Leia
nesta edição:
- Médicos
de planos marcam greve para 21 de setembro
- Médicos vão
suspender atendimento a 12 planos em SP
- Boicote
de médicos a planos vai prejudicar 3 milhões
- Hospitais
filantrópicos discutem solução
para crise financeira - - Marco Maia propõe calendário
de votações, com análise da Emenda 29 em
outubro
- Crescimento
dos processos no setor de saúde
- Injeção de BCG estímula o próprio
organismo a combater o câncer
- Genéricos
completam 12 anos no Brasil
- Orquestra
faz concerto para crianças internadas no
Hospital das Clínicas
- Dilma diz
que tratamento em casa pelo SUS seguirá modelo
norte-americano
- O mal de todas as classes
- Perondi
sobe a tribuna para pedir mais recursos para a saúde
Quinta-feira, 11.08.11
O Globo
Médicos
de planos marcam greve para 21 de setembro
Por Wagner Gomes
Os médicos vão suspender o atendimento a pacientes
de planos e seguros de saúde, em todo o país, no
dia 21 de setembro, para reivindicar reajustes periódicos
nos honorários. Eles recebem, em média, R$32 por
consulta e querem que as operadoras paguem pelo menos R$80. O
protesto só vai abrir exceção para os casos
considerados de urgência ou emergência.
O Brasil
tem 110 mil médicos que atendem a 1.044 planos
de saúde. Será a segunda manifestação
organizada só neste ano. Em 7 abril, Dia Mundial de Saúde,
os médicos também pararam em protesto contra os
valores de remuneração.
Em São Paulo, onde as negociações com as
empresas já começaram, a Comissão Estadual
de Mobilização Médica para a Saúde
Suplementar divulgou ontem um cronograma de paralisações
a partir de 1º de setembro. A suspensão será por
tempo indeterminado até que as reivindicações
sejam atendidas. A estimativa é de que deixarão
de ser atendidos nesse período cerca de 3,2 milhões
de pacientes, que respondem por 18% dos usuários dos planos
de saúde.
O presidente
da Associação Paulista de Medicina,
Jorge Curi, disse que 12 empresas se negariam a negociar. São
elas: Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de Engenharia de Tráfego
(CET), Green Line, Intermédica, Mediservice, Notre Dame,
Porto Seguro, Prosaúde, Vale e Volkswagen. Care Plus,
Cesp e Marítima enviaram ontem propostas.
Em nota,
a Federação Nacional de Saúde
Suplementar (Fenasaúde), que representa as maiores operadoras
de planos de saúde, informou que vem participando dos
fóruns de debates sobre remuneração médica,
liderados pela Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS). A Associação Brasileira de Medicina de Grupo
(Abramge) não se pronunciou sobre o assunto.
Valor Online
Médicos vão
suspender atendimento a 12 planos em SP
Por Beth Koike
Os médicos de São Paulo prometem interromper o
atendimento a 12 planos de saúde a partir de 1º de
setembro. Os convênios médicos afetados pela paralisação
são: Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de Engenharia
de Tráfego (CET), GreenLine, Intermédica, Mediservice,
Notredame, Porto Seguro, Pró-Saúde, Vale e Volkswagen.
Esses planos
de saúde não enviaram propostas efetivas
de negociação para reajuste de remuneração
dos médicos, segundo a Associação Paulista
de Medicina (APM). As entidades que representam a categoria reivindicam
pagamento de R$ 80 por consulta. Hoje, a remuneração
média varia de R$ 25 a R$ 40. "Estamos recebendo
propostas de R$ 60. Se a proposta contemplar uma remuneração
progressiva, que chegue aos R$ 80, poderemos aceitar", disse
Florisval Meinão, vice-presidente da APM.
Chamam atenção na lista dos convênios ameaçados
de ter o atendimento interrompido os planos de autogestão
- aqueles ligados a empresas e que costumam oferecer uma remuneração
um pouco maior. "Muitas autogestões estavam negociando
diretamente com os médicos e não com a APM. Agora,
estamos orientando que elas se manifestem à associação",
disse Rosana Lima, diretora de integração da Unidas,
entidade que reúne os planos de autogestão. "Nos últimos
dez anos, as operadoras negociaram diretamente com os médicos,
mas elas têm mais poder de barganha e hoje temos essa defasagem
na remuneração", disse Meinão, da APM.
A Cetesb
informou que enviou ontem à APM uma contraproposta
para reajustar o valor atualmente praticado, que é de
R$ 42 por consulta médica.
Já a Pasa, associação que administra o
convênio médico da Vale, e a Assefaz, plano dos
servidores do Ministério da Fazenda, informaram que não
receberam notificação da associação
médica.
Porto Seguro,
Intermédica e NotreDame estão em
negociação, mas não encaminharam propostas
firmes. A Volkswagen informou que não vai se pronunciar
sobre a interrupção no atendimento ao seu plano
de saúde. A GreenLine, que comprou a Pró-Saúde
(Samcil), não retornou à solicitação
da reportagem.
Diário de São
Paulo Online
Boicote
de médicos a planos vai prejudicar 3 milhões
Por Rodrigo Ferreira
Cresce lista
de operadoras que terá o atendimento suspenso
a partir de setembro. Paralisação será de
três dias por especialidade
Mais de três milhões de clientes de 12 planos de
saúde vão ser prejudicados com o boicote dos médicos
contra essas operadoras. A lista dos convênios que estão
na mira da categoria cresceu. Essa relação pode
aumentar ou diminuir até setembro, quando começam
as paralisações, se houver negociações.
A paralisação dos médicos é contra
a baixa remuneração paga por essas operadoras -
entre R$ 25 e R$ 40 por consulta - e a falta de negociação.
Segundo a APM (Associação Paulista de Medicina),
o justo seria receber R$ 80. "Há uma defasagem gravíssima
na remuneração dos honorários médicos",
diz o presidente da entidade, Jorge Curi.
Curi salienta
que mesmo com a paralisação todos
os casos de urgência e emergência vão ser
atendidos normalmente. Para não perder viagem, clientes
desses planos devem ligar antes para confirmar se a consulta
está mantida. Se houver cancelamento, as operadoras devem
providenciar um novo agendamento em tempo razoável, segundo
a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar). O
consumidor que se sentir prejudicado deve denunciar a operadora à ANS
(0800-7019656 ) ou ao Procon (151).
Cronograma/
A paralisação obedecerá a uma
espécie de rodízio entre as especialidades médicas.
Durante três dias da semana, o atendimento de uma especialidade
será suspenso. Em seguida, outros especialistas aderem à greve,
alternadamente. A primeira categoria a parar será ginecologia
e obstetrícia, entre os dias 1 e 3 de setembro.
Jornal
do Comércio / Site do Deputado Darcísio
Perondi
Hospitais
filantrópicos discutem solução
para crise financeira
Com o objetivo
de buscar soluções para a crise
financeira enfrentada pelos hospitais filantrópicos e
pelas santas casas de misericórdia, que totalizam 239
unidades no Rio Grande do Sul e respondem por 70% das internações
pelo Sistema Único de Saúde (SUS), foi realizada
ontem uma audiência pública do Movimento SOS Hospitais
Filantrópicos, na sede da Ordem dos Advogados do Brasil
(OAB/RS), em Porto Alegre. Os 239 hospitais oferecem 18 mil leitos
públicos e são responsáveis por 55 mil empregos
diretos em 220 municípios gaúchos.
O presidente
do Sindicato dos Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos, Julio Matos, disse que as instituições
acumulam dívidas superiores a R$ 1 bilhão, com
déficit de R$ 310 milhões somente em 2010. “Das
730 mil internações realizadas pelo SUS no ano
passado no Estado, 519 mil foram na rede filantrópica”,
comenta.
Matos destaca
também que sete milhões de gaúchos
têm o SUS como seu único sistema de saúde,
o que por si só determina ao governo do Estado a busca
de soluções que garantam acesso, universalidade
e integralidade. “Recebemos da União R$ 565 milhões
e gastamos R$ 865 milhões. É impossível
fazer saúde com este déficit”, acrescenta.
Durante o
encontro, foi aprovado pelas entidades um abaixo-assinado em
que as instituições solicitam ao governo do
Estado a liberação imediata de R$ 100 milhões,
a título de custeio emergencial, a ser distribuído
a todos os hospitais. Os recursos seriam proporcionais ao percentual
de atendimento do sistema em média e baixa complexidade,
como única forma de garantir a continuidade da assistência
hospitalar.
O presidente
da Federação das Associações
de Municípios do Rio Grande do Sul (Famurs), Mariovane
Weis, explica que são os municípios que arcam hoje
com a saúde pública, investindo cerca de 8% a mais
do que a exigência constitucional. “Investem uma
média de 23%, quando deveriam aplicar 15% da sua receita
líquida na saúde”. Segundo Weis, as prefeituras
têm feito esforços para manter os hospitais em funcionamento,
chegando à exaustão de seus recursos. “Os
municípios estão esgotados. Se a União e
o Estado aplicarem o percentual de recursos necessários
vão fazer a significativa diferença”, destaca.
O presidente
da OAB/RS, Claudio Lamachia, disse que o acesso à saúde é um
direito previsto pela Constituição Federal. Para
o presidente da Confederação Nacional de Municípios
(CNM), Paulo Ziulkoski, a distorção dos filantrópicos
tem como causa o subfinanciamento da saúde. “A omissão
dos governos estadual e federal, a falta de financiamento na
saúde e a falta da Emenda 29 são as principais
causas desse colapso nos hospitais”, acrescenta.
Representante
do governo do Estado, o secretário estadual
da Saúde, Ciro Simoni, anunciou uma reunião na
próxima segunda-feira, dia 15, às 14h, no Palácio
Piratini. Na ocasião, o governo deverá apresentar
uma proposta aos hospitais filantrópicos.
Agência Câmara de Notícias
Marco
Maia propõe calendário de votações,
com análise da Emenda 29 em outubro
Por Carol
Siqueira / Edição: Marcos Rossi
Cronograma
inclui dez medidas provisórias e 31 projetos
e PECs; sugestão ainda será discutida em reunião
de líderes na próxima semana.
O presidente
da Câmara, Marco Maia, apresentou aos líderes
partidários nesta terça-feira uma sugestão
de cronograma que prevê a votação de 41 propostas
até outubro, incluindo a regulamentação
da Emenda Constitucional 29, que destina mais recursos para a
saúde (Projeto de Lei Complementar 306/08).
O presidente
disse que levou em consideração as
reivindicações dos parlamentares e produziu um
cronograma que tenta refletir a média das expectativas
dos parlamentares. Governo e oposição levantaram
restrições ao cronograma, que voltará à discussão
dos líderes na próxima semana, quando Marco Maia
espera fechar um acordo.
“É uma proposta que não traz todos os temas
da oposição nem todos os temas do governo, mas
tenta atender às questões principais. A expectativa é que
seja aceita por todas as lideranças na próxima
semana e que nós possamos dar um ritmo de votações à Câmara”,
ressaltou.
O cronograma
traz, além das medidas provisórias,
a votação do projeto que regulamenta o aviso prévio
proporcional (PL 3941/89); o Código Brasileiro de Aeronáutica
(PL 6716/09); a Proposta de Emenda à Constituição
(PEC) do Trabalho Escravo (438/01); e a regulamentação
dos crimes cibernéticos (PL 84/99), entre outros temas.
Veja quadro com o cronograma completo proposto por Marco Maia
Emenda 29
O calendário prevê a realização de
uma série de reuniões com os governadores para
discutir a proposta de regulamentação dos recursos
para a saúde e a votação da proposta no
dia 19 de outubro. Enquanto o governo ficou satisfeito com a
inclusão dos governos estaduais na discussão, o
DEM classificou de “inaceitável” a votação
do PLP 306/08 apenas em 19 de outubro, como sugeriu o presidente
da Câmara.
O líder do DEM, deputado Antonio Carlos Magalhães
Neto (BA), disse que não vai desfazer a obstrução
declarada na semana passada e criticou o cronograma apresentado
pelo presidente. “Só retiraremos a obstrução
no momento em que o presidente Marco Maia admitir discutir uma
pauta do Congresso. A pauta continua sendo do Poder Executivo.
A sugestão dele reflete exclusivamente os interesses do
governo federal, traduz muito pouco o que é prioridade
para o Congresso Nacional”, criticou.
Já o líder da Minoria, deputado Paulo Abi-Ackel
(PSDB-MG), sugeriu uma obstrução “seletiva”,
para pressionar pela votação da regulamentação
da Emenda 29 em breve. “Por várias vezes ficou combinada
a votação da proposta e o presidente não
quis pautar”, criticou.
Para o líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza
(PT-SP), porém, a decisão de consultar os governadores
foi acertada, já que são eles que vão arcar
com os custos da regulamentação dos recursos para
a saúde. “O governo federal já coloca dinheiro
a mais do que exigiria a regulamentação. A União
está numa situação confortável, o
desconforto é para a maioria dos estados”, opinou
Vaccarezza.
O deputado
José Guimarães (PT-CE) também
criticou a postura dos oposicionistas. “Na proposta do
presidente há vários projetos que o PSDB colocou,
que o PT colocou, que o DEM colocou, que o PDT colocou. A resposta
da oposição foi ‘não’ à proposta
de diálogo que o presidente Marco Maia fez a todos os
líderes”, criticou.
Corrupção
Em resposta às denúncias de corrupção,
os líderes do PSDB na Câmara e no Senado disseram
que vão cobrar a votação de quatro propostas
que dão transparência à administração
pública e celeridade à apuração dos
crimes de corrupção: a proibição
do sigilo para os crimes contra a administração
pública (PEC 68/07); a prioridade aos processos por crimes
praticados por autoridades (PL 1277/07); a transparência
sobre os atos de gestão dos entes públicos (PLP
149/00); e a obrigatoriedade de divulgação, na
internet, de informações sobre compras dos órgãos
pelo Tribunal de Contas da União (PL 1311/07).
Os líderes do PSDB também anunciaram que vão
sugerir um enxugamento dos cargos do Executivo e ministérios à presidente
da República, Dilma Rousseff. A proposta, que deverá ser
enviada à presidente no final do agosto, é a “contribuição” do
partido ao enfrentamento da crise internacional, como explicaram
os líderes do PSDB, deputado Duarte Nogueira (SP), e da
Minoria. “Hoje temos 40 ministérios e 23.500 cargos
comissionados no Executivo. Vamos propor o enxugamento da estrutura
e diminuir os gastos porque nós, da oposição,
queremos dar a nossa contribuição”, disse
Nogueira.
O líder do governo afirmou que toda sugestão será bem-vinda. “Tudo
o que for positivo, independentemente de onde venha, nós
vamos incorporar e analisar com muito carinho”, declarou
Vaccarezza.
Agência
Estado
Crescimento
dos processos no setor de saúde
Por Célia
Froufe
A chegada
de um grande volume de processos da área de
saúde suplementar aos órgãos de defesa da
concorrência deve-se a um movimento de consolidação
das empresas do setor, na avaliação do membro do
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Ricardo
Ruiz. De acordo com ele, as empresas que tinham mais um caráter
de "negócio familiar" passaram a se profissionalizar
nos últimos 10 anos e a formar conglomerados nos últimos
cinco anos, o que começou a chamar a atenção
para a formação de um possível viés
anticompetitivo.
Com isso,
as empresas do setor começaram a esbarrar também
nos parâmetros utilizados pelo Conselho para avaliação
obrigatória: faturamento anual superior a R$ 400 milhões
e, principalmente, market share acima de 20% em alguns mercados. "É um
processo histórico, mas o Cade precisa estar atento",
salientou o conselheiro.
Ruiz lembrou
que, ao contrário de outros segmentos, como
o de supermercados, cimento e siderurgia, o tema é novo
para o órgão antitruste. Dessa forma, segundo ele,
o Conselho não possui parâmetros anteriores para
se fiar, como nos demais segmentos citados. Além disso,
Ruiz enfatizou que uma grande massa de consumidores passou a
usufruir desse segmento, com o aumento do poder de compra da
população brasileira.
Mercado de trabalho
Outro ponto
que injeta mais interesse pelo setor é uma
mudança estrutural do mercado de trabalho, que passou
a apresentar benefícios médicos a seu quadro de
funcionários como um agregado salarial. "Os planos
de saúde tornaram-se moeda de troca das empresas. É uma
novidade esse salário indireto", citou Ruiz.
Muitos dos
planos, lembrou o conselheiro, têm em sua estrutura
serviços vinculados, como laboratórios, hospitais
e até farmácias próprias. Assim, continuou,
eventos esporádicos do setor que chegavam ao Cade passaram
a ser massivos com a criação de grandes grupos.
Isaude.net
Injeção de BCG estímula o próprio
organismo a combater o câncer
O germe BCG,
usado para inocular a tuberculose, produz substância
que torna células cancerosas visíveis ao sistema
imunológico
Cientistas
descobriram um mecanismo para estimular a capacidade do próprio organismo para combater o câncer
utilizando o Baculillus Calmette-Guerin (BCG), germe comumente
usado para
inocular a tuberculose. Os resultados foram publicados no British
Journal of Cancer.
De acordo
com os pesquisadores, Wai Liu e Angus Dalgleish, da Universidade
de Londres, na Inglaterra,
esses novos dados sugerem
um mecanismo pelo qual as vacinas poderiam aumentar a atividade
anticâncer das terapias disponíveis atualmente.
No entanto, eles alertam que este é um estudo inicial
e que ainda há muita pesquisa a ser feita antes de os
pacientes serem beneficiados.
Baseado em
experimentos com células tumorais humanas,
os pesquisadores mostraram que uma pequena quantidade de BCG
pode instruir os leucócitos para a produção
de produtos químicos chamados citoquinas.
"As células cancerosas são conhecidas por
se camuflarem como células saudáveis. Isso significa
que nossas células do sangue responsáveis ??pela
imunidade não são capazes de reconhecer as células
cancerosas e por isso a doença é capaz de continuar
se espalhando", explica Wai Liu. Esse estudo descobriu que
uma pequena quantidade de BCG - similar à quantidade que é administrada
para inocular a tuberculose - pode ajudar o sistema imunológico
a reconhecer as células cancerosas como "estranhas" e
ataca-las da mesma maneira que faria com qualquer outra infecção.
As citocinas
produzidas como consequência da vacina BCG
desencadeiam uma série de eventos que começa com
o " sequestro" do tumor, forçando-o a desligar
a camuflagem. Isso o tornará visível para o sistema
imunológico, assim os linfócitos conseguem enxergar
o alvo a ser atacado.
Os pesquisadores
testaram a injeção de BCG em
células humanas de pulmão, mama, cólon pâncreas
e câncer de pele. A pesquisa mostrou que em três
tipos de câncer (pulmão, mama e cólon) esta
visibilidade para o sistema imunológico foi aumentada.
Dentro dos limites do estudo em laboratório, as células
cancerosas mais visíveis se tornaram alvos dos linfócitos,
ocasionando a morte de células cancerosas.
"O uso do sistema imunológico é uma maneira
relativamente nova de pensar no desenvolvimento de tratamentos
de tumores, e cientistas ainda estão em fases iniciais
das pesquisas. Se for bem sucedido, este método de tratamento
poderia ser usado em combinação com medicamentos
contra o câncer. Com isso, o número de medicamentos
seria reduzido, os efeitos colaterais diminuiriam e a recuperação
seria mais rápida", diz Liu.
Revista Fator
Genéricos
completam 12 anos no Brasil
A indústria de medicamentos genéricos chegou ao
Brasil em fevereiro de 1999, com sua comercialização
implementada efetivamente a partir do ano 2000. Quando os genéricos
passaram a ser utilizados no país, eles já existiam
há mais de 10 anos na Europa e Estados Unidos. Antes disso,
o que se via no Brasil era uma indústria farmacêutica
nacional sem maior destaque, que começava a dar seus primeiros
passos com produtos licenciados.
Com a criação da Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (ANVISA) e a Lei do genérico, o panorama
da indústria nacional mudou radicalmente. A criação
de padrões rígidos por meio da instituição
de um sistema regulatório no país fez com que a
indústria de medicamentos brasileira ganhasse a confiança
da classe médica – o que deu fôlego às
vendas e iniciou um período de ouro para a indústria
local.
De 1999 a
2007, mais de 1,6 mil medicamentos genéricos
entraram em circulação no Brasil. Neste mesmo ano
de 2007, quando quase todos os produtos livres de proteção
intelectual já haviam ganhado sua versão genérica
por meio de rígidos testes de bioequivalência, o
mercado se viu diante de uma pergunta: E agora, o que faremos?
Segundo o especialista de mercado do ICTQ, Sr. Poatã Casonato, “naquele
ano um levantamento realizado pelos laboratórios havia
revelado que restavam apenas 96 medicamentos passíveis
de se tornar genéricos no Brasil”.
O grau de
incerteza e pessimismo da indústria de genéricos
no Brasil era tamanho que se falava que a “farra dos genéricos” havia
chegado ao fim. O que se viu na prática nos anos posteriores
foi contra todas as previsões. Em 2009, a indústria
de medicamentos genéricos já representava 20% do
mercado com expectativa de chegar a 30% de participação
ate 2015.
Em 2010 o
crescimento foi de 33% e já em 2011, segundo
IMS Health, os genéricos apresentaram um crescimento de
11,53% no período compreendido entre abril e maio de 2011,
enquanto o avanço geral do mercado farmacêutico,
no mesmo período, foi de 12,14%.
Junto ao
crescimento sustentável da produção
de genéricos no Brasil, está também o desenvolvimento
técnico científico dos profissionais que atuam
nas indústrias produtoras destes medicamentos. “Basta
olhar para a líder de mercado dos medicamentos genéricos
no Brasil. Somente da EMS mais de 80 profissionais farmacêuticos,
químicos e advogados já se especializaram ou estão
se especializando no ICTQ entre 2009 e 2011” relata o Diretor
Executivo da Instituição, Sr. Marcus Vinicius Andrade.
Segundo a
instituição ICTQ, em média 78%
dos 860 alunos em estudo atualmente são provenientes de
indústrias produtoras de medicamentos genéricos.
A instituição que adota padrões internacionais
de ensino, com professores da Europa, Ásia e América
do Norte, oferta especializações que fazem jus às
reais necessidades de conhecimento do mercado por ser a única
do país 100% voltada para o segmento industrial farmacêutico.
O mercado
brasileiro e a economia de um modo geral é favorável,
os profissionais fazem sua parte – buscam por mais especialização
sabendo que o conhecimento é a base para o desenvolvimento
de qualquer setor da economia. Diante deste cenário, pode-se
afirmar que o futuro da indústria de medicamentos genéricos
nos próximos anos é no mínimo promissor.
Folha
de São
Paulo
Orquestra
faz concerto para crianças internadas no Hospital
das Clínicas
Por Mariana Partore
Um concerto
abriu ontem o projeto "Música nos Hospitais" no
Hospital das Clínicas, em São Paulo. A oitava temporada
do programa vai percorrer, pela primeira vez, só hospitais
infantis. A ideia é quebrar a rotina da internação
hospitalar.
Regida pelo
maestro e clínico-geral Samir Rahme, a Orquestra
Limiar levou seu repertório composto por clássicos
e uma releitura da canção infantil "Pintinho
Amarelinho" ao auditório do Instituto da Criança.
"Pesquisamos o que as crianças cantam hoje e descobrimos
que elas não conhecem mais cantigas infantis", contou
o maestro.
Rahme defende
que a música proporciona um momento especial
dentro do hospital. "O ambiente é muito pesado. A
música ajuda a renovar a esperança por saúde."
Para a dona
de casa Carla Speranzini, mãe de Ricardo
Speranzini, de um ano, "quando tem uma atividade diferente,
ele volta menos estressado para o tratamento. Isso me ajuda também".
Um dos mais
animados na apresentação, Ricardo
se recupera de um transplante de fígado feito há dois
meses.
"Nem gostei. Eu adorei!", disse o garoto Mateus dos
Santos, 9, que retirou um tumor da coluna e se recupera de uma
cirurgia na cabeça.
O projeto
continua até dezembro e vai visitar hospitais
no interior do Estado, no Rio e em Porto Alegre.
Agência
Brasil
Dilma
diz que tratamento em casa pelo SUS seguirá modelo
norte-americano
Por Luciana Lima
Brasília - A presidenta Dilma Rousseff disse hoje (11)
que o governo vai usar a experiência norte-americana dos
home cares para financiar estruturas de atendimento a doentes
em casa. A finalidade é para amenizar a demanda em hospitais
do Sistema Único de Saúde. Além disso, a
quantidade de médicos será ampliada.
"O governo vai financiar com seus recursos uma parte muito
importante: o tratamento do doente em sua casa, como se fosse
no hospital", disse a presidenta. "Em certos casos,
a pessoa não precisa ficar uma semana no hospital. Ela
pode ficar em casa se tiver alguém para cuidar. Vamos
financiar a estrutura de acompanhamento dessas pessoas que estão
em fase de recuperação."
As portarias
que reorganizam o atendimento de urgência
no Sistema Único de Saúde (SUS) e preveem o tratamento
domiciliar já foram publicadas pelo Ministério
da Saúde. Para este ano, o investimento deve ser de R$
36,5 milhões. A presidenta, porém, não deu
detalhes de quando o sistema estará funcionando.
Dilma destacou
ainda que faz parte da política de saúde
aumentar o número de vagas nas universidades para a formação
de médicos, principalmente nas universidade criadas no
processo de interiorização do ensino superior.
"O Brasil formou poucos médicos nos últimos
anos", disse a presidenta. “Fizemos uma parceria entre
o Ministério da Saúde e da Educação
para a ampliação da oferta dos cursos de medicina,
principalmente nas universidades que nós interiorizamos",
completou.
Correio Braziliense
O mal de todas as classes
Famosos e
anônimos, ricos e pobres, brancos e negros,
ninguém está imune ao câncer, a doença
considerada a moléstia do século. Ainda assim,
de acordo com especialistas ouvidos pelo Correio, 70% dos casos
podem ser curados.
Por Carlos Tavares
A grande
tensão que demarca o território da pesquisa
e da busca pela cura dos mais de 100 tipos de câncer é a
necessidade de a ciência alcançar, urgentemente,
um nível mais amplo de individualização
de tratamentos eficientes — uma droga para cada tipo de
tumor — a partir do estudo das mutações genéticas
que originam a doença. Mas, apesar do caráter individualista
dos processos terapêuticos, o câncer e as suas variantes é um
mal que atinge todos, não importa a classe social, a raça
e o credo. Pode haver uma ou outra neoplasia com suas particularidades
de gênero ou de região, mas, infelizmente, ninguém
está imune.
A verdade é que o homem é alvo da doença
desde o seu surgimento, como afirma o médico indiano Siddhartha
Mukherjee, autor do livro O imperador das moléstias. Para
ele, os parcos registros antropológicos a respeito têm
apenas uma explicação: as pessoas morriam muito
cedo antigamente, antes que o tumor se manifestasse. Mesmo assim,
o médico encontrou, em papiros egípcios, descrições
de uma doença com as mesmas características do
câncer, para a qual os cirurgiões da época
não encontravam explicações
Hoje, o mal
do século assusta, é grave, mas pode
ser vencido. Especialistas ouvidos pelo Correio garantem que
cerca de 70% das neoplasias podem ser curadas, dependendo do
estágio da doença. Por enquanto, a angústia
e a ansiedade que movem o desejo de perseguir a cura representam
o combustível dos cientistas que sonham com um novo momento
de ruptura na descoberta de medicamentos eficazes para vários
tipos de tumores, como ocorreu há 20 anos. “A expectativa é de
que essa ruptura venha dos tratamentos individuais, do conhecimento
sobre as alterações genéticas da célula
e do desenvolvimento de drogas que evitem a formação
da doença, que curem ou que aumentem a sobrevida do paciente”,
reflete o oncologista Paulo Hoff, do Hospital Sírio-Libanês.
Descobertas
Para Oren
Smaletz, do Hospital Albert Einstein, a ideia é essa:
atacar as alterações genéticas de cada tumor
e desenvolver drogas que resolvam o problema. “Houve avanços
expressivos na busca de novas terapias, sim, mas precisamos de
mais e vamos conseguir. Por exemplo, seis anos atrás,
não se falava em terapia-alvo e, nos últimos seis
anos, surgiram seis drogas importantes para vários tipos
de câncer.” Entre elas, lembra o oncologista, o herceptin
(para o câncer de mama) e o temsirolimus (para o carcinoma
de célula renal).
Outro especialista
que aposta na cura do câncer é o
professor Celso Arrais, da Universidade Federal de São
Paulo (Unifesp). “Num período de 20 anos, houve
avanços bastante expressivos. Estamos na era das terapias
personalizadas, da investigação molecular, criam-se
drogas com menos efeitos colaterais. Em todas as áreas
da ciência oncológica, percebemos progressos”.
O médico, no entanto, reconhece que, embora o arsenal
de instrumentos de combate ao câncer evolua a cada ano,
a cada mês, essa é uma doença traiçoeira
e intimamente ligada à arquitetura das mutações. “Os
estudos definem um conhecimento maior da doença e, com
isso, podemos nos armar melhor para vencê-la”. Entre
as drogas que ele considera fundamentais e que surgiram nos últimos
10 anos estão o imatinib (para leucemias) e o bortezomib
(para mielomas múltiplos). “Esses medicamentos ajudam
a criar uma geração ou várias gerações
de sobreviventes do câncer.”
Quarta-feira, 10.08.11
Site
do Deputado Darcísio
Perondi
Perondi
sobe a tribuna para pedir mais recursos para a saúde
O deputado
Darcísio Perondi (PMDB-RS) tem usado quase
que diariamente a tribuna do plenário para defender a
regulamentação da Emenda Constitucional 29, que
dispõe sobre os valores mínimos a serem gastos
anualmente em saúde pela União, Estados e Municípios
e deixa claro o que são ações e serviços
de saúde, fechando as brechas para desvios de recursos
do setor. A matéria está na Câmara, dependendo
da boa vontade do Governo para entrar na pauta. Perondi anunciou
uma sessão especial da Comissão de Seguridade Social
e Família da Câmara para o próximo dia 24
de agosto, às 10 horas, com o objetivo de debater a EC
29, e da qual participarão lideranças de diversas
entidades nacionais ligadas ao setor de saúde. Nos discursos
que fez, Perondi elogiou algumas iniciativas do Governo, como
o Programa Nacional de Desenvolvimento do Ensino Técnico
(Pronatec) e o Brasil Maior, em favor da indústria, mas
alertou sobre o “silêncio” do Palácio
do Planalto em relação ao financiamento da saúde,
que passa por uma “crise verdadeira” apesar do excesso
de arrecadação e de existir dinheiro suficiente
para resolvê-la.
Perondi lamentou
que as montadoras de automóveis multinacionais
tenham sido beneficiadas com novas isenções de
impostos, apesar da certeza de que isso não vai significar
a redução dos preços de seus veículos.
Para o parlamentar, é preciso um plano maior para a saúde. “Recursos
existem. Será que é mais importante a reserva cambial,
as isenções, o enfrentamento da crise na indústria,
que não é tão grave como se diz? Grave é a
saúde!”, alertou Perondi. O parlamentar garantiu
que o seu partido, o PMDB, vai lutar pela regulamentação
da Emenda 29, como lutou pelas mudanças no Código
Florestal.
O deputado
Darcísio Perondi questionou as reservas cambiais
internacionais do Brasil, no valor de US$ 340 bilhões,
que custam R$ 40 bilhões anualmente para o Tesouro Nacional,
aumentando os juros da dívida. Perondi também questionou
os R$ 300 bilhões que o BNDES recebeu, recursos obtidos
mediante a venda de letras do Tesouro Nacional. Segundo Perondi,
o custo para o Tesouro é de 12% ao ano, mas o BNDES empresta
esses mesmos recursos a um custo de 6% ao ano. “Isso custa
R$ 20 bilhões por ano ao Tesouro no serviço da
dívida. E não há recursos para a saúde”,
criticou.
Sessão de 8 de agosto – falando pela Liderança
do PMDB
Sr. Presidente.
Quero cumprimentar
a Presidenta Dilma. Nós temos que
votar, sim, o PRONATEC, um programa forte para desenvolver o
ensino profissionalizante no País a fim de fazer com que
milhões e milhões de jovens que estão fora
da escola e não fizeram nem o ensino médio tenham
uma profissão, e mesmo quem esteja no ensino médio.
Estou estudando o projeto e vou defendê-lo aqui.
Quero também cumprimentá-la pelo Programa Brasil
Maior. As críticas são enormes — de empresários,
economistas, articulistas —, mas ela deu um passo, foi
ousada em fazer uma experiência na desoneração
da folha.
Então,
quero cumprimentar o Governo do PT, do PMDB e de tantos outros
partidos
da grande base aliada.
Mas aqui
venho preocupado com um assunto em que o Palácio
do Planalto está em silêncio, o financiamento do
Sistema Único de Saúde.
Temos um
Ministro extraordinário, comunicativo, preparado.
O Secretário de Atenção à Saúde,
Helvécio, um sanitarista com perfil de administrador,
busca espaço, tentando fazer o possível com o dinheiro
que tem, mas o tesouro maior é a vida de todos. Essa é uma
das três maiores preocupações do brasileiro,
não é mais alimentação. O problema
da segurança alimentar foi resolvido; o da habitação
está encaminhado; o da escola, no primeiro grau, também
está encaminhado, mas continua a preocupação
com a saúde. O SUS, com suas imensas dificuldades, faz
muito com o dinheiro que tem, mas as filas são enormes.
O Rio Grande do Sul, um Estado rico, está com problemas
enormes.
Haverá uma manifestação de centenas de
hospitais amanhã no Rio Grande do Sul. No Nordeste, um
sofrimento! No Rio de Janeiro, como o dinheiro que vai para lá,
houve uma pequena melhora. As mulheres estão morrendo
de câncer de mama, por diagnóstico precoce, quando
conseguem fazer o diagnóstico! Então, a crise é verdadeira.
Os profissionais,
os médicos estão se descredenciando
pela má remuneração. Os hospitais públicos,
conveniados ou contratados, recebem uma diária insignificante.
Pela diária de UTI, que equivale a 1.200 reais, o Governo
paga menos de 500 reais. Não há empresa que sobreviva!
Não há empresa que sobreviva! O capital humano — enfermeiros,
técnicos de enfermagem — é mal pago. É preciso,
sim, haver mais recursos.
O PMDB adotará uma atitude. Sim, o PMDB quer mais recursos
para a saúde. Em nome do PMDB, quero dizer aqui que existem
mitos.
Primeiro,
a CPMF — há 2 anos, eu me empenhei pela
aprovação da CPMF naquela madrugada triste e trágica,
mas perdemos por três votos — seria exclusivamente
para a saúde, mas a arrecadação seria a
mais, não substitutiva. Nós perdemos. O Governo
está certo ao dizer que a Oposição não
votou, mas a área da Fazenda, o Palácio erra quando
diz que esse dinheiro faltou.
Veio o IOF.
Nos primeiros 5 meses, foram arrecadados 15 bilhões
de reais. É possível que a arrecadação
chegue, até o fim do ano, a 30 bilhões de reais
em IOF, que agora foi estendido para compras financiadas — há IOF
sobre o cartão de crédito. Talvez a arrecadação
passe de 30 bilhões de reais. Então, o dinheiro
existe.
Outra razão: a arrecadação federal. No
primeiro semestre, foram arrecadados 50 bilhões de reais
a mais do que no ano passado. Existem recursos. Se olharmos o
PAC Habitação, veremos que há subsídios
extraordinários da ordem de 72 bilhões de reais.
Este ano, o subsídio do Tesouro será de 18 bilhões
de reais. Mais da metade da população é composta
pela classe média, que está tendo acesso a esse
empréstimo subsidiado. Há dinheiro. É uma
questão de escolha — realmente de escolha!
Poderia citar
mais exemplos. O Plano Brasil Maior estabeleceu mais recursos
para
o BNDES a juro zero. Tirando a inflação, é juro
zero. São empréstimos com percentuais de 5%, 6%
a grandes grupos empresariais, subsídio que também é do
Tesouro.
Portanto,
recursos existem. É preciso atitude. Não
sei quanto tempo a equipe do Ministério da Saúde
vai aguentar, com o orçamento que tem. O Governo cumpriu,
sim, a emenda constitucional este ano em relação
ao ano passado. E vem cumprindo a lei. Mas precisamos de muito
mais recursos. Isso passa pela regulamentação da
Emenda Constitucional nº 29. Isso vai fazer com que os Governadores
que não cumprem a norma passem a cumpri-la.
Os Governadores
também arrecadaram muito, meu caro Deputado
Amauri Teixeira. V.Exa. é auditor fiscal e sabe que com
a economia “bombando”, como ocorreu nos últimos
anos, a arrecadação aumenta. Nos Municípios,
nos Estados, na União, a arrecadação aumentou
muito mais. É preciso cumprir a lei. Qualquer outro projeto
que vier vai postergar isso.
Esta Casa
tem que ter independência e autonomia e votara
a emenda. Temos que votá-la este mês. Para isto,
a Frente Parlamentar da Saúde e outras frentes farão
um grande movimento, levantando grandes lideranças, grandes
estudiosos da área de saúde. No dia 24, na Comissão
de Seguridade, faremos um grande debate.
Os Deputados
e cidadãos de todo o Brasil estão
sendo convidados.
Na próxima semana, haverá aqui
o Congresso Nacional das Santas Casas.
V.Exa. sabia,
Deputado Amauri Teixeira, que são as Santas
Casas os maiores parceiros do SUS? Se elas fechassem, haveria
um caos absoluto. Morreriam pessoas nas ruas. Mais de 50% das
internações são feitas pelas Santas Casas.
Na área de câncer, mais de 70% dos atendimentos
são feitos nos seus ambulatórios.
Elas quase
não estão aguentando mais. Na próxima
terça-feira, haverá um grande grito das Santas
Casas no auditório do Senado. Todos os Deputados e Senadores
estão convidados para esse dia.
Sr. Presidente, é triste; Deputado Renan Filho, é angustiante;
demais Deputados e Deputadas presentes, não sei o que
está acontecendo. No Executivo, só o Ministro Padilha
está lutando pela saúde, com o dinheiro que tem.
O Ministro
Mantega foi o pai do Plano Brasil Maior. Eu li esse fim de
semana sobre
a nova isenção de impostos
para as montadoras multinacionais. Não sou contra o capital
externo. Ele é necessário, sim. É claro
que é necessário. Haverá também outras
isenções, mas a principal é a das montadoras,
que nem vão diminuir o preço do carro. E os Ministérios
da Fazenda e do Planejamento ignoram isso, apesar de a Ministra
Miriam Belchior ter sido tão atenciosa conosco 60 dias
atrás — e se assustou quando os 30 Deputados e os
10 Senadores mostraram a realidade do SUS.
Não sei o que está acontecendo. Planejamento,
Fazenda, é preciso um plano maior da saúde. Recursos
existem. Será que é mais importante a reserva cambial,
as isenções, o enfrentamento da crise na indústria,
que não é tão grave como se diz? Não é tão
grave como se diz! Grave é a saúde!
O PMDB vai
lutar pela regulamentação da Emenda
29, como lutou pela boa votação do bom Código
Florestal que enviamos ao Senado. O PMDB vai, sim, lutar pela
regulamentação da Emenda 29.
Sr. Presidente, muito obrigado.
Sessão de 9 de agosto – Comissão Geral sobre
a crise econômica mundial
Sr. Presidente, Sras. e Srs.
Deputados,
a tarde foi interessante. Quero cumprimentar o Deputado Marco
Maia
por fazer esta Comissão Geral. S.Exa. viu que
vieram muitos Deputados. Que S.Exa. faça, rapidamente,
a convocação de comissão geral para discutir
a situação da saúde no Brasil, para que
os Deputados conheçam bem os caminhos para resolver o
desfinanciamento do SUS.
S.Exa. prometeu
uma resposta para amanhã, e eu tenho
certeza de que vai ser positiva. Só que a comissão
geral terá que ser feita de outra forma: os Líderes
ouvem seus liderados, dando aos Deputados que se preocupam, que
estudam, que sofrem em suas bases, mais oportunidades de falar
para os Ministros.
Conversei
com o Ministro Mantega, não pelo microfone,
mas pessoalmente.
S.Exa. ficou
de receber um grupo de Deputados para discutir a crise no SUS
e a baixa
remuneração do setor de
saúde. Disse que o Ministro Padilha recebeu 10,5 bilhões
de reais este ano. Eu disse a ele que essa quantia era insuficiente
e ele se mostrou aberto a sugestões.
Eu gostaria
de ter feito à área econômica
que aqui estava alguns questionamentos. A crise não vai
afetar o Brasil, com certeza, pela generosidade com que o Tesouro
Nacional e o Ministério da Fazenda está tratando
alguns setores. Os 300 bilhões de reais que o BNDES recebeu
do Tesouro foram recursos obtidos mediante a venda de letras
do Tesouro a um custo de 12%, e o BNDES empresta esses recursos
a um custo de 6% ao ano. Isso custa 20 bilhões por ano
ao Tesouro, no serviço da dívida. E não
há recursos para a saúde.
Eu gostaria
também de ter perguntado à área
econômica sobre nossa reserva cambial, aqui citada. Parabéns:
340 bilhões de dólares. Mas o custo dessa reserva
cambial não é sobre a arrecadação
e a poupança brasileira; é sobre a venda de letras
e títulos e sobre o juro altíssimo. Então,
essa reserva cambial pesa 40 bilhões de reais, aumentando
os juros da dívida — os senhores e as senhoras sabiam
disso? Já estamos falando de 60 bilhões de reais,
devidos à generosidade do Tesouro Nacional e à política
de reserva cambial exagerada. Não precisamos de tanta
reserva cambial. Não precisamos de tanto.
Por isso
não há recursos para um choque na educação,
e nós precisamos entrar numa nova onda de conhecimento
neste País, e para um choque na saúde, setor em
que a morte está sendo banalizada.
Eu teria
ainda dito aos Srs. Ministros que a saúde é um
fator importante na economia brasileira. Os senhores sabem que
a saúde emprega 12 milhões de pessoas, 5 milhões
em empregos diretos e 7 milhões em empregos indiretos?
Pois são 12 milhões de pessoas! Os senhores sabiam
que a saúde tem quase 10% do PIB brasileiro? Passa de
350 bilhões de reais a riqueza da saúde.
Surpreende-me — e vou discutir o assunto com meu partido — que
o Plano Brasil Maior dê isenção às
montadoras — para as montadoras! —, sob o argumento
de que elas farão inovação. As montadoras
recebem quase tudo de fora e são todas multinacionais.
Nada contra o capital externo. Nada. O Brasil precisa dele. Mas
deram novamente isenção do IPI, e não há recursos
para remunerar a UTI de um hospital universitário ou de
uma santa casa, que custa 1.200 reais, e o Governo paga 470.
Um parto custa mil reais, e o Governo paga 400. Eu ia perguntar
sobre isso aos Srs. Ministros. Não existem recursos?
Para encerrar,
quero dizer que está havendo a banalização
da morte. Morre gente à espera de vaga para UTI, morrem
mulheres que não encontram meios de fazer mamografia ou
biópsia. E os Secretários, os homens que comandam
o SUS dizem: “Não tem dinheiro. Morreu”. Eu
pergunto: qual é a crise maior? É a da vida?
Qual é o maior tesouro? É a
vida?
O Brasil
existe para as pessoas, mas dá-se isenção
para as montadoras.
Esta Casa
precisa reagir. A vida é mais importante.
Muito obrigado.
AGENDA
-
III Fórum Trabalho e Saúde - Saúde e
Precarização do Homem Que Trabalha
Local: UEL
- Universidade Estadual de Londrina
Data: 10
e 11 de Agosto de 2011
Informações: http://www.estudosdotrabalho.org/IIIFTS.html
-
Encontro ANS - Edição Sul
Já estão abertas as inscrições para
o Encontro ANS - Edição Sul
Operadoras
de planos de saúde, prestadores, centrais
sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem
fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição
Sul, uma oportunidade para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema.
O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em
Porto Alegre (RS).
Entre os
temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda
Regulátória da Agência Nacional de Saúde
Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
a resolução que trata do Envelhecimento Ativo,
a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.
As inscrições poderão ser feitas acessando
a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br,
entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011
Encontro
ANS – Edição
Sul
Hotel Embaixador
- Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto
Alegre/ RS.
16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS
- Encontro Paranaense da Saúde – 2011
Debater a
saúde sob os aspectos humanos, econômicos
e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense
da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na
sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba.
A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores,
advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços
de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde,
Direito e Administração.
A programação contempla palestras com integrantes
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e
da Confederação Nacional de Saúde (CNS).
Serão discutidos temas como assédio moral nas relações
de trabalho, diagnóstico econômico da saúde
no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço
da área. Está previsto ainda o lançamento
oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador
pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior
de Administração e Economia da Fundação
Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização
do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.
Promovido
pela Fehospar (Federação dos Hospitais
e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar
(Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar
(Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades
parceiras, o evento também marca as comemorações
pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário
do Sindipar. A programação completa do Encontro
Paranaense da Saúde 2011 está disponível
no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem
ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone
(41) 3254-1772. As vagas são limitadas.
- XXI Congresso Nacional das Santas Casas
AssPreviSite
Com a presença confirmada do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde
e o meio ambiente
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu
XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011,
em Brasília. Com o tema central “Saúde e
meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”,
o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem
impactar na Saúde do homem e quais estratégias
devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.
Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização
na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para
melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas
transformações ambientais. Além disso, com
tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo
a formulação de políticas públicas
que sejam adequadas à nova realidade, é preciso
debater, hoje, o futuro dos hospitais.
Para o presidente
da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais
Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe
em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos
um time de especialistas discutindo a participação
do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em
ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar
para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor
atendimento de nossos pacientes”.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário
de Atenção à Saúde, Helvécio
Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional
de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso,
já confirmaram a presença.
O evento
conta com o patrocínio da Caixa Econômica
Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.
Para mais
informações e inscrições:
www.cmb.org.br/congresso.
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html