Leia
nesta edição:
- Estado
de São Paulo fará mutirão
para testes de HIV
- Ingestão excessiva de paracetamol pode levar à morte
- Nova forma para diagnosticar bipolares deve entrar em vigor
em dois anos
- Redução de mama é mais
perigosa para mulheres mais velhas
- Atenção à saúde é ampliada
para gestantes e bebês
- Secretaria
de Saúde
entrega 10 novos leitos
- Sinistralidade
no segmento de saúde suplementar retoma
nível da gripe suína
- Hospital
infantil é construído com dinheiro
de doações da população
- Ministério de Saúde
vai incluir dois novos testes do pezinho em 2012
- Hospital
das Clínicas registra taxa zero de mortalidade
após transplante de coração
- Unidades
de saúde de cidades atingidas por chuvas estão
com obras empacadas
- Saúde no Pará recebeu R$ 90,3 milhões
este mês
- Fórum da Saúde discutirá processos
contra SUS e planos privados
- Equipe
busca reduzir tempo de permanência nos hospitais
- Novo hospital
terá sete
andares
- Hospitais
filantrópicos
pedem recursos ao governo federal
- Seis unidades
da rede estadual de saúde recebem o Prêmio
Gestão Pública 2011
- Empresas
estendem plano de saúde a mais categorias
funcionais
Quarta-feira 23.11.11
AGÊNCIA
BRASIL
Estado
de São Paulo fará mutirão
para testes de HIV
A Secretaria
de Saúde de São Paulo começa
amanhã (24) um mutirão para realizar 100 mil testes
de HIV. A campanha Fique Sabendo visa a identificar precocemente
a infecção pelo vírus da aids e a antecipar
o tratamento dos soropositivos.
Segundo a
secretaria, 500 dos 645 municípios paulistas
aderiram à campanha, que termina no dia 1º de dezembro,
Dia Mundial de Combate à Aids. Todos vão disponibilizar,
gratuitamente, o teste de HIV em sua rede de saúde e orientar
os funcionários sobre o mutirão.
Em 244 cidades,
ainda haverá postos alternativos ou horários
extras para a realização dos testes. Na capital
paulista, por exemplo, em razão da campanha, o Centro
de Testagem do Centro de Referência e Treinamento (CRT)
em DST/Aids ficará aberto das 9h às 16h no sábado
(26). O serviço fica na Rua Santa Cruz, 81, próximo
ao metrô Santa Cruz.
Dos 100 mil
kits para exames disponibilizados para a campanha, 25 mil são para testes rápidos. Esses exames ficam
prontos em cerca de 30 minutos. Assim, quem tiver o vírus
detectado pode ser encaminhado imediatamente para acompanhamento
médico.
A secretaria
informou que 40 mil profissionais de saúde
estarão envolvidos na campanha. O atendimento a quem fizer
os exames será sempre individual e o sigilo é garantido.
ESTADÃO.COM.BR
Ingestão excessiva de paracetamol pode levar à morte
Tomar paracetamol
seguidamente em excesso pode causar uma perigosa overdose difícil
de diagnosticar, mas capaz de colocar a vida da pessoa em risco.
Muitas vezes
o paciente procura o hospital por não se
sentir bem, sem saber que está sofrendo de uma intoxicação
pelo remédio.
Um novo estudo
mostra que a situação clínica
precisa ser reconhecida e tratada rapidamente porque esses pacientes
correm mais risco do que as pessoas que tomam overdoses únicas.
Chamadas
de overdoses escalonadas, esse abuso acontece quando a pessoa
tem dores
e repetidamente usa uma dose um pouco maior
de remédio do que deveria. "Não se trata da
overdose massiva usada por pessoas que querem cometer suicídio,
mas de um abuso ao longo do tempo. O dano cresce e o efeito pode
ser fatal", diz Kenneth Simpson que publicou um artigo no
British Journal of Clinical Pharmacology.
O problema é que, para avaliar os riscos que uma pessoa
corre, os médicos normalmente coletam uma amostra de sangue
e medem a quantidade da droga em circulação. No
caso de uma única overdose, a amostra fornece uma informação
valiosa, mas pessoas com overdoses escalonadas podem ter baixos
níveis de paracetamol o sangue, mesmo correndo grande
risco de falência do fígado e morte.
Para chegar
ao resultado, os pesquisadores analisaram dados de 663 pacientes
que haviam
sido admitidos na Royal Infirmary
of Edinburgh entre 1992 e 2008 com lesões no fígado
induzidas pelo uso do paracetamol. Os autores descobriram que
161 tinham tomado overdoses escalonadas, normalmente para aliviar
várias dores comuns, como de barriga, de cabeça
ou musculares.
"Na admissão no hospital, essas pacientes tinham
mais probabilidade de ter problemas no fígado e no cérebro,
precisando hemodiálise ou ajuda na respiração,
e corriam mais risco de morte que aqueles que haviam tomado overdoses únicas",
dizem os autores.
O problema é ainda pior para aqueles que chegam ao hospital
mais de um dia após a overdose - eles correm mais risco
de morte ou de precisar um transplante de fígado.
"Overdoses escalonadas ou pacientes que chegam tarde ao
hospital após uma overdose precisam ser monitorados de
perto. Deve-se considerar o uso do antídoto para o paracetamol,
N-acetylcysteine, independentemente da concentração
do remédio no sangue", continuam.
Para os autores,
nesses casos é preciso descobrir novos
caminhos de avaliar se um paciente pode receber alta, se precisa
tratamento ou considerar transplante de fígado.
CORREIO BRAZILIENSE
Nova forma para diagnosticar bipolares deve entrar em vigor
em dois anos
Tudo o que
Denise Cristina Senra Ribeiro, 45 anos, mais quer é ter
uma vida normal. Mesmo fazendo de tudo para concretizar isso,
ela sabe que é um sonho distante. Convivendo com o transtorno
bipolar desde os 33, quando teve a primeira crise forte, Denise
diz que não perdeu a esperança, mas conhece bem
as dificuldades que tem de enfrentar. “Tomo os remédios
diariamente, mas, ultimamente, tenho tido uma crise atrás
da outra. Na última, quase morri, mas não me lembro
muito bem como fui parar no hospital.” Denise foi socorrida
pelo filho, com quem mora, e pela mãe, que contou que
ela tomou vários comprimidos de uma só vez, e desmaiou. “Essa
realmente foi a pior crise, a que mais a afetou”, confirma
Terezinha Senra Ribeiro.
Para o médico psiquiatra e professor da Faculdade de
Medicina da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Fernando
Neves, os pacientes com transtorno bipolar podem sim manter a
doença sob controle, usando os medicamentos adequados
e de forma correta. No caso de Denise, o que agrava o quadro é o
fato de ela fazer uso de álcool, “uma bomba”,
na visão do médico. Segundo ele, nesse caso, a
pessoa tem de tratar o alcoolismo primeiro. E é o que
Denise vem tentando. Ela chegou a se internar para a desintoxicação,
mas lembra que ficou um mês sem beber e, assim que saiu
do hospital, começou tudo de novo. “Tenho consciência
de que preciso parar, só não tenho controle”,
lamenta.
E não é só Denise que sofre da doença,
marcada por extremos de euforia e de depressão. Ao menos
1% (70 milhões de pessoas) da população
mundial tem transtorno bipolar tipo I (bipolar clássico,
que tem as duas fases — mania e depressão — bem
marcadas). Do tipo II (caracteriza-se por não apresentar
episódios de mania, mas de hipomania com depressão)
são 4% — cerca de 280 milhões de pessoas
(o equivalente a mais da totalidade da população
brasileira, hoje em torno de 200 milhões). Mesmo assim,
a doença ainda não tem a atenção
que merece, passando a ganhar investimentos mais pesados nos
estudos a partir da década de 1990 (até então,
os estudos eram direcionados para a esquizofrenia).
De lá para cá, pouca coisa evoluiu, mas a principal
perspectiva vem trazendo alento tanto para a classe médica
quanto para os pacientes. São os parâmetros de classificação
da doença. Hoje, para ser diagnosticado, o portador precisa
ter alteração de humor durante quatro dias seguidos.
Com a mudança, bastarão dois dias. Segundo Neves,
isso agilizará o diagnóstico. “Mas é preciso
cuidado para não cair no falso positivo. Há de
se avaliar o histórico do paciente, com perguntas bem
estruturadas, e ver se ele já teve alterações
no passado.”
Com previsão de ser publicada em 2013, a nova versão
do Manual Diagnóstico e Estatístico de Transtornos
Mentais deve trazer uma série de mudanças nos critérios
para diagnóstico de transtornos psiquiátricos.
No que diz respeito ao transtorno bipolar, as principais alterações
são referentes à caracterização do
tipo II. Além de o parâmetro ser baixado para dois
dias, o aumento de energia e atividade deverá entrar como
um critério principal, quando antes eram só expansividade,
euforia ou irritabilidade. “Essa revisão deve facilitar
o diagnóstico e terá um impacto também em
epidemiologia. Pacientes que estão subdiagnosticados hoje
serão melhor identificados”, afirma o psiquiatra
Diogo Lara, professor da Faculdade de Biociências da Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC-RS), durante
participação no Congresso Brasileiro de Cérebro,
Comportamento e Emoções, realizado em Gramado (RS).
Na
infância
Outra alteração importante é um novo diagnóstico,
do transtorno de desregularão do temperamento, para ser
aplicado na infância. “Pela primeira vez na psiquiatria,
o temperamento terá de ser tratado, não somente
o episódio. Tratado na infância, o mal não
se agrava, sendo mantido sob controle”, afirma Lara. A
dificuldade é que, na infância, o mal geralmente é confundido
com outras anomalias, conforme alerta Fernando Neves, que também
participou do congresso em Gramado. Geralmente, o primeiro episódio,
conforme o psiquiatra, surge em torno dos 19 ou 20 anos.
“Antes disso, a pessoa pode ter depressão, irritação,
mas não é o suficiente. É preciso levar
em conta a história da família, se há pessoas
jovens com depressão, e ficar atento aos próprios
sintomas, entre os quais a alteração da necessidade
de sono.”
Antes de
o transtorno bipolar se manifestar, a mineira Denise Senra
trabalhava num
banco público. Chegou a pesar 120kg,
principalmente por causa do uso do álcool. Ela conta que
estava insatisfeita com uma transferência, quando foi obrigada
a mudar de cidade. E aí começou a beber caixas
e caixas de cerveja, até chegar ao limite. Foi quando
conseguiu retornar para BH e se internar para tratamento. Em
seguida, obteve autorização para fazer uma cirurgia
bariátrica. Depois da redução do estômago,
sempre que ficava nervosa, desmaiava, e, de 12 anos para cá,
vem tendo uma crise atrás da outra. São momentos
de depressão, ansiedade, angústia e, às
vezes, euforia, em que ela diz querer sair e comprar tudo o que
vê.
“Sinto uma tristeza tão grande e fico muito angustiada.
Quero fazer as coisas e não posso. Quero dar atenção
ao meu filho, que é uma graça e cuida muito de
mim, mas não consigo nem me dar atenção.” Denise
relata que começou a esquecer as coisas. Às vezes,
não lembra se já comeu ou se já tomou os
remédios e outras coisas desse tipo. “O transtorno
bipolar é uma doença que tinha de ser mais divulgada.
Muita gente não sabe o que é e até mesmo
quem tem costuma não saber. Quando me apresento às
pessoas, digo: ‘Prazer, tenho transtorno bipolar. É uma
forma que encontrei para dizer que estou viva.”
Cara
a cara com a doença
Transtorno bipolar tipo I
Períodos de mania (euforia), com humor elevado e expansivo,
graves o suficiente para causar prejuízo no trabalho e
nas relações sociais, podendo gerar necessidade
de hospitalização, contrapostos por períodos
de humor deprimido, sentimentos de desvalia, desprazer, alterações
do sono e do apetite, entre outros. Geralmente, o estado maníaco
dura alguns dias; períodos de depressão, de semanas
a meses.
Transtorno bipolar tipo II
Períodos de hipomania, em que também ocorre estado
de humor elevado e agressivo, mas de forma mais suave. Um episódio
do tipo hipomania, ao contrário da mania, não chega
a ser suficientemente grave para causar prejuízos em atividades
de trabalho ou na vida social.
Transtorno bipolar misto
Períodos mistos, em que em um mesmo dia há alternâncias
entre depressão e mania. Em poucas horas, a pessoa pode
chorar, ter sentimentos de desvalia e desprazer e, no momento
seguinte, estar eufórica, sentindo-se capaz de tudo, falante
e agressiva.
PORTAL UOL
Redução de mama é mais
perigosa para mulheres mais velhas
A mamoplastia
redutora, popularmente conhecida como cirurgia de redução das mamas, esta entre os procedimentos
mais realizados em todo mundo. Ela é altamente eficaz
no alívio dos sintomas relacionados ao excesso de peso
nas mamas, como postura inadequada e dores na coluna.
Complicações após cirurgia de redução
de mama, particularmente infecções, são
mais comuns em mulheres a partir dos 50 anos do que nas mais
jovens, afirmam pesquisadores norte-americanos.
Através de estudo realizado com 1.192 mulheres submetidas à cirurgia
de redução de mama entre 1999 e 2009, pesquisadores
do The Johns Hopkins Medical Institutions, nos Estados Unidos,
avaliaram as taxas e tipos de complicações em três
diferentes grupos etários: mulheres com menos de 40 anos;
entre 40 a 50; e maiores de 50.
Os resultados
da pesquisa sugerem que as mulheres com mais de 50 anos sofrem
maior risco
de desenvolver infecções
após a mamoplastia (a taxa de infecção foi
2,7 vezes maior para mulheres com 50 anos ou mais, comparado
com o grupo com menos de 40 anos).
O estudo
mostra, também, que mulheres com mais de 50
anos tendem a ter maior taxa de problemas de cicatrização,
o que pode levar à necessidade de novas cirurgias corretivas
para cicatrizes e retirada de tecido morto na pele (chamada desbribamento).
Os pesquisadores
acreditam que esses problemas ocorram devido às
variações hormonais pelas quais essas mulheres
passam durante a menopausa.
Terça-feira
22.11.11
PORTAL
DA SAÚDE
Atenção à saúde é ampliada
para gestantes e bebês
Ministério da Saúde contribui para que gestantes
e mães de crianças menores de seis meses de famílias
beneficiárias do Programa Bolsa Família recebam
benefício adicional do Ministério do Desenvolvimento
Social e o reforço do acesso das famílias aos serviços
de saúde do SUS.
O Ministério da Saúde divulgou as informações
e procedimentos aos municípios para a implementação
de dois benefícios adicionais às famílias
do Programa Bolsa Família que tenham gestantes e crianças
menores de seis meses. Eles fazem parte do conjunto dos benefícios
variáveis do Programa Bolsa Família (PBF), cuja
quantidade máxima por família foi ampliada de três
para cinco benefícios variáveis – que pode
ir de R$ 32,00 a R$ 160,00. Serão pagas nove parcelas
mensais a partir da identificação de que a beneficiária é gestante
e após a inclusão na folha de pagamento do PBF.
Outras seis parcelas consecutivas virão em seguida, mediante
identificação no Cadastro Único da existência
na família de crianças até seis meses.O
Bolsa Família é conduzido pelo Ministério
do Desenvolvimento Social.
Os benefícios para gestantes entre 14 e 44 anos e para
mães de crianças de até seis meses reforçam
a importância da atenção à saúde
nestas fases do curso da vida. Além disso, contribuem
para a proteção à mãe e ao bebê durante
a gestação e os primeiros meses de vida da criança,
elevando a renda familiar em duas fases essenciais ao crescimento
e desenvolvimento da criança: a fase do desenvolvimento
gestacional e a primeira infância.
“A participação do Ministério da
Saúde nesse processo é de extrema importância,
pois esses dois novos benefícios variáveis do PBF
serão concedidos pelo MDS a partir do momento em que se
identifica na rede de atenção à saúde
se há grávidas ou crianças de até seis
meses nas famílias beneficiadas pelo Programa Bolsa Família.
Ao identificá-las, o Ministério da Saúde
informará mensalmente o MDS sobre as famílias que
serão contempladas. Com isso, colaboramos diretamente
para o sucesso da política de transferência de renda
que é fundamental no Plano Brasil Sem Miséria”,
considera o diretor do Departamento de Atenção
Básica, Hêider Aurélio Pinto. Ele lembra
que gestantes e crianças de até seis meses estão
entre os membros mais vulneráveis das famílias
beneficiadas pelo programa.
A coordenadora
de Alimentação e Nutrição
do Ministério da Saúde, Patrícia Jaime,
observa que além de colaborar para que gestantes e crianças
usufruam de seu direito ao benefício complementar. O Ministério
da Saúde também qualifica o atendimento para esse
público específico, estimulando a realização
de exames pré-natais, orientando as mulheres para a amamentação
e preconizando hábitos que resultem em uma gestação
saudável.
Para a concessão do benefício variável à gestante
não será obrigatório ter iniciado o pré-natal.
No entanto, uma vez concedido o benefício, a gestante
deverá realizar os exames e consultas. O objetivo do benefício
variável para as mães de crianças de até seis
meses é garantir melhores condições de nutrição à mãe,
se ela for a responsável pela(s) criança(s), e
ao bebê, auxiliando na promoção da segurança
alimentar e nutricional, dada a grande relevância da amamentação
nos primeiros seis meses de vida. Para que a família continue
a receber o benefício variável para nutrizes, é necessário
que as crianças menores de seis meses estejam com o calendário
vacinal atualizado e com o acompanhamento nutricional (peso e
altura) realizado pelo SUS.
O
SÃO GONÇALO
ONLINE
Secretaria
de Saúde
entrega 10 novos leitos
A Secretaria
de Saúde entrega, nesta terça-feira
(22), 10 novos leitos de Unidade de Tratamento intensivo (UTI)
para o Hospital Azevedo Lima, no Fonseca, em Niterói,
referência em neurocirurgia.
O governador
Sérgio Cabral, vice-governador e coordenador
executivo de Infraestrutura, Luiz Fernando Pezão, os secretários
de Saúde, Sergio Côrtes, e de Assistência
Social e Direitos Humanos, Rodrigo Neves, participam da solenidade.
O hospital
conta atualmente com 20 leitos de UTI adulto e sete de UTI
neonatal. A unidade
atende pacientes de Niterói,
São Gonçalo, Itaboraí, Tanguá, Rio
Bonito, Silva Jardim, Maricá, além da Zona Oeste
e Baixada Fluminense, somando mais de 2 milhões de habitantes.
Os serviços de trauma, maternidade e neurocirurgia são
referência na rede estadual.
O investimento é de R$ 897 mil e faz parte do planejamento
da secretaria em ampliar o número de leitos no estado.
Apenas no segundo semestre de 2011, 40 já foram inaugurados,
incluindo os 10 entregues nesta terça.
FOLHA DE S. PAULO
Sinistralidade
no segmento de saúde suplementar retoma
nível da gripe suína
Maria Cristina Frias
A sinistralidade
no setor de saúde suplementar alcançou
no primeiro semestre o elevado patamar registrado no período
da gripe suína, segundo o Iess (Instituto de Estudos de
Saúde Suplementar).
O comprometimento
da receita de operadoras com assistência
a saúde, foi de 81,4%.
"O índice equivale ao percentual da receita de mensalidade
usado no pagamento dos serviços de assistência como
consultas, exames e internações", diz Luiz
Carneiro, superintendente do Iess.
O cálculo não inclui despesas administrativas
e de comercialização.
"As razões para a elevação variam.
Pode ter aumentado a frequência de uso ou o valor médio
dos procedimentos. Ou então algumas operadoras estão
com dificuldade de repassar o aumento de custo para a receita",
diz Carneiro.
O índice representa a média de sinistralidade
de diferentes tipos de operadoras, como filantrópicas,
cooperativas, autogestão, medicina de grupo e seguradoras.
A autogestão, por exemplo, tem sinistralidade de 89%,
segundo Denise Eloi, presidente da Unidas Nacional, que congrega
o grupo. "Temos mais idosos na carteira."
Em contrapartida,
na autogestão, não há despesas
com marketing e corretores, pois são trabalhadores que
organizam seus próprios planos. "Ainda não
afirmamos que 81% inviabilizam o mercado, só alerta",
diz Carneiro. A ANS informa que não percebe tendência
de alta na sinistralidade. Só "oscilação
sazonal".
CORREIO BRAZILIENSE
Hospital
infantil é construído com dinheiro de
doações da população
O Hospital
da Criança de Brasília José Alencar,
com inauguração marcada para esta quarta-feira,
no Setor de Áreas Isoladas Norte (Sain), é feito
de muito além de tijolos e cimento. Tem em suas paredes
um pouco de sonho e solidariedade. A Associação
Brasileira de Assistência às Famílias de
Crianças Portadoras de Câncer e Hemopatias (Abrace)
reuniu R$ 17 milhões para a construção do
centro de saúde. O dinheiro veio de doações
de pessoas físicas e empresas. A intenção
era montar um hospital diferente, mais humanizado, sem a aparência
típica dos corredores brancos e frios, onde nada se parece
com alegria. O hospital é público, e caberá ao
Governo do Distrito Federal (GDF) gerenciá-lo.
As cores
estão presentes desde a entrada, enfeitada com
um cata-vento, até os consultórios. Logo na recepção,
um trenzinho de madeira e sofás garantem o conforto de
quem chega. Ainda no primeiro cômodo do prédio,
há um piano, que também veio de doação.
Nele, músicos da Universidade de Brasília (UnB)
e da Escola de Música de Brasília (EMB) devem se
revezar em apresentações. Em lugar das comuns salas
de espera, há duas brinquedotecas repletas de livros infantis.
Uma regra em especial chama a atenção. Ali, as
crianças devem ser chamadas pelo nome, assim como os pais.
Para que isso seja possível, todos ganharão um
crachá. Uma cafeteria deve ser inaugurada em breve.
O centro
de saúde oferecerá todas as especialidades
pediátricas, entre elas a oncologia, para pacientes até 18
anos. As obras começaram em 2005, em terreno cedido pela
Secretaria de Saúde do DF. Foram necessários R$
15 milhões somente para equipar o hospital. O GDF e o
Ministério da Saúde dividiram a conta. O hospital
abre as portas com a primeira etapa concluída, o Bloco
I. Ele tem 7 mil metros quadrados e vai funcionar como ambulatório.
As crianças terão acesso consultas, exames, quimioterapia
e hemodiálise, entre outros cuidados.
Serviços que antes eram prestados em lugares como Hospital
de Base e Hospital de Apoio passam a ser administrados pela equipe
do Hospital da Criança, que terá como diretor o
médico Renilson Rehem. “Hoje, não existe
serviço ambulatorial exclusivo para crianças em
lugar nenhum. Quando elas precisam de um cateter, por exemplo,
têm de disputar lugar na fila com acidentados, pessoas
que tiveram AVC. Agora, isso vai mudar”, explicou a presidente
da Abrace, Ilda Peliz (leia Personagem da notícia).
Dever cumprido
Para Ilda,
a inauguração tem um gosto especial. “A
sensação é de dever cumprido. Consegui realizar
um sonho, que também é dos usuários do Sistema Único
de Saúde (SUS), das famílias que têm alguém
com câncer”, comemorou. “Eu tive uma filha
com essa doença. Naquela época, sonhei e desejei
que não precisasse ficar correndo ora no Base, ora no
Apoio, ora na rede particular. Aqui a criança vai entrar
e ter todo o diagnóstico, todos os exames. Não
fará nenhum procedimento fora. Eu fico muito feliz em
ter colaborado para trazer conforto e dignidade.”
Os usuários agradecem. Os pequenos Nayram Alejandro Messias
da Silva, 5 anos, Beatriz Ferreira, 7, e Isabella Rodrigues Reis,
11, conheceram a brinquedoteca na tarde de ontem, antes da inauguração. “Aqui é muito
mais legal. Tem livro, historinha”, destacou Beatriz. Os
pais também comemoram as mudanças. “Gostei
muito do clima daqui. É bem feliz. Isso diminui a tristeza
de vir ao hospital. Nós viajamos 12 horas a cada três
meses para fazer o tratamento em Brasília”, disse
Mirella de Jesus Teixeira, 33, mãe de Ana Júlia,
3. A menina sofre de problemas renais e vive em Bom Jesus da
Lapa (BA), onde não há especialistas para cuidar
dela.
A única reclamação diz respeito ao transporte
público que leva ao local onde o hospital será inaugurado. “A
Secretaria de Transportes poderia dar mais opções
de linhas diretas para esse destino. Não é fácil
chegar aqui sem carro”, queixou-se Alessandra de Almeida
Costa, 30 anos, mãe de Luiz Arthur de Almeida Costa, que
busca atendimento para problemas renais e mora em São
Sebastião.
Falta ainda
a segunda etapa de obras, para entregar à população
o Bloco II. Este ficou a cargo do GDF. A promessa é de
começar a construí-lo em 2012. O bloco deverá ter
14 mil metros quadrados e custará R$ 28 milhões.
Com a conclusão dessa etapa, será possível
atender 324 mil pacientes por ano. “Há possibilidade
de parcerias com uma ONG séria, que já prestou
serviços em locais como o Haiti. Eles trazem o hospital
modulado, pronto, em um navio. Dessa maneira, ficaria pronto
em um ano”, esclareceu Ilda Peliz.
FOLHA.COM
Ministério de Saúde
vai incluir dois novos testes do pezinho em 2012
O Ministério da Saúde afirmou que deve incluir,
em 2012, novas detecções no teste do pezinho --hiperplasia
adrenal congênita e deficiência de biotinidase--
nos Estados que têm programas mais avançados nesse
tipo de diagnóstico e no tratamento de crianças.
A hiperplasia
adrenal congênita é uma doença
hereditária decorrente da falta de enzimas para a produção
de hormônios. A deficiência de biotinidase é uma
doença metabólica que leva à falta de uma
vitamina.
A ampliação dos diagnósticos feitos com
o teste do pezinho foi recomendada pelo Ministério Público
Federal em São Paulo nesta semana.
Teste
do pezinho pode mudar no sistema de saúde público
Além das duas detecções já citadas,
outros dois tipos de testagem foram recomendados pelo Ministério
Público Federal: deficiência de glicose-6-fosfato
desidronagenase (ruptura da membrana de células sanguíneas
na presença de alguns remédios ou alimentos) e
toxoplasmose congênita (doença infecciosa).
Estas não deverão ser incluídas, segundo
Miranda. "Ainda não há referência mundial
de que essas duas outras doenças tenham necessidade de
testagem regular em todas as crianças. Mas vamos ter protocolos
[de atendimento]."
MAPA NACIONAL
Miranda disse à Folha que o ministério pretende
fazer um mapa nacional com a situação atual da
testagem do pezinho e o consequente acompanhamento das crianças
diagnosticadas como positivas nas detecções.
Uma experiência de Minas Gerais servirá de modelo.
Lá, de acordo com o secretário, todas as crianças
são testadas e, se diagnosticadas com alguma doença,
são acompanhadas por profissionais de saúde.
A ideia é que se tenha, até o início do
próximo ano, um raio-X dos demais Estados. "A partir
daí vamos traçar um plano, que o ministério
vai pilotar em parceria com os Estados, para montar serviços
de referência", disse ele.
EM.COM.BR
Hospital
das Clínicas registra taxa zero de mortalidade
após transplante de coração
O Hospital
das Clínicas da Universidade Federal de Minas
Gerais, em Belo Horizonte, comemora o índice de 0% de
mortalidade dos pacientes submetidos a transplante de coração
no último ano. A unidade foi credenciada para a realização
deste tipo de cirurgia em 2006 e, atualmente, é o segundo
maior centro transplantador do país.
De acordo
com o HC, o hospital realiza, atualmente, até 25
transplantes de coração por ano, estando próximo
de atingir a marca de 100 procedimentos nos cinco anos de atuação
nesta área.
“Não somos maiores apenas no volume, mas no resultado.
Apesar de lidar com 70% dos pacientes em estado gravíssimo,
nos últimos 12 meses registramos 0% de mortalidade cirúrgica”,
afirma a coordenadora da Cardiologia, Maria da Consolação
Vieira Moreira.
O coordenador
cirúrgico da equipe de transplante de coração
do Hospital das Clínicas, Cláudio Gelape, destaca
que a unidade só não realiza mais transplantes
devido à falta de doadores em Minas Gerais. Atualmente,
cerca de 20 pacientes estão na fila à espera de
um coração no estado.
Gelape destaca
a expectativa de aumentar o número de
procedimentos com a adoção, pelo Sistema Único
de Saúde (SUS), do implante de coração ou
ventrículo artificial. A equipe do HC já se prepara
para realizar este tipo de procedimento, que tem melhorado a
qualidade de vida do paciente que espera por um coração
novo. O coração ou ventrículo artificial é um
dispositivo que trabalha juntamente com o coração
doente, fazendo a função do ventrículo.
“Este é um processo e um equipamento caro, e que
ainda não é coberto pelo SUS. A minha expectativa é que
o SUS incorpore essa nova tecnologia dentro de dois ou três
anos, devido ao bom resultado apresentado nos principais centros
do mundo”, afirma Cláudio Gelape, que fez, recentemente,
pós-doutoramento nesta área. Ele destaca que com
o dispositivo artificial o paciente consegue aguardar pelo transplante
fora do ambiente hospitalar.
GAZETA WEB.COM
Unidades
de saúde de cidades atingidas por chuvas estão
com obras empacadas
Entre as
34 unidades e complexos de saúde que deveriam
atender moradores das cidades atingidas pelas enchentes em Alagoas – que
aconteceram há um ano e cinco meses – apenas duas
delas tiveram 10% do projeto construído. Os dados alarmantes
foram divulgados pela Secretaria Estadual de Saúde (Sesau),
responsável pelo andamento das construções.
Segundo o
relatório da Sesau, as obras iniciadas consideradas
mais ‘avançadas’, com 10%, são as duas
unidades básicas de saúde situadas em Cajueiro
e Joaquim Gomes. Na cidade de Branquinha, a Unidade Básica
de Saúde (UBS) está com 8% da obra pronta.
As perspectivas,
a partir de então, só pioraram:
em dez outras unidades básicas, localizadas em Murici,
São José da Laje e União dos Palmares, apenas
5% das empreitadas foram feitas. As quatro unidades básicas
de Rio Largo aguardam também a conclusão, que ainda
têm 6% das obras concluídas.
O Pronto
Socorro, que deveria estar pronto em São José da
Laje, também só tem 5%. Em Santana do Mundaú,
uma das mais atingidas, uma unidade básica e duas de pronto-socorro
ainda não chegaram a colocar os primeiros tijolos porque
as obras, orçadas em R$ 924 mil, aguardam a liberação
de um terreno.
Mais atrasados em outras obras
Em meio à prestação de contas da Sesau,
mais dados divulgados mostram que outras 13 construções,
entre complexos, unidades mistas, secretarias e serviços
de endemias, ainda estão com os projetos 'empacados' na
Procuradoria Geral do Estado (PGE), ou seja, sequer começaram
as construções. Esses estabelecimentos deveriam
ser construídos nas cidades de Paulo Jacinto, Santana
do Mundaú, Jacuípe, Atalaia, Rio Largo, Quebrangulo,
Jacinto e São José da Laje.
Durante a
apresentação dos dados, o Estado foi
alvo de uma série de críticas quanto à lentidão
dos processos. Em resposta, várias justificativas foram
apontadas: atraso no envio dos recursos do Governo Federal – cujo
orçamento da obra chegou em mais de R$ 30 milhões
-, a ainda tentativa de dispensa de licitação,
embora o processo já tenha passado de um ano, o que não
mais a caracterizaria como emergencial e a espera por medidas
provisórias que acelerassem o repasse.
PGE
contesta informações
A Procuradoria
Geral do Estado contestou as informações
repassadas pela Secretaria de Estado da Saúde e nega que
os processos estejam sob sua responsabilidade.
De acordo
com a PGE, tal relatório da Sesau é referente
aos meses do primeiro semestre e, portanto, estariam desatualizados,
haja vista que os processos chegaram à instituição
em setembro último, foram devidamente distribuídos
e analisados e os pareceres, em seguida, devolvidos à Secretaria.
A Procuradoria
garantiu que nenhum processo está mais
sob a sua responsabilidade.
DIÁRIO
DO PARÁ
Saúde no Pará recebeu R$ 90,3 milhões este
mês
Somente na
primeira quinzena de novembro, o Ministério
da Saúde repassou R$ 90,3 milhões para ações
de saúde em 143 municípios paraenses. Do total
transferido pelo Fundo Nacional de Saúde (FNS) para os
fundos estaduais e municipais de saúde, mais de R$ 57
milhões (63,2%) foram destinados para o bloco da Média
e Alta Complexidade Hospitalar (MAC), que incluem o custeio de
procedimentos como transplantes e quimioterapia. Além
disso, os recursos deste bloco financiam hospitais de pequeno
porte, centros de especialidades odontológicas, laboratórios
de prótese dentária e do programa Samu (Serviço
de Atendimento Médico de Urgência), entre outras
ações.
O segundo
bloco com maior volume de recursos transferido foi o da Vigilância em Saúde, com mais de R$ 19,3 milhões
nos primeiros quinze dias do novembro. Este bloco financia ações
de prevenção a doenças, no âmbito
da vigilância epidemiológica e ambiental em saúde.
Para o bloco de Atenção Básica, foram repassados
R$ 13,2 milhões. O recurso financia ações
básicas de saúde e de programas como Saúde
da Família, Agentes Comunitários de Saúde,
Saúde Bucal, entre outros.
MEDICAMENTOS
O montante
transferido para o financiamento e manutenção
da Assistência Farmacêutica totalizou R$ 500 mil,
destinados a três componentes: Assistência Farmacêutica
Básica, Assistência Farmacêutica Estratégica
e o componente Especializado da Assistência Farmacêutica.
Para a Assistência Farmacêutica Básica, são
repassados recursos para a aquisição de medicamentos
e insumos. Já o recurso da Assistência Farmacêutica
Estratégia custeia ações como controle de
endemias, antirretrovirais do Programa DST e Aids, sangue e Hemoderivados
e imunobiológicos, entre outras. O componente Especializado
se refere aos casos mais complexos e de alto custo - medicamentos
para tratamento de Alzheimer, osteoporose, cardíacos crônicos,
entre outros. Pelo bloco Investimento, houve repasse de R$ 124,3
mil, para três municípios. As cidades de Castanhal
e Santa Izabel do Pará receberam, cada uma, R$ 20 mil,
valor que corresponde à primeira parcela para a construção
de unidades básicas de saúde (UBS) nesses municípios.
A cidade de Tucumã recebeu R$ 84,3 mil para o componente
de aquisição de equipamentos e material permanente.
O objetivo é a estruturação da rede de serviços
de atenção básica de saúde local.
NOVAS UNIDADES
Além da implantação da UBS e a aquisição
de materiais, o recurso do bloco Investimento pode financiar
ações como a construção de Unidades
de Pronto Atendimento (UPA), Salas de Estabilização
(UPASE), entre outras. Capital – Do total transferido para
municípios do Pará, R$ 37,9 milhões foram
repassados para a gestão dos serviços do Sistema Único
de Saúde (SUS) em Belém. Deste total, R$ 28,9 milhões
são para o bloco da Média e Alta Complexidade,
sendo que R$ 18,6 milhões foram repassados ao Fundo Estadual
de Saúde. O valor repassado para Belém (R$ 37,9
milhões) corresponde a 42% do total transferido para os
143 municípios do Pará. Ananindeua, município
da Região metropolitana da capital, recebeu R$ 4,6 milhões,
sendo R$ 2,7 milhões para ações do bloco
MAC e R$ 1,07 milhão para Vigilância em Saúde.
Para Santarém, o repasse foi de R$ 3,1 milhões,
sendo R$ 2,1 milhões destinados ao MAC. A transferência
consiste no repasse de valores, regular e automático,
diretamente do Fundo Nacional de Saúde (FNS) para os estados
e municípios. Acompanhe aqui o repasse Fundo a Fundo para
o seu município.
PORTAL DO CNJ
Fórum da Saúde discutirá processos
contra SUS e planos privados
O Fórum Nacional do Judiciário para a Saúde – mais
conhecido como Fórum da Saúde – do Conselho
Nacional de Justiça (CNJ) realiza em Brasília,
nos próximos dias 6 e 7 de dezembro, a segunda reunião
do ano com representantes dos comitês gestores localizados
em cada estado. O objetivo do evento é discutir os principais
temas relacionados ao setor que impactam nos processos judiciais
em tramitação nos tribunais brasileiros (as chamadas
demandas judiciais de saúde). E, dessa forma, contribuir
para que tais processos sejam julgados com a máxima celeridade
possível.
O evento
será aberto pelo presidente do Supremo Tribunal
Federal (STF) e do Conselho Nacional de Justiça (CNJ),
ministro Cezar Peluso, e pelo ministro da Saúde, Alexandre
Padilha, no auditório do Conselho da Justiça Federal
(CJF), em Brasília.
Planos privados
Tem como
uma das novidades, a avaliação sobre
a implantação e funcionamento dos núcleos
de apoio técnico existentes nos estados. Os núcleos
foram criados atendendo a determinação do CNJ com
o intuito de subsidiar os tribunais durante o julgamento de ações
voltadas para o setor de saúde. Também fazem parte
da pauta de trabalhos, discussões sobre demandas relacionadas
aos planos privados de saúde e a atual situação
destas demandas no Judiciário brasileiro (uma vez que
em maio passado, existiam quase 241 mil ações envolvendo
o setor em todo o país).
Serão discutidas, ainda, as alterações
produzidas pela Lei 12.401/2011 - que institui, entre outros
pontos, diretrizes terapêuticas definidas em protocolo
clínico ou, na ausência desses, a relação
de medicamentos instituída pelo Sistema Único de
Saúde (SUS) para a prestação da assistência
na rede pública. E a necessidade do acompanhamento das
ações judiciais referentes ao tratamento do câncer.
Acompanhamento
Outro tema
a ser abordado é o sistema de acompanhamento
eletrônico das demandas de saúde, instituído
pelo CNJ. O sistema, a ser alimentado pelos Tribunais de Justiça,
permitirá o monitoramento das ações judiciais
em trâmite e a implantação dos Núcleos
de Apoio Técnico para auxiliar o trabalho dos juízes.
O II encontro
nacional dos comitês gestores do Fórum
da Saúde é coordenado pelos conselheiros Ney José de
Freitas, presidente da Comissão de Acesso à Justiça
e à Cidadania do CNJ, e Marcelo Nobre, presidente da Comissão
de Acompanhamento Administrativo do CNJ. Será fechado
ao público e, ao final, os conselheiros divulgarão
o resultado das propostas discutidas.
Fórum
Implantado
em agosto do ano passado, o Fórum Nacional
do Judiciário para a Saúde foi criado pela Resolução
n. 107 do Conselho. É integrado por representantes dos
Comitês Estaduais da Saúde – formados por
juízes e servidores dos tribunais – bem como representantes
do Poder Judiciário, Ministério Público,
Defensoria Pública, secretarias estaduais e municipais
de Saúde, além de acadêmicos, especialistas
em Direito Sanitário e membros da sociedade civil.
PORTAL
DA SAÚDE
Equipe
busca reduzir tempo de permanência nos hospitais
Em dezembro,
os Núcleos de Acesso e Qualidade vão
apresentar o diagnóstico inicial dos Hospitais Miguel
Couto e Albert Schweitzer apontando as primeiras medidas a serem
adotadas
Primeiro
dos 11 hospitais brasileiros a receber o S.O.S Emergências
, o Miguel Couto, no Rio de Janeiro, já tem definidas
as ações prioritárias a serem executadas
pelo Núcleo de Acesso e Qualidade Hospitalar (NAQH). Num
prazo estimado de 30 dias, a contar a partir do dia 9 de novembro,
será feito um diagnóstico das principais dificuldades
relacionadas à porta de entrada hospitalar e discutidas
medidas que possibilitem a redução do tempo de
permanência dos pacientes na emergência.
O S.O.S Emergências é uma estratégia do
Ministério da Saúde – executada em parceria
com estados e municípios – que vai qualificar a
gestão e o atendimento nas emergências de grandes
hospitais que atendem pelo Sistema Único de Saúde
(SUS). No Rio de Janeiro, além do Miguel Couto, da rede
municipal, o Hospital Estadual Albert Schweitzer também
recebe apoio da ação, lançada no dia 8 de
novembro pela presidenta da República, Dilma Rousseff,
e o ministro Alexandre Padilha, em Brasília. No dia 9,
Padilha esteve no Rio para dar início aos trabalhos nos
dois hospitais.
Referência em neurocirurgia, traumato-ortopedia e cirurgia
vascular, o Miguel Couto foi selecionado para receber a ação
por, além de possuir pronto-socorro, realizar grande número
de internações (foram 11,21 mil de janeiro a outubro
deste ano) e atendimentos ambulatoriais. Caberá ao NAQH
do Miguel Couto – formado por representantes do ministério,
das secretarias estaduais e municipais de Saúde e do hospital – avaliar
a regulação de leitos de retaguarda em unidades
da região para atender à demanda do hospital.
O núcleo avaliará, por exemplo, quantas equipes
do Melhor em Casa poderão ser criadas. O programa, outra
ação lançada pelo governo federal através
do Ministério da Saúde, aumentará a capacidade
do atendimento domiciliar já realizado no município,
possibilitando assim a desospitalização de pacientes. “Temos
a convicção de que não se faz mudança
em urgência e emergência se não houver uma
mudança no antes, na rede básica, e no depois.
Por isso, o S.O.S Emergências não é uma ação
isolada, mas faz parte de uma rede de ações do
Ministério da Saúde”, disse o ministro Alexandre
Padilha no lançamento do S.O.S Emergências no Miguel
Couto.
ALBERT SCHWEITZER
A elaboração de medidas que reduzam o tempo de
permanência dos pacientes na emergência também
será uma das prioridades do Núcleo de Acesso e
Qualidade Hospitalar do Albert Schweitzer. Principal unidade
de urgência e emergência em funcionamento na Zona
Oeste do Rio, o hospital tem 338 leitos e realizou - de janeiro
a outubro deste ano - cerca de 150 mil atendimentos somente no
pronto-socorro.
Uma outra
tarefa prioritária do NAQH – determinada
pelo ministro Alexandre Padilha em sua visita à cidade
para assinar o termo de compromisso do S.O.S Emergências – será a
habilitação dos 43 leitos de UTI (Unidade de Terapia
Intensiva do Albert), que funcionam desde 2008.
AÇÕES
Além das ações prioritárias já definidas
no Miguel Couto e no Albert Schweitzer, os Núcleos de
Acesso e Qualidade Hospitalar vão avaliar e executar outras
medidas que qualifiquem a assistência, como organizar a
gestão de leitos, o fluxo de internação
e a implantação de protocolos clínico-assistenciais
e administrativos. Estão previstas, ainda, medidas para
proporcionar a adequação da estrutura e do ambiente
hospitalar.
O Ministério da Saúde vai liberar recursos de
R$ 3 milhões para cada um dos hospitais para a realização
de obras e aquisição de equipamentos – conforme
for definido após as avaliações feitas pelos
núcleos, em conjunto com a direção das unidades.
REDE
O S.O.S Emergências integra a Rede Saúde Toda Hora
e, além do Miguel Couto e do Albert Schweitzer, tem início
em mais nove hospitais de grande porte, localizados em oito capitais:
Recife (PE), Fortaleza (CE), Salvador (BA), Brasília (DF),
São Paulo (SP), Belo Horizonte (BH), Goiânia (GO)
e Porto Alegre (RS). Todos os hospitais selecionados são
referências regionais, possuem pronto-socorro e realizam
grande número de internações e atendimentos
ambulatoriais. A meta é que até 2014 o S.O.S Emergências
atinja os 40 maiores prontos-socorros brasileiros, em 26 estados
e no Distrito Federal.
DIÁRIO DA AMAZÔNIA
Novo
hospital terá sete
andares
Projetado
para ter sete andares e 140 leitos, o Hospital Regional de
Ariquemes
vai precisar de R$50 milhões para sair do
papel e ajudar a melhorar o sistema público de saúde
de Rondônia. Os primeiros passos para que a obra seja realizada
foram efetivados ontem, quando a prefeitura confirmou a doação
do terreno e entregou oficialmente o projeto do futuro hospital
ao governo do Estado.
O governador
Confúcio Moura (PMDB) disse que a construção
deste hospital regional vai melhorar todo o sistema público
de saúde de Rondônia. “Quando esta unidade
estiver em funcionamento, os hospitais da Capital vão
desafogar e a população vai ser melhor atendida,
sem falar que esses pacientes vão estar mais pertos de
casa”, argumentou. Para o prefeito de Ariquemes, Márcio
Londe Raposo, a futura unidade hospitalar vai ser uma referência
para todo o Estado. “O projeto que entregamos ao governo
Estadual foi construído dentro dos mais modernos padrões
da medicina e o nosso desejo é de que a população
possa ser a maior beneficiada”, afirma.
NÚMEROS
Além dos sete andares, outros números do Hospital
Regional de Ariquemes impressionam, como o tamanho da obra, cerca
de 11,6 mil metros quadrados e o valor já gasto para a
elaboração do projeto R$640 mil. O dinheiro a ser
investido também desperta a atenção, cerca
de R$ 29,9 milhões é o custo da obra e outros R$20
milhões devem ser gastos com os equipamentos.
Dos 140 leitos
que serão construídos, 20 vão
ser utilizados como Unidades de Tratamento Intensivo (UTIs).
Também estão previstos cinco centros cirúrgicos. “É uma
obra audaciosa, mas sabemos que com a união da prefeitura,
governo do Estado e dos nossos parlamentares será possível
sim construir o Hospital Regional de Ariquemes”, afirma
a secretária municipal de saúde, Rosieli Alves
Chiaratto.
HOSPITAL
UNIVERSITÁRIO PROJETADO PARA ACADÊMICOS
A previsão é de que o Hospital Regional de Ariquemes
traga investimentos para a saúde pública e para
a educação superior, com a implantação
de um curso de medicina no município, pela Universidade
Federal de Rondônia (Unir). A proposta de formar os futuros
médicos de Rondônia em Ariquemes surgiu da possibilidade
do hospital ser projetado para também servir aos acadêmicos
de medicina.
O diretor
do campus da Unir em Ariquemes, Antônio Carlos
Maciel, disse que a possibilidade de implantação
do curso de medicina em Ariquemes é grande e já está sendo
discutida pelo Ministério da Educação. “A
construção de um hospital moderno e com as condições
para que os acadêmicos possam trabalhar a teoria e a prática
era o sinal que estávamos esperando”, resume.
CORREIO
DE NOTÍCIAS
Hospitais
filantrópicos
pedem recursos ao governo federal
O presidente
do Sindicato dos Hospitais Beneficentes, Religiosos e Filantrópicos do Rio Grande do Sul, Julio Matos, reuniu-se,
na tarde desta segunda-feira, com a ministra de Relações
Institucionais, Ideli Salvatti (PT), em Brasília. O encontrou
tratou de três pontos considerados fundamentais pelo setor:
a liberação de verbas previstas em duas emendas
de bancada e o desbloqueio da suspensão de contratos de
ONGs com o governo federal.
Segundo Matos,
uma das emendas da bancada federal gaúcha,
no valor de R$ 31,4 milhões, garante recursos para a compra
de equipamentos necessários para as casas de saúde.
O segundo item trata do desbloqueio de outra emenda, uma verba
de R$ 25 milhões destinada à reforma e à modernização
do Hospital Santa Clara, do Complexo Hospitalar Santa Casa, na
Capital. O terceiro ponto debatido foi o desembargo das relações
do governo federal com cerca de 40 entidades, filiadas ao Sindicato,
que foram prejudicadas no escândalo das ONGs que derrubou
o ex-ministro do Esporte, Orlando Silva (PC do B).
Conforme
Matos, a ministra Ideli Salvatti, prometeu se reunir com os
ministérios do Planejamento e da Fazenda para decidir
se libera ou não os recursos. O líder sindical
disse que Ideli se comprometeu em responder, até quinta-feira, à senadora
Ana Amélia Lemos (PP). A parlamentar intermediou o encontro.
Em relação aos R$ 100 milhões solicitados
ao governo do Estado. O presidente Julio Matos confirmou que
a primeira parcela, de 50% do valor, foi depositada em outubro.
A segunda parte está programada para janeiro. O Sindicato
pretende, ainda nesta semana, protocolar no gabinete do secretário
da Saúde, Ciro Simoni (PDT), e no escritório do
chefe da Casa Civil, Carlos Pestana (PT), um pedido de antecipação
do valor para dezembro.
A rede de
hospitais sem fins lucrativos no Rio Grande do Sul responde
por 90% dos
atendimentos de baixa e média complexidade
e por 70% dos atendimentos pelo Sistema Único de Saúde
(SUS) no Estado. O endividamento do setor pode chegar a R$ 1
bilhão. Em 2010, os hospitais filiados, receberam do SUS
R$ 565 milhões, enquanto os gastos atingiram R$ 875 milhões,
configurando um prejuízo de R$ 310 milhões. O presidente
ressaltou, ainda, que, das 720 mil internações
pelo SUS no ano passado no Rio Grande do Sul, 520 mil foram absorvidas
pelos 239 hospitais beneficentes e filantrópicos gaúchos.
PORTAL
DO GOVERNO DO ESTADO DO CEARÁ
Seis
unidades da rede estadual de saúde recebem o Prêmio
Gestão Pública 2011
Gestores
e profissionais da rede estadual de saúde recebe
nesta quarta-feira (23) o Prêmio Ceará Gestão
Pública 2011, às 9 horas, no auditório da
Secretaria de Planejamento do Estado (Seplag). Dois hospitais
ligados a Secretaria da Saúde (Sesa) serão premiados
com troféu, o Hospital Infantil Albert Sabin e o Hospital
de Messejana Dr. Carlos Alberto Studart Gomes. Mais três
unidades da Sesa foram vencedores, o Hospital Geral Dr. César
Cals, na faixa prata, e o Hospital São José e Hemoce,
na faixa bronze. Também será concedido certificado
de participação para o Hospital de Saúde
Mental de Messejana. No total, seis conquistas da rede de hospitais
e unidades da Sesa.
Para o gestor
da pasta, Arruda Bastos, “as premiações
representam incentivo aos gestores e profissionais para avançar
cada vez mais na qualidade da gestão, ampliando o acesso
aos serviços de saúde à população”,
destaca. Reconhecer as instituições públicas
que assumem compromisso de mudança, com realização
de autoavaliação continuada da gestão, é a
finalidade do Núcleo Estadual do Gespública no
Ceará com a entrega do Prêmio Ceará Gestão
Pública (PCGP). “É fundamental que a gestão
passe por uma avaliação de órgãos
externos. Além do fator positivo da transparência
da gestão, ao liberar informações e relatórios
para avaliação, com o retorno da premiação
fica o reconhecimento de que estamos no rumo certo na busca por
serviços públicos de saúde com qualidade”,
destacou o Secretário.
As bancas
examinadoras do PCGP avaliam as instituições
com base no Modelo de Excelência em Gestão Pública
(MEGP), associado com o modelo de excelência em gestão
utilizado pelos setores público e privado, em mais de
120 países, submetendo os relatórios de avaliação
a uma banca de juízes.
Premiação
Anualmente,
desde 2009 quando foi instituído o PCGP,
hospitais e unidades da Sesa são premiados. No primeiro
ano a premiação foi para o Hospital Infantil Albert
Sabin, com faixa ouro; o Hospital de Messejana Dr. Carlos Alberto
Studart Gomes e o Hospital São José, com faixa
prata; e o Hospital Geral César Cals recebeu certificação.
No ano passado, o número de premiações aumentou.
O Albert Sabin e o HM ganharam ouro, a Sesa e o César
Cals receberam bronze. O HGF e o Hospital de Saúde Mental
de Messejana ficaram com certificações. A Sesa
recebeu ainda da Seplag o troféu reconhecimento prata
da Agenda Gestão.
PORTAL G1
Empresas
estendem plano de saúde a mais categorias funcionais
O plano de
saúde é o benefício que mais
deve ocupar a atenção dos gestores de recursos
humanos no próximo ano, segundo o diretor de benefícios
da consultoria Aon Hewitt, Humberto Torloni. Além de novas
regras da Agência Nacional de Saúde gerarem dúvidas
e suscitarem polêmicas entre as operadoras de saúde
suplementar e as empresas que fazem uso dos planos, o serviço
está sendo cada vez mais requisitado por trabalhadores,
inclusive em áreas onde ele é novidade.
De acordo
com Torloni, o aumento de 24% no número de
segurados nos últimos cinco anos é prova de que
o benefício deve ser destaque entre os pacotes das empresas,
apesar das regulamentações da ANS ameaçarem
aumentar os custos. 'Hoje, categorias funcionais como a área
da construção civil, que não tinham acesso
a plano de saúde, estão exigindo o benefício',
explica. Segundo pesquisa anual da Aon Hewitt, divulgada hoje,
o custo médio mensal das empresas com os seguros saúde
aumentou 9,11% entre 2010 e 2011.
De acordo
com o levantamento, 99% das 291 empresas que participaram da
pesquisa oferecem
plano de saúde aos funcionários.
Cerca de 40% custeiam inteiramente o benefício e 45% usam
o sistema de coparticipação. Para executivos que
ocupam cargos de diretoria e presidência, 44% das companhias
oferecem checkup no pacote de benefícios e 33% também
o fazem para gerentes de primeira linha, que respondem diretamente
aos diretores. O custo médio desse benefício é de
R$ 2.501,58.
AGENDA
- II Consenso Internacional e Diretrizes em Termografia
Médica
2011
De 23 a 25
de novembro de 2011, em Foz do Iguaçu.
Bourbon Cataratas
- Foz do Iguaçu - PR
(41) 3018-1790
http://www.termologia.org/icgmt/fozdoiguacu2011/
silvana@confianceeventos.com.br
IWGMT – Faça parte do Grupo Internacional para
o Desenvolvimento da Termografia Médica (IWGMT), uma organização
não-governamental, não-comercial, fundada para
difundir o método diagnóstico complementar por
termografia médica, aumentar a comunicação
e colaboração dos profissionais envolvidos nesta área
com aqueles que defendem políticas de saúde e provisionamentos
de fundos sociais. A IWGMT é uma grande rede global, formada
por representantes de vários países e sociedades
de termologia médica.
Os princípios definidos no Consenso serão implementados
por todo o mundo. Serão adaptados segundo a legislação
de cada país, levando em consideração as
diferenças sócio-econômicas e acesso à saúde.
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html
- Recepção hospitalar para clínicas, consultórios
e hospitais
Dia 9 de dezembro
Rua Augusto
Stresser, 600, Alto da Glória - Curitiba
- PR
(41) 3254-1772
www.fehospar.com.br
ana@fehospar.com.br
O Sindipar,
Fehospar e Cebramed realizarão em Curitiba
mais um curso de recepção médica para clínicas,
consultórios e hospitais. Será no dia 9 de dezembro.
As vagas são limitadas. Ha condições especiais
para instituições associadas.