18-02-11

 

Leia nesta edição:

- PMDB mostra fatura por fidelidade a mínimo: cargos em bancos e estatais

- CNS ficará sob comando de Padilha- Plano pode unir saúde e previdência

- ANS acelera criação de plano que une assistência médica e previdência privada

- Médicos pressionam, mas Anvisa não cede

- Os cinco desafios do SUS

- Pulseiras para indicar gravidade dos doentes

- Qualidade de vida na sola do tênis

- ANS divulga balanço sobre adaptação de contratos

- Ministro preside primeira reunião do Conselho Nacional de Saúde

- Nardi conduz o processo eleitoral que nomeia Padilha como novo presidente do CNS

- Anvisa aprova cinco novos medicamentos genéricos

Sexta-feira, 18.02.11

O Estado de São Paulo

PMDB mostra fatura por fidelidade a mínimo: cargos em bancos e estatais

Por João Domingos e Eugênia Lopes

Partido, que não teve nenhuma dissidência na votação do salário mínimo de R$ 545, aprovado na madrugada de ontem na Câmara, quer garantir diretorias na Caixa e no Banco do Brasil e ganhar postos de comando na Funasa, Petrobrás, Furnas e Itaipu

A fidelidade de toda a bancada do PMDB à presidente Dilma Rousseff na aprovação do salário mínimo de R$ 545 pela Câmara teve um preço. O partido voltou a cobrar a nomeação de afilhados da legenda no segundo escalão do governo, principalmente aqueles que já estavam pré negociados, mas foram adiados pela presidente até a eleição dos presidentes da Câmara e do Senado e da votação do salário mínimo. O alvo prioritário do PMDB, agora, são os bancos oficiais.A presidente Dilma Rousseff e o ministro Antonio Palocci (Casa Civil) foram lembrados que o PMDB aguarda a nomeação do ex-ministro Geddel Vieira Lima (Integração Nacional) ou do ex-governador José Maranhão (Paraíba) para a diretoria de Governo e Loterias da Caixa Econômica Federal (CEF).

De acordo com informações de bastidores do governo, Palocci respondeu aos peemedebistas dizendo que o pleito será atendido nos próximos dias. Bastam alguns ajustes com a presidente, até porque o PMDB chega a ter até três candidatos para um único cargo, como é o caso dessa diretoria da Caixa.

O PMDB do Paraná corre por fora e tenta emplacar o nome do ex-deputado Rocha Loures (PR) para a mesma diretoria, de Loterias. Loures foi candidato a vice na chapa de Osmar Dias (PDT), derrotado pelo tucano Beto Richa na disputa pelo governo do Estado. Dias deve assumir uma diretoria da Itaipu Binacional.

Ele chegou a lutar pela presidência da binacional, mas Dilma decidiu manter o atual presidente, Jorge Samek. Osmar Dias deu o azar de ser do PDT, que saiu chamuscado da votação do mínimo por ser o partido da base com o maior número de dissidentes.

A diretoria de Governo do Banco do Brasil está prometida para o ex-governador Orlando Pessuti (PR), que atendeu aos apelos da então candidata Dilma Rousseff e não disputou à reeleição, deixando a vaga para Dias.

Funasa. Em outra frente, o partido insiste na indicação de Ruy Gomide para a presidência da Fundação Nacional da Saúde (Funasa).

Para a Petrobrás o PMDB tem dois pedidos: a manutenção de Jorge Luiz Zelada para a diretoria Internacional e de Paulo Roberto da Costa para a diretoria de Abastecimento.

No pacote de reivindicações entregue ao governo, o PMDB incluiu o nome do ex-deputado mineiro Marcos Lima para uma diretoria de Furnas. Lima, que é afilhado dos deputados Newton Cardoso e Leonardo Quintão, foi ao plenário da Câmara na quarta-feira e ajudou pessoalmente no convencimento de parlamentares do PMDB a votar pelo mínimo de R$ 545.

O PMDB mineiro quer ainda a nomeação de Sérgio Dâmaso diretor-geral do Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM). Ele é o superintendente do órgão em Minas.

O líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), que na votação do mínimo chegou a antecipar em discurso a fidelidade dos 77 deputados - e depois confessou que o fez com um frio na barriga -, pode ter garantido a manutenção de Elias Fernandes na diretoria-geral do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). Mas o PSB ainda quer tomar a direção da autarquia do PMDB.

Entre os peemedebistas, o comentário ontem na Câmara era de que a decisão do partido de votar 100% na proposta de R$ 545 fez parte de uma operação para fortalecer Henrique Alves. Nas últimas semanas ele havia trombado com Dilma pela defesa que fez dos cargos do segundo escalão para o PMDB. Ainda de acordo com peemedebistas, a votação serviu de recado à presidente. Da mesma forma que votaram a favor de um projeto, os 77 deputados podem votar contra, caso fiquem descontentes.

O Tempo

CNS ficará sob comando de Padilha

Brasília. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, foi escolhido ontem presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS), que é a principal instância de controle do Sistema Único de Saúde.

Padilha passa a ter maior poder em sua área, já que o presidente do CNS é responsável por coordenar o diálogo entre o Ministério da Saúde com demais órgãos dos governos federal e estaduais.

Também ontem, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, nomeou Murilo Marques Barboza para a Secretaria de Produtos de Defesa.

O Estado de São Paulo

Plano pode unir saúde e previdência

A Agência Nacional de Saúde Suplementar promete finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano que une assistência médica e previdência privada. A idéia é acumular parte do valor da mensalidade em um fundo de capitalização individual, que ajudaria a custear os gastos com saúde após o segurado completar 60 anos.

O Estado de São Paulo

ANS acelera criação de plano que une assistência médica e previdência privada

Por Karina Toledo

Pela proposta, parte do valor da mensalidade seria acumulada em um fundo de capitalização individual, que custearia os gastos com saúde após os 60 anos; tema, debatido há anos, foi incluído na agenda regulatória da agência e se tornou prioridade

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promete finalizar ainda neste semestre o desenho de um novo tipo de plano que une assistência médica e previdência privada. A ideia é acumular parte do valor da mensalidade em um fundo de capitalização individual, que ajudaria a custear os gastos com saúde após os 60 anos, quando a necessidade de assistência aumenta e a renda, normalmente, diminui.

O projeto vem sendo debatido há alguns anos pelas empresas do setor. Agora o tema foi incluído na Agenda Regulatória da agência - uma espécie de plano de gestão - e se tornou prioridade. "Nos preocupa a sustentabilidade da saúde suplementar. O número de idosos, que hoje representam 10% da população e 25% dos gastos com saúde, deve triplicar até 2050", diz Mauricio Ceschin, presidente da ANS.

Segundo ele, o sistema atual - em que o valor da mensalidade cresce em função da faixa etária - não é uma boa resposta para a mudança demográfica em curso no País. "Criar um plano de previdência privada atrelado a um plano de saúde é uma das alternativas que estamos estudando."

O produto seria oferecido por meio de parceria entre uma operadora de saúde e uma instituição financeira que trabalhe com planos do tipo Vida Gerador de Benefício Livre (VGBL), que permite acumular recursos por um prazo contratado. O resgate do dinheiro - hoje sujeito ao imposto de renda a uma alíquota mínima de 10% e máxima de 27,5% - seria totalmente isento de tributação caso fosse usado com despesas médicas ou para o pagamento de um plano de saúde.

A renúncia fiscal é justamente o maior obstáculo para que a ideia entre em prática ainda neste ano, pois depende do sinal verde da Receita Federal e dos Ministérios da Saúde e da Fazenda. Mas Ceschin diz ser possível lançar o produto sem mudança na legislação: "O VGBL já existe. O que precisamos é construir uma visão conjunta entre as áreas da saúde e da previdência".

A ANS conta com apoio dos representantes desses setores. Na última semana, a Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (Fenaprevi) e a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde) entregaram suas contribuições para a proposta. A Superintendência de Seguros Privados (Susep) deu seu aval.

Ressalvas. Carlos Suslik, professor de Gestão de Saúde do Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper), considera a ideia boa, mas faz ressalvas. "É uma aposta para daqui a 20 anos. As empresas têm de ser robustas e o governo terá de dar guarida para não deixar os beneficiários desamparados caso elas quebrem", diz. Além disso, continua, não será fácil estabelecer o preço justo para cobrir gastos atuais e futuros.

Suslik defende que seja mantida a ótica mutualista do sistema atual, em que todos pagam para que uns usem mais o sistema e outros menos, de modo que haja diluição do risco. "Há duas possibilidades: uma é o beneficiário e sua família terem o direito de ficar com o dinheiro acumulado e gerenciá-lo como quiser. Se acabar, problema dele. Na outra, em vez de ficar com o dinheiro, ele permanece com o plano de saúde. Se morrer aos 61 anos, foi um mau negócio, mas, se viver até os 120, terá sido um ótimo negócio. Saúde é algo imprevisível."

Embora não considere a solução ideal para o financiamento da saúde, o consultor financeiro Mauro Calil diz que a proposta é melhor que o sistema atual. Já a advogada Rosana Chiavassa, especializada no tema, acha temerário esse modelo num país "com histórico de falta de seriedade na gestão de fundos de capitalização".

Correio Braziliense

Médicos pressionam, mas Anvisa não cede

Especialistas dizemque proibição de mais três remédios para emagrecer vai retirar todas as possibilidades de tratamento com uso de medicamentos. Agência mantémposição de que efeitos negativos não compensam os positivos e descarta abrir exceções

Por Ana Elisa Santana / Débora Álvares

Diante da possibilidade de a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) retirar do mercado brasileiro a sibutramina, um dos inibidores de apetites mais usados no país, além de outros três remédios para emagrecimento chamados anorexígenos anfetamínicos (anfepramona, femproporex e mazindol), médicos se veem sem alternativas para o tratamento da obesidade com uso de medicamentos. "Não existe nenhum outro com essas propriedades", afirma Ricardo Meirelles, presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia (Sbem).

Estudo da Anvisa concluiu que os medicamentos têm eficácia desproporcional em relação aos problemas que podem causar, como dependência, arritmias cardíacas e aumento da pressão arterial e pulmonar. Uma audiência pública do órgão vai propor, na próxima quarta-feira, o cancelamento do registro desses inibidores. O único remédio que fica à disposição dos pacientes é, segundo os especialistas, o orlistate, que dificulta a absorção de gordura pelo organismo, reduzindo o valor calórico do que é ingerido. O uso dele, no entanto, pode causar problemas aos pacientes se não for usado em conjunto com os inibidores. "Se a pessoa comer mais do que o normal, o intestino passa a funcionar de maneira excessiva e provoca uma diarreia intensa. O inibidor ajuda a educar o paciente para que ele não coma muito", explica Ricardo Meirelles.

Controle

O médico Márcio Bontempo, da Associação Brasileira de Nutrologia (Aban), costuma receitar a seus pacientes remédios fitoterápicos - produzidos com produtos naturais -, mas também acredita que a proibição dos inibidores convencionais pode ser um prejuízo. Segundo o nutrólogo, a suspensão tende a criar aumento de doenças relacionadas à obesidade, como a diabetes tipo 2 e problemas de coluna, além de aumentar a procura pela cirurgia bariátrica - de redução de estômago -, "que tem mortalidade de 2%", diz. Para ele, o ideal seria tornar ainda mais rigososa a fiscalização da venda. "Se conseguíssemos ter um controle médico maior, seria interessante manter pelo menos a anfepramona", acredita. O Brasil não tem remédios com o mesmo princípio ativo dos que serão questionados na audiência da próxima semana, segundo Maria Eugênia Cury, chefe do Núcleo de Investigação em Vigilância Sanitária da Anvisa. No entanto, o estudo do órgão descarta a possibilidade de se abrir exceções: "Em nenhum deles se encontrou mais benefícios do que o outro, a ponto de poder ser liberado", diz.

Os fitoterápicos até são uma opção para o tratamento da obesidade, como defende o nutrólogo Márcio Bontempo. No entanto, ele mesmo ressalta, será preciso ter mais paciência para perder peso, já que os efeitos não são imediatos como os dos anorexígenos anfetamínicos. Mas os resultados tendem a ser mais duradouros depois que a medicação é suspensa. "O processo é feito em um prazo maior. Eles não são excitantes do nervoso central e não criam dependência. Anfetamínicos podem criar", explica.

O consenso entre os profissionais de saúde está no uso associado desses inibidores de apetite com a reeducação alimentar e a prática de atividades físicas. "A gente usa como auxiliar para modificar os hábitos, e não como uma solução em si", defende Ricardo Meirelles. Ele afirma que o problema está no desejo de soluções urgentes, que provocam o uso de maneira inadequada.

A falta da combinação recomendada pelos médicos faz com que a empresária Camila dos Santos Quilici tenha de conviver com o temido efeito sanfona. Aos 22 anos, ela já recorreu à sibutramina pelo menos três vezes para emagrecer, sempre com o acompanhamento de endocrinologista. "Cheguei a perder entre 6kg e 7kg em um mês, mas engordei tudo de novo", lamenta. Hoje, além de ter recuperado o peso, aumentou mais 5kg, e deseja recorrer a métodos ainda mais agressivos. "Queria fazer redução de estômago, mas os exames não apontam a taxa de IMC (índice de massa corpórea) necessária."

Correio Braziliense

Os cinco desafios do SUS

Por Marcus Pertana, Deputado Federal (PSB-MG), ex-secretário de Saúde de Minas Gerais

A consolidação nos últimos 22 anos do Sistema Único de Saúde, com sua generosa proposta de acesso universal e integral de qualidade, é das mais importantes heranças da Constituição de 88. Avançamos, mas estamos a léguas de distância do sistema público de saúde dos sonhos. A saúde no Brasil é melhor que há 20 anos, mas são inúmeros os pontos de estrangulamento.

Nesse ciclo que se abre com a posse da nova presidente da República, do Congresso, de governadores e assembleias legislativas, é preciso colocar como tarefa central o ataque aos obstáculos que inviabilizam avanços nas políticas públicas de saúde. Cinco são os desafios, adiante indentificados.

Mudança do modelo de atenção: somos presididos pela lógica hospitalocêntrica. A oferta dos serviços se apresenta à população de forma desarticulada. O objetivo deve ser a construção de redes de assistência integral coordenadas por uma atenção primária à saúde extremamente qualificada. É fundamental que hospitais, UPAs, centros de especialidades, centros de diagnóstico, formem um todo articulado, orquestrado pela estratégia de saúde da família cada vez mais fortalecida. Experiências implementadas em Minas Gerais, como o Canal Minas Saúde, o Programa de Educação Permanente, o Plano Diretor da Atenção Primária e a Rede de Urgência e Emergência oferecem boa pista sobre os caminhos a serem percorridos. Sem investirmos na prevenção, promoção da saúde e atenção primária de qualidade para enfrentar o predomínio das doenças crônicas, ficaremos enxugando gelo na porta de hospitais e UPAs.

Mudança do modelo de financiamento. Impossível garantir o direito constitucional de acesso integral e universal ao sistema de saúde com pouco mais de R$ 700 para habitantes/ano de investimento. A comparação a outros países com sistemas semelhantes e com saúde complementar (um plano com cobertura próxima ao que propõe o SUS custaria em média R$5 mil/ano) evidencia forte subfinanciamento. Não há mágica. O SUS precisa de muito mais dinheiro. O gargalo é financeiro. Há resistência à criação de impostos. A carga tributária é pesada. Cabe ao governo federal e ao Congresso descobrirem alternativas de rearranjo orçamentário para viabilizar o aumento de investimentos na saúde.

3) Mudança no modelo de gestão. O dinheiro é curto, mas é possível fazer mais e melhor no uso de cada real. Profissionalizar a gestão, incorporar modernas ferramentas de gerenciamento, evitar duplicação de meios, clarear o pacto federativo setorial, inovar nas estruturas, introduzir ganhos de escala, permitirá avanços a partir do aumento da produtividade dos recursos. Construção de modernos sistemas de regulação, introdução do cartão SUS e do prontuário eletrônico, racionalização da estrutura de serviços hospitalares fragmentada em uma rede pulverizada e com ineficiências podem produzir resultados. Também a quebra de preconceitos e a adoção de estruturas gerenciais flexíveis (OSs, OSCIPs, fundações públicas de direito privado) contribuirão para melhorar o desempenho do sistema.

Mudança do modelo de incorporação tecnológica. Diariamente são descobertos medicamentos, novas linhas terapêuticas e sofisticados equipamentos hospitalares. São avanços importantes, mas caros. Sem a preocupação de restringir o acesso, mas conscientes de que não podemos ter postura passiva e ingênua diante de tão poderoso mercado, o SUS precisa solidificar forte regulação sobre a introdução de novas tecnologias. O caminho poderia ser a criação de agência específica para tratar do assunto. Teríamos impacto positivo, atenuando a judicialização da saúde.

5) Mudança do modelo de organização do mercado de trabalho. Aspecto complexo, em que a capacidade de indução dos gestores tem limites claros, mas precisa avançar. Como estimular jovens médicos a se especializarem em saúde da família, pediatria, clínica geral e geriatria? Como fixar profissionais na Amazônia, no Nordeste, no Jequitinhonha? Como lidar com a realidade das cidades que, pobres e distantes, pagam altos salários e ainda assim não conseguem atrair médicos? Essa discussão precisa ser aprofundada.

Todas as pesquisas apontam a saúde como prioridade um da população. "O SUS não é um problema sem solução, é uma solução com problemas". Cabe a todos que têm responsabilidade com a construção da cidadania se debruçar sobre essa agenda de desafios e garantir avanços para que a chama da reforma sanitária de 88 não se apague.

Zero Hora

Pulseiras para indicar gravidade dos doentes

TRIAGEM COLORIDA Emergência do Conceição testa novo modelo que sinaliza o quadro de saúde de pacientes Desde segunda-feira, o Grupo Hospitalar Conceição (GHC) testa um novo modelo de triagem no Hospital Conceição. Ontem, os pacientes que aguardavam atendimento portavam pulseiras coloridas, cuja cor indica a gravidade do caso e mostra que muitos poderiam ser recebidos em postos de saúde, e não no hospital.

A quantidade de pulseiras verdes e azuis nos braços dos pacientes comprovou o dado apresentado ontem no lançamento oficial do sistema. As cores identificam situações sem urgência ou de pouca urgência. Amarelo, laranja e vermelho são, em ordem, as que significam maior gravidade. Contabilizando o total de azuis e verdes, a conclusão foi de que metade dos pacientes poderia ter o diagnóstico feito em postos de saúde.

Segundo o GHC, a média de atendimentos diária na emergência varia entre 800 e mil pacientes. Só na manhã de ontem, eram 130 pessoas doentes em um espaço destinado a 50 leitos.

O novo modelo, conhecido como Protocolo de Manchester, está sendo testado em pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). A triagem feita por um médico ou um enfermeiro aponta o grau de risco do doente, que não será mais atendido pela ordem de chegada mas pela gravidade da enfermidade. Seguindo um questionário, os pacientes recebem pulseiras coloridas. Em pé, com uma pulseira verde no pulso, a cabeleireira Magali Cardoso, 58 anos, esperava atendimento na emergência há mais de 12 horas.

Eu cheguei ontem à noite, me receberam muito bem, me deram esta pulseira, mas ainda não fui atendida.

Já o cobrador de ônibus Nelson Luiz Evangelista, 36 anos, passou pela triagem com uma pulseira amarela. Ele aprovou o novo sistema: Antes, demorava um monte.

Diretor técnico do GHC, Alexandre Britto salientou que a melhora será gradual, já que os casos menos urgentes não deixarão de ser atendidos. O Hospital São Lucas da PUCRS utiliza o sistema desde janeiro de 2010. De acordo com a direção do hospital, o protocolo ajudou a organizar o atendimento, mas não reduziu o número de pacientes atendidos da emergência.

O Globo

Qualidade de vida na sola do tênis

Empresas investem em grupos de corrida para seus funcionários e conseguem melhoria de resultados

Por Ivo Gonzalez / Iúri Totti

A Organização Mundial da Saúde adverte: investir US$1 na saúde dos funcionários faz bem à empresa, pois evita-se que outros US$3,20 sejam gastos no tratamento de doenças que levem à ausência deles no trabalho. Pensando nisso, muitas companhias estão criando grupos de corrida para incentivar os empregados a sair do sedentarismo, ganhar qualidade de vida e, por consequência, melhorar a produtividade.

Com uma das maiores equipes de corrida do Rio, com 502 funcionários inscritos e fila de espera, Furnas tem conseguido alcançar seus objetivos.

Além dos benefícios à saúde, como combate à hipertensão, hiperglicemia e obesidade, a corrida integra as pessoas, democratizando as relações, e quebra hierarquias - diz o professor Wilson Neiva Milan Caldas, responsável pelo programa de qualidade de vida de Furnas há 18 anos. - Essas iniciativas são ferramentas de incentivo à saúde, com as quais conseguimos motivar o funcionário, dando-lhe satisfação e comprometimento.

Para Maurício Goldenstein, psicólogo organizacional e diretor da Training X, a empresa que oferece programas de qualidade de vida, como grupos de corrida para funcionários, ganha muito:

Ao criar esses benefícios, a companhia mostra que seus funcionários não são descartáveis e que existe uma preocupação com a saúde deles. Quanto mais preparados fisica e psicologicamente, mais produtivos eles serão. Isso gera comprometimento das duas partes. Um funcionário mais produtivo leva a empresa a ter melhores resultados.

Ulysses Astolpho Júnior, médico especializado em medicina do trabalho e responsável pelo grupo de corrida da Rio de Janeiro Refrescos - fabricante da Coca-Cola no Rio e no Espírito Santo e que tem em sua unidade de Jacarepaguá uma pista para seus funcionários treinarem -, vê pontos positivos na iniciativa.

Pesquisas indicam que um funcionário sedentário chega a faltar ao trabalho cerca de 30% a mais que um ativo, por causa de doenças relacionadas ao sedentarismo. Para uma empresa, isso corresponde a uma despesa a mais. Se o funcionário é corredor ou caminhante, por exemplo, ele passa a ser mais saudável, com maior ânimo para trabalhar. Nos Estados Unidos, há empresas que preferem contratar pessoas que pratiquem alguma atividade física por conta da produtividade - afirma Ulysses, que corre há cinco anos e tem nos 10km sua distância preferida. - Nosso grupo de corrida começou em 2006 com 30 pessoas. Hoje, já são 90, com alguns treinando na fábrica e outros, perto de casa.

Segundo João Paulo Póvoa, diretor-técnico da Integra/Run & Fun, que cuida do treinamento dos funcionários da Rio de Janeiro Refrescos e de outras quatro companhias, normalmente as empresas determinam o número de vagas que serão oferecidas aos funcionários nos grupos de corrida e contratam assessorias esportivas especializadas. Em muitos casos, a participação dos empregados é custeada quase totalmente pela empresa, que, ao dar o incentivo, exige dedicação dos funcionários aos treinos e que eles traçem metas a serem alcançadas nas corridas.

As assessorias dão toda orientação ao grupo, fazendo planilhas individuais de treinos, que são preparativos para as provas - comenta João Paulo.

Para Cássio Mazzorato de Sá, coordenador do programa Amil Qualidade de Vida, mais de mil pessoas dos escritórios do Rio, São Paulo, Campinas, Brasília e Curitiba estão participando do Mova-se, que tem atividades de corrida e caminhada:

A ideia é conseguir reduzir efetivamente o percentual de sedentários na empresa, além de promover a integração entre os colaboradores.

Para Alexandre Maximiliano, da Start Assessoria Esportiva, que atende a oito empresas, com esses grupos de corrida, as firmas reduzem os índices de absenteísmo, de acidentes de trabalho e de afastamentos por doença; aumentam a produtividade; e promovem a integração dos trabalhadores.

“Uma das grandes vantagens desses programas é o aumento da autoestima dos funcionários. Há casos de empregados que saíram do sedentarismo e, com treinamento planejado, já conseguiram correr até uma maratona”, diz Alexandre, acrescentando que todas as pessoas envolvidas passam por avaliações periódicas para saber como estão de saúde.

Luciano Melhado é um exemplo de funcionário que se beneficiou do programa de qualidade de vida da Unilever.

“Tinha aversão a academias e não me exercitava com regularidade. Depois que entrei para o programa da empresa, estou mais disciplinado. Além dos objetivos profissionais, tenho metas pessoais. Alcancei o meu primeiro objetivo, que foi correr os 5km na última São Sebastião”, conta Luciano, coordenador do serviço ao cliente, que já emagreceu 8kg desde agosto do ano passado, quando ingressou no programa, com orientação de João Paulo. “Vou perder ainda mais peso, pois já tracei minha meta para 2012, que é correr os 10km da São Sebastião.”

A indústria química e farmacêutica Merck criou seu grupo em outubro de 2010 e aproveitou uma área externa de sua unidade em Jacarepaguá para fazer uma pista para seus funcionários correrem, supervisionados por um profissional da Start.

“Lançamos este grupo, e a resposta dos funcionários foi muito boa. Os resultados já podem ser percebidos na produtividade das pessoas”, afirma Plínio Moreira de Castro Filho, responsável pela coordenação de medicina ocupacional da Merck, que tem 60 corredores no Rio.

Saúde Business Web

ANS divulga balanço sobre adaptação de contratos

Expert fala em seu último post sobre as vantagens para os beneficiários que adaptarem seus planos

No começo deste mês, a ANS disponibilizou em seu portal o resultado do balanço da Consulta Pública sobre a adaptação de contratos. O objetivo da Agência ao abrir a consulta foi incentivar beneficiários de planos contratados antes da Lei nº 9.656/98, migrarem seus planos para terem segurança e as garantias da regulamentação após a lei.

Segundo post do expert Henrique Shinomata, das contribuições enviadas à ANS, os beneficiários foram responsáveis por 3%, já as operadoras foram 75% do total das sugestões enviadas. Com relação aos temas, as contribuições de carência ficaram com 126, seguidos do percentual de ajuste com 112 e migração/adaptação individualizada por beneficiário que ficou com 100.

Quinta-feira, 17.02.11

Ministério da Saúde / Portal Saúde

Ministro preside primeira reunião do Conselho Nacional de Saúde

Conselheiros de todo o país debateram a participação social no governo brasileiro e aprovaram o regimento da 14ª Conferência Nacional de Saúde

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, presidiu nesta quinta-feira (17) a primeira reunião do Conselho Nacional de Saúde (CNS) depois de ser eleito presidente da entidade. A participação social no governo brasileiro foi um dos temas de debate no dia de hoje nesta 218ª Reunião Ordinária do CNS. Para discutir o assunto, estiveram presentes o diretor de Participação Social da Secretaria Geral da Presidência da República, Pedro Pontual, e o técnico em pesquisa e planejamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), Roberto Pires.

A área da saúde, para Pontual, serviu de inspiração no controle social e tem um papel importante na continuidade desse legado. O setor sob sua responsabilidade dialoga com os diversos Conselhos Nacionais. As ações têm o objetivo de fortalecer os canais e instrumentos de participação do cidadão como, por exemplo, conferências, conselhos e ouvidorias, e na ampliação do diálogo com os movimentos sociais e suas pautas.

Pedro Pontual ressaltou a determinação da presidenta da República, Dilma Rousseff, de transformar a participação social em um método de governo, presente em todas as suas políticas, programas e ações. A criação de novos instrumentos que incluam o cidadão nas políticas públicas brasileiras foi outra ação por ele destacada.

Já Roberto Pires lembrou que o Ipea desenvolve estudos para a criação de metodologias e avaliação. Segundo ele, está em curso um projeto de pesquisa para acompanhar o trabalho nos Conselhos Nacionais, entre eles o Conselho Nacional de Saúde. O que se pretende é fazer um mapeamento para entender o conjunto de Conselhos e seu papel de democratização.

Os conselheiros ainda aprovaram a necessidade de criação de um fórum de conselhos para discutir políticas públicas e a inclusão na pauta do CNS de um debate sobre o Sistema de Indicadores de Percepção Social (SIPS), além do regimento da 14ª Conferência Nacional de Saúde.

O ministro da Saúde foi eleito presidente do CNS na última terça-feira (16). O presidente do CNS é responsável por coordenar a mesa diretora e dialogar com o Ministério da Saúde e demais órgãos do governo para o cumprimento das decisões. Ele e os oito integrantes da mesa diretora são escolhidos pelo plenário para um mandato de um ano.

“Nós precisamos reconstruir uma grande aliança da sociedade com o SUS. É aquilo que vocês falam: ‘O SUS é de todos’, ‘Todos usam o SUS’. E, inclusive, mostrar nesse processo de aliança onde o SUS está presente na atividade de cada um. E eu acredito que a décima quarta Conferência Nacional de Saúde e o papel que o Conselho tem nela são decisivos na construção dessa aliança”, afirmou o ministro, ao ser eleito presidente do CNS.

CONASEMS

Nardi conduz o processo eleitoral que nomeia Padilha como novo presidente do CNS

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha foi eleito por aclamação a presidente do Conselho Nacional de Saúde (CNS) na tarde desta quarta-feira, 16. Também foram escolhidos, por votação, os demais membros da mesa diretora do órgão – composta por oito integrantes. O CNS é a principal instância de controle social do Sistema Único de Saúde (SUS) e reúne representantes de usuários, trabalhadores, gestores e prestadores de serviço.

Na composição da mesa diretora foram nomeados o ministro Alexandre Padilha e a Beatriz Dobashi (Conass) representando os gestores; Ruth Bitencourt (Conselho Federal de Serviço Social – CFES) e Francisco Junior Batista (Central Única dos Trabalhadores - CNTSS/CUT), representando os trabalhadores; Jurema Werneck (Articulação de Organizações de Mulheres Negras Brasileiras – AMN), José Marcos de Oliveira (Movimento Nacional de Luta Contra a Aids), Clóvis Adalberto Boufler (Conferência Nacional dos Bispos do Brasil – CNBB) e Maria do Socorro de Souza (Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura – CONTA) representando o seguimento dos usuários.

O segmento dos usuários lançou oito candidatos para quatro vagas. Houve, portanto, a necessidade de uma eleição, conduzida pelo presidente do Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems), Antônio Carlos Nardi, que na ocasião ocupava o lugar de presidente da Comissão Eleitoral. A urna foi aberta às 18h10minh, total 48 conselheiros votaram.

Em seguida a divulgação dos nomes, a Presidência e Mesa Diretora foram empossadas. Em seu primeiro discurso como presidente do Conselho, Padilha destacou que a sua principal função frente à CNS é "estabelecer consenso e apresentar os temas discutidos dentro do colegiado aos usuários do SUS para uma maior aproximação com a sociedade". Segundo o ministro, o tema prioritário será o acesso à rede pública de saúde – assunto colocado como uma "obsessão" da sua gestão no Ministério da Saúde.

Padilha apontou ainda como temas para serem discutidos no Conselho, o fortalecimento do controle social, a construção de um documento orientador para a 14ª Conferência Nacional de Saúde e o programa Saúde Não Tem Preço – que, em janeiro, determinou a oferta gratuita de medicamentos para hipertensão e diabetes no Programa Farmácia Popular do Brasil.

O presidente do CNS é responsável por coordenar a mesa diretora e dialogar com o Ministério da Saúde e demais órgãos do governo para o cumprimento das decisões. Ele e os oito integrantes da mesa diretora são escolhidos pelo plenário para um mandato de um ano.

Histórico - As eleições dos membros da mesa diretora do CNS começaram em 2007. Antes disso, a pessoa que ocupava o cargo de ministro da Saúde assumia automaticamente a presidência do Conselho Nacional de Saúde. O último processo eleitoral do Conselho Nacional de Saúde foi realizado em 25 de novembro de 2009, quando foram eleitas as entidades para compor o CNS. Quem deixa o cargo hoje é o Francisco Batista Júnior, que foi o primeiro presidente eleito e que há quatro anos esteve à frente do colegiado.

Agência Brasil

Anvisa aprova cinco novos medicamentos genéricos

Por Carolina Pimentel

Brasília – A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou a entrada de cinco novos medicamentos genéricos no mercado.

Os genéricos aprovados foram a dacarbazina, usada contra o câncer; a entacapona, utilizada no tratamento do mal de Parkinson; a rosuvastina cálcica, para diminuir o colesterol; a quetiapina, prescrita em casos de esquizofrenia e o tenofovir, contra aids e hepatite B.

Com a liberação da agência reguladora, o Ministério da Saúde anunciou a produção de 9 milhões de comprimidos do genérico do tenofovir, fabricados pela Fundação Ezequiel Dias (Funed). O primeiro lote deve ser produzido a partir do próximo mês. Cerca de 64 mil pessoas com aids usam o medicamento no país. O ministério prevê ainda uma economia de R$ 80 milhões por ano.

Os genéricos são mais baratos que os remédios de marca em pelos menos 35%. Eles possuem o mesmo princípio ativo do medicamento de referência, inclusive dose e fórmula farmacêutica.

A Anvisa informou que a autorização atende à política de priorizar o registro de medicamentos que ainda não têm genérico ou apontados como prioridade pelo Ministério da Saúde. Nos últimos nove anos, a agência reguladora autorizou, em média, 300 registros de genéricos por ano.

AGENDA

- AssPreviSite

Um debate sobre o contexto dos planos em 2011

Encontro sobre o cenário 2011 da Saúde Suplementar

1º de Março - 13:30 às 17:30 h.

Auditório do Instituto Metrus - São Paulo - SP

Como será 2011 para a Saúde Suplementar?

Quais os tons que irão compor este cenário?

Qual a visão da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS sobre o cenário?

O AssPreviSite promoverá na tarde do dia 1º de março, em São Paulo, um encontro de dirigentes, gestores e profissionais da área de Saúde Suplementar para um debate e avaliação do cenário 2011, destacando os temas das recentes das consultas públicas da ANS, seus desdobramentos e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais atores do sistema. Outro foco da reunião é a amplitude e implicações da Agenda Regulatória do órgão. A reunião busca esclarecer alguns dos tópicos destes dois componentes e de outros aspectos que estão na pauta do dia a dia do Sistema de Saúde Suplementar de nosso país.

Destacamos alguns componentes deste cenário e que serão objeto do nosso encontro:

Variáveis constantes em consultas públicas:

- Alteração de contratos antigos;

- Prazos máximos de Atendimento;

- Disponibilidade de prestadores de serviços;

- Transporte para prestador noutro município;

- Reembolso integral dos custos dos beneficiários;

- Outros...

Contexto da Agenda Regulatória da ANS:

- Financiamento do Setor;

- Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;

- Modelo de Pagamento a Prestadores;

- Assistência Farmacêutica;

- Incentivo a Concorrência;

- Garantia de Acesso a Informação;

- Contratos Antigos;

- Assistência ao Idoso;

- Integração com o SUS.

Outros aspectos componentes do cenário:

- Composição da Diretoria da ANS;

- Programa de Qualificação em Saúde Suplementar;

- Programa de Acreditação das Operadoras;

- Portabilidade de planos;

- Regulamentação de artigos da Lei 9656/98

- Propostas de mudanças na Legislação;

- Ressarcimento ao SUS;

- Atuação do Judiciário...

Assim, para abordar esta temática de extrema importância para o ano de 2011 e a dinâmica e contextualização que se pode esperar para a gestão dos planos de saúde, convidamos dirigentes da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS para expor o entendimento e a visão destas instituições sobre este cenário. Também foram convidados destacados e experientes advogados, especialistas do segmento, para apresentar suas considerações sob a ótica jurídica.

O Encontro, que tem o apoio do Instituo METRUS e o patrocínio do Grupo BEM, será no dia 1º de março, das 13:30 às 17:30 h, no Auditório do METRUS, na Alameda Santos, 1827 - 1º andar, na região da Avenida Paulista, em São Paulo. A taxa de adesão é de R$ 200,00 (duzentos reais). Informações e inscrições podem ser solicitadas através do e-mail assprevisite2@terra.com.br

- LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO SINOG DE ODONTOLOGIA

Sinog premiará dentistas e estudantes de odontologia

Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos concorrentes até 15 de abril de 2011

O Sinog - Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba de lançar a 10ª edição do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação e fidelização da rede credenciada das operadoras e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos beneficiários dos planos odontológicos", e para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico e controle de qualidade dos serviços odontológicos podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação do credenciado com a operadora de planos odontológicos".

A novidade nesta edição é que, embora os ganhadores anteriores das três últimas edições não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas recém formados, com o registro profissional, e que tenham participado na categoria de estudantes, nas edições anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva modalidade.

Na modalidade cirurgiões-dentistas o prêmio é de R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu. Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$ 8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um professor orientador, o docente receberá como homenagem uma menção honrosa e a participação na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também receberá um troféu.

As inscrições para a 10ª edição, com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em local a ser divulgado. Mais informações poderão ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br ou pelo telefone (11) 3289-7299.

O Prêmio Sinog de Odontologia

Idealizado com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas, seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes a cada nova edição.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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