Leia
nesta edição:
- ANS: Informativo
Extraordinário
- Brasília,
16 de maio de 2011
- Portabilidade:
Entenda as mudanças da ANS
- Déficit do Governo no setor de remédios
triplica
- Frente
em defesa dos profissionais da Saúde se reúne
nesta tarde
- CAE aprova
projeto que cria sistema unificado de assistência
social
Quarta-feira, 18.05.11
ANS
Informativo
Extraordinário - Brasília,
16 de maio de 2011
Regimes
Especiais – Esclarecimento
Em relação à matéria publicada na
edição desta sexta-feira, 13/5/2011, no jornal
O Estado de São Paulo, assinada pela repórter Lígia
Formenti, a Agência Nacional de Saúde Suplementar
- ANS esclarece que:
1. A ANS
não faz empréstimo ou oferece “socorro
ou resgate financeiro” às operadoras de planos de
saúde em qualquer situação. O que ocorre
de fato e de direito é o adiantamento de recursos para
custeio de honorários de condutores de regimes especiais
e despesas de liquidação consideradas imprescindíveis
e inadiáveis, quando as operadoras não tiverem
condições financeiras de arcar com tais despesas.
Os adiantamentos realizados pela ANS são classificados
orçamentariamente na conta contábil “empréstimos
para liquidação extrajudicial de operadoras”.
Trata-se de nomenclatura atribuída pelo Plano de Contas
da União a ser seguido por todos os órgãos
federais. Tais recursos pertencem à esfera fiscal de categoria
econômica específica denominada inversões
financeiras e integram o orçamento do Ministério
da Fazenda, sendo executados pela ANS sob supervisão deste
ministério.
2. A ANS
tem a obrigação legal instituída
pela Lei 9.656/98 de promover o saneamento do mercado de saúde
suplementar, sempre que as operadoras de planos de saúde
apresentarem desequilíbrio administrativo, econômico-financeiro
e/ou assistencial que coloque em risco a continuidade do atendimento à saúde
de seus beneficiários. Para a realização
dessa obrigação legal é instituído
o regime especial chamado de direção fiscal, quando
um agente público é nomeado para fazer o diagnóstico
da situação econômico-financeira da operadora,
bem como o acompanhamento de eventual proposta de saneamento
apresentada pela mesma. A operadora terá o ônus
de remunerar o agente público indicado pela ANS, conforme
determinado pela legislação em vigor. Dependendo
da gravidade da situação econômico-financeira
da operadora, esta poderá não suportar tal ônus,
já que o regime tem a vigência estabelecida em lei
de 365 dias. Neste caso, a Lei 9.961/2000 e a RN 109 prevêem
que a ANS poderá promover este pagamento, o que aconteceu
em cerca de 30% dos casos instituídos até hoje
em regimes especiais, em valor equivalente ao do cargo em comissão
de Gerência Executiva, nível III.
3. Em casos
de regime especial, a Agência efetua o pagamento
da remuneração diretamente ao agente público
designado para o processo de direção fiscal e somente
durante o período de sua vigência.
4. Com a
adoção e acompanhamento dos regimes fiscais,
a ANS evita que milhões de beneficiários de planos
de saúde fiquem sem a devida assistência.
5. O ressarcimento
dos valores adiantados pela ANS aos agentes públicos é feito pela operadora em regime de direção
fiscal, acrescido de juros e correção monetária.
Quando este valor não é ressarcido, a ANS inscreve
a operadora em dívida ativa para cobrança em juízo,
mediante execução fiscal.
6. Quanto à idoneidade dos agentes públicos designados
pela ANS, são requeridas previamente certidões
de cunho fiscal e de ações cíveis e criminais,
além da comprovação da devida habilitação
profissional para o exercício da função.
7. Todos
estes documentos do caso em questão (direção
fiscal de 11/6/2009 a 11/5/2010), bem como os valores referentes à atuação
da ANS nos regimes especiais, foram devidamente apresentados
ao jornal O Estado de São Paulo. Os valores despendidos
nos regimes especiais para o saneamento do mercado de saúde
suplementar podem ser consultados através do Portal Transparência.
Para outras
informações,
consulte www.ans.gov.br
Saúde
Business Web
Portabilidade:
Entenda as mudanças da ANS
Por Henrique Oti Shinomata
Na sexta-feira
(06.05) a Agência Nacional da Saúde
Suplementar (ANS) divulgou no Diário Oficial da União
a Resolução Normativa nº 252, na qual define
as regras para ampliação de portabilidade e carências
para os contratos de planos coletivos por adesão e individuais.
Resolvi abordar esse assunto no blog para explicar como funcionarão
essas mudanças, que beneficiarão principalmente
os consumidores, já que terão direito a mudar de
plano de saúde sem necessidade de cumprir novos prazos
de carência.
A nova norma
permite que os 9 milhões de consumidores
com planos contratados antes de janeiro de 1999, não regulamentados
pela ANS, migrem de planos mantendo o direito ao rol de coberturas
mínimas exigido pela Agência. Os planos já regulamentados
já possuíam direito ao benefício, a diferença é que
agora a operadora deve apresentar a nova proposta, já com
o ajuste, do valor devido à ampliação das
coberturas. O que ocorria anteriormente é que o valor
pago pelo usuário era alto.
Vale ressaltar,
que a RN 252 mantém a equivalência
dos planos, ou seja, o usuário não pode migrar
de um plano inferior para o superior, sendo uma forma de evitar
a seleção adversa para as operadoras de saúde.
Outro ponto importante da resolução, é a
eliminação da abrangência geográfica,
operadoras com cobertura regional poderão englobar usuários
de um plano com abrangência nacional. Além disso,
os consumidores com planos coletivos por adesão, ou seja,
aqueles contratados por pessoa jurídica de caráter
profissional, classista ou setorial, como: como conselhos profissionais
e entidades de classe terão direito a portabilidade.
Apesar de
a resolução oferecer aos beneficiários
oportunidades de escolha, o consumidor verá que, na prática,
as opções de portabilidade estão muito restritas
a um pequeno leque de opções e haverá pouca
diferença de produtos e serviços. Isso porque,
a saúde suplementar está vivendo um momento em
que as grandes operadoras estão dando preferência
apenas para comercialização dos planos empresariais,
que inclusive não estão sob a resolução.
A resolução passa a valer a partir do dia 03 de
agosto deste ano e é resultado de uma Consulta Pública,
promovida pela ANS entre os meses de outubro e novembro de 2010,
com o objetivo de incentivar as pessoas a fazerem críticas
e sugestões sobre o tema. Por isso, algo que sempre busco
provocar com a publicação dos meus artigos é o
interesse da população por essas consultas públicas
que acabam por resultar em melhorias, pois é uma forma
do beneficiário expor sua opinião sobre os produtos.
A nova lei
de portabilidade abrange apenas os contratos individuais, familiares
e coletivos
por adesão, que são aqueles
que já são fortemente regulados pela ANS e, portanto,
com inúmeras restrições de ações
que tentem regular o equilíbrio entre os gastos e a receita
da operadora. Assim, para as operadoras, a norma pode ser uma
grande oportunidade de se “livrar” do segurado de
alta sinistralidade (que gasta muito e paga pouco). A dúvida é se
as operadoras irão iniciar um processo para fomentar a
insatisfação do cliente e, portanto, provocar a
sua evasão para outra operadora, através da demora
no atendimento, dificuldade para a resolução de
problemas, aumento burocracias para liberação de
exames e procedimentos, entre outros.
Saúde
Business Web
Déficit do Governo no setor de remédios
triplica
Embora os
programas de governo tenham estimulado a produção
nacional, o País continua dependente da importação
de remédios
Ainda que
o governo tenha adotado políticas de incentivo
ao setor industrial para estimular a produção farmacêutica
nacional e ameaçado quebrar patentes, o déficit
comercial da área de saúde com remédios
e equipamentos triplicou nos oito anos de governo do ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva, atingindo US$ 10 bilhões.
No intuito de reverter esta situação, o governo
de Dilma Rousseff prepara medidas que deverão proteger
a indústria nacional da concorrência estrangeira.
As informações são jornal Estado de S. Paulo.
Os dados
do déficit são do presidente da Fiocruz,
Paulo Gadelha, que nesta semana participa da Assembleia Mundial
da Saúde, em Genebra, na Suíça. Segundo
a publicação, ele admitiu que, embora os programas
de governo tenham estimulado a produção nacional,
o País continua dependente da importação
de remédios. E afirmou que só em medicamentos o
déficit está em torno de US$ 8 bilhões e
vem crescendo.
Gadelha atribui
parte do problema da explosão do déficit à valorização
do real frente ao dólar. Outra explicação é o
aumento do consumo de remédios no Brasil e uma demanda
por um grupo maior de pessoas. Os esforços de produção,
segundo ele, não seguiram o mesmo ritmo.
A emancipação da produção nacional
de medicamentos foi uma das bandeiras defendidas pelo governo
Lula e deve seguir na agenda da presidente Dilma. Para meados
do ano, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, promete
a publicação de uma nova lei permitindo que licitações
públicas deem vantagens para produtos de alta tecnologia
fabricados no País, em detrimento de concorrentes estrangeiros.
Padilha admite
que o déficit é ainda um problema.
Mas cita os programas de apoio do governo como parte da solução.
E diz que o País tem políticas específicas,
como parcerias público-privadas, contratos. Além
disso, diz que foi aprovada uma lei que permite usar licitação
pública para estimular a produção nacional.
A ideia é de que, mesmo que o produto nacional seja 25%
mais caro que o estrangeiro, ele tenha certos benefícios
na concorrência.
Regras
Na Organização Mundial do Comércio (OMC),
entidades como os Estados Unidos questionaram as políticas
de incentivo do Brasil, insinuanbdo que talvez pudessem violar
as regras internacionais.
Por anos
o País trabalhou para ter acesso aos remédios
que mais pesam na balança comercial do governo. Chegou
a quebrar patentes de algumas empresas para produzir versões
genéricas locais, que custam 35% menos, em média.
Padilha cita
a criação de um novo mecanismo para
celerar o registro de remédios genéricos, o que
permietiu uma alta de 73% na certificação desses
remédios, no primeiro trimestre em 2011, em comparação
ao mesmo período de 2010.
De acordo
com um relatório divulgado recentemente pela
OMS, no entanto, mostra que o governo gasta menos da metade da
méda mundial em saúde. em 2008, 6% do orçamento
ncional ia para a saúde. No mundo a média é 13%.
Terça-feira,
17.05.11
Agência Câmara de Notícias
Frente
em defesa dos profissionais da Saúde se reúne
nesta tarde
A Frente
Parlamentar em Defesa dos Profissionais da Saúde
se reunirá hoje para discutir a elaboração
de um documento a ser entregue ao presidente da Câmara,
Marco Maia, a fim de que sejam colocadas na Ordem do Dia propostas
de interesse dos profissionais da área.
Entre as
matérias consideradas prioritárias pelo
grupo estão o piso salarial para médicos e dentistas,
a redução da jornada de trabalho dos enfermeiros
(PL 2295/00) e a regulamentação da Emenda 29 (PLP
306/08).
A reunião será às 17h30, no plenário
10.
Íntegra
da proposta:
PL-2295/2000
PLP-306/2008
Agência
Senado
CAE
aprova projeto que cria sistema unificado de assistência
social
Por
Gorette Brandão
A Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) aprovou
nesta terça-feira (17) projeto do governo que institui
o Sistema Único de Assistência Social (Suas), com
participação da União, dos estados e dos
municípios. A proposta (PLC 189/10), que passou na Câmara
dos Deputados no fim de 2010, altera a Lei 8.742/93, conhecida
como Lei de Organização da Assistência Social
(Loas), que passará a tratar do Suas.
As inovações são apoiadas por segmentos
que defendem novos conceitos para a assistência social
no país e inspiradas no modelo do Sistema Único
de Saúde (SUS). O texto prevê formato descentralizado
de prestação da assistência social, com gestão
compartilhada entre entes federativos e conselhos de assistência
social, além das entidades e organizações
de assistência social, sob a coordenação
nacional do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome.
Pelo texto,
que seguirá agora para exame na Comissão
de Assuntos Sociais (CAS), o objetivo do SUAS é garantir
proteção à família, à maternidade, à infância, à adolescência
e à velhice. Tanto entidades de assistência públicas
quanto privadas vão atuar no âmbito do sistema,
para prestar ações socioassistenciais em bases
territoriais. Ou seja, a assistência e serviços
devem ser organizados para chegar perto da população.
O projeto
está voltado ainda para o controle social,
o monitoramento e a avaliação da política
de assistência social. Além disso, faz ajustes específicos
na Loas, para definir benefícios eventuais e o critério
de acesso ao chamado Benefício de Prestação
Continuada (BAP). Também regulamenta o funcionamento dos
conselhos de assistência social, que terão recursos
para assessoramento técnico.
Financiamento
A União deverá cofinanciar o aprimoramento da
gestão, os serviços, programas e projetos de assistência
social em âmbito nacional. Pelo texto que veio da Câmara,
isso seria feito por meio de "transferência automática
e obrigatória" aos demais entes. No entanto, emenda
apresentada à CAE pelo líder do governo, Romero
Jucá (PMDB-RR), suprimiu a palavra "obrigatória".
A alteração foi justificada como um simples ajuste
de redação. O relator, senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA),
disse que não se oporia a acatar a sugestão caso
fosse considerada apenas uma emenda de redação,
sem afetar o conteúdo. Do contrário, o projeto
teria de retornar à Câmara e demorar muito mais
para virar lei.
Estabilidade
Em parte,
o projeto consolida em forma de lei regras de atuação
na assistência sociais já adotadas pelo Poder Executivo
por meio de decretos, portarias ou resoluções.
A intenção é garantir estabilidade aos mecanismos
que vêm sendo aplicados, entre eles o chamado Serviço
de Proteção e Atendimento Especializado às
Famílias e Indivíduos (Paefi), já cofinanciado
pelo Ministério do Desenvolvimento Social.
O senador
Luiz Henrique da Silveira (PMDB-SC) lembrou que foi o relator,
na Câmara, do projeto que instituiu o SUS, na
sua avaliação um "grande avanço" na área
da saúde. Ele disse esperar que o Suas siga trajetória
semelhante. Gleisi Hoffmann (PT-PR) disse que a matéria é um
passo importante para políticas públicas de grande
alcance.
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- Negociação dos Serviços de Saúde
Unidas / AssPreviSite
16 e 17 de junho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado
de saúde para atuarem com consciência de seu papel
e sua importância enquanto agentes do processo negocial;
Apresentar noções básicas da negociação
em geral e seus conceitos, princípios e elementos; Apresentar
o processo de negociação em seus aspectos subjetivos
e formais; Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação
com paralisação dos serviços; Esclarecer
a participação da ANS, do Poder Judiciário,
Ministério Público, PROCON e CADE no processo de
negociação dos serviços de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda através do site www.cbacred.org.br