Leia
nesta edição:
- Universidade
de Taiwan cria aparelho para detectar câncer
em 12 minutos
- Planalto
ignora trégua com PMDB e mexe no 2º escalão
- Veja medidas
tomadas para evitar surtos de doenças
após catástrofe no Rio
- CGU aprova
prestação
de contas da ANS
- Acreditação chega aos hospitais universitários
- Honorário em procedimento neurocirúrgico será revisado
- Anvisa suspende o uso de medicamentos
- FENAM divulga
piso salarial dos médicos para 2011
- OMS alerta
sobre impacto da crise financeira nos fundos para saúde
- Proposta
cria política
nacional de acesso a medicamentos
Quarta-feira, 19.01.11
Portal
IG / Último
Segundo
Universidade
de Taiwan cria aparelho para detectar câncer
em 12 minutos
O VensorNTU
utiliza uma tecnologia eletrônica de detecção
de anticorpos e pode ser usado pelas pessoas em suas casas
A Universidade
Nacional de Taiwan criou um aparelho portátil,
chamado de VensorNTU, capaz de detectar câncer e infecções
virais em apenas 12 minutos, informou nesta quarta-feira a "Agência
Central de Notícias".
Durante um
ano de testes, o dispositivo mostrou grande exatidão
e sensibilidade na detecção do câncer cervical,
de fígado e de pulmão, e de vários tipos
de infecções por vírus, detalhou à agência
o decano da Faculdade de Medicina da UNT, Yang Pan-chyr.
O novo dispositivo
utiliza uma tecnologia eletrônica de
detecção de anticorpos e pode ser usado pelas pessoas
em suas casas. "No futuro, este aparelho será tão
comum como é hoje o telefone celular", disse Yang.
A universidade transferiu a tecnologia do VensorNTU ao setor
privado taiuanês para sua comercialização.
Portal
IG / Último
Segundo
Planalto
ignora trégua com PMDB e mexe no 2º escalão
Boa
parte dessas nomeações atende aos ministérios
comandados pelo PT, como Comunicações e Saúde
A ordem da
presidenta Dilma Rousseff para que fossem suspensas as nomeações para o segundo escalão até fevereiro
- uma forma de evitar novas brigas entre o PT e o PMDB por causa
do domínio dos cargos - não virou lei nem dentro
do Palácio do Planalto. Todos os dias o Diário
Oficial da União (DOU) traz novas nomeações
para esses cargos, assinadas por uma única pessoa: o ministro
Antonio Palocci, da Casa Civil, que despacha em um gabinete no
quarto andar do Palácio. Do dia 5, quando passou a valer
a ordem de Dilma Rousseff, até ontem, Palocci assinou
208 nomeações e exonerações para
cargos do segundo escalão, o que dá uma média
de 23 por dia.
De acordo
com levantamento feito pelo jornal O Estado de S. Paulo, boa
parte dessas nomeações atende aos ministérios
comandados pelo PT, como Comunicações e Saúde,
que já foram do PMDB e agora se transformaram no ponto
principal da discórdia dos dois partidos que comandam
o Poder Executivo. Nesse período, a caneta de Palocci
manteve-se ativa. Ele nomeou Swedenberger do Nascimento Barbosa
para o cargo de secretário adjunto da Secretaria Geral
da Presidência. Berger, como Swedenberger é conhecido, é um
antigo militante do PT do Distrito Federal (DF). Também
assinou o ato que levou o petista Cleberson Carneiro Zavaski
para a Secretaria Executiva do Ministério da Pesca.
Zavaski manteve
um blog durante a campanha eleitoral, em que fazia análise sobre o desempenho da candidata Dilma Rousseff.
Para a assessoria do ministro Fernando Pimentel (Indústria
e Comércio), Palocci nomeou outro petista, Eduardo Lucas
Silva Serrano e também para um cargo de assessoria do
Ministério das Relações Institucionais,
Duncan Frank Semple, outro petista histórico.
Origem
Foi por causa
das nomeações do petista Helvécio
Miranda Magalhães Jr. para a Secretaria de Atenção à Saúde
(SAS), do Ministério da Saúde, e de Mário
Moysés para a presidência da Embratur que o PMDB
ameaçou ir à guerra contra o PT. Para pôr
Helvécio Miranda na SAS, o PT desalojou de lá Alberto
Beltrame, um protegido do PMDB. Essa secretaria conta com R$
45 bilhões para gastar este ano, principalmente em repasses
para o Sistema Único de Saúde (SUS). Trata-se de
uma poderosa máquina geradora de votos para o partido
que a comanda, pois o SUS está presente em todo o País.
O PMDB acusou
Palocci de traição. Henrique Alves
bateu boca com o novo ministro da Saúde, Alexandre Padilha.
Foi quando as relações entre os dois partidos entraram
na fase crítica que levou a presidente Dilma a anunciar
a suspensão das nomeações - o que acabou
ficando só nas intenções. As informações
são do jornal O Estado de S. Paulo.
Folha
de São
Paulo
Veja
medidas tomadas para evitar surtos de doenças após
catástrofe no Rio
Em Nova Friburgo,
uma das cidades mais afetadas pela tragédia,
as autoridades redobram os esforços para evitar surtos
de vômitos, diarreias e outras doenças gastrointestinais,
já que muitas localidades permanecem sem abastecimento
de água potável.
Quase uma
semana após os deslizamentos e enchentes que
causaram mais de 650 mortes na Região Serrana do Rio de
Janeiro, a busca por desaparecidos divide espaço com o
cuidado dos sobreviventes.
De acordo
com a secretária da Saúde de Nova Friburgo,
Jamila Calil Salim Ribeiro, por enquanto o principal trabalho é de
orientação.
"Algumas famílias estão fervendo a água
da chuva para eliminar os microorganismos, mas isso não
funciona. É fundamental consumir apenas água potável
ou então água mineral. Há uma grande doação
de água mineral", ela disse em entrevista à Agência
Efe.
ANS
CGU
aprova prestação
de contas da ANS
A Controladoria
Geral da União (CGU) disponibilizou em
seu sítio eletrônico o Relatório de Auditoria,
Certificado e Parecer do Dirigente de Controle Interno referente
ao Processo de Prestação de Contas do exercício
de 2009 da Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS).
Todos os
documentos encontram-se disponíveis no link:
www.cgu.gov.br/relatorios/ra244034
Saúde
Business Web
Acreditação chega aos hospitais universitários
Antes restrito a um seleto grupo de hospitais, a acreditação
hospitalar vem conquistando mais adeptos a cada ano. Por conta
da nova lei de filantropia (lei n° 12.101, publicada no Diário
Oficial da União em 30 de novembro de 2009), é crescente
o número de hospitais universitários que recebem
investimentos de instituições para iniciarem seus
processos de Acreditação. Atualmente, são
16 projetos filantrópicos em andamento, totalizando um
investimento de R$ 250 milhões por ano. A escolha dos
beneficiados é feita pelo Ministério da Saúde,
de acordo com a necessidade de melhoria da instituição.
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA),
representante exclusivo da Joint Commission International (JCI)
no Brasil, foi convidado a participar desse projeto pelas mantenedoras.
Hoje, são cinco os hospitais universitários em
preparação para o processo de Acreditação
e mais dois em fase final de assinatura de contratos para iniciar
o processo.
Coordenador
de Educação e Relações
Institucionais do CBA, Heleno Costa Junior considera todas as
parcerias um grande feito, tanto para a instituição
mantenedora, como para o hospital beneficiado. “Esse é um
clássico exemplo de parceria público-privada de
sucesso”, afirma.
Com a missão principal de formar profissionais da área
de saúde, os hospitais universitários têm
um processo de Acreditação um pouco diferente da
rede privada.
CFM
/ Saúde
Business Web
Honorário em procedimento neurocirúrgico será revisado
O
secretário de Assistência à Saúde
do Ministério, Helvécio Magalhães, vai rever
os valores de embolização em casos de AVC
O secretário de Assistência à Saúde
do Ministério da Saúde, Helvécio Magalhães,
assumiu o compromisso de rever as mudanças nos valores
de honorários médicos no procedimento neurológico
de embolização em casos de Acidente Vascular Cerebral
(AVC), previstos na Portaria 694, de 16 de dezembro de 2010.
Em reunião com representantes da Sociedade Brasileira
de Neurocirurgia (SBN) e com o presidente da Federação
Nacional dos Médicos, Cid Carvalhaes, o secretário
foi informado de que a portaria necessitava de ajustes. Detectou-se
que esse procedimento estava sendo suspenso e deixando a população
desassistida, devido aos valores estabelecidos pela portaria.
"O secretário e seus assessores acharam que a proposta
de revisão é consistente, firme, e que podemos
aguardar a revisão. Mais uma vez, ficou claro que a anuência
da Fenam para tratativas de honorários médicos é de
fundamental importância", apontou o presidente da
Fenam.
"A portaria feita no fim do governo tinha detalhes que
não eram bons para os neurocirurgiões e para a
população neurocirúrgica, que foi a diminuição
do procedimento endovascular, uma forma de tratamento dos aneurismas
intracranianos", completou o presidente da SBN, José Marcus
Rotta.
Durante a
reunião, o secretário Helvécio
Magalhães afirmou que vai acatar as reivindicações. "É uma
preocupação da Sociedade e da Fenam e o Ministério
vai acatar. Há ainda uma discussão em andamento
sobre os valores do procedimento e do serviço profissional
e nós concordamos, vamos apresentar ao ministro que devemos
voltar à condição anterior e em 90 dias
estudaremos a condição definitiva desse caso, a
bem dos usuários do Sistema Único de Saúde
(SUS) e das boas práticas médicas", ressaltou
o secretário.
O Ministério fará um estudo de economia de saúde
na área de ciência e tecnologia, de preços
de mercado e de custos de efetividade. De acordo com o secretário,
o valor economizado será destinado aos médicos
que realizarem o procedimento. "A redução
que certamente acontecerá nos valores será transferida;
o que economizarmos no material por um preço justo de
mercado irá para o trabalho médico. O procedimento
do valor total para o Ministério da Saúde será o
mesmo, mas com maior componente no trabalho médico, que é sempre
uma prioridade e cada vez mais será uma prioridade no
governo do ministro Padilha", destacou Helvécio Magalhães.
No fim da
reunião, o presidente da SBN ficou satisfeito
com a postura do secretário. "Vimos que a gestão
atual está interessada na saúde da população
e nos procedimentos médicos", elogiou José Marcus
Rotta.
Portal
ESaúde
Brasil
Anvisa suspende o uso de medicamentos
Por Taciane Silva / Anvisa
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) publicou, nesta terça-feira (18/1), no Diário
Oficial da União, a suspensão do lote nº 1051749
do produto Solução de Cloreto de Potássio
10% e 19,1%, válido até 01/12/2012,.
O produto é fabricado pela empresa Equiplex Indústria
Farmacêutica LTDA., de Aparecida de Goiânia (GO),
e apresentou desvio de rotualgem.
Já o medicamento Balcor (Cloridrato de Diltiazem), nas
concentrações de 30 e 60mg (comprimidos de liberação
mediata) e de 90, 120 e 180 mg (cápsulas com grânulos
de liberação retardada), fabricado pelo Laboratório
Baldacci S/A, de São Paulo (SP), foi suspenso por indeferimento
da renovação do registro na Anvisa.
A suspensão é uma medida definitiva e tem validade
imediata após a divulgação no Diário
Oficial da União (DOU). As pessoas que já tiverem
adquirido algum produto dos lotes suspensos devem interromper
o uso.
Terça-feira,
18.01.11
FENAM
FENAM
divulga piso salarial dos médicos para 2011
Por Denise Teixeira
É de R$ 9.188,22 o piso salarial dos médicos em
2011, para uma jornada de 20 horas semanais de trabalho. O valor,
que passou a vigorar em primeiro de janeiro, é resultado
da atualização monetária pelo Índice
Nacional de Preços ao Consumidor - (INPC), do Departamento
Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos
- (DIEESE), cujo índice acumulado em 2010 foi de 6,91%.
O piso salarial
dos médicos serve como referência
e é parâmetro para orientar as reivindicações
da categoria em dissídios, convenções, acordos
coletivos de trabalho e demais negociações.
O presidente
da FENAM, Cid Carvalhaes, falou sobre o assunto com a jornalista
Denise
Teixeira para a Rádio FENAM Ouça
O
Estado de São
Paulo
OMS
alerta sobre impacto da crise financeira nos fundos para
saúde
Diretora
da organização expressou preocupação
pelo impacto da economia nos progressos e inovações
na luta contra doenças
GENEBRA -
Várias organizações de saúde
de alcance mundial sofreram grandes reduções em
seus fundos, o que põe em risco os avanços na luta
contra doenças como a pólio, a aids e a malária,
afirmou a diretora geral da Organização Mundial
da Saúde (OMS), Margaret Chan.
A diretora
alertou que, além de sua própria instituição,
outras como o Fundo Mundial contra a aids, a Malária e
a Tuberculose e a Aliança Gavi, entidade internacional
dedicada à imunização, também tiveram
redução nos seus orçamentos.
Ao inaugurar
em Genebra o Conselho Executivo da OMS, órgão
constituído por 34 países, Chan expressou sua preocupação
pelo impacto da economia internacional nos progressos e inovações
na luta contra doenças como a meningite, a tuberculose
e a aids.
"Os mosquiteiros (impregnados de inseticida para prevenir
a malária) devem ser substituídos, o tratamento
com antiretrovirais (para tratar a aids) deve ser bem administrado,
o diagnóstico e o tratamento da tuberculose devem ser
intensificados e cada bebê deve ser protegido através
da vacinação", disse a responsável
da OMS.
Após reforçar a necessidade de persistir na luta
contra essas e outras doenças, Chan reconheceu que a epidemia
da gripe A, entre 2009 e 2010, criou uma situação
de desconfiança na opinião pública sobre
as vacinas.
Os laboratórios desenvolveram em um tempo recorde uma
vacina contra o vírus AH1N1, o que gerou medo na população
e em grande parte de países.
No entanto,
agora "o problema da desconfiança pública
vai além das vacinas contra a gripe", reconheceu.
Chan sustentou
que essa é uma tendência que é preciso
ser contornada porque "a percepção pública
sobre a segurança de uma vacina pode ficar permanentemente
alterada por temores sem fundamento".
Agência Câmara
Proposta
cria política
nacional de acesso a medicamentos
Por Rodrigo Bittar / Pierre Triboli
A Câmara analisa o Projeto de Lei 8044/10, do Senado,
que institui a Política Nacional de Medicamentos, com
o objetivo de assegurar o acesso da população a
medicamentos e promover seu uso racional.
A proposta,
do senador Papaléo Paes (PSDB-AP), estabelece
uma série de diretrizes para essa política. Entre
elas, o uso da Relação Nacional de Medicamentos
Essenciais (Rename) como referência para o direcionamento
da produção farmacêutica; o desenvolvimento
científico e tecnológico do setor; a regulação
sanitária de medicamentos; e a definição
de listas de medicamentos essenciais.
Também faz parte dessas diretrizes a cooperação
entre os gestores do Sistema Único de Saúde (SUS),
nas três esferas de governo, no que diz respeito ao financiamento
e execução de atividades relativas à Política
Nacional de Medicamentos.
Remédios
essenciais
A Rename é uma publicação do Ministério
da Saúde que cita os medicamentos necessários ao
tratamento das doenças que mais atingem a população
brasileira. Segundo o projeto, a Rename deverá ser atualizada
regularmente, em intervalos não superiores a dois anos.
Os medicamentos listados deverão estar continuamente disponíveis.
Protocolos
Pela proposta,
serão estabelecidos protocolos clínicos
para doenças ou agravos à saúde considerados
relevantes em termos de saúde pública. Esses protocolos
deverão conter:
- os critérios utilizados nos diagnósticos;
- o tratamento preconizado, compreendendo medicamentos e demais
produtos apropriados;
- as posologias recomendadas;
- os mecanismos
de controle clínico;
- o acompanhamento
e a verificação dos resultados
terapêuticos.
O texto torna
obrigatória a denominação
genérica dos medicamentos em editais, propostas, contratos
e notas fiscais; nas compras e licitações públicas;
nas prescrições; em embalagens, rótulos,
bulas, prospectos, textos e demais materiais de divulgação
e informação médica.
Desenvolvimento
científico
Segundo o
projeto, a promoção do desenvolvimento
científico e tecnológico na área farmacêutica
deverá priorizar:
- medidas
de apoio ao desenvolvimento de tecnologia de produção
de medicamentos, especialmente os que constam da Rename;
- medidas
de estímulo à produção
nacional dos medicamentos constantes da Rename;
- pesquisas
consideradas estratégicas para a capacitação
e o desenvolvimento tecnológico nacional;
- pesquisas
que busquem o aproveitamento do potencial terapêutico
da flora e da fauna nacionais, com foco na certificação
de suas propriedades medicamentosas;
- revisão das tecnologias de formulação
farmacêutica;
- processo
de revisão permanente da relação
brasileira de medicamentos.
"A criação de uma política de medicamentos é necessária
por conta das dimensões do mercado farmacêutico
brasileiro - um dos cinco maiores do mundo, com vendas que atingem
mais de 10 bilhões de dólares por ano, e que gera
cerca de 50 mil empregos diretos, além de investimentos
globais da ordem de 200 milhões de dólares",
argumenta o senador Papaléo Paes.
Apesar disso,
Paes afirma que a qualidade da assistência
farmacêutica no País é insuficiente e desarticulada. "Observa-se
a falta de prioridades na adoção, pelos prescritores,
de produtos padronizados constantes da Rename; e a irregularidade
no abastecimento de medicamentos, no nível ambulatorial",
comenta.
"Essas situações demonstram a necessidade
da promoção do uso racional de medicamentos, mediante
a reorientação dessas práticas e o desenvolvimento
de um processo educativo dirigido tanto para as equipes de saúde
quanto aos usuários, bem como à segurança,
eficácia e qualidade dos produtos colocados à disposição
da população brasileira", conclui.
Tramitação
O projeto
tramita em caráter conclusivoRito de tramitação
pelo qual o projeto não precisa ser votado pelo Plenário,
apenas pelas comissões designadas para analisá-lo.
O projeto perderá esse caráter em duas situações:
- se houver parecer divergente entre as comissões (rejeição
por uma, aprovação por outra); - se, depois de
aprovado ou rejeitado pelas comissões, houver recurso
contra esse rito assinado por 51 deputados (10% do total). Nos
dois casos, o projeto precisará ser votado pelo Plenário.
e será analisado pelas comissões de Seguridade
Social e Família; e de Constituição e Justiça
e de Cidadania.
JANEIRO / 2011
-
Unidas: Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
24 e 25 de fevereiro de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
DR. LEONARDO
PEREIRA FLORÊNCIO
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos Privados de Saúde, Gestores
Públicos de Saúde, Coordenadores de Programas e
Projetos de Qualidade de Vida, Medicina Preventiva, Promoção
da Saúde. Profissionais auditores, gestores de tecnologia
da informação de organizações de
saúde. Profissionais de saúde que pretendem atuar
em programas de promoção da saúde e qualidade
de vida.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br (Unidas/AssPreviSite)