Leia
nesta edição:
- PMDB mostra
fatura por fidelidade a mínimo: cargos
em bancos e estatais
- CNS ficará sob comando de Padilha- Plano pode unir
saúde e previdência
- ANS acelera
criação de plano que une assistência
médica e previdência privada
- Médicos pressionam, mas Anvisa não
cede
- Os cinco desafios do SUS
- Pulseiras para indicar gravidade dos doentes
- Qualidade
de vida na sola do tênis
- ANS divulga
balanço sobre adaptação
de contratos
- Ministro
preside primeira reunião do Conselho Nacional
de Saúde
- Nardi conduz o processo eleitoral que nomeia Padilha como
novo presidente do CNS
- Anvisa
aprova cinco novos medicamentos genéricos
Sexta-feira, 18.02.11
O
Estado de São
Paulo
PMDB
mostra fatura por fidelidade a mínimo: cargos em
bancos e estatais
Por João Domingos e Eugênia
Lopes
Partido,
que não teve nenhuma dissidência na votação
do salário mínimo de R$ 545, aprovado na madrugada
de ontem na Câmara, quer garantir diretorias na Caixa e
no Banco do Brasil e ganhar postos de comando na Funasa, Petrobrás,
Furnas e Itaipu
A fidelidade
de toda a bancada do PMDB à presidente Dilma
Rousseff na aprovação do salário mínimo
de R$ 545 pela Câmara teve um preço. O partido voltou
a cobrar a nomeação de afilhados da legenda no
segundo escalão do governo, principalmente aqueles que
já estavam pré negociados, mas foram adiados pela
presidente até a eleição dos presidentes
da Câmara e do Senado e da votação do salário
mínimo. O alvo prioritário do PMDB, agora, são
os bancos oficiais.A presidente Dilma Rousseff e o ministro Antonio
Palocci (Casa Civil) foram lembrados que o PMDB aguarda a nomeação
do ex-ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional)
ou do ex-governador José Maranhão (Paraíba)
para a diretoria de Governo e Loterias da Caixa Econômica
Federal (CEF).
De acordo
com informações de bastidores do governo,
Palocci respondeu aos peemedebistas dizendo que o pleito será atendido
nos próximos dias. Bastam alguns ajustes com a presidente,
até porque o PMDB chega a ter até três candidatos
para um único cargo, como é o caso dessa diretoria
da Caixa.
O PMDB do
Paraná corre
por fora e tenta emplacar o nome do ex-deputado Rocha Loures
(PR) para a mesma diretoria, de Loterias.
Loures foi candidato a vice na chapa de Osmar Dias (PDT), derrotado
pelo tucano Beto Richa na disputa pelo governo do Estado. Dias
deve assumir uma diretoria da Itaipu Binacional.
Ele chegou
a lutar pela presidência da binacional, mas
Dilma decidiu manter o atual presidente, Jorge Samek. Osmar Dias
deu o azar de ser do PDT, que saiu chamuscado da votação
do mínimo por ser o partido da base com o maior número
de dissidentes.
A diretoria
de Governo do Banco do Brasil está prometida
para o ex-governador Orlando Pessuti (PR), que atendeu aos apelos
da então candidata Dilma Rousseff e não disputou à reeleição,
deixando a vaga para Dias.
Funasa. Em
outra frente, o partido insiste na indicação
de Ruy Gomide para a presidência da Fundação
Nacional da Saúde (Funasa).
Para a Petrobrás o PMDB tem dois pedidos: a manutenção
de Jorge Luiz Zelada para a diretoria Internacional e de Paulo
Roberto da Costa para a diretoria de Abastecimento.
No pacote
de reivindicações entregue ao governo,
o PMDB incluiu o nome do ex-deputado mineiro Marcos Lima para
uma diretoria de Furnas. Lima, que é afilhado dos deputados
Newton Cardoso e Leonardo Quintão, foi ao plenário
da Câmara na quarta-feira e ajudou pessoalmente no convencimento
de parlamentares do PMDB a votar pelo mínimo de R$ 545.
O PMDB mineiro
quer ainda a nomeação de Sérgio
Dâmaso diretor-geral do Departamento Nacional de Produção
Mineral (DNPM). Ele é o superintendente do órgão
em Minas.
O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves
(RN), que na votação do mínimo chegou a
antecipar em discurso a fidelidade dos 77 deputados - e depois
confessou que o fez com um frio na barriga -, pode ter garantido
a manutenção de Elias Fernandes na diretoria-geral
do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Mas
o PSB ainda quer tomar a direção da autarquia do
PMDB.
Entre os
peemedebistas, o comentário ontem na Câmara
era de que a decisão do partido de votar 100% na proposta
de R$ 545 fez parte de uma operação para fortalecer
Henrique Alves. Nas últimas semanas ele havia trombado
com Dilma pela defesa que fez dos cargos do segundo escalão
para o PMDB. Ainda de acordo com peemedebistas, a votação
serviu de recado à presidente. Da mesma forma que votaram
a favor de um projeto, os 77 deputados podem votar contra, caso
fiquem descontentes.
O Tempo
CNS
ficará sob
comando de Padilha
Brasília. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
foi escolhido ontem presidente do Conselho Nacional de Saúde
(CNS), que é a principal instância de controle do
Sistema Único de Saúde.
Padilha passa
a ter maior poder em sua área, já que
o presidente do CNS é responsável por coordenar
o diálogo entre o Ministério da Saúde com
demais órgãos dos governos federal e estaduais.
Também
ontem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nomeou Murilo Marques
Barboza
para a Secretaria de Produtos de Defesa.
O
Estado de São
Paulo
Plano
pode unir saúde e previdência
A Agência Nacional de Saúde Suplementar promete
finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano
que une assistência médica e previdência privada.
A idéia é acumular parte do valor da mensalidade
em um fundo de capitalização individual, que ajudaria
a custear os gastos com saúde após o segurado completar
60 anos.
O
Estado de São
Paulo
ANS
acelera criação de plano que une assistência
médica e previdência privada
Por Karina Toledo
Pela proposta,
parte do valor da mensalidade seria acumulada em um fundo de
capitalização individual, que custearia
os gastos com saúde após os 60 anos; tema, debatido
há anos, foi incluído na agenda regulatória
da agência e se tornou prioridade
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promete
finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano
que une assistência médica e previdência privada.
A ideia é acumular parte do valor da mensalidade em um
fundo de capitalização individual, que ajudaria
a custear os gastos com saúde após os 60 anos,
quando a necessidade de assistência aumenta e a renda,
normalmente, diminui.
O projeto
vem sendo debatido há alguns anos pelas empresas
do setor. Agora o tema foi incluído na Agenda Regulatória
da agência - uma espécie de plano de gestão
- e se tornou prioridade. "Nos preocupa a sustentabilidade
da saúde suplementar. O número de idosos, que hoje
representam 10% da população e 25% dos gastos com
saúde, deve triplicar até 2050", diz Mauricio
Ceschin, presidente da ANS.
Segundo ele,
o sistema atual - em que o valor da mensalidade cresce em função da faixa etária - não é uma
boa resposta para a mudança demográfica em curso
no País. "Criar um plano de previdência privada
atrelado a um plano de saúde é uma das alternativas
que estamos estudando."
O produto
seria oferecido por meio de parceria entre uma operadora de
saúde e uma instituição financeira que
trabalhe com planos do tipo Vida Gerador de Benefício
Livre (VGBL), que permite acumular recursos por um prazo contratado.
O resgate do dinheiro - hoje sujeito ao imposto de renda a uma
alíquota mínima de 10% e máxima de 27,5%
- seria totalmente isento de tributação caso fosse
usado com despesas médicas ou para o pagamento de um plano
de saúde.
A renúncia fiscal é justamente o maior obstáculo
para que a ideia entre em prática ainda neste ano, pois
depende do sinal verde da Receita Federal e dos Ministérios
da Saúde e da Fazenda. Mas Ceschin diz ser possível
lançar o produto sem mudança na legislação: "O
VGBL já existe. O que precisamos é construir uma
visão conjunta entre as áreas da saúde e
da previdência".
A ANS conta
com apoio dos representantes desses setores. Na última
semana, a Federação Nacional de Previdência
Privada e Vida (Fenaprevi) e a Federação Nacional
de Saúde Suplementar (FenaSaúde) entregaram suas
contribuições para a proposta. A Superintendência
de Seguros Privados (Susep) deu seu aval.
Ressalvas.
Carlos Suslik, professor de Gestão de Saúde
do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), considera a ideia
boa, mas faz ressalvas. "É uma aposta para daqui
a 20 anos. As empresas têm de ser robustas e o governo
terá de dar guarida para não deixar os beneficiários
desamparados caso elas quebrem", diz. Além disso,
continua, não será fácil estabelecer o preço
justo para cobrir gastos atuais e futuros.
Suslik defende
que seja mantida a ótica mutualista do
sistema atual, em que todos pagam para que uns usem mais o sistema
e outros menos, de modo que haja diluição do risco. "Há duas
possibilidades: uma é o beneficiário e sua família
terem o direito de ficar com o dinheiro acumulado e gerenciá-lo
como quiser. Se acabar, problema dele. Na outra, em vez de ficar
com o dinheiro, ele permanece com o plano de saúde. Se
morrer aos 61 anos, foi um mau negócio, mas, se viver
até os 120, terá sido um ótimo negócio.
Saúde é algo imprevisível."
Embora não considere a solução ideal para
o financiamento da saúde, o consultor financeiro Mauro
Calil diz que a proposta é melhor que o sistema atual.
Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada no tema,
acha temerário esse modelo num país "com histórico
de falta de seriedade na gestão de fundos de capitalização".
Correio Braziliense
Médicos pressionam, mas Anvisa não
cede
Especialistas
dizemque proibição de mais três
remédios para emagrecer vai retirar todas as possibilidades
de tratamento com uso de medicamentos. Agência mantémposição
de que efeitos negativos não compensam os positivos e
descarta abrir exceções
Por Ana
Elisa Santana / Débora Álvares
Diante da
possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) retirar do mercado brasileiro a sibutramina,
um dos inibidores de apetites mais usados no país, além
de outros três remédios para emagrecimento chamados
anorexígenos anfetamínicos (anfepramona, femproporex
e mazindol), médicos se veem sem alternativas para o tratamento
da obesidade com uso de medicamentos. "Não existe
nenhum outro com essas propriedades", afirma Ricardo Meirelles,
presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia
(Sbem).
Estudo da
Anvisa concluiu que os medicamentos têm eficácia
desproporcional em relação aos problemas que podem
causar, como dependência, arritmias cardíacas e
aumento da pressão arterial e pulmonar. Uma audiência
pública do órgão vai propor, na próxima
quarta-feira, o cancelamento do registro desses inibidores. O único
remédio que fica à disposição dos
pacientes é, segundo os especialistas, o orlistate, que
dificulta a absorção de gordura pelo organismo,
reduzindo o valor calórico do que é ingerido. O
uso dele, no entanto, pode causar problemas aos pacientes se
não for usado em conjunto com os inibidores. "Se
a pessoa comer mais do que o normal, o intestino passa a funcionar
de maneira excessiva e provoca uma diarreia intensa. O inibidor
ajuda a educar o paciente para que ele não coma muito",
explica Ricardo Meirelles.
Controle
O médico Márcio Bontempo, da Associação
Brasileira de Nutrologia (Aban), costuma receitar a seus pacientes
remédios fitoterápicos - produzidos com produtos
naturais -, mas também acredita que a proibição
dos inibidores convencionais pode ser um prejuízo. Segundo
o nutrólogo, a suspensão tende a criar aumento
de doenças relacionadas à obesidade, como a diabetes
tipo 2 e problemas de coluna, além de aumentar a procura
pela cirurgia bariátrica - de redução de
estômago -, "que tem mortalidade de 2%", diz.
Para ele, o ideal seria tornar ainda mais rigososa a fiscalização
da venda. "Se conseguíssemos ter um controle médico
maior, seria interessante manter pelo menos a anfepramona",
acredita. O Brasil não tem remédios com o mesmo
princípio ativo dos que serão questionados na audiência
da próxima semana, segundo Maria Eugênia Cury, chefe
do Núcleo de Investigação em Vigilância
Sanitária da Anvisa. No entanto, o estudo do órgão
descarta a possibilidade de se abrir exceções: "Em
nenhum deles se encontrou mais benefícios do que o outro,
a ponto de poder ser liberado", diz.
Os fitoterápicos até são uma opção
para o tratamento da obesidade, como defende o nutrólogo
Márcio Bontempo. No entanto, ele mesmo ressalta, será preciso
ter mais paciência para perder peso, já que os efeitos
não são imediatos como os dos anorexígenos
anfetamínicos. Mas os resultados tendem a ser mais duradouros
depois que a medicação é suspensa. "O
processo é feito em um prazo maior. Eles não são
excitantes do nervoso central e não criam dependência.
Anfetamínicos podem criar", explica.
O consenso
entre os profissionais de saúde está no
uso associado desses inibidores de apetite com a reeducação
alimentar e a prática de atividades físicas. "A
gente usa como auxiliar para modificar os hábitos, e não
como uma solução em si", defende Ricardo Meirelles.
Ele afirma que o problema está no desejo de soluções
urgentes, que provocam o uso de maneira inadequada.
A falta da
combinação recomendada pelos médicos
faz com que a empresária Camila dos Santos Quilici tenha
de conviver com o temido efeito sanfona. Aos 22 anos, ela já recorreu à sibutramina
pelo menos três vezes para emagrecer, sempre com o acompanhamento
de endocrinologista. "Cheguei a perder entre 6kg e 7kg em
um mês, mas engordei tudo de novo", lamenta. Hoje,
além de ter recuperado o peso, aumentou mais 5kg, e deseja
recorrer a métodos ainda mais agressivos. "Queria
fazer redução de estômago, mas os exames
não apontam a taxa de IMC (índice de massa corpórea)
necessária."
Correio Braziliense
Os cinco desafios do SUS
Por Marcus
Pertana, Deputado Federal (PSB-MG), ex-secretário
de Saúde de Minas Gerais
A consolidação nos últimos 22 anos do Sistema Único
de Saúde, com sua generosa proposta de acesso universal
e integral de qualidade, é das mais importantes heranças
da Constituição de 88. Avançamos, mas estamos
a léguas de distância do sistema público
de saúde dos sonhos. A saúde no Brasil é melhor
que há 20 anos, mas são inúmeros os pontos
de estrangulamento.
Nesse ciclo
que se abre com a posse da nova presidente da República,
do Congresso, de governadores e assembleias legislativas, é preciso
colocar como tarefa central o ataque aos obstáculos que
inviabilizam avanços nas políticas públicas
de saúde. Cinco são os desafios, adiante indentificados.
Mudança do modelo de atenção: somos presididos
pela lógica hospitalocêntrica. A oferta dos serviços
se apresenta à população de forma desarticulada.
O objetivo deve ser a construção de redes de assistência
integral coordenadas por uma atenção primária à saúde
extremamente qualificada. É fundamental que hospitais,
UPAs, centros de especialidades, centros de diagnóstico,
formem um todo articulado, orquestrado pela estratégia
de saúde da família cada vez mais fortalecida.
Experiências implementadas em Minas Gerais, como o Canal
Minas Saúde, o Programa de Educação Permanente,
o Plano Diretor da Atenção Primária e a
Rede de Urgência e Emergência oferecem boa pista
sobre os caminhos a serem percorridos. Sem investirmos na prevenção,
promoção da saúde e atenção
primária de qualidade para enfrentar o predomínio
das doenças crônicas, ficaremos enxugando gelo na
porta de hospitais e UPAs.
Mudança do modelo de financiamento. Impossível
garantir o direito constitucional de acesso integral e universal
ao sistema de saúde com pouco mais de R$ 700 para habitantes/ano
de investimento. A comparação a outros países
com sistemas semelhantes e com saúde complementar (um
plano com cobertura próxima ao que propõe o SUS
custaria em média R$5 mil/ano) evidencia forte subfinanciamento.
Não há mágica. O SUS precisa de muito mais
dinheiro. O gargalo é financeiro. Há resistência à criação
de impostos. A carga tributária é pesada. Cabe
ao governo federal e ao Congresso descobrirem alternativas de
rearranjo orçamentário para viabilizar o aumento
de investimentos na saúde.
3) Mudança no modelo de gestão. O dinheiro é curto,
mas é possível fazer mais e melhor no uso de cada
real. Profissionalizar a gestão, incorporar modernas ferramentas
de gerenciamento, evitar duplicação de meios, clarear
o pacto federativo setorial, inovar nas estruturas, introduzir
ganhos de escala, permitirá avanços a partir do
aumento da produtividade dos recursos. Construção
de modernos sistemas de regulação, introdução
do cartão SUS e do prontuário eletrônico,
racionalização da estrutura de serviços
hospitalares fragmentada em uma rede pulverizada e com ineficiências
podem produzir resultados. Também a quebra de preconceitos
e a adoção de estruturas gerenciais flexíveis
(OSs, OSCIPs, fundações públicas de direito
privado) contribuirão para melhorar o desempenho do sistema.
Mudança do modelo de incorporação tecnológica.
Diariamente são descobertos medicamentos, novas linhas
terapêuticas e sofisticados equipamentos hospitalares.
São avanços importantes, mas caros. Sem a preocupação
de restringir o acesso, mas conscientes de que não podemos
ter postura passiva e ingênua diante de tão poderoso
mercado, o SUS precisa solidificar forte regulação
sobre a introdução de novas tecnologias. O caminho
poderia ser a criação de agência específica
para tratar do assunto. Teríamos impacto positivo, atenuando
a judicialização da saúde.
5) Mudança do modelo de organização do
mercado de trabalho. Aspecto complexo, em que a capacidade de
indução dos gestores tem limites claros, mas precisa
avançar. Como estimular jovens médicos a se especializarem
em saúde da família, pediatria, clínica
geral e geriatria? Como fixar profissionais na Amazônia,
no Nordeste, no Jequitinhonha? Como lidar com a realidade das
cidades que, pobres e distantes, pagam altos salários
e ainda assim não conseguem atrair médicos? Essa
discussão precisa ser aprofundada.
Todas as
pesquisas apontam a saúde como prioridade um
da população. "O SUS não é um
problema sem solução, é uma solução
com problemas". Cabe a todos que têm responsabilidade
com a construção da cidadania se debruçar
sobre essa agenda de desafios e garantir avanços para
que a chama da reforma sanitária de 88 não se apague.
Zero Hora
Pulseiras para indicar gravidade dos doentes
TRIAGEM COLORIDA
Emergência do Conceição
testa novo modelo que sinaliza o quadro de saúde de pacientes
Desde segunda-feira, o Grupo Hospitalar Conceição
(GHC) testa um novo modelo de triagem no Hospital Conceição.
Ontem, os pacientes que aguardavam atendimento portavam pulseiras
coloridas, cuja cor indica a gravidade do caso e mostra que muitos
poderiam ser recebidos em postos de saúde, e não
no hospital.
A quantidade
de pulseiras verdes e azuis nos braços dos
pacientes comprovou o dado apresentado ontem no lançamento
oficial do sistema. As cores identificam situações
sem urgência ou de pouca urgência. Amarelo, laranja
e vermelho são, em ordem, as que significam maior gravidade.
Contabilizando o total de azuis e verdes, a conclusão
foi de que metade dos pacientes poderia ter o diagnóstico
feito em postos de saúde.
Segundo o
GHC, a média de atendimentos diária
na emergência varia entre 800 e mil pacientes. Só na
manhã de ontem, eram 130 pessoas doentes em um espaço
destinado a 50 leitos.
O novo modelo,
conhecido como Protocolo de Manchester, está sendo
testado em pacientes do Sistema Único de Saúde
(SUS). A triagem feita por um médico ou um enfermeiro
aponta o grau de risco do doente, que não será mais
atendido pela ordem de chegada mas pela gravidade da enfermidade.
Seguindo um questionário, os pacientes recebem pulseiras
coloridas. Em pé, com uma pulseira verde no pulso, a cabeleireira
Magali Cardoso, 58 anos, esperava atendimento na emergência
há mais de 12 horas.
Eu cheguei
ontem à noite, me receberam muito bem, me
deram esta pulseira, mas ainda não fui atendida.
Já o cobrador de ônibus
Nelson Luiz Evangelista, 36 anos, passou pela triagem com uma
pulseira amarela. Ele aprovou
o novo sistema: Antes, demorava um monte.
Diretor técnico do GHC, Alexandre Britto salientou que
a melhora será gradual, já que os casos menos urgentes
não deixarão de ser atendidos. O Hospital São
Lucas da PUCRS utiliza o sistema desde janeiro de 2010. De acordo
com a direção do hospital, o protocolo ajudou a
organizar o atendimento, mas não reduziu o número
de pacientes atendidos da emergência.
O Globo
Qualidade
de vida na sola do tênis
Empresas
investem em grupos de corrida para seus funcionários
e conseguem melhoria de resultados
Por Ivo
Gonzalez / Iúri Totti
A Organização Mundial da Saúde adverte:
investir US$1 na saúde dos funcionários faz bem à empresa,
pois evita-se que outros US$3,20 sejam gastos no tratamento de
doenças que levem à ausência deles no trabalho.
Pensando nisso, muitas companhias estão criando grupos
de corrida para incentivar os empregados a sair do sedentarismo,
ganhar qualidade de vida e, por consequência, melhorar
a produtividade.
Com uma das
maiores equipes de corrida do Rio, com 502 funcionários
inscritos e fila de espera, Furnas tem conseguido alcançar
seus objetivos.
Além dos benefícios à saúde, como
combate à hipertensão, hiperglicemia e obesidade,
a corrida integra as pessoas, democratizando as relações,
e quebra hierarquias - diz o professor Wilson Neiva Milan Caldas,
responsável pelo programa de qualidade de vida de Furnas
há 18 anos. - Essas iniciativas são ferramentas
de incentivo à saúde, com as quais conseguimos
motivar o funcionário, dando-lhe satisfação
e comprometimento.
Para Maurício Goldenstein, psicólogo organizacional
e diretor da Training X, a empresa que oferece programas de qualidade
de vida, como grupos de corrida para funcionários, ganha
muito:
Ao criar
esses benefícios, a companhia mostra que seus
funcionários não são descartáveis
e que existe uma preocupação com a saúde
deles. Quanto mais preparados fisica e psicologicamente, mais
produtivos eles serão. Isso gera comprometimento das duas
partes. Um funcionário mais produtivo leva a empresa a
ter melhores resultados.
Ulysses Astolpho
Júnior, médico especializado
em medicina do trabalho e responsável pelo grupo de corrida
da Rio de Janeiro Refrescos - fabricante da Coca-Cola no Rio
e no Espírito Santo e que tem em sua unidade de Jacarepaguá uma
pista para seus funcionários treinarem -, vê pontos
positivos na iniciativa.
Pesquisas
indicam que um funcionário sedentário
chega a faltar ao trabalho cerca de 30% a mais que um ativo,
por causa de doenças relacionadas ao sedentarismo. Para
uma empresa, isso corresponde a uma despesa a mais. Se o funcionário é corredor
ou caminhante, por exemplo, ele passa a ser mais saudável,
com maior ânimo para trabalhar. Nos Estados Unidos, há empresas
que preferem contratar pessoas que pratiquem alguma atividade
física por conta da produtividade - afirma Ulysses, que
corre há cinco anos e tem nos 10km sua distância
preferida. - Nosso grupo de corrida começou em 2006 com
30 pessoas. Hoje, já são 90, com alguns treinando
na fábrica e outros, perto de casa.
Segundo João Paulo Póvoa, diretor-técnico
da Integra/Run & Fun, que cuida do treinamento dos funcionários
da Rio de Janeiro Refrescos e de outras quatro companhias, normalmente
as empresas determinam o número de vagas que serão
oferecidas aos funcionários nos grupos de corrida e contratam
assessorias esportivas especializadas. Em muitos casos, a participação
dos empregados é custeada quase totalmente pela empresa,
que, ao dar o incentivo, exige dedicação dos funcionários
aos treinos e que eles traçem metas a serem alcançadas
nas corridas.
As assessorias
dão toda orientação ao grupo,
fazendo planilhas individuais de treinos, que são preparativos
para as provas - comenta João Paulo.
Para Cássio Mazzorato de Sá, coordenador do programa
Amil Qualidade de Vida, mais de mil pessoas dos escritórios
do Rio, São Paulo, Campinas, Brasília e Curitiba
estão participando do Mova-se, que tem atividades de corrida
e caminhada:
A ideia é conseguir reduzir efetivamente o percentual
de sedentários na empresa, além de promover a integração
entre os colaboradores.
Para Alexandre
Maximiliano, da Start Assessoria Esportiva, que atende a oito
empresas,
com esses grupos de corrida, as firmas
reduzem os índices de absenteísmo, de acidentes
de trabalho e de afastamentos por doença; aumentam a produtividade;
e promovem a integração dos trabalhadores.
“Uma das grandes vantagens desses programas é o
aumento da autoestima dos funcionários. Há casos
de empregados que saíram do sedentarismo e, com treinamento
planejado, já conseguiram correr até uma maratona”,
diz Alexandre, acrescentando que todas as pessoas envolvidas
passam por avaliações periódicas para saber
como estão de saúde.
Luciano Melhado é um exemplo de funcionário
que se beneficiou do programa de qualidade de vida da Unilever.
“Tinha aversão a academias e não me exercitava
com regularidade. Depois que entrei para o programa da empresa,
estou mais disciplinado. Além dos objetivos profissionais,
tenho metas pessoais. Alcancei o meu primeiro objetivo, que foi
correr os 5km na última São Sebastião”,
conta Luciano, coordenador do serviço ao cliente, que
já emagreceu 8kg desde agosto do ano passado, quando ingressou
no programa, com orientação de João Paulo. “Vou
perder ainda mais peso, pois já tracei minha meta para
2012, que é correr os 10km da São Sebastião.”
A indústria química e farmacêutica Merck
criou seu grupo em outubro de 2010 e aproveitou uma área
externa de sua unidade em Jacarepaguá para fazer uma pista
para seus funcionários correrem, supervisionados por um
profissional da Start.
“Lançamos este grupo, e a resposta dos funcionários
foi muito boa. Os resultados já podem ser percebidos na
produtividade das pessoas”, afirma Plínio Moreira
de Castro Filho, responsável pela coordenação
de medicina ocupacional da Merck, que tem 60 corredores no Rio.
Saúde
Business Web
ANS
divulga balanço sobre adaptação
de contratos
Expert
fala em seu último post sobre as vantagens para
os beneficiários que adaptarem seus planos
No começo deste mês, a ANS disponibilizou em seu
portal o resultado do balanço da Consulta Pública
sobre a adaptação de contratos. O objetivo da Agência
ao abrir a consulta foi incentivar beneficiários de planos
contratados antes da Lei nº 9.656/98, migrarem seus planos
para terem segurança e as garantias da regulamentação
após a lei.
Segundo post
do expert Henrique Shinomata, das contribuições
enviadas à ANS, os beneficiários foram responsáveis
por 3%, já as operadoras foram 75% do total das sugestões
enviadas. Com relação aos temas, as contribuições
de carência ficaram com 126, seguidos do percentual de
ajuste com 112 e migração/adaptação
individualizada por beneficiário que ficou com 100.
Quinta-feira, 17.02.11
Ministério da Saúde / Portal Saúde
Ministro
preside primeira reunião do Conselho Nacional
de Saúde
Conselheiros
de todo o país debateram a participação
social no governo brasileiro e aprovaram o regimento da 14ª Conferência
Nacional de Saúde
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, presidiu nesta
quinta-feira (17) a primeira reunião do Conselho Nacional
de Saúde (CNS) depois de ser eleito presidente da entidade.
A participação social no governo brasileiro foi
um dos temas de debate no dia de hoje nesta 218ª Reunião
Ordinária do CNS. Para discutir o assunto, estiveram presentes
o diretor de Participação Social da Secretaria
Geral da Presidência da República, Pedro Pontual,
e o técnico em pesquisa e planejamento do Instituto de
Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Pires.
A área da saúde, para Pontual, serviu de inspiração
no controle social e tem um papel importante na continuidade
desse legado. O setor sob sua responsabilidade dialoga com os
diversos Conselhos Nacionais. As ações têm
o objetivo de fortalecer os canais e instrumentos de participação
do cidadão como, por exemplo, conferências, conselhos
e ouvidorias, e na ampliação do diálogo
com os movimentos sociais e suas pautas.
Pedro Pontual
ressaltou a determinação da presidenta
da República, Dilma Rousseff, de transformar a participação
social em um método de governo, presente em todas as suas
políticas, programas e ações. A criação
de novos instrumentos que incluam o cidadão nas políticas
públicas brasileiras foi outra ação por
ele destacada.
Já Roberto Pires lembrou que o Ipea desenvolve estudos
para a criação de metodologias e avaliação.
Segundo ele, está em curso um projeto de pesquisa para
acompanhar o trabalho nos Conselhos Nacionais, entre eles o Conselho
Nacional de Saúde. O que se pretende é fazer um
mapeamento para entender o conjunto de Conselhos e seu papel
de democratização.
Os conselheiros
ainda aprovaram a necessidade de criação
de um fórum de conselhos para discutir políticas
públicas e a inclusão na pauta do CNS de um debate
sobre o Sistema de Indicadores de Percepção Social
(SIPS), além do regimento da 14ª Conferência
Nacional de Saúde.
O ministro
da Saúde foi eleito presidente do CNS na última
terça-feira (16). O presidente do CNS é responsável
por coordenar a mesa diretora e dialogar com o Ministério
da Saúde e demais órgãos do governo para
o cumprimento das decisões. Ele e os oito integrantes
da mesa diretora são escolhidos pelo plenário para
um mandato de um ano.
“Nós precisamos reconstruir uma grande aliança
da sociedade com o SUS. É aquilo que vocês falam: ‘O
SUS é de todos’, ‘Todos usam o SUS’.
E, inclusive, mostrar nesse processo de aliança onde o
SUS está presente na atividade de cada um. E eu acredito
que a décima quarta Conferência Nacional de Saúde
e o papel que o Conselho tem nela são decisivos na construção
dessa aliança”, afirmou o ministro, ao ser eleito
presidente do CNS.
CONASEMS
Nardi conduz o processo eleitoral que nomeia Padilha como novo
presidente do CNS
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha foi eleito por
aclamação a presidente do Conselho Nacional de
Saúde (CNS) na tarde desta quarta-feira, 16. Também
foram escolhidos, por votação, os demais membros
da mesa diretora do órgão – composta por
oito integrantes. O CNS é a principal instância
de controle social do Sistema Único de Saúde (SUS)
e reúne representantes de usuários, trabalhadores,
gestores e prestadores de serviço.
Na composição da mesa diretora foram nomeados
o ministro Alexandre Padilha e a Beatriz Dobashi (Conass) representando
os gestores; Ruth Bitencourt (Conselho Federal de Serviço
Social – CFES) e Francisco Junior Batista (Central Única
dos Trabalhadores - CNTSS/CUT), representando os trabalhadores;
Jurema Werneck (Articulação de Organizações
de Mulheres Negras Brasileiras – AMN), José Marcos
de Oliveira (Movimento Nacional de Luta Contra a Aids), Clóvis
Adalberto Boufler (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB)
e Maria do Socorro de Souza (Confederação Nacional
dos Trabalhadores na Agricultura – CONTA) representando
o seguimento dos usuários.
O segmento
dos usuários lançou oito candidatos
para quatro vagas. Houve, portanto, a necessidade de uma eleição,
conduzida pelo presidente do Conselho Nacional de Secretarias
Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi,
que na ocasião ocupava o lugar de presidente da Comissão
Eleitoral. A urna foi aberta às 18h10minh, total 48 conselheiros
votaram.
Em seguida
a divulgação dos nomes, a Presidência
e Mesa Diretora foram empossadas. Em seu primeiro discurso como
presidente do Conselho, Padilha destacou que a sua principal
função frente à CNS é "estabelecer
consenso e apresentar os temas discutidos dentro do colegiado
aos usuários do SUS para uma maior aproximação
com a sociedade". Segundo o ministro, o tema prioritário
será o acesso à rede pública de saúde – assunto
colocado como uma "obsessão" da sua gestão
no Ministério da Saúde.
Padilha apontou
ainda como temas para serem discutidos no Conselho, o fortalecimento
do controle social, a construção
de um documento orientador para a 14ª Conferência
Nacional de Saúde e o programa Saúde Não
Tem Preço – que, em janeiro, determinou a oferta
gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes no
Programa Farmácia Popular do Brasil.
O presidente
do CNS é responsável por coordenar
a mesa diretora e dialogar com o Ministério da Saúde
e demais órgãos do governo para o cumprimento das
decisões. Ele e os oito integrantes da mesa diretora são
escolhidos pelo plenário para um mandato de um ano.
Histórico - As eleições dos membros da
mesa diretora do CNS começaram em 2007. Antes disso, a
pessoa que ocupava o cargo de ministro da Saúde assumia
automaticamente a presidência do Conselho Nacional de Saúde.
O último processo eleitoral do Conselho Nacional de Saúde
foi realizado em 25 de novembro de 2009, quando foram eleitas
as entidades para compor o CNS. Quem deixa o cargo hoje é o
Francisco Batista Júnior, que foi o primeiro presidente
eleito e que há quatro anos esteve à frente do
colegiado.
Agência
Brasil
Anvisa
aprova cinco novos medicamentos genéricos
Por Carolina Pimentel
Brasília – A Agência Nacional de Vigilância
Sanitária (Anvisa) aprovou a entrada de cinco novos medicamentos
genéricos no mercado.
Os genéricos aprovados foram a dacarbazina, usada contra
o câncer; a entacapona, utilizada no tratamento do mal
de Parkinson; a rosuvastina cálcica, para diminuir o colesterol;
a quetiapina, prescrita em casos de esquizofrenia e o tenofovir,
contra aids e hepatite B.
Com a liberação da agência reguladora, o
Ministério da Saúde anunciou a produção
de 9 milhões de comprimidos do genérico do tenofovir,
fabricados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed).
O primeiro lote deve ser produzido a partir do próximo
mês. Cerca de 64 mil pessoas com aids usam o medicamento
no país. O ministério prevê ainda uma economia
de R$ 80 milhões por ano.
Os genéricos são mais baratos que os remédios
de marca em pelos menos 35%. Eles possuem o mesmo princípio
ativo do medicamento de referência, inclusive dose e fórmula
farmacêutica.
A Anvisa
informou que a autorização atende à política
de priorizar o registro de medicamentos que ainda não
têm genérico ou apontados como prioridade pelo Ministério
da Saúde. Nos últimos nove anos, a agência
reguladora autorizou, em média, 300 registros de genéricos
por ano.
AGENDA
- AssPreviSite
Um debate sobre o contexto dos planos em 2011
Encontro
sobre o cenário 2011 da Saúde
Suplementar
1º de Março - 13:30 às
17:30 h.
Auditório do Instituto Metrus - São
Paulo - SP
Como será 2011 para a Saúde
Suplementar?
Quais os
tons que irão compor este cenário?
Qual a visão da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS sobre
o cenário?
O AssPreviSite
promoverá na tarde do dia 1º de março,
em São Paulo, um encontro de dirigentes, gestores e profissionais
da área de Saúde Suplementar para um debate e avaliação
do cenário 2011, destacando os temas das recentes das
consultas públicas da ANS, seus desdobramentos e impactos
para as operadoras de planos de saúde e demais atores
do sistema. Outro foco da reunião é a amplitude
e implicações da Agenda Regulatória do órgão.
A reunião busca esclarecer alguns dos tópicos destes
dois componentes e de outros aspectos que estão na pauta
do dia a dia do Sistema de Saúde Suplementar de nosso
país.
Destacamos
alguns componentes deste cenário e que serão
objeto do nosso encontro:
Variáveis constantes em consultas públicas:
- Alteração
de contratos antigos;
- Prazos
máximos
de Atendimento;
- Disponibilidade
de prestadores de serviços;
- Transporte
para prestador noutro município;
- Reembolso
integral dos custos dos beneficiários;
- Outros...
Contexto
da Agenda Regulatória da ANS:
- Financiamento do Setor;
- Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;
- Modelo de Pagamento a Prestadores;
- Assistência Farmacêutica;
- Incentivo
a Concorrência;
- Garantia
de Acesso a Informação;
- Contratos Antigos;
- Assistência
ao Idoso;
- Integração
com o SUS.
Outros aspectos
componentes do cenário:
- Composição
da Diretoria da ANS;
- Programa
de Qualificação em Saúde
Suplementar;
- Programa
de Acreditação
das Operadoras;
- Portabilidade de planos;
- Regulamentação
de artigos da Lei 9656/98
- Propostas
de mudanças na Legislação;
- Ressarcimento ao SUS;
- Atuação do Judiciário...
Assim, para
abordar esta temática de extrema importância
para o ano de 2011 e a dinâmica e contextualização
que se pode esperar para a gestão dos planos de saúde,
convidamos dirigentes da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS para
expor o entendimento e a visão destas instituições
sobre este cenário. Também foram convidados destacados
e experientes advogados, especialistas do segmento, para apresentar
suas considerações sob a ótica jurídica.
O Encontro,
que tem o apoio do Instituo METRUS e o patrocínio
do Grupo BEM, será no dia 1º de março, das
13:30 às 17:30 h, no Auditório do METRUS, na Alameda
Santos, 1827 - 1º andar, na região da Avenida Paulista,
em São Paulo. A taxa de adesão é de R$ 200,00
(duzentos reais). Informações e inscrições
podem ser solicitadas através do e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO
SINOG DE ODONTOLOGIA
Sinog
premiará dentistas
e estudantes de odontologia
Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos
concorrentes até 15 de abril de 2011
O Sinog -
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba
de lançar a 10ª edição
do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas
e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização
da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação
e fidelização da rede credenciada das operadoras
e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos
beneficiários dos planos odontológicos", e
para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de
Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico
e controle de qualidade dos serviços odontológicos
podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista
e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação
do credenciado com a operadora de planos odontológicos".
A novidade
nesta edição é que, embora os
ganhadores anteriores das três últimas edições
não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas
recém formados, com o registro profissional, e que tenham
participado na categoria de estudantes, nas edições
anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva
modalidade.
Na modalidade
cirurgiões-dentistas o prêmio é de
R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu.
Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$
8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o
trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um
professor orientador, o docente receberá como homenagem
uma menção honrosa e a participação
na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia
cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também
receberá um troféu.
As inscrições para a 10ª edição,
com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão
ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento
completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível
no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação
acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira
Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em
local a ser divulgado. Mais informações poderão
ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br
ou pelo telefone (11) 3289-7299.
O
Prêmio
Sinog de Odontologia
Idealizado
com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas,
seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio
Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes
a cada nova edição.