19-12-11

 

Leia nesta edição:

- Planos de saúde passam a ter prazo para agendar consultas e exames

- Planos de saúde dizem que vão cumprir novos prazos para consultas médicas

- Renda mais alta no Norte e no Nordeste atrai planos de saúde

- Estudo mostra que dois em cada três casos de aneurisma estão ligados ao tabagismo

- Agência aprova 1º 'coração artificial' para crianças nos Estados Unidos

- Brasil terá bioinseticida contra dengue em 2012

- Autoridade da saúde se encontra com lideranças em Brasília

- Planos de saúde vão piorar, alerta a ANS

- Hospital abre unidade dentro de shopping em São Paulo

- Juiz determina repasse para funcionamento de 10 UTIs

- Após ver imagens da mente, cientistas querem 'ler' sentimentos

- Exame de DNA para vírus HPV deve ser rotina, diz pesquisa

- Estudo reverte enrijecimento de artérias causado por gordura

- Atendimento a queimados ainda precisa avançar no país

- Intermédica inaugura Centro Clínico em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense

- Hospitais em todo o Brasil fazem mutirão contra câncer de pele

- HBDF define metas para o SOS Emergências

- Casa de Saúde expande atuação em maternidade e alta complexidade

- Portaria amplia número de Centros de Saúde do Trabalhador

- Miguel Couto e Albert Schweitzer têm plano de ação

- Hospital recebe R$ 5 milhões em investimento para criação de 120 novos leitos

Segunda-feira, 19.12.11

O ESTADO DE S. PAULO

Planos de saúde passam a ter prazo para agendar consultas e exames

Norma da ANS que entra hoje em vigor estabelece que operadora ofereça pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada, mas não garante que alternativa seja a escolhida pelo usuário, já que o profissional pode estar com a agenda cheia

Fernanda Bassette

A partir de hoje, as operadoras de planos de saúde terão de garantir aos usuários o agendamento de consultas, exames e procedimentos dentro de um prazo máximo estabelecido pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A norma estabelece que a operadora ofereça pelo menos um serviço ou profissional em cada área contratada, mas não garante que a alternativa seja a escolhida pelo usuário, já que o profissional pode estar com a agenda lotada ou o laboratório, com sua capacidade máxima atingida. Assim, a obrigatoriedade está na indicação de um profissional, mas não necessariamente aquele que o cliente escolheu.

O agendamento de consultas básicas com clínico geral, pediatra, ginecologista e cirurgia geral, por exemplo, terá de ser feito dentro de sete dias úteis.Consultas de especialidades, como cardiologia, dermatologia ou oftalmologia, por exemplo, terão de ser agendadas em até 14 dias.

A mesma regra se aplica para o agendamento de consultas com nutricionista, fonoaudiólogo, psicólogo, terapeuta ocupacional e fisioterapia. Nesses casos, entretanto, o prazo é de 10 dias (mais informações nesta página).

Demora

Segundo pesquisa do Conselho Federal de Medicina (CFM) feita com 2.061 pessoas em 145 municípios, a demora no atendimento é uma das principais queixas dos usuários de planos, ao lado de negativa de cobertura e reajustes abusivos.

O levantamento mostra que seis entre cada dez usuários de planos tiveram algum a experiência negativa com o atendimento no último ano. E 26% se queixaram de demora no atendimento ou de fila de espera no pronto-socorro e nos serviços de laboratório.

Outra queixa comum foi a demora para conseguir marcar consulta com um médico: 19% relataram o problema.

Segundo Joana Cruz, advogada do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a norma da ANS é um avanço, já que há relatos de casos de pessoas que demoravam até dois meses para conseguir agendar uma consulta. Para ela, o maior problema será a fiscalização dessa novas regras.

Consulta

"O consumidor precisa estar ciente dos seus direitos para poder reclamar e denunciar, se for o caso. Ele não pode escolher o médico, mas tem o direito de ser atendido dentro de um prazo já estabelecido", diz Joana.

Se por acaso o usuário não conseguir agendar a consulta dentro do prazo, Joana diz que a pessoa deve pedir um número de protocolo, anotar dia e hora da recusa e formalizar uma queixa na ANS.

Além disso, diz Joana, o consumidor também pode procurar o Procon e, em casos mais sérios, até o juizado especial.

"É difícil dizermos se esses prazos são longos ou não porque estamos falando da saúde das pessoas. Mas ter uma legislação que defenda o consumidor nesse sentido já é um primeiro passo", avalia a advogada.

Operadoras

A Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa 15 dos maiores grupos de operadoras de planos de saúde, informou, por meio de nota, que considera os prazos estabelecidos razoáveis e que suas afiliadas estão preparadas para atender os prazos.

Já a Associação Brasileira de Medicina de Grupo (Abramge), que representa 245 operadoras de planos de saúde, informou que praticamente tudo que ficou decidido na resolução da ANS já era praticado pelo mercado.

Diz ainda que o segmento que representa conta com médicos contratados em seus serviços próprios, o que facilita o cumprimento da nova regra da agência.

Segundo a ANS, as empresas que não obedecerem aos prazos definidos sofrerão penalidades e, em casos de descumprimentos constantes, poderão passar por medidas administrativas.

Perda de tempo

60% dos usuários de planos de saúde tiveram algum problema com atendimento no último ano 26% dos usuários reclamaram de demora no atendimento ou de fila de espera no pronto-socorro e nos serviços de laboratório

PORTAL UOL

Planos de saúde dizem que vão cumprir novos prazos para consultas médicas

As empresas de planos de saúde afirmam que estão preparadas para cumprir a norma da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) que determina prazos máximos de agendamento de consultas.

A partir desta segunda-feira (19), as empresas de planos de saúde terão de agendar consultas médicas de especialistas, como cardiologistas, em até 14 dias úteis. No caso de consultas básicas, como clínica geral, o prazo é menor ainda: até 7 dias. Exames de sangue, por exemplo, têm de ser marcados em até três dias úteis.

Não explicam, no entanto, se aumentaram sua rede credenciada ou os serviços de call center para darem conta do aumento da demanda.

Em nota, a Sul América Seguros, uma das maiores empresas do setor, informou apenas que "faz constantemente a gestão da rede para dimensioná-la corretamente, de forma a atender a todas as demandas em conformidade" com a resolução da ANS.

A Bradesco Seguros disse que "cumpre rigorosamente a legislação vigente". Amil e Unimed Paulistana não informaram se estão prontas para cumprir a medida.

Em nota, a Fenasaúde (Federação Nacional de Saúde Suplementar), que representa 15 operadoras, disse que "suas afiliadas estão preparadas para atender os prazos previstos".

Segundo associação, prazos já são cumpridos

O presidente da Abramge (Associação Brasileira de Medicina de Grupo, que representa 200 empresas), Arlindo de Almeida, diz que o consumidor pode ter problemas se quiser marcar consulta com um profissional específico ou um profissional de alguma especialidade rara em cidades menores.

"Mas, nesse caso, apenas as empresas pequenas podem ter algum problema", afirma. "A grande maioria das operadoras já marca as consultas nesses prazos."

Não é essa, porém, a opinião dos próprios clientes de planos de saúde. Uma pesquisa feita pelo Instituto Datafolha e divulgada em junho pelo CFM (Conselho Federal de Medicina) mostra que 58% dos usuários têm reclamações contra os planos.

As mais comuns, registradas por 26% dos entrevistados, estão justamente relacionadas com a demora no atendimento ou fila de espera no pronto-socorro, no laboratório ou na clínica.

Domingo, 18.12.11

FOLHA DE S. PAULO

Renda mais alta no Norte e no Nordeste atrai planos de saúde

Empresa com foco nas regiões cresce a uma taxa anual de 20% e eleva em 11 vezes carteira de clientes em dez anos. Os dez Estados com maior alta percentual de beneficiários ficam no Norte, no Nordeste e no Centro-Oeste

Leandro Martins

Atuando apenas no Norte e no Nordeste, a operadora de planos de saúde Hapvida, do Ceará, vai fechar 2011 com faturamento de R$ 900 milhões e carteira de 1,2 milhão de clientes, ante 100 mil dez anos atrás.

A empresa é uma das muitas atuantes no setor que têm crescido fora dos Estados do eixo Sul-Sudeste, graças à ampliação de renda da população nessas regiões.

Levantamento que a Folha fez a partir de dados da ANS (Agência Nacional de Saúde Suplementar) mostra que os dez Estados onde houve maior crescimento percentual de beneficiários de planos de saúde ficam no Nordeste, no Norte e no Centro-Oeste.

Desde 2008, a Hapvida cresceu a uma taxa superior a 20% ao ano. Estatísticas da ANS já a colocam atrás apenas de gigantes nacionais, como Bradesco Saúde, Intermédica, Amil e Unimed.

Segundo empresas do segmento, a melhora de renda da população favoreceu esse crescimento - famílias que entraram na chamada classe C passaram a incluir o plano de saúde no orçamento.

Esse quadro acabou sendo bem mais favorável fora de Sul e Sudeste, onde há muito mais espaço para crescer.

Enquanto em São Paulo 45% da população já tem convênio médico, em Estados como Piauí, Tocantins, Acre, Roraima e Maranhão a taxa de cobertura não chega a 7%.

Em Rondônia, o crescimento de clientes das operadoras foi de 30% ante 2010 muito acima da média nacional, de 7,6%, e de São Paulo, com alta de 7,1% (veja quadro abaixo).

Segundo o presidente-executivo da Hapvida, Jorge Pinheiro, a fórmula encontrada para crescer nas regiões Norte e Nordeste foi reduzir custos para oferecer preços mais competitivos.

Uma das maneiras foi investir em rede própria de hospitais -hoje são 20, nos 11 Estados onde atua o plano, fundado há 15 anos.

"A complexidade de gestão é maior, mas permite ter previsibilidade de custos e, com isso, reduzir preços."

O outro ponto, segundo Pinheiro, foi o investimento em tecnologia. Com um sistema interligado de totens de autoatendimento espalhados pelas cidades, que permite a marcação de consultas, exames e outros serviços, a empresa reduziu gastos com funcionários - atualmente são 10 mil empregados.

O potencial de crescimento da região atraiu empresas com atuação nacional. Segundo Pinheiro, seus principais concorrentes de forma regionalizada são as cooperativas montadas pela Unimed nos municípios.

O presidente da Unimed do Brasil, Eudes de Freitas Aquino, confirma ser bem maior o crescimento em regiões como Norte e Nordeste do que em polos médicos mais consolidados, como São Paulo.

AGÊNCIA BRASIL

Estudo mostra que dois em cada três casos de aneurisma estão ligados ao tabagismo

Pesquisa feita pelo Serviço de Neurocirurgia do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo mostra que 62% dos pacientes que sofreram aneurismas cerebrais fumavam regularmente. O estudo analisou 250 casos nos últimos dois anos. O levantamento destaca que os fumantes são até dez vezes mais propensos a apresentar hemorragias cerebrais causadas pelos aneurismas. O fumo, de acordo com a pesquisa, está diretamente ligado ao surgimento de casos em pacientes que já trataram do aneurisma ou que ainda enfrentam o problema.

Segundo Rafael Vicente Alves, neurocirurgião do Hospital de Transplantes do Estado de São Paulo, toxinas do cigarro enfraquecem uma proteína fibrosa e flexível, chamada de elastina, encontrada na parede dos vasos sanguíneos. A fragilidade da proteína facilita a ocorrência de um aneurisma – espécie de embaulamento do vaso – que ocorre quando há dilatação anormal de uma artéria ou veia do cérebro. O sangramento causado pelo rompimento desse vaso pode levar o paciente à morte.

“A doença é traiçoeira. Normalmente o paciente descobre que tem aneurisma quando ele sangra, e é um sangramento muito grave. Cerca de 12 a 15% dos pacientes evoluem para o óbito antes mesmo de chegar ao hospital”, explica.

Segundo o médico, dos pacientes que sobrevivem, cerca de 50% vão conviver com algum tipo de sequela grave. O aneurisma é mais comum nas mulheres, devido a fatores hormonais. No Hospital de Transplantes, aproximadamente 80% dos casos em tratamento de aneurisma são em mulheres.

Para tratar do aneurisma é necessária a intervenção cirúrgica. Na técnica chamada de embolização endovascular, o paciente é operado com um pequeno furo feito, geralmente, próximo à virilha. Pela incisão, o material cirúrgico percorre os vasos do paciente até o local exato do aneurisma para preencher o espaço rompido. No entanto, há casos que precisam ser tratados pelo modo convencional, em que há abertura do crânio.

Além do cigarro, colaboram para o surgimento de aneurismas a hipertensão arterial, o diabetes, as alterações de colesterol, o consumo de álcool e as doenças infecciosas inflamatórias. “As pessoas têm de trabalhar em fatores que elas conseguem controlar. Controle de pressão, o diabetes, as alteração de gorduras no sangue, evitar álcool, e não só não fumar, mas também não conviver com pessoas que fumam, para evitar fumar passivamente”, ressalta o médico.

PORTAL G1

Agência aprova 1º 'coração artificial' para crianças nos Estados Unidos

A agência norte-americana que regula alimentos e medicamentos (FDA) aprovou o primeiro coração artificial destinado a crianças que esperam um transplante do coração, informou uma funcionária da agência neste fim de semana.

"Trata-se do primeiro sistema de assistência circulatória mecânica pulsátil especificamente destinado a crianças que é aprovado pelo FDA", disse a médica Susan Cummins, do centro de Saúde de dispositivos e radiológicos da FDA.

Este coração artificial, denominado EXCOR Pediatric System, é fabricado pela sociedade alemã Berlin Heart, está disponível em vários tamanhos com o objetivo de adaptá-lo para adolescentes, crianças e bebês.

"Os dispositivos anteriores de assistência cardíaca para adultos eram muito grandes para serem utilizados em crianças gravemente doentes com o objetivo de mantê-las com vida enquanto esperam para receber um novo coração", disse Cummins em um comunicado.

O dispositivo foi aprovado em um grupo de 48 pequenos pacientes americanos. Foi determinado que ele melhora as oportunidades de sobrevivência em crianças que esperam um transplante cardíaco em comparação com o emprego de um dispositivo tradicional de circulação extracorpórea.

Segundo a FDA, entre 12% e 17% das crianças e 23% dos bebês morrem enquanto aguardam por um transplante de coração.

As crianças sofrem menos que os adultos de problemas cardíacos, mas é muito difícil encontrar um coração de seu tamanho para realizar um transplante, e existe uma espera média de 119 dias antes de localizar um doador.

PORTAL R7

Brasil terá bioinseticida contra dengue em 2012

O país contará com um importante aliado para combater a dengue no próximo ano. Um bioinseticida desenvolvido pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz) e fabricado por uma indústria farmacêutica promete ser divisor de águas na luta contra o Aedes aegypti, mosquito transmissor da doença.

O bioinseticida é resultado de quase dez anos de pesquisas coordenadas pela cientista Elizabeth Sanches, que trabalha na Farmanguinhos, unidade da Fiocruz responsável pela produção de medicamentos.

Criado a partir do Bacillus thuringiensis e do Bacillus sphaericus, ele será produzido na forma de comprimidos, para dissolução em caixas d’água, ou em apresentações maiores, para utilização em açudes e reservatórios.

Segundo Elizabeth, que é engenheira bioquímica e bióloga, “no caso da dengue domiciliar, é recomendável a utilização do comprimido hidrossolúvel”.

- O produto tem duas ações concomitantes: paralisa os músculos da boca e do intestino da larva e causa infecção generalizada nela.

A pesquisadora garantiu que o bioinseticida não apresenta qualquer risco para o meio ambiente.

- Nós fizemos todos os testes referentes ao impacto ambiental e toxicologia da formulação em animais de sangue quente, inclusive. Temos a segurança dos produtos que desenvolvemos, justamente por serem aplicados em ambientes domiciliares.

A Farmanguinhos concluiu o treinamento dos funcionários da empresa BR3, vencedora da licitação e que poderá iniciar a produção dentro de alguns meses, segundo Elizabeth.

- A empresa acabou de ser treinada e está bem adiantada na implantação do projeto. Eu penso que no meio do ano que vem nós já tenhamos produtos dessa parceria tecnológica”

Além do produto contra a dengue, a Farmanguinhos licenciou mais dois bioinseticidas: contra a malária e contra a elefantíase. A pesquisadora disse que produtos com ações semelhantes já são utilizados em outros países, como a China, mas não podem ser simplesmente importados para aplicação no Brasil:

- O produto tem que ser desenvolvido com especificidade para o local de aplicação. Justamente para podermos ajustar a formulação para aquele ambiente.

Sábado, 17.12.11

JORNAL DO BRASIL

Autoridade da saúde se encontra com lideranças em Brasília

O presidente da Confederação Nacional de Saúde (CNS), José Carlos Abrahão, recebeu cerca de 100 lideranças do setor na última quinta-feira, 13, em Brasília, durante um jantar de confraternização.

Entre os convidados, a deputada federal Carmen Zanotto e o diretor da Amil, Reinaldo Scheibe, em destaque na foto abaixo.

A Confederação, que representa todos os estabelecimentos de saúde do Brasil, tem como prioridade para 2012 a regulamentação do Sistema S do setor.

CORREIO BRAZILIENSE

Planos de saúde vão piorar, alerta a ANS

Com o crescimento acelerado do mercado de planos de saúde, as margens de lucro das vendas de convênios tendem a ser menores e as operadoras podem se ver tentadas a adotar procedimentos burocráticos que dificultem o acesso dos consumidores aos serviços contratados. O alerta consta do relatório de gestão do período de 2009 a 2011 da Ouvidoria da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgado ontem pelo órgão.

No documento, a ouvidora Stael Riani também aponta falhas da agência na defesa dos direitos dos consumidores, como a falta de definição de prazo máximo para atendimento das reclamações dos clientes e a manutenção de normas que permitem inúmeros recursos das empresas autuadas por irregularidades - o que acaba resultando na prescrição de boa parte dos processos administrativos instaurados. "A ANS terá que mostrar uma melhor capacidade de regulação e de fiscalização", afirma o relatório.

Envelhecimento

Para a Ouvidoria, não há desculpa para as falhas da agência reguladora. "Hoje, não faltam à ANS os recursos gerenciais necessários para a execução de suas tarefas", diz o relatório, referindo-se ao quadro de pessoal bem pago, às condições de trabalho e à experiência acumulada em 11 anos de existência. Stael destaca que os próprios servidores têm visão crítica da atuação do órgão, conforme apontou pesquisa feita pela associação da categoria.

Apesar da expansão de 50% nos últimos 10 anos, os lucros das empresas ficarão menores, na avaliação da Ouvidoria, porque a maioria dos novos beneficiários tem renda mais baixa e taxa de utilização (sinistralidade) igual à dos demais clientes, o que eleva os custos. Além disso, o setor será pressionado pelo aumento da demanda decorrente do envelhecimento da população brasileira e pela maior complexidade dos procedimentos médicos e equipamentos mais caros. A parcela de pessoas com 60 anos ou mais deverá passar dos atuais 10,3% para 30% nos próximos 40 anos, conforme cálculos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O que precisa mudar Principais recomendações do relatório Previsão de prazo máximo para a prática de atos administrativos e de atendimento de demandas de consumidores, de cinco ou 10 dias; Limitação dos prazos e dos recursos dos processos administrativos contra operadoras que descumprem as normas em prejuízo dos consumidores; Divulgação no portal da agência de todos os processos administrativos e o respectivo andamento; Prioridade nos processos administrativos motivados por demandas de pessoas com 60 anos ou mais, portadoras de deficiência física ou mental e com doenças graves, como tuberculose, doença de Parkinson, HIV e hepatopatia grave, entre outras.

FOLHA DE S. PAULO

Hospital abre unidade dentro de shopping em São Paulo

Recepção da nova unidade do Hospital Cema, com o corredor do shopping Aricanduva ao fundo

Alessandro Shinoda

As consultas médicas agora podem entrar na lista de afazeres dos paulistanos quando vão ao shopping.

Nesta semana, foi aberta a primeira unidade de saúde dentro de um centro de compras na cidade.

O Hospital Cema passa a oferecer, no shopping Aricanduva, na zona leste da cidade, serviços de oftalmologia e otorrinolaringologia.

Comum nos EUA, o conceito de clínicas em shoppings também não é novo no Brasil. Rio e Salvador já contam com unidades desse tipo.

Em todos os casos, a promessa é oferecer conveniências como facilidade de estacionamento para quem precisa fazer consultas e procedimentos médicos simples, que não exijam internação.

A clínica paulista segue a mesma linha. Tem só atendimento ambulatorial. Casos mais complexos e que precisem de cirurgia são encaminhados para outras unidades. De acordo com o gestor comercial do Cema, Nelson Affonso, a expectativa é que a clínica atenda cerca de 10 mil pacientes por mês quando estiver em pleno funcionamento, em 2012.

Para a corretora de seguros Andrea Muniz, que estava entre os primeiros clientes da unidade, a vantagem está do lado de fora da clínica. "Aqui é mais fácil de estacionar." Ela foi levar o filho Fernando, 9, para uma consulta de rotina. "Vamos aproveitar para almoçar e ver algumas coisas no shopping."

A GAZETA

Juiz determina repasse para funcionamento de 10 UTIs

A Justiça determinou que a Secretaria de Saúde (SES/MT) faça o repasse de R$ 750 mil, valores que estão em atraso, para garantir o funcionamento de 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital São Lucas, no município de Juína (735 km a noroeste da Capital). Na decisão, o juiz Gabriel da Silveira Matos deu 48 horas como prazo para o pagamento. Em caso de descumprimento, a pasta será multada em R$ 20 mil por dia.

PORTAL TERRA

Após ver imagens da mente, cientistas querem 'ler' sentimentos

Angela Joenck Pinto

Recentemente, um estudo da Universidade de Berkeley, na Califórnia, mostrou ser capaz de reproduzir imagens do cérebro combinando a tecnologia da ressonância magnética com padrões informáticos. Essas pesquisas, porém, não estão longe dos objetivos das instituições brasileiras. Liderando estudos semelhantes na Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), o chefe do serviço de neurologia do Hospital São Lucas de Porto Alegre, André Palmini, explica como o processo de aquisição das imagens é realizado.

Conheça sete mitos sobre o cérebro humano

"Entendemos que 'leitura do cérebro' é a leitura de padrões de ativação cerebral. As imagens são adquiridas em alguns momentos específicos e depois são subtraídas de um período de repouso. Tu podes, na verdade, fazer a aquisição das imagens nos momentos que mais te interessam", diz.

Conforme o médico, que pretende começar um novo estudo em março de 2012, ao mostrar um filme para um indivíduo é possível ver que áreas se ativam no cérebro quando aparecem cenas com movimento ou cenas tristes. "De posse de três ou quatro tipos de cena, é possível observar qual é o sistema de ativação cerebral com motivos específicos", explica.

"Mas a coisa mais importante é que tem um período que se ativa no cérebro quando nenhuma dessas coisas está acontecendo, quando temos cenas mais paradas", diz Palmini. O conjunto de regiões ativadas neste caso se chama de Região de Funcionamento Padrão. Segundo o neurologista, esta é a área responsável por fazer uma espécie de reflexão sobre a experiência tida pela pessoa. "Então são áreas do cérebro que vivenciam as experiências e as áreas que refletem sobre isso no período que o estímulo não está sendo produzido", declara.

Através da Ressonância Magnética Funcional, neurologistas também mostram como nosso cérebro "confunde" passado e presente. "Ao pedir que uma pessoa recrie uma memória do passado, o cérebro se ativa como se estivesse revivenciando aquela situação no presente. E isso tem permitido muito avanço, principalmente no campo de estudo das emoções, para entender por que a gente se chateia tanto com lembranças negativas antigas, e também por que esses traumas antigos marcam tanto as pessoas. É porque essas memórias são facilmente acessadas. As pesquisas mostram isso", fala.

Ajudando pacientes

Segundo o professor da PUCRS, estudos como esse podem ajudar vários tipos de pacientes, desde pessoas com problemas motores até casos de doenças mentais. "Talvez possamos verificar que algum tipo de estímulo possa ativar áreas motoras do cérebro. Tu pegas uma pessoa que teve um déficit motor por um acidente vascular cerebral, por exemplo, e de repente pode existir algum tipo de exercício que desperte mais a área que ela precise ativar no cérebro, testando diversos exercícios antes de começar um programa de reabilitação, por exemplo. E aí seremos capazes de saber que aquilo vai ter mais resultados", pondera.

Já no caso de dificuldades mentais, o médico acredita que esta modalidade de estudo do cérebro mostrará quais tipos de psicoterapia poderão ativar mais as áreas de satisfação, prazer e bem estar, antecipando o tipo de linha de tratamento que irá beneficiar mais a cada pessoa.

"Esse é o futuro que se descortina nessa questão de entender melhor o cérebro. A gente está avançando muito em termos de imagem e esta é a maneira de tu conseguires mensurar essas ativações cerebrais, especialmente nas conexões entre as regiões do cérebro. Antigamente a gente conseguia ver a ativação de apenas uma área. Hoje, a gente consegue ver as reações de uma rede neural", diz.

Indo diretamente a áreas especificas, os médicos pretendem obter o que Palmini chama de "assinatura das potencialidades das pessoas", verificando se elas têm regiões interconectadas para serem mais ou menos propensas à atividade social. "Diferenciar as pessoas conforme sua capacidade de ativar essas áreas, já antecipando que isso tenha um impacto de quanto elas poderão viver melhor em sociedade. Para as pessoas que não têm essas áreas motivadas, ver como modificar isso", explica o professor.

Neuromarketing e ética

Mas como todo o tipo de conhecimento, o estudo do cérebro também é usado para fins menos nobres, como a venda de produtos. Hoje, utilizando pesquisas semelhantes, campos conhecidos por neuromarketing já mapearam o cérebro humano. "O que o neuromarketing tem feito é moldar comerciais de televisão e outdoors, depois de apresentá-los para voluntários durante a feitura de um exame de Ressonância Magnética Funcional para ver qual dos estímulos mais ativa as áreas do cérebro que têm a ver com prazer, aversão, medos, conflitos ou ansiedades", diz o chefe da neurologista do Hospital São Lucas. Desta forma, as empresas garantem melhores reações aos seus produtos, maximizando resultados.

O médico lembra, porém, que certos cuidados têm de ser tomados quando se estuda o cérebro. "Com este tipo de exame, podemos saber se a pessoa está mentindo ou não. Quando tu estás mentindo, é criado um conflito na mente. A gente já sabe que áreas do cérebro se ativam nessas horas. Tudo isso dá pra fazer, mas vamos ter que ter todo um debate da questão da ética envolvida, para que se saiba o quanto isso vai efetivamente ser ou não útil para as pessoas", alerta.

FOLHA DE S. PAULO

Exame de DNA para vírus HPV deve ser rotina, diz pesquisa

Teste hoje só é recomendado quando há suspeita de lesão que possa levar ao câncer do colo do útero

Thiago Fernandes

Pesquisa com 45 mil mulheres mostrou redução na incidência de tumores ao combinar DNA e papanicolaou

Um extenso estudo envolvendo 45 mil mulheres mostrou que o teste para detecção do DNA do vírus HPV, associado ao exame preventivo ginecológico, é mais eficiente para o diagnóstico precoce das lesões que podem levar ao câncer do colo do útero em relação ao papanicolau-padrão.

O trabalho, realizado por uma equipe da VU University Medical Centre, em Amsterdam, acompanhou as mulheres por cinco anos e é o mais consistente publicado até hoje demonstrando essa correlação. O estudo foi publicado na revista "The Lancet Oncology".

A associação dos métodos apresentou maior eficiência na detecção precoce dos indícios desse tipo de câncer, reduzindo de 0,07% para 0,02% a incidência da doença no grupo analisado.

Baseado nessa evidência, os pesquisadores sugerem que os serviços de saúde incluam o exame do HPV entre os procedimentos ginecológicos de rotina de mulheres com mais de 30 anos. No Brasil, o protocolo médico padrão indica esse procedimento apenas para pacientes que apresentaram resultado suspeito no papanicolaou.

De acordo com o médico César Eduardo Fernandes, presidente da Associação de Obstetrícia e Ginecologia de São Paulo, os resultados apresentados pelo estudo são de fato sólidos. "É o tipo de trabalho que orienta a formulação futura de novos procedimentos médicos", diz.

No entanto, ele defende que, antes de se pensar em adicionar mais um exame à rotina preventiva, seria necessário aperfeiçoar os métodos atuais de coleta e análise, considerando a realidade brasileira.

"Há regiões do país em que até 60% das amostras não podem ser analisadas por falhas nessas etapas", diz.

Outro ponto levantado pelo médico é quanto ao custo adicional para o sistema de saúde. O exame de DNA é duas a três vezes mais caro que o papanicolaou.

INCIDÊNCIA

No Brasil, o câncer do colo do útero é o segundo mais frequente entre as mulheres, atrás apenas do câncer de mama, e representa a quarta causa de morte de mulheres por câncer no país. Em média, são diagnosticados 18.430 novos casos por ano, com 4.800 vítimas fatais.

O HPV está diretamente relacionado à doença, estando presente em cerca de 90% dos casos. Fernandes lembra que a infecção do vírus não leva necessariamente ao desenvolvimento de tumores.

"Só uma pequena parte das pacientes chega a desenvolver a doença, por isso é importante fazer o acompanhamento constante".

VACINA

O estudo chega num momento em que está em discussão no país a inclusão da vacina contra HPV no Programa Nacional de Imunização.

Segundo um parecer do ministério sobre o assunto, o custo adicional para o programa seria de R$ 1,86 bilhão, enquanto seu orçamento atual é de R$ 750 milhões/ano.

Além disso, a vacina não apresenta proteção contra todos os subtipos do vírus que estão relacionados ao câncer, não dispensando outras medidas de proteção, como o uso de preservativo.

Os principais fatores de risco são o início precoce da atividade sexual e múltiplos parceiros, além do tabagismo e do uso prolongado de pílulas anticoncepcionais.

FOLHA DE S. PAULO

Estudo reverte enrijecimento de artérias causado por gordura

Teste feito em camundongos propõe novo método de tratamento

Um estudo com camundongos reverteu o enrijecimento dos vasos sanguíneos típico de doenças cardiovasculares como aterosclerose e hipertensão, causado pelo acúmulo de gorduras e pela formação de placas rígidas.

O resultado indicou que uma droga no momento em testes clínicos nos EUA, a Fasudil - ou uma outra conhecida como Y-27632 -, poderiam ser usadas para evitar a progressão do problema.

O estudo, publicado na "Science Translational Medicine", envolveu três experimentos básicos: "in vitro" (com células em provetas), "ex vivo" (com aortas de camundongos) e "in vivo" (com os bichos vivos).

Em vez de atacar o enrijecimento dos vasos diretamente, a pesquisa propõe agir no mecanismo bioquímico da contração das células que permite o acúmulo de substâncias causadoras de enrijecimento, como o colesterol "ruim", o LDL. Quanto mais rija a parede do vaso, mais fácil a passagem da gordura.

O estudo "in vitro" criou um modelo de células que imitava vasos jovens e enrijecidos e media quanto de um corante passava entre as células. O corante fazia o papel do colesterol se movendo na artéria durante a formação da placa de aterosclerose.

"Usar as células como alvo pode ser um enfoque mais bem-sucedido", disse a pesquisadora Cynthia Reinhart-King à Folha.

PORTAL R7

Atendimento a queimados ainda precisa avançar no país

Cinquenta anos atrás, o país registrava o pior acidente com queimados da sua história. A lona do Gran Circo Norte-Americano incendiou-se no espetáculo de estreia, em 17 de dezembro de 1961. O mastro veio abaixo, prendendo 2.000 espectadores entre as chamas. O fogo durou dez minutos, matou 503 pessoas, pois a assistência ainda era precária, e deixou centenas de feridos.

Em cinco décadas, a prática médica evoluiu, novas técnicas foram desenvolvidas, o queimado passou a ser visto como paciente prioritário que precisa de intervenção precoce - no passado, era o último a ser operado, por exemplo, para evitar a contaminação do centro cirúrgico. Mas o atendimento ao queimado ainda precisa avançar no país. Não existe um só hospital destinado exclusivamente a esse tipo de paciente, como ocorre em outras especialidades, como câncer, cardiologia e ortopedia.

A situação é criticada pelo cirurgião plástico Luiz Macieira Guimarães Júnior, chefe do CTQ (Centro de Tratamento de Queimados) do Hospital Federal do Andaraí, que faz cerca de mil procedimentos mensais, entre cirurgias, internações e atendimento ambulatorial.

- A OMS (Organização Mundial de Saúde) preconiza um leito para queimado para cada 30 mil habitantes. Uma cidade como o Rio deveria ter 200 leitos e não tem um quarto disso.

Segundo o Ministério da Saúde, há apenas 45 hospitais habilitados pelo SUS (Sistema Único de Saúde) para o atendimento a queimados no país e mais da metade (27) está na Região Sudeste. São 188 leitos, o equivalente a uma vaga para cada 1 milhão de habitantes, bem abaixo do recomendado pela OMS.

As principais causas de queimaduras são os acidentes domésticos com líquidos aquecidos, a manipulação do álcool líquido e os incêndios com inalação de fumaça. A queimadura destrói o maior órgão de defesa: a pele. Composta por três camadas (epiderme, derme e hipoderme), ela impede que bactérias e germes ataquem o organismo. Sem essa barreira, o paciente está exposto a infecções. Por ser um extremamente frágil, ele precisa de ambiente isolado, esterilizado.

REVISTA FATOR BRASIL

Intermédica inaugura Centro Clínico em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense

Pronto-Atendimento 24 horas, atendimento ambulatorial com especialistas, exames e pequenos procedimentos estão entre os serviços médicos disponíveis aos usuários da região.

A Intermédica, uma das três maiores operadoras de planos de saúde do Brasil e pioneira em Medicina Preventiva, inaugura Centro Clínico dentro do Shopping Unigranrio, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense. A nova unidade está equipada e preparada para realizar mais de dez mil atendimentos mensais, incluindo pronto-atendimento 24 horas (a partir da segunda quinzena de janeiro de 2012) e atendimento ambulatorial em diversas especialidades. Para colocá-la em operação, foram investidos cerca de R$ 2 milhões, incluindo projeto, espaço, obras de adequação e equipamentos.

Trata-se do primeiro centro clínico próprio de uma operadora de saúde no interior de um shopping center no Rio de Janeiro. A ideia surgiu a partir da necessidade de instalar uma unidade em um local que dispusesse de segurança, infraestrutura, facilidade de acesso e proximidade de todos os outros serviços no município, afirma Dr. Pedro Onófrio, diretor médico do Grupo NotreDame Intermédica. O município de Duque de Caxias é estratégico para a Intermédica por ser a cidade da Baixada Fluminense mais próxima da capital e por concentrar um grande número de empresas. Além disso, mais de 20 mil beneficiários já são atualmente at endidos pela Intermédica naquela região, demandando a ampliação das opções de atendimento com uma unidade própria.

A unidade contará com pronto-atendimento e terá serviços ambulatoriais em Clínica Médica, Cardiologia, Ortopedia, Pediatria, Ginecologia e Obstetrícia, Dermatologia, Cirurgia Geral e outras especialidades. Também poderão ser realizados exames radiológicos e pequenos procedimentos de baixa complexidade. O Centro Clínico não terá internação, mas está localizado próximo aos hospitais-base credenciados na Baixada Fluminense, o que garante fácil deslocamento, em casos de maior complexidade, em que sejam necessários uma estrutura hospitalar mais completa. Além disso, funcionarão no local as atividades dos Programas de Medicina Preventiva da Intermédica, como o Programa Gestação Segura (PGS) e o Programa de Apoio ao Paciente com Doenças Crônicas (P AC).

A Intermédica, pertencente ao Grupo NotreDame Intermédica, está no mercado há mais de 40 anos e acredita que oferecer um plano de assistência médica que inclui ações de promoção de saúde, prevenção de doenças, além de ações curativas, significa, antes de tudo, evitar que as pessoas fiquem doentes: Gestão Integral de Saúde.

Para oferecer um atendimento de qualidade e a melhor relação custo-qualidade-benefício do mercado, a Intermédica possui uma estrutura completa de atendimento, composta por ampla rede credenciada e a maior rede de centros clínicos próprios do País com mais de 90 unidades em funcionamento, além de cinco maternidades, nove prontos-socorros e nove hospitais próprios.

PORTAL TERRA

Hospitais em todo o Brasil fazem mutirão contra câncer de pele

O primeiro Mutirão Nacional do Câncer de Pele esé realizado neste sábado em hospitais públicos e privados de todo o País. A iniciativa é da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica (SBCP). Como parte das ações contra o câncer de pele, o Hospital Federal de Ipanema, na zona sul da do Rio de Janeiro, realizou na sexta-feira cirurgias em 15 pacientes.

De acordo com o chefe do Serviço de Cirurgia Plástica do hospital, José Luiz Leal, a importância dessa mobilização é procurar tratar o maior número de pessoas com essa patologia. "Quanto mais cedo o paciente faz essa cirurgia, mas rápido ele pode ter a confirmação da lesão e melhor é a reparação dos tecidos. Esses pacientes são acompanhados o tempo que for necessário, ele é acompanho para ser orientado sobre a doença", disse.

Ainda de acordo com José Leal, todos os pacientes que foram operados ontem têm os três tipos mais comuns de câncer de pele, entre eles o carcinoma base celular, o mais frequente e menos agressivo. Segundo ele, a doença afeta principalmente as pessoas de olho claro e pele clara e submetidas a exposição inadequada ao sol, cujo efeito é mais agressivo, manifestando-se com mais frequência depois dos 40 anos de idade.

A Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica informou, em nota, que "o Mutirão Nacional do Câncer de Pele é uma ação humanitária e filantrópica do Departamento de Ação Social da SBCP destinada a pessoas carentes". Ainda de acordo com a nota, todos os membros da SBCP, em qualquer parte do território nacional, seja em clínicas ou hospitais públicos e privados, podem participar do mutirão desde que não haja custo para os pacientes.

Este é o terceiro evento que o Hospital Federal de Ipanema realiza por meio do Mutirão Nacional do Câncer de Pele, doença que teve destaque na agenda da unidade em 2011. No dia 26 de novembro, o Serviço de Dermatologia do hospital atendeu 90 pessoas e diagnosticou a doença em 8,9%. No dia 29 de novembro, funcionários do hospital assistiram às palestras do evento Sol e Pele, no auditório do Centro de Estudos da unidade.

PORTAL DA SAÚDE

HBDF define metas para o SOS Emergências

Objetivo da proposta é proporcionar um atendimento mais rápido à população e um melhor fluxo dentro do setor de emergências

A partir de janeiro de 2012,o primeiro atendimento do paciente que chegar à emergência do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) será feito pelos médicos neurocardiovasculares e os clínicos gerais. Somente se for necessário, o doente será encaminhado para o consultório de um especialista. O novo modelo integra o plano de ação definido esta semana pelo Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), responsável pela efetivação do SOS Emergências, implantado recentemente no hospital.

Em cada unidade hospitalar é instalado um núcleo integrado por representantes do ministério, do corpo técnico do hospital e das respectivas Secretarias de Saúde. A função deste grupo é fazer o diagnóstico das principais dificuldades e apontar medidas a serem adotadas.

O objetivo desta proposta é proporcionar um atendimento mais rápido à população e um melhor fluxo dentro do setor como determina o SOS Emergências, estratégia do Ministério da Saúde, executada em parceria com estados e municípios, para qualificar a gestão e o atendimento nas grandes emergências que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

INICIATIVA

O plano de ação elaborado pelo núcleo do SOS Emergências estima ainda uma redução de 50% a cada 30 dias do tempo de permanência dos pacientes na emergência do HBDF, até que se chegue ao ideal de 24 horas. De acordo com a direção do hospital, hoje este período fica entre 10 e 12 dias. Nesta proposta, os pacientes não serão recebidos por médicos de diferentes especialidades ao chegar à emergência.

Este primeiro contato ficará a cargo dos profissionais responsáveis pela área neurocardiovascular. Os clínicos vão continuar a fazer a avaliação diária (exames, parecer, indicação de internação ou alta referenciada). Esta mudança não implicará no embargo de consultas a um especialista. Se o paciente tiver necessidade de um oftalmologista, por exemplo, ele será atendido por este profissional.

PROPOSTA

Além de um atendimento mais célere na porta de entrada da emergência, o hospital vai disponibilizar 80 leitos de retaguarda para os pacientes que precisem de internação.

Ainda ficou definida a imediata avaliação da estrutura física e de recursos humanos da emergência; definição de protocolos clínicos e normas e rotinas; verificação da disponibilidade de leitos não regulados da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e na Unidade Coronariana, além da abertura de salas do centro cirúrgico para apoio à emergência.

A direção do hospital também desenvolverá uma proposta para conscientizar o corpo clínico e os funcionários sobre a importância da instalação do SOS Emergências. A intenção é que até 1º de fevereiro de 2012 todos os procedimentos já estejam ajustados e em funcionamento.

Na próxima semana haverá nova reunião do Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar. Na ocasião, serão definidas outras metas e prazos de trabalho do grupo em relação ao SOS Emergências.

Sexta-feira, 16.12.11

SAÚDE WEB

Casa de Saúde expande atuação em maternidade e alta complexidade

Para se destacar em um mercado polarizado pela Amil e Rede D´Or, a entidade quer expandir maternidade e consolidar alta-complexidade crédito: Luciana Areas

"Fatores como legislações urbanísticas e limitação de gabaritos são entraves que têm dificultado a expansão do hospital", André Gall, da Casa de Saúde São José

O escritor e dramaturgo austríaco Hugo Von Hoffmmansthal aplicava o seguinte conceito em suas obras: "O presente impõe formas. Sair dessa esfera e produzir outras formas constitui a criatividade". No ano de 2011, a Casa de Saúde São José, no Rio de Janeiro, colocou essa premissa em prática.

O presente imposto foi o crescimento de aquisições de leitos privados realizada pela Amilpar, juntamente com aumento de hospitais pela Rede D´Or no Rio de Janeiro.

Diante deste cenário, onde passou a predominar a atuação das duas grandes empresas, os dirigentes da Casa de Saúde São José viram que era preciso expandir e manter-se competitivo entre os hospitais cariocas.

"Atentos a isso, precisávamos dar um norte para o hospital, uma vez que passaram a ter dois grandes pilares dentro do nosso negócio, pois tivemos hospitais que passaram a se credenciar a Amil e outros viraram Rede D´Or", explica o diretor executivo da Casa de Saúde São José, André Gall.

De acordo com Gall, a solução encontrada pela instituição foi direcionar a sua atenção para uma parcela de pacientes que preza por bom atendimento e valor justo. "Por mais que esses dois pilares cresçam, sempre vai haver uma lacuna entre eles. E é nessa lacuna que decidimos focar nossos negócios".

Para colocar em prática a estratégia adotada, o diretor executivo da CSSJ conta que o hospital precisou fazer um fortalecimento em tecnologias médicas, em reestruturação física e fortalecimento de especialidades. "Não somos um hospital geral, somos efetivamente cirúrgico, que possui as esferas da emergência cardiológica, obstétrica e ortopédica no cerne".

Além das especialidades citadas, o executivo acredita que a instituição também tem o seu diferencial na obstetrícia e maternidade, especialidades escassas no Rio de Janeiro. "Essa especialidade teve a sua atuação reduzida na cidade, por conta da rentabilidade pequena que ela traz".

E conta que o hospital possui planos de usar essa carência a seu favor. "Temos um projeto para a ampliação de leitos de maternidade, principalmente obstetrícia de alto risco. Mas precisamos de uma aprovação de crescimento. Por enquanto, precisamos de um aval do poder público para nos autorizar esse projeto".

Fatores como legislações urbanísticas e limitação de gabaritos são entraves que dificultado a expansão do hospital, segundo Gall.

Se por um lado a Casa de Saúde São José encontra dificuldades para expandir os seus leitos da maternidade, o hospital obteve bons resultados nos projetos que colocou em prática. Isso porque no ano de 2011, a entidade contou com um orçamento de aproximadamente R$ 34 milhões para realizar melhorias, dos quais, até o mês de outubro, 73% já estavam finalizadas.

No entanto, é importante ressaltar que o hospital já vinha reciclando suas estratégias de negócios desde o ano de 2010. "Em setembro do ano passado, foi realizado um ciclo de reflexão estratégica onde foram reunidos membros do colegiado e diretoria para traçar os próximos cinco anos, que se iniciou este ano e vai até 2015".

Criatividade em prática

No intuito de se destacar à sua maneira no cenário de hospitais cariocas, Gall conta que a instituição passou a dialogar com os médicos sobre quais são as necessidades dos pacientes levando-se em consideração também a disponibilidade da fonte pagadora. "O médico traz para a gente qual é a necessidade de assistência que as pessoas precisam e quais ele quer desenvolver. Em seguida, nós alinhamos isso com a fonte pagadora, equilibrando as necessidades apresentadas com o melhor custo possível".

Ainda que a estratégia de negócios do hospital leve em consideração atendimento de qualidade com preços justos é importante lembrar que a Casa de Saúde São José é um hospital que atende exclusivamente pacientes particulares e beneficiários de planos de saúde predominantemente das classes A e B

Porém, Gall explica que essa manobra não está ligada a uma exclusão dos pacientes do SUS, pois a entidade junto com o Hospital Santa Catarina são os dois maiores responsáveis pelos recursos da Associação Congregação Santa Catarina.

Resultados

Com as melhorias e reformas realizadas na CSSJ, Gall conta que há estimativa de alcançar a receita de R$ 240 milhões. Para 2012 a avaliação também é positiva. "Esperamos que o hospital obtenha um crescimento de aproximadamente 10%". Já para o ano de 2015 - data final para o plano estratégico - o executivo diz que há expectativa de aumentar de 230 para, no mínimo, 300 leitos.

Essa aposta visa suprir a lacuna problemática que faz parte da realidade do Rio de Janeiro com a falta de leitos. "As pessoas estão com mais acesso à saúde suplementar e a demanda por leitos para essa cadeia tem crescido". Finaliza.

PORTAL DA SAÚDE

Portaria amplia número de Centros de Saúde do Trabalhador

Os novos Centros de Referência darão suporte para o SUS nas ações de promoção da saúde do trabalhador

Nesta sexta-feira (16) foi publicada no Diário Oficial da União a Portaria 2.978, que amplia para 210 a quantidade de Centros de Referência em Saúde do Trabalhador (Cerest), no Brasil.

Hoje, existem 190 Cerest no país e serão criados mais 10 unidades nas regiões Norte, Nordeste, Sudeste e Centro-Oeste. Os novos Cerest terão abrangência regional e darão subsídio técnico para o Sistema Único de Saúde (SUS) nas ações de promoção, prevenção, vigilância, diagnóstico, tratamento e reabilitação em saúde dos trabalhadores urbanos e rurais, com prioridade para as populações do campo e da floresta.

Criados em 2002, pela Portaria 1.679, os Cerest estão localizados em todos os estados do Brasil. No mesmo ano, foram habilitadas as 17 primeiras unidades. Os Centros dão suporte técnico e científico às intervenções do SUS no campo da saúde do trabalhador.

Para implantação de cada unidade é feito um investimento de R$ 50 mil para cada Cerest e repasses mensais de R$ 30 mil e R$ 40 mil para a manutenção das unidades regionais e estaduais, respectivamente.

A ampliação de Cerest por estado será realizada por meio de pleitos aprovados pelo Ministério da Saúde, com enfoque nas necessidades de atenção à população do campo e da floresta.

PORTAL DA SAÚDE

Miguel Couto e Albert Schweitzer têm plano de ação

Práticas para melhorar o atendimento e o fluxo de leitos começam a ser implantadas nos dois hospitais cariocas; Ação pretende reduzir permanência dos pacientes nas emergências.

Apoiados pela ação S.O.S Emergências, os hospitais Miguel Couto e Albert Schweitzer, no Rio de Janeiro, já concluíram seus planos de ação e começam a colocar em execução as primeiras medidas para qualificar a gestão e o atendimento do pronto-socorro. Com a implantação de novos protocolos, o Miguel Couto pretende melhorar o fluxo de leitos, reduzindo a permanência dos pacientes na emergência. No Albert Schweitzer, obras de adaptação do espaço físico da emergência e novas práticas vão melhorar a recepção e o atendimento à população que busca socorro na unidade, a maior em funcionamento na Zona Oeste da cidade.

O S.O.S Emergências é uma estratégia do Ministério da Saúde, executada em parceria com estados e municípios, para qualificar a gestão e o atendimento nas grandes emergências que atendem pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Em cada unidade atendida é instalado um Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH), formando por representantes do ministério, do corpo técnico do hospital e das respectivas Secretarias de Saúde. A função do grupo é fazer o diagnóstico das principais dificuldades e apontar medidas a serem adotadas.

DECISÕES

Uma das decisões já tomadas pelo núcleo do Miguel Couto refere-se à destinação dos recursos de R$ 3 milhões destinados pelo S.O.S Emergências. Os recursos serão integralmente usados na aquisição de equipamentos para melhorar a qualidade do atendimento e o conforto dos pacientes da emergência. Uma lista com cerca de 50 itens, entre novos aparelhos de raios-x, monitores multifunções, leitos especiais de emergência e terapia intensiva e macas de transporte especial de emergência foi elaborada e apresentada ao Ministério da Saúde para análise e liberação da verba.

O NAQH do Miguel Couto fez relatórios por cada área do hospital, apontando medidas de curto, médio e longo prazo. Entre as medidas de curto prazo estão os protocolos elaborados para a porta de entrada, visando aprimorar a classificação de risco e medir o tempo de espera pelo atendimento. O núcleo também desenvolveu práticas para agilizar a transferência dos pacientes da emergência para setores do hospital ou outras unidades onde seja dada continuidade aos primeiros cuidados ou mesmo para o tratamento domiciliar, através do Melhor em Casa, outra ação do Ministério da Saúde. Indicadores foram criados para medir a qualidade do serviço prestado e apontar, se necessário, ajustes e novas medidas a serem adotadas.

Para o diretor geral do Miguel Couto, Luiz Alexandre Essinger, a chegada do S.O.S Emergências e a formação do NAQH motivou a equipe médica do hospital a buscar alternativas para tentar solucionar os problemas da unidade. A partir do diagnóstico feito e com o apoio do Ministério da Saúde, ele espera dar continuidade à implantação das medidas de médio e longo prazo já apontadas para qualificar e melhorar o atendimento aos pacientes.

A mesma motivação da equipe com a chegada do S.O.S Emergências é observada no Albert Schweitzer pelo diretor da unidade, Dílson da Silva Pereira. Na unidade, o NAQH também fez diagnósticos das dificuldades dos principais setores do hospital, em especial das portas de entrada e saída, a emergência e as clínicas que recebem os maiores quantitativos de pacientes, como a ortopédica, a geral, a cirúrgica e pediátrica.

Medidas de curto, médio e longo prazo foram elaboradas. Entre as de curto prazo, uma reorganização do atendimento e da distribuição dos pacientes pelos leitos clínicos vai ajudar a desafogar a emergência. A destinação dos recursos de R$ 3 milhões disponibilizados pelo Ministério da Saúde para o hospital será definida em janeiro.

REDE

O S.O.S Emergências integra a Rede Saúde Toda Hora e, além do Miguel Couto e do Albert Schweitzer, foi implantado em mais nove hospitais de grande porte localizados em oito capitais: São Paulo (SP), Brasília (DF), Salvador (BA), Porto Alegre (RS), Recife (PE), Fortaleza (CE), Belo Horizonte (BH) e Goiânia (GO). Todos os hospitais selecionados são referências regionais, possuem pronto-socorro e realizam grande número de internações e atendimentos ambulatoriais. A meta é que até 2014 o S.O.S Emergências atinja os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, em 26 estados e no Distrito Federal.

CORREIO DO BRASIL

Hospital recebe R$ 5 milhões em investimento para criação de 120 novos leitos

Foi lançado nesta sexta-feira, 16 de dezembro, no Hospital Terezinha de Jesus o projeto “100% SUS. Aqui você é particular”, uma parceria entre o hospital, o Governo Estadual e Prefeitura de Juiz de Fora (PJF) para ampliação do atendimento. O secretário de Estado de Saúde, Antônio Jorge de Souza Marques, assinou a liberação de R$ 5 milhões para a criação de mais 120 leitos na unidade.

Atualmente, o hospital é responsável por aproximadamente 900 internações por mês e possui 150 leitos. Com o investimento, serão disponibilizados mais 90 leitos para internação, 20 para Centro de Terapia Intensiva (CTI) adulto e dez Unidades de Terapia Intensiva (UTI) neonatal, totalizando 260 vagas. Segundo o diretor geral do hospital, Ricardo Campello, as implantações devem ser completadas em no máximo um ano. “Praticamente duplicar a nossa capacidade é um grande desafio para a gente.”

O prefeito de Juiz de Fora, Custódio Mattos, afirma que a ideia do projeto surgiu a partir da necessidade de desafogar os atendimentos no Hospital Pronto Socorro (HPS). “Percebemos que o HPS estava saturado e com filas de espera de 60 a 70 dias. Foi uma oportunidade de diluir o atendimento e o Hospital Terezinha de Jesus se dispôs a participar.”

Mattos e Marques comentam que além do investimento em infraestrutura, o projeto busca uma mudança de conceito na saúde. A intenção é criar um atendimento mais humanizado na cidade. “Temos que valorizar o usuário do SUS, inclusive aqueles que têm convênio ou plano de saúde. O SUS não é para a população pobre, e sim para todos os cidadãos. O usuário deve ser tratado como paciente particular”, afirma o prefeito. O secretário de Estado de Saúde explica que iniciativas parecidas já foram apoiadas em outras cidades de Minas Gerais.

Para Campello, o hospital está tecnologicamente preparado para o aumento no número de atendimentos. “Somos completos tecnologicamente, com ressonância, tomografia, uma maternidade que atende toda a Zona da Mata. No entanto, a nossa capacidade estava esgotada.”

O hospital já vem realizando cerca de 125 cirurgias ortopédicas por mês com pacientes atendidos no HPS e em médio grau de complexidade. A unidade aguarda a liberação para realizar de cirurgias de alta complexidade.

 

AGENDA


- 30º Congresso Internacional de Odontologia de São Paulo

Data - 28 a 31 de Janeiro 2012

Local - Expo Center Norte

Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 - São Paulo-SP

Informações e Adesões - 0800 12 85

E-mail: secretaria.decofe@apcdcentral.com.br

Site - http://www.ciosp.com.br/

- 18° Congresso Mundial de Ergonomia, Congresso da União Latino-Americana de Ergonomia e 16° Congresso Brasileiro de Ergonomia

12/02/2012 a 16/02/2012

Local: Recife - PE

Outras informações: http://www.iea2012.org/index_pt.htm

- XIII Congresso da SPMFR - Sociedade Portuguesa de Medicina Física e de Reabilitação

Data- 08 a 10 de Março de 2012

Local- Hotel Cascais Miragem - Cascais - Portugal

Telefone- +351 915768902

Email- pmfr@spmfr.org

Site Oficial- http://www.congressospmfr.org/

- 37° Congresso da Sociedade Brasileira de Retina e Vítreo

Data- 12 a 14 de Abril de 2012

Local- Hotel Windsor - Barra da Tijuca - Rio de Janeiro - RJ

Email- mailto:retina29012@interevent.com.br

Site Oficial- http://www.interevent.com.br/

- 13th World Congress on Public Health

21/04/2012 a 29/04/2012

Local: Addis Abeba - Ethiopia

Outras informações: http://wfpha.confex.com/wfpha/2012/cfp.cgi

- World Nutrition Rio 2012

27/04/2012 a 30/04/2012

Local: Rio de Janeiro - RJ

Outras informações: http://www.worldnutritionrio2012.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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