Leia
nesta edição:
- Declaração da ONU sobre AIDS representa um avanço,
diz Padilha
- Serviços de saúde no Brasil participam de autoavaliação
mundial
- Tire suas
dúvidas sobre vacinas, tratamentos e cuidados
contra as doenças
- Conselho
Nacional de Saúde garante assento em seu plenário
para entidades médicas
Segunda-feira, 13.06.11
Blog
Saúde
com Dilma
Declaração da ONU sobre AIDS representa um avanço,
diz Padilha
Ministro
aponta acesso a medicamentos de baixo custo como um dos principais
elementos
da declaração
por Equipe do Blog
Em entrevista,
ministro da saúde avaliou a declaração
final da conferência da ONU sobre AIDS.
do Correio Braziliense
Quais
são os principais avanços
no documento aprovado ontem?
A declaração representa um avanço, por
reconhecer o direito de todas as nações do mundo
a medicamentos de baixo custo. Já havia acordos nesse
sentido no âmbito da OMC (Organização Mundial
do Comércio), mas agora temos isso sacramentado em um
documento da ONU. Outra questão que representou uma grande
vitória foi a definição do tratamento como
a melhor forma de prevenção. Não que isso
elimine completamente a prevenção tradicional,
mas abre uma nova forma de combate à doença, que
já vem sendo posta em prática no Brasil há mais
de 15 anos. Por fim, temos a questão da menção
explícita aos grupos mais sensíveis. A partir do
momento em que, pela primeira vez, populações como
homossexuais, trabalhadores do sexo e usuários de drogas
injetáveis são explicitados como mais vulneráveis,
os países estão assumindo o compromisso de elaborar
políticas para esses grupos e de deixar de ignorar a situação.
A
declaração propõe metas ambiciosas, como
a eliminação total da transmissão vertical
até 2015. Esses objetivos são possíveis
de serem atingidos pelo Brasil?
Nós defendemos que haja metas ambiciosas. O Brasil mostrou,
nos últimos anos, com a ampliação do acesso
ao pré-natal e a diminuição drástica
da transmissão do HIV de mãe para filho, que é possível
zerar esse tipo de transmissão. Desde que haja uma política
séria nessa área, as metas são possíveis.
No caso da transmissão para usuários de droga,
essa não é uma questão complicada no Brasil,
já que menos de 5% das transmissões nacionais são
por essa via. Com certeza, ainda há desafios, como universalizar
o atendimento médico para as gestantes, especialmente
no interior do Brasil, mas nós temos estrutura e capacidade
técnica para isso.
E
do ponto de vista do financiamento? No ano passado, houve
uma queda
nos repasses
internacionais para os fundos globais
de combate à doença e o relatório prevê queos
repasses mais do que dobrem. Esse dinheiro estará disponível?
Essa, para
mim, é talvez a questão mais crítica.
O Brasil deve ampliar a sua participação, mas isso
não é suficiente. Acabamos de aprovar no Congresso
Nacional uma lei que amplia a participação nacional
no Fundo Global Anti-Aids. Por ela, nós vamos destinar,
para cada passageiro internacional que viaje ao Brasil, US$ 2
para esses fundos. Com isso, devemos chegar a cerca de US$ 15
milhões em contribuição, isso tomando os
padrões atuais, sem contar o aumento dos passageiros em
função da Copa de 2014 e das Olimpíadas
de 2016. O Brasil está disposto a aumentar sua contribuição,
mas nós estamos declarando abertamente que essa entrada
não pode significar substituição de recursos.
Os países ricos precisam continuar contribuindo e precisam
aumentar suas cotas. Precisamos de mais ação no
financiamento do combate à Aids, e essa é provavelmente
a questão mais complicada atualmente
CFM
Serviços de saúde no Brasil participam de autoavaliação
mundial
Os profissionais
encarregados de programas de higiene das mãos
e do controle de infecção de hospitais e outras
instituições de assistência à saúde
têm até quarta-feira (15) para responder a um questionário
da Agência Nacional de Vigilância sanitária
(Anvisa) sobre as práticas de higienização
nos estabelecimentos. A pesquisa foi lançada pela Agência
em 5 de maio, Dia Mundial de Higienização das Mãos,
para mapear a situação da rede hospitalar brasileira
com relação à prática de lavar as
mãos. O objetivo é que os profissionais da saúde
façam uma autoavaliação sobre suas rotinas
no ambiente de trabalho.
Com o instrumento
de análise, a expectativa da Anvisa é também
contribuir para que instituições de assistência à saúde
possam desenvolver um plano de ação para o programa
de higiene das mãos. “Essa é a medida mais
eficaz e barata para prevenção de qualquer contaminação”,
disse Magda Costa, chefe substituta de Controle de Infecções
da Anvisa.
O infectologista
e conselheiro federal suplente pelo estado de Roraima, Mauro
Asato, também explica que “as
mãos são a principal via de transmissão
de micro-organismos. Assim, a segurança dos pacientes
depende de uma higienização cuidadosa e frequente
dos profissionais da saúde. “A maioria dos atendimentos
médicos são feitos pelo toque. Então, ao
examinar, é importante lavar as mãos”, completa
o conselheiro.
O formulário da autoavaliação questiona
informações como a disponibilidade de preparação
alcoólica para higiene das mãos na instituição,
o fornecimento contínuo de água corrente limpa,
sabonete, papel toalha e se é realizado treinamento em
higiene das mãos para os profissionais, baseado na Estratégia
Multimodal da Organização Mundial da Saúde
OMS para Melhoria de Higiene das Mãos.
O questionário Autoavaliação da Higienização
das Mãos está disponível no site da Anvisa
e poderá ser respondido por meio eletrônico neste
link.
Domingo, 12.06.11
O Globo
Tire
suas dúvidas sobre vacinas, tratamentos e cuidados
contra as doenças
Por
Antônio
Marinho
RIO - Para
as pessoas que pretendem embarcar para o exterior ou já estão na Europa, há uma série
de cuidados que podem ser tomados para reduzir os riscos de adoecer.
Se
já tive sarampo ou não me lembro de ter sido
infectado, posso tomar a vacina tríplice viral?
Sim, pode.
Segundo a Associação Brasileira de
Imunizações (www.sbim.org.br), a vacina tríplice
viral (contra sarampo, caxumba e rubéola) está disponível
nos postos de saúde (para pessoas de até 39 anos)
e nas clínicas privadas. Para crianças, são
duas doses, uma aos 12 meses e outra entre 4 e 6 anos. Segundo
o Ministério da Saúde, crianças que receberam
a vacina tríplice viral entre os seis e 11 meses de vida
devem ser revacinadas aos 12 meses de idade. Para adolescentes
já vacinados uma vez, uma segunda dose é necessária.
Os que nunca tomaram, precisam de duas (com intervalo mínimo
de 30 dias entre elas). Para adultos e idosos: uma ou duas doses
(com intervalo mínimo de 30 dias) para homens e mulheres
até 49 anos, de acordo com histórico, de forma
que todos recebam no mínimo duas doses. E dose única
para homens e mulheres acima de 49 anos.
Quais
são as contra-indicações
da vacina contra sarampo?
A vacina
geralmente é contra-indicada para crianças
menores de seis meses, pessoas com baixa de imunidade e gestantes.
Mas a grávida que teve contato com alguém infectado
deve consultar seu médico sobre a possibilidade de tomar
a vacina. Nesses casos, o risco de sofrer sarampo ou rubéola é maior
do que o de tomar a vacina. Vale lembrar que nenhuma vacina tem
100% de eficácia, mas com a tríplice viral se consegue
mais de 95% de proteção. Por isso, médicos
recomendam segunda dose para segurança. Mas, se a pessoa
apresenta febre e não sabe o motivo, deve-se adiar a vacinação
com a tríplice.
O que fazer em caso de suspeita de sarampo?
O Ministério da Saúde (www.saude.gov.br) diz que
se deve procurar o serviço de saúde mais próximo
e evitar contato com outras pessoas por sete dias, contados a
partir do aparecimento das manchas vermelhas na pele, sinal comum
ao sarampo e à rubéola.
Quais
são os riscos de contaminação pela
espécie altamente tóxica da bactéria E.
coli?
O epicentro
da epidemia é a região de Hamburgo,
no norte da Alemanha. Apesar de autoridades alemãs afirmarem
que o número de casos está diminuindo, são
mais de 3,1 mil cidadãos infectados, de mais de dez países,
quase todos relacionados a viagens à região. E
a OMS diz que a bactéria pode ser transmitida de uma pessoa
a outra pelo contato com as mãos mal lavadas ou material
fecal. É muito importante lavar bem as mãos e se
certificar-se de que o alimento foi feito de maneira adequada.
Qual é o tratamento contra a bactéria?
A maioria
das infecções bacterianas é tratada
com antibióticos, porém a OMS e o Centro de Controle
e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos
não recomendam contra a E.coli, porque há risco
de a bactéria liberar toxinas mais rapidamente, atacando
os rins. Também está contra-indicado o uso de medicamentos
antidiarreia, porque podem piorar a situação. O
tratamento recomendado restringe-se à hidratação
e a medidas de suporte necessárias em hospital, conforme
avaliação médica.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/06/10/tire-suas-duvidas-sobre-vacinas-tratamentos-cuidados-contra-as-doencas-924663085.asp#ixzz1P9gmggVc
Sexta-feira, 10.06.11
CFM
Conselho
Nacional de Saúde garante assento em seu plenário
para entidades médicas
O Conselho
Nacional de Saúde (CNS) confirmou em sua reunião
desta quinta-feira (9), em Brasília, que as entidades
médicas nacionais voltarão a ter assento naquele
fórum de controle social. A decisão pode colocar
fim ao período em que os médicos não participaram
dos debates sobre políticas públicas voltadas para
a assistência da população brasileira. A
notícia foi dada por Luís Eugênio Portela
e Lígia Bahia, vice-presidentes da Associação
Brasileira de Saúde Coletiva (Abrasco), que participaram
da reunião plenária do Conselho Federal de Medicina
(CFM).
Para o presidente
do CFM, Roberto Luiz d’Avila, o retorno
das entidades médicas ao CNS poderá acontecer,
efetivamente, em breve. Os convidados informaram aos conselheiros
que o CNS acena para o CFM, a Associação Médica
Brasileira (AMB) e a Federação Nacional dos Médicos
(Fenam) com uma vaga de titular e duas de suplentes. “Em
princípio, isso nos atende ao permitir que expressemos
nossas opiniões e possamos colaborar para a construção
de uma saúde melhor”, afirmou d’Avila.
Durante a
tarde, os vice-presidentes da Abrasco apresentaram sua preocupação com os rumos do Sistema Único
de Saúde (SUS) e anunciaram a intenção de
desenvolver ações e projetos em parceria com o
CFM. As duas entidades, juntas, pretendem contribuir com a apresentação
de soluções para os desafios que se impõem
para a assistência no país. O 2º vice-presidente
do CFM, Aloísio Tibiriça Miranda, acredita que
esse movimento trará ganhos para a sociedade ao enriquecer
o debate sobre as políticas em saúde.
Parceria – Na visita ao CFM, os vice-presidentes da Abrasco
chamaram a atenção para a encruzilhada na qual
o SUS se encontra. “Estamos muito preocupados, pois percebemos
que os avanços econômicos anunciados não
se traduzem, necessariamente, em extensão de melhorias às
políticas de saúde”, afirmou Lígia
Bahia.
Na avaliação de Luís Eugênio Portela,
a aproximação entre a Abrasco e o CFM permitirá o
enriquecimento do debate sobre questões chaves para o
SUS. Inclusive, ele ressaltou que se abre uma janela para ampliação
do envolvimento dos Conselhos de Medicina no processo que culminará na
14ª Conferência Nacional de Saúde, prevista
para dezembro de 2011.
A iniciativa
de aproximação repercutiu positivamente
no plenário do CFM. O 1º vice-presidente, Carlos
Vital, ressaltou os interesses comuns que unem as duas entidades
que focam, sobretudo, na melhora do atendimento à população
menos favorecida. O 3º vice-presidente, Emmanuel Fortes,
lembrou a importância dessa parceria, pois o Conselho “funciona
como uma caixa de ressonância da categoria” na qual
são evidenciados os problemas que dificultam o exercício
da Medicina.
AGENDA
- Negociação dos Serviços de
Saúde
Unidas /
AssPreviSite
16 e 17 de
junho de 2011
SEDE UNIDAS
NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100
- São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado de saúde
para atuarem com consciência de seu papel e sua importância
enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções
básicas da negociação em geral e seus
conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo
de negociação em seus aspectos subjetivos e formais;
Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação com paralisação
dos serviços; Esclarecer a participação
da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público,
PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços
de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael
Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais
de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.
Informações
Tel. (11)
3289-0855
Fax (11)
3289-0322
com Fernanda
Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- Congresso Internacional de Acreditação
Segs
Excelência na qualidade e segurança clínica:
impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central
do I Congresso Internacional de Acreditação, que
acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre
a programação, duas conferências, um painel
e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância
do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para
superar problemas de qualidade no atendimento e segurança
do paciente; a importância da liderança para melhorar
esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na
questão do paciente como agente de decisão no seu
cuidado; e a acreditação para operadoras de planos
de saúde e sua interface com o mercado.
Abrindo o
evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin,
falará sobre Os Desafios para Qualidade
e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas
públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard,
He also holds a master's degree in public health from the University
of California at Los Angeles.e em saúde pública
pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin
preside o Centro de Transformação em Cuidados de
Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais
hospitais e sistemas de saúde do país, abordando
questões mais críticas de segurança e problemas
de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência
médica, problemas de comunicação entre equipes
e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação,
por exemplo.
Presidente
International Society for Quality in Health Care (ISQua) e
da Canadian Network
for International Surgery, Philip
Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção
da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando
ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância
estratégica de liderança é fundamental para
a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo
ele, é inaceitável que em muitos países
desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda
sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de
qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação
pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo,
reduzir os danos e habilitar as organizações a
melhorar a qualidade e segurança.
Polêmica à vista
A mesa redonda
Bioética, o Paciente como Agente de Decisão
de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância
das questões a serem abordadas. Advogados especializados
no tema e os presidentes da Associação Médica
Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão
sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda
opinião e o direito na participação do cuidado.
O painel
Acreditação para Operadoras de Planos
de Saúde, com a participação do presidente
da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor
da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César
de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões
sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro:
a acreditação para operadoras de planos de saúde.
A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante
de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos
convidados.
Como participar?
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA)
e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento,
oferecem cinco opções de pacotes para participação
no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação,
que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços
variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação
apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o
pacote completo.
No Pré-Congresso há três opções
de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas
da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação
para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução
a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.
Na programação do Congresso Internacional de Acreditação,
que será realizado em três dias, serão três
conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro
paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações
e associações de classe do Brasil e do exterior
(a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br).
Outras informações pelo telefone (21)3299-8202
ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.
- Auditoria de medicamentos de alto custo
Unidas / AssPrevISite
Quimioterapia,
radioterapia e agentes biológicos
01 de Julho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
O aumento
nos custos da sáude está diretamente
relacionado à incorporação de novas tecnologias.
O advento
dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer
e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas,
auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços
para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.
O bom uso
destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis
para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente,
não só prejudica a saúde dos mesmos como
acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.
O desafio
da regulação dos agentes quimioterápicos
e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.
O objetivo
geral deste curso é capacitar o auditor a
exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes
quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima
qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.
Instrutores
1) DR.LUCIANO PALADINI
2) ENFERMEIRA
ANNA FLÁVIA FORTES
Público
Alvo
Gestores
e auditores de sistemas de saúde no Brasil.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 2º Simpósio de Política e Saúde:
Forum Virtual
Com o objetivo
de agregar aos debates promovidos pelo processo da 14 ª Conferência Nacional de Saúde, o Centro
Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizará de
07 a 09 de julho, o II Simpósio de Política e Saúde,
em Brasília, às vésperas do Congresso do
CONASEMS. Acreditamos que este evento será um espaço
de repercussão das teses construídas no II Simpósio.
Entendemos
que os impasses da Saúde no Brasil exigem
a retomada das discussões em torno dos rumos da reforma
sanitária no contexto do modelo de desenvolvimento delineado
nos últimos anos. Nossa ideia é realizar um debate
de cunho eminentemente político e, a partir daí,
construir teses que contribuam para uma agenda do movimento sanitário.
O debate será realizado em duas etapas: a virtual e a
presencial, sendo essa última durante o Simpósio.
A primeira
fase será por meio deste Fórum Virtual,
desenvolvido a partir de teses produzidas por convidados com
reconhecido saber na área e com atuação
vinculada ao Cebes. Os artigos, porém, não têm
a pretensão de esgotar todas as abordagens nos planos
da análise e da proposição de políticas.
Nossa expectativa é que a ampla participação
de nossos militantes e simpatizantes possa favorecer a construção
de teses políticas consistentes e representativas do pensamento
em prol da reforma sanitária.
Indicamos
o tema "Saúde e Desenvolvimento" para
orientar todo o debate específico, organizado sob a questão
seguinte: "Defesa intransigente do interesse público
na saúde". O formato completo é:
Tema central
do debate: Saúde e Desenvolvimento
Eixo: Defesa
intransigente do interesse público na saúde
1. Sub Eixos:
- Desvendar
e enfrentar as relações entre o setor
público e o privado na saúde;
- Direito
a Saúde,
Acesso Universal e de Qualidade;
- Justiça e Direito: Judicialização, ação
e papel do judiciário para a garantia do interesse público;
- Que alternativas
para a gestão pública de sistemas
e serviços de Saúde?
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm