Leia
nesta edição:
- ANS usa
estudo "velho" para
desobrigar exame
- Médicos de SP vão atender usuários em
rodízio
- Nova regra
para plano trará prejuízos ao setor,
diz Unimed
- Estudo
vai traçar demografia médica
no Brasil
- Seguridade
aprova propaganda de saúde pública
em ônibus
- ICMS pode
afetar preço de genéricos em SP
- Cientistas
criam uma "pele eletrônica"
- A nova
revisão
do rol de coberturas dos planos
- Dilma promete atendimento em casa a paciente
- Governador
anuncia reajuste para os servidores da saúde
- Reajuste
baixo é entrave,
dizem empresas do setor
- Saúde do plano requer atenção, diz associação
- Dispositivo
fino como tatuagem pode monitorar dados médicos
- Planos
de saúde fazem pressão
por aumentos
- Rio de
Janeiro pretende vacinar mais de 1 milhão de
crianças contra polio
- Projeto
da Fiocruz vai recuperar história da saúde
no Brasil
- Vírus que destroi células infectadas pelo HIV é desenvolvido
nos EUA
Sexta-feira, 12.08.11
Folha
de São
Paulo
ANS
usa estudo "velho" para
desobrigar exame
Com
base em pesquisa desatualizada, convênios ficaram
isentos de cobrir tratamento
Por Gustavo
Alves, colaboração para a folha, no
Rio
Um estudo
já descartado pela entidade que o realizou
levou a ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar)
a liberar planos de saúde de cobrir um tratamento pouco
invasivo de miomas, tumores benignos no útero que podem
levar à retirada do órgão.
O procedimento é a embolização da artéria
uterina, que interrompe o fluxo de sangue que irriga o tumor,
fazendo-o regredir.
A ANS se
baseou em portaria do Ministério da Saúde
de 2010, que dizia que o procedimento não era recomendado.
O documento citava um estudo de 2000 do Acog (American College
of Obstetricians and Gynecologists), que classificou o método
como "experimental".
No entanto,
em 2008, o Acog publicou outro estudo, com a recomendação
de substituir o de 2000, aprovando a embolização.
Este estudo, porém, não foi analisado pelo ministério.
A pasta argumentou
que o boletim de 2008 é uma "diretriz
clínica", não um "estudo clínico",
e que os estudos considerados para avaliar um procedimento devem
ter a mesma metodologia.
O ministério afirmou ainda que não está afastada
a possibilidade de a embolização ser incorporada
aos procedimentos cobertos pelo SUS "quando houver estudos
mais conclusivos".
Entenda o caso
Exclusão
O novo rol
de procedimentos que devem ser cobertos pelos planos de saúde previa a exclusão da cobertura da embolização
de artéria uterina
Justificativa
Segundo a
ANS, o procedimento foi retirado baseado em portaria do Ministério da Saúde que afirma que seus benefícios
não têm evidência científica
Revisão
A portaria
cita estudo publicado em 2000. Em estudo posterior, no entanto,
o procedimento
recebeu nota "A". Assim,
ele é considerado de eficácia válida
Jornal Monitor Mercantil
Médicos de SP vão atender usuários em rodízio
Médicos credenciados de 12 operadoras de saúde
anunciaram que vão suspender o atendimento eletivo aos
usuários dos planos de saúde de São Paulo,
a partir do dia 1 de setembro. O atendimento será feito
em regime de rodízio de especialidades, com cada uma sendo
paralisada por três dias. A informação é da
Comissão Estadual de Mobilização Médica
para a Saúde Suplementar, formada pela Associação
Paulista de Medicina (APM), pelo Conselho Regional de Medicina
do Estado de São Paulo (Cremesp) e pelo Sindicato dos
Médicos de São Paulo (Simesp).
A paralisação vai atingir usuários das
seguintes operadoras: Ameplan, Assefaz, Cetesb, Companhia de
Engenharia de Tráfego, Green Line, Intermédica,
Mediservice, Notredame, Porto Seguro, Prosaude, Vale e Volkswagen.
Segundo a
comissão, a suspensão é justificada
pelo fato de as operadoras não terem respondido aos pedidos
dos médicos. Outras três operadoras enviaram propostas
que estão sendo analisadas e 18 planos já estão
em negociação com os médicos. As propostas
ainda estão em análise porque não atendem às
reivindicações dos profissionais.
Em setembro,
as especialidades que entram no rodízio
são ginecologia e obstetrícia, otorrinolaringologia,
pediatria, ortopedia e traumatologia, pneumologia e tisiologia
e cirurgia plástica, nessa ordem. O serviço de
emergência não será interrompido.
De acordo
com o presidente da APM, Jorge Curi, os médicos
não querem prejudicar os usuários e sim ajudar,
já que, há algum tempo, vêm reclamando que
as operadoras limitam o atendimento ao paciente.
Os médicos reivindicam aumento nos valores dos honorários
repassados pelos planos. Para consultas, o valor pedido é R$
80 (o atual pago pelos planos oscila de R$ 25 a R$ 40). No dia
21 de setembro, as entidades médicas farão uma
paralisação em todo o país.
Portal G1
Nova
regra para plano trará prejuízos ao setor,
diz Unimed
Segundo a
ANS, no entanto, mudanças não trarão
perdas às operadoras.
Eventual
impacto será incorporado no reajuste de 2013,
diz agência.
O presidente
da Unimed Brasil, Eudes de Freitas Aquino, defende que a nova
resolução da Agência Nacional
de Saúde (ANS), que ampliou os procedimentos que devem
ter cobertura obrigatória dos planos de saúde,
seja acompanhada de compensações às operadoras
como autorizações para novos reajustes.
Em entrevista
ao G1, o presidente da operadora líder
de planos de saúde no país, diz que "não
existe almoço de graça" e que a nova regra
da ANS eleva os custos e penaliza as empresas.
"Nós não somos contra a incorporação
de novos procedimentos. Só que tem que ter a compensação
do acréscimo de custos que eles geram", afirma. Aquino
lembra que em 2009 já tinha sido publicada uma lista de
novos procedimentos obrigatórios. "Isso é muito
bom do ponto de vista do cliente e a gente é favorável,
só que medicina tem custo e não há um ressarcimento",
diz.
A nova lista
da ANS foi publicada no dia 2 de agosto e inclui 69 procedimentos
que passarão a ter cobertura obrigatória
dos planos, a partir do dia 1º de janeiro de 2012.
Segundo o
presidente da Unimed Brasil, o impacto nos custos das operadoras
será de, no mínimo 2%. "Ainda
não temos o valor, mas seguramente será acima de
2%", diz. "O impacto sempre é em prejuízo
da medicina privada brasileira como um todo", completa.
A Unimed,
que reúne 372 cooperativas em todo país,
garante, porém, que irá cumprir rigorosamente a
determinação. "Isso não nos priva do
direito de discutir o método", diz o executivo.
"Eu chamo isso de imposição. Se fosse regulação,
nós seríamos chamados para essa discussão,
se faria uma coisa técnica para a gente detectar o impacto
desses custos e se faria um acréscimo no repasse das mensalidades,
porque não existe almoço de graça",
acrescenta.
Aquino critica
também a retroatividade da nova cobertura
obrigatória. "Você transgride a norma mais
elementar do direito que é pular sobre uma regra contratual.
Eu fiz um acordo com você, nós assinamos e agora
você passa a ter direitos que não estavam previstos",
diz.
ANS
rebate críticas
Em entrevista
ao G1, o diretor-presidente da ANS, Mauricio Ceschin, rebateu
as críticas e disse que a nova resolução
não trará prejuízos às operadoras.
Segundo ele, a agência irá monitorar por um ano
os possíveis impactos financeiros da nova relação
de procedimentos e eventual custo adicional será levado
em conta no cálculo do reajuste anual dos planos de saúde,
em maio de 2013.
"Existir a chance até existe, o que a gente não
pode é avaliar isso de antemão, sem ter dados concretos.
Via de regra, historicamente, o impacto que nos é dito
não é comprovado depois pelos dados que a gente
recebe do próprio setor", disse. "A partir de
janeiro vamos medir qual o impacto real, vamos acompanhar isso
durante um ano. Se houver algum impacto, no reajuste do ano seguinte
isso será repassado para o consumidor", explicou
Ceschin, lembrando que o impacto do rol de 2009 foi calculado
em 1,1% e incorporado no ano seguinte no reajuste dos planos.
Ele destaca
ainda que o reajuste anual autorizado pela ANS abrange apenas
os
planos individuais e familiares, que representam cerca
de 20% do mercado. "O reajuste dos planos coletivos não
sofre nenhum tipo de ação da agência na negociação.
A recomposição de custos das operadoras se dá de
forma livre e é negociada entre as partes", explica.
Unimed pede reajustes adicionais
As operadoras
de saúde alegam que a variação
dos custos médicos hospitalares e das despesas de atendimento
tem ficado acima dos reajustes autorizados pelo governo. Segundo
a Unimed, nos últimos quatro anos, a defasagem foi de
3 pontos percentuais, na média. Os últimos reajustes
anuais autorizados foram de, respectivamente, 5,9%, 6,8% e 6,7%.
Já a inflação médica calculada pelo
setor ficou em 10,2% (2008), 12% (2009) e 6,9% (2010).
O presidente
da Unimed afirma que as operadoras caminham "para
trabalhar no vermelho". Aquino defende que, independente
do reajuste anual, a ANS autorize outros pequenos reajustes semestrais,
ao longo de dois anos ou três anos.
"Defendemos o óbvio, que os reajustes sejam discutidos
e previamente compatibilizados com a inflação de
saúde do período. O que não pode é ter
desnível, porque eu vou ficando com déficit acumulado
em meu prejuízo, aí depois vem um novo rol de procedimentos
e não dou conta", acrescenta.
Dados da
ANS mostram que as operadoras médico-hospitalares
brasileiras tiveram em 2010 uma receita de R$ 72,7 bilhões,
arrecadação 13,2% maior que a do ano anterior.
As operadoras argumentam, porém, que as despesas também
cresceram, somando R$ 70,2 bilhões no ano passado. Ou
seja, o saldo foi de R$ 2,5 bilhões ou 3,43% do total
da arrecadação. "Há mais de oito anos
que a sobra de exercício não ultrapassa 8%",
diz Aquino. "Um indicador satisfatório de vitalidade
de um negócio de saúde fica em torno de 10%",
complementa.
A ANS entende
que não existe defasagem na correção
dos preços dos planos de saúde, uma vez que os
reajustes levam conta os valores apurados pelo próprio
setor e variação de preços dos planos coletivos,
cujo reajuste é negociado diretamente entre as partes. "A
relação entre custo assistencial e o faturamento
do setor (sinistralidade) está praticamente constante
nos últimos 10 anos, em torno de 80%", diz Ceschin.
O presidente
da agência reguladora destaca ainda que o
número de novos clientes de planos de saúde cresceu
8,7% em 2010, atingindo cerca de 47 milhões de pessoas. "A
preocupação nossa é com o crescimento acelerado
do número de beneficiários e com a capacidade de
dar vazão ao atendimento dessa nova demanda. Não
vemos problema hoje de restrição de faturamento",
afirma Ceschin.
Ele informa,
entretanto, que a agência estuda um aperfeiçoamento
da metodologia de reajuste, de modo contemplar a a evolução
dos custos médicos, a mudança demográfica
do país e o crescimento da saúde suplementar.
Racionalização
de gastos
Segundo a
Unimed, a margem de manobra das operadoras tem ficado cada
vez menor
e obrigado as cooperativas a buscas estratégias
de racionalização de gastos.
"Você tem que espremer a sua taxa administrativa,
tem que deter a sua expansão física e acaba tendo
dificuldade para pagar um médico de maneira mais adequada
como ele bem merece", diz Aquino. lembrando a Unime é um
sistema cooperativo em que os médicos são os proprietários
e dividem os resultados.
Para reduzir
os custos, a Unimed pretende avançar em
sua estratégia de verticalização. Hoje,
o sistema reúne 114 hospitais e 171 prontos atendimentos
próprios. A operadora também planeja aumentar o
rigor nas auditorias feitas nos pedidos de exames, no sentido
de tentar reduzir o índice de sinistralidade, e vai transformar
algumas de suas unidades em prestadoras em vez de operadoras. "A
prestadora é uma agente de vendas, de prestação
de serviço, mas ela não recebe nenhuma carga tributária,
ela não tem obrigação de fazer provisões
para ANS", explica o executivo.
E apesar
das reclamações, a Unimed projeta para
2011 um crescimento de até 10% no número de clientes.
Em 2010, a alta foi de 5%. "Eu trabalho para que seja melhor,
mesmo com cenário adverso. Não tem nada que resista
a cooperativismo e trabalho", diz o presidente da confederação.
Ele admite,
no entanto, que embora cresça a cada ano
a demanda pelo sistema privado de saúde, os planos de
saúde ainda representam muito mais uma necessidade diante
das deficiências do sistema público do que um 'sonho
de consumo'.
"Você vê no jornal o padrão péssimo
na medicina pública então compra o plano de saúde.
Não é que você odeia o plano de saúde,
ele é um produto de necessidade e não é de
primeira necessidade. É de uma necessidade que você gostaria
de jamais ter. Então, você fica sempre dividido
e diz 'Eu só tenho 25 anos, nunca tive nenhum um corte
no dedo. Vou parar de pagar'. Mas aí você pensa
'E se eu cair e quebrar o braço, e se eu tiver uma apendicite?'.
Então você paga. É uma coisa que te aborrece, é um
compromisso que você gostaria de não ter, mas ninguém
pode garantir que você nunca vá precisar",
analisa Aquino.
Fenam
/ Saúde
Business Web
Estudo
vai traçar demografia médica
no Brasil
Visando ampliar
o debate sobre a necessidade de formar mais médicos no Brasil, a Comissão Nacional Pró-SUS,
em conjunto com a Comissão de Ensino Médico, ambas
formadas por membros da Federação Nacional dos
Médicos, Associação Médica Brasileira
e Conselho Federal de Medicina, está elaborando um estudo
sobre a demografia médica no Brasil.
Os ministérios da Saúde e da Educação
desenvolvem uma estratégia conjunta para aumentar o número
de médicos por habitantes no País, alegando a falta
de médicos. Atualmente, o Brasil forma 16,5 mil novos
médicos por ano em 183 escolas.
Para o coordenador
do estudo, Mário Scheffer, o indicativo
utilizado pelo governo, que se baseia unicamente pela relação
de número de médico por habitante, precisa ser
debatido, uma vez que outros fatores são importantes para
a discussão. Para ele, o método do governo de comparar
o número de médicos por mil habitantes no Brasil
(1,9) com outros países não é suficiente,
porque são sistemas de saúde diferenciados que
imprimem características próprias ao trabalho médico
nesses diferentes contextos.
Em outubro,
será apresentada a primeira fase das pesquisas.
A previsão é de que até o fim deste ano
o resultado completo do estudo seja divulgado.
Agência Câmara de Notícias
Seguridade
aprova propaganda de saúde pública
em ônibus
Por Marcello
Larcher / Edição: Daniella Cronemberger
A Comissão de Seguridade Social e Família aprovou
na última quarta-feira (10) proposta que obriga as empresas
de transporte coletivo urbano a divulgar em seus veículos
mensagens publicitárias de promoção à saúde
e de prevenção a doenças. Pelo texto, as
empresas deverão reservar 15% de seu espaço publicitário
para essas mensagens.
A proposta
aprovada foi o substitutivo do relator, deputado Osmar Terra
(PMDB-RS),
ao Projeto de Lei 2808/08, do deputado
Silas Câmara (PSC-AM). Originalmente, o texto previa apenas
propagandas contra o fumo e de prevenção a doenças
epidêmicas e sexualmente transmissíveis. O relator
estendeu a medida para todas as mensagens de promoção à saúde.
“Campanhas de saúde serão sempre positivas.
A disseminação de informações mostra-se
instrumento imprescindível para a prevenção
de doenças”, disse.
A proposta
foi rejeitada pela Comissão de Viação
e Transporte em 2008. O colegiado entendeu que a publicidade
ajuda a diminuir os custos da operação dos ônibus
urbanos, evitando aumentos nas passagens.
Tramitação
O projeto
será analisado agora pela comissão de
Constituição e Justiça e de Cidadania, antes
de seguir ao Plenário.
Íntegra
da proposta:
PL-2808/2008
Valor
Econômico
ICMS
pode afetar preço de genéricos
em SP
Por Marta Watanabe
Uma mudança na forma de cálculo do Imposto sobre
Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS)
por substituição tributária para medicamentos
deve entrar em vigor a partir de outubro. Na avaliação
de fabricantes de remédios e representantes do segmento
varejista de medicamentos, a alteração vai elevar
a carga tributária dos genéricos e pode provocar
elevação de preços ao consumidor estimada
entre 10% e 25%. Em nota, a Secretaria de Fazenda de São
Paulo diz que a nova forma de cálculo é "justa
e equânime, pois utiliza como base de cálculo preços
efetivamente praticados nas farmácias".A substituição
tributária é a sistemática pela qual o ICMS
devido pelo varejista e distribuidor são pagos antecipadamente
pela indústria. Para isso geralmente são aplicadas
margens estimadas de valor agregado sobre o preço dos
fabricantes.
Atualmente,
esse imposto antecipado sobre medicamentos em São
Paulo é calculado com base em margens sobre o preço
faturado pela indústria, explica Douglas Rogério
Campanini, da ASPR Auditoria e Consultoria. A nova regulamentação
da Fazenda paulista, porém, estabelece que a partir de
outubro esse imposto antecipado será recolhido com base
nos preços máximos ao consumidor fixados pela Câmara
de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed).
Como os preços praticados pelas farmácias estão
abaixo dos preços máximos, a nova portaria permite
a aplicação de descontos nos valores da Cmed. Sobre
os valores com descontos é que deve ser calculado o ICMS
devido na substituição tributária.
Os descontos
variam entre tipos de medicamentos. No caso dos genéricos, os descontos vão de 24,53% a 28,7%.
Os fabricantes, porém, dizem que, na prática, os
descontos para os genéricos são maiores do que
os estabelecidos pela Fazenda. Por isso, com a mudança,
o ICMS antecipado passará a ser calculado com base em
um valor maior do que o praticado.
"Os descontos comerciais dos genéricos variam de
50% a 75%", diz Francisco Alves de Souza Junior, diretor
de contabilidade e custos da Germed, do grupo EMS. Segundo Junior,
a empresa fabrica genéricos e remédios de referência.
Os genéricos representam cerca de 75% das suas vendas.
Segundo cálculos da Germed, o ICMS da substituição
tributária em um genérico com desconto comercial
de 65% chega atualmente a 12,34% do preço da fábrica.
Com a nova forma de cálculo, e levando em consideração
os genéricos com desconto de 28,7% estabelecidos pela
Fazenda, esse imposto saltará para 32,69% do preço
da fábrica.
Para Souza
Junior, essa elevação deverá resultar
num aumento de 10% a 25% no preço praticado ao consumidor
final. Para os medicamentos de referência não deverá haver
aumento de carga tributária. "É possível
que nesses casos haja redução do ICMS."
Pedro Zidoi,
presidente da ABCFarma, que reúne o comércio
farmacêutico, diz que o varejo não poderá absorver
o aumento de carga tributária sobre genéricos e
deverá repassar ao consumidor o aumento de custo. Zidoi
lembra que a nova forma de cálculo entraria em vigor a
partir de agosto. A Fazenda, porém, adiou a mudança
para outubro.
"Nós já pleiteamos alteração
na nova regulamentação à Fazenda",
diz. "O impacto ao consumidor vai variar conforme o medicamento
e o mix entre genéricos e medicamentos de referência
da indústria e do comércio", diz Geraldo Monteiro,
diretor-executivo da Abradilan, que reúne os distribuidores
de medicamentos.
Em nota,
a Fazenda paulista diz que a mudança procura
espelhar a realidade de preços praticados no varejo. Segundo
a secretaria, o prazo para o novo cálculo foi adiado a
pedido do segmento farmacêutico, apenas para "adaptação
operacional".
A Fazenda
nega que a mudança prejudica os genéricos.
A margem de valor agregado para os genéricos atualmente,
diz o órgão, é de 68% enquanto no mercado
a margem, em muitos casos, supera 200%. O aumento de preços,
diz a Fazenda, depende do processo de negociação
entre a indústria e o varejo. "Eventualmente a indústria
poderá comprimir suas margens, de até 200%, para
acomodar a nova forma de tributação do ICMS. Em
outros casos, tanto a indústria quanto o varejo poderão
reduzir suas margens de forma a não alterar o preço
ao consumidor."
A arrecadação de ICMS no setor de medicamentos,
incluídos remédios genéricos, similares
e de referência, será de cerca de R$ 3,3 bilhões
em 2011, incluindo fabricantes e atacado.
Correio Braziliense
Cientistas
criam uma "pele eletrônica"
O dispositivo,
mais fino que um fio de cabelo, inicialmente poderá substituir os eletrodos no monitoramento cardíaco.
Cientistas pensam, porém, em estender o uso para outras
situações, como a cicatrização de
feridas.
A portabilidade
já chegou aos mais diversos equipamentos
eletrônicos e, agora, promete revolucionar a medicina.
Pesquisadores de três países anunciaram a criação
de uma “pele eletrônica”, um dispositivo mais
fino que um fio de cabelo, capaz de monitorar batimentos cardíacos.
O protótipo, descrito na edição de hoje
da revista Science, substitui os eletrodos, com uma série
de vantagens. Além de ser quase imperceptível,
o equipamento é maleável, não provoca irritações
e envia dados atualizados sobre o organismo do paciente. A ideia é que,
no futuro, a mesma tecnologia seja usada como uma espécie
de curativo inteligente, para tratar feridas, hematomas e, até mesmo,
lesões mais complexas.
Os cientistas
dos Estados Unidos, de Cingapura e da China estudam o sistema
há, pelo menos, seis anos. Um dos principais
desafios foi fazer com que os componentes da parte eletrônica — frios
e rígidos — se adaptassem à epiderme humana — macia
e flexível. “Passamos muito tempo estudando a pele,
sua aspereza, sua flexibilidade”, conta John Rogers, da
Universidade de Illinois em Urbana-Champaign, um dos pesquisadores
que assina o artigo. Em seguida, a equipe fatiou a parte eletrônica
em pedaços bem finos, entre 50 e 100 namômetros
de espessura, e depositou o material em uma camada isolante. “Com
essa nova geometria, o dispositivo pode ter propriedades mecânicas
correspondentes às do corpo”, diz Rogers.
Esse é, inclusive, o maior trunfo do trabalho divulgado
hoje. “Eles conseguiram desenvolver uma película
que adere à pele sem nenhum tipo de adesivo, de forma
quase invisível”, destaca Alcimar Soares, coordenador
do grupo de pesquisa em engenharia biomédica da Universidade
Federal de Uberlândia (UFU). “O potencial é muito
grande, muitas coisas que estudamos hoje têm limitações
que seriam resolvidas com um dispositivo como esse”, completa.
Uma das aplicações seria em aparelhos para pessoas
com graves deficiências motoras. Hoje, os sensores que
captam sinais elétricos do organismo dos usuários
não são fáceis de serem utilizados e acabam
incomodando o paciente.
No protótipo apresentado hoje, a fixação à pele
se dá graças a uma propriedade molecular já conhecida
dos cientistas, chamada de força de Van der Waals — em
homenagem ao seu descobridor. Segundo esse conceito, moléculas
de todos os materiais existentes no mundo se atraem eletricamente
com moléculas de outras substâncias, mais ou menos
como acontece com a força da gravidade na Terra. No caso
da película desenvolvida pela equipe de John Rogers, a
atração entre as partículas é suficiente
para suportar o peso do objeto, que, de tão fino, mais
parece uma tatuagem.
O dispositivo
foi testado em várias partes do corpo (veja
infografia) e conseguiu enviar informações sobre
a atividade elétrica do coração durante
24 horas, com a mesma eficiência de um aparelho de eletrocardiograma
comum. “Nós montamos a película no pescoço,
próximo à garganta, para demonstrar que podemos
colocá-la em regiões de difícil adesão”,
explica John Rogers. Além disso, esse local oferece uma
grande quantidade de dados, devido à vibração
provocada pelas cordas vocais. “Como resultado, o material
reportado pelo equipamento têm tantas informações
que, com um software adequado e com o reconhecimento de padrões, é possível
transformá-las em um vocabulário restrito”,
garante Rogers.
Como celular
A transmissão dessas informações para o
computador ocorre via radiofrequência, por uma bobina interna,
que funciona como uma antena. Os experimentos foram realizados
em uma curta distância, não detalhada pelos pesquisadores
no artigo, mas nada impede que o dispositivo envie dados para
outras antenas capazes de retransmitir o sinal e, assim, aumentar
a capacidade do invento. “Não há nenhum empecilho
tecnológico para isso. Essa técnica já está dominada
pela ciência”, lembra o professor Alcimar Soares. “O
sistema funciona sem fios, mais ou menos como o bluetooth de
um celular, só que com outro protocolo”, completa
o especialista.
É também dessa bobina interna que vem a energia
para alimentar a pele eletrônica. A antena que recebe os
dados do lado de fora reenvia o sinal como potência, capaz
de sustentar os circuitos do aparelho. Segundo os pesquisadores,
também é possível inserir pequenas baterias
no equipamento, embora esse teste não tenha sido feito.
Outro desafio que os criadores da película têm para
resolver é o que fazer com o suor que ficará retido
embaixo do dispositivo. Os experimentos duraram apenas um dia,
mas John Rogers afirma que o material pode durar por cerca de
uma semana na pele do paciente. Nesse período, as glândulas
sudoríparas continuarão funcionando e a secreção
pode acabar atrapalhando a captação dos dados pelos
sensores.
Inteligente
Mesmo com
essas dificuldades, o futuro da pele eletrônica é bastante
promissor. Segundo John Rogers, o dispositivo consegue armazenar
mais componentes do que os existentes em um eletrodo tradicional.
Essa característica abre portas para uma série
de possibilidades para a medicina de diagnóstico e reabilitação
e, até mesmo, para o entretenimento. “Estudos já mostram
que a estimulação elétrica pode acelerar
a cicatrização de feridas. Também é impossível
induzir o aquecimento local”, aponta o professor da Universidade
de Illinois. “Há muitas coisas que podem ser criadas
no contexto de um curativo inteligente.”
Rogers imagina,
inclusive, um sistema integrado entre corpo e máquina, onde softwares possam se comunicar diretamente
com a biologia humana. “Eu penso não só em
monitoramento, mas também em um aparelho que esteja estimulando
e interagindo com o tecido, de forma a promover a cura para vários
problemas da saúde humana.” Antes disso, porém, é provável
que o invento da equipe de Rogers caia nas graças da indústria
de games. Imagine só como seria um jogo que pudesse ser
controlado com movimentos do corpo de forma muito mais natural
do que é hoje. Uma ideia de arregalar os olhos de apaixonados
pelo Xbox e seu Kinect.
Mundo
minúsculo
O nanômetro é uma unidade de medida criada para
se referir aos produtos desenvolvidos em escala menor que um
centímetro. Atualmente, há uma série de
pesquisas que trabalham com essa realizadade pequena, mas com
potencial para revolucionar a medicina, a engenharia, os cosméticos,
entre outras áreas. Um nanômetro equivale a um milionésimo
de milímetro.
“Tecnologia razoável”
Ao ser perguntado
sobre o custo da novidade, John Rogers preferiu não falar de valores. O pesquisador afirmou que há técnicas únicas
envolvidas no processo, mas que parte do desenvolvimento utiliza
partes já conhecidas da cadeia produtiva. “O custo
pode ser gerenciado, mas eu não quero colocar nenhuma
figura de dólar associada a um dispositivo individual”,
disse.
Última Instância
A
nova revisão
do rol de coberturas dos planos
Por Juliana Ferreira Kozan
A ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) editou
a Resolução Normativa nº 262, publicada no último
dia 2 de agosto no Diário Oficial da União, que
trouxe o novo rol de procedimentos de cobertura obrigatória,
ou seja, listou exames, consultas, cirurgias e tratamentos que,
indiscutivelmente, devem ser cobertos pelos planos de saúde.
A lista contempla
mais de 60 novos itens, com 41 tipos de cirurgias por vídeo, por ser um procedimento menos invasivo que
o tradicional, entre elas a cirurgia bariátrica ou gastroplastia
(redução do estômago). Foram incluídos
também 13 novos exames, alguns novos tratamentos (como
a terapia imunobiológica endovenosa para tratamento de
artrite reumatoide, artrite psoriática, doença
de crohn e espondilite anquilosante) e novas tecnologias (PET-SCAN
oncológico, agora coberto para pacientes portadores de
câncer colo-retal com metástase hepática
potencialmente ressecável, e oxigenoterapia hiperbárica,
coberto agora para o tratamento do pé diabético)
e ampliado o número de consultas para nutricionistas e
terapia ocupacional.
Além disso, foi definido que devem ser cobertas as despesas
com taxas de paramentação, acomodação
e alimentação do acompanhante da gestante durante
o pré-parto, parto e pós-parto imediato, bem como
que nos procedimentos da cobertura obrigatória que envolvam
a colocação, inserção ou fixação
de órteses, próteses ou outros materiais, a sua
remoção ou retirada também tem cobertura
assegurada.
A atualização vale para os contratos novos, ou
seja, firmados a partir de 1999 ou adaptados à Lei de
Planos de Saúde (Lei nº 9.656/98) e a obrigatoriedade
de atendimento dos novos procedimentos começa a valer
em 1º de janeiro de 2012.
Apesar das
inclusões positivas, permanecem de fora outros
procedimentos fundamentais para o restabelecimento da saúde
do paciente, em especial os transplantes, que já são
cobertos pelo SUS (Sistema Único de Saúde) como
o de coração, de fígado e de pulmão.
Com relação ao processo de revisão do rol
de procedimentos de cobertura obrigatória pela ANS, cabe
observar que tal listagem deve ser elaborada e revista com base
na evolução da medicina e das demais áreas
da saúde nele abarcadas e no melhor tratamento a ser dado
ao paciente, razão pela qual critérios relacionados
ao custo, demanda e disponibilidade dos procedimentos não
são válidos para impedir a inclusão de procedimentos
no rol.
Porém, parece que critérios como estes foram utilizados
pela Agência nesta última revisão do rol,
já que nem todos os procedimentos sugeridos por entidades
de especialidades médicas durante as reuniões do
grupo técnico formado pela agência foram incluídos.
Há que se observar que a Lei 9.656/98 garante aos consumidores
contratantes de planos de saúde a cobertura de todas as
patologias listadas pela OMS (Organização Mundial
da Saúde). Segundo o parágrafo 4º do artigo
10 da Lei 9.656/98, compete à ANS “definir a amplitude
das coberturas, inclusive de transplantes e de procedimentos
de alta complexidade”.
O parágrafo 4º não pode ser lido e interpretado
isoladamente, sem se levar em consideração o disposto
no caput do artigo ao qual pertence (artigo 10). Sendo assim,
o Idec considera que qualquer regulamentação da
ANS que exclua procedimentos necessários ao tratamento
das doenças listadas pela OMS é ilegal, não
podendo subsistir.
Também é dever da ANS se pautar pelo que dispõe
a sua lei de criação (Lei nº 9.961/2000),
que coloca como competência da agência a promoção
da “defesa do interesse público na assistência
suplementar à saúde”, devendo esta contribuir “para
o desenvolvimento das ações de saúde no
País” (art. 3º).
Não se mostra possível, portanto, que a ANS, no
exercício de seu poder regulamentar, ao estabelecer o
rol de coberturas obrigatórias, restrinja direitos assegurados
em leis. O rol de procedimentos da ANS deve ter como principal
finalidade assegurar o cumprimento do que dispõe o artigo
11 da Lei 9.656/98, evitando abusos por parte das operadoras
de planos de saúde. Cabe à ANS, a partir de critérios
técnicos e de forma transparente, elencar os procedimentos
de alta complexidade e adotar as medidas necessárias,
inclusive fiscalizatórias e punitivas, para que outros
procedimentos não sejam excluídos sob a alegação
de preexistência.
E, o Código de Defesa do Consumidor estabelece que são
nulas as cláusulas contratuais que coloquem o consumidor
em desvantagem exagerada, sendo presumida exagerada aquela que
restringe direitos ou obrigações fundamentais inerentes à natureza
do contrato, de tal modo a ameaçar seu objeto ou equilíbrio
contratual.
Assim, as
limitações impostas pelo rol elaborado
pela ANS que por ventura impedirem que o consumidor tenha acesso
ao tratamento adequado para a doença que o acomete e acabarem,
na prática, por excluir a cobertura da própria
doença pelo plano de saúde podem ser questionadas,
com base na Lei de Planos de Saúde e no Código
de Defesa do Consumidor.
Folha
de São
Paulo
Dilma promete atendimento em casa a paciente
De São Gonçalo
do Amarante (CE)
O governo
federal anunciará em breve, em parceria com
os Estados, um programa de atendimento domiciliar para pacientes
em recuperação.
A novidade
foi divulgada ontem pela presidente Dilma Rousseff, em entrevista
a rádios do Ceará.
Segundo ela,
a ideia é montar uma estrutura para o acompanhamento
desses pacientes em casa. A presidente explicou que o programa
tentará aliviar a pressão dos hospitais para desocupar
leitos.
Folha
de São
Paulo
Governador
anuncia reajuste para os servidores da saúde
O governador
Geraldo Alckmin (PSDB) anunciou ontem que vai encaminhar à Assembleia
um projeto de reestruturação nas carreiras dos
servidores da saúde e das áreas administrativas.
Segundo ele,
o projeto beneficia mais de 200 mil servidores, entre ativos
e aposentados,
e inclui reajustes de 7% a 40%, retroativos
a 1º de julho.
O impacto,
diz o governo, chega a R$ 530 milhões. Os
servidores passarão a ter cargos com denominações
mais abrangentes -ajudante de laboratório e fiscal sanitário,
por exemplo, passarão a ser chamados de auxiliar de saúde
e terão reajuste de 29%.
Já os servidores de áreas administrativas terão
prêmio de desempenho individual.
Dilma disse
também que o governo irá incentivar
a formação de médicos no interior. Segundo
ela, há dificuldade na contratação desses
profissionais.
Folha
de São
Paulo
Reajuste
baixo é entrave,
dizem empresas do setor
De
São
Paulo
Para a maioria
das operadoras de planos de saúde, investir
em melhorias de gestão e em hospitais resolve apenas parte
dos problemas de negócio.
O mais grave,
segundo elas, é equacionar as exigências
dos serviços exigidos e os investimentos, sem poder repassar
aos conveniados.
Os últimos dois reajustes, de 6,73% em 2010 e 7,69% em
2011, são considerados insuficientes pelas empresas.
"Os custos da infraestrutura e dos procedimentos saúde
não são iguais em todo o Brasil. Os reajustes precisam
ser regionais", afirma Eudes Freitas, da Unimed do Brasil.
Segundo Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS,
um comitê técnico formado em dezembro já discute
formas alternativas de cobrança. A decisão pode
sair até o fim do ano. (CF e FVB)
Folha
de São
Paulo
Saúde do plano requer atenção, diz associação
Embora a
melhoria de gestão do plano de saúde
possa parecer pouco relevante, especialistas afirmam que ela
está relacionada ao nível de serviço.
"Quanto mais qualificada, melhores serão os serviços
porque sobrará dinheiro para investir no atendimento",
diz Flávio de Ávila, da Associação
dos Usuários de Planos de Saúde do Estado.
Para Ávila, o consumidor deve ficar atento à qualidade
dos materiais utilizados nos hospitais próprios, onde
a operadora detém o controle de toda a cadeia de suprimentos.
O
Estado de São
Paulo
Dispositivo
fino como tatuagem pode monitorar dados médicos
Nova tecnologia
permite obter informações como
pressão, temperatura e movimento sem recorrer a fios e
eletrodos na pele
Um dia o
monitoramento dos sinais vitais de um paciente dependerá apenas
de um dispositivo sem fio muito fino e discreto, tão inocente
quanto uma tatuagem temporária sobre a epiderme. A tecnologia
já mereceu o apelido de "pelo eletrônico".
A eliminação dos inúmeros fios e eletrodos
que os aparelhos de monitoramento atuais utilizam aumentará muito
o conforto dos pacientes, afirma um time internacional de cientistas
que apresenta seus resultados na última edição
da revista Science.
"Estamos tentando redefinir a eletrônica, fazer com
que se pareça cada vez mais com o corpo humano. Neste
caso, com as camadas superficiais da pele", afirma John
Rogers, da Universidade de Illinois.
"O objetivo é superar os limites entre dispositivos
eletrônicos e tecido biológico." Os pesquisadores
instalaram sensores em uma camada eletrônica mais fina
que um fio de cabelo, disposta sobre uma base de poliéster
semelhante à usada em tatuagens temporárias populares
entre crianças. O resultado foi um sensor suficientemente
flexível, para acompanhar os movimentos da pele, e de
fácil adesão.
Além de monitorar temperatura e pressão em pacientes,
os dispositivos podem acompanhar ondas cerebrais, analisar movimentos
musculares, emitir calor para ajudar na recuperação
de feridas e até servir como dispositivos sensíveis
ao toque acoplados em membros artificiais.
"O dispositivo suprirá a demanda por equipamentos
que causem menos estresse aos pacientes, permitindo um monitoramento
mais confiável", afirma Zhenqiang Ma, professor da
Universidade de Wisconsin que não participou da pesquisa. "A
pele eletrônica pode ser colocada e retirada com tanta
facilidade quanto uma fita adesiva."
Rogers já criou uma empresa, a MC10, para comercializar
soluções baseadas na tecnologia, mas se recusa
a fazer qualquer previsão de quando os produtos chegarão
ao mercado ou qual será seu custo.
O dispositivo
possui uma pequena antena que pode ser usada para transmitir
os dados.
Além disso, contém uma bateria
que pode ser recarregada por indução. / APU
O Dia Online
Planos
de saúde fazem pressão
por aumentos
Por Aurélio
Gimenez
Empresas
alegam que acréscimo nos procedimentos obrigatórios
encarece operação
Autorizado
pela Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS), o novo rol de procedimentos, com cobertura obrigatória
dos planos a partir de janeiro de 2012, é alvo de críticas
das operadoras. Para atender à determinação,
empresas afirmam que seria necessário aplicar novos reajustes
aos clientes. Em nota, a Associação Brasileira
de Medicina de Grupo (Abramge) diz que a Resolução
Normativa 262 “pode custar a falência de algumas
operadoras, principalmente aquelas de pequeno e médio
porte”.
Divulgada
no início de agosto, a nova lista inclui 69
novos procedimentos, ampliando a cobertura assistencial mínima
obrigatória. Entre os itens adicionados, 41 cirurgias
por vídeo, como refluxo gastroesfágico (tratamento
cirúrgico) e cirurgia bariátrica (redução
de estômago). Os consumidores passarão a ter acesso
a mais 13 exames, incluindo análise molecular de DNA,
consultas adicionais para nutricionistas e indicações
para terapia ocupacional. Pacientes com diabetes mellitus em
uso de insulina ou no primeiro ano de diagnóstico terão
direito a 18 sessões de nutricionista por ano de contrato.
A Abramge
cita que os novos procedimentos serão incluídos “sem
qualquer pagamento ou retribuição financeira para
os planos de saúde”, que só serão
calculados em dois anos. A ANS informou que vai monitorar possíveis
impactos financeiros com os novos procedimentos e que eventual
custo adicional será levado em conta no cálculo
dos planos em 2013.
Quinta-feira, 11.08.11
Agência
Brasil
Rio
de Janeiro pretende vacinar mais de 1 milhão de crianças
contra polio
Segunda etapa
da Campanha Nacional de Imunização
contra a Poliomielite será iniciada no próximo
sábado
O estado
do Rio de Janeiro espera vacinar 95% da população
de crianças até 4 anos completos, o que corresponde
a 1,030 milhão de crianças, na segunda etapa da
Campanha Nacional de Imunização contra a Poliomielite,
que será realizada no próximo sábado (13).
"É uma meta bastante audaciosa, mas a gente espera
que, a exemplo da primeira etapa da campanha, consiga atingir
[a meta]" , disse nessa quarta-feira (10) o superintendente
de Vigilância Ambiental e Epidemiológica da Secretaria
Estadual de Saúde, Alexandre Chieppe.
Ele recomendou
aos pais que não se esqueçam da
caderneta de vacinação dos filhos para que sejam
feitas as anotações devidas quando forem levar
os pequenos ao posto de saúde no sábado. Mas quem
perdeu a caderneta não precisa se preocupar, segundo ele,
já que a falta do documento não " deve ser
fator impeditivo para poder levar as crianças, porque
uma nova carteira vai ser feita" .
De acordo
com Chieppe, a vacina contra a poliomielite é segura. " Não
há contraindicação, exceto para crianças
que apresentam quadro infeccioso agudo. Mas isso deve ser avaliado
no posto de saúde" .
Também de acordo com a necessidade e depois de avaliação,
no posto de saúde, poderão ser aplicadas nas crianças
outras vacinas do calendário de imunização,
entre as quais a DPT (vacina tríplice bacteriana contra
difteria, tétano e coqueluche) e a tríplice viral
(sarampo, rubéola e caxumba), por exemplo. Chieppe enfatizou
que essa avaliação deve ser feita pelos profissionais
do serviço de saúde.
O último caso de paralisia infantil do estado foi registrado
na capital fluminense, em 1987, em Santa Cruz, zona oeste da
cidade. O superintendente de Vigilância Ambiental disse
que, atualmente, não há nenhuma evidência
de circulação do vírus da pólio,
no Rio.
Na primeira
etapa da campanha de imunização contra
a poliomielite, em junho, o Rio de Janeiro superou a meta estabelecida,
com a aplicação de 1,066 milhão de doses.
Isaúde.net
Projeto
da Fiocruz vai recuperar história da saúde
no Brasil
Trabalho é voltado para profissionais da saúde.
Dados coletados durante o projeto serão reunidos e disponibilizados
na Internet
A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) lançou
o primeiro livro da coleção História e Patrimônio
da Saúde, que integra o projeto da Rede Brasil do Patrimônio
Cultural da Saúde. De acordo com a diretora da Casa de
Oswaldo Cruz (COC), Nara Azevedo, o trabalho é voltado
para aos profissionais da saúde.
Os dados
coletados durante o projeto serão reunidos e
disponibilizados na Internet. O conteúdo também
vai integrar a Biblioteca Virtual em Saúde (BVS) e do
Centro Latino-Americano de Informação em Ciências
da Saúde (Bireme).
Cada livro
traz o resultado do levantamento realizado nas respectivas
regiões a que a obra se refere. O período estudado
engloba um histórico de 150 anos e a pesquisa foi realizada
por uma equipe multidisciplinar de historiadores, arquitetos
e geógrafos, que identificaram acervos documentais arquivísticos,
bibliográficos e museológicos. O conteúdo é dirigido
a médicos e demais profissionais da saúde, pesquisadores
nacionais e internacionais, gestores hospitalares, universidades,
institutos de pesquisa, entre outros.
As obras
são divididas em duas partes. A primeira é composta
de artigos escritos por autores convidados, acompanhados de ilustrações.
A segunda parte traz histórias das instituições
e ilustrações de hospitais, maternidades e casas
de saúde, cujo papel foi preponderante para a arquitetura
desses locais.
Lançamento
A primeira
capital a receber o livro História e Patrimônio
da Saúde será Salvador, cujo lançamento
ocorreu na última terça-feira (9). Na sequência
virão Belo Horizonte (31/08), Florianópolis (15/09),
São Paulo (20/10) e finalmente o Rio de Janeiro, em data
ainda a ser definida, completando a coleção prevista
para 2011. No próximo ano o projeto terá continuidade,
em outras quatro localidades a serem anunciadas posteriormente.
Fruto de
uma parceria da Casa de Oswaldo Cruz (COC) com o Instituto
Federal de Educação, Ciência e Tecnologia
da Bahia (IFBA), a obra foi escrita a partir das perspectivas
de especialistas de diversas áreas e traz contribuições
aos que gerenciam ou se preocupam em estudar e preservar um patrimônio
em contínua transformação, provocada pelos
avanços das ciências e tecnologias biomédicas.
O livro também atende a todos os interessados em ampliar
os conhecimentos sobre a história da Bahia e do Brasil
sob um viés diferente, o das suas instituições
de saúde.
Isaude.net
Vírus que destroi células infectadas pelo HIV é desenvolvido
nos EUA
O vetor lentiviral "marca" as células
doentes de modo que os medicamentos anti-HIV possam reconhecer
e destrui-las
mais tarde
O professor
de engenharia química Pin Wang, da University
of Southern California (USC), nos Estados Unidos, criou um vírus
que persegue células infectadas pelo HIV, o que representa
um passo significativo para a cura da Aids.
O vetor lentiviral
desenvolvido por ele bloqueia as células
infectadas pelo HIV e as assinala com o que é chamado
de "terapia de gene suicida", permitindo que os medicamentos
as destruam mais tarde. "Se todas as células infectadas
pelo HIV forem esgotadas, o problema estará praticamente
resolvido. Como a abordagem do vetor lentiviral é muito
precisa e os efeitos colaterais são poucos, as células
não infectadas pelo HIV são mantidas fora de perigo." disse
Wang.
Até agora, o vetor lentiviral só foi testado em
placas de cultura e resultou na destruição de cerca
de 35% das células de HIV existentes. Por enquanto, não
se pode afirmar se este tratamento terá a mesma eficácia
em seres humanos. É provável que o procedimento
tenha que ser repetido várias vezes.
O próximo passo será testar o procedimento em
camundongos. " Este é um importante avanço,
mas ainda não é a cura" destacou Wang.
AGENDA
-
Encontro ANS - Edição Sul
Já estão abertas as inscrições para
o Encontro ANS - Edição Sul
Operadoras
de planos de saúde, prestadores, centrais
sindicais e órgãos de defesa do consumidor já podem
fazer a inscrição para o Encontro ANS – Edição
Sul, uma oportunidade para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado por meio de discussões sobre o tema.
O evento acontecerá nos dias 16, 17 e 18 de agosto, em
Porto Alegre (RS).
Entre os
temas do evento estão aqueles relacionados à Agenda
Regulátória da Agência Nacional de Saúde
Suplementar, como o Rol de Procedimentos e Eventos em Saúde,
a resolução que trata do Envelhecimento Ativo,
a regulamentação dos artigos 30 e 31 e a Portabilidade.
As inscrições poderão ser feitas acessando
a área de Eventos no sitio eletrônico da ANS: www.ans.gov.br,
entre os dias 18 de julho e 10 de agosto de 2011
Encontro
ANS – Edição
Sul
Hotel Embaixador
- Rua Jerônimo Coelho, 354, Centro, Porto
Alegre/ RS.
16, 17 e 18 de agosto de 2011 ANS
- Encontro Paranaense da Saúde – 2011
Debater a
saúde sob os aspectos humanos, econômicos
e jurídicos. Esse é o objetivo do Encontro Paranaense
da Saúde 2011 que ocorre nos dias 18 e 19 de agosto, na
sede do Conselho Regional de Medicina (CRM-PR), em Curitiba.
A atividade é voltada a diretores, gestores, administradores,
advogados, demais profissionais atuantes nos hospitais e serviços
de saúde e acadêmicos das áreas de Saúde,
Direito e Administração.
A programação contempla palestras com integrantes
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS),
da Federação Internacional de Hospitais (IHF) e
da Confederação Nacional de Saúde (CNS).
Serão discutidos temas como assédio moral nas relações
de trabalho, diagnóstico econômico da saúde
no Paraná e os direitos e deveres dos prestadores de serviço
da área. Está previsto ainda o lançamento
oficial do Índice de Custos Hospitalares (ICH), indicador
pioneiro no País elaborado com apoio Instituto Superior
de Administração e Economia da Fundação
Getúlio Vargas (ISAE-FGV), e a realização
do II Simpósio de Direito Aplicado em Saúde.
Promovido
pela Fehospar (Federação dos Hospitais
e Estabelecimentos de Saúde do Paraná) e Sindipar
(Sindicato dos Hospitais do Paraná), com apoio da Ahopar
(Associação dos Hospitais do Paraná) e entidades
parceiras, o evento também marca as comemorações
pelos 20 anos de fundação da Fehospar e o cinquentenário
do Sindipar. A programação completa do Encontro
Paranaense da Saúde 2011 está disponível
no site www.fehospar.com.br. As inscrições podem
ser realizadas pelo e-mail encontro2011@fehospar.com.br ou fone
(41) 3254-1772. As vagas são limitadas.
- XXI Congresso Nacional das Santas Casas
AssPreviSite
Com a presença confirmada do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde
e o meio ambiente
A Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu
XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011,
em Brasília. Com o tema central “Saúde e
meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”,
o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem
impactar na Saúde do homem e quais estratégias
devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.
Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização
na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para
melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas
transformações ambientais. Além disso, com
tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo
a formulação de políticas públicas
que sejam adequadas à nova realidade, é preciso
debater, hoje, o futuro dos hospitais.
Para o presidente
da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira
Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais
Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe
em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos
um time de especialistas discutindo a participação
do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em
ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar
para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor
atendimento de nossos pacientes”.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário
de Atenção à Saúde, Helvécio
Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional
de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso,
já confirmaram a presença.
O evento
conta com o patrocínio da Caixa Econômica
Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.
Para mais
informações e inscrições:
www.cmb.org.br/congresso.
-
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico
A relação médico-paciente sem caráter
consumista, a proposta de criação de testamento
vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício
ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão
debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante
o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina (CFM).
O encontro
promoverá discussões sobre a prática
médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a
esta prática – por exemplo, aqueles relacionados
ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”.
O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais
vertical das interações entre os médicos
e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais
das duas profissões são muito próximos”,
afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.
Inscrições
Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro
de Direito Médico. Pelo site é possível
fazer inscrição (gratuita), acessar a programação
do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os
internautas também terão acesso ao material da
1ª edição do evento, promovido em dezembro
de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.
2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho
Federal de Medicina
Data: 16 e 17 de agosto de 2011
Local: Hotel Othon Palace - Salvador-BA
Iinscrições:
Gratuitas e limitadas pelo link
http://eventos.cfm.org.br/sistema/participante/cadastro/62dba7cb6eecc6b9b2c2da0c9244a4bc (CFM)
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão
Unidas / AssPreviSite
18 e 19 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades,
autoridades,
solução de problemas e negociação.
Metodologia
A metodologia
alterna exposição dialogada, exemplificações
voltadas para a realidade da administração pública
com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição,
conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem
e debates, de forma a favorecer a troca de experiências
e assimilação do conteúdo proposto. Também
alterna a realização de módulos em sala
de aula com períodos de aplicação junto às
equipes naturais.
Instrutor
Professor Peter M. Dostler
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 1º Hospital Management Summit
DCI
Setor hospitalar
se reúne para debate sobre gestão
De 22 a 24
de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos
de todo o País para o 1º Hospital Management Summit,
fórum de práticas, inovação e negócios
na gestão de hospitais. O evento é organizado pela
International Business Communications (IBC) e contará com
vários debates sobre a profissionalização
da gestão no setor hospitalar privado do País.
"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar
os recursos das instituições de saúde para
obter uma administração eficiente, financeiramente
sustentável e que atenda a todas as exigências de
um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica
Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada
nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem
tais objetivos", afirma Yvelise.
Ao longo
dos três dias do encontro os executivos poderão
conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas
na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos
em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão,
qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências
serão alguns dos temas abordados.
O Hospital
Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare,
3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide,
DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações
no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html