12-04-11

 

Leia nesta edição:

- Planos com problemas podem deixar usuários na mão

- Mapa indica regiões de São Paulo mais suscetíveis à resistência a antibiótico

- Autogestão: uma força que deve se fazer mais presente

- OMS pode destruir últimos exemplares do vírus da varíola

Terça-feira, 12.04.11

O Dia Online

Planos com problemas podem deixar usuários na mão

Por Max Leone

Estratégia de oferecer mensalidades que não cobrem os custos provoca desequilíbrio financeiro nas contas dos convênios. Idosos e jovens são os que correm maior risco de ficar sem o atendimento

A situação de 257 planos de saúde no País deixa cerca de 4 milhões de clientes sob risco de ficar na mão na hora de procurar atendimento médio ou fazer exames. Segundo dados da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) somente este ano, até 28 de março, 187 planos estão sendo acompanhados com lupa pelo órgão por apresentarem problemas econômicos-financeiros. Neste mesmo período, 75 liquidações extrajudiciais de empresas foram iniciadas.

O quadro pode estar ligado à estratégia adotada por algumas empresas ao oferecer mensalidades muito mais em conta do que as praticadas pelo mercado. As principais vítimas dessa política são idosos com mais de 59 anos que optaram por convênios mais baratos. A faixa etária de zero a 18 anos também corre risco de ter um plano que não atende as necessidades.

“No mercado existem operadoras de pequeno porte com objetivo de aumentar carteira de associados e elevar receitas. Oferecem planos com preços abaixo da realidade. É sem dúvida uma estratégia suicida. No final a conta (despesa x receita) não fecha, gerando desequilíbrio financeiro, param de pagar credenciados, médicos, hospitais e laboratórios, que por sua vez suspendem o atendimento dos associados”, explica Ivan Lage, consultor de planos de saúde.

O Estado de São Paulo

Mapa indica regiões de São Paulo mais suscetíveis à resistência a antibiótico

Trabalho, inédito no Brasil, analisa as localidades com maior risco de resistência bacteriana causada pelo antibiótico ciprofloxacina, usado contra infecção urinária; faixa da zona sul, partes da zona leste e oeste e o centro são as áreas mais críticas

Por Fernanda Bassette

Um mapa da cidade de São Paulo mostra quais são as regiões com maior risco de resistência bacteriana - no caso, ao antibiótico ciprofloxacina, amplamente usado no tratamento de infecção urinária. É a primeira vez que um trabalho do gênero é feito no Brasil.

O mapeamento é resultado da análise espacial e geográfica do consumo desse remédio na capital e foi coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) em parceria com a Unifesp. Os resultados demonstram que onde há maior consumo há maior risco de resistência. Ou seja, uma grande faixa da zona sul, uma pequena parcela das zonas leste e oeste e quase toda a região central da cidade são as mais suscetíveis à possibilidade de resistência bacteriana.

Os pesquisadores partiram do pressuposto de que a resistência bacteriana é transmissível e, por isso, ela se concentraria em determinadas regiões. Isso significa que um doente, quando adquire resistência, pode transmitir a bactéria resistente para outras pessoas.

"Isso provocaria um efeito coletivo e, assim, a resistência poderia surgir naquele ambiente. Ou seja, se muitos de nossos vizinhos estiverem usando um determinado antibiótico, é possível que nós tenhamos uma infecção por uma bactéria resistente, mesmo que não tenhamos usado antibióticos nos últimos tempos", diz Carlos Roberto Veiga Kiffer, pesquisador do Laboratório Especial de Microbiologia Clínica da Unifesp e um dos coordenadores do estudo.

Outra possibilidade de transmissão bacteriana ocorre por meio dos médicos, nos postos de saúde. "Se o médico atende um paciente com bactéria resistente e não lava as mãos adequadamente antes de atender outro, ele pode transmitir essa cepa resistente", diz Plínio Trabasso, professor da Unicamp,

O que os pesquisadores não conseguem responder, ao menos por enquanto, é se o alto risco de resistência nesses bairros mais suscetíveis ocorre exclusivamente por causa do consumo elevado.

"Podem existir outros fatores desencadeadores da resistência. Pode ser a grande quantidade de farmácias, o nível socioeconômico e educacional da população, o número de pessoas morando numa mesma casa etc. O consumo não deve ser o único fator", diz Kiffer. "Essa será uma próxima etapa da pesquisa", afirma.

Saúde pública. Infectologistas dizem que o mapeamento da resistência é uma forma prática para que gestores em saúde pública criem estratégias para evitar ou reduzir o problema. Segundo Trabasso, um dos maiores motivos da resistência bacteriana é a ausência de dados epidemiológicos. Para ele, essa técnica preenche exatamente essa lacuna. "O mapeamento é o passo inicial. Sem esses dados, o gestor não sabe onde focar os recursos."

A infectologista Ana Cristina Gales, professora da Unifesp, concorda. "É um trabalho importantíssimo. Parte de um conceito de transmissão de bactérias resistentes e consegue provar essa ideia", diz. Para ela, o mapeamento permite definir políticas públicas. "O gestor pode visitar as unidades de saúde da região mais problemática para tentar identificar os motivos e também treinar os profissionais", diz.

Cruzamento de dados. O estudo teve duas bases de dados: uma que distribuiu pela cidade cerca de 5 mil casos de infecção urinária provocada pela bactéria Escherichia coli e outra que analisou o consumo de antibióticos.

"Nós usamos uma abordagem espacial quantitativa para estabelecer uma correlação entre surtos de resistência. É um ponto de vista diferenciado, não restrito ao hospital, que é um ambiente controlado", diz Antônio Miguel Monteiro, coordenador do Programa Espaço e Sociedade do Inpe e um dos autores.

Os dados foram cruzados e, por meio de fórmulas matemáticas e espaciais, os pesquisadores demonstraram que haveria mais casos de resistência nas regiões onde existiam de cinco a nove adultos com peso médio de 70 kg para cada mil habitantes consumindo o medicamento.

Para chegar ao resultado aproximado, os pesquisadores usaram como base uma medida universal, criada pela Organização Mundial da Saúde, chamada DDD - dose definida diária.

"São resultados preliminares, envolvendo um antibiótico e uma bactéria. Temos de avaliar ainda como se comportam outros 23 tipos de antibióticos e outras três bactérias para reforçar as evidências", diz Monteiro.

Futuro

Ana Cristina Gales, infectologista da UNIFESP

"O mapeamento da resistência bacteriana é tão importante que poderá se tornar uma tendência em saúde pública. Ele permitirá ao gestor saber quais são as áreas problemáticas, que precisam de mais atenção."

Plínio Trabasso, infectologista da UNICAMP

''Quando a bactéria encontra um mecanismo para se tornar resistente ela passa a predominar no ambiente. Assim, ela sobrevive às grandes cargas de antibióticos e consegue se reproduzir e passar para a frente. É a chamada transmissão lateral.''

UNIDAS

Autogestão: uma força que deve se fazer mais presente

Este foi o enfoque abordado pelo deputado federal Arlindo Chinaglia (PT-SP), durante sua apresentação sobre “A sobrevivência das instituições frente às exigências da legislação”, na manhã de hoje, no segundo painel do 2º Seminário dos Dirigentes e Gestores das Instituições de Autogestão em Saúde, promovido pela UNIDAS, no Naoum Plaza, em Brasília. Ele se prontificou a auxiliar a Diretoria da entidade na realização de um seminário na Câmara dos Deputados, com o objetivo de esclarecer os parlamentares sobre as especificidades do segmento, lembrando a importância de ser feita uma articulação que se transforme em pauta no Congresso.

Sobre esse tema, o professor da Universidade Federal de Ouro Preto e ex-diretor-técnico da UNIDAS, dr. Ivan Batista Coelho, defendeu que quanto maior o crescimento econômico, maior o crescimento do setor de saúde suplementar. “Para os próximos anos, não deve haver aumento de orçamento, mas sim uma estabilidade orçamentária. O movimento da concentração de mercado também deve contar cada vez menos com operadoras e mais beneficiários. A UNIDAS precisa estar atenta a essa conjuntura.”

Iolanda Ramos, que concluiu seu mandato na Presidência da instituição, que passa a ser ocupada Denise Rodrigues Eloi de Brito, fez uma retrospectiva, na abertura do evento, sobre a gestão e falou dos compromissos firmados em 2010, no I Seminário. Destacou que em 2011 será dada continuidade ao trabalho, lembrando a importância da continuidade, consolidação e sustentabilidade da autogestão. “Para isso, precisamos unir nossas forças. Vamos trabalhar nesses dois dias para defender o segmento, com a certeza de que este é o melhor modelo para nossos beneficiários.”

No primeiro painel, que tratou do “Presente e o futuro na autogestão”, o dr. Eduardo Blay, médico pós-graduado em administração de empresas e mestrado em Economia e gestão da saúde, destacou as maneiras que as organizações, incluindo aquelas do setor de saúde, têm de se preparar para o sucesso no longo prazo. Ele focou na importância da mentalidade e dos instrumentos que são necessários para que se tenha essa capacidade de enfrentar os desafios futuros. “A organização precisa tratar o futuro de uma maneira séria e profissional. Isso é pensar o futuro, gerir o futuro, ter diretrizes específicas e estar preparado para atingir essas diretrizes.”

Sobre esse tema, o professor da Universidade Federal de Ouro Preto, dr.Ivan Batista defendeu que quanto maior o crescimento econômico, maior o crescimento do setor de saúde suplementar. “Para os próximos anos, não deve haver aumento de orçamento, mas sim uma estabilidade orçamentária. O movimento da concentração de mercado também deve contar cada vez menos com operadoras e mais beneficiários. A UNIDAS precisa estar atenta a essa conjuntura.”

Continuidade do encontro

Na tarde desta segunda-feira, o evento tem sequência com a apresentação do painel “Planos não adaptados – Impactos para a autogestão”, com a apresentação do dr. Fábio Dantas Fassini, gerente-geral econômico-financeiro e Atuarial dos Produtos da ANS, e com o desembargador Henrique Carlos de Andrade Figueira, presidente da Mútua dos Magistrados do Rio de Janeiro.

“Influências das normatizações na saúde suplementar”, encerra o ciclo de painéis do dia, com a participação do dr. Eduardo de Oliveira, vice-presidente da Federação Brasileira dos Hospitais (FBH), dr. José Luiz Toro da Silva, assessor jurídico da UNIDAS Nacional, e o dr. Pedro José Baptista Bernardo, chefe do Núcleo de Assessoramento Econômico em Regulação da Anvisa.

Ao fim do evento nesta seguinda, ocorrerá a cerimônia de posse da nova Diretoria e o lançamento do livro “Sustentabilidade da Autogestão”, produzido pela UNIDAS, que reúne a coletânea das apresentações do I Seminário dos Dirigentes e Gestores das Instituições de Autogestão em Saúde, realizado em abril/ 2010.

Amanhã, o Seminário tem início com a discussão sobre o papel do beneficiário na defesa da autogestão, com a conselheira da Geap, Sra. Eloá Cathi Lôr, e o diretor administrativo-financeiro da Asfeb, Cleudes Cerqueira de Freitas.

Na sequência, o diretor-executivo da Fenasaúde, dr. José Cechin; o gerente de Relações com Prestadores de Serviços da ANS, Carlos Eduardo Figueiredo, vai tratar dos avanços no financiamento da saúde suplementar. Encerrando o 2º Seminário, o Termo de Compromisso, assinado na primeira edição do evento, realizada em 2010, vai ser revisado com base nos avanços conquistados pela modalidade durante o último ano, com as peculiaridades e especificidades do segmento.

Segunda-feira, 11.04.11

Folha de São Paulo

OMS pode destruir últimos exemplares do vírus da varíola

Por Giuliana Miranda

DE SÃO PAULO

Uma das grandes assassinas da história, a varíola é, desde 1980, considerada extinta pela OMS (Organização Mundial da Saúde). Todas as amostras de seu vírus foram destruídas, exceto em dois laboratórios. Agora, cientistas se dividem sobre o que fazer com elas.

Após sucessivos adiamentos desde a década de 1990, está previsto que a OMS decida o futuro das amostras do Orthopoxvirus variolae em uma assembleia em maio.

Em 2007, EUA e Rússia, países onde ficam os laboratórios de segurança máxima que abrigam os últimos exemplares do vírus, usaram a ameaça de possíveis ataques de bioterroristas para convencer a organização a postergar a destruição.

Segundo eles, só com amostras do vírus vivo seria possível desenvolver novas vacinas e tratamentos eficazes em caso de uma epidemia provocada por terroristas.

O argumento convenceu os países-membros, mas a pressão para a destruição tem aumentado consideravelmente, com direito a manifestações públicas nesses próprios países.

"Por que correr o risco de os vírus escaparem e a doença ressurgir?" manifestou o pesquisador do "Third World Network" Lin Li Ching ao "Washington Post".

O risco de contaminação acidental em laboratório é, aliás, um dos principais argumentos a favor da destruição das amostras.

Na década de 1970, houve um caso de contaminação dessa forma em Birmingham, no Reino Unido. Embora o episódio tenha causado uma morte, ele foi logo contornado.

"Nós sentimos que o mundo ficaria mais seguro sem a existência desses estoques de vírus", completou Lin.

AGENDA


- ClasSaúde 2011

Evento acontece na cidade de São Paulo, SP.

"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e Ambientais" é o tema central dos seis congressos que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center Norte, em São Paulo.

Promovido pela Confederação Nacional de Saúde (CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais, Clínicas e Laboratórios do Estado de São Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde já se consolidou como palco das principais discussões que norteiam o setor.

Integram o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias da Informação e Comunicação em Saúde; 2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão e Políticas em Saúde Mental.

O Congresso Latino-Americano é o evento internacional do ClasSaúde e está dividido em três módulos: Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse ano a questão ambiental entra em discussão.

O site do ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no ar no início de março e trará os programas dos eventos, composição das comissões científicas, valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias e demais informações sobre os eventos. As inscrições também estarão abertas no mesmo período, com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML (estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios Clínicos).

Data: De 25 a 28 de maio de 2011

Local: Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São Paulo, SP

Mais informações: http://www.classaude.com.br/


- Pós-graduação em Gestão do Ambiente em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Oferecido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo, a pós-graduação busca, através do desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e a utilização do sistema de climatização), a racionalização da utilização da água, a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para a formação de profissionais com uma visão gerencial no crescimento sustentável das instituições de saúde, valorizando a gestão alternativa.

Entre o conteúdo programático estão as disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança, Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.

A pós-graduação é voltada para profissionais com formação nas áreas de saúde, gestão de instituições públicas e privadas de saúde, administração, arquitetura, assistência social, biologia, bioquímica, engenharia, enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição, que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de saúde.

Com 396 horas/aula e 11 meses de duração, o curso tem início previsto para 19 de maio. As inscrições já estão abertas. Informações podem ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda através do site www.cbacred.org.br.

- Custos na Saúde e Pagamento por Pacotes

25 e 26 de abril de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

- Fornecer elementos para análise da constituição e do perfil dos custos da assistência à saúde no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização mediante formatação de pacotes para o pagamento dos serviços.

- Fornecer noções de Economia Básica e de custos em geral.

- Identificar os componentes dos custos na assistência à saúde.

-Identificar fatores que agravam os custos na saúde

-Destacar mecanismos de regulação na utilização dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos assistenciais.

- Avaliar o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde no mercado de saúde suplementar.

- Avaliar a repercussão da atuação da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público e PROCON nos custos de assistência à saúde.

-Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.

-Analisar recomendações para formatação, formalização e operacionalização de pacotes.

Instrutor

Dr. Natanael Dantas Soares

Público Alvo

Gestores de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- 2º Seminário dos Dirigentes e Gestores das Autogestões

A Sustentabilidade da Autogestão

11 e 12 de abril

Hotel Naoum Plaza Brasília

SHS - Setor Hoteleiro Sul, Quadra 05, Bloco H, Brasília DF

O evento, com repercussão nacional, é um importante ambiente de debate da área de assistência à saúde suplementar, sendo este o propósito maior da UNIDAS nos eventos que promove como forma de estimular a reflexão de todos os agentes da área da saúde. Com um público estimado em 200 participantes o "2º Seminário dos Dirigentes e Gestores das Autogestões em Saúde - A Sustentabilidade da Autogestão" terá o objetivo de promover um debate com os executivos das nossas instituições filiadas sobre as principais oportunidades e ameaças para o segmento de autogestão em saúde.

Informações

Para ser patrocinador dos eventos, entre em contato com a UNIDAS.

Informações adicionais e esclarecimentos poderão ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11) 3289-0855 ou e-mail seminario@unidas.org.br. (Unidas/AssPreviSite)

- LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO SINOG DE ODONTOLOGIA

Sinog premiará dentistas e estudantes de odontologia

Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos concorrentes até 15 de abril de 2011

O Sinog - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba de lançar a 10ª edição do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação e fidelização da rede credenciada das operadoras e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários dos planos odontológicos", e para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico e controle de qualidade dos serviços odontológicos podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação do credenciado com a operadora de planos odontológicos".

A novidade nesta edição é que, embora os ganhadores anteriores das três últimas edições não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas recém formados, com o registro profissional, e que tenham participado na categoria de estudantes, nas edições anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva modalidade.

Na modalidade cirurgiões-dentistas o prêmio é de R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu. Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$ 8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um professor orientador, o docente receberá como homenagem uma menção honrosa e a participação na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também receberá um troféu.

As inscrições para a 10ª edição, com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em local a ser divulgado. Mais informações poderão ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br ou pelo telefone (11) 3289-7299.

O Prêmio Sinog de Odontologia

Idealizado com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas, seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes a cada nova edição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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