13-06-11

 

Leia nesta edição:

- Declaração da ONU sobre AIDS representa um avanço, diz Padilha

- Serviços de saúde no Brasil participam de autoavaliação mundial

- Tire suas dúvidas sobre vacinas, tratamentos e cuidados contra as doenças

- Conselho Nacional de Saúde garante assento em seu plenário para entidades médicas

Segunda-feira, 13.06.11

Blog Saúde com Dilma

Declaração da ONU sobre AIDS representa um avanço, diz Padilha

Ministro aponta acesso a medicamentos de baixo custo como um dos principais elementos da declaração

por Equipe do Blog

Em entrevista, ministro da saúde avaliou a declaração final da conferência da ONU sobre AIDS.

do Correio Braziliense

Quais são os principais avanços no documento aprovado ontem?

A declaração representa um avanço, por reconhecer o direito de todas as nações do mundo a medicamentos de baixo custo. Já havia acordos nesse sentido no âmbito da OMC (Organização Mundial do Comércio), mas agora temos isso sacramentado em um documento da ONU. Outra questão que representou uma grande vitória foi a definição do tratamento como a melhor forma de prevenção. Não que isso elimine completamente a prevenção tradicional, mas abre uma nova forma de combate à doença, que já vem sendo posta em prática no Brasil há mais de 15 anos. Por fim, temos a questão da menção explícita aos grupos mais sensíveis. A partir do momento em que, pela primeira vez, populações como homossexuais, trabalhadores do sexo e usuários de drogas injetáveis são explicitados como mais vulneráveis, os países estão assumindo o compromisso de elaborar políticas para esses grupos e de deixar de ignorar a situação.

A declaração propõe metas ambiciosas, como a eliminação total da transmissão vertical até 2015. Esses objetivos são possíveis de serem atingidos pelo Brasil?

Nós defendemos que haja metas ambiciosas. O Brasil mostrou, nos últimos anos, com a ampliação do acesso ao pré-natal e a diminuição drástica da transmissão do HIV de mãe para filho, que é possível zerar esse tipo de transmissão. Desde que haja uma política séria nessa área, as metas são possíveis. No caso da transmissão para usuários de droga, essa não é uma questão complicada no Brasil, já que menos de 5% das transmissões nacionais são por essa via. Com certeza, ainda há desafios, como universalizar o atendimento médico para as gestantes, especialmente no interior do Brasil, mas nós temos estrutura e capacidade técnica para isso.

E do ponto de vista do financiamento? No ano passado, houve uma queda nos repasses internacionais para os fundos globais de combate à doença e o relatório prevê queos repasses mais do que dobrem. Esse dinheiro estará disponível?

Essa, para mim, é talvez a questão mais crítica. O Brasil deve ampliar a sua participação, mas isso não é suficiente. Acabamos de aprovar no Congresso Nacional uma lei que amplia a participação nacional no Fundo Global Anti-Aids. Por ela, nós vamos destinar, para cada passageiro internacional que viaje ao Brasil, US$ 2 para esses fundos. Com isso, devemos chegar a cerca de US$ 15 milhões em contribuição, isso tomando os padrões atuais, sem contar o aumento dos passageiros em função da Copa de 2014 e das Olimpíadas de 2016. O Brasil está disposto a aumentar sua contribuição, mas nós estamos declarando abertamente que essa entrada não pode significar substituição de recursos. Os países ricos precisam continuar contribuindo e precisam aumentar suas cotas. Precisamos de mais ação no financiamento do combate à Aids, e essa é provavelmente a questão mais complicada atualmente

CFM

Serviços de saúde no Brasil participam de autoavaliação mundial

Os profissionais encarregados de programas de higiene das mãos e do controle de infecção de hospitais e outras instituições de assistência à saúde têm até quarta-feira (15) para responder a um questionário da Agência Nacional de Vigilância sanitária (Anvisa) sobre as práticas de higienização nos estabelecimentos. A pesquisa foi lançada pela Agência em 5 de maio, Dia Mundial de Higienização das Mãos, para mapear a situação da rede hospitalar brasileira com relação à prática de lavar as mãos. O objetivo é que os profissionais da saúde façam uma autoavaliação sobre suas rotinas no ambiente de trabalho.

Com o instrumento de análise, a expectativa da Anvisa é também contribuir para que instituições de assistência à saúde possam desenvolver um plano de ação para o programa de higiene das mãos. “Essa é a medida mais eficaz e barata para prevenção de qualquer contaminação”, disse Magda Costa, chefe substituta de Controle de Infecções da Anvisa.

O infectologista e conselheiro federal suplente pelo estado de Roraima, Mauro Asato, também explica que “as mãos são a principal via de transmissão de micro-organismos. Assim, a segurança dos pacientes depende de uma higienização cuidadosa e frequente dos profissionais da saúde. “A maioria dos atendimentos médicos são feitos pelo toque. Então, ao examinar, é importante lavar as mãos”, completa o conselheiro.

O formulário da autoavaliação questiona informações como a disponibilidade de preparação alcoólica para higiene das mãos na instituição, o fornecimento contínuo de água corrente limpa, sabonete, papel toalha e se é realizado treinamento em higiene das mãos para os profissionais, baseado na Estratégia Multimodal da Organização Mundial da Saúde OMS para Melhoria de Higiene das Mãos.

O questionário Autoavaliação da Higienização das Mãos está disponível no site da Anvisa e poderá ser respondido por meio eletrônico neste link.

Domingo, 12.06.11

O Globo

Tire suas dúvidas sobre vacinas, tratamentos e cuidados contra as doenças

Por Antônio Marinho

RIO - Para as pessoas que pretendem embarcar para o exterior ou já estão na Europa, há uma série de cuidados que podem ser tomados para reduzir os riscos de adoecer.

Se já tive sarampo ou não me lembro de ter sido infectado, posso tomar a vacina tríplice viral?

Sim, pode. Segundo a Associação Brasileira de Imunizações (www.sbim.org.br), a vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) está disponível nos postos de saúde (para pessoas de até 39 anos) e nas clínicas privadas. Para crianças, são duas doses, uma aos 12 meses e outra entre 4 e 6 anos. Segundo o Ministério da Saúde, crianças que receberam a vacina tríplice viral entre os seis e 11 meses de vida devem ser revacinadas aos 12 meses de idade. Para adolescentes já vacinados uma vez, uma segunda dose é necessária. Os que nunca tomaram, precisam de duas (com intervalo mínimo de 30 dias entre elas). Para adultos e idosos: uma ou duas doses (com intervalo mínimo de 30 dias) para homens e mulheres até 49 anos, de acordo com histórico, de forma que todos recebam no mínimo duas doses. E dose única para homens e mulheres acima de 49 anos.

Quais são as contra-indicações da vacina contra sarampo?

A vacina geralmente é contra-indicada para crianças menores de seis meses, pessoas com baixa de imunidade e gestantes. Mas a grávida que teve contato com alguém infectado deve consultar seu médico sobre a possibilidade de tomar a vacina. Nesses casos, o risco de sofrer sarampo ou rubéola é maior do que o de tomar a vacina. Vale lembrar que nenhuma vacina tem 100% de eficácia, mas com a tríplice viral se consegue mais de 95% de proteção. Por isso, médicos recomendam segunda dose para segurança. Mas, se a pessoa apresenta febre e não sabe o motivo, deve-se adiar a vacinação com a tríplice.

O que fazer em caso de suspeita de sarampo?

O Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) diz que se deve procurar o serviço de saúde mais próximo e evitar contato com outras pessoas por sete dias, contados a partir do aparecimento das manchas vermelhas na pele, sinal comum ao sarampo e à rubéola.

Quais são os riscos de contaminação pela espécie altamente tóxica da bactéria E. coli?

O epicentro da epidemia é a região de Hamburgo, no norte da Alemanha. Apesar de autoridades alemãs afirmarem que o número de casos está diminuindo, são mais de 3,1 mil cidadãos infectados, de mais de dez países, quase todos relacionados a viagens à região. E a OMS diz que a bactéria pode ser transmitida de uma pessoa a outra pelo contato com as mãos mal lavadas ou material fecal. É muito importante lavar bem as mãos e se certificar-se de que o alimento foi feito de maneira adequada.

Qual é o tratamento contra a bactéria?

A maioria das infecções bacterianas é tratada com antibióticos, porém a OMS e o Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos não recomendam contra a E.coli, porque há risco de a bactéria liberar toxinas mais rapidamente, atacando os rins. Também está contra-indicado o uso de medicamentos antidiarreia, porque podem piorar a situação. O tratamento recomendado restringe-se à hidratação e a medidas de suporte necessárias em hospital, conforme avaliação médica.

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/06/10/tire-suas-duvidas-sobre-vacinas-tratamentos-cuidados-contra-as-doencas-924663085.asp#ixzz1P9gmggVc

Sexta-feira, 10.06.11

CFM

Conselho Nacional de Saúde garante assento em seu plenário para entidades médicas

O Conselho Nacional de Saúde (CNS) confirmou em sua reunião desta quinta-feira (9), em Brasília, que as entidades médicas nacionais voltarão a ter assento naquele fórum de controle social. A decisão pode colocar fim ao período em que os médicos não participaram dos debates sobre políticas públicas voltadas para a assistência da população brasileira. A notícia foi dada por Luís Eugênio Portela e Lígia Bahia, vice-presidentes da Associação Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que participaram da reunião plenária do Conselho Federal de Medicina (CFM).

Para o presidente do CFM, Roberto Luiz d’Avila, o retorno das entidades médicas ao CNS poderá acontecer, efetivamente, em breve. Os convidados informaram aos conselheiros que o CNS acena para o CFM, a Associação Médica Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos (Fenam) com uma vaga de titular e duas de suplentes. “Em princípio, isso nos atende ao permitir que expressemos nossas opiniões e possamos colaborar para a construção de uma saúde melhor”, afirmou d’Avila.

Durante a tarde, os vice-presidentes da Abrasco apresentaram sua preocupação com os rumos do Sistema Único de Saúde (SUS) e anunciaram a intenção de desenvolver ações e projetos em parceria com o CFM. As duas entidades, juntas, pretendem contribuir com a apresentação de soluções para os desafios que se impõem para a assistência no país. O 2º vice-presidente do CFM, Aloísio Tibiriça Miranda, acredita que esse movimento trará ganhos para a sociedade ao enriquecer o debate sobre as políticas em saúde.

Parceria – Na visita ao CFM, os vice-presidentes da Abrasco chamaram a atenção para a encruzilhada na qual o SUS se encontra. “Estamos muito preocupados, pois percebemos que os avanços econômicos anunciados não se traduzem, necessariamente, em extensão de melhorias às políticas de saúde”, afirmou Lígia Bahia.

Na avaliação de Luís Eugênio Portela, a aproximação entre a Abrasco e o CFM permitirá o enriquecimento do debate sobre questões chaves para o SUS. Inclusive, ele ressaltou que se abre uma janela para ampliação do envolvimento dos Conselhos de Medicina no processo que culminará na 14ª Conferência Nacional de Saúde, prevista para dezembro de 2011.

A iniciativa de aproximação repercutiu positivamente no plenário do CFM. O 1º vice-presidente, Carlos Vital, ressaltou os interesses comuns que unem as duas entidades que focam, sobretudo, na melhora do atendimento à população menos favorecida. O 3º vice-presidente, Emmanuel Fortes, lembrou a importância dessa parceria, pois o Conselho “funciona como uma caixa de ressonância da categoria” na qual são evidenciados os problemas que dificultam o exercício da Medicina.

AGENDA


- Negociação dos Serviços de Saúde

Unidas / AssPreviSite

16 e 17 de junho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Preparar profissionais de negociação no mercado de saúde para atuarem com consciência de seu papel e sua importância enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções básicas da negociação em geral e seus conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo de negociação em seus aspectos subjetivos e formais; Apresentar o mercado de saúde, suas características, seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens e dificuldades na negociação multilateral;

Identificar vantagens e dificuldades na negociação com paralisação dos serviços; Esclarecer a participação da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público, PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços de saúde.

Instrutor

Dr. Natanael Dantas Soares

Público Alvo

Gestores de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- Congresso Internacional de Acreditação

Segs

Excelência na qualidade e segurança clínica: impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central do I Congresso Internacional de Acreditação, que acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre a programação, duas conferências, um painel e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para superar problemas de qualidade no atendimento e segurança do paciente; a importância da liderança para melhorar esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na questão do paciente como agente de decisão no seu cuidado; e a acreditação para operadoras de planos de saúde e sua interface com o mercado.

Abrindo o evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin, falará sobre Os Desafios para Qualidade e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard, He also holds a master's degree in public health from the University of California at Los Angeles.e em saúde pública pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin preside o Centro de Transformação em Cuidados de Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais hospitais e sistemas de saúde do país, abordando questões mais críticas de segurança e problemas de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência médica, problemas de comunicação entre equipes e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação, por exemplo.

Presidente International Society for Quality in Health Care (ISQua) e da Canadian Network for International Surgery, Philip Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância estratégica de liderança é fundamental para a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo ele, é inaceitável que em muitos países desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo, reduzir os danos e habilitar as organizações a melhorar a qualidade e segurança.

Polêmica à vista

A mesa redonda Bioética, o Paciente como Agente de Decisão de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância das questões a serem abordadas. Advogados especializados no tema e os presidentes da Associação Médica Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda opinião e o direito na participação do cuidado.

O painel Acreditação para Operadoras de Planos de Saúde, com a participação do presidente da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro: a acreditação para operadoras de planos de saúde. A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos convidados.

Como participar?

O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento, oferecem cinco opções de pacotes para participação no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação, que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o pacote completo.

No Pré-Congresso há três opções de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.

Na programação do Congresso Internacional de Acreditação, que será realizado em três dias, serão três conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações e associações de classe do Brasil e do exterior (a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br). Outras informações pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.

- Auditoria de medicamentos de alto custo

Unidas / AssPrevISite

Quimioterapia, radioterapia e agentes biológicos

01 de Julho de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

O aumento nos custos da sáude está diretamente relacionado à incorporação de novas tecnologias.

O advento dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas, auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.

O bom uso destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente, não só prejudica a saúde dos mesmos como acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.

O desafio da regulação dos agentes quimioterápicos e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.

O objetivo geral deste curso é capacitar o auditor a exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.

Instrutores

1) DR.LUCIANO PALADINI

2) ENFERMEIRA ANNA FLÁVIA FORTES

Público Alvo

Gestores e auditores de sistemas de saúde no Brasil.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- 2º Simpósio de Política e Saúde: Forum Virtual

Com o objetivo de agregar aos debates promovidos pelo processo da 14 ª Conferência Nacional de Saúde, o Centro Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizará de 07 a 09 de julho, o II Simpósio de Política e Saúde, em Brasília, às vésperas do Congresso do CONASEMS. Acreditamos que este evento será um espaço de repercussão das teses construídas no II Simpósio.

Entendemos que os impasses da Saúde no Brasil exigem a retomada das discussões em torno dos rumos da reforma sanitária no contexto do modelo de desenvolvimento delineado nos últimos anos. Nossa ideia é realizar um debate de cunho eminentemente político e, a partir daí, construir teses que contribuam para uma agenda do movimento sanitário. O debate será realizado em duas etapas: a virtual e a presencial, sendo essa última durante o Simpósio.

A primeira fase será por meio deste Fórum Virtual, desenvolvido a partir de teses produzidas por convidados com reconhecido saber na área e com atuação vinculada ao Cebes. Os artigos, porém, não têm a pretensão de esgotar todas as abordagens nos planos da análise e da proposição de políticas. Nossa expectativa é que a ampla participação de nossos militantes e simpatizantes possa favorecer a construção de teses políticas consistentes e representativas do pensamento em prol da reforma sanitária.

Indicamos o tema "Saúde e Desenvolvimento" para orientar todo o debate específico, organizado sob a questão seguinte: "Defesa intransigente do interesse público na saúde". O formato completo é:

Tema central do debate: Saúde e Desenvolvimento

Eixo: Defesa intransigente do interesse público na saúde

1. Sub Eixos:

- Desvendar e enfrentar as relações entre o setor público e o privado na saúde;

- Direito a Saúde, Acesso Universal e de Qualidade;

- Justiça e Direito: Judicialização, ação e papel do judiciário para a garantia do interesse público;

- Que alternativas para a gestão pública de sistemas e serviços de Saúde?

- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
© Copyright 2006, FEHERJ