Leia
nesta edição:
- Carreira
de Estado, salário mínimo e reajuste
pelos planos de saúde voltam a ser analisados
- Volta da
CPMF está na contramão da história
- RES - Registro
Eletrônico em Saúde
- Confederação Nacional de Saúde: CIRCULAR
JURÍDICO 021/2011
- Audiência que discute emagrecedores tem segurança
reforçada
- Funasa
agilizará a apresentação
de projetos do PAC
- Ministro
da Saúde e sua equipe participam da assembléia
do CONASS
- Confederação Nacional de Saúde: CIRCULAR
JURÍDICO 020/2011
Quinta-feira, 24.02.11
FENAM
Carreira
de Estado, salário mínimo e reajuste
pelos planos de saúde voltam a ser analisados
Projetos
de lei importantes para o movimento médico brasileiro
foram desarquivados pela Mesa Diretora da Câmara dos Deputados.
Entre eles, está o PL 3734/2008, do deputado Ribamar Alves
(PSM/MA), que dispõe sobre o salário mínimo
profissional de médicos e cirurgiões-dentistas
no setor privado; o PL 6989/2010, do deputado Eleuses Paiva (DEM/SP),
que visa conceder gratificação anual aos médicos
que prestam serviços à operadoras de saúde,
e a Proposta de Emenda à Constituição Federal
(PEC) 454/2009, do deputado Ronaldo Caiado (DEM/GO), que estabelece
diretrizes para a organização da Carreira Única
de Médico de Estado.
As proposições foram arquivadas no fim da legislatura
passada, encerrada no dia 22 de dezembro de 2010. A iniciativa
de desarquivamento é do autor da proposição
e deve ser feita dentro dos primeiros 180 dias da primeira sessão
da legislatura subsequente à qual o projeto foi arquivado,
de acordo com o Regimento Interno da Câmara.
Todos esses
projetos fazem parte das bandeiras de luta da Federação
Nacional dos Médicos, que trabalha no sentido de ter as
propostas aprovadas.
Agência
Estado
Volta
da CPMF está na contramão da história
A Confederação Nacional da Indústria (CNI)
criticou a possibilidade de retorno da cobrança daContribuição
Provisória sobre Movimentação Financeira
(CPMF) em nota distribuída à imprensa na tarde
desta terça-feira. Esse assunto foi tratado na segunda-feira
entre a presidenteDilma Rousseff e governadores do Nordeste,
em reunião realizada em Barra dos Coqueiros (SE). Com
o título "Volta da CPMF está na contramão
da história", a CNI posiciona-se claramente contra
o retorno dessa cobrança.
A nota da
CNI menciona trechos de entrevista concedida pelo presidente
da instituição, Robson Braga de Andrade, à rádio
Jovem Pan, de São Paulo. "Somos contra a criação
de qualquer imposto", afirmou o dirigente. Segundo ele,
os Estados não devem defender a criação
de impostos, mas seguir o exemplo do governo federal e cortar
gastos. Para o presidente da CNI, o desafio atual é fazer
uma reforma que reduza o peso dos impostos e garanta a competitividade
das empresas.
Saúde
Business Web / InformationWeek EUA
RES
- Registro Eletrônico em Saúde
Por Rebecca Armato
Selecionar
e adotar um sistema de registro eletrônico
em saúde é essencial para a saúde da prática
médica
Assim como
o tratamento médico apropriado é essencial
para a saúde de um paciente, a abordagem certa ao selecionar
e adotar um sistema de registro (prontuário) eletrônico
em saúde é essencial para a saúde e até para
a sobrevivência da prática médica. E não
se trata apenas de tecnologia.
Grandes
problemas podem acompanhar a escolha mal feita de um sistema
RES, pelos
motivos errados, e pela expectativa de que
um fornecedor de software conseguirá implantar, com êxito,
o sistema sem o engajamento dos médicos. Esses problemas
podem custar muito mais do que o fundo de estímulo federal
oferecido para encorajar os profissionais da saúde a implantarem
esse sistema.
Para os profissionais
da saúde, a seleção
e adoção de um sistema RES não é entretenimento.
Os médicos devem estar ativamente engajados. Devem focar
na avaliação de funções que ofereçam
suporte a qualidade, segurança, resultados e privacidade
do paciente. Mas devem insistir, também, em funções
que melhorem a eficiência e a viabilidade de suas práticas.
Acompanhamos
médicos autônomos, em nossa região,
durante suas escolhas de sistemas RES. Para garantir uma boa
escolha, esses profissionais precisam se lembrar de três
pontos:
1. Implantação não é o mesmo que
utilização. A tecnologia torna possível,
mas a arte está em tornar o sistema pessoal para médicos
e equipe. Não existe uma só opção,
por isso, é importante encontrar um sistema que opere
de acordo com a forma que os médicos de uma clínica
ou consultório trabalham.
2. Funcionalidade
não é o mesmo que utilização.
Não se trata do número de funções
avançadas que um aplicativo oferece. Pense em termos de
números de telas e cliques necessários para qualificá-lo,
não só dentro dos requerimentos federais de "uso
significativo", mas também para entregar "valor
significativo" para você e seus pacientes. Avalie
se as funções oferecem assistência ou caos
durante a tomada de decisões clínicas, cuidados
com paciente e tratamento.
Estamos realizando
um evento para que os médicos possam
avaliar e comparar sistemas com base em quantos cliques são
necessários para executar padrões-chave de uso
significativo. A certificação ONC-ATCB demonstra
apenas que um aplicativo consegue executar o padrão requerido,
mas não com que facilidade.
3. "Dado" não é o mesmo que "informação".
Avalie não só como o PEP (Prontuário Eletrônico
do Paciente) captura informações sobre os cuidados
oferecidos durante o tratamento de um paciente, mas também
com que perfeição a informação é disponibilizada
e acessada durante consultas subseqüentes. Avalie se o sistema
consegue receber e trocar informações, local, regional
e nacionalmente, sem dificuldade e com segurança, em colaboração
com médicos e profissionais da saúde de outros
lugares.
Os sistemas RES mais bem sucedidos, pelo o que acompanhamos,
foram aqueles que focaram em funcionalidade central.
Leia tudo sobre o que acontece no HIMSS AQUI.
Aqui estão cinco áreas
em que se concentrar.
1. Registro de paciente. Isso inclui registro de equipe e registro
de paciente por meio de portais e quiosques de paciente.
2. Agendamento.
Isso não é só para pacientes,
mas para médicos, equipamentos e recursos.
3. Documentação clínica. Isso inclui documentação
de médicos, enfermeiros e assistentes médicos;
modelos de pedidos de exames e tratamento; suporte à decisão,
protocolos clínicos e alertas; e relatório de qualidade/resultado.
4. Contas
a receber. Analisar cobranças, reembolso e
envios de pagamento de seguro; declaração de paciente
e envio de pagamento; e relatório de gerenciamento.
5. Comunicação e colaboração. Considere
a habilidade de oferecer suporte a consultas, encaminhamento
a especialistas e transição de cuidados entre profissionais
de saúde; comunicação com o paciente (e-mail
seguro, telefone, dispositivos de monitoramento remoto); rastrear
e lidar com comunicação em papel, como correspondência
e fax; lidar com histórico médico, formulários,
elegibilidade e prescrições eletrônicas;
troca eletrônica de relatórios e resultados; acesso
seguro ao PEP por meio de dispositivos móveis.
No Hospital
Huntington Memorial, estamos conduzindo seminários
e oferecendo recursos educacionais, como kit de ferramentas para
seleção de RES. Oferecemos também um aplicativo
e-prescribing, que encoraja os profissionais da saúde
a caminharem devagar rumo à adoção da tecnologia,
enquanto oferece tempo e espaço para avaliarem e implantarem
os sistemas certos para suas práticas.
Além disso, estamos construindo infraestrutura de TI
para suportar o compartilhamento de informações
vindas de múltiplas fontes, em diferentes formatos, e
convertendo essas informações para um formato único,
que possa ser compartilhado com outros registros eletrônicos
em saúde, registros pessoais de saúde e sistemas
de suporte à decisão. Nosso objetivo é garantir
a que a colaboração entre pacientes internados,
pacientes de ambulatório e consultórios ocorra
em "alta definição", como definimos -
em termos de detalhes, contraste e atualização.
Isso é necessário para oferecer suporte à decisão
de forma rápida e bem informada sobre determinado ponto
no tratamento, para melhorar a qualidade e reduzir o custo dos
cuidados médicos.
Hospitais
têm licença para internar pacientes;
médicos têm licença para tratar deles. Somente
com hospitais e médicos trabalhando juntos, e adotando
as ferramentas e os processos apropriados, podemos suprir as
necessidades de assistência médica de nossas comunidades.
Junto com
os profissionais de saúde de nossa comunidade,
cuidamos de mais de 11.000 pessoas por dia - 10.000 delas em
consultórios e clínicas particulares. Consideramos
esses médicos comunitários algo entre "tesouro
nacional" e "recurso natural" e queremos garantir
que eles não entrem em extinção. A criação
de uma comunidade médica de colaboração
virtual, que melhore a qualidade dos atendimentos, começa
com o comprometimento dos médicos que adotam as ferramentas
e os processos certos. Esperamos que, com o nosso encorajamento
e ajuda essa comunidade médica não só sobreviva,
como prospere.
Rebecca Armato é diretora executiva de serviços
de interoperabilidade no Hospital Huntington, na Califórnia,
EUA.
Confederação Nacional de Saúde
Circular
Jurídico
021/2011
IR: Termina dia 28 prazo para empresas repassarem comprovante
de rendimento a empregados
Brasília - Termina na próxima segunda-feira (28),
o prazo para as empresas e pessoas físicas que fizeram
pagamentos com retenção de imposto em 2010 entregarem
a Declaração de Imposto de Renda Retido na Fonte
(Dirf) à Receita Federal. O prazo é o mesmo para
as empresas entregarem o Comprovante de Rendimentos aos trabalhadores.
Segundo à Receita, as pessoas jurídicas que deixarem
de apresentar a declaração estão sujeitas à multa
mínima de R$ 500. Para as empresas do Simples e as inativas
a multa mínima é de R$ 200. No caso do Comprovante
de Rendimento, a penalidade é uma de R$ 41,43 por documento.
As informações são importantes para o contribuinte
preencher e enviar a declaração do IRPF. O prazo
de entrega começa em 1º de março e termina
em 29 de abril. A transmissão das informações
sobre retenção de imposto só pode ser feita
pela página da Receita na internet (www.receita.fazenda.gov.br).
Fonte: Portal CT
SDI-1 Considera quitadas horas extras atestadas em recibo sem
ressalvas
A Seção I de Dissídios Individuais do Tribunal
Superior do Trabalho adotou entendimento de que o pagamento pelo
empregador de parcelas a título de horas extras atestado
em recibo pelo empregado no momento da adesão a plano
de demissão voluntária, sem qualquer ressalva,
gera a quitação total desses créditos.
No caso relatado
pelo ministro João Batista Brito Pereira,
o Tribunal do Trabalho baiano concluiu que o Banco Beneb havia
quitado as parcelas de horas extras devidas a ex-empregado que
aderira ao PDV da empresa. Para o TRT/5ª Região,
como o trabalhador não tinha feito nenhuma ressalva no
recibo, houve a quitação plena da parcela, porque
a transação ocorrera sem vício de consentimento.
Entretanto,
a Sexta Turma do TST julgou favoravelmente ao empregado o recurso
de
revista apresentado. Na avaliação
da Turma, o termo de adesão não possuía
o efeito pretendido pelo banco, ou seja, de promover a quitação
geral das obrigações trabalhistas. Por consequência,
o colegiado afastou a transação e determinou o
retorno do processo à Vara do Trabalho para julgar os
pedidos do empregado.
Já o relator dos embargos na SDI-1, ministro Brito Pereira,
considerou equivocada a decisão da Turma, pois o Regional
afirmara expressamente que houve comprovação por
meio de recibo do pagamento de parcelas a título de horas
extras e de integração de horas extras, sem ressalva
por parte do empregado quanto à parcela horas extras.
O recurso
começou a ser examinado na SDI-1, no ano passado,
quando o ministro Vieira de Mello Filho (que atualmente não
integra mais o colegiado) divergiu do relator quanto ao conhecimento
dos embargos. Ele argumentou que, tendo a Turma conhecido e dado
provimento à revista do empregado, a Seção
não poderia rever elementos de prova mencionados pelo
TRT, e que, na realidade, havia recibo com ressalva do empregado,
diferentemente do que disse o Regional.
Na ocasião, o ministro Lelio Bentes Corrêa pediu
mais tempo para analisar o assunto, e a discussão só foi
retomada em julgamento recente da SDI-1. O ministro Lelio concordou
com o relator, pois acredita que os elementos de fato relevantes
para a solução do litígio estão transcritos
pela Turma no acórdão do recurso de revista, além
do mais não é possível reexaminar provas
nessa instância extraordinária, a exemplo do mencionado
recibo.
O ministro
Lelio ainda lembrou que, à época da
decisão da Turma, havia controvérsia quanto a essa
matéria. Hoje, defendeu o ministro, o entendimento no
Tribunal é de que a quitação é da
parcela quando ela é expressamente referida no recibo
sem qualquer ressalva (incidência da Súmula nº 330
do TST).
Com a divergência votaram os ministros Aloysio Corrêa
da Veiga e Rosa Maria Weber. O ministro Augusto César
de Carvalho também ficou vencido parcialmente, pois recomendava
o retorno dos autos ao juízo de origem para análise
dos pedidos de horas extras observada a quitação
das parcelas até os valores consignados no recibo.
Por fim,
a maioria da SDI-1 acompanhou o relator, ministro Brito Pereira,
para
restabelecer a decisão do TRT, no sentido
de que o banco não devia créditos salariais ao
ex-empregado a título de horas extras, na medida em que
existia recibo de quitação com a especificação
dessa parcela sem ressalvas. (RR- 85700-66.2000.5.05.0005)
Fonte: TST
Quarta-feira, 23.02.11
O
Estado de São
Paulo
Audiência que discute emagrecedores tem segurança
reforçada
Presidente
em exercício da agência justificou a
presença dos seguranças afirmando que foram feitas
ameaças à segurança da reunião
Por Lígia
Formenti
BRASÍLIA - A audiência pública para discutir
a proibição de remédios emagrecedores no
Brasil ocorreu nesta quarta-feira, 23, na sede da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) em Brasília,
sob um forte esquema de segurança. Policiais armados da
Polícia Federal estão no auditório, onde
está sendo realizada a audiência. O acesso é feito
somente depois da passagem por um detector de metais.
O presidente
em exercício da Anvisa, Dirceu Barbano,
ao abrir a audiência, justificou a presença dos
seguranças, afirmando que a agência recebeu ameaças à segurança
da reunião. Ele pediu desculpas pela presença dos
policiais federais, mas afirmou que a medida era indispensável
para garantir a tranquilidade de todos os presentes. O auditório
está lotado por representantes de laboratórios
e da sociedade médica.
Audiência pública. Filha e mãe de obeso,
a deputada federal Alice Portugal (PCdoB-BA) vai propor a realização
de uma audiência pública na Câmara sobre a
proibição de moderadores de apetite no Brasil. "Temos
de pensar não apenas no lado médico, mas também
psicossocial. A batalha contra a obesidade não é fácil
e precisamos estudar calmamente quais as alternativas possíveis",
afirmou.
Para integrantes
da Anvisa, a proposta da deputada pode tornar mais distante
uma
resolução rápida sobre
a proibição de medicamentos emagrecedores no País.
Politicamente, afirmam, uma decisão antes de uma audiência
no Congresso poderia ser considerada como uma reação
autoritária da agência - algo que a Anvisa quer
evitar, diante de desgastes enfrentados em outras áreas
como regulamentação de propaganda de alimentos
ou mudança de embalagens de cigarros.
Alice afirmou
que atualmente em sua família ninguém
faz uso de remédios. "Minha filha já fez.
Agora não. Mas é uma luta." O pai da deputada,
já falecido, teve vários problemas de saúde
associados à obesidade. Entre as alternativas que poderiam
ser discutidas, afirmou a deputada, estão o aumento da
fiscalização e mudanças nas regras de prescrição. "Mas,
claro, é preciso verificar a possibilidade legal dessas
mudanças."
A deputada
observou que a proibição total aumentaria
o risco de venda ilegal da droga. "O mercado paralelo aguarda
sorridente uma decisão como essa." Presidente da
Associação Brasileira de Nutrologia, Durval Ribas
Filho tem avaliação semelhante: "Além
de incentivar o contrabando e comércio ilegal, a proibição
retiraria todas as alternativas de terapia - uma catástrofe
para pacientes que já se tratam e estão adaptados
a essas drogas."
Anthony Wong,
por sua vez, afirma que o fato de não haver
alternativas não é suficiente para preservar os
medicamentos no mercado. "Obesidade é multifatorial,
moderador do apetite não é a principal arma para
combater o problema. Pelo contrário: o uso do remédio
significa acrescentar um fator de risco para uma comunidade que
já apresenta problemas de saúde."
ESaúde
Funasa
agilizará a apresentação
de projetos do PAC
O ministro
da Saúde reforçou a necessidade de
estimular os estados e municípios a apresentarem suas
propostas
A Funasa
(Fundação Nacional de Saúde) criará um
calendário, com esquema de plantões nas Superintendências
Estaduais (Suest), para agilizar a apresentação
de projetos dos estados e municípios para as obras do
Plano de Aceleração do Crescimento (PAC) I e II.
A decisão foi tomada nesta quarta-feira (23), em reunião
entre o ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e o presidente
da autarquia, Faustino Lins.
O ministro
reforçou a necessidade de estimular os municípios
a apresentarem as suas propostas para as obras. “Precisamos
nos articular para que estados e municípios apresentem
seus projetos o quanto antes”, destacou Padilha. A diretora
substituta do Departamento de Engenharia de Saúde Pública
(Densp) da Funasa, Patrícia Areal, também alertou
que o esforço deve abranger a obtenção das
licenças ambientais.
CONASS
Ministro
da Saúde e sua equipe participam da assembléia
do CONASS
Por Adriane Cruz
O ministro
da saúde, Alexandre Padilha, participou da
assembleia do Conselho Nacional de Secretários de Saúde
(CONASS) nesta quarta-feira (23). Acompanhado pela sua equipe,
Padilha desejou boas vindas aos secretários de Estado
da Saúde que assumiram a pasta neste ano e voltou a destacar
a relação técnica e política entre
os entes gestores do Sistema Único de Saúde (SUS).
Para o ministro, o espaço – que reúne vários
partidos políticos, além da diversidade das regiões
e estados brasileiros – é ideal para a consolidação
da atuação política dos gestores do SUS.
“Amanhã (24), na primeira reunião da Comissão
Intergestores Tripartite, vamos inaugurar a relação
entre os governos a fim de construir uma agenda específica
de propostas para o SUS em 2011”.
Segundo Padilha,
o ano é decisivo para o SUS, tendo em
vista o início de um novo governo. “O primeiro ano
deve ser de ações concretas – criação
de instrumentos para aprimorar a gestão, debater questões
de financiamento – para não passarmos quatro anos
apenas administrando dificuldades e problemas”, ressaltou.
Durante a
reunião, foi elogiada pelos secretários
a eleição do ministro para a presidência
do Conselho Nacional de Saúde (CNS), assim como a atuação
da equipe do Ministério da Saúde neste pouco mais
de um mês de gestão.
A respeito
da atuação frente ao CNS, o ministro
voltou a enfatizar a necessidade da reconstrução
de uma aliança do SUS com a sociedade brasileira, a exemplo
de outros setores, como a educação. O ministro,
assim como os demais participantes, disseram acreditar que, só com
esta mobilização, o SUS terá o apoio necessário
em debates como o financiamento e outras questões importantes
relativas aos SUS.
Confederação Nacional de Saúde
Circular
Jurídico
020/2011
Justiça do Trabalho terá acesso
a dados de empresas
O Tribunal
Regional do Trabalho do Paraná e a Junta Comercial
do estado (Jucepar) oficializam nesta terça-feira (22/2)
acordo para permitir o acesso de juízes ao Sistema de
Cadastro e de Imagens do banco de dados da junta. O convênio
vai permitir que a Justiça consulte diretamente informações
sobre o quadro societário das sociedades comerciais (nome
dos sócios, endereços e CPFs), que demoravam 60
dias para serem repassadas.
Os dados
poderão ser obtidos na hora pelo próprio
magistrado, agilizando o trâmite do processo", afirmou
o presidente do TRT-PR, desembargador Ney José de Freitas.
As informações sobre o quadro societário
de uma empresa são importantes, pois, na ausência
de bens da empresa, é comum o credor pedir o direcionamento
da execução em face dos sócios. "Desta
forma, confirmado o quadro societário, por meio das informações
obtidas na Jucepar, o juiz poderá decidir sobre o pedido
de inclusão dos sócios na execução",
completa o desembargador.
Processos
mais rápidos
O convênio é mais uma iniciativa da Justiça
do Trabalho do Paraná para agilizar os processos na fase
de execução. De acordo com o TRT-PR, tramitam no
estado cerca de 160 mil processos trabalhistas na fase de execução.
O Judiciário também tem convênios com o Bacenjud,
realizado com o Banco Central, e Renajud, com o Detran, para
penhora de veículos.
A Justiça do Trabalho também estuda outros convênios,
um deles para a inclusão de sentenças judiciais
- ou as decisões que confirmam títulos extrajudiciais
exigíveis no processo do trabalho - no registro de cartórios
de protesto, Serasa e outros cadastros. "O objetivo é sempre
o de fazer valer o direito adquirido na Justiça. De nada
adianta para um cidadão que procurou a Justiça,
se tem a sentença favorável, mas não tem
o recebimento do que lhe é de direito", destacou
Freitas.
O Tribunal
Regional do Trabalho de Campinas (TRT-15) já implantou
a medida, com base em um estudo feito pelo Tribunal Superior
do Trabalho, por meio de um acordo assinado com o Serasa em setembro
de 2010. O convênio prevê que as 153 Varas do Trabalho
da 15ª Região (Campinas-SP) repassem ao banco de
dados, pela internet, informações das dívidas
objeto de execuções de títulos judiciais
trabalhistas decorrentes de decisões transitadas em julgado.
O TRT-15
chegou a ser alvo de um Mandado de Segurança
por enviar à Serasa o nome de empresas e sócios
condenados em reclamações trabalhistas que não
conseguem saldar os débitos. A Central Brasileira do Setor
de Serviços (Cebrasse), autora da ação,
alega que a decisão é ilegal, injusta e prejudicial
ao país. Com informações da Assessoria de
Imprensa do TRT-PR."
Fonte:
Consultor Jurídico
AGENDA
- AssPreviSite
Um debate sobre o contexto dos planos em 2011
Encontro
sobre o cenário 2011 da Saúde
Suplementar
1º de Março - 13:30 às
17:30 h.
Auditório do Instituto Metrus - São
Paulo - SP
Como será 2011 para a Saúde
Suplementar?
Quais os
tons que irão compor este cenário?
Qual a visão da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS sobre
o cenário?
O AssPreviSite
promoverá na tarde do dia 1º de março,
em São Paulo, um encontro de dirigentes, gestores e profissionais
da área de Saúde Suplementar para um debate e avaliação
do cenário 2011, destacando os temas das recentes das
consultas públicas da ANS, seus desdobramentos e impactos
para as operadoras de planos de saúde e demais atores
do sistema. Outro foco da reunião é a amplitude
e implicações da Agenda Regulatória do órgão.
A reunião busca esclarecer alguns dos tópicos destes
dois componentes e de outros aspectos que estão na pauta
do dia a dia do Sistema de Saúde Suplementar de nosso
país.
Destacamos
alguns componentes deste cenário e que serão
objeto do nosso encontro:
Variáveis constantes em consultas públicas:
- Alteração
de contratos antigos;
- Prazos
máximos
de Atendimento;
- Disponibilidade
de prestadores de serviços;
- Transporte
para prestador noutro município;
- Reembolso
integral dos custos dos beneficiários;
- Outros...
Contexto
da Agenda Regulatória da ANS:
- Financiamento do Setor;
- Garantia de Qualidade e Acesso Assistencial;
- Modelo de Pagamento a Prestadores;
- Assistência Farmacêutica;
- Incentivo
a Concorrência;
- Garantia
de Acesso a Informação;
- Contratos Antigos;
- Assistência
ao Idoso;
- Integração
com o SUS.
Outros aspectos
componentes do cenário:
- Composição
da Diretoria da ANS;
- Programa
de Qualificação em Saúde
Suplementar;
- Programa
de Acreditação
das Operadoras;
- Portabilidade de planos;
- Regulamentação
de artigos da Lei 9656/98
- Propostas
de mudanças na Legislação;
- Ressarcimento ao SUS;
- Atuação do Judiciário...
Assim, para
abordar esta temática de extrema importância
para o ano de 2011 e a dinâmica e contextualização
que se pode esperar para a gestão dos planos de saúde,
convidamos dirigentes da ABRAMGE, FENASAÚDE e UNIDAS para
expor o entendimento e a visão destas instituições
sobre este cenário. Também foram convidados destacados
e experientes advogados, especialistas do segmento, para apresentar
suas considerações sob a ótica jurídica.
O Encontro,
que tem o apoio do Instituo METRUS e o patrocínio
do Grupo BEM, será no dia 1º de março, das
13:30 às 17:30 h, no Auditório do METRUS, na Alameda
Santos, 1827 - 1º andar, na região da Avenida Paulista,
em São Paulo. A taxa de adesão é de R$ 200,00
(duzentos reais). Informações e inscrições
podem ser solicitadas através do e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO
SINOG DE ODONTOLOGIA
Sinog
premiará dentistas
e estudantes de odontologia
Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos
concorrentes até 15 de abril de 2011
O Sinog -
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba
de lançar a 10ª edição
do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas
e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização
da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação
e fidelização da rede credenciada das operadoras
e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos
beneficiários dos planos odontológicos", e
para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de
Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico
e controle de qualidade dos serviços odontológicos
podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista
e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação
do credenciado com a operadora de planos odontológicos".
A novidade
nesta edição é que, embora os
ganhadores anteriores das três últimas edições
não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas
recém formados, com o registro profissional, e que tenham
participado na categoria de estudantes, nas edições
anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva
modalidade.
Na modalidade
cirurgiões-dentistas o prêmio é de
R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu.
Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$
8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o
trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um
professor orientador, o docente receberá como homenagem
uma menção honrosa e a participação
na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia
cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também
receberá um troféu.
As inscrições para a 10ª edição,
com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão
ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento
completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível
no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação
acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira
Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em
local a ser divulgado. Mais informações poderão
ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br
ou pelo telefone (11) 3289-7299.
O
Prêmio
Sinog de Odontologia
Idealizado
com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas,
seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio
Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes
a cada nova edição.