21-07-11

 

Leia nesta edição:

- Regras ficam só no papel

- Queixas contra planos são engavetadas pela ANS

- Convênio médico é prioridade do trabalhador

- Setor de serviços é destaque no ano

- Proposta prevê vacina gratuita contra HPV para mulheres de 9 a 26 anos

- Definidas especialidades que vão parar de atender em SP

- Médicos do DF adiam decisão sobre boicote

- Seis meses de agonia à espera de um exame

- Atendimento ANS

- Representantes da ANS e do SBDC se reúnem em Brasília

- Ativistas demonstram descontentamento com política brasileira de combate à aids

Quinta-feira, 21.07.11

Correio Braziliense

Regras ficam só no papel

Prazo para consultas e procedimentos não deve ter aplicação na prática, pois seu descumprimento dificilmente gerará punições

Por Ana D'Angelo

Ao mesmo tempo em que não consegue atender as reclamações dos usuários de planos de saúde, a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) fixa regras para as empresas do setor que, na prática, não têm como ser cumpridas. A badalada resolução da agência reguladora que fixa prazos máximos para a marcação de consultas e cirurgias, de junho deste ano, tende a ficar no papel. A norma entra em vigor em 18 de setembro. Entre a queixa do cliente e a instauração de processo administrativo para apuração de infração, são pelo menos 30 dias. A partir daí, há novos prazos para defesa da operadora, recursos e pedidos de reconsideração, o que leva anos.

Conforme informações obtidas pelo Correio, a maior parte dos processos instaurados em 10 anos de existência da ANS contra as empresas do setor prescreveu ou está prestes a caducar sem decisão final — o prazo de prescrição é de cinco anos. A Diretoria de Fiscalização conseguiu arrecadar até hoje apenas 2% das multas aplicadas que não foram pagas espontaneamente. O Correio pediu informações à ANS sobre o total de multas lavradas e arrecadadas, além do tempo de conclusão dos processos. Mas, passados 20 dias, a agência reguladora não deu resposta. Informa que ainda está levantando os dados.

Pela resolução da ANS, após a reclamação do usuário que teve a cobertura negada pelo plano, a própria agência retorna o contato para colher mais informações. Concluindo que houve de fato a recusa de atendimento, a agência tenta resolver o conflito entre as partes. Caso o consumidor reafirme a irregularidade, o órgão notifica o plano para se explicar em cinco dias úteis. “Não há prazos para a ANS se manifestar nas diversas etapas do cumprimento da resolução”, alerta a advogada do Instituto de Defesa do Consumidor (Idec) Juliana Ferreira.

Se considerar que a resposta não é pertinente, a ANS abre o processo administrativo para apuração de infração, aquele que leva anos. “Há uma interpretação interna de que cabe pedido de reconsideração da operadora de qualquer ato no processo. E ele vai se estendendo ao longo do tempo”, diz um analista da autarquia. Segundo a advogada do Idec,

Durante a discussão da resolução em consulta pública, a agência reguladora não acatou as sugestões do instituto de fixar prazos menores para a marcação das consultas e cirurgias e para a apresentação de recursos pelas operadoras. “Os prazos são extensos demais. Que fossem pelo menos dias corridos”, reclama.

Sem resposta

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) divulgou nota ontem admitindo que deixou sem resposta cerca de 7 mil consumidores que fizeram consultas e queixas contra planos de saúde na central de atendimento do órgão entre março e maio. Desses, 3 mil receberam contato telefônico. Para os outros 4 mil, foram enviados comunicados para que apresentassem de novo a demanda. Conforme informações obtidas pelo Correio e publicadas na edição de ontem, a Diretoria de Fiscalização expediu memorando interno mandando engavetar todas as reclamações do período, em torno de 10 mil. No texto enviado, a ANS disse para o usuário reapresentar a demanda se ainda tivesse interesse.

Pernambuco.com / Estado de Minas

Queixas contra planos são engavetadas pela ANS

A razão de existir da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) é a proteção e defesa do usuário de plano de saúde. O órgão, encarregado de regular e fiscalizar o setor, estampa em sua página na internet que o consumidor é o protagonista de suas ações. Mas a prática revela que o usuário não passa de mero figurante. No início do mês, a Diretoria de Fiscalização, responsável pelo atendimento às reclamações dos consumidores, mandou engavetar, por meio de memorando interno, todas as queixas e consultas acumuladas desde março sem resposta – em torno de 10 mil. Quem quiser que reapresente a queixa, "fornecendo o maior número de informações possível sobre o caso relatado".

Essa é a resposta que os consumidores que perderam o tempo nos últimos meses acessando os canais de atendimento da agência, que custam R$ 4 milhões por ano, têm recebido. A justificativa da agência é que o sistema de cadastro de demandas do “Fale com a ANS” passou por processo de mudanças e que, por isso, as demandas ficaram “impossibilitadas de serem tratadas”. Mas não é de hoje que a ANS atende mal ao usuário. Auditoria do Tribunal de Contas da União (TCU) realizada no órgão entre 2008 e abril de 2009 já havia detectado que o serviço de atendimento ao consumidor funcionava mal.

Segundo o relatório do TCU, não foram apresentados indicadores sobre taxa de resposta aos usuários, de reabertura de demanda ou outros indicadores de resolução das consultas e reclamações. Há dois anos, a ANS apresentou ao TCU a mesma explicação que tem dado atualmente aos consumidores que reclamaram neste ano e não foram atendidos: de que a central de atendimento está em processo de mudanças para otimizar os serviços prestados. Foi o que os auditores do TCU ouviram dos responsáveis pela Gerência-Geral de Relacionamento Institucional em reunião realizada na sede do órgão em 13 de junho de 2009.

Em março deste ano, a ANS chegou a avisar em sua página que “o tempo de resposta das demandas” encontrava-se “um pouco maior que o usual”, ressaltando que o atendimento ao consumidor permanecia “em plena atividade pelo Disque-ANS (0800 701 9656)”. Na realidade, o Disque-ANS já estava entrando em colapso.

Ao Estado de Minas, a ANS minimizou o problema. Informou que “os cidadãos que entraram em contato durante o período foram respondidos diretamente pela Central de Atendimento Disque ANS”. Segundo a agência, só não foram respondidos “os que não ofereceram elementos suficientes para a resposta”. Para eles, afirmou, foi encaminhada mensagem solicitando o reencaminhamento da demanda. A ANS disse ainda que “não confirma o número de 10 mil”, mas não informou quantas ficaram sem resposta.

SUS mais rápido

Os consumidores estão indignados. Margarete de Brito já protocolou diversas reclamações desde março. Para sua surpresa, recebeu três e-mais de resposta da ANS, todos dizendo para ela reapresentar a queixa, se tiver interesse. O servidor Valdemar Valverde já cansou de enviar e-mais para o órgão, sem obter resposta. “Se fosse um caso de vida ou morte, o paciente já estaria enterrado”, reclamou. Foi o que aconteceu com o aposentado Affonso Luccas, de 85 anos. Ele morreu num hospital público em São Paulo, sem obter resposta da ANS.

Ivone Ribeiro constatou que o Sistema Único de Saúde (SUS) é mais rápido que a ANS. Ela protocolou reclamação em 5 de maio por causa da negativa de seu plano de cobrir uma cirurgia. Sem resposta da ANS e do plano, recorreu a um hospital que atende pelo SUS para fazer a cirurgia. “O SUS me atendeu mais rápido”, desabafou.

Jornal da Tarde

Convênio médico é prioridade do trabalhador

Por Saulo Luz

Convênio médico é o benefício mais importante para o trabalhador brasileiro. Isso é o que mostra pesquisa internacional da MetLife, multinacional do setor de seguros e planos de previdência. E o plano de saúde oferecido pelas empresas, além de proporcionar tranquilidade para o empregado em uma eventual necessidade, também traz vantagem para o empregador que tem no benefício um argumento a mais para manter seus colaboradores.

O levantamento foi realizado entre novembro de 2010 e fevereiro de 2011 com 2.930 empregados na Austrália, Índia, México, Reino Unido e Brasil. Segundo o estudo, os brasileiros são os que mais temem o impacto da morte ou doença sobre a segurança financeira de sua família (71% são “extremamente preocupados”) e 68% dos pesquisados temem que a estabilidade econômica seja afetada por gastos médicos não cobertos pelo plano de saúde.

Dos 500 brasileiros entrevistados, 90% citaram o convênio médico entre os cinco benefícios trabalhistas mais importantes. Depois vêm seguro de vida (lembrado por 72%), plano odontológico (59%), vale-supermercado (56%), plano de aposentadoria (53%), recebimento de salário em caso de doença (48%), vale-refeição (43%), check-up médico (30%), seguro de acidentes pessoais (29%) e vale-combustível (19%).

Cerca de metade das companhias brasileiras que hoje não oferecem assistência médica para seus funcionários disseram que planejam fazê-lo nos próximos três anos. E três em cada dez profissionais têm interesse em conseguir esse benefício por intermédio da empresa.

Família em 1º lugar

A mesma pesquisa aponta que 75% dos trabalhadores brasileiros se dizem “extremamente preocupados” em conseguir pagar os gastos do convênio médico com o dinheiro da aposentadoria, 69% temem não conseguir se sustentar com o salário da aposentadoria e 63% preocupam-se em ter recursos financeiros suficientes para cuidar dos pais e parentes na terceira idade.

“O brasileiro se preocupa e valoriza muito a família. E isso fica claro na necessidade de seguros de vida, salário em caso de invalidez e plano de saúde familiar, que surge no topo da lista”, diz Marco Monguzzi, diretor de marketing e planejamento estratégico da MetLife.

O engenheiro de software Andre Luis Berbert Ozorio, de 29 anos, considera benefícios que “agregam qualidade de vida” tão importantes que podem ser tão atraentes ao ponto de deixar o salário para segundo plano. Ele valoriza tanto o convênio médico que nunca trabalhou em empresa que não oferecia tal suporte.

“Acredito que os profissionais trabalham melhor quando recebem benefícios, como plano de saúde. Principalmente quando todos da família (esposa e filhos) também têm”, diz Ozorio, que é funcionário da Radix, empresa de engenharia e TI do Rio de Janeiro.

Para o consultor jurídico do Sebrae-SP Paulo Melchor, companhias que oferecem plano de saúde e outros benefícios têm diferencial para atrair os trabalhadores mais qualificados. “O convênio talvez seja o maior entre todos os benefícios trabalhistas. O alto custo de um plano de saúde individual ou familiar — que pode variar de R$ 1 mil e R$1.500 — faz com que as pessoas busquem emprego já pensando no convênio. Mas é bom lembrar que, em alguns casos, esse benefício não é apenas uma opção dada pelo empregador, mas uma obrigatoriedade prevista nos acordos e convenções entre patrões e sindicatos.”

Em São Paulo, bancários e metalúrgicos têm direito a plano de saúde. Já as empresas de gastronomia e hospedagem de São Paulo e região não são obrigadas a oferecer o benefício. Apesar disso, o sindicato que representa os trabalhadores do setor (Sinthoresp) firmou acordo para que os patrões ofereçam salários maiores para contratados de estabelecimentos que não oferecem plano.

A pesquisa indica ainda as maiores preocupações financeiras do trabalhador brasileiro: ter dinheiro suficiente para pagar a educação dos filhos (68%), pagar contas durante uma perda de renda súbita (67%), ter mais tempo com a família (65%), ter dinheiro suficiente para pagar as despesas (65%), ter um convênio médico adequado (62%). Outro dado é que os trabalhadores pretendem se aposentar aos 56 anos, apesar da longevidade ter aumentado no País.

Valor Econômico

Setor de serviços é destaque no ano

Por Fernando Travaglini

Os números de criação de emprego continuam fortes, sem sinais claros de desaceleração. Em junho foram criados 215,4 mil vagas, com leve alta de 0,6% em relação ao mesmo mês de 2010. É o segundo melhor resultado para o mês da série histórica, e deve ainda sofrer um ajuste para cima, quando forem incorporados os dados que chegam apenas no fim do mês. "Ainda vai aumentar bem", disse o ministro do Trabalho e Emprego (MTE), Carlos Lupi.

Todos os oito setores da atividade econômica apresentaram elevação no mês, na comparação com junho de 2010. A maior geração de empregos veio da agricultura, com 75 mil vagas, alta de 4,6% no período, de acordo com dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do MTE.

O destaque, no entanto, continua sendo o setor de serviços, com 53,5 mil vagas, o terceiro maior saldo, fruto da expansão de cinco dos seis ramos que compõem o segmento. Serviços de alimentação (21,9 mil vagas) e serviços médicos (9,1 mil vagas) foram os que mais criaram empregos formais.

O Banco Central (BC), que decide hoje a taxa Selic, expressou sua preocupação com relação ao mercado de trabalho no último Relatório de Inflação, divulgado no mês passado. Para a autoridade monetária, esse é um dos maiores fatores de risco à convergência dos preços, já que o mercado de trabalho permanece aquecido, com desemprego em nível historicamente baixo e ganhos salariais elevados. Além disso, uma série de datas-base de importantes categorias está programada para este segundo semestre, o que pode pressionar mais os custos de produção.

No consolidado do primeiro semestre, foram criados 1,414 milhão de empregos, o terceiro melhor número da série histórica, levando-se em conta os dados ajustados até maio e ainda sem ajustes em junho.

Na comparação com o primeiro semestre do ano passado (1,634 milhão), houve recuo de 13,4%. De acordo com Lupi, no entanto, essa queda se justifica pela distorção provocada pelas eleições em 2010, já que os governos precisaram concentrar seus gastos nos primeiros seis meses do ano, para não ferir a lei eleitoral, ampliando investimentos e contratações.

"Não vejo desaceleração na criação de emprego", disse Lupi. Segundo ele, a tendência é de continuidade na criação de vagas, que deve chegar a 3 milhões no fim do ano, levando-se em conta os números de empregos com carteira assinada da Rais e do Caged.

O setor de serviços puxou o desempenho, com 564 mil vagas no primeiro semestre, seguido pela indústria de transformação (261,5 mil) e agricultura (235,4 mil).

A renda também continua crescendo. O salário médio de admissão teve aumento real de 3% no semestre, na comparação com o primeiro semestre de 2010.

Para Cristiano Souza, do Santander, a sinalização é de mercado de trabalho ainda aquecido, acima do nível de pleno emprego, estimado pelo banco em 7,2% - a taxa de desemprego em junho, conforme dados do IBGE, foi de 6,2% da população economicamente ativa.

Agência Câmara de Notícias

Proposta prevê vacina gratuita contra HPV para mulheres de 9 a 26 anos

Por Maria Neves / Edição: Wilson Silveira

Tramita na Câmara o Projeto de Lei 449/11, da deputada Perpétua Almeida (PCdoB-AC), que obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a oferecer imunização contra o Papilomavírus Humano (HPV) a mulheres de 9 a 26 anos.

A deputada argumenta que trabalhos científicos comprovam que o HPV é a causa principal de um dos tipos mais graves de câncer de cólon de útero. No Brasil, já existe vacina aprovada contra essa infecção, “porém seu alto custo inviabiliza o acesso dessa vacina para milhões de mulheres carentes”, afirma a parlamentar.

A proposta determina ainda que pesquisas científicas para fins diagnósticos ou terapêuticos sejam realizadas apenas com o consentimento expresso da mulher ou de seu representante legal. Deve ocorrer também a comunicação do estudo aos conselhos profissionais competentes e aos conselhos estaduais e municipais de Saúde.

Tramitação

A proposta foi apensada ao PL 6820/10, do Senado, que inclui a vacina HPV no calendário de vacinação do SUS. Os projetos serão analisados em caráter conclusivo pelas comissões de Seguridade Social e Família; de Finanças e Tributação; e de Constituição e Justiça e de Cidadania.

Íntegra da proposta:

PL-449/2011

CFM

Definidas especialidades que vão parar de atender em SP

Formada por representantes da Associação Paulista de Medicina, Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo, Sindicatos dos Médicos, Academia e Sociedades de Especialidades, a Comissão Estadual de Mobilização Médica para a Saúde Suplementar acaba de definir como será o rodízio seqüencial de suspensão ao atendimento dos planos de saúde em protesto aos baixos honorários e às interferências abusivas que impossibilitam a adequada assistência aos cidadãos. As paralisações começam em 1º em setembro e prosseguirão por tempo indeterminado até que as reivindicações sejam atendidas.

As especialidades que iniciarão o movimento, interrompendo o atendimento eletivo no primeiro mês, serão: Ginecologia e Obstetrícia (de 1º a 3 de setembro), Otorrinolaringologia (8 a 10 de setembro), Pediatria (14 a 16 de setembro), Pneumologia (21 a 23 de setembro) e Cirurgia Plástica (28 a 30 de setembro). As urgências e emergências estarão garantidas.

Os anestesiologistas terão papel diferenciado no movimento: darão apoio a todas as especialidades cirúrgicas, parando semanalmente os procedimentos das áreas que estiverem no rodízio seqüencial de suspensão. Por exemplo, interromperão os procedimentos ligados à ginecologia na primeira semana, os da otorrino na segunda semana, e assim por diante.

Reivindicações da classe

Vale lembrar que os médicos definiram como pauta do movimento estadual a recomposição do valor da consulta para R$ 80,00 e procedimentos atualizados proporcionalmente de acordo com o sistema de hierarquização da Classificação Brasileira Hierarquizada de Procedimentos Médicos (CBHPM), além de regularização dos contratos entre médicos e operadoras com a inserção de cláusula de reajuste anual baseado no índice autorizado pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) para os planos individuais.

Outro pleito é o fim das pressões das empresas para que reduzam solicitações de exames, internações e outros procedimentos, interferências inaceitáveis que colocam em risco a saúde dos cidadãos.

Processo de negociações

Até agora a Comissão Estadual abriu formalmente negociação com 34 empresas, das quais 19 na última semana. Do primeiro grupo contatado para dialogar, somente as listadas a seguir não deram qualquer resposta:

Medicina de grupo: Gama Saúde, Green Line, Intermédica;

Autogestões: ABET (Telefônica), Companhia de Engenharia de Tráfego;

Seguradoras: Notredame.

Estão em processo de negociação as listadas abaixo:

Medicina de grupo: Amil, Golden Cross, e Medial;

Autogestões: Caixa Econômica Federal, Cassi (Banco do Brasil), Embratel e Geap;

Seguradoras: Marítima, Porto Seguro.

As 19 procuradas recentemente ainda estão no prazo para posicionamento, que se encerrará no início de agosto.

Critérios para suspensão

Os médicos do estado de São Paulo definiram que a suspensão do atendimento abrangerá todas as empresas que não abrirem negociação, além daquelas que tiveram suas propostas consideradas insuficientes. O anúncio oficial dos planos que terão a assistência interrompida acontecerá em coletiva à imprensa na sede da Associação Paulista de Medicina (Avenida Brigadeiro Luiz Antonio, 278), no próximo dia 10 de agosto, às 10h.

As entidades médicas permanecem abertas à negociação e esperam chegar a um bom termo, contemplando profissionais de medicina, pacientes e operadoras, o que é essencial para o equilíbrio do sistema.

Saúde Business Web

Médicos do DF adiam decisão sobre boicote

Médicos do Distrito Federal (DF) decidiram esperar até o dia 4 de agosto para definir se vão suspender o atendimento de pacientes de planos de saúde a partir de 1° de setembro. O boicote será direcionado aos planos que não aceitarem discutir o reajuste da tabela de pagamentos de serviços.

No Distrito Federal, os alvos da suspensão são as operadoras Amil, Golden Cross, Sul América e Bradesco, de acordo com o presidente do Sindicato dos Médicos do DF, Gutemberg Fialho.

“Os convênios foram notificados e demos prazo de dez dias para que se manifestem. No dia 4 de agosto teremos reunião da Comissão Nacional de Saúde Suplementar e definiremos as estratégias, caso não haja negociação”, disse Fialho ontem.

Em São Paulo, médicos de seis especialidades já definiram um cronograma de paralisação do atendimento a partir de 1º de setembro. Cada especialidade vai suspender o atendimento por três dias. As primeiras serão ginecologia e obstetrícia, de 1º a 3 de setembro. Depois, otorrinolaringologia (8 a 10 de setembro), pediatria (14 a 16 de setembro), pneumologia (21 a 23 de setembro) e cirurgia plástica (28 a 30 de setembro).

Correio Braziliense

Seis meses de agonia à espera de um exame

Exames na gaveta por até seis meses

Por Saulo Araújo

Quanto mais cedo uma pessoa souber que está com câncer, maior é a chance de derrotar a doença. Mas em Brasília a vida de pacientes que aguardam o resultado de uma biópsia para descobrir se estão com algum tipo de tumor transformou-se em suplício. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), pelo menos mil exames estão prontos, mas levam até seis meses para serem divulgados porque faltam servidores para digitar o laudo. Uma calamidade. Ainda mais depois da previsão do Instituto Nacional de Câncer de que até o fim do ano devem ser registrados quase 6 mil casos da doença no DF. No hospital, o maior da região, o descaso se repete com os mortos. Os corpos demoram a ser liberados porque o HBDF não entrega o resultado das necropsias. O promotor de Justiça Diaulas Ribeiro culpa a Secretaria de Saúde. "Você acha que uma secretaria que não cuida nem dos vivos vai cuidar dos mortos?", pergunta.

Saúde

Pelo menos mil testes de biópsia estão parados no Hospital de Base por falta de funcionários para digitá-los. Os resultados são fundamentais para que os pacientes possam ter o diagnóstico precoce do câncer, doença grave e letal se não for tratada a tempo

A falta de servidores para executar tarefas básicas na rede pública de saúde no Distrito Federal compromete o tratamento de pacientes com suspeita de câncer. No Hospital de Base do DF (HBDF), pelo menos mil exames de biópsia estão prontos, mas ainda não foram entregues simplesmente porque não há quem os digite. A situação foi denunciada pelo Correio em reportagem publicada em 25 de outubro do ano passado. Na ocasião, a Secretaria de Saúde, em parceria com o Exército Brasileiro, conseguiu praticamente zerar a pilha de documentos, por meio de um mutirão. O governo também informatizou o sistema, instalando computadores na seção de anatomia da maior unidade de saúde da capital do país. No entanto, não há funcionários para operá-los. Menos de um ano depois, o resultado é novamente o acúmulo de exames. Sobra para o paciente, que pode aguardar até seis meses para saber se está ou não com a doença grave. Uma demora que pode ser fatal.

Se nada for feito para mudar o cenário, a tendência é que a situação piore, pois previsões nada animadoras do Instituto Nacional do Câncer (Inca), órgão ligado ao Ministério da Saúde, estimam que 5.930 mil casos da doença devem ser registrados no DF até o fim do ano. A maior parte (3.220) deve atingir mulheres. Somente no HBDF, há cerca de 5 mil pessoas em tratamento.

O início precoce do tratamento para eliminar um câncer é determinante para salvar a vida de um enfermo. Em muitos casos, mesmo que haja a suspeita da doença, a pessoa não pode começar o tratamento sem ter em mãos o laudo do médico patologista que confirme o diagnóstico. A diarista Maria Helena da Silva, 42 anos, ficou três meses, entre idas e vindas ao Hospital de Base, até finalmente obter o resultado de uma biópsia feita em sua mãe, a aposentada Rita Maria Lopes, 70. “Foram três meses de agonia porque a gente não sabia se a mamãe estava com um câncer na mama ou não. Graças a Deus, deu negativo, mas perdemos muitas noites de sono pensando que poderia ser pior”, contou Maria Helena.

Atualmente, no HBDF, apenas três funcionários são responsáveis pela digitação de todos os laudos emitidos pelos patologistas. A situação fica crítica quando um deles entra em férias, pede licença ou se afasta por motivo de doença. Um servidor contou que é comum ter dias que nenhum deles aparece no serviço por motivos diversos. “Às vezes, um está em férias e os outros dois, de atestado. Tudo isso faz com que a papelada acumule. É doído ver as pessoas angustiadas querendo uma solução para o seu problema e que tudo isso poderia ser resolvido com um pouco mais de boa vontade do governo”, afirmou um funcionário, que preferiu não revelar a identidade.

Membros amputados

No laboratório de anatomia patológica, a falta de pessoal também ameaça o bom andamento do serviço. Desde o início do ano, 4.084 amostras de tecidos e células foram analisadas. Esse é um dos processos do exame de biópsia que consiste em colocar em lâminas fragmentos para que o médico identifique, por meio da microscopia, se a parte analisada é cancerígena. O trabalho minucioso foi feito por apenas quatro técnicos. Na semana passada, um deles se aposentou e não há previsão da substituição da mão de obra.

Atrasos também são verificados em biópsias de quem teve algum membro amputado. O procedimento deveria ser a realização do exame logo após os médicos retirarem uma parte do corpo do paciente, mas não é o que ocorre na prática. Numa pasta velha, estão guardados 49 pedidos de biópsias referentes a esses casos extremos. Os mais antigos datam do início do mês de março deste de ano e, como não são considerados prioritários, devem permanecer esquecidos por mais um bom tempo antes de serem concluídos. "Como não dá para fazer milagre, a mentalidade que adotamos é que "se já está amputado, pode esperar mais um pouco. Tentamos dar prioridade àqueles com risco maior de desenvolver um câncer, mas é difícil", destacou o funcionário.

Quadro defasado

O último concurso para o provimento de vagas para técnicos administrativos da Secretaria de Saúde ocorreu em 2008. Foram chamados 433 aprovados, mas poucos tomaram posse. A última nomeação saiu em 29 de setembro do ano passado, quando 23 novos servidores foram convocados. Como o concurso foi homologado em 2009, os aprovados podem ser chamados até 2013, considerando a prorrogação por mais dois anos.

Fase fundamental

A biópsia é um procedimento cirúrgico importante, no qual se colhe uma amostra de tecidos ou células para posterior estudo em laboratório, tal como a evolução de determinada doença crônica, principalmente o câncer.

Erro resulta em indenização

Uma paciente da rede pública de saúde do DF irá receber R$ 20 mil do GDF por dano moral. O Hospital Regional do Gama (HRG) diagnosticou erroneamente que ela era portadora do vírus HIV. A constatação falha ocorreu durante um teste pré-parto. A sentença é do juiz da Primeira Vara da Fazenda Pública e cabe recurso. Para o magistrado, a conduta dos profissionais de saúde causou "danos de toda ordem moral à paciente. Por achar que estava realmente com aids, ela foi impedida de amamentar seu filho. Ela só descobriu que era vítima de um erro quando realizou um outro exame."

Quarta-feira, 20.07.11

ANS

Atendimento ANS

A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) esclarece que mantém uma Central de Relacionamento com a sociedade, constituída por diversos canais de comunicação, entre os quais o serviço Fale com a ANS (respostas por e-mail) e o Disque ANS (0800-7019656).

Durante os meses de março a maio de 2011, em virtude de uma reformulação do sistema de cadastro do Fale com a ANS, ocorreram problemas técnicos que impossibilitaram o envio das respostas a cerca de sete mil usuários que encaminharam demandas através deste canal. Diante do fato, a ANS remeteu a totalidade das demandas ao Disque ANS para o devido tratamento por meio de contatos telefônicos. Cerca de três mil usuários foram contatados.

Para evitar que os demais usuários com os quais não foi possível o contato ficassem sem resposta, a ANS encaminhou uma mensagem padrão explicando o problema ocorrido e solicitando que a demanda fosse reencaminhada para a devida resposta.

Cabe acrescentar que a reformulação do portal da ANS propiciou maior facilidade de acesso aos consumidores, acarretando aumento em média de 250% nas demandas enviadas ao Fale com a ANS nos últimos quatro meses. Portanto, para evitar novos transtornos aos usuários, enquanto este canal estiver sofrendo os ajustes necessários para comportar tal aumento das demandas, a ANS continuará contando com o suporte da equipe do Disque ANS. Assim, sempre que a capacidade de resposta por e-mail (Fale com a ANS) for ultrapassada, o usuário será contatado também pelo Disque ANS.

A Agência Nacional de Saúde Suplementar lamenta a ocorrência de possíveis transtornos e continuará trabalhando para aumentar sua capacidade de relacionamento com a sociedade, atendendo às solicitações de esclarecimento de dúvidas (cerca de 85% do total de contatos) e também às reclamações enviadas.

Canais de relacionamento com a sociedade:

Disque ANS (0800-7019656)

Correspondências (Av.Augusto Severo, 84 – Gloria – CEP: 20021-040)

ANS

Representantes da ANS e do SBDC se reúnem em Brasília

Diretores da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) reuniram-se aos membros do Sistema Brasileiro de Defesa da Concorrência (SBDC) com o objetivo de discutir a relação operadoras-prestadores de serviços em saúde. A reunião aconteceu em Brasília, na última quinta-feira, 14 de julho.

Este foi o primeiro encontro realizado após a definição de um plano de trabalho firmado entre a ANS e o SBDC. A parceria tem a finalidade de estudar e propor políticas públicas que viabilizem maior equilíbrio entre os agentes econômicos, epecialmente em assuntos como a remuneração dos médicos e o atual grau de concorrência no setor.

O encontro contou com a participação do diretor-presidente da ANS, Maurício Ceshin; do diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Bruno Sobral; do presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), Fernando Furlan e de conselheiros da instituição; do Secretário de Direito Econômico (SDE), Vinicius Carvalho; do Secretário de Acompanhamento Econômico (SEAE), Antonio Henrique Silveira; além de técnicos dos refreferidos órgãos.

O diretor-presidente da ANS, Maurício Ceshin(esquerda) e o diretor de Desenvolvimento Setorial da ANS, Bruno Sobral participaram do encontro

Durante o evento foi definido o cronograma de atividades dos grupos de trabalho que discutirão, especificamente, os temas "condições de negociação entre operadors e prestadores", "hierarquização de procedimentos"," metologia de mapeamento de mercados relevantes" e "estudo sobre grau de concorrência no setor".

Para a ANS, a parceria com o SBDC promoverá maior conhecimento técnico eharmonizará a conduta das entidades participantes.

ISaúde.net

Ativistas demonstram descontentamento com política brasileira de combate à aids

Presidente do Fórum ONG/Aids fez duras críticas à forma como está ocorrendo a distribuição de antirretrovirais no país tamanho da letraA-A+" Já virou rotina. A cada 15 dias temos que enfrentar um novo problema na resposta contra a aids" , disse o Presidente do Fórum de ONG/Aids do Estado de São Paulo, Rodrigo Pinheiro. " No último ano parece que o combate da aids só piora" , acrescentou o ativista.

Na semana passada, ativistas denunciaram o desabastecimento do antirretroviral Fosamprenavir, que segundo o Ministério da Saúde, teve sua distribuição regularizada nesta semana. Em São Paulo e no Rio de Janeiro, por exemplo, alguns pacientes receberam uma quantidade de comprimidos suficiente para uma semana, enquanto o normal seria para um mês.

O especialista em saúde pública e coordenador do Grupo Pela VIDDA (Valorização, Integração e Dignidade do Doente de AIDS), de São Paulo, Mário Scheffer, disse que é " inadmissível" , com a experiência obtida pelo Governo brasileiro no enfrentamento da epidemia, que falte um insumo tão importante como a carga viral." Não estamos falando de algo que começamos a comprar recentemente, mas de um tipo de exame que é essencial para o tratamento da aids e que é há muito tempo é feito no país" , comentou.

Usado para medir a quantidade de HIV no sangue, o exame de carga viral é um dos testes mais importantes para avaliar a resposta de um paciente ao tratamento da aids, assim como para auxiliar o médico se está na hora de iniciar a terapia antirretroviral em pacientes soropositivos.

Segundo nota técnica enviada pelo Departamento de DST/Aids e Hepatites Virais às Secretarias Estaduais de Saúde, os seguintes grupos devem ser considerados prioritários para a realização do teste: gestantes infectadas pelo HIV, crianças e aqueles que precisarem ser avaliados sobre a supressão da carga viral após a introdução de um novo esquema antirretroviral.

Os pacientes fora do grupo de prioridade devem fazer o exame quando os estoques forem regularizados.

Em um grupo de discussão na internet, ativistas do Rio Grande do Sul, Paraná, Rio de Janeiro e Alagoas também reclamaram da restrição do exame em seus Estados.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, disse durante entrevista à rádio Jovem Pan que " pacientes e profissionais podem ter garantia e segurança de que não haverá desabastecimento, no sentido, de que prejudique os tratamentos" .

A nota técnica assinada pelo diretor do Departamento de DST, Aids e Hepatites Virais do Ministério da Saúde, Dirceu Greco, explica que o órgão deu início a um processo de implantação de uma nova metodologia de quantificação da carga viral, mas que as empresas licitantes ainda não responderam a demanda. Sendo assim, o órgão fez uma aquisição emergencial da atual metodologia de testagem, que abastecerá a Rede Nacional de Laboratório durante seis meses. E a normalização dos estoques na Rede ocorrerá, no máximo, até a primeira semana de agosto.

AGENDA

- Estão abertas as inscrições de trabalhos para a 11ª Expoepi

Anvisa

Estão abertas as inscrições de trabalhos para a mostra competitiva da 11ª Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças – 11ª Expoepi. O prazo para a subscrição de trabalhos vai até o dia 20 de julho de 2011, pela internet. O evento acontece entre os dias 1º a 3 de novembro, em Brasília-DF.

Serão contempladas duas modalidades de participação. A modalidade I trata das experiências bem-sucedidas realizadas pelos serviços de saúde do Sistema Único de Saúde (SUS) que contribuíram para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde. A experiência vencedora em cada uma das nove áreas da Modalidade I receberá um prêmio no valor de R$30 mil, oferecido pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde. A modalidade II (com apenas uma área específica) é uma inovação para este ano, por estar direcionada aos profissionais da Saúde que atuam no SUS e desenvolveram trabalhos técnico-científicos em nível de pós-graduação que contribuem para o aprimoramento das ações de vigilância em saúde. Nesta modalidade, serão concedidos prêmios no valor de R$9 mil para tese de doutorado, R$6 mil para dissertação de mestrado e R$3 mil para monografia de especialização.

Critérios

Os trabalhos serão selecionados segundo os critérios estabelecidos no Edital de convocação. A experiência ou trabalho técnico-científico inscrito que não demonstrar sua contribuição ao aprimoramento das ações de vigilância em saúde será considerado inelegível para a mostra competitiva.


- CBA oferece Curso e Pós-Graduação em gerenciamento do ambiente e segurança em saúde

O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA) – representante exclusivo no Brasil da maior agência acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International (JCI) –, está com inscrições abertas para o curso de Gerenciamento do Ambiente em instituições de Saúde, que acontece em julho e agosto, e também para a pós-graduação em Gestão do Ambiente e Segurança em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, que começa em agosto e tem duração de 11 meses.

As inscrições para o curso e para a pós-graduação estão abertas até dia 31 de julho. Seguem abaixo as informações de ambos.

Curso: Gerenciamento do Ambiente em Instituições de Saúde

Gerenciamento de resíduos de serviços de saúde, gerenciamento de resíduos perigosos, o tratamento de resíduos biológicos, a incineração como alternativa restrita, as regras para construção predial e no sistema de abastecimento da água para o cumprimento da legislação e a sustentabilidade nos ambientes de saúde. Estes são alguns dos temas a serem abordados no curso de Gerenciamento do Ambiente em instituições de Saúde, promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA).

Segundo a enfermeira Irene Haddad, que ministrará o curso, ainda é grande o número de hospitais brasileiros que utilizam termômetro e esfignomanômetro de mercúrio, o que representa um perigo não só à saúde dos trabalhadores das instituições de saúde, mas também para a saúde dos pacientes e acompanhantes. Como exemplo, ela citou um levantamento realizado em um hospital do Rio de Janeiro. Segundo o inventário, em apenas três meses, foram requisitados 824 termômetros de mercúrio para substituir outros danificados. “O dado é alarmante. O mercúrio é um metal volátil que libera vapor tóxico por até um ano, causando danos neurológicos que só vão surgir anos depois”, alerta Irene, apontando que esses equipamentos devem ser substituídos pelos digitais, disponíveis no mercado e certificados pelo INMETRO.

A enfermeira que é consultora de educação para acreditação do CBA, gerente de resíduos de serviços de saúde do Hospital Federal dos Servidores do Estado (RJ) e consultora de Controle de Infecção Hospitalar e Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde da Prevento Consultoria, ensinará como elaborar um plano de gerenciamento de resíduos durante o curso. “É importante saber classificar corretamente os resíduos gerados para garantir o manejo correto até a disposição final, diminuindo os impactos ambientais e promovendo saúde”, ressalta.

O curso de Gerenciamento do Ambiente em instituições de Saúde, voltado para profissionais de saúde, gestores e lideranças intermediárias, acontece em duas datas: 23 de julho ou 25 e 26 de agosto, ambos com carga horária de 36 horas/aula. “Este curso é uma disciplina eletiva do MBA Gestão da Qualidade em Saúde e Acreditação. As aulas serão teóricas e práticas”, explica Rosângela Boigues, Coordenadora de Ensino do CBA.

As inscrições podem ser feitas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones (21)3299-8241 ou 3299-8202 ou ainda 3299-8234. Mais informações no site www.cbacred.org.br. O valor do curso é de R$ 800,00.

Pós-graduação: Gestão do Ambiente e Segurança em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde

Especializar gestores e profissionais de instituições de saúde públicas e privadas para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços de saúde ou gestão de riscos (Risk Officer Management); Desenvolver uma visão estratégica sobre o estabelecimento assistencial de saúde e seu meio ambiente interno e externo (Hospital Verde); e Qualificar estes profissionais para planejar, desenvolver, implantar, monitorar e melhorar o ambiente de sistemas e serviços de saúde. Estes são os objetivos principais dessa pós-graduação, que tem duração de 11 meses, se estendendo de agosto deste ano a julho de 2012, perfazendo uma carga horária de 396 horas/aulas.

Com conteúdo como, Estudo do Ambiente Hospitalar e de outros Estabelecimentos Assistenciais de Saúde, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança, Custos Hospitalares e Introdução à Legislação Ambiental, além de outras oito disciplinas, o curso de pós-graduação é voltado para gestores de instituições públicas e privadas de saúde, profissionais da saúde, além de profissionais das áreas de administração, arquitetura, assistência social, biologia, bioquímica, engenharia, enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição que já atuem ou tenham interesse de atuação em serviços de saúde.

Com inscrições até o dia 31 de julho, a pós-graduação terá início no dia 18 de agosto com a disciplina Gestão pela Qualidade – Princípios e Métodos. Mais informações e inscrições através do site www.cbacred.org.br ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br ou ainda pelos tels. (21)3299 8241 / 3299 8202 / 3299 8242.


- VIII Encontro Prestadoras e Operadoras de Planos de Saúde

Dias 21 e 22 de Julho, em Salvador

Auditório do C. Médico do Hospital Português

Av. Princesa Isabel – Barra Avenida

Inscrições pelo site: www.ucasaude.com.br ou pelo telefone: 30823766 / 3752


- Fórum Nacional das Câmaras Técnicas de Medicina do Trabalho dos Conselhos Regionais de Medicina

Data: 22 de julho

Local: Sede do Conselho Federal de Medicina (CFM). Brasília - DF (Veja Mapa)

Horário: Das 8h às 18h

Informações: (61) 3445-5957 / 5900

Contato: eventos@portalmedico.org.brEste endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo.

Realização: Conselho Federal de Medicina (CFM)

Inscrições: Gratuitas


- XXI Congresso Nacional das Santas Casas

AssPreviSite

Com a presença confirmada do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, Setor Filantrópico discute a Saúde e o meio ambiente

A Confederação das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas (CMB) realiza seu XXI Congresso Nacional entre os dias 16 e 18 de agosto de 2011, em Brasília. Com o tema central “Saúde e meio ambiente: um novo olhar para a sustentabilidade”, o evento pretende discutir como os danos ao meio ambiente podem impactar na Saúde do homem e quais estratégias devem ser utilizadas para controlar e minimizar seus efeitos.

Novas técnicas de Gestão Hospitalar e de humanização na Saúde, por exemplo, têm sido implantadas para melhorar a qualidade do atendimento do paciente, afetado pelas transformações ambientais. Além disso, com tantos desafios enfrentados pelos gestores de saúde, incluindo a formulação de políticas públicas que sejam adequadas à nova realidade, é preciso debater, hoje, o futuro dos hospitais.

Para o presidente da CMB, José Reinaldo Nogueira de Oliveira Junior, o XXI Congresso Nacional das Santas Casas e Hospitais Filantrópicos é uma chance para que o Setor trabalhe em conjunto para pensar e propor novas soluções. “Teremos um time de especialistas discutindo a participação do Setor Saúde, especialmente filantrópico, em ações de sustentabilidade. Será uma oportunidade ímpar para nos posicionarmos em favor do meio ambiente e do melhor atendimento de nossos pacientes”.

O ministro da Saúde, Alexandre Padilha; o secretário de Atenção à Saúde, Helvécio Miranda; e o secretário Executivo do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (CONASS), Jurandir Frutuoso, já confirmaram a presença.

O evento conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal e tem o apoio institucional do Ministério da Saúde.

Para mais informações e inscrições: www.cmb.org.br/congresso.


- 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico

A relação médico-paciente sem caráter consumista, a proposta de criação de testamento vital e a responsabilidade solidária do gestor no exercício ilegal da Medicina, são alguns dos temas que serão debatidos em Salvador (BA), nos dias 16 e 17 de agosto, durante o 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico do Conselho Federal de Medicina (CFM).

O encontro promoverá discussões sobre a prática médica na atualidade e sobre os problemas inerentes a esta prática – por exemplo, aqueles relacionados ao erro médico sem culpa: o “mau resultado”. O encontro tem por objetivo estimular uma análise mais vertical das interações entre os médicos e os profissionais do Direito. “Os princípios fundamentais das duas profissões são muito próximos”, afirmou Carlos Vital, vice-presidente do CFM.

Inscrições

Já está no ar o hotsite do 2º Congresso Brasileiro de Direito Médico. Pelo site é possível fazer inscrição (gratuita), acessar a programação do evento e ler entrevistas de médicos e juristas. Os internautas também terão acesso ao material da 1ª edição do evento, promovido em dezembro de 2010, em Brasília. O endereço da página é http://www.medico.cfm.org.br/direitomedico/.


- Liderança, Gerenciamento e Tomada de Decisão

Unidas / AssPreviSite

18 e 19 de Agosto de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Preparar profissionais para liderar equipes com base em responsabilidades, autoridades, solução de problemas e negociação.

Metodologia

A metodologia alterna exposição dialogada, exemplificações voltadas para a realidade da administração pública com foco em resultados e, em especial, na realidade da instituição, conceitos e vivências, exercícios em grupos de aprendizagem e debates, de forma a favorecer a troca de experiências e assimilação do conteúdo proposto. Também alterna a realização de módulos em sala de aula com períodos de aplicação junto às equipes naturais.

Instrutor

Professor Peter M. Dostler

Público Alvo

Diretores, Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores profissionais de todas as áreas da organização.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br


- 1º Hospital Management Summit

DCI

Setor hospitalar se reúne para debate sobre gestão

De 22 a 24 de agosto, a cidade de São Paulo receberá executivos de todo o País para o 1º Hospital Management Summit, fórum de práticas, inovação e negócios na gestão de hospitais. O evento é organizado pela International Business Communications (IBC) e contará com vários debates sobre a profissionalização da gestão no setor hospitalar privado do País.

"Os gestores estão buscando cada vez mais otimizar os recursos das instituições de saúde para obter uma administração eficiente, financeiramente sustentável e que atenda a todas as exigências de um mercado cada vez mais competitivo e profissionalizado" explica Yvelise Tonon, gerente do evento. "A grade do evento está baseada nestas premissas e visa apontar caminhos para os gestores atingirem tais objetivos", afirma Yvelise.

Ao longo dos três dias do encontro os executivos poderão conhecer e compartilhar algumas das melhores práticas na gestão hospitalar de todo o País. Investimentos em pessoal, tecnologia, sistemas mais eficientes de gestão, qualidade assistencial, planejamento estratégico e tendências serão alguns dos temas abordados.

O Hospital Management Summit é patrocinado pela Gtt Healthcare, 3Gen, Fiorentini, Senac São Paulo, Siemens, Air Liquide, DalBen Home Care e Grupo Tejofran. Informações no site www.hms-ibc.com.br ou pelo telefone: (11) 3017-6808.


- Pacientes Crônicos e de Alto Custo

Unidas / AssPreviSite

Modelos de Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados

25 e 26 de Agosto de 2011

SEDE UNIDAS NACIONAL

Alameda Santos, 1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100 - São Paulo - SP

Objetivo

Apresentar o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas fases e resultados com vias de direcionar ações assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação de condições de saúde em empresas e seguimento por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir a importância da padronização dos processos de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para que os conceitos e as experiências possam ser debatidos e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas, relato de casos, e muita informação para que os participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se implantar tais estratégias, com vias a redução do custo assistencial de seus beneficiários.

Instrutor

Dr Leonardo Pereira Florêncio

Público Alvo

Diretores, Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores profissionais de todas as áreas da organização.

Informações

Tel. (11) 3289-0855

Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322

com Fernanda Delesporte

treinamento@unidas.org.br

- 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog

Abramge / AssPreviSite

Sistema Abramge promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde Suplementar

O diretor-presidente da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema

A tecnologia ganha espaço cada vez maior em várias áreas. E na saúde suplementar não é diferente. Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".

Para falar sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.

No primeiro dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre a nova ferramenta do órgão para a realização do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema. As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).

Para fechar o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês, fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".

No segundo dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto, líder da Prática de Gestão Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways International.

O talk show sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra o período da manhã. O assunto será ministrado por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge no Comitê de Padronização das Informações em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia da Informação na Gestão da Saúde" e Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics, com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".

Para finalizar os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com a participação de líderes dos vários segmentos do setor.

Confira a programação completa e os descontos oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando no link:

http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm


- 1º Congresso Nacional de Hospitais Privados

Promovido pela ANAHP – Associação Nacional de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores de decisão no setor de saúde para compartilhar experiências em gestão.

De 28 a 30 de setembro, administradores de hospitais públicos e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,

Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas, Segurança do Paciente, Governança Clínica, Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre outros.

Iniciativa inédita, o evento é dedicado à gestão de estabelecimentos de saúde, troca de experiências e conhecimento do setor e terá a participação dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
© Copyright 2006, FEHERJ