Leia
nesta edição:
- Conselhos
de medicina criticam veto de boicote a planos de saúde
- Conselhos
de Medicina: Repúdio à medida da SDE
- Consulta
pública sobre atualização
das coberturas
- Nova versão teste do SIB-XML já está disponível
- A crise da Santa Casa
- Justiça suspende genérico de droga psiquiátrica
- Governo
prorroga vacinação antigripe
- Cirurgiões plásticos terão
de seguir protocolo do CFM
- Transmissão
minimizada
- Anvisa
participa do 2º Desafio Mundial para a Segurança
do Paciente
- Relator da LDO sugere nova CPMF
Sexta-feira, 13.05.11
Folha
de São
Paulo
Conselhos
de medicina criticam veto de boicote a planos de saúde
Entidades
pretendem ir ao Cade, Conselho Administrativo de Defesa Econômica
Para reverter
a decisão da SDE (Secretaria de Direito
Econômico), do Ministério da Justiça, que
proibiu o boicote a planos de saúde e a cobrança "por
fora" dos pacientes, os médicos precisarão
recorrer ao Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica).
O órgão pode rever o ato da secretaria.
Em nota divulgada
ontem, os conselhos federal e regionais de medicina dizem que
os profissionais e empresários foram
tratados de forma desproporcional.
Na segunda,
a SDE publicou medida cautelar que proíbe
médicos de promover paralisações organizadas
como a de 7 de abril, quando eles suspenderam o atendimento via
planos de saúde.
As comissões de Defesa do Consumidor e de Seguridade
Social e Família da Câmara pedirão explicações
ao ministro José Eduardo Cardozo (Justiça). Ele
não tem, no entanto, a prerrogativa de rever decisões
da SDE.
O Cremesp
(Conselho Regional de Medicina de SP) protestou ontem contra
a posição da SDE. Uma faixa preta com os
dizeres "Luto pela Saúde" foi colocada na fachada
do prédio do conselho, no centro de SP.
O Ministério da Justiça disse que não
comentaria o ato.
CFM
Conselhos
de Medicina: Repúdio à medida da SDE
Nota
de esclarecimento à sociedade
Diante da
decisão arbitrária da Secretaria de
Direito Econômico (SDE), que impede os médicos – por
meio de suas entidades representativas – de expressarem
sua opinião e pleitos com relação aos planos
de saúde, o Conselho Federal de Medicina (CFM) e os Conselhos
Regionais de Medicina (CRMs) manifestam publicamente seu repúdio à medida
com base nos seguintes argumentos:
O processo
administrativo instaurado pela SDE representa uma afronta inequívoca ao direito dos médicos e de
todos os brasileiros de lutarem por melhores condições
de trabalho e assistência num Estado moderno e democrático,
fazendo-nos regredir aos tempos da ditadura e da opressão;
A decisão da SDE também privou os médicos
da possibilidade de lutar pelo fim de práticas adotadas
por operadoras de planos de saúde que interferem na autonomia
do profissional e, por consequência, impedem o acesso dos
seus usuários a procedimentos necessários ao diagnóstico
e tratamento;
Com esta
ação, a SDE desrespeitou a Constituição
e as leis que fundamentam a cidadania e as liberdades de organização
e de expressão no Brasil, agindo como um instrumento digno
dos piores regimes autoritários a serviço de interesses
políticos ou privados;
O ato da
SDE se revela ainda mais injusto ao tratar os médicos
e empresários de forma desproporcional: de um lado, penaliza
o movimento de profissionais da Medicina como um cartel, sujeitando-o
a medidas adequadas às empresas; de outro, ignora a ação
coordenada dos empresários, que acumulam lucros exorbitantes,
e condena trabalhadores e pacientes a se sujeitar ao pouco oferecido
sem direito a reação;
Este processo
abre precedentes sombrios e soa um alerta para a sociedade:
se hoje
o alvo da SDE são os médicos,
em breve a artilharia pode se voltar para advogados, arquitetos,
engenheiros, jornalistas, professores, metalúrgicos ou
qualquer outra categoria que OUSE lutar para que seus direitos
e sua voz sejam ouvidos e respeitados.
Asseguramos à sociedade e aos médicos brasileiros:
o CFM e os CRMs não se curvarão a essa decisão
arbitrária e responderão à altura – pelos
meios legais – à agressão gratuita sofrida,
honrando, assim, seus compromissos e competências legais
em prol da Medicina. Por outro lado, sua missão é mais
ampla abarcando a defesa veemente dos interesses da sociedade,
em especial dos pacientes e familiares.
Acreditamos
que a ética prevalecerá, fazendo com
que as autoridades competentes percebam os equívocos acumulados
e revoguem essa decisão tomada em detrimento da saúde
e da cidadania.
A página do site do Conselho Federal de Medicina (CFM)
que concentrava informações sobre a relação
entre médicos e operadoras de planos de saúde foi
retirada do ar por determinação da Secretaria de
Direito Econômico (SDE). A decisão foi publicada
na edição do Diário Oficial da União
desta segunda-feira (9), na seção 1, página
21.
O processo
administrativo instaurado pela SDE impede as entidades médicas nacionais (AMB, CFM e Fenam) de promover qualquer
movimento de paralisação coletiva de atendimentos
aos beneficiários de planos de saúde por tempo
indeterminado ou descredenciamento em massa.
A medida
também proíbe as entidades de divulgar
valores de consultas, portes e Unidades de Custo Operacionais,
ou quaisquer indexações que reflitam nos valores
pagos pelas operadoras aos médicos.
A notificação do processo administrativo da SDE
foi encaminhada por meio de fax na sede do CFM, em Brasília,
na segunda-feira (9/5), às 15h55.
Imediatamente,
a Assessoria Jurídica do CFM foi acionada
para avaliar os argumentos apresentados e, com base nas conclusões,
tomar as medidas jurídicas cabíveis dentro dos
prazos legais.
ANS
Consulta
pública sobre atualização
das coberturas
ANS
prorroga prazo para consulta pública sobre atualização
das coberturas obrigatórias
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) decidiu
prorrogar até o dia 21/05/2011 a consulta pública
sobre atualização da cobertura assistencial obrigatória
para todos os planos de saúde contratados a partir de
2 de janeiro de 1999. A lista de inclusões engloba 50
procedimentos e eventos. A consulta pública teve início
em 15/4/2011.
ANS
Nova
versão teste do SIB-XML já está disponível
Em razão da publicação da Resolução
Normativa nº 250/2011 e da Instrução Normativa
DIDES nº 46/2011, que estabelecem normas para a geração,
transmissão e controle de dados cadastrais de beneficiários
do Sistema de Informação de Beneficiários
da ANS (SIB/ANS), a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) fez adequações na versão teste do
SIB-XML.
Entre as
principais alterações estabelecidas por
esses dois normativos, destacam-se: a inclusão do número
do Cartão Nacional de Saúde (CNS) entre os dados
cadastrais obrigatórios, a partir de 6 de junho de 2012;
a inclusão do número da Declaração
de Nascido Vivo (DN) para os nascidos a partir de 1º de
janeiro de 2010.
Dessa forma,
a versão teste 1.0.1 do SIB-XML introduz
o campo destinado a informar o número da Declaração
de Nascido Vivo (DN), além de tornar obrigatório
o cálculo do hash do arquivo a ser enviado.
O cálculo do valor hash deve fazer uso do algoritmo MD5,
utilizando como input o conteúdo dos campos, na ordem
da ocorrência dos mesmos, do arquivo XML a ser enviado,
excetuando-se o seu epílogo. É importante ressaltar
que as tags sem conteúdo não devem ser consideradas
no cálculo do valor hash. Além disso, conteúdos
de tags que possuam apenas caracteres como tabulação,
espaço, retorno de linha, etc também não
devem ser considerados no cálculo do valor hash. Na hipótese
de o valor hash gerado para o arquivo ser diferente do calculado
pelo aplicativo SIB-XML, o arquivo será rejeitado. É importante
lembrar que o valor hash tem formato hexadecimal.
Importante!
A partir
de 6 de junho de 2011, passa a ser obrigatório
o envio de dados cadastrais de beneficiários por meio
do SIB-XML.
O
Estado de São
Paulo
Editorial
A crise da Santa Casa
A possibilidade
de a Santa Casa de São Paulo fechar no
fim deste mês o seu pronto-socorro, que atende mais de
mil pacientes por dia, por causa de grave crise financeira chama
mais uma vez a atenção para as sérias dificuldades
com que essa e outras instituições filantrópicas
se debatem há anos. Como elas são de importância
fundamental para o sistema público de saúde, do
qual depende a população de baixa renda, é justo
que recebam, como deseja a Santa Casa, a ajuda dos governos federal,
estadual e municipal, necessária para que possam resolver
seus problemas.
A situação financeira da Santa Casa, equilibrada
em 2009, agravou-se em 2010, quando sua dívida chegou
a R$ 80 milhões, e continuou a piorar neste ano, quando
atingiu R$ 120 milhões. Sem condições de,
por meios próprios, honrar essa dívida, ela concluiu
realisticamente que, ou conta com a ajuda do poder público,
ou não terá como evitar o fechamento de um serviço
fundamental como o pronto-socorro. Isso porque, como explicou
ao Estado o superintendente do hospital da Santa Casa, Antônio
Carlos Forte, o atendimento eletivo é possível
controlar, para tentar remediar a situação, mas
não o pronto-socorro.
São várias as razões pelas quais se chegou
a essa situação, segundo ele. Uma delas é o
aumento de 30% nos atendimentos pelo pronto-socorro, que pode
ser explicado pelo fato de grande parte dos resgates feitos pela
Polícia Militar e o Corpo de Bombeiros estar sendo encaminhada
para esse serviço. São pacientes com graves traumas,
que necessitam de cirurgia e internação, e cujo
atendimento, por isso, é muito caro. Outro motivo de grande
peso, que há muito tempo está por trás das
dificuldades de todas as instituições filantrópicas
da área de saúde, é a bem conhecida - mas
nunca corrigida - defasagem da tabela de procedimentos do Sistema Único
de Saúde (SUS), pelo qual são feitos todos os atendimentos
da Santa Casa.
O SUS cobre
em média apenas 60% dos gastos. A Santa Casa
tenta há anos cobrir os restantes 40% com o lucro obtido
pelo Hospital Santa Isabel - que é a sua unidade privada
de saúde - e com o aluguel de cerca de 300 imóveis
que a instituição possui em São Paulo. "Mesmo
assim, a conta não fecha", afirma Forte. O responsável
por essa causa permanente de dificuldades é a União,
que nunca cumpriu as promessas de corrigir a tabela do SUS.
Por isso, é incompreensível - para dizer o mínimo
- a posição assumida pelo secretário de
Atenção à Saúde, do Ministério
da Saúde, Helvécio Magalhães, depois de
anunciar a criação de uma equipe tripartite (governos
municipal, estadual e federal) para analisar as finanças
do hospital da Santa Casa: "Vamos fazer uma radiografia
para apresentar ao ministro Alexandre Padilha. Não adianta
de tempos em tempos apresentarem uma conta com uma dívida
imensa. O problema não é só a tabela do
SUS. Há outros aspectos. Pode haver problemas de gestão".
Que o problema
não é exclusivamente do SUS o próprio
superintendente Forte reconhece, como se viu. Mas levantar, vagamente,
a hipótese da existência de problemas de gestão
na Santa Casa e nada dizer sobre a necessidade de reavaliar a
tabela do SUS deixam a impressão de que o governo federal
acha natural pagar 60% dos gastos e deixar que a Santa Casa "se
vire" - para usar uma expressão popular - para encontrar
os recursos destinados aos outros 40%. Ela e outras instituições
filantrópicas vêm se esforçando há muitos
anos para cobrir esse buraco, mas nem sempre isso é possível.
Daí as repetidas crises enfrentadas por elas.
Ao ajudá-las, o governo federal - da mesma maneira que
o municipal e o estadual, chamados a colaborar, o que este último
já faz - não faz nenhum favor. As Santas Casas,
especialmente a de São Paulo, tendo em vista seu porte
e a qualidade de sua administração, são
responsáveis por parte importante dos atendimentos do
SUS. Estima-se que no Estado de São Paulo elas respondem
por mais da metade das internações do SUS.
Estamos diante
de um grave problema de interesse público.
Ajudar a Santa Casa é ajudar a rede de saúde pública,
o que é obrigação da União, do Estado
e do Município de São Paulo.
Folha
de São
Paulo
Justiça suspende genérico de droga psiquiátrica
DE BRASÍLIA - A Justiça Federal em Brasília
determinou ontem a anulação do registro de dois
genéricos do Lexapro (oxalato de escitalopram), usado
contra depressão, ansiedade e transtorno obsessivo-compulsivo.
A Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
afirmou que vai recorrer da decisão. Defensores dos genéricos
temem que a determinação abra precedente para outras
anulações de registro.
Na decisão, o juiz entendeu que os dois genéricos
foram feitos com base em testes de segurança do laboratório
dinamarquês Lundbeck, o primeiro a registrar o remédio.
Para o magistrado, esses testes, exigidos pela Anvisa, devem
ser mantidos em sigilo pela agência por dez anos, mesmo
que a patente tenha expirado.
A Anvisa nega disponibilizar os testes para outras empresas.
O presidente
da Associação Brasileira das Indústrias
de Medicamentos Genéricos, Odnir Finotti, afirmou que
os fabricantes de genéricos não usam estudos feitos
por outras empresas.
Folha
de São
Paulo
Governo
prorroga vacinação
antigripe
Como metas
não foram antigidas, orientação é para
que municípios estendam campanha até o dia 20 deste
mês
Dose é para pessoas acima de 60 anos, grávidas,
bebês entre seis meses e dois anos e profissionais da saúde
O governo
paulista decidiu orientar os municípios do
Estado a prorrogar a campanha de vacinação contra
a gripe até o próximo dia 20. A imunização
terminaria hoje.
Desde o início da campanha, foram imunizadas 3,7 milhões
de pessoas. A meta é imunizar 5,5 milhões.
Devem tomar
a dose pessoas com 60 anos ou mais, gestantes, crianças
entre seis meses e menores de dois anos, profissionais da área
da saúde e indígenas.
No Estado
de São Paulo, as gestantes são as que
menos aderiram à campanha, com apenas 39,3% imunizadas
desde o dia 25 de abril, quando começou a vacinação.
Esse percentual corresponde a 221,1 mil mulheres.
Ainda segundo
a secretaria, 54,9% das pessoas com mais de 60 anos também receberam a dose, o que representa 2,7 milhões
de pessoas. Já entre as crianças de seis a 23 semanas,
o número de pessoas imunizadas chega a 535,9 mil (59,4%
do grupo).
Os postos
de saúde ficam abertos das 8h às
17h, de segunda a sexta-feira.
Pela primeira
vez, as doses da campanha sazonal também
irão imunizar, neste ano, a população contra
a gripe A H1N1. A única contraindicação é para
pessoas com alergia a ovo.
O
Estado de São
Paulo
Cirurgiões plásticos terão
de seguir protocolo do CFM
Conselho
Federal de Medicina lança conjunto de informações
mínimas para reduzir queixas [br]contra profissionais
Por Lígia Formenti / Brasília
A consulta
entre pessoas interessadas em fazer cirurgia plástica
e o médico agora será guiada por uma espécie
de lista.
O Conselho
Federal de Medicina (CFM) lançou ontem um
protocolo da cirurgia plástica, com informações
mínimas que têm de ser passadas para o paciente
e cuidados que os profissionais devem adotar em todas as fases
do procedimento: desde a primeira consulta até a alta.
A expectativa é de
que o documento ajude a reduzir as queixas feitas por pacientes
contra profissionais.
Fruto de
mais de dois anos de discussões da Câmara
Técnica de Cirurgia Plástica do Conselho Federal
de Medicina, o protocolo indica o básico.
Por exemplo,
que médicos têm de informar como e
onde a cirurgia vai deixar cicatriz, a necessidade ou não
do uso de dreno depois da operação e o número
do telefone, para que o paciente possa encontrá-lo depois
de deixar o hospital.
Além de informações simples, o protocolo
também traz dados sobre os cuidados do pré-operatório,
as medidas adotadas na sala cirúrgica e espaço
para justificativa, caso tenha ocorrido uma mudança no
plano inicial - como a técnica ou extensão da operação
feita no paciente.
O protocolo
estará disponível no site da Sociedade
Brasileira de Cirurgia Plástica e, dentro de aproximadamente
um mês, deverá ser adotado pelos profissionais.
O documento, preenchido em duas vias (uma para o paciente, outra
para o médico), não deverá substituir o
prontuário médico, obrigatório.
"Além de melhorar a informação, o
documento vai ajudar a reduzir o número de aventureiros
nessa área", avalia o cirurgião plástico
Antonio Pinheiro, integrante do comitê do CFM. Uma pesquisa
feita em São Paulo durante 2006 e 2007 indica que 90%
dos médicos que são alvo de reclamações
de pacientes não eram especialistas em cirurgia plástica.
De acordo com Pinheiro, o Brasil é o segundo país
no mundo em número de operações, perdendo
apenas para os Estados Unidos. As mais realizadas são
para implante mamário de silicone e lipoaspiração.
De acordo
com o CFM, em 2010 foram apresentadas 62 denúncias
contra médicos que fizeram plástica, de um total
de 963. A expectativa do CFM é fazer protocolos para outras
especialidades médicas.
Importância
640 mil cirurgias
plásticas foram feitas no Brasil em
2009; delas, 82% foram realizadas em mulheres
444 processos
contra cirurgiões plásticos foram
registrados no Conselho Federal de Medicina entre 2001 e 2010
Correio Braziliense
Transmissão
minimizada
Pesquisa
americana prova que adoção precoce de
tratamento com antirretrovirais provoca redução
de até 96% no risco de um paciente contaminado com o HIV
passar o vírus para outra pessoa. Unaids festeja e prevê novos
avanços na luta contra a disseminação da
doença
Por Carlos Tavares
Um novo estudo
sobre a Aids — o HPTN 052 — concluiu
que a terapia antirretroviral antecipada reduz a transmissão
do HIV em 96% em casais em que um dos parceiros é soropositivo.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) e a
comunidade científica internacional saudaram a pesquisa,
feita com 1,7 mil casais de 13 países, incluindo o Brasil,
como “uma descoberta que impulsionará a revolução
da prevenção com medicamentos”, nas palavras
de Michel Sidibé, da Unaids, programa internacional de
combate à doença da Organização das
Unidas (ONU).
Os resultados
clínicos das investigações
comandadas por Myron Coehn, no Instituto de Saúde Global
e Doenças Infecciosas da Universidade da Carolina do Norte,
nos Estados Unidos, vão certamente fortalecer novas orientações
que a OMS pretende colocar em prática em julho deste ano,
com o propósito de ajudar pessoas contaminadas e proteger
seus parceiros do vírus. “Esse é um avanço
crucial, porque sabemos que a transmissão sexual é responsável
por cerca de 80% de todas as novas infecções”,
festejou a diretora-geral da OMS, Margaret Chan. No Brasil, o
professor de imunologia da Universidade de São Paulo (USP) Ésper
Kallás explica que o estudo amplia a capacidade de tratar
as pessoas no início e comprova os resultados positivos
dessa estratégia.
Para Ésper, tratar as pessoas em estágios iniciais
reduz a carga do HIV na genitália e, por consequência,
no sangue. “Estamos diante de uma série de estudos
e terapias que vêm aumentando o arsenal de combate à transmissão
da doença a cada ano que passa”, acrescenta, referindo-se
a formas de impedir contaminação de mulheres grávidas
e de transmissão de mãe para filho, em particular.
Pelo estudo de Coehn, o risco de transmissão de HIV é consideravelmente
reduzido se uma pessoa infectada com o vírus se submeter
logo em seguida a um tratamento médico com antirretrovirais.
Dados positivos
Ao iniciar
um tratamento com medicamentos imediatamente, em vez de esperar
o avanço da doença, o estudo mostrou
uma queda de 96% nas chances de transmissão do HIV por
uma pessoa infectada para uma que não tenha a doença.
A triagem clínica aleatória começou em 2005.
Um total de 97% dos acompanhados era de heterossexuais. “O
estudo foi desenvolvido para avaliar o benefício tanto
para o portador do vírus quanto para o parceiro sexual”,
diz Cohen.
Durante os
exames clínicos aleatórios, alguns
casais foram colocados em um grupo “atrasado”, no
qual o parceiro infectado começou a receber o tratamento
com antirretrovirais (TAR) apenas quando um tipo de célula
T (linfócito) conhecido como CD4 caiu para menos de 250
por milímetro cúbico ou quando ele ou ela desenvolveu
uma doença relacionada à Aids. O outro grupo começou
a receber o TAR imediatamente. Nesse grupo, apenas um caso de
transmissão de HIV foi registrado. Houve 27 transmissões
de HIV no grupo “atrasado” que puderam ser diretamente
atribuídas ao parceiro infectado, uma diferença
que o estudo considerou “de alto significado estatístico”.
O coordenador
do Programa Nacional de Doenças Sexualmente
Transmissíveis e Aids, o infectologista Ronaldo Hallal,
interpretou a notícia sobre o estudo como a reafirmação
da necessidade de se fazer uma intervenção mais
precoce nos pacientes de Aids. “Existem outros estudos
que confirmam evidências já em consolidação
e isso amplia os instrumentos de prevenção e combate à doença”,
lembrou, referindo-se a uma pesquisa de 2010. Ele informou que
o Ministério da Saúde vai analisar as conclusões
dos estudos mais recentes para agregar conhecimentos às
novas recomendações do MS que serão feitas
este ano em relação à política brasileira
de controle da Aids.
Para Ronaldo, é preciso usar cautela diante de situações
que não se encaixam em padrões, quando pacientes
de determinados grupos podem sofrer efeitos adversos com medicamentos.
Nesses casos, não compensa antecipar o emprego do coquetel
antirretroviral. “O Ministério da Saúde só recomenda
práticas seguras de tratamento, controle e prevenção”.
No Rio de
Janeiro, o presidente do Grupo Arco-íris, Júlio
Moreira, ponderou que, apesar de todos os esforços da
ciência em busca de soluções para a epidemia
mundial da Aids serem “louváveis”, é preciso
cautela. “Esse estudo (o HPTN 052) é um grande avanço,
mas não podemos esquecer as formas de prevenção
da doença, como os preservativos, até porque não é apenas
a Aids que mata, temos a hepatite C e outras. O perigo desses
achados é que a juventude pode ser levada a crer que o
perigo passou”, advertiu.
De acordo
com Wafaa el-Sadr, membro do comitê executivo
da Rede de Testes de Prevenção do HIV (HPTN, em
inglês), grupo que realizou o estudo, as descobertas levaram
tempo para ocorrer, mas devem ter grande impacto nos manuais
de tratamento. “Acho que o estudo sempre será reconhecido
como um marco que realmente pode transformar tanto os tratamentos
quanto a prevenção do HIV globalmente”, disse
a cientista. Sadr, que também é professora de medicina
e epidemiologia da Universidade de Columbia, em Nova York, afirmou
que os casais no estudo podem continuar a ser acompanhados.
ANVISA
Anvisa
participa do 2º Desafio Mundial para a Segurança
do Paciente
Projeto foca
a adoção, nos hospitais, de uma lista
de verificações, um checklist padronizado, preparado
por especialistastamanho da letra
Melhorar
a segurança do cuidado cirúrgico em todo
o mundo, definindo padrões de segurança que podem
ser aplicados em todos os países membros da Organização
Mundial de Saúde (OMS). Esse é o objetivo do 2º Desafio
Mundial para a Segurança do Paciente, lançado nesta
quinta-feira (13).
Por meio
do projeto " Cirurgias Seguras Salvam Vidas" ,
o foco da iniciativa é a adoção, nos hospitais,
de uma lista de verificações, um checklist padronizado,
preparado por especialistas para ajudar as equipes cirúrgicas
a reduzirem as ocorrências de danos ao paciente.
A utilização do checklist nos centros hospitalares
possibilita uma avaliação integral do paciente,
antes e depois de cada procedimento cirúrgico. A medida
também garante que eventos adversos apresentados em salas
de cirurgia e recuperação sejam registrados de
forma efetiva e possibilita ainda uma adequada atenção
do paciente pós cirúrgico, tanto na sala de recuperação
como no leito hospitalar.
O lançamento do projeto, fruto de uma parceria entre
a Anvisa, a Organização Pan-Americana da Saúde
(Opas)/OMS, o Ministério da Saúde e o Colégio
Brasileiro de Cirurgiões ocorre no Auditório Emílio
Ribas, do Ministério da Saúde.
Correio Braziliense
Relator da LDO sugere nova CPMF
Deputado
responsável pelo texto da Lei de Diretrizes
Orçamentárias retoma o tema da criação
de um imposto que seria destinado à saúde
Por Josie Jeronimo
O relatório preliminar da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO) de 2012 sugere a necessidade de criação de
uma nova forma de financiamento para a saúde. O texto
do relator, deputado Márcio Reinaldo Moreira (PP-MG),
cita substitutivo apresentado na Câmara que propõe
a instituição da Contribuição para
a Saúde (CSS) - imposto inspirado na extinta Contribuição
Provisória Sobre Movimentação
Financeira
(CPMF) - que descontaria 0,1% a cada operação
bancária. "A receita pode ser pequena para transferir
recursos para o SUS (Sistema Único de Saúde) e
o governo não quer tirar de outros investimentos. É uma
situação delicada. Com os números que nós
temos hoje, não sairemos do patamar atual de serviços
da saúde sem o ingresso de novas fontes de receita dentro
do Tesouro. Modificando as atuais fontes, desfalcaremos o Programa
de Aceleração do Crescimento (PAC) ou a Educação",
afirma o relator da LDO.
Um grupo
de parlamentares, técnicos e integrantes do
governo envolvidos na discussão do orçamento e
do Plano Plurianual (PPA) 2012/2015 tenta resolver um nó que
envolve recursos financeiros e política. O Planalto admite
que as prefeituras e os estados não têm mais onde
espremer seus orçamentos para melhorar a qualidade dos
serviços e que apenas mecanismos de aprimoramento de gestão
não resolverão os problemas. Outro fator é que
o governo não conseguiu encontrar brechas nas receitas
da União para viabilizar a Emenda 29 - que fixa percentuais
mínimos de investimento na saúde. A única
solução à vista, segundo essa força-tarefa,
seria a criação de um tributo. Integrantes do grupo
que discute o assunto com o governo afirmam que o Planalto precisa
muito do imposto, mas não tem coragem de pedir. "Nessa
equação, temos que caminhar para uma solução.
Ou vota a Emenda 29, ou cria imposto, ou vamos ter problemas
nos municípios", defende o relator. Nem o Planalto
nem o Congresso querem assumir o ônus de dar o pontapé inicial
na recriação da CPMF. Do Ministério do Planejamento,
a sugestão é convocar a sociedade para debater
e detalhar a situação da saúde.
Contingenciamento
No texto
preliminar da LDO, o deputado Márcio Reinaldo
não acatou pedido do governo de fechar a seção
II do anexo 4 da lei orçamentária. Com isso, parlamentares
poderão encaminhar emendas liberando essa parte do orçamento
para abrigar despesas ressalvadas de contingenciamento. O governo
quer acabar com a prerrogativa da seção para evitar
que parlamentares aloquem emendas individuais com a certeza de
que os recursos serão empenhados. O relatório também
indica que a Lei Orçamentária virá sem anexo
de prioridades, para evitar confronto de informações
com o PPA. O texto do Plano Plurianual terá uma coluna
destinada às prioridades do orçamento de 2012.
Entre as
previsões do governo mantidas pelo relator,
estão o montante de cancelamento de despesas obrigatórias,
que passa de R$ 113 milhões para R$ 211 milhões;
e os recursos destinados à reestruturação
de pessoal, que na Lei Orçamentária do ano passado,
foi de R$ 724 milhões e na LDO deste ano é zero.
Nas diretrizes de 2012, o governo também reduziu o montante
destinado ao salário-maternidade, de R$ 670 milhões
para R$ 387 milhões.
"Temos que caminhar para uma solução. Ou
vota a Emenda 29, ou cria imposto, ou vamos ter problemas nos
municípios"
Márcio
Reinaldo Moreira, deputado do PP-MG, relator da LDO
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br