Leia
nesta edição:
- Taxa extra
provoca reação a médicos
- Plano de
saúde: 2º maior
sonho do brasileiro
- Escolha
com cuidado o plano de saúde
- ANS vai
atualizar coberturas obrigatórias
- Anvisa
pode ter papel limitado na fiscalização
de patentes farmacêuticas
Quarta-feira, 20.04.11
Correio Braziliense
Taxa
extra provoca reação a médicos
Após cobrança de R$ 60 aos pacientes de convênios,
profissionais sofrem pressão de operadoras e órgãos
de consumidores
Por Gustavo Henrique Braga
A atitude
dos médicos em cobrar diretamente dos pacientes
uma taxa de R$ 60 para atender usuários de planos de saúde
deixou a categoria isolada nas negociações por
reajustes em seus honorários.
Na segunda-feira,
consumidores foram pegos de surpresa com a exigência da taxa extra. Parte deles protestou nas filas
de clínicas e hospitais em Brasília. Se antes o
objetivo dos profissionais era sensibilizar a sociedade quanto à baixa
remuneração que recebem, agora o feitiço
virou contra o feiticeiro. A Associação Brasileira
de Medicina de Grupo (Abramge) aconselhou os clientes taxados
a denunciarem a “prática ilegal” ao convênio,
para que estes tomem as medidas judiciais cabíveis.
A situação afetou os beneficiários dos
planos Amil/Medial, SulAmérica, Golden Cross, Assefaz,
AGF e Bradesco. Os médicos alegaram ter o respaldo de
uma resolução do Conselho Regional de Medicina
do Distrito Federal (CRM-DF), mas ainda não está claro
se o documento tem base legal.
De sua parte,
o Ministério Público do Distrito
Federal afirmou ser preciso ouvir representantes das operadoras
para chegar a uma decisão sobre a validade do texto. Nem
mesmo o órgão nacional da categoria, o Conselho
Federal de Medicina (CFM), tem um parecer sobre o tema. Em nota,
informou que desenvolverá estudos para “avaliar
se (a decisão) está em harmonia com as normas jurídicas
de caráter ético-profissional”.
Desrespeito
Até entidades de defesa do consumidor — solidárias à causa
dos profissionais quando eles cruzaram os braços em protesto
nacional contra as operadoras no último dia 7 — condenaram
a postura, em um entendimento de que a briga por reajustes não
pode resultar em prejuízo aos pacientes. Na avaliação
da coordenadora institucional da Associação Brasileira
de Defesa do Consumidor (Proteste), Maria Inês Dolci, a
atitude do CRM-DF é um desrespeito aos beneficiários
e à sociedade. “O médico credenciado ao plano
tem que cumprir o contrato. Se ele não estiver satisfeito,
o correto é se descredenciar e fazer atendimentos na modalidade
particular”, observou.
A Proteste é uma das várias entidades que apoiaram
o movimento dos profissionais da saúde em abril, mas a
cobrança por consultas levou a organização
a apresentar um questionamento ao CFM. “A reivindicação
por pagamentos mais altos é legítima, mas desde
que não prejudique o consumidor, conforme está ocorrendo
em Brasília”, acrescentou a coordenadora da Proteste.
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ainda
não tem um posicionamento oficial sobre a cobrança
extra feita pelos médicos. O órgão regulador
disse apenas que os pacientes não podem ser penalizados
pela disputa entre médicos e operadoras.
O CRM-DF
evitou comentar o assunto ontem. Por meio de sua assessoria,
informou apenas
que as cobranças de médicos aos
beneficiários está diminuindo dia a dia, uma vez
que as operadoras teriam iniciado a adaptação à nova
regra da entidade. O conselho afirmou que 90% dos planos já atenderam
as exigências da categoria e que a situação
deve se normalizar em breve.
Brasil
Econômico
Plano
de saúde: 2º maior
sonho do brasileiro
Se depender
da intenção de consumo da população,
2011 pode ser um ótimo ano para as vendas de planos de
seguro-saúde. Segundo levantamento do Instituto de Estudos
de Saúde Suplementar (IESS), o plano de saúde é o
segundo item na lista dos 12 mais desejados por 1.059 entrevistados
em oito regiões metropolitanas. O único sonho de
consumo que o supera é o da casa própria.
A busca do
bem estar pessoal, especialmente no que se refere aos filhos, é a mola propulsora da compra. "Muitas
vezes este cliente não compra o plano de saúde
para si. Ele costuma dizer que só vai ao médico
quando está muito mal, mas que, para o filho, não
pensa duas vezes", diz Márcio Falcão, consultor
do instituto de pesquisa Data Popular.
Segundo Falcão, para atrair e fidelizar esta parcela
do público, as empresas devem adotar um novo paradigma,
alinhado coma cultura popular. São inúmeras ações
que vão da criação do produto às
formas de comunicação com o consumidor, que precisa
sentir que o produto é acessível para ele."No
que se refere ao plano de saúde, o consumidor da classe
C busca o pronto atendimento, sem abrir mão da qualidade.
Ele não faz questão dos hospitais da elite, luxuosos.
Mas não abre mão de que o hospital modesto que
lhe presta atendimento funcione bem."
O resultado
está em linha com a avaliação
da Federação Nacional de Saúde Suplementar
(FenaSaúde), entidade que reúne 15 operadoras que
atendem a 19 milhões de pessoas, o equivalente a 33% dos
clientes da saúde suplementar no Brasil. Para a FenaSaúde,
o setor deve crescer8% em número de beneficiários
este ano.
"Mas poderia crescer de forma mais expressiva, considerando
a grande mudança na composição das faixas
de renda da população, em virtude de políticas
públicas como a valorização do salário
mínimo e programas de renda como o Bolsa Família",
diz José Cechin, ex-ministro da Previdência e Assistência
Social e diretor- -executivo da FenaSaúde. "Essas
pessoas querem ter um plano, mas sua renda ainda não alcança.
As operadoras estão atentas a este público e buscam
desenhar planos mais adequados." Segundo ele, uma das dificuldades
para a criação de novos produtos é o marco
regulatório, que engessa a criatividade das empresas e
deixa quase vazia a prateleira. "Os planos têm de
cobrir tudo, nas três modalidades: ambulatorial, hospitalar
ou ambulatório-hospitalar. Só temos estas três
categorias e o que diferencia uma operadora da outra é a
rede de atendimento".
Cechin defende
a flexibilização da legislação,
que viabilizaria o desenho de planos customizados para cada perfil
de cliente. Ele já encaminhou à ANS um estudo sobre
o plano de saúde capitalizado, que permitiria a cobertura
dos gastos com saúde e a acumulação de reservas
para o segurado poder sacar na aposentadoria, época em
que a renda normalmente declina e os gastos com saúde
se elevam. "Este produto resolveria a questão da
longevidade do brasileiro, um nó que vai desafiar a Previdência
Social em breve", diz Cechin. Segundo ele, o estudo teve
uma boa acolhida por parte da ANS e está sendo analisado
pela agência reguladora que pode transformá-lo,
com apoio das entidades do setor, em projeto de lei. A abrangência
do rol de procedimentos obrigatórios estabelecido pela
ANS também contribui para encarecer o produto, segundo
Marco Antunes, da SulAmérica. "Alguns itens poderiam
ser contratáveis, como planejamento familiar, diminuindo
os custos."
Saúde
Business Web
Escolha
com cuidado o plano de saúde
Por Renata
Vilhena Silva
No Brasil,
há uma grande preocupação das
famílias empresárias com a contratação
de um seguro-saúde de boa qualidade. Ocorre que a maioria
das pessoas contrata o seguro-saúde desconhecendo o produto
que está adquirindo. Questões como reajuste financeiro
abusivo, aumento do prêmio por sinistralidade e falta de
cobertura contratual para procedimentos de alta complexidade,
costumam surpreender os usuários.
Por tais
razões, a cada ano cresce o número de
ações na Justiça envolvendo usuários
e planos de saúde, sendo certo que a maioria das decisões
protege o usuário com base nos diversos artigos e princípios
do Código de Proteção e Defesa do Consumidor.
Quem pretende
fugir de uma disputa judicial envolvendo a cobertura ou os
reajustes
dos seguros-saúde deve prestar muita atenção,
antes de assinar o contrato de adesão:
- Dê preferência aos seguros-saúde individuais.
Fuja dos planos coletivos ou empresariais caso haja poucas vidas
a serem seguradas, pois nesses contratos não há proibição
de rescisão unilateral nem interferência da Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) no cálculo
dos prêmios mensais. Ou seja, se o grupo segurado estiver
dando muita despesa à seguradora, basta pedir o cancelamento
do contrato, o que é proibido nos contratos individuais.
- Preste
atenção na rede de hospitais credenciados.
Escolha um plano de saúde que ofereça atendimento
em hospitais de primeira linha. É importante prestar atenção
se há alguma limitação na utilização
destes, pois em alguns casos as seguradoras usam o nome de grandes
hospitais para atrair a clientela, mas restringem o atendimento
somente a internações programadas, excluindo o
direito de utilizar o pronto socorro.
- Se escolher
um produto que tenha reembolso dos honorários
médicos, pergunte de que forma a unidade de valor é reajustada,
qual a periodicidade e de que maneira os cálculos de reembolso
são realizados.- Fuja dos planos de saúde internacionais,
sem sede e representantes no Brasil. Não há proteção
nenhuma e nem registro na ANS. Caso o consumidor tenha algum
problema, não terá a quem reclamar.
Desta forma,
seguindo estas premissas, haverá mais chances
de tudo dar certo na relação entre cliente e planos
de saúde. Porém, se ainda assim o consumidor se
sentir lesado, poderá procurar a Justiça, pois
os tribunais têm considerado abusivo o reajuste do valor
da mensalidade de plano de saúde que injustificadamente
apresenta percentual muito superior àquele indicado pela
ANS, que é apurado com base na variação
dos custos médico-hospitalares, mesmo se tratando de contrato
firmado antes da entrada em vigor da Lei n. 9.656/98. Vale ressaltar
também que a Lei 9.961/00 atribuiu à ANS a responsabilidade
de controlar os aumentos de mensalidades dos planos de saúde,
embora estes tenham ficado de fora dessa regulamentação.
Portanto,
para garantir a boa-fé dos contratos os tribunais
entendem que as cláusulas contratuais dos planos devem
estar redigidas de forma clara e, quando não estão
ou são obscuras, deve-se fazer a leitura favorável
ao consumidor. Mais uma vez toma-se ciência de que a jurisprudência
ampara o consumidor, parte vulnerável na relação
contratual no que tange à interpretação
de seus direitos e obrigações e assevera que é dever
do fornecedor disponibilizar-lhe as informações
claras sobre o produto ou serviço que oferece no mercado.
Seguros dia-a-dia
ANS
vai atualizar coberturas obrigatórias
A ANS já está trabalhando para atualizar o rol
de coberturas dos planos de saúde, que devem passar a
valer a partir de janeiro de 2012. Para isso, a agência
colocou as novas regras em audiência pública, até 14
de maio, em seu portal.
A lista de
inclusões engloba 50 novos procedimentos e
eventos. São 36 tipos de cirurgias por videolaparoscopia
(menos invasivas), entre as quais redução de estômago,
retirada de vesícula e adenóide; injeção
intravítrea, marcação pré-cirúrgica
guiada por ressonância magnética e nova indicação
para o uso de pet scan. Além disso, há novas diretrizes
para consultas com nutricionista e sessões de terapia
ocupacional.
Dados da
Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica
e Metabólica (SBCBM), em 2009 foram feitas 45 mil cirurgias,
25% delas por meio do vídeo. No ano passado, foram 60
mil operações, 35% por vídeo.
A maior evolução da cirurgia bariátrica é sua
realização por vídeo. Na técnica
convencional, a SBCBM explica que é feito um corte de
20 cm no paciente, enquanto que por vídeo são feitas
5 mini-incisões. O tempo de internação cai
de 5 dias para 36 horas.
Segundo a
ANS, a revisão da cobertura obrigatória
tem o objetivo não apenas de editar uma lista mais adequada
em termos de conteúdo, organização e nomenclatura.
O propósito é também induzir a mudança
de um modelo assistencial ainda predominantemente centrado na
doença, e com alto consumo de tecnologias, de modo a garantir
uma cobertura assistencial adequada às necessidades de
saúde dos beneficiários dos planos privados de
assistência à saúde.
O rol define
também a cobertura obrigatória
para odontologia, para os procedimentos classificados como
de alta
complexidade e para cirurgias.
Terça-feira,
19.04.11
Isaude.net
Anvisa
pode ter papel limitado na fiscalização
de patentes farmacêuticas
O projeto
permite à Anvisa analisar apenas a revalidação,
o chamado pipeline, das patentes farmacêuticas e alimentostamanho
da letra
Está em análise na Câmara dos Deputados
o Projeto de Lei 7965/10, do deputado Moreira Mendes (PPS-RO),
que limita o papel da Anvisa na fiscalização das
patentes farmacêuticas e de produtos alimentícios.
O projeto permite à agência analisar apenas a revalidação
(pipeline) das patentes farmacêuticas e de produtos alimentícios.
O processo
de pipeline envolve os pedidos de revalidação
de patentes de produtos feitos no exterior por países
que tenham tratado ou convenção específica
com o Brasil.
Atualmente,
a Lei de Patentes (Lei 9.279/96) determina que a Anvisa dê anuência prévia a todas as concessões
de patentes para produtos e processos farmacêuticos. Segundo
Moreira Mendes, no entanto, essa atribuição sobrecarrega
a Anvisa e dificulta o exercício de suas funções
fiscalizadoras.
O deputado
lembra que o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI)
já tem competência legal para analisar tecnicamente
o mérito dos pedidos de patente. Já a competência
da Anvisa, segundo ele, está definida nas funções
de proteção à saúde pública,
por meio do controle sanitário da produção
e da autorização para a venda de produtos, desde
que os mesmos tenham sido patenteados.
Para o deputado,
cabe ao INPI examinar o mérito do pedido
de patente, enquanto a Anvisa fiscaliza, controla a qualidade,
libera ou interdita o produto com a patente já liberada,
por razões de proteção à saúde
pública.
" Antes de o produto farmacêutico ser patenteado,
inexiste a função específica de proteção à saúde
pública, por falta de objeto, ou seja, não há ainda
produto protegido pela patente, nem disponibilizado para o mercado
consumidor" , diz Moreira Mendes.
O deputado
afirma que duas competências permanentes e
distintas não podem se superpor, " sob pena de injuridicidade
na aplicação da legislação infraconstitucional".
A correção legislativa proposta pelo projeto,
segundo o deputado, " permitirá maior eficácia" na
aplicação da Lei 10.973/04, que incentiva a inovação
e a pesquisa científica e tecnológica no ambiente
produtivo.
“O estímulo à pesquisa inovadora depende
de ambiente administrativo saudável e não congestionado
burocraticamente, de forma a estimular os pesquisadores e os
investimentos no setor", argumenta o autor do projeto. Segundo
Moreira Mendes, o próprio governo entende assim, “tanto
que patrocinou a Lei de Inovação”.
AGENDA
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br.
- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências
Unidas / AssPreviSite
13 de Maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Capacitar
o profissional de saúde a entender o processo
de integração da melhor evidência científica
com experiência clínica e a avaliação
individual do paciente.
Capacitar
o administrador de sistemas de saúde privado
ou público a entender a importância de gerir seu
sistema com base em evidências científicas de alta
qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.
Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante,
especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes,
em relação a acurácia e precisão
de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos
e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos
e preventivos.
Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar
a habilidade clínica e experiência passada para
identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente,
seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios
de intervenções potenciais.
Por avaliação individual do paciente entende-se
reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências
e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica
e que deve ser integrada numa decisão clínica.
Por tecnologia
de informação entende-se o uso
intensivo de indicadores, ferramentas de informática e
parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor
controle de qualidade e gestão.
Objetivos
específicos:
Ao final
do curso o participante deverá estar apto a:
* Reconhecer
a Medicina Baseada em Evidências como uma
maneira válida, útil e viável de melhorar
a sua prática médica com base em resultados de
pesquisas de boa qualidade.
* Elaborar
perguntas específicas e passíveis de
resposta científica para as diversas situações
clínicas.
* Realizar
uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos
médicos, utilizando métodos básicos
como as "clinical queries".
* Entender
a organização
e funcionamento das bases de dados informatizadas.
* Distinguir
os principais tipos de estudo, entender sua ligação
com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de
estudos com os níveis de evidências.
* Avaliar
criticamente artigos médicos de tratamento.
* Distinguir
diretrizes clínicas baseadas em evidências
das baseadas em consenso.
* Conhecer
os principais tipos de estudos de avaliação
econômica em saúde.
* Reconhecer
a importância das revisões sistemáticas
para o conhecimento em saúde.
* Conhecer
e utilizar as fontes de informação
com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence,
Evidence-Based Journals, etc).
* Transpor
para sua prática profissional os conhecimentos
de Saúde Baseada em Evidências.
* Reconhecer
as limitações das evidências
no contidiano clínico.
* Reconhecer
a importância da tecnologia de informação
integrada às evidências científicas para
a gestão de sistemas de saúde.
* Delimitar
as áreas de seu sistema de saúde onde
a tecnologia de informação poderá ser integrada
ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.
Instrutores
Dr. Otávio
Clark
Dr. Enéas José de
Mattos Faleiros
Público
Alvo
Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- Custos
na Saúde e Pagamento
por Pacotes
25 e 26 de abril de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Fornecer
elementos para análise da constituição
e do perfil dos custos da assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização
mediante formatação de pacotes para o pagamento
dos serviços.
- Fornecer
noções de Economia Básica
e de custos em geral.
- Identificar
os componentes dos custos na assistência à saúde.
-Identificar
fatores que agravam os custos na saúde
-Destacar
mecanismos de regulação na utilização
dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos
assistenciais.
- Avaliar
o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar.
- Avaliar
a repercussão da atuação da ANS,
do Poder Judiciário, Ministério Público
e PROCON nos custos de assistência à saúde.
-Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.
-Analisar
recomendações para formatação,
formalização e operacionalização
de pacotes.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br