Leia
nesta edição:
- Subcomissão discute marco regulatório para saúde
complementar
- Especialistas defendem pluralidade em contratos firmados pelo
SUS
- Saúde economizou R$ 603 milhões
com novo sistema de compras, diz ministro
- Estado
vai repassar conta de hospitais a planos de saúde
- Promotor
diz que decreto cria a "dupla porta" nos
atendimentos
- Justiça considera greve da Saúde
ilegal
- Espanhol
faz 1º transplante
de 2 pernas
- Pacote 'BRASIL MAIOR' vai socorrer Setor Industrial
- Que fazer
com o plano de saúde
- Novas regras
em benefício de todos
- Fóruns tentam evitar ações
judiciais
- Prontuário eletrônico
- Saúde: R$ 800 milhões extras para atenção
básica
- Soluções para Sistema Único de Saúde
- Esclarecimento sobre tempo de espera para atendimento
- SUS vai atender pacientes em casa
- Seguridade
discutirá inclusão de novo exame
contra câncer no SUS
- Confederação Nacional de Saúde: Circular
Jurídico 066/2011
Terça-feira,
12.07.11
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão discute marco regulatório para saúde
complementar
A subcomissão especial criada para avaliar o sistema
de saúde complementar realizará nesta quarta-feira
(13) audiência pública para discutir a proposta
de marco regulatório para o setor. A reunião será realizada às
15 horas, no Plenário 15.
Foram convidados:
- o presidente
e o advogado da Associação Brasileira
de Medicina de Grupo (Abramge), Arlindo de Almeida e Dagoberto
Lima;
- o presidente
da Federação Nacional de Saúde
Suplementar, José Cechin;
- o presidente
da Associação Médica Brasileira
(AMB), José Luiz Gomes do Amaral;
- o presidente da Unidas, Denise Eloi;
- o presidente
da ANS, Maurício Ceschin;
- a coordenadora
Institucional da Associação Proteste,
Maria Inês Dolci;
- o presidente
da Confederação Nacional das Santas
Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas
(CMB), José Reinaldo Nogueira Filho;
- o presidente
da Confederação Nacional de Saúde
(CNS), José Carlos de Sousa Abrahão;
- o presidente
da Uniodonto, José Alves de Souza Neto;
- o presidente da Unimed do Brasil, Eudes de Freitas Aquino;
- o advogado Augusto Nardelli.
Prorrogação
No último dia 6, a Comissão de Seguridade Social
e Família prorrogou por 90 dias o funcionamento dessa
subcomissão, a pedido do presidente do grupo, deputado
André Zacharow (PMDB-PR).
A subcomissão foi instalada no dia 28 de abril, por sugestão
do deputado Mandetta (DEM-MS) – que é o relator
do grupo. O prazo inicial de funcionamento dos trabalhos se encerraria
no próximo dia 28.
A subcomissão está revendo a legislação
sobre o sistema de saúde complementar e deverá apresentar
um novo marco regulatório para o setor, por meio da apresentação
de uma nova lei ou pela consolidação da legislação
já existente.
Agência Câmara de Notícias
Especialistas defendem pluralidade em contratos firmados pelo
SUS
Por Rodrigo
Bittar e Vania Alves / Edição: Marcos
Rossi
Modelos de
gestão devem variar entre estados e municípios
de acordo com as realidades locais, segundo debatedores em audiência
na Câmara; necessidade de aumento dos recursos para o setor
também foi destacada.
A subcomissão especial que analisa o financiamento, reestruturação,
organização e funcionamento do Sistema Único
de Saúde (SUS) concluiu nesta segunda-feira a série
de reuniões para debater o assunto com especialistas.
O relator do colegiado, deputado Rogério Carvalho (PT-SE),
pretende se reunir novamente com técnicos da área
para apresentar uma versão preliminar do seu texto, cuja
versão final só deverá ser conhecida em
um seminário previsto para ser realizado em outubro.
Nessa última reunião do colegiado, ligado à Comissão
de Seguridade Social e Família, os participantes classificaram
como inviável o estabelecimento de um modelo único
de gestão para todos os estados e municípios brasileiros.
O consenso é que onde houver maior controle social haverá maior
viabilidade de contratos de terceirização de serviços,
sejam eles prestados pela administração direta
ou indireta.
“A descentralização dos serviços
em saúde é uma opção politica que
tem que levar em conta a capacidade financeira, de gestão
e o controle social do governo que vai descentralizar. Não
existe uma fórmula, mas essas questões devem ser
avaliadas”, defendeu a gerente de projeto da Secretaria
de Gestão do Ministério do Planejamento, Valéria
Salgado.
O secretário de Saúde do Estado de São
Paulo, Wladimir Taborda, argumentou na mesma linha e listou o
que chamou de “elementos essenciais” para a realização
de contratos entre os entes públicos e os privados no
setor: planejamento estratégico adequado; conhecimento
das necessidades regionais de saúde; parceiro capacitado
e eficiente; e, principalmente, existência de recursos
orçamentários.
“Não adianta fazer modelos de gestão se
não tiver dinheiro, porque todos sabem que a tabela de
remuneração do SUS é insuficiente. Não é possível
manter resultado de qualidade, auditado e com volume de serviço
sem aumentar os recursos atuais”, declarou.
Adequação
O deputado
Rogério Carvalho defendeu a adequação
do modelo de gestão ao serviço prestado, devendo
ser adotado o modelo que melhor atender à necessidade
de oferecer um atendimento de saúde universal, integral
e de qualidade, que são os princípios do SUS.
Segundo ele,
que foi secretário de Saúde de Sergipe,
cada atividade funciona melhor com um tipo de administração.
O atendimento ambulatorial, por exemplo, dependente de grandes
investimentos em tecnologia, se adaptaria melhor ao setor privado,
enquanto o atendimento hospitalar teria mais afinidade com o
setor público. "Temos que separar o que são
atribuições exclusivas do Estado daquelas que podem
ser feitas em parcerias, sempre tendo em vista o interesse público",
declarou.
Já o presidente da subcomissão, deputado João
Ananias (PCdoB-CE), afirmou que não há como o parecer
não apontar o principal problema do setor, que é a
falta de recursos. Ele afirmou que a crise no SUS não
se dá por problemas nos diversos modelos, mas pelo financiamento
dessas formas de gestão. "Vamos atacar veemente a
questão do financiamento, que é crônico e
consensual. Eu duvido que algum gestor diga que seu problema
não é financiamento."
O debate
desta segunda-feira contou com a participação
do público por meio do Portal e-Democracia da Câmara
dos Deputados. A principal preocupação dos internautas
foi sobre o controle social do sistema.
Valor
Econômico
Saúde economizou R$ 603 milhões
com novo sistema de compras, diz ministro
Por Luciano
Máximo
As novas
políticas de compras governamentais do Ministério
da Saúde adotadas no início do ano começam
a dar resultados. No primeiro semestre, a pasta economizou R$
603 milhões com aquisições de remédios
e insumos médicos distribuídos em hospitais e postos
do Sistema Único de Saúde de todo o país.
Basicamente, o governo federal está negociando mais com
produtores e centralizando as compras de Estados e municípios,
o que gera forte ganho de escala.Cálculos do ministro
Alexandre Padilha mostram que o gasto do governo federal com
cerca de 80 itens, como seringas e diferentes tipos de medicamentos,
atingiu R$ 1,711 bilhão de janeiro a junho. "Sem
as nossas ações para centralizar as compras no
ministério e também para coibir fraudes em licitações,
o valor teria ficado acima de R$ 2,3 bilhões", diz
Padilha.
Elaborada
com apoio do Instituto de Desenvolvimento Gerencial (INDG),
que era comandado
pelo empresário Jorge Gerdau,
a nova política federal de compras públicas para
a saúde passa pela adoção de um banco de
preços com referência internacional para produtos
importados de Austrália, Canadá, Espanha, Estados
Unidos, França, Grécia, Itália, Nova Zelândia
e Portugal. Também inclui a formação de
equipes do ministério para a negociação
direta com os fabricantes de medicamentos. Em acordo com Estados
e municípios, a pasta centralizou a aquisição
de 40 tipos de remédios de alto custo. Por fim, os procedimentos
de compra seguem orientações do Tribunal de Contas
da União (TCU), o que evita fraudes e dá mais transparência
ao processo.
Segundo Padilha,
a substituição das licitações
de Estados e municípios pela compra direta pelo Ministério
da Saúde resultou em economia de R$ 220 milhões. "Escolhemos
os 40 medicamentos do grupo especializado, que são os
mais caros - para tratamento de câncer, aids, hipertensão,
doenças inflamatórias crônicas -, e fizemos
uma associação com Estados e municípios.
Em vez de cada um deles fazer uma licitação, o
ministério fecha a compra, o que nos permite um enorme
ganho de escala. Em muitos casos reduzimos o preço pela
metade", diz Padilha.
O secretário estadual de Saúde do Amazonas, Wilson
Duarte Alecrim, conta que o esquema funciona há três
meses no Estado da região Norte. "Pagávamos
R$ 8 mil por caixa de Glivec, um remédio da Novartis para
tratamento de câncer. Desde abril, o ministério
montou esse sistema, e o preço do remédio caiu
para R$ 3 mil, R$ 3,5 mil", relata Alecrim. Segundo ele,
o abastecimento não foi afetado. "O ministério
contrata o serviço de uma empresa de logística
para fazer a distribuição, que tem funcionado regularmente."
Padilha esclarece
que o Ministério da Saúde tem
um sistema informatizado que facilita a distribuição
desses medicamentos em todo o país. Pelo fato de serem
remédios muito caros e que tratam de problemas sérios
de saúde, o paciente preenche uma ficha específica
para passar a recebê-los. "Sabemos exatamente quem
são as pessoas que precisam e até onde elas moram.
Houve rumores de que a centralização da compra
poderia prejudicar o abastecimento, mas, na verdade, reduz a
possibilidade de fraudes que poderiam existir nos hospitais",
complementa Padilha.
Para a médica Lígia Bahia, professora da Universidade
Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), as medidas racionalizam o processo
de compras, mas "o ministério também precisa
ser controlado".
O ministro
também disse que o dinheiro economizado será investido
na ampliação da assistência farmacêutica
do SUS, com a oferta de mais medicamentos em hospitais e postos
de saúde. "Já incorporamos um novo remédio
para tratamento da hepatite C e estudamos a compra direta de
outros dez produtos."
Folha
de São
Paulo
Estado
vai repassar conta de hospitais a planos de saúde
Unidades
gerenciadas por OSs vão cobrar diretamente dos
convênios
Medida
entra em vigor em 30 dias; governo de SP diz que pacientes
de planos
particulares
não serão privilegiados
Por Cláudia
Collucci / Talita Bedinelli
Hospitais
estaduais paulistas gerenciados por OSs (Organizações
Sociais) passarão a cobrar diretamente dos planos de saúde
o atendimento feito a seus conveniados.
Esses hospitais,
porém, não poderão
reservar leitos ou dar tratamento diferenciado a pacientes
particulares.
É o que diz o decreto do governador Geraldo Alckmin (PSDB),
publicado no "Diário Oficial" do Estado na última
quinta, que regulamenta lei que permite a oferta de até 25%
dos atendimentos a doentes particulares.
O governo
deve publicar ainda uma resolução em
que identificará as unidades de saúde que poderão
firmar contratos com os convênios. A lei passa a valer
em 30 dias.
Levantamento
da Secretaria Estadual da Saúde aponta que
um em cada cinco pacientes atendidos em hospitais estaduais na
capital paulista têm algum tipo de convênio ou plano
de saúde. Mas quem paga essa conta, avaliada em R$ 468
milhões anuais, é o SUS.
Um exemplo é o Instituto do Câncer do Estado Octavio
Frias de Oliveira. Hoje, 18% dos pacientes atendidos no hospital
têm planos de saúde, que nada pagam.
Há uma legislação federal que já permite
o ressarcimento ao SUS. Mas o governo estadual alega que a lei
entrou em vigor antes de o modelo de OSs ser implantado, o que
inviabiliza a sua aplicação nessas unidades.
A advogada
Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário
Aplicado, contesta: "Hospitais administrados pelas OSs continuam
sendo SUS. A lei federal poderia estar sendo usada em São
Paulo para esse ressarcimento."
Segundo ela,
os planos de saúde poderão contestar
na Justiça a constitucionalidade da nova lei porque só uma
legislação federal pode agir sobre os seguros-saúde.
O secretário estadual da Saúde, Giovanni Cerri,
não acredita nessa hipótese. "Pelo contrário,
alguns planos até já nos procuraram para estabelecer
contratos e convênios." Segundo ele, a ideia é cobrar
dos planos de saúde após o atendimento.
"Temos um grande número de pessoas que pagam o plano
de saúde e, em várias situações,
acabam sendo atendidas pelo SUS. O que nós queremos é que
esses planos paguem pelo atendimento. É uma questão
de justiça social."
Procurada,
a FenaSaúde (Federação Nacional
de Saúde Suplementar) informou em nota que não
cabe a ela avaliar "atos de competência dos poderes
públicos, sejam eles de âmbito federal, estadual
ou municipal, até a sua plena efetividade".
ACESSO
Para especialistas
das áreas de saúde, a lei não
especifica como será o acesso de pacientes privados aos
hospitais públicos e abrirá espaço para
que o atendimento aos particulares seja priorizado (leia mais
abaixo).
O secretário garante que não haverá distinção. "O
procedimento será o mesmo para todos os pacientes. Isso
vale também para os casos de urgências, quando um
paciente sofre algum acidente, por exemplo, e tem de ir direto
para o pronto-socorro."
Folha
de São
Paulo
Promotor
diz que decreto cria a "dupla porta" nos
atendimentos
Para o promotor
da área de saúde Arthur Pinto
Filho, o decreto que regulamenta a cobrança aos planos
de saúde contraria a regra do SUS (Sistema Único
de Saúde), que determina que o atendimento público
de saúde deve ser igualitário para todos.
A cobrança, segundo ele, criará nos hospitais
públicos uma "dupla porta" -onde pacientes de
convênios terão atendimento mais rápido.
"Isso viola a lógica do Sistema Único de
Saúde. São Paulo não pode ter um SUS diferente
do resto do Brasil. Quem vai pagar vai querer furar a fila. Estão
entregando o patrimônio público às operadoras
de plano de saúde", diz o promotor, que entrará com
uma ação civil pública contestando o decreto.
Segundo ele,
cerca de 50 entidades de saúde e de defesa
do consumidor enviaram uma representação ao Ministério
Público contra a lei.
Entre elas,
o Idec (Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor), que
também diz acreditar que haverá uma fila de
espera exclusiva para pacientes de convênios.
Para a advogada
Lenir Santos, do Instituto de Direito Sanitário
Aplicado, a lei não deixa claro como será o acesso
dos pacientes privados aos hospitais públicos.
"Será por telefone, como acontece no InCor [Instituto
do Coração], ou vão ter que esperar na fila
mais de seis meses, como o paciente SUS?", questiona.
Na avaliação do pesquisador da USP Mário
Scheffer, especialista em saúde pública, o decreto
usa termos genéricos que dão margem a diferentes
interpretações.
"Ele fala que a OS deve "abster-se de proceder à reserva
de leitos, consultas e atendimentos". Mas a OS pode não "reservar",
e mesmo assim facilitar o acesso [de pacientes conveniados] à marcação
e ao agendamento."
"Só saberemos o quanto a lei vai subtrair do SUS
quando for assinado o primeiro convênio com os planos."
Correio Braziliense
Justiça considera greve da Saúde
ilegal
Por Luiz Calcagno
Desembargadores
também
aumentam a multa de R$ 30 mil para R$ 100 mil. Assembleia hoje
define futuro do movimento
A greve dos
funcionários da saúde é ilegal,
segundo decisão de ontem da 3ª Câmara Cível
do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios
(TJDFT). Na mesma sessão, os desembargadores negaram o
recurso do Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos de Saúde
(Sindsaúde) contra a liminar que determinou a volta dos
empregados parados ao trabalho, sob pena de multa diária
de R$ 30 mil. Além disso, a Justiça avaliou o pedido
do Governo do Distrito Federal de aumentar o valor da penalidade
para R$ 150 mil e fixou a quantia em R$ 100 mil, caso a categoria
continue com as paralisações. Até agora,
a dívida do Sindsaúde está em R$ 120 mil.
A decisão judicial ocorreu no mesmo dia em que houve
uma reunião entre representantes do GDF e do Sindsaúde.
Por cerca de duas horas, os secretários de Saúde,
Rafael Barbosa; de Administração, Denilson da Costa;e
de Governo, Paulo Tadeu, debateram as propostas com o presidente
e a tesoureira da entidade, Agamenon Torres e Marli Rodrigues,
respectivamente. O foco do debate foi a Gratificação
por Apoio Técnico Administrativo (Gata), a principal reivindicação
da categoria. Dos 233% de incorporação do benefício
negociados em governos anteriores, restam 120%. A proposta do
governo é pagar 40% em setembro, 50% em setembro de 2012
e 30% em 2013.
O sindicato
considerou a proposta insuficiente e fez duas contrapropostas:
incorporação de 40% da Gata em setembro de 2011,
além de 80% no mesmo mês de 2012. Ou, então,
40% agora, 50% em setembro de 2012 e 30% em março de 2013.
Rafael Barbosa argumentou que era difícil atender à exigência
e prometeu uma resposta à categoria até as 9h30
de hoje. Ambas as partes concordaram em outros pontos: plano
de saúde para janeiro de 2012, equiparação
do auxílio-alimentação com o valor pago
na área federal (R$ 304), e retomada imediata da discussão
sobre a restruturação da carreira.
Encontro
Hoje, os
grevistas se reúnem em assembleia, às
10h, para decidir se haverá a retomada do movimento, suspenso
desde a última sexta-feira (leia Memória). A lista
de reivindicações da categoria inclui, além
da incorporação da Gata, a revisão anual
da remuneração dos servidores, tendo como parâmetro
o índice de correção do Fundo Constitucional
do DF, reestruturação do plano de carreiras, de
cargos e de salários e a redução da carga
horária para 20 horas semanais. O Sindsaúde informou
ao Correio sobre a reunião por meio da assessoria de imprensa.
A reportagem procurou o GDF para comentar o novo encontro, mas
não obteve resposta.
O
Estado de São
Paulo
Espanhol
faz 1º transplante
de 2 pernas
MADRI
O cirurgião espanhol Pedro Cavadas, um dos mais proeminentes
especialistas em transplantes de órgãos da atualidade,
concluiu ontem, no Hospital La Fe, de Valência (Espanha),
o primeiro transplante bilateral de pernas do mundo, segundo
nota do centro médico. Dados a respeito do paciente não
foram divulgados pelo hospital.
A intervenção, inédita e de alta complexidade,
começou na noite de anteontem e terminou na manhã de
ontem. Segundo o hospital, não há antecedentes
nem experiências prévias de transplante de duas
pernas.
Mais informações sobre a cirurgia devem ser divulgadas
48 horas depois do fim do procedimento. De acordo com Cavadas,
isso é necessário para que sejam respeitados os
direitos de sigilo da doadora e do paciente.
O Diário Oficial da Comunidade Valenciana publicou, no
dia 4 de maio do ano passado, uma autorização concedida
ao Hospital La Fe pela Secretaria de Saúde local para
o transplante de membros inferiores, por um período de
quatro anos.
Outras proezas.
Em 18 de agosto de 2009, Cavadas já havia
realizado o primeiro transplante do mundo de rosto que incluiu
mandíbula e língua. O paciente era um homem de
43 anos, que recebeu alta cerca de um mês depois da intervenção.
O cirurgião espanhol é também o autor do
primeiro transplante bilateral de antebraços e mãos
em uma mulher colombiana, Alba Lucía, que foi operada
em novembro de 2006 e recebeu alta um ano e meio depois.
Além disso, em novembro de 2008, o mesmo médico
conseguiu reimplantar a perna direita em um jovem de 20 anos
que havia sido amputada em um acidente de trabalho. / EFE
Valor
Econômico
PACOTE 'BRASIL MAIOR' VAI SOCORRER SETOR INDUSTRIAL
Por Claudia Safatle
O governo
anuncia nos próximos dias a nova política
industrial e as bases da desoneração da folha de
salários das empresas, num conjunto de medidas para melhorar
a competitividade da indústria, erodida pela valorização
do real. A presidente Dilma Rousseff pediu aos técnicos
do governo para rever todos os onze regimes tributários
especiais. Serão criados novos incentivos fiscais para
as áreas onde está havendo esvaziamento da cadeia
produtiva, a exemplo do setor têxtil, e também para
a indústria de tecnologia de informação
e comunicação
A nova política, cujo nome não está decidido,
mas pode ser Brasil Maior, pretende elevar a taxa de investimento
do país para 23% a 24% do PIB, em comparação
aos 19% do PIB atuais, uma necessidade para que o país
possa crescer 5% ao ano sem pressionar a inflação.
A desoneração da folha de salários deve
ser proposta ao Congresso, se os estudos ficarem prontos por
ocasião do anúncio da nova política industrial.
Algumas controvérsias sobre a desoneração
estão praticamente resolvidas. Ela deverá ser linear
e não focada em alguns segmentos; e de implementação
gradual, zerando a contribuição patronal sobre
a folha no período de quatro anos.
Não está acertado, porém, qual tributo
colocar no lugar para financiar a Previdência. Nesse aspecto,
a presidente Dilma Rousseff deverá arbitrar entre três
propostas. Uma delas é o ressurgimento da CPMF, como defende
a Confederação Nacional de Serviços. Considera-se,
também, a possibilidade de criar uma alíquota adicional
da Contribuição Social sobre o Lucro Líquido
e, nesse caso, a mudança da base de incidência seria
da folha para o lucro líquido. A terceira hipótese
seria recalibrar a alíquota da Cofins sobre o faturamento
das empresas.
Em todos
os casos, a desoneração funcionará como
política protecionista, já que exportações
não pagam esses impostos e as importações
pagarão.
A política industrial vai tratar, ainda, das compras
governamentais, que em 2010 somaram R$ 64 bilhões e que
continuarão a dar preferência a produtos nacionais.
O decreto que estabelece o índice de nacionalização
para essas compras deverá ser renovado. As compras governamentais
são concentradas em quatro áreas. Em 2010, representaram
R$ 15 bilhões no Ministério da Defesa, R$ 12 bilhões
nos Transportes, R$ 10 bilhões na Educação
e R$ 6,3 bilhões na Saúde. O complexo saúde
responde por 8,4% do PIB e gera déficit comercial de US$
10 bilhões. Esse é um dos setores mais promissores,
na visão do governo, para se desenvolver com os incentivos
adequados.
Gazeta do Povo Online
Que
fazer com o plano de saúde
Por Franco Iacomini
Na sexta-feira,
a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) anunciou um reajuste para os planos de saúde – ‘7,69%,
em muitos casos reatroativo a maio. Ao mesmo tempo, a briga entre
as administradoras de planos e os médicos (que pedem aumentos
em seus pagamentos) recrudesce. As associações
de médicos vêm prometendo um descredenciamento em
massa, que até agora não foi visto.
O que se
vê é uma falta de cortesia com o cliente
de plano de saúde, que não se via tempos atrás.
Claro que não dá para generalizar, mas em muitos
casos até as secretárias das clínicas andam
menosprezando o cliente/paciente que liga para marcar consulta.
Acuado em
meio a essa encrenca, vendo-se obrigado a pagar mais e tendo
de esperar
meses por consultas em algumas especialidades,
o consumidor pode estar se perguntando: vale a pena continuar
contribuindo para receber em troca um serviço cuja qualidade
tem caído dessa forma? Não seria melhor pagar pelas
consultas, que nem são tão frequentes assim?
Já tinha escrito uma parte desta coluna quando li a carta
do leitor Edson, preocupado com a mesma questão. Ele conta
que paga R$ 135 por mês (tem 31 anos), e seus pais (mais
ou menos 60 anos) pagam R$ 500 cada. “A mensalidade traz
alguma vantagem financeira?”, pergunta ele.
É verdade que o plano de saúde pode ser um custo
bem pesado para alguém que não tem um contrato
corporativo, em que parte da despesa é assumida pelo empregador.
Mas, ainda assim, ele pode sair bem mais barato do que um internamento.
E mais tranquilo também, porque ninguém gostaria
de sair vendendo carro às pressas para pagar uma conta
de hospital, por exemplo. Essa é a questão central:
consultas não são caras, mas as diárias
de hospital são. Ninguém está livre de um
acidente ou de cair doente. E ninguém quer “depender
do SUS”, como já ouvi muitas vezes falar.
Por isso
a resposta ao Edson é difícil, em especial
no que se refere aos seus pais. No fundo, depende de como a pessoa
se sente em relação à sua saúde,
sua capacidade de lidar com imprevistos e (isso é muito
importante m-e-s-m-o) à existência de uma reserva
para gastos de emergência. Se você não tem,
creio que não deve nem mesmo cogitar cancelar o plano.
Se você adoecer e tiver despesas altas, vai tirar dinheiro
de onde? Se for profissional liberal, pior ainda, porque além
da despesa terá uma parada total na entrada de recursos.
Minha opinião – e isso não é nada
calculado na HP, é apenas uma pessoa escrevendo com base
em suas próprias sensações – é de
que pessoas de idade e famílias com crianças pequenas
deveriam ter uma proteção desse tipo, para cobrar
despesas imprevistas.
Sobre a saúde pública, uma última palavra.
Não deviam falar tão mal dela. Ela tem deficiências
e o atendimento não tem conforto, mas ele costuma funcionar.
E mesmo as poderosas administradoras de planos de saúde
recorrem a ela muitas vezes. Se você precisar de um remédio
importado caríssimo, seu plano não vai pagar. Ele
vai encaminhá-lo para a saúde pública. E
ela, provavelmente, vai cuidar disso e entregá-lo no prazo.
Todo Dia
Novas
regras em benefício
de todos
Por Sandra Franco
A Resolução Normativa 259 da ANS (Agência
Nacional de Saúde Suplementar), que entra em vigor a partir
da segunda quinzena de setembro, demonstra a força dos
cidadãos ao interagirem com o órgão regulador
acerca dos problemas que envolvem o atendimento prestado pelos
planos privados de assistência à saúde.
Uma estimativa
da ANS, de dezembro de 2010, informa a existência
de 45.570.031 beneficiários dos planos privados de saúde
no Brasil. Como ilustração, somente na região
Sudeste concentram-se mais de 29 milhões de beneficiários
Só o Estado de São Paulo reúne cerca de
18 milhões.
Entre aqueles
usuários que buscaram atendimento, aponta-se
uma média de 67,94% de reclamações (índice
até abril de 2011), especificamente entre os usuários
de planos de grande porte. Os pilares desse significativo percentual
de falhas apontadas pelos beneficiários são: a
conformação da rede credenciada e o tempo de espera
para a disponibilização do efetivo atendimento.
A garantia
de existência de prestadores ou de serviços
definidos no Rol de Procedimentos e Eventos da ANS para o atendimento
integral das coberturas previstas na Lei 9.656/98 (Lei dos Planos
de Saúde) não apresentava normatização
capaz de impedir o dano ao beneficiário. Essa foi a premissa
da Agência ao propor a Consulta Pública 37, a qual
recebeu mais de três mil contribuições da
sociedade.
Identificados
os obstáculos para o cumprimento da garantia
ao atendimento, veio o texto normativo fixar que os procedimentos
presentes no Rol de Procedimentos da ANS devem ser acessíveis
ao usuário no município pertencente à área
de abrangência do e da área de atuação
do produto contratado. Não obstante, nos casos em que
inexistir prestador credenciado no Município, a operadora
deverá pagar a prestação do serviço
para o não credenciado. Ou, em última análise,
oferecer a realização do procedimento por prestador
credenciado em qualquer localidade, responsabilizando pelo deslocamento
do beneficiário.
De igual
forma, a limitação de um prazo para que
a operadora disponibilize o serviço buscado pelo usuário
apresenta uma variação de 7 (sete) a 21 (vinte
e um) dias úteis. Este último relacionado a procedimentos
de alta complexidade e cirurgias eletivas. No que se refere aos
laboratórios de análises clínicas, o prazo
cai para 3 (três) dias. Embora o art. 1º, inciso I,
da Resolução ao definir as características
de um plano privado de assistência à saúde,
apresente que “o atendimento por profissionais ou serviços
de saúde, livremente escolhidos, integrantes ou não
da rede credenciada, contratada ou referenciada”, a mesma
não atende ao direito de escolha pelo beneficiário
do prestador. Isto porque o foco da Agência é a
garantia da prestação dos serviços.
A Resolução - embora não esteja vinculada à manifestação
da classe médica para adequação dos honorários
pagos pela prestação de serviço aos pacientes
beneficiários de planos ou seguros de saúde - surge
em um momento de descredenciamento solicitado por muitos profissionais
médicos e de reivindicação para que as operadoras
reajustem os honorários profissionais.
As operadoras
deverão informar a quantidade mínima
de prestadores de serviços e/ou leitos, a qual que deverá ser
proporcional à quantidade de beneficiários do produto.
Não resta dúvida de que o número de serviços
credenciados precisará ser ampliado ou se inviabilizará o
cumprimento dos prazos da Resolução. É de
esperar que os honorários reajustados sejam atrativos
paraestimular ao retorno aquele profissional que pediu seu descredenciamento
ou ainda para que novos se habilitem à prestação
dos serviços de saúde.
E, com todo
respeito, não poderão os descrentes
quanto ao órgão regulador, alegar que a quantidade
de profissionais poderá aumentar, possibilitando o cumprimento
dos prazos, mas não o oferecimento de uma rede credenciada
de qualidade. Destaca-se que, entre os dias 24 de junho até a
23 de julho, a sociedade civil poderá se manifestar na
Consulta Pública 44, que prevê a criação
do Programa de Monitoramento da Qualidade dos Prestadores de
Serviços na Saúde Suplementar (QUALISS). A minuta
da Resolução Normativa indica os domínios
a serem avaliados, conceituando-os objetivamente: Efetividade;
Eficiência; Equidade; Acesso; Centralidade do Paciente
e Segurança. O texto pode ser lido, na íntegra:http://www.ans.gov.br/images/stories/Legislacao/consultas_publicas/cp_44_minuta.pdf.
Há que se reconhecer o empenho da ANS no que se refere
a normatizar o setor da saúde suplementar. A Agência
conseguiu com a Resolução atingir dois de seus
objetivos: melhorar as condições dos serviços
oferecidos aos pacientes/usuários e colaborar para a valorização
dos médicos, prestadores desses serviços. O próximo
desafio, portanto, será incentivar a melhoria continuada
na qualidade assistencial. Por ora, o beneficiário deve
usufruir dessa conquista.
Folha de Pernambuco
Fóruns tentam evitar ações
judiciais
Por André Clemente
As operadoras
que tiveram mais queixas na Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) e em órgãos de
defesa do consumidor serão chamadas a prestar esclarecimentos. À frente
dessas reuniões, a defensora pública Cristina Sakaki
destaca que o objetivo dos fóruns é evitar ação
judicial contra elas, só sendo utilizada em descumprimento
total por parte dos planos. A diretora da ANS em Pernambuco,
Cynthia Curado, em reunião com representantes do setor,
destacou que é responsabilidade dos planos e seguros estarem
atentos ao cumprimento das resoluções da Agência
junto à sua rede credenciada.
“A maioria das queixas que a Agência recebe é a
respeito da falta de cobertura dos procedimentos médicos
e a demora na sua marcação”, disse. Até agosto,
as operadoras serão chamadas à Defensoria para
tomar conhecimento das reclamações e que, nas próximas
reuniões do Fórum, serão também chamados
representantes dos Procons e da Ordem dos Advogados do Brasil.
E com o objetivo
de realizar trabalhos de fiscalização
conjunta para identificar os principais problemas do mercado
de planos de saúde em Pernambuco, o Procon-PE e a ANS
assinaram ontem um convênio de cooperarão técnica
entre os órgãos. A parceria busca, também,
melhorar as informações sobre a legislação
dos planos de saúde e promover a qualificação
dos integrantes dos órgãos de defesa do consumidor
em todo o estado.
Folha
de São
Paulo
Prontuário eletrônico
Por Maria Cristina Frias
O Instituto
Nacional de Câncer, do Ministério da
Saúde, vai implementar o prontuário eletrônico
em suas unidades especializadas em oncologia no Rio de Janeiro.
Com investimento
de R$ 7,8 milhões, o sistema, adquirido
da Alert, possibilitará a digitalização
no processo de diagnóstico e no arquivo de informação
de pacientes.
Saúde
Business Web
Saúde: R$ 800 milhões extras para atenção
básica
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, assinou no dia
09 de julho uma série de portarias que preveem recursos
extras no valor de R$ 769 milhões para a atenção
básica. Entre as medidas previstas está a criação
do Programa de Melhoria do Acesso e Qualidade da Atenção
Básica, que determina melhor remuneração
pelo bom desempenho das equipes. Um dos componentes de avaliação
será a satisfação do próprio usuário.
Durante a
abertura do 27º Congresso do Conselho Nacional
de Secretários Municipais de Saúde (Conasems),
Padilha afirmou que o objetivo do governo é melhorar o
atendimento primário e, assim, desafogar hospitais e pronto-socorros.
Segundo ele, cerca de 80% dos pacientes podem ser tratados adequadamente
em postos de saúde.
O ministro
informou que pode dobrar o valor repassado para a equipe que
atende
na unidade básica de saúde, desde
que ela se enquadre em um programa de monitoramento de indicadores. Índices
que incluem o número de consultas realizadas, o tempo
de espera para atendimento, o acompanhamento dos pacientes e
a implementação de ações de prevenção
serão fiscalizados.
A ideia é emitir certificados de desempenho feitos de
acordo com análises de instituições de ensino
e pesquisa e por gestores municipais, estaduais e federais. A
expectativa da pasta é que 20% das equipes de atenção
básica se cadastrem ainda este ano no programa.
Outra portaria
assinada durante o encontro cria uma espécie
de pontuação para adequar a distribuição
de recursos na atenção básica, o que, segundo
o ministério, vai garantir aos municípios mais
carentes um financiamento diferenciado. Outra medida anunciada
trata da reforma e ampliação das atuais 36,8 mil
unidades básicas de saúde (UBS) e da conclusão
de um censo para verificar as condições de funcionamento
das unidades.
Para o presidente
do Conasems, Helvécio Miranda Magalhães
Júnior, essas normas devem contribuir para diminuir a
sobrecarga no financiamento dos municípios, sobretudo
os de pequeno porte. Ele defendeu um pacto entre os três
entes federados para uma maior “solidariedade” no
financiamento no setor e cobrou a aprovação da
Emenda Constitucional nº 29 pelo Congresso Nacional.
O 27º Congresso do Conasems começou no último
sábado (09) e vai até esta terça-feira (12).
Cerca de 5 mil secretários de saúde de todo o país
devem participar do encontro.
Agência
Senado / CFM
Soluções para Sistema Único de Saúde
A Subcomissão Permanente de Promoção, Acompanhamento
e Defesa da Saúde do Senado Federal promove nesta quinta-feira
(14) audiência pública para discutir as deficiências
do Sistema Único de Saúde (SUS). Vinculada à Comissão
de Assuntos Sociais (CAS), a subcomissão foi criada com
objetivo de apontar soluções estruturais para a
melhoria de todas as etapas do atendimento médico da rede
pública.
Para debater
o assunto foram convidados o presidente da Fundação
Oswaldo Cruz (Fiocruz), Paulo Gadelha; o diretor-executivo do
Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes), Nelson
Rodrigues dos Santos; o editor-chefe da revista Saúde
em Debate, publicada pelo Cebes, Paulo Duarte de Carvalho Amarante;
o pesquisador da Fundação Oswaldo Cruz, Marco Aurélio
Antas Torronteguy, e os consultores legislativos do Senado, Luiz
Carlos Pelizari Romero e Geraldo Lucchese.
Além da deficiência no SUS, a Subcomissão
Permanente de Promoção, Acompanhamento e Defesa
da Saúde também deve discutir em audiências
públicas temas como o mercado de planos de saúde,
os serviços móveis de emergência e as condições
de atendimento aos pacientes com câncer.
De iniciativa
do presidente da subcomissão, senador Humberto
Costa (PT-PE), e do vice-presidente, senador Eduardo Amorim (PSC-SE),
a audiência pública desta quinta-feira está marcada
para às 9h30, na sala 9 da Ala Alexandre Costa do Senado.
ANS
Esclarecimento sobre tempo de espera para atendimento
Com o objetivo
de esclarecer as dúvidas que têm
chegado em seus canais de relacionamento, a Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) ressalta que:
A norma sobre
garantia e tempos máximos de atendimento,
publicada em 20/06/2011, entra em vigor em 18 de setembro de
2011. Foi dado um prazo de 90 dias para que as operadoras se
adaptem às novas regras;
O prazo máximo para atendimento refere-se ao atendimento
por qualquer profissional da especialidade desejada e não
por um profissional específico, da preferência do
beneficiário. A ANS não pode interferir na capacidade
de atendimento dos prestadores e sim regular para que haja no
mínimo uma alternativa para o atendimento ao beneficiário.
O principal
objetivo da norma é garantir que o beneficiário
tenha acesso a tudo o que contratou e também estimular
as operadoras de planos de saúde a promover o credenciamento
de prestadores de serviços nos municípios que fazem
parte de sua área de cobertura.
Saúde
Business Web
SUS vai atender pacientes em casa
Pacientes
com dificuldade de locomoção ou que
precisam de atenção regular, mas não necessitam
ser hospitalizados, vão receber cuidados médicos
em casa. É o que prevê portarias publicadas na última
sexta-feira (08) pelo Ministério da Saúde. Elas
reorganizam o atendimento de urgência no Sistema Único
de Saúde (SUS).
Com o atendimento
domiciliar, o governo quer reduzir as internações
hospitalares e estimular a recuperação do paciente
em casa, que é mais rápida. Para este ano, o investimento
deve ser de R$ 36,5 milhões.
O ministério vai publicar outras portarias para definir
como os profissionais da rede de atenção básica,
entre eles os do Programa Saúde da Família, deverão
proceder nesses casos.
Outra medida é a criação de leitos de retaguarda
nos hospitais, reservados para o atendimento de pacientes em
estado grave. O objetivo, segundo o ministério, é evitar
a espera pelo atendimento de emergência nas portas das
unidades de saúde.
Segunda-feira, 11.07.11
Agência Câmara de Notícias
Seguridade
discutirá inclusão de novo exame contra
câncer no SUS
A Comissão de Seguridade Social e Família realizará nesta
terça-feira (12) audiência pública sobre
a inclusão do procedimento PET/CT em Oncologia na Tabela
Unificada do Sistema Único de Saúde (SUS).
Os exames
PET (tomografia por emissão de pósitrons)
e CT (tomografia computadorizada) são ferramentas padrões
de imagens que médicos utilizam para identificar estados
de doenças no corpo. Um exame PET demonstra a função
biológica do corpo antes que mudanças anatômicas
ocorram, enquanto que o exame CT fornece informações
sobre a anatomia do corpo como tamanho, formato e localização.
A combinação dessas duas tecnologias permite que
médicos diagnostiquem e identifiquem com mais precisão
o câncer, doenças do coração e desordens
do cérebro.
O debate
foi proposto pelo deputado Eleuses Paiva (DEM-SP). Ele afirma
que o PET/CT
tem importantes e crescentes aplicações
em cardiologia e neurologia, mas é na oncologia que o
impacto das imagens é mais evidente.
“Qualquer oncologista com acesso a imagens de PET/CT rapidamente
reconhece o quanto o método facilita e acelera as decisões
clínicas no tratamento e acompanhamento do paciente com
câncer”, disse ele.
“Entretanto, a demora do sistema público de saúde
em remunerar esse procedimento representa, sem dúvida,
um grande atraso em relação aos países de
Primeiro Mundo. Essa poderosa arma contra o câncer precisa
ser urgentemente disponibilizada para todo o povo brasileiro.
Experiências isoladas dos governos dos estados de São
Paulo e Pernambuco têm mostrado que é perfeitamente
factível o oferecimento do método para a população
carente, favorecendo a cura ou melhorando a sobrevida dos pacientes
com câncer, em diversos casos”, acrescentou.
Foram convidados:
- o ministro
da Saúde,
Alexandre Padilha;
- o presidente da Sociedade Brasileira de Biologia, Medicina
Nuclear e Imagem Molecular, Celso Dario Ramos;
- o presidente
da Sociedade de Oncologia Clínica do Distrito
Federal, João Nunes de Matos Neto;
- o diretor-geral
do Instituto Nacional do Câncer, Luiz
Antônio Santini da Silva.
A reunião será realizada às 14h30, no Plenário
7.
Confederação Nacional de Saúde
CIRCULAR
JURÍDICO
066/2011
ATUALIZAÇÃO DA REDAÇÃO DA CLT: COMISSÃO
ENTREGA PROPOSTA À PRESIDÊNCIA DO TST
A comissão temporária criada em maio deste ano
para apresentar propostas de atualização da CLT
entregou hoje (05) à vice-presidente do Tribunal Superior
do Trabalho, ministra Maria Cristina Irigoyen Peduzzi, no exercício
da Presidência, o resultado de seus trabalhos: a proposta
de anteprojeto de lei neste sentido, que será analisada
pelo Tribunal Pleno e, posteriormente, encaminhada ao Legislativo.
A comissão, instituída por meio da Resolução
Administrativa nº 1456 pelo presidente do TST, ministro
João Oreste Dalazen, é integrada pelos ministros
Carlos Alberto Reis de Paula (presidente), Ives Gandra Martins
Filho e José Roberto Freire Pimenta. A finalidade específica
de sua criação foi a de “apresentar proposta
de anteprojeto de lei para atualizar terminologia da CLT no tocante às
locuções ‘Junta de Conciliação
e Julgamento’, ‘Juiz Presidente de Vara do Trabalho’ e
análogas”.
Na Exposição de Motivos apresentada junto com
a proposta de anteprojeto de lei à vice-presidente no
exercício da Presidência, os ministros da comissão
observam que, ao longo das décadas, várias Emendas
Constitucionais e leis ordinárias alteraram o texto da
CLT ao introduzir várias inovações. Entre
elas estão:
. Lei nº 7.701/1988 que criou as Seções Especializadas
em Dissídios Coletivos e em Dissídios Individuais
no TST e nos Tribunais Regionais do Trabalho;
. Emenda
Constitucional nº 24/1999, que extinguiu a representação
classista, alterou da nomenclatura de órgãos de
primeiro grau e tornou inócuos dispositivos da CLT que
regulamentavam a exceção de suspeição
de juiz de primeiro grau, que passou a ser regulada pelo Código
de Processo Civil;
. Emenda
Constitucional nº 45/2004, que modificou de forma
substancial a legislação trabalhista e ampliou
a competência e a estrutura da Justiça do Trabalho;
. Lei nº 10.770/2003, que permitiu aos TRTs fixarem a jurisdição
de Varas do Trabalho e transferir sedes de um município
para outro.
Além destas, a Exposição de Motivos fala
ainda em leis esparsas decorrentes das sucessivas mudanças
na política econômica e a implantação
do processo eletrônico na Justiça do Trabalho. Tais
alterações, observam os ministros da comissão,
não se refletem no texto da CLT, e a consulta às
normas é dificultada pela remissão a diversos outros
diplomas legais, entre outros inconvenientes. “É imperioso,
portanto, trazer ao Decreto-Lei nº 5.454/1943 (CLT) a realidade
atual do País e dos órgãos da Justiça
do Trabalho, incorporando a seu texto as modificações
acumuladas por décadas”, conclui a Exposição
de Motivos.
A Confederação Nacional de Saúde – CNS
tem atuado neste anteprojeto de atualização da
redação da CLT e manterá todos informados
com qualquer informação nova sobre o assunto.
Fonte: com
informações
do site do TST.
AGENDA
- XXVII Congresso Conasems
O XXVII Congresso
Conasems tem como objetivo promover a discussão
e troca de experiências entre os participantes, discutir
as políticas de saúde adotadas pelas esferas federal,
estaduais e municipais e o respectivo impacto nos municípios,
além de troca de experiências, promovendo o aperfeiçoamento
da gestão do SUS e os serviços prestados à população
brasileira.
O congresso
acontecerá entre os dias 09 a 12 de julho,
em Brasília, para debater a "Saúde no Centro
da Agenda de Desenvolvimento do Brasil e a Ampliação
e Qualificação do Acesso do Cidadão ao SUS".
A abertura
oficial do evento será dia 09, às 10
horas da manhã, no auditório master do Centro de
Convenções Ulysses Guimarães. A solenidade
de abertura vai contar com a presença do ministro da Saúde
e presidente do Conselho Nacional de Saúde, Alexandre
Padilha, do representante da Organização Pan-Americana
no Brasil, Diego Victória, do Governador do Estado do
Distrito Federal, Agnelo Queiroz, do Secretário Estadual
de Saúde do Distrito Federal, Rafael Aguiar, Presidente
do CONASS, Beatriz Figueiredo Dobashi, Presidente da Câmara
Federal e Senado, e o presidente da Frente Nacional de Prefeitos,
João Carlos Coser. Além da diretoria executiva,
presidentes dos Cosems e o Conselho Honorário do Conasems.
No dia 09
de julho, das 09 às 12 horas, vai acontecer
também a Assembléia Geral Ordinária do Conasems,
com a eleição da Diretoria para biênio 2011/2013
- Seminário Contábil para Autogestões
Unidas / AssPreviSite
14 e 15 de julho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Atualizar,
aprimorar e intercambiar os profissionais da área
contábil do mercado de Operadoras de Planos de Saúde;
Prover os
gestores das OPS quanto às novas regras emanadas
do órgão regulador – Agência Nacional
de Saúde.
Capacitar
os profissionais das Operadoras de Planos de Saúde,
na tomada de decisões, quanto aos riscos de mercado, atualização
de normas regulamentares e informações periódicas,
manutenção de sua atividade e os reflexos das mudanças
no desenvolvimento do seu negócio.
Público-Alvo
Contadores,
gestores e demais profissionais ligados à área
de autogestões de Planos de Saúde.
Abordagens
Plano de
contas padrão
- RN 207 E IN 36/09
Instrutores
Moacir José Grunitzky
Charles André Rovigo
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Seminário: Implicações
das Normas da ANS
AssPreviSite
15 de julho de 2011
Auditório “Maria
Natividade Galhardo Toro”
Rua Santa
Luzia nº 48 – 11º andar - Liberdade – São
Paulo - SP
ESCOPO
Entenda as
novas nornas da Agência Nacional de Saúde
Suplementar sobre portabilidade, adaptação e migração
de contratos e garantia de atendimento dos beneficiários.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar – ANS,
nos últimos meses, promulgou diversas normas alterando
a regulamentação dos planos privados de assistência à saúde,
com sérias repercussões para os contratos em curso,
mesmo aqueles firmados antes do advento da Lei nº 9.656,
de 1998, e para as contratações futuras, individuais/familiares
e coletivas.
É de suma importância que as operadoras de planos
de saúde, consumidores e prestadores de serviços
conheçam as novas regras e suas implicações,
evitando a perda de direitos, rescisão ou interrupção
de contratos, incidência de multas, direção
técnica, alienação compulsória de
carteiras ou a liquidação extrajudicial de operadoras.
O presente
seminário examinará, com detalhes,
sob o aspecto jurídico e operacional, o disposto nas Resoluções
Normativas – RN ns. 186 (alterada pela RN n. 252 – regulamentação
da portabilidade), 254 (adaptação e migração
de contratos) e 259 (garantia de atendimentos aos beneficiários).
Durante o seminário os participantes poderão debater
os aspectos envolvidos e dirimir eventuais dúvidas.
PÚBLICO
ALVO
Dirigentes,
gerentes e diretores de operadoras de planos de saúde e de empresas prestadoras de serviços nesta área,
advogados e estudantes de direito, médicos, auditores,
contadores, atuários, peritos e demais interessados em
conhecer este ramo de atividade.
PALESTRANTE
José Luiz
Toro da Silva
INFORMAÇÕES
GERAIS
- O número de vagas é limitado. Não haverá cancelamento
de inscrições. Se necessário, poderá haver
substituição por outro participante.
- Informamos
que temos apenas 30 vagas (por ordem de confirmação
- não deixe para a última hora)
- Mais informações através
do telefone (11) 3101.3095 com Claudia.
- Reservamo-nos
o direito de remarcar o curso, caso não
atingirmos o número mínimo de participantes.
IBDSS - INSTITUTO
BRASILEIRO DE DIREITO DA SAÚDE SUPLEMENTAR
Rua Santa
Luzia, 48 conj 114 – CEP 01513-030 – São
Paulo – SP
Site: http://www.ibdss.org.br Tel: (11) 3101.3095
-
Fórum Nacional das Câmaras Técnicas
de Medicina do Trabalho dos Conselhos Regionais de Medicina
Data: 22 de julho
Local: Sede
do Conselho Federal de Medicina (CFM). Brasília
- DF (Veja Mapa)
Horário: Das 8h às
18h
Informações:
(61) 3445-5957 / 5900
Contato:
eventos@portalmedico.org.brEste endereço de
e-mail está protegido contra spambots. Você deve
habilitar o JavaScript para visualizá-lo.
Realização:
Conselho Federal de Medicina (CFM)
Inscrições:
Gratuitas
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
- 2º Congresso
Brasileiro de Direito Médico
do Conselho Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm