Leia
nesta edição:
- Anvisa
encerra debates e deve decidir pela proibição
de emagrecedores
- Descaso se tornou rotina
- Planos
de saúde
podem ser autorizados a contratar resseguro
- Governos
e organizações anunciam doação
de US$ 4 bilhões a fundo mundial de vacinas
- Faixa etária para doação de sangue é ampliada
- Presidente anuncia acordo para votar Emenda 29, sem nova CPMF
- Prenúncio de duas derrotas (uma delas é a
EC 29)
Quarta-feira, 15.06.11
O
Estado de São
Paulo
Anvisa
encerra debates e deve decidir pela proibição
de emagrecedores
Em documento
que servirá de base para a votação
do tema na agência, equipe técnica mantém
recomendação de cancelar o registro de inibidores
de apetite; segundo o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano, relatório
será votado até o início de agosto
Por Fernanda
Bassette / Lígia Formenti
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) encerrou ontem os debates em torno da discussão
sobre proibir ou não os remédios para emagrecer
no País. Apesar de ainda não haver um posicionamento
definitivo, tudo indica que a agência vai mesmo retirar
os remédios do mercado.
Isso porque
a equipe técnica da Anvisa manteve a recomendação
para o cancelamento do registro dos inibidores de apetite. O
documento servirá de base para que a diretoria colegiada
da agência defina os rumos do uso desses remédios.
O presidente da agência, Dirceu Barbano, afirmou que o
relatório final deverá ser votado até o
início de agosto.
A intenção de banir as drogas foi anunciada pela
Anvisa em fevereiro e adiantada pelo Estado. Os remédios
em discussão são: sibutramina, femproporex, mazindol
e dietilpropiona.
Favorável à proibição, Barbano tem
dito que reverteria sua posição apenas se houvesse
algum fato novo relevante durante o painel científico
internacional, realizado ontem com especialistas de várias áreas.
"Todas as exposições a que assistimos reforçam
os argumentos usados no nosso primeiro parecer", afirmou
a chefe do Núcleo de Notificação da Anvisa,
Maria Eugênia Cury. Em linhas gerais, esse primeiro documento
aponta que os riscos desses remédios são maiores
que os benefícios da perda de peso.
Entre os
palestrantes convidados estava o cardiologista dinamarquês
Christian Torp-Pedersen, um dos coordenadores do estudo Scout
- que avaliou os riscos da sibutramina em pacientes com problemas
cardíacos. Os resultados desse estudo foram o gatilho
para a Anvisa iniciar a discussão sobre a proibição.
Torp-Pedersen
reconhece que a sibutramina aumenta em 16% os riscos de problemas
cardíacos em pacientes com fatores
de risco, mas sustenta que a droga pode trazer benefícios,
principalmente para os pacientes obesos sem risco associado.
"O problema é que o remédio é usado
justamente por pessoas que têm risco mais elevado. Pessoas
obesas e com sobrepeso têm maior probabilidade de apresentar
distúrbios cardíacos", ponderou Maria Eugênia.
Segundo Barbano,
o Brasil é o maior consumidor de sibutramina
no mundo. "Em 2010, foram consumidas 5,6 toneladas do medicamento
no mundo. Desse total, 55% foi vendido no País",
diz.
Ainda segundo
Barbano, outro fato demonstra que há uma
indicação excessiva de remédios para emagrecer
no Brasil: "Em 2009, os Estados Unidos consumiram 5 quilos
e o Brasil, 170 quilos. Há algo errado", completou.
Mais pesquisas.
Os partidários à manutenção
dos remédios no mercado defendem a realização
de uma pesquisa em grande escala no País, financiada pelo
Ministério da Saúde, para comprovar a eficácia
e a segurança de três das quatro drogas: anfepramona,
femproporex e mazindol.
"O governo tem recursos para isso. Os obesos precisam de
respostas, de indicações terapêuticas",
defendeu Walmir Coutinho, presidente da Associação
Internacional de Estudo de Obesidade. Para o pesquisador Francisco
Paumgarttem, da Câmara Técnica de Medicamentos (Cateme),
a discussão no País sobre o uso de remédios
sofreu uma inversão: "Ninguém está demonstrando
evidências de segurança ou eficácia, mas
argumentando que, como há poucos estudos, devemos presumir
que o produto não faz mal até que novos trabalhos
sejam realizados."
Desiré Carlos Callegari, conselheiro do Conselho Federal
de Medicina (CFM), defendeu a manutenção desses
remédios com mais rigor na prescrição: "Defendemos
o direito de o paciente poder decidir e de os médicos
terem autonomia para discutir o que é melhor para o paciente."
Ricardo Meirelles,
ex-presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
(Sbem), admitiu seu pessimismo em
relação à mudança no quadro. "Acho
que a Anvisa está inflexível e já possui
uma opinião formada. Fica difícil argumentar. Caso
ocorra a proibição, não descartamos uma
medida judicial", diz.
Com
veto, apenas um remédio será vendido
Se a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) decidir realmente proibir a venda da sibutramina e dos
derivados de anfetamina, a única droga contra a obesidade
que continuará liberada será o orlistate (princípio
ativo do Xenical), que atua no intestino e não no cérebro.
Endocrinologistas
afirmam que, com o veto, sobrarão poucas
alternativas para tratar a obesidade, já que não
há perspectivas de lançamento de novos remédios
nessa área nos próximos três ou quatro anos.
Para especialistas,
com a retirada desses emagrecedores do mercado, o tratamento
ficará mais caro. Remédios à base
de orlistate custam hoje, em média, de R$ 180 a R$ 250
por mês, contra R$ 30 da sibutramina. Além disso,
afirmam, os pacientes acabarão procurando remédios
fitoterápicos e terapias alternativas, que, muitas vezes,
não têm comprovação científica.
Outros métodos. No Brasil, pessoas com Índice
de Massa Corpórea (IMC) acima de 40 - ou de 35, se houver
complicações como diabete, hipertensão ou
doença cardiovascular - podem se submeter à cirurgia
bariátrica, que promove a redução do estômago.
Mesmo com medicamentos disponíveis, o número de
procedimentos subiu 500% na última década, de acordo
com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.
Passou de 5 mil, em 1999, para 30 mil, em 2009.
Para quem
luta contra a obesidade, restará a tradicional
receita de dieta associada a exercícios físicos
- opção normalmente tentada inúmeras vezes
por pacientes que precisam perder peso.
Topo do ranking.
Em 2006, a Organização das Nações
Unidas indicou o Brasil como o maior consumidor do mundo de anfetaminas
com fins emagrecedores. Em 2010, relatório da Anvisa colocou
o Estado de São Paulo como o principal consumidor do País
de anfepramona, um derivado da anfetamina.
Opção terapêutica
Pedro
Menegasso, Diretor do Conselho Regional de Farmácia,
Regional SP
"O debate está ficando repetitivo. As posições
são conhecidas. Parece que há uma perseguição
aos emagrecedores e posições extremamente radicais
e políticas. Para nós, a decisão sobre o
uso ou não do remédio deveria ser do médico."
Desiré Callegari,
Conselheiro do CFM
"O CFM quer ser parceiro da Anvisa para educar o médico
e a população. Mas se os remédios saírem
do mercado e não restarem opções terapêuticas,
vamos à Justiça. O paciente obeso não pode
ficar totalmente desassistido."
Correio Braziliense
Descaso se tornou rotina
Conveniados
relatam as dificuldades que enfrentam quando precisam passar
por procedimentos
médicos, mesmo os mais simples
Por Jorge Freitas
A viúva Aldenora da Silva Damasceno, 85 anos, não
esconde a indignação. Apesar de, religiosamente,
descontar em seu contracheque mensal o plano de saúde
garantido pela Marinha Naval, foi obrigada a desembolsar cerca
de R$ 3 mil por uma cirurgia de catarata. O gasto, que comprometeu
o orçamento doméstico da aposentada, conforme relatou
a sua sobrinha Rosângela Araújo da Silva, 53, foi
necessário porque o convênio não aprovou
o procedimento a tempo. “Foi um absurdo. Quando saiu a
autorização do plano, eu já tinha realizado
a cirurgia com meu próprio dinheiro”, contou Aldenora.
Mãe do menino Davi, de dois anos, Talita Silva Naves,
23, também se mostra revoltada. Apesar de manter em dia
a mensalidade de R$ 230 do plano Golden Cross, teve que desembolsar
R$ 60 a mais por um atendimento de emergência do Hospital
Daher. “Felizmente, não foi nada grave. Apenas um
torcicolo do meu marido. Mas fico imaginando o quanto teria pago
se o caso fosse mais grave. Certamente, não teria como
arcar com a despesa”, afirmou. “Já temos gastos
demais com o plano e esperamos ser atendidos quando for preciso.
Não podemos pagar valores adicionais”, acrescentou.
As duas histórias ilustram o quadro perverso ao qual
a população brasileira foi submetida pelas operadoras
de planos de saúde. Dados da Agência Nacional de
Saúde Suplementar (ANS) mostram que o índice que
mede as reclamações dos conveniados duplicou entre
dezembro de 2010 e abril deste ano: de 0,29 para 0,62 ponto.
Somente nos dois primeiros meses do ano, o órgão
regulador registrou 28.318 queixas e consultas. Mas, apesar de
tanta insatisfação, nada indica que a situação
vá melhorar, um suplício para os que já não
podem contar com o atendimento da rede pública de saúde.
O descaso
está disseminado: são muitos os casos
em que os planos negam cobertura de cirurgias, frequentes as
descobertas de cláusulas contratuais abusivas e constantes
os aumentos injustificados das mensalidades. Mas não é só.
Marcar uma simples consulta pelo plano pode levar até dois
meses. Se o atendimento exigir procedimentos mais sérios,
a demora para a autorização pode chegar a um ano.
Não à toa, nesses casos, várias pessoas
morrem antes de o sinal verde dos planos chegar.
Confiança
A professora
Cleonice Veiga Rodrigues, 57 anos, que o diga. Associada à Caixa de Assistência dos Funcionários
do Banco do Brasil (Cassi), ela tem tido dificuldades para garantir
a cobertura de consultas com os médicos de sua confiança.
Alguns deles, por sinal, deixaram de aceitar a Cassi por causa
dos baixos valores pagos pelos seus serviços. “Está tudo
muito ruim. Dependendo dos procedimentos, o convênio exige
laudos médicos cada vez mais complicados.
Entre um
exame e outro, pedem justificativas inacreditáveis”,
relatou. O resultado disso, segundo ela, é só dor
de cabeça. “O desgaste é tão grande
que as pessoas ficam ainda mais doentes. A sensação
de desproteção é enorme”, assinalou.
O clínico geral João Batista de Araújo
não atende plano da Cassi desde 2005. Para ele, o melhor é lidar
com clientes particulares, pois não há intermediários
na relação.
“Hoje, trabalho com mais qualidade, dou mais atenção
aos pacientes e não fico à mercê dos planos
que pagam valores muito baixos pelas consultas”, argumentou.
O oftalmologista José Altino Souza Martins reconhece as
dificuldades de relacionamentos com as seguradoras e operadoras
de planos.
Mas ele admite
que aceita convênios porque arca com o
aluguel de sala em que atende e precisa investir em equipamentos. “Trabalho
oito horas por dia e 90% dos que passam pelo meu consultório
são atendidos por meio de planos. É uma forma de
sobreviver, de ter escala, de ter o consultório cheio”,
disse.
Multa pesada
Especialistas
recomendam que os consumidores não se intimidem
e denunciem as irregularidades cometidas pelos planos.
A orientação é recorrer à ANS, aos
Procons e à Justiça. O diretor do Procon-DF, Oswaldo
Morais, afirmou que as multas aplicadas às empresas podem
chegar a R$ 3 milhões, dependendo da gravidade. Mas, na
visão do advogado João Tancredo, o Judiciário
deveria ser mais rigoroso nas punições, de forma
a garantir o bom atendimento.
Aos 78 anos
de idade, Maria Rosa Veiga se cansou dos planos e do péssimo atendimento do Sistema Único de Saúde
(SUS). Mas, para bancar todos os exames pelos quais vem passando
está queimando patrimônio — mais precisamente,
algumas cabeças de gado que acumulou em anos de trabalho.
Ela já gastou R$ 4 mil em testes de risco cirúrgico
e terá de pagar as despesas de uma cirurgia de carótidas. “Como
não tenho plano de saúde e o sistema público
tem filas intermináveis, o médico recomendou pressa
na operação. Ainda bem que trabalhei duro muitos
anos e, agora, posso pagar para tratar de minha saúde.
De graça, em hospital público, a gente morre à míngua”,
resignou-se.
Terça-feira,
14.06.11
Agência
Senado
Planos
de saúde
podem ser autorizados a contratar resseguro
Por Gorette
Brandão
Empresas
operadoras de planos privados de assistência à saúde
podem ser equiparadas a 'cedente' de resseguro e usar essa classificação
para contar com a possibilidade de contratar esse tipo de operação.
Resseguro é o instrumento que permite a uma companhia
seguradora transferir a outra, total ou parcialmente, um risco
assumido em decorrência da venda de um seguro.
O projeto
(PLS 259/10) é de iniciativa do senador Demóstenes
Torres (DEM-GO) e foi acolhido na forma do Substitutivo Substitutivo é quando
o relator de determinada proposta introduz mudanças a
ponto de alterá-la integralmente, o Regimento Interno
do Senado chama este novo texto de "substitutivo".
Quando é aprovado, o substitutivo precisa passar por "turno
suplementar", isto é, uma nova votação.
proposto pelo relator, senador Armando Monteiro (PTB-PE). O texto
passará agora por segunda votação na CAE
antes de seguir ao Plenário, para decisão final.
Se passar, será ainda encaminhado para deliberação
na Câmara dos Deputados.
As operadoras
de seguros de saúde não podem contar
como o mecanismo do resseguro porque não foram incluídas
na legislação que trata do tema, a Lei Complementar
126, de 2007, que acabou como o monopólio estatal desse
tipo de operação no país. Na justificação
do seu projeto, Demóstenes disse que sua intenção
ao propor a alteração nessa lei foi garantir a
isonomia entre os planos e seguros de saúde e as companhias
de seguro em geral.
O autor destaca
estudo da Fundação Instituto de
Pesquisas Contábeis, Atuariais e Financeiras (Fipecafi),
ligada à Universidade de São Paulo (USP), para
sustentar que os planos e seguros de saúde seguem os mesmo
princípios dos demais seguros no que se refere a "aspectos,
econômico-financeiros e atuariais". Como assinalou,
os seguros de saúde operam no regime de "riscos a
decorrer", sem limites máximos de responsabilidade
financeira no caso de sinistros e ainda não podem atuar
com resseguro.
O relator
Armando Monteiro destacou ainda a determinação
legal (Lei 9.656, de 1998, com atualizações por
medidas provisórias) para que as seguradoras que operam
com saúde sejam organizadas como empresas específicas
e desvinculadas de qualquer outro tipo de atividade. Pela lei,
o setor é regulado e fiscalizado pela Agência Nacional
de Saúde (ANS), enquanto as seguradoras dos demais ramos
ficaram sob o controle da Superintendência de Seguros Privados
(Susep).
De acordo
com Armando Monteiro, essa divisão permite
o entendimento de que, para planos e seguros de saúde,
o resseguro teria que ser feito necessariamente por intermédio
de uma seguradora de saúde. Na prática, observou,
isso impede as operadoras de planos de saúde, especialmente
as que atuam como grupo ou autogestão, de contratarem
o resseguro.
- O projeto
visa dar segurança jurídica a esse
importante segmento do setor de serviços, fortalecendo
e aprimorando tanto o mercado de saúde suplementar como
o de resseguro - avaliou o relator.
Emendas
No substitutivo,
Armando Monteiro aproveitou emendas sugeridas pelo senador
Lindbergh
Farias (PT-RJ). Uma emenda incluiu as
entidades de previdência complementar entre as são
equiparadas a cedentes. Outras duas foram feitas para preservar
competências da ANS: uma delas para deixar claro que a
Susep só deve regular aspectos relativos aos contratos
de resseguro e a segunda para autorizar o Executivo a determinar
que a transferência de riscos possa ser feito sem a regulação
da própria Susep, desde que as operações
envolvam apenas operadoras de planos privados de saúde.
O Globo
Governos
e organizações anunciam doação
de US$ 4 bilhões a fundo mundial de vacinas
LONDRES -
Governos e organizações civis se comprometeram
em conferência realizada em Londres, na última segunda-feira,
a doar mais de US$ 4 bilhões a um fundo mundial de vacinas
criado para proteger milhões de crianças de países
em desenvolvimento contra doenças como o sarampo, a pneumonia
e febre amarela.
Durante o
evento, o primeiro-ministro britânico, David
Cameron, anunciou que seu país doará 814 milhões
de libras (US$ 1,3 milhão) até 2015. A Austrália
anunciou no último domingo que daria US$ 211 milhões à Aliança
Mundial para Vacinas e Imunização (Gavi, na sigla
em inglês), enquanto a Fundação Bill & Melinda
Gates declarou que doará mais de US$ 1 bilhão à causa.
A Gavi é uma aliança de organizações,
como a Fundação Gates, a Organização
Mundial da Saúde, a Unicef e os principais fabricantes
de vacina, entre outras. O grupo, que compra injeções
para os países mais pobres do mundo, estima que cerca
de dois milhões de crianças morrem todos os anos
por doenças que poderiam ser evitadas com vacinação.
- Hoje é um momento importante para nosso compromisso
coletivo de proteger as crianças das doenças nos
países em desenvolvimento - disse em comunicado a presidente
da Libéria, Ellen Johnson Sirleaf.
Daniel Berman,
especialista em vacinas da organização
Médicos Sem Fronteiras, comemorou o fato de tanto dinheiro
ter sido comprometido e que isso signifique salvar muitas vidas.
Por outro lado, Berman demonstrou preocupação sobre
a aplicação adequada dos milhões de dólares
doados pelos contribuintes.
Os executivos
das principais companhias fabricantes de vacinas também têm representação nos conselhos
consultivos da Gavi e influenciam em suas políticas de
compra. As farmacêuticas GlaxoSmithKline e Pfizer Inc.
recebem cada uma um subsídio de US$ 225 milhões
para produzir vacinas contra a pneumonia que são compradas
pela Gavi por cerca de US$ 3,5 a dose.
Com as subvenções, busca-se convencer os fabricantes
de vacinas a produzirem as inoculações, embora
geralmente elas não sejam rentáveis. No entanto,
a Pfizer informou que teve vendas de vacinas de quase US$ 3 bilhões
em 2008.
- Por que
estamos enchendo os bolsos das grandes farmacêuticas
como esta? Isso nos diz em alto e bom som que há um conflito
de interesse e que se trata de um plano corporativo de bem-estar
social - afirmou Berman.
Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/vivermelhor/mat/2011/06/14/governos-organizacoes-anunciam-doacao-de-us-4-bilhoes-fundo-mundial-de-vacinas-924679995.asp#ixzz1PLSrriBm
O
Estado de São
Paulo
Faixa
etária para doação de sangue é ampliada
Pessoas
com idades entre 16 e 17 anos e entre 66 e 68 anos foram
incluídas
no grupo que pode doar sangue
Por Carolina Spillari
São Paulo, 14 - Jovens entre 16 e 17 anos poderão
doar sangue com a autorização dos responsáveis,
de acordo com portaria publicada nesta terça-feira, 14,
no Diário Oficial da União. Pessoas com até 68
anos também poderão doar sangue.
Com a portaria
foi lançado o novo regulamento técnico
de procedimentos hemoterápicos, com novos critérios
para doação de sangue no Brasil. Até então
só podiam doar sangue pessoas entre 18 e 65 anos. Com
a ampliação da faixa de idade, 14 milhões
serão incentivados a doar sangue.
De acordo
com a Portaria 1.353, a orientação sexual
não deve servir como critério para a seleção
dos doadores. Portanto, na triagem não poderá haver
preconceito nem discriminação de gênero,
raça, ou de que qualquer outro tipo.
Com a Portaria
1.353, novas medidas de humanização
dos serviços de hemoterapia também foram estabelecidas,
com a capacitação dos profissionais da Hemorrede.
Campanha
No Dia Mundial
do Doador de Sangue, comemorado nesta terça-feira,
14, o Ministério da Saúde lança a campanha "Essa
corrente precisa de você. Doe Sangue". O objetivo
da campanha é chegar a 4 milhões de voluntários,
ou 2,1% da população. Hoje esse número chega
a 1,9% da população.
Em visita
a Fundação Hemocentro de Brasília
na manhã desta terça-feira, o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, anunciou o Teste NAT (Teste de Ácido
Nucleico) para todos os hemocentros do país.
O teste reduz
a janela imunológica - o tempo entre a
infecção e a detecção da produção
de anticorpos pelo corpo. Com o NAT, o sangue usado se torna
mais confiável. Em casos de pacientes infectados com o
HIV, a detecção cai de 21 para 10 dias, e para
Hepatite C, de 70 para 21 dias.
Para doar
sangue, basta procurar o atendimento da Hemorrede. No Brasil,
são 1.756 agências transfusionais, 300
Núcleos de Hemoterapia, 178 unidades de coletas e transfusão,
13 Centrais de Triagem laboratorial de doadores e 66 Hemocentros
regionais.
Agência Câmara de Notícias
Presidente anuncia acordo para votar Emenda 29, sem nova CPMF
Por Carol
Siqueira / Edição: Daniella Cronemberger
O presidente
da Câmara, Marco Maia, anunciou nesta terça-feira
que houve acordo para colocar em votação, ainda
neste semestre, o projeto que regulamenta a Emenda 29 e destina
mais recursos para a saúde (PLP 306/2008). “Há um
acordo entre todos os líderes e a minha proposta é votar
até 15 de julho”, disse.
O Plenário já começou a analisar o substitutivo
do deputado Pepe Vargas (PT-RS) ao texto, mas a votação
não foi concluída porque falta a análise
de um destaque apresentado pelo DEM, na tentativa de inviabilizar
a criação da Contribuição Social
da Saúde (CSS). Segundo o texto atual, o tributo teria
os moldes da extinta CPMF, mas Marco Maia garantiu que não
haverá criação de imposto.
“Não há nenhuma possibilidade de votação
de criação de novos impostos. Vamos votar a redistribuição
dos recursos para a saúde sem novo imposto”, disse
o presidente. Ele afirma que esse será um dos temas discutidos
com a nova ministra da Secretaria de Relação Institucionais,
Ideli Salvatti, que visitará a Câmara nesta quarta-feira
(15), às 11h30.
Licitações
Maia confirmou
que a votação de novas regras para
a licitação de obras e serviços relacionados à Copa
e às Olimpíadas está prevista para amanhã.
O Regime Diferenciado de Contratações (RDC) foi
incluído na Medida Provisória 527/11, que cria
a Secretaria de Aviação Civil.
Segundo o
presidente, ainda não há acordo para
a aprovação da proposta. “Os líderes
têm até amanhã para construir um acordo.
Não havendo acordo, [a proposta] vai à votação
e cada um vai expressar sua opinião”, disse.
Também nesta quarta, de acordo com Maia, a Câmara
deverá votar o projeto de resolução que
remaneja cargos da estrutura administrativa para as lideranças
partidárias (PRC 50/11).
Pronatec
O presidente
informou ainda que vai pedir ao Executivo que retire a urgência da proposta que cria o Programa Nacional de
Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) – PL
1209/11 – para não inviabilizar a votação
de outros projetos em sessões extraordinárias.
Se a urgência for retirada, disse Maia, a Câmara
conseguirá votar outros projetos, e não apenas
MPs. “A votação do Pronatec está indo
bem, então não há motivos para resistência
do governo”, disse.
* Matéria atualizada às
21h30
Correio Braziliense
Prenúncio de duas derrotas (uma delas é a
EC 29)
Horas depois
de a ministra de Relações Institucionais,
Ideli Salvatti, tomar posse, governistas faziam previsões
pessimistas sobre duas votações cruciais para o
Palácio do Planalto na Câmara, que envolvem aumento
dos gastos públicos. O cenário é o seguinte:
deputados da base estão aliados com a oposição
para aprovar a Emenda nº 29 - que trata de recursos mínimos
para a Saúde - e a Proposta de Emenda Constitucional (PEC)
nº 300 - que cria um piso nacional para os policiais militares.
Juntas, elas podem causar um rombo de cerca de R$ 55 bilhões
por ano ao Tesouro Nacional.
O alerta
foi feito por um deputado do PT com trânsito
no Palácio do Planalto. Segundo ele, é bastante
difícil mudar a tendência instalada hoje na Câmara.
Na avaliação desse parlamentar, não há força
suficiente do governo para evitar as duas derrotas. "Não
há quem segure", afirmou. Esse alerta já foi
feito à ministra Ideli. Por enquanto, a estratégia é protelar
ao máximo as votações enquanto se busca
uma saída. Ela foi alertada de que o prazo expira no início
do segundo semestre, logo depois do recesso parlamentar.
O governo
só aceitaria aprovar a Emenda nº 29 sob
uma hipótese: caso o Congresso tomasse a iniciativa de
recriar a antiga CPMF, reinventada com o nome de Contribuição
Social para a Saúde (CSS). Mas os parlamentares não
querem abraçar o desgaste de impor um novo tributo à população.
E o governo não quer tomar a iniciativa de ele propor
a CSS.
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves,
confirmou o alerta do colega governista dizendo que a Emenda
nº 29 é uma antiga demanda por melhoria no setor. "A
emenda tem todas as chances de aprovação porque é um
reclame da saúde pública. Nós queremos votar",
afirmou o peemedebista. Ele sustentou que os partidos da base
apenas aguardam uma orientação do líder
do governo, Cândido Vaccarezza (PT-SP). Alves, no entanto,
suaviza o cenário dizendo que a base votará uma
proposta consensual construída com o Planalto. A Emenda
nº 29 elevaria em cerca de R$ 11 bilhões anuais os
recursos da Saúde. O impasse está dado.
Valorização
O impacto
da PEC nº 300 é muito maior. Segundo o
Ministério do Planejamento, seriam R$ 43,5 bilhões
no Orçamento da União e cerca de R$ 30 bilhões
para os estados a mais por ano. Nessa questão, o governo
tem espaço maior de negociação, na visão
de Alves. O líder peemedebista afirmou ser possível
arrefecer as pressões de policiais militares e bombeiros
caso o Palácio do Planalto apresente uma proposta mais
ampla de valorização da categoria. Mas alertou
que, se esse plano não for apresentado até o início
do segundo semestre, dificilmente a Câmara conseguirá evitar
a aprovação da PEC.
"O governo prometeu apresentar uma política mais
ampla, não apenas focada na questão de salário.
Mas se passaram seis meses e não chegou nada. Daqui a
pouco vem toda a pressão de novo, que desgastou todos
nós. Espero que isso não venha a acontecer",
afirmou Henrique Eduardo Alves. "Se demorar muito, as coisas
podem mudar", emendou.
Desafios no Congresso
Emenda 29
A proposta
estabelece percentuais mínimos de aplicação
de recursos na Saúde. Para a União, o valor será de
10% da arrecadação tributária. Os estados
devem aplicar 12% dos impostos, enquanto aos municípios
caberá aplicar 15% dos tributos. Esses valores estão
previstos na Constituição, mas são descumpridos
por falta de uma lei complementar. Para o governo federal, a
aprovação só é viável se os
parlamentares indicarem uma fonte de renda alternativa para bancar
a iniciativa. Uma das possibilidades seria a recriação
de um imposto para a saúde.
PEC 300
A PEC 300
foi aprovada em primeiro turno em março do
ano passado. Estabelece um piso nacional para os policiais militares
e bombeiros que varia entre R$ 3,5 mil (para policiais de menor
graduação) e R$ 7 mil (para oficiais de menor escalão).
O governo é contra. Argumenta que não tem orçamento
para viabilizar a aprovação da medida.
AGENDA
- Negociação dos Serviços de
Saúde
Unidas /
AssPreviSite
16 e 17 de
junho de 2011
SEDE UNIDAS
NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100
- São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado de saúde
para atuarem com consciência de seu papel e sua importância
enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções
básicas da negociação em geral e seus
conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo
de negociação em seus aspectos subjetivos e formais;
Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação com paralisação
dos serviços; Esclarecer a participação
da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público,
PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços
de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael
Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais
de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.
Informações
Tel. (11)
3289-0855
Fax (11)
3289-0322
com Fernanda
Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- Congresso Internacional de Acreditação
Segs
Excelência na qualidade e segurança clínica:
impactos, resultados e caminhos. Esse é o tema central
do I Congresso Internacional de Acreditação, que
acontecerá de 13 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Entre
a programação, duas conferências, um painel
e uma mesa redonda merecem especial destaque, seja pela importância
do palestrante ou pelo tema a ser apresentado: desafios para
superar problemas de qualidade no atendimento e segurança
do paciente; a importância da liderança para melhorar
esses cuidados; o papel da bioética e do biodireito na
questão do paciente como agente de decisão no seu
cuidado; e a acreditação para operadoras de planos
de saúde e sua interface com o mercado.
Abrindo o
evento, o presidente da The Joint Commission (EUA), Mark Chassin,
falará sobre Os Desafios para Qualidade
e Segurança no Cuidado ao Paciente. Mestre em políticas
públicas pela Kennedy School of Government, de Harvard,
He also holds a master's degree in public health from the University
of California at Los Angeles.e em saúde pública
pela Universidade da Califórnia, em Los Angeles, Chassin
preside o Centro de Transformação em Cuidados de
Saúde da Joint Commission, que trabalha com os principais
hospitais e sistemas de saúde do país, abordando
questões mais críticas de segurança e problemas
de qualidade no atendimento como, infecção associada à assistência
médica, problemas de comunicação entre equipes
e turnos, cirurgia do lado errado e erros de medicação,
por exemplo.
Presidente
International Society for Quality in Health Care (ISQua) e
da Canadian Network
for International Surgery, Philip
Hassen, abordará O Papel da Liderança na Promoção
da Acreditação para Melhorar a Qualidade do Cuidando
ao Paciente. Para o conferencista, a compreensão da importância
estratégica de liderança é fundamental para
a melhoria da qualidade e da segurança do paciente. Segundo
ele, é inaceitável que em muitos países
desenvolvidos, uma em cada dez pacientes hospitalizados ainda
sofra algum dano motivado pela falta de segurança ou de
qualidade no atendimento. Hassen defende que a acreditação
pode melhorar as estruturas, processos e resultados e, sobretudo,
reduzir os danos e habilitar as organizações a
melhorar a qualidade e segurança.
Polêmica à vista
A mesa redonda
Bioética, o Paciente como Agente de Decisão
de seu Cuidado promete levantar polêmica face à relevância
das questões a serem abordadas. Advogados especializados
no tema e os presidentes da Associação Médica
Brasileira e da Sociedade Brasileira de Bioética debaterão
sobre o direito a recusa do tratamento, o direito à segunda
opinião e o direito na participação do cuidado.
O painel
Acreditação para Operadoras de Planos
de Saúde, com a participação do presidente
da Bradesco Saúde, Márcio Coriolano, do assessor
da Superintendência Técnica da Amil, Paulo César
de Souza, é outra discussão que deve levantar reflexões
sobre o serviço ainda incipiente no mercado brasileiro:
a acreditação para operadoras de planos de saúde.
A melhoria da qualidade entre operadora, prestadora e contratante
de serviço e, clientes serão pontos abordados pelos
convidados.
Como participar?
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA)
e a Joint Commission International (JCI), promotoras do evento,
oferecem cinco opções de pacotes para participação
no Pré-Congresso e no Congresso Internacional de Acreditação,
que acontecem de 12 a 15 de junho, no Rio de Janeiro. Os preços
variam de R$ 300,00 a R$ 2.500,00 e podem incluir a participação
apenas no pré-congresso e/ou congresso, hospedagem e o
pacote completo.
No Pré-Congresso há três opções
de cursos: Introdução a Qualidade e Ferramentas
da Qualidade, Metas Internacionais de Segurança do Paciente – Capacitação
para Profissionais de Serviços de Saúde e, Introdução
a Auditoria Interna, Metodologia Joint Commission.
Na programação do Congresso Internacional de Acreditação,
que será realizado em três dias, serão três
conferências internacionais, quatro mesas redondas e quatro
paineis, com representantes de diversos hospitais, organizações
e associações de classe do Brasil e do exterior
(a programação completa pode ser acessada em www.cbacred.org.br).
Outras informações pelo telefone (21)3299-8202
ou pelo e-mail ens...@cbacred.org.br.
- Auditoria de medicamentos de alto custo
Unidas / AssPrevISite
Quimioterapia,
radioterapia e agentes biológicos
01 de Julho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
O aumento
nos custos da sáude está diretamente
relacionado à incorporação de novas tecnologias.
O advento
dos anticorpos monoclonais para o tratamento do câncer
e dos agentes biológicos para as doenças reumáticas,
auto-imunes e dermatológicas trouxe grandes avanços
para o tratamento, mas com um aumento expressivo nos custos.
O bom uso
destes medicamentos traz benefícios inquestionáveis
para os pacientes mas o mal uso, que não é infrequente,
não só prejudica a saúde dos mesmos como
acarreta desperdícios para os financiadores da saúde.
O desafio
da regulação dos agentes quimioterápicos
e biológicos requer do auditor novos conhecimentos.
O objetivo
geral deste curso é capacitar o auditor a
exercer papel regulatório adequado sobre o uso de agentes
quimioterápicos e biológicos, de forma a assegurar ótima
qualidade assistencial aos usuários de seu sistema.
Instrutores
1) DR.LUCIANO PALADINI
2) ENFERMEIRA
ANNA FLÁVIA FORTES
Público
Alvo
Gestores
e auditores de sistemas de saúde no Brasil.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 2º Simpósio de Política e Saúde:
Forum Virtual
Com o objetivo
de agregar aos debates promovidos pelo processo da 14 ª Conferência Nacional de Saúde, o Centro
Brasileiro de Estudos de Saúde (Cebes) realizará de
07 a 09 de julho, o II Simpósio de Política e Saúde,
em Brasília, às vésperas do Congresso do
CONASEMS. Acreditamos que este evento será um espaço
de repercussão das teses construídas no II Simpósio.
Entendemos
que os impasses da Saúde no Brasil exigem
a retomada das discussões em torno dos rumos da reforma
sanitária no contexto do modelo de desenvolvimento delineado
nos últimos anos. Nossa ideia é realizar um debate
de cunho eminentemente político e, a partir daí,
construir teses que contribuam para uma agenda do movimento sanitário.
O debate será realizado em duas etapas: a virtual e a
presencial, sendo essa última durante o Simpósio.
A primeira
fase será por meio deste Fórum Virtual,
desenvolvido a partir de teses produzidas por convidados com
reconhecido saber na área e com atuação
vinculada ao Cebes. Os artigos, porém, não têm
a pretensão de esgotar todas as abordagens nos planos
da análise e da proposição de políticas.
Nossa expectativa é que a ampla participação
de nossos militantes e simpatizantes possa favorecer a construção
de teses políticas consistentes e representativas do pensamento
em prol da reforma sanitária.
Indicamos
o tema "Saúde e Desenvolvimento" para
orientar todo o debate específico, organizado sob a questão
seguinte: "Defesa intransigente do interesse público
na saúde". O formato completo é:
Tema central
do debate: Saúde e Desenvolvimento
Eixo: Defesa
intransigente do interesse público na saúde
1. Sub Eixos:
- Desvendar
e enfrentar as relações entre o setor
público e o privado na saúde;
- Direito
a Saúde,
Acesso Universal e de Qualidade;
- Justiça e Direito: Judicialização, ação
e papel do judiciário para a garantia do interesse público;
- Que alternativas
para a gestão pública de sistemas
e serviços de Saúde?
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm