Leia
nesta edição:
- Subcomissão discute organização
e funcionamento do SUS
- Crescimento
das seguradoras de saúde
- Aumenta
pressão
sobre planos
- ANS: Reajuste
de planos de saúde
- Monitoramente
de pacientes à distância
- Acesso à saúde deve estar no cerne das políticas
públicas, destacam países da iniciativa 'Política
Externa e Saúde Global'
- Padilha
discursa na Assembléia da OMS e defende o acesso à saúde
para erradicar a miséria
- Rio confirma
70 óbitos
por dengue este ano
- Primeiro
antirretroviral genérico produzido no Brasil
já está no mercado
Quinta-feira, 19.05.2011
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão discute organização
e funcionamento do SUS
A Subcomissão Especial do Sistema Único de Saúde
(SUS), criada pela Comissão de Seguridade Social e Família,
se reúne em instantes para discutir a organização
e o funcionamento do SUS.
O encontro é uma reunião de trabalho interna,
que terá a participação de representantes
da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa
do Ministério da Saúde, da Associação
Brasileira de Pós-Graduação em Saúde
Coletiva (Abrasco), do Departamento Nacional de Auditoria do
SUS (Denasus), da Secretaria de Saúde de Sergipe e do
Ministério Público do Ceará.
A reunião da subcomissão será realizada
no plenário 15.
Folha
de São
Paulo
Crescimento
das seguradoras de saúde
Por Maria Crisitina Frias
As seguradoras
brasileiras registraram forte crescimento no segmento de saúde
no primeiro trimestre deste ano.
A Bradesco
Saúde apresentou faturamento de R$ 1,7 bilhão,
com aumento de 54,7% em relação ao mesmo período
do ano passado.
Os prêmios de seguro saúde da SulAmérica
somaram R$ 1,4 bilhão, o que representou um crescimento
de 27,4% em 12 meses.
As duas companhias
atribuem a melhora dos resultados às
linhas de seguros para pequenas e médias empresas, que
apresentaram crescimento superior a 50% em ambos os casos.
A Porto Seguro
Saúde, por sua vez, teve aumento de 25,9%
no valor de seus prêmios, que chegaram a R$ 196,6 milhões
no primeiro trimestre de 2011.
Estado de Minas
Aumenta
pressão
sobre planos
Por Marinella Castro
Belo Horizonte
- A exemplo de médicos e dentistas, clínicas
e profissionais de fisioterapia cobram reajuste dos valores pagos
pelos convênios. Laboratórios também querem
revisão da tabela de serviços
O movimento
nacional dos médicos e dentistas por reajustes
nas tabelas dos convênios de saúde está atingindo
outras categorias. Agora são os fisioterapeutas de Minas
que entram na briga da remuneração. A categoria
está distribuindo uma carta aberta à população,
onde divulga os preços pagos pelos procedimentos. Segundo
as entidades (que reúnem sindicatos e associações
do setor), o valor da sessão, que varia entre R$ 4,20
e R$ 12 por 45 minutos de tratamento, chegou ao limite da defasagem,
e é insuficiente para cobrir os custos das clínicas
de reabilitação. Os terapeutas ocupacionais integram
o manifesto.
Os laboratórios, prestadores de serviço na saúde
suplementar, também estão sendo orientados pelo
Sindicato dos Laboratórios de Patologia e Análises
Clínicas (Sindilab-MG) a buscar revisão imediata
dos contratos. Segundo o sindicato, desde 2003 não há reajuste
na tabela de serviços e alguns procedimentos chegam a
acumular defasagem de 100%.
Em Minas,
são 17 mil fisioterapeutas trabalhando em instituições
de reabilitação. Segundo o presidente do Sindicato
dos Fisioterapeutas e Terapeutas Ocupacionais de Minas Gerais
(Sinfito-MG), Bruno Fukino, levantamento realizado com clínicas
do estado revelou que grande parte do setor trabalha no vermelho. “Muitas
empresas estão à beira de fechar as portas, acumulando
passivos”, emenda Isidro Alvarez Alvarez, administrador
de uma clínica de reabilitação com quatro
unidades em BH e região metropolitana.
Segundo o
empresário, que também é consultor
no segmento, o atendimento a algumas operadoras já está sendo
suspenso devido ao baixo valor da remuneração,
o que reduz as opções para o consumidor. “Cerca
de 90% dos usuários das clínicas são de
convênios. De forma alguma queremos suspender o atendimento,
mas com a atual remuneração, o colapso é iminente.” De
acordo com ele, a cada 10 negócios que abrem no estado,
sete fecham as portas ou mudam de atividade, voltando-se para
estética ou pilates.
A questão já chegou à Assembleia Legislativa.
O deputado Délio Malheiros, que recebeu a carta dos profissionais,
afirmou que o conflito vai ser debatido em audiência pública,
proposta pelas comissões do Consumidor e Saúde,
com participação dos prestadores, operadoras e
Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS). O superintendente
da União Nacional das Instituições de Autogestão
em Saúde em Minas Gerais (Unidas), Anderson Antônio
Mendes, rebate as críticas. Segundo ele, as empresas,
cada uma a seu modo, já revisaram as tabelas. “Um
reajuste maior implicaria em aumento das mensalidades, o que
pesa para o consumidor, que já tem condição
de pagamento apertada.” Ele defende uma reorganização
do sistema, com participação da ANS, que não
interfere na negociação entre operadoras e prestadores
de serviço. “Para haver um reajuste aos profissionais é preciso
haver um rearranjo do sistema e, para isso, todos devem sentar
e discutir em conjunto, na ANS.”
Em sua carta
aberta, as entidades apontam que na fisioterapia, o tratamento
do paciente
pode ser incompleto. “Se um usuário
tem mal de Parkinson e sofreu uma queda, ele deve tratar de um
ou outro problema, os dois não são autorizados”,
diz Isidro Alvarez. Segundo ele, quando o plano é co-participativo
o valor cobrado do usuário chega a ser superior ao da
remuneração do profissional. “Fizemos um
levantamento e o mínimo pago por uma sessão, para
cobrir custos, deveria ser de R$ 19.”
Tânia Hirothi, presidente da Associação
dos Terapeutas Ocupacionais de Minas Gerais (Atomg), que também
assina o manifesto, aponta que no caso da terapia ocupacional,
além da questão da remuneração os
usuários são prejudicados com o número limitado
de sessões por ano. “Muitas vezes, o tratamento
pode levar anos, mas o paciente só tem direito a cerca
de seis sessões a cada 12 meses.”
INSATISFAÇÃO
O diretor
da Associação Mineira de Fisioterapia
(AMF), Rafael Duarte Silva, diz que grande parte dos convênios
não reajustam a tabela há quase 15 anos e, por
isso, as clínicas têm que atender grandes volumes
de pacientes, o que causa insatisfação aos usuários
dos planos. “Nossa intenção é mostrar à população
o que está acontecendo com a fisioterapia, para que o
consumidor possa reclamar com o seu plano de saúde.” Além
do Sinfito, Atomg e AMF, assina o manifesto a Associação
Mineira das Empresas Prestadoras de Serviços de Fisioterapia
(Amefisio).
A reportagem
procurou a Unimed-BH, que preferiu não comentar
o movimento dos fisioterapeutas e laboratórios. A Federação
Nacional da Saúde Suplementar (Fenasaúde) declarou
que não há registro das reivindicações
dos prestadores e a Associação Brasileira de Medicina
de Grupo (Abramge) informou que não faz parte de suas
atribuições discutir remuneração,
o que ocorre entre as operadoras e os prestadores de serviço.
ENTENDA O CASO
>> Em 7 de abril, médicos de todo país realizaram
manifestação nacional suspendendo o atendimento
aos planos de saúde.
>> O objetivo foi protestar contra os valores pagos pelas
consultas, que em Minas sai, em média, por R$ 40.
>> Os profissionais também protestam contra a interferência
dos planos no procedimento médico que, segundo eles, chega
a limitar o número de consultas dos pacientes e pedidos
de exames.
>> Os médicos reivindicam reajuste anual. Segundo
as entidades que representam os profissionais, entre 2000 e 2009
as mensalidades para o consumidor ficaram 133% mais caras. No
mesmo período, o faturamento dos planos cresceu 129% e
o valor médio da consulta médica, 44%.
>> Os dentistas de todo o país também
aderiram ao movimento. Segundo eles, as tabelas chegam a ter
defasagem
de 90% entre o montante pago pelos planos e o valor de mercado
dos procedimentos.
>> Na última semana, medida da Secretaria de Direito
Econômico (SDE), ligada ao Ministério da Justiça,
proíbe os médicos de suspender o atendimento a
usuários de planos de saúde e também às
entidades de classe de coordenarem movimentos como o protesto
nacional, de 7 de abril.
>> Nesta semana, em Minas Gerais, fisioterapeutas e terapeutas
ocupacionais distribuem carta aberta à população,
divulgando o valor pago pelos procedimentos de menor complexidade,
que varia entre R$ 4,20 e R$ 12 por sessão de 45 minutos.
Contratos
fora do padrão da ANS
Os laboratórios do estado também pleiteiam reajustes
no valor pago pelos procedimentos. Segundo Humberto Tibúrcio,
presidente do Sindilab-MG, a maior parte dos contratos estão
fora do padrão da ANS, que estabelece uma periodicidade
para os reajustes assim como a determinação de
um índice. “Esta é uma situação
de extrema preocupação, que pode render multa de
R$ 35 mil pelo descumprimento da normativa”, alerta Tibúrcio.
A orientação do sindicato é que a agência
reguladora seja acionada, caso as empresas não obtenham
sucesso na revisão do modelo contratual. Em Minas, são
cerca de 1,5 mil laboratórios, sendo que cerca de 150
fecharam as portas nos últimos anos.
Segundo o
Sindilab os preços dos procedimentos estão
defasados, o que dificulta a formação de estoques. “Mesmo
sem saber se terão demanda, os laboratórios compram
para sobrar”, afirma Humberto Tibúrcio. De acordo
com ele, o setor não foi beneficiado pelo câmbio,
o que complica a situação. “Quando o dólar
sobe, o repasse nos valores dos produtos que usamos é imediato,
mas quando há desvalorização, os preços
não caem”, justifica.
A Unidas
ressaltou que a negociação está aberta
com os laboratórios.
ANS
ANS:
Reajuste de planos de saúde
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) submeteu
ao Ministério da Fazenda, em 6/04/2011, o índice
máximo que será autorizado às operadoras
de planos de saúde para reajuste dos planos individuais/familiares
novos, ou seja, contratados a partir de 1º de janeiro de
1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98.
Tão logo a Agência receba o aval do Ministério
da Fazenda, será divulgado o percentual a ser aplicado
entre maio/2011 e abril/2012.
As operadoras
que já enviaram suas solicitações à ANS,
que atenderam a todos os requisitos previstos na Resolução
Normativa nº 171/08 e que não tiveram os seus pedidos
indeferidos, devem aguardar a divulgação do índice
no DOU para receber o ofício de autorização
da Agência.
Aquelas que
ainda não encaminharam a solicitação
para autorização do reajuste à ANS, ou que
tiveram pedidos indeferidos, devem cumprir as exigências
estabelecidas no art. 5º da RN nº 171/08 e encaminhar
a solicitação o quanto antes.
A ANS ressalta
que qualquer reajuste por variação
anual de custo aplicado aos planos individuais - sem sua autorização
- sujeita a operadora às penalidades previstas no art.
58 da Resolução Normativa nº 124, de 30/03/06.
As operadoras
podem consultar o Disque-ANS (0800 701 9656) para obter informações sobre o andamento da análise
das solicitações.
InformationWeek
/ Saúde Business Web
Monitoramente
de pacientes à distância
Por Nicole Lewis
Plataforma
de telessaúde Intel-GE Care Innovations Guide
possibilita uma relação interativa entre médicos
e clientes
Care Innovations,
a joint venture da Intel e da GE para a área
de saúde, lançou o Intel-GE Care Innovations Guide,
uma plataforma de telessaúde destinada a melhorar o comportamento
dos pacientes e apoiar as mudanças de estilo de vida saudável
por meio de uma relação interativa entre médicos
e pacientes. Para alcançar esse objetivo, ele usa desktops,
tablets, netbooks, laptops e outros dispositivos móveis.
O Care Innovations
Guide, que ajuda os médicos a monitorar
pacientes e administrar cuidados à distância, está disponível
apenas em dispositivos que usam o sistema operacional Microsoft
Windows 7.
Apesar das
pesquisas mostrarem que as taxas de adoção
de dispositivos móveis da Apple com o iPad e o iPhone
serem altas entre os médicos o outros profissionais de
saúde, funcionários da Care Innovations disseram
que o Guide não pode ser executado nesses dispositivos,
e que escolheram a plataforma Windows 7 por várias razões.
"A plataforma foi escolhida para garantir uma ampla cadeia
de abastecimento, a diversidade de opções de escolha
e uma plataforma gerenciável e segura", disse durante
uma entrevista Aaron Duerksen, gerente geral de gestão
de doenças da Intel-GE Care Innovations.
Entretanto,
funcionários da empresa disseram que estão
observando o mercado de dispositivos móveis enquanto desenvolvem
futuros produtos.
Lynne Dunbrack,
diretor de programa de TI para estratégias
ligadas à saúde do IDC Health Insights, disse que
a falta de disponibilidade do guia em dispositivos da Apple significa
que vários médicos - e pacientes - que possuem
iPhones e iPads não poderão usar o sistema.
Por outro
lado, Dunbrack disse que ainda há muitos dispositivos
que usam o Windows 7.
"Não é inconsequente desenvolver aplicativos
- especialmente aqueles que exigem 510(k) de clareza do mercado
pelo U.S. Food and Drug Administration (FDA) - para múltiplas
plataformas móveis", acrescentou Dunbrack.
Em março, o Care Innovations Guide recebeu 510(k) de
clareza do mercado do FDA e agora está sendo apontado
como uma plataforma que vai abrir uma nova categoria de sistema
de gerenciamento de saúde remota para seus clientes.
O app do
guia funciona com dispositivos de consumidores que tenha uma
entrada de cartão SD e webcam. Além disso,
permite a computadores pessoais, tablets e outros dispositivos,
se conectarem a modelos específicos de dispositivos médicos
periféricos com ou sem fio, incluindo monitores de pressão,
nível de glicose, oxímetro de pulso e escalas de
peso.
Duerksen
também disse que a plataforma oferece um avançado
processo de ramificação lógica que permite
que o paciente tenha interação por conversação
em vez de apenas responder perguntas de pesquisa e, com base
nessa conversa, ele recebe educação multimídia
quando mais precisa. Além disso, recursos de videoconferência
conectam o paciente e o médico em um diálogo cara
a cara.
O app do
guia também se integra com sistemas eletrônicos
de registros médicos e com a infraestrutura de TI existente
na maioria das organizações de saúde.
A Care Innovations
anunciou o primeiro cliente do guia - Virtual Health - que
oferece serviços de saúde e bem-estar
com base em assinaturas e irá implantá-lo para
uma população de idosos e de grávidas de
alto-risco.
Quarta-feira, 18.05.11
Portal
Saúde
Acesso à saúde deve estar no cerne das políticas
públicas, destacam países da iniciativa 'Política
Externa e Saúde Global'
Ministros
ressaltaram que saúde é um estado de
bem-estar físico, mental e social - e não apenas
a ausência de doença ou enfermidade
Os ministros
da saúde dos países que compõem
a iniciativa “Política Externa e Saúde Global” – Brasil,
França, Indonésia, Noruega, Senegal, África
do Sul e Tailândia – defenderam, em reunião
ocorrida durante a 64ª Assembléia Mundial da Saúde,
a importância de que a saúde esteja no centro de
todas as políticas públicas.
Em comunicado
conjunto, os ministros ressaltaram que o acesso a medicamentos é componente essencial do direito fundamental
de todo ser humano ao mais alto padrão possível
de saúde e lembraram que a saúde é um estado
de bem-estar físico, mental e social - e não apenas
a ausência de doença ou enfermidade. Confira abaixo
o comunicado conjunto:
Comunicado Conjunto
Café da manhã dos ministros da Saúde da
iniciativa "Política Externa e Saúde Global" Genebra,
17 de maio de 2011
Os Ministros
da Saúde da Iniciativa “Política
Externa e Saúde Global” (FPGH, sigla em inglês)
- formada por Brasil, França, Indonésia, Noruega,
Senegal, África do Sul e Tailândia - reuniram-se
hoje à margem da 64 ª Assembleia Mundial da Saúde.
Ressaltaram a necessidade de assegurar que a saúde esteja
no cerne de todas as políticas e, neste contexto, destacaram
a ligação estratégica entre saúde
e política externa na agenda internacional.
Os Ministros
referiram-se à Declaração
Ministerial "FPGH: respondendo aos novos desafios e estabelecendo
prioridades para o futuro: a Declaração Ministerial
de Oslo, três anos depois e adiante" emitida pelos
Chanceleres em Nova York (setembro de 2010) e às resoluções
63/33, 64/108 e 65/95 da Assembleia Geral das Nações
Unidas sobre "Saúde Global e Política Externa" como
passos importantes no sentido de assegurar que a política
externa contribua positivamente para objetivos globais da saúde.
Os Ministros
saudaram a recente conclusão do Marco Multilateral
sobre o tema. Consideraram-no exemplo concreto e positivo do
vínculo entre política externa e saúde global.
Os Ministros concordaram em que o Marco Multilateral contribuirá para
uma resposta mais coordenada, abrangente e justa no enfrentamento
de pandemias futuras, conduzindo a um mundo mais saudável
e seguro para todos.
Reconheceram
a importância de se documentar o impacto
das ações de política externa em matéria
de saúde e saudaram o projeto de pesquisa conjunta sobre "Política
externa como parte dos desafios da saúde global",
lançado pelo grupo. Os Ministros expressaram preocupação
com a situação atual da OMS, que requer liderança
firme e corajosa da Diretora-Geral. Manifestaram total empenho
em apoiá-la na implementação de reformas
que permitam à OMS atuar como líder na saúde
global. Os Ministros destacaram a necessidade de os Estados-Membros
analisarem formas e meios para garantir um financiamento adequado
e previsível para a OMS. Concordaram em que o relatório
da Diretora-Geral, intitulado "OMS: reformas para um futuro
saudável", constitui boa base para discussão
e decidiram trabalhar coletivamente no fornecimento de orientações
para um programa de reforma.
Os Ministros
salientaram os resultados positivos da Primeira Conferência Ministerial Global sobre Estilos de Vida Saudáveis
e Controle de Doenças Não Transmissíveis
(Moscou, 28-29/04/2011) com vistas a preparar a “Reunião
de Alto Nível da Assembleia Geral das Nações
Unidas sobre a Prevenção e Controle de Doenças
Não Transmissíveis" (Nova York, 19-20/09/2011).
Concordaram sobre a importância de vincular o resultado
da reunião sobre Doenças Não Transmissíveis
com a Conferência Mundial sobre Determinantes Sociais da
Saúde, que acontecerá no Rio de Janeiro, entre
19 e 21 de outubro de 2011.
Ao lembrar
que o Programa de Ação de Oslo identifica
a resposta ao HIV/AIDS como prioridade, destacaram a importância
da próxima "Cúpula de Alto Nível sobre
HIV/AIDS" (Nova York, junho de 2011), confirmando o compromisso
político e a responsabilidade compartilhada em torno de
uma resposta global continuada. Os Ministros reiteraram que a
luta contra o HIV/AIDS deve ser tratada a partir de uma perspectiva
ampla, que inclua prevenção, tratamento, cuidados
e apoio, bem como promoção e proteção
dos direitos humanos, em especial políticas de combate à discriminação
e à estigmatização. A necessidade de estratégias
de prevenção dirigidas a mulheres e meninas - incluindo
a prevenção da transmissão materno-infantil
e direitos e serviços reprodutivos - foi sublinhada. Reafirmaram
também seu apoio à Estratégia da OMS 2011-2015
para HIV/AIDS.
Além disso, os Ministros manifestaram apreço pela "Estratégia
Global da ONU para a Saúde da Mulher e da Criança” e
apoio ao relatório da ‘Comissão de Informação
e Responsabilidade para Saúde da Mulher e da Criança’.
Reconheceram a importância dos mecanismos de financiamento
inovadores, tais como UNITAID, GAVI e Fundo Global de Combate à AIDS,
tuberculose e malária - cujo 4º. Fórum de
Parceria será realizado em São Paulo (28-30/06/2011).
Os Ministros
reconheceram o crescimento mundial do apoio à cobertura
universal de saúde, como refletido no Relatório
Mundial da Saúde 2010. Saudaram a Conferência Global
sobre Cobertura Universal de Saúde, durante a Conferência
Prêmio Príncipe Mahidol 2012, em Bangkok. Os Ministros
comprometeram-se a continuar defendendo coletivamente a cobertura
universal de saúde nos níveis nacional, regional
e global, destacando sua importância para a obtenção
dos Objetivos de Desenvolvimento do Milênio relacionados à saúde.
Os Ministros
ressaltaram que o acesso a medicamentos é componente
essencial do direito fundamental de todo ser humano ao mais alto
padrão possível de saúde e lembraram que
a saúde é um estado de bem-estar físico,
mental e social - e não apenas a ausência de doença
ou enfermidade.
Finalmente,
os Ministros foram convidados pelo Ministro da Saúde
do Brasil para a "Conferência Mundial sobre Determinantes
Sociais da Saúde" no Rio de Janeiro, de 19 a 21 de
outubro de 2011. Os Ministros saudaram a oportunidade de compartilhar
experiências e conhecimentos técnicos nesta área.
Manifestaram expectativa de que o evento catalise apoio político
para que políticas nacionais tratem dos determinantes
sociais da saúde com vistas a reduzir desigualdades nesta área.
Manifestaram a expectativa de se reunir novamente, juntamente
com os Ministros das Relações Exteriores, à margem
da Conferência no Rio.
Agência Saúde
Padilha
discursa na Assembléia da OMS e defende o acesso à saúde
para erradicar a miséria
Por Camila
Rabelo, da Agência Saúde
Ministro
da Saúde reforça o compromisso brasileiro
com a redução das doenças crônicas
e enfatiza importância da saúde para erradicar a
miséria
Em seu discurso
na 64ª Assembléia Mundial de Saúde
na manhã desta segunda-feira (16), em Genebra, Suíça,
o ministro da Saúde do Brasil, Alexandre Padilha, colocou
o acesso à saúde como um dos pilares do governo
brasileiro para o desenvolvimento do país e a erradicação
da extrema pobreza. Padilha reforçou o compromisso do
Brasil em fortalecer a política de prevenção
e controle das doenças crônicas não transmissíveis,
que atingem com mais vigor as populações pobres
e são responsáveis por 72% dos óbitos no
país.
“Nosso pacto mundial contra as doenças crônicas
não transmissíveis deve incluir, necessariamente,
equidade no acesso a prevenção e a tratamento”,
afirmou Alexandre Padilha, que destacou a experiência brasileira
e mundial na luta contra as doenças negligenciadas. “Não
podemos esquecer as lições aprendidas e inaugurar
uma era de pessoas que sofrem com doenças que dispomos
de conhecimento para enfrentá-las.”
A redução das doenças crônicas, como
hipertensão e diabetes, é o tema central da 64ª Assembléia
Mundial de Saúde. O encontro reúne ministros da
Saúde ou representantes do setor de 193 países,
e segue até o dia 24 de maio.
O ministro
Alexandre Padilha destacou, ainda, a importância
da indústria dos genéricos, que ajudaram a ampliar
o acesso a medicamentos nos países em desenvolvimento;
e a necessidade da adoção de mecanismos intergovernamentais
para o enfrentamento das pandemias de Influenza. Segundo ele,
o reforço da interface entre a política externa
e de saúde global, a exemplo do enfrentamento da pandemia
da influenza A H1N1, é fundamental, mas ainda é preciso
avançar no estabelecimento de ações conjuntas
entre os governos.
DOENÇAS CRÔNICAS – O Brasil será sede
de um importante encontro para o avanço das discussões
para a redução de doenças crônicas,
entre outros problemas de saúde que atingem parcelas mais
pobres ou excluídas da sociedade: a Conferência
Mundial sobre Determinantes Sociais de Saúde, que será realizada
no Rio de Janeiro em outubro.
O Ministério da Saúde do Brasil prepara um plano
para o enfrentamento das doenças crônicas. Neste
ano, já foram implantadas medidas como a oferta gratuita
de medicamentos para tratamento de hipertensão e diabetes
nas farmácias credenciadas ao Aqui Tem Farmácia
Popular e a criação das Academias da Saúde,
que ofertarão infraestrutura para prática de atividades
físicas.
Também nesta frente, foi fechado acordo com as associações
de produtores de alimentos processados para redução
gradual de sódio em 16 categorias de alimentos, começando
pelas massas instantâneas, pães e bisnaguinhas.
Com a medida, o Brasil quer alcançar a meta de consumo
de sal estipulada pela OMS até 2020 – que é de
menos de 5 gramas por dia.
ESTRATÉGIAS GLOBAIS - As DCNTs são responsáveis
por uma série de agravos na população mundial,
como infarto e acidentes vasculares cerebrais. Na Assembléia
Mundial de Saúde, Padilha colocou a troca de experiência
entre os países como uma forma de avançar nas políticas
nacionais e, sobretudo, nas políticas globais. O Brasil,
por exemplo, vive uma epidemia de acidentes com moto e anunciou,
na semana passada, um pacto nacional para redução
de acidentes no trânsito. “O mundo precisa reforçar
a educação no trânsito e melhorar o amparo
das leis”, destacou.
A definição de estratégias globais representou
avanços no Brasil. Segundo o ministro, os Objetivos de
Desenvolvimento do Milênio, traçados pela ONU, ajudaram
na definição de prioridades no país e resultou
em avanços na saúde da mulher e da criança.
De acordo
com o ministro Alexandre Padilha, para que o acesso à saúde
seja universal, é preciso ainda avançar nas discussões
em três importantes esferas: financiamento, incorporação
de tecnologia e acesso a medicamentos. “O Brasil defende
o acesso universal à saúde, e acolhe as diferentes
soluções com o intuito de defender e promover os
sistemas universais de saúde”, disse.
Confira a íntegra do discurso do ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, na Assembleia Mundial da Saúde.
O
Estado de São
Paulo
Rio
confirma 70 óbitos
por dengue este ano
Foram notificados 95.931 casos suspeitos de dengue no Estado
Por Solange
Spigliatti, da Central de Notícias
São Paulo, 18 - Levantamento da Secretaria de Saúde
do Rio de Janeiro divulgado nesta quarta-feira, 18, mostra que
70 pessoas morreram no Estado em consequência da dengue
no período de 2 de janeiro a 14 de maio deste ano.
Foram notificados
também 95.931 casos suspeitos de dengue
no Estado. As mortes ocorreram em Nova Iguaçu (7), Duque
de Caxias (5), Magé (2), Cabo Frio (1), São Gonçalo
(8), Maricá (1), Mesquita (1), Rio de Janeiro (26), São
João do Meriti (4), São José do Vale do
Rio Preto (1), Bom Jesus de Itabapoana (1), Itaocara (2), Itaperuna
(1), Rio das Ostras (2), Barra Mansa (1), Belford Roxo (2), Campos
dos Goytacazes (2), Angra dos Reis (1), Queimados (1), Seropédica(1)
e Barra Mansa (1).
Segundo a
Secretaria, os municípios com epidemia atualmente
no estado são Bom Jesus de Itabapoana, Santo Antonio de
Pádua, Cantagalo, Mangaratiba, Cordeiro, Guapimirim, Seropédica,
Magé, Silva Jardim, Cabo Frio, Macuco, Iguaba Grande,
Quissamã, Rio das Ostras, Angra dos Reis, Mesquita, Vassouras
e Cambuci.
O
Estado de São Paulo / Agência
Brasil
Primeiro
antirretroviral genérico produzido no Brasil
já está no mercado
O genérico do antirretroviral Tenofovir está sendo
produzido pela Fundação Ezequiel Dias, por meio
de parceria público-privada
BRASÍLIA - O primeiro medicamento genérico contra
aids produzido por um laboratório público brasileiro
já está no mercado. O genérico do antirretroviral
Tenofovir está sendo produzido pela Fundação
Ezequiel Dias, por meio de parceria público-privada (PPP),
com o objetivo de reduzir gastos governamentais com medicamentos
considerados estratégicos para o Sistema Único
de Saúde (SUS). As informações são
da Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa).
Atualmente,
cerca de 64 mil pessoas portadoras do vírus
da aids e 1,5 mil diagnosticadas com algum tipo de hepatite fazem
uso do remédio. Com o genérico do Tenofovir, dez
dos 20 antirretrovirais oferecidos pela rede pública são
fabricados no Brasil.
Custos. O
governo calcula que nos próximos cinco anos
a economia com a produção do remédio genérico
será de R$ 440 milhões. Atualmente, a droga é importada
laboratório americano Gilead. O projeto para fabricação
do tenofovir, feito em parceria com a iniciativa privada, foi
apresentado em outubro de 2009.
"Desde aquele anúncio, o preço do remédio
distribuído pelo produtor começou a cair - de R$
6,73 a unidade para R$ 4,02. Até agora, com a redução,
tivemos uma economia de R$ 110 milhões", disse o
diretor do Complexo Industrial e Inovação em Saúde
do Ministério da Saúde, Zich Moyses Filho.
Com o tenofovir,
o Brasil passa a produzir 10 dos 20 medicamentos usados no
coquetel
antiaids. O primeiro lote começará a
ser produzido na semana que vem. A expectativa é de que
a droga esteja disponível para pacientes no fim de março.
A produção será suficiente para atender
toda a demanda nacional.
O tenofovir
estava livre de patente. Essa condição,
no entanto, somente foi conquistada depois que o Instituto de
Tecnologia de Fármacos (Farmanguinhos) e a Associação
Brasileira Interdisciplinar de Aids (Abia) ingressaram com um
processo no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (Inpi)
contestando a solicitação de patente feita pelo
fabricante. Em 2008, depois de o Ministério da Saúde
declarar interesse público da droga, o Inpi apressou a
análise do processo. Poucos meses depois, o pedido foi
indeferido.
O tenofovir é um dos medicamentos mais caros usados no
tratamento de pacientes com aids. Em 2008, sozinho, ele representava
10% dos gastos com remédios do programa nacional. Em 2010,
o Brasil gastou R$ 577,6 milhões na compra de antirretrovirais
importados e R$ 224,9 milhões na fabricação
de nacionais. O preço inicial do tenofovir nacional será de
R$ 4,02.
PARA LEMBRAR
Por
Lígia Formenti, O Estado de São
Paulo
A Anvisa
e o Inpi travam há dez anos uma batalha pelo
papel de cada um nos processos de concessão de patentes
de medicamentos. No mês passado, a Advocacia-Geral da União
deu parecer final restringindo a atuação da Anvisa à análise
do risco oferecido pelo remédio. Antes, a agência
avaliava novidade, atividade inventiva e propriedade intelectual
- tarefa que o Inpi garante ser apenas sua atribuição.
ONGs acreditam que a agência faz análises mais criteriosas,
o que impediria concessões indevidas.
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- Negociação dos Serviços de Saúde
Unidas / AssPreviSite
16 e 17 de junho de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado
de saúde para atuarem com consciência de seu papel
e sua importância enquanto agentes do processo negocial;
Apresentar noções básicas da negociação
em geral e seus conceitos, princípios e elementos; Apresentar
o processo de negociação em seus aspectos subjetivos
e formais; Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação
com paralisação dos serviços; Esclarecer
a participação da ANS, do Poder Judiciário,
Ministério Público, PROCON e CADE no processo de
negociação dos serviços de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/)
estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações: http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e
auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou
ainda através do site www.cbacred.org.br