Leia
nesta edição:
- Padilha evita defender a volta da CPMF
- CPMF: Marco
Maia diz que não há clima para votar
aumento de impostos
- Reinstalada Frente Parlamentar das Santas Casas
- Marco Maia
recebe acesso a sistema para apresentar projetos ao Ministério da Saúde
- Ministro
nega que Planalto discuta volta de imposto para saúde
- Consulta
pública avalia Qualificação
de Prestadores
- Saúde: Dilma sugere discussão sobre recriação
da CPMF
Quarta-feira, 23.02.11
O Globo
Padilha evita defender a volta da CPMF
Por Isabel Braga e Carolina Brigido
BRASÍLIA. Dentro do esforço feito ontem pelo Planalto
de negar qualquer intenção da presidente Dilma
Rousseff de ressuscitar a CPMF na forma de um novo imposto para
custear a saúde, o ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, evitou defender abertamente a volta do tributo. Padilha
afirmou, no entanto, que há um consenso geral de que é preciso
mais recursos para o setor.
“ Vamos continuar aprimorando a gestão, mas há um
consenso no setor, consenso de muita gente, partidos, prefeitos
e médicos de que são necessários mais recursos
para a saúde”, disse Padilha, que esteve ontem no
Congresso para entregar ao presidente Marco Maia e ao presidente
do Senado, José Sarney (PMDB-AP), senhas para acessar
o site e cadastrar emendas parlamentares para a saúde.
Cada um dos 513 deputados e 81 senadores terá uma senha
para cadastrar as emendas no site.
Indagado
se apoiava a volta da CPMF, o ministro Padilha ironizou e depois
relegou
a tarefa ao Congresso: “Acham que vou
entrar nessa? Quem faz o debate sobre CPMF é o Congresso.”
A volta da
CPMF foi discutida pela presidente Dilma Rousseff e governadores
do
Nordeste e de Minas Gerais, em encontro ocorrido
anteontem em Aracaju (SE). O ministro de Relações
Institucionais, Luiz Sérgio, negou que o governo esteja
pensando em ressuscitar a CPMF como mecanismo de financiamento
da saúde.
A presidente
Dilma já avisou que não cogita a
criação de um novo imposto enquanto não
houver um choque de gestão. A ideia é avaliar os
números e o desempenho da saúde para conhecer como
funciona e com que volume de recursos é preciso trabalhar
antes de propor nova contribuição.
Marco Maia
rechaçou qualquer possibilidade de votar a
volta da CPMF na Casa. Maia sinalizou ontem que não vai
pautar, neste momento, a volta do imposto.
Terça-feira,
22.02.11
Agência Câmara de Notícias
CPMF:
Marco Maia diz que não há clima para votar
aumento de impostos
Por Sílvia Mugnatto / Edição Newton Araújo
O presidente
da Câmara dos Deputados, Marco Maia, disse
nesta terça-feira que “não há clima
para votação de propostas que aumentem impostos”,
ao ser questionado sobre a criação de um tributo
para o financiamento da saúde em substituição à CPMF.
Em reunião nesta segunda-feira (21) com a presidente Dilma
Rousseff, alguns governadores do Nordeste discutiram o assunto.
No entanto,
o presidente da Câmara ressaltou que os deputados
vão “discutir e debater todos os temas que chegarem à Casa
e que tratem, principalmente, desta questão do financiamento
da saúde”.
Marco Maia
afirma que é “preciso garantir cada
vez mais que haja recursos que permitam uma melhoria no atendimento
do cidadão” e possibilitem ao Sistema Único
de Saúde operar “com qualidade e com sustentabilidade". "Este é,
sem dúvida, um dos melhores instrumentos de socialização
da saúde no nosso País", assegurou Maia.
Discussão
com a sociedade
Para o deputado
Henrique Fontana (RS), vice-líder do
PT, “a saúde pública brasileira precisa de
algo entre R$ 20 bilhões e R$ 25 bilhões para poder
ter um padrão de oferta de serviços de acordo com
a necessidade da população". "Essa discussão
tem que ser feita e acho que é positivo que tenha surgido
em uma reunião de governadores com toda a sociedade”,
disse.
O líder do Psol, deputado Chico Alencar (RJ), defende
que a reforma tributária debata a redução
da carga para os mais pobres. Segundo ele, é preciso ter
muita cautela quando se pensa em criar de novo uma contribuição
que acaba sendo definitiva e imposta.
Câmara
e Senado
Já o líder do PCdoB, deputado Osmar Júnior
(PI), mostrou-se favorável à criação
de um novo imposto. "Essa é uma questão importante;
está se abrindo um debate. Acho que a criação
de um tributo dirigido para o financiamento da saúde seria
de extrema importância para o País neste momento."
Líder do PR, o deputado Lincoln Portela (MG) disse que
os deputados que ele representa ainda não discutiram o
assunto, mas considerou importante entrar em acordo com o Senado
sobre qualquer decisão.
Ele alerta
para o seguinte fato: "De repente, se vota uma
matéria aqui, aprovando ou derrotando, e o Senado vota
outra coisa”. Na avaliação de Portela, “é de
fundamental importância que a base da presidente Dilma
Rousseff esteja unida em torno de uma proposta por ela apresentada".
Ministro nega
Em 2007,
a Câmara aprovou a prorrogação
da CPMF, mas o Senado rejeitou a emenda constitucional. Nesta
segunda-feira, o ministro das Relações Institucionais,
Luiz Sérgio, disse que a CPMF não faz parte dos
debates do governo.
Agência Câmara de Notícias
Reinstalada Frente Parlamentar das Santas Casas
Foi reinstalada
nesta tarde a Frente Parlamentar de Apoio às
Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades Filantrópicas
na Área de Saúde. A frente conta com o apoio de
264 deputados e 10 senadores.
A instalação da frente contou com a presença
do ministro da saúde, Alexandre Padilha, que prometeu
reconstruir a aliança entre o setor de saúde e
a sociedade e reconheceu a importância das Santas Casas,
para viabilizar o Sistema Único de Saúde (SUS).
Padilha observou que essas instituições são
responsáveis pela oferta de 34% dos leitos hospitalares
no país e atende por ano um total de 10 milhões
de pacientes.
Presidência
Na ocasião, os deputados Antonio Brito (PTB-BA), José Linhares
(PP-CE) e Benedita da Silva (PT-RJ) foram eleitos presidente,
1º vice-presidente e 2º vice-presidente, respectivamente.
Os deputados Darcísio Perondi (PMDB-RS) e André Zacharow
(PMDB-PR) ficaram como 1º e 2º secretários.
Segundo números divulgados por Antônio Brito, o
setor das santas casas, hospitais e entidades filantrópicas
na área da saúde, que atua no país desde
1543, conta hoje com 2.100 unidades e é responsável
por 41% das internações do SUS. Além disso,
o setor oferece 175 mil leitos, emprega um total de 480 mil pessoas,
incluindo 140 mil médicos autônomos. O setor ainda
administra 104 operadoras filantrópicas de planos de Saúde.
A frente
tem entre seus objetivos o aperfeiçoamento da
legislação referente à saúde, influindo
no processo legislativo a partir das comissões temáticas
na Câmara e no Senado; a realização de debates;
e o acompanhamento da política da saúde.
Agência Câmara de Notícias
Marco
Maia recebe acesso a sistema para apresentar projetos ao
Ministério da Saúde
O presidente
da Câmara, Marco Maia, recebeu nesta terça-feira
do ministro da Saúde, Alexandre Padilha, a Cartilha para
Apresentação de Projetos no ministério.
O documento auxiliará os parlamentares a elaborar e indicar
propostas ao Ministério da Saúde, com recursos
provenientes de emendas parlamentares, do Fundo Nacional de Saúde
(FNS), da Fundação Nacional de Saúde (Funasa)
e do orçamento da pasta.
O ministro
entregou o material juntamente com a senha de Marco Maia para
acesso
ao sistema. O objetivo, segundo Alexandre Padilha, é aumentar
a transparência no processo de apresentação
de propostas ao Ministério da Saúde.
Folha
de São
Paulo
Ministro
nega que Planalto discuta volta de imposto para saúde
Por Ana Flor
DE BRASÍLIA
O ministro
Luiz Sérgio (Relações Institucionais)
negou nesta terça-feira que o governo planeje a volta
de um imposto para custear a saúde, nos moldes da CPMF
--extinta em 2007 pelo Congresso contra a vontade do então
governo Lula.
"Não existe no governo debate acerca da volta da
CPMF", afirmou o ministro após a reunião de
coordenação do governo.
Ontem, em
reunião com os governadores do Nordeste, a
presidente Dilma Rousseff disse que o Planalto estuda uma forma
de aumentar os recursos para a saúde.
Já o líder do governo na Câmara, Cândido
Vaccarezza (PT-SP), foi mais explícito e defendeu que
Congresso e sociedade discutam a criação de um
imposto com destinação exclusiva para a área
dentro de uma proposta de reforma tributária.
A maioria
dos governadores se mostra simpática à volta
da CPMF como forma de financiar a saúde. Na campanha presidencial,
apesar de defender mais recursos para a área, Dilma negou
que defenderia a volta da CPMF --apesar de ter sido contra, como
ministra de Lula, da derrubada do imposto no Congresso.
MÍNIMO
Segundo Luiz
Sérgio, a reunião de "rotina" tratou
da aprovação do salário mínimo, que
passa nesta semana pelo Senado.
Ele disse
que a coordenação política do
governo está disparando telefonemas para senadores aliados
para garantir uma vitória tranquila do projeto do governo
de R$ 545 para o mínimo. O valor foi chancelado pela Câmara
na última semana.
"Não existe batalha fácil", disse ele,
afirmando que o governo está otimista, mas "trabalhando
até o último momento".
De acordo
com o ministro, o possível questionamento na
Justiça da fórmula para determinar valores futuros
do salário mínimo --por decreto presidencial, não
por votação no Congresso-- não preocupa
o Planalto.
"Estamos seguros de que juridicamente o projeto [enviado
pelo governo ao Congresso] está perfeito."
Saúde
Business Web
Consulta
pública avalia Qualificação
de Prestadores
Os
atributos de qualificação serão elencados
conforme o tipo de prestador de serviço
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) abre
na próxima segunda-feira (28) uma consulta pública
sobre o Programa de Incentivo à Qualificação
de Prestadores de Serviços na Saúde Suplementar.
De acordo
com a ANS, a proposta consiste na fixação
de atributos de qualificação relevantes para o
aprimoramento da atenção à saúde
oferecida pelos prestadores de serviços na saúde
suplementar; na adoção de mecanismos de incentivo à obtenção
dos atributos de qualificação pelos prestadores
de serviços; na quantificação dos atributos
obtidos pelos prestadores de serviços com vistas à avaliação
do nível de qualificação dos prestadores
que compõem a rede de cada operadora; e na definição
de metas para indicadores de qualidade assistencial e de medidas
de desempenho dos prestadores de serviços.
A agência informa ainda que os atributos de qualificação
serão elencados conforme o tipo de prestador de serviço,
sendo eles: hospitalares; de serviços auxiliares de diagnóstico
e terapia e clínicas ambulatoriais; e profissionais de
saúde ou pessoas jurídicas que prestam serviços
em consultórios:
Os interessados
em participar da Consulta Pública nº 38
poderão enviar contribuições entre 28 de
fevereiro e 30 de março de 2011.
Saúde Business Web / Agência
Brasil
Saúde: Dilma sugere discussão sobre recriação
da CPMF
Governadores
do Nordeste divergem sobre a volta de um imposto para financiar
a saúde. Presidenta quer um amadurecimento
maior da questão
A recriação de um imposto para financiar a saúde,
nos moldes da extinta Contribuição Provisória
sobre Movimentações Financeiras (CPMF) foi pauta
da conversa reservada dos governadores do Nordeste com a presidenta
Dilma Rousseff. De acordo com o governador de Sergipe, Marcelo
Déda, Dilma pediu mais discussão sobre o assunto.
Alguns governadores
chegaram a defender a criação
imediata de um imposto. Houve também quem se limitou a
defender a aprovação da emenda 29, que estabelece
um percentual para de investimentos em saúde por parte
da União.
Diante da
divergência, Dilma indicou um amadurecimento
maior da questão. "Ela sugeriu abrir uma discussão
mais aprofundada sobre essa questão", disse Déda.
O governador
informou ainda que Dilma identificou três
pontos que precisam ser definidos. Um deles é o percentual
de investimento, sugerindo inclusive uma comparação
com outros países com um grau de desenvolvimento semelhante
ao do Brasil. Além do volume de recurso, outro ponto citado
por Déda é sobre gestão. Dilma ainda falou
sobre a necessidade investimentos em atenção básica.
"Ela disse que há muita reclamação
em relação ao atendimento básico e investimentos
nessa área serviriam até para desafogar a demanda
nos serviços especializados", comentou o governador.
AGENDA
- AssPreviSite
Um debate sobre o contexto dos planos em 2011
Encontro
sobre o cenário 2011 da Saúde
Suplementar
1º de Março - 13:30 às
17:30 h.
Auditório do Instituto Metrus - São
Paulo - SP
Como será 2011 para a Saúde
Suplementar?
Quais os
tons que irão compor este cenário?
Qual a visão da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS sobre
o cenário?
O AssPreviSite
promoverá na tarde do dia 1º de março,
em São Paulo, um encontro de dirigentes, gestores e profissionais
da área de Saúde Suplementar para um debate e avaliação
do cenário 2011, destacando os temas das recentes das
consultas públicas da ANS, seus desdobramentos e impactos
para as operadoras de planos de saúde e demais atores
do sistema. Outro foco da reunião é a amplitude
e implicações da Agenda Regulatória do órgão.
A reunião busca esclarecer alguns dos tópicos destes
dois componentes e de outros aspectos que estão na pauta
do dia a dia do Sistema de Saúde Suplementar de nosso
país.
Destacamos
alguns componentes deste cenário e que serão
objeto do nosso encontro:
Variáveis constantes em consultas públicas:
- Alteração
de contratos antigos;
- Prazos
máximos
de Atendimento;
- Disponibilidade
de prestadores de serviços;
- Transporte
para prestador noutro município;
- Reembolso
integral dos custos dos beneficiários;
- Outros...
Contexto
da Agenda Regulatória da ANS:
- Financiamento do Setor;
- Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;
- Modelo de Pagamento a Prestadores;
- Assistência Farmacêutica;
- Incentivo
a Concorrência;
- Garantia
de Acesso a Informação;
- Contratos Antigos;
- Assistência
ao Idoso;
- Integração
com o SUS.
Outros aspectos
componentes do cenário:
- Composição
da Diretoria da ANS;
- Programa
de Qualificação em Saúde
Suplementar;
- Programa
de Acreditação
das Operadoras;
- Portabilidade de planos;
- Regulamentação
de artigos da Lei 9656/98
- Propostas
de mudanças na Legislação;
- Ressarcimento ao SUS;
- Atuação do Judiciário...
Assim, para
abordar esta temática de extrema importância
para o ano de 2011 e a dinâmica e contextualização
que se pode esperar para a gestão dos planos de saúde,
convidamos dirigentes da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS para
expor o entendimento e a visão destas instituições
sobre este cenário. Também foram convidados destacados
e experientes advogados, especialistas do segmento, para apresentar
suas considerações sob a ótica jurídica.
O Encontro,
que tem o apoio do Instituo METRUS e o patrocínio
do Grupo BEM, será no dia 1º de março, das
13:30 às 17:30 h, no Auditório do METRUS, na Alameda
Santos, 1827 - 1º andar, na região da Avenida Paulista,
em São Paulo. A taxa de adesão é de R$ 200,00
(duzentos reais). Informações e inscrições
podem ser solicitadas através do e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO
SINOG DE ODONTOLOGIA
Sinog
premiará dentistas
e estudantes de odontologia
Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos
concorrentes até 15 de abril de 2011
O Sinog -
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba
de lançar a 10ª edição
do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas
e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização
da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação
e fidelização da rede credenciada das operadoras
e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos
beneficiários dos planos odontológicos", e
para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de
Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico
e controle de qualidade dos serviços odontológicos
podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista
e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação
do credenciado com a operadora de planos odontológicos".
A novidade
nesta edição é que, embora os
ganhadores anteriores das três últimas edições
não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas
recém formados, com o registro profissional, e que tenham
participado na categoria de estudantes, nas edições
anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva
modalidade.
Na modalidade
cirurgiões-dentistas o prêmio é de
R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu.
Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$
8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o
trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um
professor orientador, o docente receberá como homenagem
uma menção honrosa e a participação
na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia
cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também
receberá um troféu.
As inscrições para a 10ª edição,
com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão
ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento
completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível
no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação
acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira
Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em
local a ser divulgado. Mais informações poderão
ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br
ou pelo telefone (11) 3289-7299.
O
Prêmio
Sinog de Odontologia
Idealizado
com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas,
seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio
Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes
a cada nova edição.