualidade do sangue e hemoderivados.
O
Estado de São
Paulo
De
grão em grão
Por Antonio
Penteado Mendonça
Estamos distantes
do padrão de excelência ideal,
mas entre as principais aspirações da maioria da
população brasileira está a aquisição
de um plano de saúde privado
Se o Brasil
tem um nó difícil de desmanchar, sendo
mantidas as regras atuais, ele se chama planos de saúde
privados. Não que não existam outros; existem,
e não são poucos. Nossas leis são um cipoal,
nossa Justiça volta e meia tarda mais do que o necessário
e não há nada que indique que isso vá mudar.
Então, cautela e caldo de galinha são ferramentas
importantes para permitir andar pra frente, dentro da principal
regra do jogo democrático, que é o respeito à lei.
Quem lê este artigo e compara com outros que escrevi no
passado vê uma mudança de tom no trato com a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que é quem
tem a função legal de regular o setor de planos
de saúde privados. Aliás, a moderação
nas críticas vem crescendo ao longo do tempo, em função,
antes de tudo, da profissionalização e da despolitização
das ações da agência.
Durante muito
tempo, o tema foi tratado por ela dentro de um viés político e ideológico incompatível
com a lei e com a realidade nacional. Isso está mudando
e a mudança tem feito bem para todos, mas, principalmente,
para quem paga a festa, que é o consumidor dos planos
de saúde privados.
Ainda estamos
distantes do padrão de excelência
ideal para a sociedade brasileira. Mas os avanços recentes
e a realidade da saúde pública fazem com que ter
plano de saúde privado esteja sempre entre as principais
aspirações da maioria da população.
A razão é simples: o SUS não atende à sociedade
com a exuberância prevista pela Constituição
Federal. Como suas verbas são insuficientes e o governo,
em seus três níveis, não parece disposto
a colocar mais dinheiro para melhorar o atendimento, os planos
privados se transformam, muito justamente, no sonho de consumo
dos brasileiros, que encontram neles o suporte necessário
para garantir-lhes atendimento melhor do que o da rede pública.
A verdade é que o cobertor nacional é curto para
fazer frente à totalidade dos gastos. O Brasil não
tem R$ 150 bilhões por ano para serem investidos em saúde.
E perto de 60% desse total é gerado pelos planos de saúde
privados, que atendem algo ao redor de 50 milhões de pessoas.
O último movimento da ANS são as novas regras
para mudança de plano sem necessidade de cumprir novas
carências. Elas podem ser consideradas um avanço,
ainda que, na prática, dificilmente gerem movimentos expressivos,
levando um grande número de segurados de um plano para
outro.
Em função das limitações impostas
pela Lei dos Planos de Saúde e pela legalidade das regras
dos contratos anteriores a ela, as novas regras são aplicáveis
apenas aos contratos em vigor a partir de janeiro de 1999.
A portabilidade
das carências na mudança de operadora
existe desde 2009. Apesar disso, até agora foi pouco usada.
O dado novo, e mais importante, é que o benefício
foi estendido para os planos coletivos por adesão.
Isso quer
dizer que a partir de 27 julho, quando a regra passa a valer,
o universo
contemplado aumenta, permitindo que titulares
de planos individuais migrem para outros planos da mesma natureza,
ou para planos coletivos por adesão, e que os titulares
desses planos migrem para outros planos coletivos por adesão,
ou planos individuais, sem necessidade de cumprir novas carências.
Ficam de
fora da regra os planos empresariais e os planos individuais
anteriores à Lei dos Planos de Saúde. Daí o
benefício não se aplicar aos contratos anteriores
a 1999.
A restrição à migração de
titulares de planos empresariais é lógica. Um plano
coletivo empresarial leva em conta o universo de funcionários
e seus dependentes de uma determinada empresa. É com base
nessas informações que o plano é formatado,
inclusive no que diz respeito a garantias e carências,
além, evidentemente, do preço.
Mas, ainda
que as novas regras não permitam, elas também
não vedam a negociação entre titulares de
planos antigos e as operadoras para que estes possam mudar de
plano sem necessidade de cumprirem novas carências. Ou
seja, a concorrência pode levar a negociações
inéditas, interessantes para todos os envolvidos.
Agência
Brasil
Usuário SUS terá cartão válido
este ano
Meta é implantar o registro eletrônico de saúde
em todos os municípios brasileiros até 2014
O Ministério da Saúde começa a implantar
uma base nacional de dados que permitirá a identificação
dos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS),
por meio de um número único, válido em todo
o país. O sistema será composto pelo Cartão
Nacional de Saúde, pelo Cadastro Nacional de Usuários
do SUS e pelo Portal de Saúde do Cidadão, que deverá ser
lançado no segundo semestre deste ano.
Com o formato
de um cartão de crédito, o novo
Cartão Nacional de Saúde trará uma etiqueta
com dados pessoais do usuário e o número fornecido
pelo Ministério da Saúde. As secretarias estaduais
e municipais de Saúde que já têm algum tipo
de sistema integrado de registro de dados de saúde terão
o prazo de um ano para emitir e distribuir os cartões.
A meta é implantar o registro eletrônico de saúde
em todos os municípios brasileiros até 2014. Ao
todo, deverão ser emitidos 200 milhões de cartões.
Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional,
o secretário de Gestão Estratégica e Participativa
do Ministério da Saúde, Odorico Monteiro, afirmou
que "todos os brasileiros terão o cartão,
mesmo aqueles que possuem plano de saúde".
Além de identificar os usuários do SUS, o cartão
servirá de base para que o próprio cidadão
acompanhe seu histórico de consultas médicas, verificar
a participação em campanhas de vacinação,
se fez exames ou cirurgias. "Onde o cidadão estiver,
as informações estarão à disposição
dele", completou Monteiro.
O Portal
de Saúde do Cidadão, em uma área
restrita ao usuário, permitirá acesso aos dados
cadastrais, atendimentos por meio do SUS e informações
sobre a rede pública de serviços de saúde.
O portal terá também uma área de acesso
público, com informações em saúde,
campanhas e notícias sobre o SUS.
As pessoas
que não tiverem o Cartão Nacional de
Saúde não serão impedidas de receber atendimento
em qualquer estabelecimento público de saúde.
ANS
ANS:
Desconto nos planos de saúde
A criação de incentivos para a participação
dos beneficiários de planos de saúde em programas
de envelhecimento ativo e promoção da saúde,
bem como a prevenção de riscos e doenças
será tema da próxima consulta pública da
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que
estará disponível no período entre 16/5
e 14/6/2011.
A implementação de políticas públicas
e regulatórias para os idosos é uma necessidade
apontada pela mudança na estrutura etária da população
brasileira. O setor de saúde suplementar, portanto, também
se depara com o desafio de reorganizar um modelo de assistência
voltado para o cuidado integrado das condições
crônicas e melhoria da saúde, neste momento de acelerado
envelhecimento populacional.
A ANS busca,
assim, normatizar a criação de mecanismos
com o intuito de incentivar os beneficiários a participar
no cuidado de sua saúde, e as operadoras a mudar sua forma
de organização em busca de um modelo de prevenção
de doenças. Ao contrário da simples produção
de procedimentos.
A proposta
de Resolução Normativa prevê:
• Viabilizar a possibilidade de desconto para os beneficiários
que participarem de programas de promoção do envelhecimento
ativo.
• Viabilizar a possibilidade de premiação
para os beneficiários que participarem de programas voltados
para a promoção da saúde e prevenção
dos riscos e doenças.
• Estimular o envolvimento dos gestores das operadoras
de planos de saúde com os desafios e oportunidades resultantes
do processo de envelhecimento da população brasileira.
Confira os
arquivos referentes à Consulta Pública
nº 42 através do link:
http://www.ans.gov.br/index.php/participacao-da-sociedade/consultas-publicas
O Estado de São Paulo
Prevenção
pode dar desconto em plano
Por Clarissa
Thomé,
colaboraram Renato Andrade e Ligia Formenti
ANS lança consulta pública para discutir programas
de prevenção; Ministério da Justiça
proíbe cobrança extra de clientes de planos
Planos de
saúde poderão conceder até 30%
de desconto na mensalidade e bonificações para
clientes que aderirem a programas de envelhecimento saudável
e prevenção de doenças. Esses incentivos
serão discutidos na consulta pública que a Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre de 16 de maio
a 14 de junho.
De acordo
com a gerente-geral de regulação assistencial,
Marta Oliveira, nos últimos cinco anos a agência
vinha cobrando dos planos programas de prevenção
de doenças. "Os planos achavam que não eram
responsáveis pelo cuidado com o beneficiário. Mas
a gente vem dizendo que é o plano quem sabe que aquela
pessoa chegou aos 40 e não fez determinado exame."
Ela explica
que a agência quer evitar o "mau uso" desses
incentivos. O desconto tem de ser linear para o produto oferecido
- não pode haver diferenças entre faixas etárias.
A operadora não pode atrelar o benefício a resultados,
como redução de peso. "O incentivo é para
aquele que aderir ao programa. Não se pode exigir que
a pessoa tenha determinado resultado de saúde porque outros
fatores interferem, como a genética", explica.
Cada operadora
deve montar seu programa. O desconto valerá para
aqueles que fizerem parte do programa de acompanhamento do envelhecimento.
A bonificação - gratuidade no plano dentário
ou no resgate aéreo, por exemplo - vale para quem aderir
a programas de prevenção de doenças. "É uma
forma de as operadoras concorrerem pautadas não só no
preço do produto, mas também na qualidade",
diz Marta. Depois de consolidadas as sugestões, o tema
volta a ser discutido por uma câmara técnica. A
norma deve levar entre dois e três meses para ser aprovada.
Sem "por fora". Médicos em todo o País
estão proibidos de cobrar dos clientes de planos "por
fora", ou seja, um valor adicional pela consulta. A decisão
faz parte de uma série de medidas adotadas pela Secretaria
de Direito Econômico (SDE) do Ministério da Justiça.
De acordo
com a SDE, conselhos regionais de medicina baixaram resoluções fixando valores mínimos a serem
cobrados em cada consulta, que variaram de R$ 60 a R$ 85. Como
o valor é maior que o repasse que os planos fazem aos
médicos, alguns profissionais têm exigido o pagamento "por
fora".
A SDE também proibiu três entidades médicas
de participar de boicotes coletivos dos planos - como aconteceu
no mês passado, quando os médicos pararam de atender
usuários de planos por não concordarem com os valores
pagos. A proibição é dirigida à Associação
Médica Brasileira, ao Conselho Federal de Medicina e à Federação
Nacional de Médicos. As entidades também estão
proibidas de fixar ou divulgar valores de consultas. Se as medidas
não forem atendidas, as entidades poderão pagar
multa diária de R$ 50 mil. Elas têm cinco dias para
recorrer.
A SDE também encaminhou ao Conselho Administrativo de
Defesa Econômica (Cade) uma nota técnica recomendando
a condenação das três entidades por influenciar
profissionais de saúde a adotar uma tabela com preços
mínimos para procedimentos, conhecida como Classificação
Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos.
Os planos
de saúde Amil, Assefaz e Golden Cross serão
investigados pela SDE do Ministério da Justiça
pela falta de médicos para atender os usuários.
AS MEDIDAS
"Por fora" proibido
A SDE abriu
processo para apurar a participação
de entidades médicas no boicote coletivo aos planos de
saúde e a fixação de cobrança de
taxa extra para atendimento.
Sem tabela nacional
A SDE é contra um preço mínimo nacional
para os procedimentos. A Secretaria defende a hierarquização
dos serviços, mas sem valor fixo.
Falta
de médicos
A SDE investiga
três planos para apurar falta de médicos
e cobranças indevidas.
Saúde
Business Web
ANS:
Consulta pública
sobre descontos nos planos
Objetivo é incentivar a participação da
sociedade em programas de maior cuidado com a saúde
A criação de incentivos para a participação
dos beneficiários de planos de saúde em programas
de envelhecimento ativo e promoção da saúde,
bem como a prevenção de riscos e doenças
será tema da próxima consulta pública da
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), que
estará disponível no período entre 16/5
e 14/6/2011.
A implantação das políticas públicas
e regulatórias os direcionadas aos idosos é uma
necessidade apontada pela mudança na estrutura etária
da população brasileira. O setor de saúde
suplementar, portanto, também se depara com o desafio
de reorganizar um modelo de assistência voltado ao cuidado
integrado das condições crônicas e melhoria
da saúde, neste momento de acelerado envelhecimento populacional.
A ANS busca,
assim, normatizar a criação de mecanismos
com o intuito de incentivar os beneficiários a participar
no cuidado de sua saúde, e as operadoras a mudar sua forma
de organização em busca de um modelo de prevenção
de doenças. Ao contrário da simples produção
de procedimentos.
A proposta
de Resolução Normativa prevê:
- Viabilizar
a possibilidade de desconto para os beneficiários
que participarem de programas de promoção do envelhecimento
ativo.
- Viabilizar
a possibilidade de premiação para
os beneficiários que participarem de programas voltados
para a promoção da saúde e prevenção
dos riscos e doenças.
- Estimular
o envolvimento dos gestores das operadoras de planos de saúde com os desafios e oportunidades resultantes do
processo de envelhecimento da população brasileira.
Confira a
proposta de Resolução Normativa que
estará em consulta pública a partir de 16/05/2011
no site da ANS.
Segunda-feira, 09.05.11
Portal
Saúde / Ministério da Saúde
Ministro
destaca ações brasileiras no enfrentamento às
doenças crônicas e em prevenção
Revista britânica The Lancet lançou série
especial sobre saúde no Brasil e reconheceu progressos
na área
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, reforçou,
nesta segunda-feira (9), a importância de ações
na prevenção de doenças e na promoção
da saúde adotadas recentemente pelo governo brasileiro,
no lançamento da revista The Lancet de uma série
sobre saúde no Brasil. Entre essas ações
estão o acordo com a indústria alimentícia
para a redução de sódio em alimentos, a
distribuição de medicamentos gratuitos para hipertensão
e diabetes com o Saúde Não Tem Preço e o
lançamento do projeto Academia da Saúde.
“Nós lançamos a Academia da Saúde
para promover a atividade física, sobretudo porque a nossa
pesquisa Vigitel Brasil 2010 demonstrou que as pessoas de mais
baixa renda e menor escolaridade usam menos seu tempo de lazer
para atividade física. Então, ter políticas
públicas que promovam atividade física – e
a Unidade Básica de Saúde (UBS) pode ser um ponto
de apoio para isso – é fundamental para enfrentarmos
problemas como hipertensão, obesidade e diabetes. Ações
de promoção da saúde e prevenção
a doenças são decisivas”, ressaltou o ministro
durante o lançamento, na sede da Organização
Pan-Americana de Saúde (OPAs), em Brasília.
Os seis artigos
da The Lancet que integram a série especial
destacam progressos que o Brasil tem feito ao introduzir um sistema
de saúde para todos, incluindo a redução
da mortalidade por doenças crônicas e, ainda, os
avanços na contenção de doenças infecciosas.
Saúde materno-infantil, área em que o Ministério
da Saúde lançou recentemente o Rede Cegonha, foi
outro dos tópicos em que o país demonstra progressos.
Entre os desafios apontados estão a dengue e a leishimaniose,
além do alto número de assassinatos (especialmente
por armas de fogo) e mortes em acidentes de trânsito, que
acabam refletindo nos atendimentos do SUS.
Portal
Saúde / Ministério da Saúde
Última
semana para se vacinar contra gripe
População alvo tem até o próximo
dia 13 para se vacinar em um dos 33 mil postos de todo o país
A Campanha
Nacional de Vacinação contra a Gripe
entra na sua última semana. A população
tem até a próxima sexta-feira, dia 13 de maio,
para procurar o posto de saúde mais próximo para
se vacinar.
Até esta data, pessoas com 60 anos ou mais e gestantes
em qualquer período da gravidez devem procurar um dos
33 mil postos de vacinação do país. Pais
ou responsáveis devem levar crianças de seis meses
a menores de dois anos (1 ano 11 meses e 29 dias) para se vacinar.
No caso dos
indígenas, outro público-alvo da campanha,
a vacinação ocorre nas aldeias onde vivem. A campanha
também é destinada aos trabalhadores de serviços
de saúde, que devem seguir as recomendações
das Secretarias Estaduais e Municipais.
BALANÇO PARCIAL – Até as 19h desta segunda-feira
(09), 13.111.928 pessoas se vacinaram, em todo o Brasil, de acordo
com informações encaminhadas ao Ministério
da Saúde pelas Secretarias Estaduais e Municipais de Saúde.
O número representa 43,8% de toda a população
alvo, de aproximadamente 30 milhões de pessoas.
A meta é vacinar 80% dessa população – o
que representa cerca de 24 milhões de pessoas. Portanto,
os 13,1 milhões de vacinados representam mais da metade
da meta (54,5%).
Até este horário, as maiores coberturas estavam
entre as crianças de seis meses a menores de dois anos,
com 48,8% da população desse grupo vacinados; e
idosos com 60 anos e mais, com 46,0%. Entre os trabalhadores
de saúde, a cobertura estava em 40,3%.
Gestantes
(29,4%) e indígenas (22,1%) tinham as coberturas
mais baixas, até o meio dia desta segunda-feira. No caso
das grávidas, deve-se considerar que o cálculo é feito
com base no número de nascimentos durante todo o ano.
Por isso, é preciso levar em conta as gestantes que deram à luz
nos primeiros meses do ano, antes da vacinação,
e as que vão engravidar após a Campanha.
Em relação aos indígenas que vivem em aldeias,
deve-se considerar o fato de que eles habitam áreas remotas,
de difícil acesso. Por isso, os dados só são
inseridos no sistema de informações depois que
as equipes voltam das aldeias.
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br.
- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências
Unidas / AssPreviSite
13 de Maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Capacitar
o profissional de saúde a entender o processo
de integração da melhor evidência científica
com experiência clínica e a avaliação
individual do paciente.
Capacitar
o administrador de sistemas de saúde privado
ou público a entender a importância de gerir seu
sistema com base em evidências científicas de alta
qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.
Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante,
especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes,
em relação a acurácia e precisão
de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos
e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos
e preventivos.
Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar
a habilidade clínica e experiência passada para
identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente,
seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios
de intervenções potenciais.
Por avaliação individual do paciente entende-se
reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências
e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica
e que deve ser integrada numa decisão clínica.
Por tecnologia
de informação entende-se o uso
intensivo de indicadores, ferramentas de informática e
parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor
controle de qualidade e gestão.
Objetivos
específicos:
Ao final
do curso o participante deverá estar apto a:
* Reconhecer
a Medicina Baseada em Evidências como uma
maneira válida, útil e viável de melhorar
a sua prática médica com base em resultados de
pesquisas de boa qualidade.
* Elaborar
perguntas específicas e passíveis de
resposta científica para as diversas situações
clínicas.
* Realizar
uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos
médicos, utilizando métodos básicos
como as "clinical queries".
* Entender
a organização
e funcionamento das bases de dados informatizadas.
* Distinguir
os principais tipos de estudo, entender sua ligação
com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de
estudos com os níveis de evidências.
* Avaliar
criticamente artigos médicos de tratamento.
* Distinguir
diretrizes clínicas baseadas em evidências
das baseadas em consenso.
* Conhecer
os principais tipos de estudos de avaliação
econômica em saúde.
* Reconhecer
a importância das revisões sistemáticas
para o conhecimento em saúde.
* Conhecer
e utilizar as fontes de informação
com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence,
Evidence-Based Journals, etc).
* Transpor
para sua prática profissional os conhecimentos
de Saúde Baseada em Evidências.
* Reconhecer
as limitações das evidências
no contidiano clínico.
* Reconhecer
a importância da tecnologia de informação
integrada às evidências científicas para
a gestão de sistemas de saúde.
* Delimitar
as áreas de seu sistema de saúde onde
a tecnologia de informação poderá ser integrada
ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.
Instrutores
Dr. Otávio
Clark
Dr. Enéas José de
Mattos Faleiros
Público
Alvo
Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br