Leia
nesta edição:
- CFM discutirá cobrança
''por fora''
- A burocracia
do câncer
- Para acabar com a fila de transplantes
- Comissão da Câmara
quer intervir em planos
- Parlamentares
recriminam veto à greve dos médicos
- Sinistralidade chega a 80% e preocupa operadoras
- CONASEMS:
Considerações sobre a realização
da 14ª Conferência Nacional de Saúde e suas
Etapas Municipais
- Um mapa
da saúde
brasileira
- Governo dobra recursos de acordo com metas de qualidade
- Subcomissões da Comissão de Seguridade se reúnem
nesta manhã
Quinta-feira, 12.05.11
O
Estado de São
Paulo
CFM
discutirá cobrança
''por fora''
Conselho
também vai debater interferência de entidades
médicas na negociação de honorários
Por Lígia
Formenti
Três dias depois de a Secretaria de Direito Econômico
(SDE) divulgar uma nota condenando a interferência de entidades
médicas na negociação de honorários
e a cobrança "por fora", o Conselho Federal
de Medicina (CFM) vai analisar o assunto. Está marcada
para hoje uma reunião para debater a legitimidade de resoluções
preparadas nos últimos meses por entidades regionais sobre
o tema.
"Não será um julgamento, mas uma análise
crítica", disse o presidente do Conselho Regional
de Medicina do Distrito Federal, Iran Cardoso.
Entre os
textos que serão avaliados está o do
Distrito Federal. A resolução é citada pela
nota técnica da SDE como exemplo de documento que menciona
a possibilidade de punição de médicos que
participam de movimentações por melhores condições
de salário. "Eles não leram ou não
entenderam. Não ameaçamos com punição
nem autorizamos a cobrança por fora", disse Cardoso.
O presidente
do CRM do DF afirmou que a resolução
317 não fixa valores, mas determina que o pagamento de
médicos seja feito diretamente pelo plano de saúde
e não por hospitais. "Eles atuavam como intermediários.
Com essa prática, médicos pagavam duas vezes os
impostos, sem ter nenhum poder de negociação sobre
seus honorários."
Apesar de
Cardoso dizer não haver nenhuma referência
direta sobre permissão de cobrança de extras, a
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) editou
uma nota logo depois de a resolução entrar em vigor.
No texto, a agência esclarecia que nenhum médico
está autorizado a cobrar de pacientes de convênios
valores a mais, com a justificativa de que operadoras não
pagariam o mínimo necessário.
Além da resolução do DF, a nota técnica
da SDE cita normas de Pernambuco e do Espírito Santo -
esta última fixa um valor mínimo de consulta de
R$ 80. "Na pauta há resoluções de várias
partes do País, não só as citadas pela nota." Ele
informou que o debate sobre o tema estava previsto antes da divulgação
da nota.
Correio Braziliense
A
burocracia do câncer
Ministério reconhece que a estrutura do SUS dificulta
um controle eficiente do tratamento oferecido às pessoas
com a doença. Procedimentos são feitos principalmente
por hospitais particulares credenciados no sistema
Por Débora Álvares
Demora, falta
de médicos e burocracia. Mais que problemas
recorrentes para a população, são transtornos
reconhecidos pelo Ministério da Saúde quando o
assunto é a assistência a pacientes com câncer.
Em audiência pública na Comissão de Assuntos
Sociais do Senado Federal, a representante do órgão,
Maria Inês Gadelha, além de assumir as dificuldades
enfrentadas por quem necessita do Sistema Único de Saúde
(SUS), chamou de contraditória a forma de repasse a conveniados
ao programa. “Os prestadores privados fazem seleção
por procedimento, tipos de câncer, doente. Temos que discutir
essa forma de pagamento que se resume à tabela”,
avaliou a coordenadora de Média e Alta Complexidade da
Secretaria de Atenção à Saúde do
ministério. Ela admitiu ainda não haver controle
dos procedimentos médicos, o que possibilita esse tipo
de ação. “Não conseguimos controlar
as prescrições, as condutas hospitalares, o que
nos atrapalha.”
Os problemas
reconhecidos pelo ministério foram amplamente
discutidos ontem. Participaram do debate entidades sociais, como
a Federação Brasileira de Instituições
Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama)
e o Instituto Oncoguia, que reclamam e pedem a criação
de leis que forneçam melhores condições
de atendimento; representantes do Instituto Nacional do Câncer
(Inca) e da Agência Nacional de Saúde (ANS), favoráveis às
queixas das instituições. “A composição
do SUS cria dificuldades. É preciso que o Senado discuta
os desafios enfrentados na implementação da política
pública oncológica”, ressaltou a representante
do Inca, Rosa Amélia da Cunha.
A burocracia
do sistema, uma das reclamações mais
recorrentes, foi explicada por Maria Inês, do Ministério
da Saúde, como uma consequência dos diversos níveis
de assistência pelos quais os pacientes precisam passar
a partir do momento em que são diagnosticados com câncer. “Da
assistência primária, quase toda pública,
o paciente é encaminhado para a realização
de exames e, em seguida, para o tratamento. Como grande parte
das assistências secundária e terciária (45%
e quase 100%, respectivamente) são realizadas por agentes
não públicos, fica difícil que o gestor
controle o atendimento.”
Vítimas
de falhas
O diagnóstico de câncer de mama pegou de surpresa
a família de Fernanda*, 62 anos, moradora de Manga — cidade
mineira a 711km de Belo Horizonte e 1.019km de Brasília.
A dona de casa já tinha ouvido falar da doença,
mas nunca havia conhecido ninguém que a tivesse. Desde
então, a vida da senhora mudou drasticamente. A filha,
que veio buscar emprego na capital federal e deixou a casa onde
a família mora, agendou os atendimentos inicialmente em
um hospital particular, que encaminhou a paciente para realizar
uma cirurgia no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) — onde
funciona, segundo a Secretaria de Saúde do DF, o Centro
de Alta Complexidade em Oncologia, responsável por exames,
cirurgias, quimioterapia, radioterapia e acompanhamento oncológico. “Eles
marcaram o procedimento para novembro, mas depois remarcaram
para janeiro”, contou. De lá para cá, se
passaram quatro anos de acompanhamento, espera e chateações. “Nunca
consigo agendar os exames que o médico pede para uma data
anterior ao exame”, reclama.
A mesma situação é vivida por Carla*, que
há 13 anos precisou retirar a mama esquerda e, desde então,
segue em acompanhamento no HBDF. “Tive que fazer a mamografia
novamente em uma clínica particular”, reclama. Para
a paciente, que se submeteu a cirurgia, a radio e a quimioterapia,
e recebeu remédios pelo SUS durante os cinco primeiros
anos após o procedimento cirúrgico, a situação
atual é caótica. “Deveria ter retornado em
janeiro, mas só agora, em maio, consegui vir fazer a revisão.”
Correio Braziliense
Para acabar com a fila de transplantes
Pesquisadores
dos EUA conseguem transformar células-tronco
em hepáticas, gerando esperanças de cura para diversos
males do fígado. Cientistas chineses, por sua vez, foram
bem-sucedidos na recuperação de tecidos doentes
do órgão
Por Paloma Oliveto
Chegará um dia em que as células sadias de um
paciente poderão ser transformadas em armas contra doenças
que atacam o fígado ou mesmo servirão de base para
a criação de um novo órgão, pronto
para ser implantado. Nos laboratórios de todo o mundo,
intensificam-se as pesquisas que usam células-tronco para
a regeneração hepática. Na edição
de hoje das revistas especializadas Nature e Science Translational
Medicine, dois artigos descrevem o sucesso de experimentos do
tipo realizados, respectivamente, nos Estados Unidos e na China.
Embora ainda se encontrem em uma fase inicial, com testes realizados
em ratos, os estudos reforçam as boas perspectivas de
que, no futuro, células-tronco adultas sejam a chave do
tratamento para diversos males que atingem o fígado.
Liderados
por Lijian Hui, pesquisador do Instituto de Ciências
Biológicas de Xangai, cientistas conseguiram um feito
inédito. Eles recriaram células semelhantes às
hepáticas a partir dos fibroblastos (iHep), estruturas
encontradas na pele. “É um avanço muito grande.
Começa a se vislumbrar o dia em que será possível
fazer uma pequena biópsia na pele da pessoa e transformá-la
em células do fígado. Isso significa acabar com
a fila de espera de transplantes e com a rejeição”,
comenta o geneticista Salmo Raskin, integrante da diretoria da
Sociedade Brasileira de Genética Médica. Ele ressalta,
porém, que “ratos não são humanos”,
lembrando que muitas pesquisas feitas com sucesso em roedores
não foram exitosas em seres humanos. Mesmo assim, o médico
considera que o estudo chinês é mais um passo muito
importante para as pesquisas com células-tronco.
Em entrevista
ao Correio, Lijian Hui, um jovem cientista que já publicou 14 trabalhos sobre doenças hepáticas
em revistas especializadas de peso, diz que o grande diferencial
de seu estudo foi conseguir obter células com função
semelhante às do fígado com um método menos
complexo do que o utilizado no caso das células pluripotentes
induzidas (iPSCs) ou embrionárias. “Células-tronco
embrionárias não são geradas a partir do
tecido do próprio paciente, portanto, podem causar rejeição
ao serem transplantadas. Já para gerar as iPS, primeiro é preciso
induzir essas células para que se transformem em fibroblastos
e, depois, diferenciá-las em células hepáticas.
O procedimento é mais complexo comparado à indução
das iHep, que já são geradas diretamente dos fibroblastos.
Além disso, no processo de indução das células
iPSCs, há risco de desenvolvimento de câncer”,
afirma.
Gene identificado
No trabalho,
os pesquisadores de Xangai conseguiram identificar um gene,
o P19Arf, que está relacionado à morte
celular. Ao ser desativado, esse gene evitou o envelhecimento
precoce das células, algo que poderá beneficiar
as pesquisas sobre células-tronco como um todo. O geneticista
Salmo Haskin comemora o achado, pois um dos grandes problemas
encontrados por cientistas durante os trabalhos com esse tipo
de estrutura é justamente a morte dos tecidos. “Quando
começaram os estudos com iPSCs, foi um boom. Mas, com
o tempo, os pesquisadores começaram a encontrar obstáculos.
Um deles é que as células envelheciam rapidamente
e morriam rapidamente”, relata. “Eles (a equipe de
Hui) identificaram um dos motivos por que isso acontece, que é o
P19Arf. Esse estudo, além de ser um grande avanço
para tratar das doenças hepáticas, tem uma metodologia
que pode ser copiada por qualquer um que pesquisa células-tronco.”
O estudo
de Lijian Hui mostrou que, além de não
provocar tumores nem morte celular, a técnica restaurou
os tecidos danificados e as funções hepáticas.
As novas células conseguiram metabolizar diversas substâncias
importantes para o funcionamento do fígado, embora um
composto específico, o bufuralo, não tenha obtido
o mesmo sucesso. Hui conta que suas descobertas poderão
ser úteis para diversas aplicações. “As
células iHep têm o potencial para, in vitro, analisarmos
a toxicidade de novos medicamentos. Além disso, como células
hepáticas funcionais, poderão ser usadas para a
criação de fígados artificiais para manter
em funcionamento o órgão de pacientes em estágio
muito avançado. Uma terceira proposta é que as
iHep sejam utilizadas em transplantes tanto para pacientes com
falência hepática e doenças metabólicas
relacionadas ao fígado”, enumera.
Mas, cauteloso,
diz que não se pode esperar uma aplicação
da técnica em humanos tão cedo. Primeiramente,
os cientistas vão tentar gerar as iHep a partir de fibroblastos
humanos. “Já quanto aos ensaios clínicos, é algo
difícil de estimar. Mesmo de um ponto de vista otimista,
ainda há um longo caminho antes de podermos começar
os testes”, reconhece.
Feito
inédito
Já o artigo publicado na Science Translational Medicine
trabalhou com as células pluripotentes induzidas. Os pesquisadores
da Faculdade de Medicina da Universidade de Johns Hopkins, dos
Estados Unidos, conseguiram regenerar os tecidos doentes dos
fígados de ratos com falência hepática. De
acordo com os cientistas, muitos estudos com iPSCs já foram
realizados na área da hepatologia usando amostras in vitro,
mas essa é a primeira vez que se comprovou a capacidade
funcional e regenerativa em tecidos vivos. Os cientistas retiraram
amostras da pele e do sangue de seres humanos e as moldaram para
que se transformassem em células-tronco. Então,
injetaram o material no fígado de roedores com cirrose
hepática. Aqueles que não receberam o material
morreram. Já o primeiro grupo se regenerou.
Em entrevista
ao site da Johns Hopkins, o principal autor, Yoon-Young Jang,
professor
de oncologia, afirmou que a técnica é endereçada
a pacientes cirróticos, uma condição que
leva à morte dos tecidos do órgão. Ele também
contou que mais estudos precisam ser feitos antes que os estudos
clínicos comecem. Uma das preocupações da
equipe é justamente o fato de as iPSCs formarem tumores,
embora durante o período de testes, sete meses (o equivalente
a 30 anos na vida de um adulto), nenhum câncer tenha se
desenvolvido.
Seguros dia-a-dia
Comissão da Câmara
quer intervir em planos
Na audiência pública realizada, terça-feira,
na Câmara dos Deputados, para debater os problemas do setor
de planos de saúde, o presidente da Comissão de
Defesa do Consumidor, Roberto Santiago (PV-SP), anunciou que
a comissão vai sugerir uma Proposta de Fiscalização
e Controle para investigar as operadoras de planos de saúde.
Ele afirmou
que as informações dadas pela Fenasaúde,
na audiência pública, não estão de
acordo com a realidade da prestação de serviço
pelos planos de saúde. “Já que não
temos informações, vamos buscar respostas dentro
das empresas”, disse Santiago.
Na mesma
audiência, o diretor do Departamento de Proteção
e Defesa Econômica do Ministério da Justiça,
Diogo Thomson de Andrade, defendeu as medidas do governo para
regular a relação entre médicos, planos
de saúde e pacientes. “As medidas da secretaria
não são contra a classe médica ou contra
os planos, mas a favor dos consumidores brasileiros que precisam
de serviços de saúde”, comentou.
Andrade citou
a decisão da Secretaria de Defesa Econômica
do Ministério da Justiça (SDE) de considerar ilegal
a aplicação da Classificação Brasileira
Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM) para reajuste
do pagamento de honorários médicos. O governo também
proibiu as paralisações coletivas de médicos
por tempo indeterminado e os movimentos para descredenciamento
em massa de planos.
Saúde
Business Web
Parlamentares
recriminam veto à greve dos médicos
Parlamentares
enviarão nota ao ministro da Justiça
pedindo a revisão da nota técnica apresentada pela
Secretaria de Direito Econômico (SDE)
Parlamentares
representantes das Comissões de Seguridade
Social e Defesa do Consumidor vão enviar, nesta quarta-feira,
(11), ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo,
um documento pedindo a revisão da nota técnica
apresentada pela Secretaria de Direito Econômico (SDE)
sobre a movimentação de médicos contra as
operadoras de plano de saúde. As informações
são do Estado de S. Paulo.nota foi apresentada na última
segunda-feira, (09), e proíbe que médicos paralisem
o atendimento a pacientes e planos para reivindicar reajustes
nos honorários. Veta ainda a fixação de
valores mínimos por consulta e a cobrança de taxas
adicionais ao que os usuários já pagam às
operadoras.
A nota técnica produzida pela SDE foi alvo de críticas,
na audiência pública realizada na Câmara dos
Deputados, na tarde desta terça-feira, (10). Aloísio
Tibiriçá, vice-presidente do Conselho Federal de
Medicina (CFM), classificou a nota técnica como uma excrescência
jurídica. Segundo ele, é uma relação
de trabalho e não cabe a uma entidade como a SDE regular
isso e, principalmente, penalizar o lado mais fraco, que são
os médicos.
Para Florisval
Meinão, da Associação Médica
Brasileira (AMB), a decisão da SDE é inconstitucional
e será questionada na Justiça pelas entidades médicas.
Para ele, a prática de cobrar valores "por fora" de
clientes de plano de saúde, não faz parte das diretrizes
do movimento.
E ressaltou
que a entidade não está impondo a
nenhum médico um valor mínimo a ser cobrado por
consulta. E usou apenas a tabela da AMB como referência
para negociar com as operadoras.
Segundo o
presidente da Federação Nacional dos
Médicos, Cid Carvalhaes, a cobrança "por fora" de
honorários é uma prática isolada e não
tem aval da federação. De acordo com o presidente,
são casos isolados e têm de ser punidos. Mas isso
não pode ser usado para denegrir toda uma classe profissional
e um movimento por melhores condições de trabalho."
De acordo
com o deputado Eleuses Paiva (DEM-SP) a Câmara
tem convicção de que o Ministério da Justiça "vai
reparar o erro cometido pela secretaria".
No entanto,
o diretor do Departamento de Proteção
e Defesa Econômica da Justiça, Diogo Thompson de
Andrade, afirmou que o assunto já foi remetido para o
Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), do
Ministério da Justiça, a quem caberá a definição.
O advogado
Antonio Carlos Roselli, da Comissão de Direito
da Saúde e Responsabilidade Médico-Hospitalar da
OAB São Paulo, declarou que a decisão da SDE é "drástica" e
poderá ser contestada judicialmente. Para Roselli, se
as entidades de classe forem impedidas de representar os interesses
dos médicos, perderão o sentido de existir.
Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada em direito
do consumidor, vê com bons olhos a nota técnica
da SDE. Para ela, as entidades médicas estão instigando
os médicos a fazer greve caso os valores da tabela da
AMB não sejam aplicados, o que acabaria prejudicando os
beneficiários dos planos. "Entre o direito do médico
de fazer greve e o direito do paciente de ser atendido não
há nem o que pensar: deve prevalecer o do paciente."
CFM
discutirá cobrança
''por fora''
Saúde
Business Web
Sinistralidade chega a 80% e preocupa operadoras
Por Cínthya Dávila
"Diante dessa situação, é preciso
pensar em práticas e estratégias de promoção
e gestão de saúde para o futuro", diz consultor
Um dos problemas
que vem preocupando as operadoras de planos de saúde é a margem de sinistralidade, que em média
está em 80% e mostra que os beneficiários estão
utilizando cada vez mais os serviços. Segundo o consultor
de planos de saúde e rede médica, Carmo D´Andrea
Neto, o cenário é preocupante. Sendo assim, é preciso
pensar em práticas e estratégias de promoção
e gestão de saúde para o futuro, pois esse número
não é positivo para as empresas.
Outro tópico importante mostrou a grande diferença
entre a porcentagem das pessoas que possuem planos de saúde
levando-se em consideração a classe social. Os
dados mostram que 4% das pessoas das classes D e E possuem planos
de saúde; já na classe C, a porcentagem é de
14%; enquanto nas classes A e B o número chega a 86%.
De acordo
com o consultor, perante esse cenário e tomando
como base o crescimento econômico que tem possibilitado
que as classes C e D sejam consideradas consumidoras em potencial, é preciso
investir para que esse nicho passe a aderir aos planos de saúde.
Outro dado
positivo refere-se a uma pesquisa realizada pelo Datafolha
e Instituto
de Estudos de Saúde Suplementar
(IESS) que mostrou que 80% dos usuários estão satisfeitos
com os serviços dos planos de saúde.
Estratégias de fidelização
Levando em
consideração o contentamento das pessoas
com as operadoras de planos de saúde, baseado na pesquisa
do IESS. Neto ressaltou que é preciso elaborar estratégias
de fidelização dos clientes, devido a alta competitividade
de mercado.
Dentre as
táticas apresentadas pelo palestrante, pode-se
destacar o incentivo às praticas de promoção
e gestão de saúde, proporcionar benefícios
aos clientes, oferecer serviços que vão além
da legislação e que sejam desejados pelos clientes,
juntamente com a promoção de encontros médicos
Além disso, é preciso que os colaboradores estejam
satisfeitos com o tipo de trabalho que desenvolvem. "Se
você trabalha em um hospital e, quando fica doente, prourar
assistência médica em outro local, é preciso
mudar o tipo de trabalho desenvolvido neste ambiente," falou.
Blog
do Mário
Lobato
CONASEMS:
Considerações sobre a realização
da 14ª Conferência Nacional de Saúde e suas
Etapas Municipais
Via @carolrochajor
NOTA TÉCNICA
do CONASEMS
Núcleo de Participação da Comunidade na
Saúde
Considerações sobre a realização
da 14ª Conferência Nacional de Saúde e suas
Etapas Municipais
Com a proximidade
da 14º Conferencia Nacional de Saúde
(CNS) e diante de uma demanda expressiva de dúvidas acerca
da diferença entre Etapa Municipal da Conferência
Nacional e Conferências Municipais de Saúde, o Núcleo
de Participação da Comunidade na Saúde do
Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems)
percebeu a necessidade da formulação de uma Nota
Técnica tecendo considerações a respeito
do assunto.
A Conferência Nacional de Saúde, expressão
máxima da participação da comunidade, participação
esta inscrita na Constituição de 1988, é um
instrumento social de controle de políticas públicas
e de forte poder transformador. Esta instância colegiada
tem, portanto, o objetivo de propor a melhoraria da saúde
da população e de suas condições
de vida.
As Conferências de Saúde são instâncias
colegiadas prevista no Artigo 1º da Lei 8142/90, e aqui
destacamos o • 1º onde se lê: "A Conferência
de Saúde reunir-se-á a cada 4 anos com a representação
dos vários segmentos sociais, para avaliar a situação
de saúde e propor as diretrizes para a formulação
da política de saúde nos níveis correspondentes,
convocada pelo Poder Executivo ou, extraordinariamente, por este
ou pelo Conselho de Saúde."
Ao mencionar
o prazo de 4 anos entendemos aqui que se trata de um intervalo
máximo entre cada conferência, podendo
o Município, amparado pelo seu marco legal, realizar conferências
em um intervalo diferente do que está posto na Lei 8142,
porem não superior a 4 anos.
Vejamos a seguir o sentido deste prazo.
Se entre
seus objetivos está o de "avaliar a situação
de saúde e propor as diretrizes para a formulação
da política", consideramos que o melhor momento para
sua realização é no primeiro ano de mandato,
para assim oferecer subsídios à gestão para
a construção do Plano Municipal de Saúde
a ser inserido no Plano Plurianual, em conformidade com o Art.
165º de nossa Constituição Federal.
Desde 1992
adotou-se a nomenclatura Etapas Municipais da Conferência
Nacional a fim de diferenciá-las das Conferências
Municipais de Saúde. Porem é inegável que
ambas tem o objetivo de realizar uma profunda análise
da saúde, em diferentes momentos, com a sociedade. Esta
inovação foi proposta pelo conjunto de gestores
municipais, representados pelo CONASEMS durante a IX Conferência
Nacional de Saúde.
Atualmente
no momento em que se discute a 14ª CNS, os governos
municipais encontram-se na metade de seus mandatos, ou seja,
trata-se uma ocasião propícia para a realização
de uma profunda reflexão. Essa reflexão, além
de contemplar a temática da 14ª CNS, deve também
partir de uma análise do que foi planejado no início
de governo e instituído no Plano Municipal de Saúde.
Anualmente cabe uma análise crítica sobre o que
foi executado, verificando-se a necessidade de alguma mudança
ou adaptação na Programação Anual
de Saúde, proposta inicialmente, a fim de alcançar
as metas pactuadas regionalmente e deliberadas pelo Conselho
Municipal de Saúde, para que a Saúde siga avançando,
em conformidade com a regulamentação atual do SUS.
O que distingue
as Etapas Municipais da Conferência Nacional,
entre outras coisas, é sua capacidade de colocar os municípios
como protagonistas, ou seja, com poder para subsidiar a formulação
de políticas estaduais e nacionais de saúde. Por
meio de seus delegados eleitos, e aqui recomendamos que se dê preferência
aos cidadãos ativistas das causas do SUS municipal, são
encaminhadas propostas debatidas amplamente em âmbito local à Conferência
Estadual que em seguida será repassada à Conferência
Nacional, conferindo assim o caráter democrático
desde o início do processo.
Além de destacarmos a importância deste diálogo
e construção coletiva ser abrangente e, portanto
legítimo, deve-se ter cuidado de não deixar para
a esfera estadual e nacional diretrizes e propostas específicas
do município e que estão sob sua governabilidade,
devemos valorizar as nossas demandas políticas regionais
e estaduais para encaminhamento às demais esferas.
Como na Conferência Nacional não serão acatadas
novas propostas (Art.8º inc.V do Regimento Interno da 14ª CNS)
, cumpre aos municípios esgotar seu debate para que ,
todas suas demandas e proposições políticas
sejam consideradas e assim encaminhadas para, se possível,
integrar o relatório Estadual que será remetido à Nacional.
A 14ª CNS ocorrerá entre os dias 30 de novembro
a 4 de dezembro, sendo que as etapas municipais serão
realizadas no período de 1º de abril a 15 de julho
de 2011 (Art. 3º do Decreto Presidencial de 3 de março
de 2011, que convoca a 14ª CNS)
Dúvida frequente refere-se ao período de execução
das etapas municipais, como por exemplo aqueles municípios
que realizaram suas conferências recentemente, porem fora
do período mencionado no Decreto Presidencial, devem fazer
outra? O CONASEMS recomenda que organizem um evento com ampla
participação e com o objetivo de refletir sobre
o tema proposto para a 14ª CNS, levantem seus problemas
e reivindicações para encaminhar às Etapas
subsequentes. Podem também processar os dados já existentes
de outras conferências anteriores e buscar a aprovação
desta assembléia.
A escolha
dos representantes municipais, ou seja, seus delegados, deverá ser feita durante a realização deste
evento, garantindo que estes defendam exclusivamente o que foi
aprovado pela assembléia. Estes delegados podem ser escolhidos
também entre os próprios conselheiros, considerando
que eles têm a legitimidade de terem sido eleitos.
Outra pergunta
freqüente refere-se às responsabilidades
dos municípios para a articulação, promoção
e execução das Etapas Municipais da 14º CNS.
Informamos que caberá às secretarias municipais
de saúde o financiamento para a execução
dessas tarefas.
Posteriormente,
de posse do relatório final da 14ª CNS,
os municípios terão então outra oportunidade
de realizar uma reflexão, visando a adequação
da política municipal de saúde, e agora baseada
nas diretrizes formuladas e expressas neste relatório.
A 14ª CNS ocorrerá entre os dias 30 de novembro
a 4 de dezembro, com o tema: "Todos usam o SUS! SUS na Seguridade
Social - Política Pública, Patrimônio do
Povo Brasileiro" e aqui destacamos seu importante eixo com
o título: "Acesso e acolhimento com qualidade: um
desafio para o SUS".
Tanto o seu
Tema quanto seu Eixo oferecem aos municípios
a oportunidade de refletir sobre sua práticas, rever estratégias,
reafirmar suas teses e ainda, em tempo, traçar novos rumos
para garantir o direito à saúde posto sabiamente
em nossa Constituição Cidadã.
Extra Online
Um
mapa da saúde
brasileira
Um artigo
publicado na revista inglesa "The Lancet" analisou
a saúde pública brasileira e apontou a dengue como
um dos maiores problemas no país. Na última década,
foram registrados cerca de 3,5 milhões de casos, com 900
mortes. Para os especialistas, a prioridade, no momento, deve
ser o desenvolvimento de uma vacina.
Outro desafio é diminuir a mortalidade por acidentes
de trânsito e violência. Os homicídios e as
lesões provocadas pelo trânsito representam 60%
das mortes por causas externas, diz a pesquisa. O ministro da
Saúde, Alexandre Padilha, defendeu um pacto para reduzir
as mortes no trânsito. Para tanto, propõe metas
para estados e municípios, com prémios para os
melhores resultados.
Entre os
sucessos, a revista aponta o pro¬grama de distribuição
de remédios contra a Aids, a adoção de leis
e medidas para inibir o fumo, a queda nas taxas da mortalidade
infantil e de desnutrição e o combate à pobreza.
Saúde
Business Web
Governo dobra recursos de acordo com metas de qualidade
Atualmente
recursos para cada equipe do programa Saúde
da Família totalizam cerca de R$ 7.100
O Ministério da Saúde vai dobrar o valor do repasse
feito para cada equipe do Programa Saúde da Família
aos municípios que cumprirem metas de qualidade definidas
pela pasta. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (11)
pelo ministro da Saúde, Alexandre Padilha, durante a 14ª Marcha
dos Prefeitos.
Atualmente,
segundo Padilha, os recursos para cada equipe totalizam cerca
de R$
7.100. A partir de junho, os prefeitos interessados
poderão cadastrar os centros de saúde. A partir
de então, técnicos do ministério passarão
a fazer visitas periódicas às unidades, além
de pesquisas de satisfação com a população
atendida no local.
Outra novidade
anunciada pela pasta durante o evento trata da reestruturação das unidades básicas de saúde.
Segundo Padilha, dados indicam que 75% delas estão fora
do padrão de qualidade definido pela Agência Nacional
de Vigilância Sanitária (Anvisa). A reestruturação
deverá incluir a reforma e a ampliação de
estruturas já existentes.
"Estamos com um padrão construtivo defasado. Como
queremos que se amplie a capacidade da atenção
básica de resolver problemas de saúde das pessoas, é fundamental
ter um novo padrão construtivo", afirmou o ministro.
Emenda 29
Ao comentar
a regulamentação da Emenda Constitucional
nº 29, ele avaliou que o país vive um momento positivo
para que uma regra geral seja instalada e defina quanto deve
ser repassado por estados, municípios e União para
a saúde.
"A gente sabe que, hoje, quem menos cumpre são os
estados. A União vem cumprindo, os municípios contribuem
com mais do que são obrigados, em média, 22% das
receitas comprometidas", disse. "É importante
regulamentarmos a emenda porque cria uma regra estável,
independentemente de quem governa estado, município ou
país", completou.
Na opinião do ministro das Relações Institucionais,
Luiz Sérgio, o Congresso Nacional que deve regulamentar
a Emenda Constitucional 29, definir o percentual de recursos
que estados, municípios e União devem repassar
para financiar o sistema de saúde pública. Segundo
ele, o governo federal já vem cumprindo com sua parte,
tendo, inclusive, aumentado o volume de recursos destinado ao
setor, no Orçamento deste ano.
"Se o Congresso aprovar uma regulamentação
da emenda constitucional, caberá a ele então estabelecer
[as fontes de] recursos permanentes para financiar a saúde",
comentou o ministro ao participar, nesta quarta-feira (11), em
Brasília, da 14ª Marcha dos Prefeitos. Luiz Sérgio
também voltou a afirmar que o governo federal não
estuda criar novos impostos para cobrir os gastos com o setor.
O estabelecimento
de novas regras para o setor é uma
das principais reivindicações dos prefeitos. Eles
afirmam que os municípios têm assumido a maior parcela
de responsabilidade pela manutenção do Sistema Único
de Saúde (SUS) e cobram a aprovação rápida
da emenda.
Na terça-feira (10), na abertura da Marcha, o presidente
da Confederação Nacional de Municípios,
Paulo Ziulkoski, declarou que os municípios não
podem mais esperar pela regulamentação da Emenda
29. "Não temos mais recursos para sustentar a Saúde
nos Municípios", disse Ziulkoski, aplaudido pelos
prefeitos. Também ontem, o presidente da Câmara
dos Deputados, Marco Maia, prometeu colocar o assunto em votação
nos próximos dias.
Agência Câmara de Notícias
Subcomissões da Comissão de Seguridade se reúnem
nesta manhã
Da
Redação
Quatro subcomissões da Comissão de Seguridade
Social e Família se reúnem nesta manhã para
discutir seus roteiros de trabalho. São elas:
- Subcomissão especial destinada a avaliar o Sistema
de Saúde Complementar, às 8h30, no plenário
8;
- Subcomissão especial destinada a tratar do Financiamento,
Reestruturação da Organização e Funcionamento
do Sistema Único de Saúde (SUS), às 9 horas,
no plenário 15;
- Subcomissão especial para avaliar as condições
de saúde do trabalhador, às 10 horas, no plenário
7;
- Subcomissão especial sobre agrotóxicos e suas
consequências à saúde, às 11 horas,
no plenário 7 (reunião de instalação).
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br.
- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências
Unidas / AssPreviSite
13 de Maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Capacitar
o profissional de saúde a entender o processo
de integração da melhor evidência científica
com experiência clínica e a avaliação
individual do paciente.
Capacitar
o administrador de sistemas de saúde privado
ou público a entender a importância de gerir seu
sistema com base em evidências científicas de alta
qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.
Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante,
especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes,
em relação a acurácia e precisão
de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos
e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos
e preventivos.
Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar
a habilidade clínica e experiência passada para
identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente,
seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios
de intervenções potenciais.
Por avaliação individual do paciente entende-se
reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências
e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica
e que deve ser integrada numa decisão clínica.
Por tecnologia
de informação entende-se o uso
intensivo de indicadores, ferramentas de informática e
parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor
controle de qualidade e gestão.
Objetivos
específicos:
Ao final
do curso o participante deverá estar apto a:
* Reconhecer
a Medicina Baseada em Evidências como uma
maneira válida, útil e viável de melhorar
a sua prática médica com base em resultados de
pesquisas de boa qualidade.
* Elaborar
perguntas específicas e passíveis de
resposta científica para as diversas situações
clínicas.
* Realizar
uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos
médicos, utilizando métodos básicos
como as "clinical queries".
* Entender
a organização
e funcionamento das bases de dados informatizadas.
* Distinguir
os principais tipos de estudo, entender sua ligação
com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de
estudos com os níveis de evidências.
* Avaliar
criticamente artigos médicos de tratamento.
* Distinguir
diretrizes clínicas baseadas em evidências
das baseadas em consenso.
* Conhecer
os principais tipos de estudos de avaliação
econômica em saúde.
* Reconhecer
a importância das revisões sistemáticas
para o conhecimento em saúde.
* Conhecer
e utilizar as fontes de informação
com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence,
Evidence-Based Journals, etc).
* Transpor
para sua prática profissional os conhecimentos
de Saúde Baseada em Evidências.
* Reconhecer
as limitações das evidências
no contidiano clínico.
* Reconhecer
a importância da tecnologia de informação
integrada às evidências científicas para
a gestão de sistemas de saúde.
* Delimitar
as áreas de seu sistema de saúde onde
a tecnologia de informação poderá ser integrada
ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.
Instrutores
Dr. Otávio
Clark
Dr. Enéas José de
Mattos Faleiros
Público
Alvo
Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br