Leia
nesta edição:
- Planos em alta
- Acreditação de planos de saúde
- Anvisa
vai regulamentar acesso a remédios que ainda
estão em estudo
- Planos
avaliam incentivo à prevenção
- A formação dos médicos
especialistas
- Quase metade
dos médicos duvida da eficácia
dos genéricos
- Farmacêutico sugere troca de remédio de marca
por genérico
- Fiocruz
gasta R$ 365 mi em compra sem licitação
- Regime liberado
- Remédio
para portadores de HIV menores de 6 anos
- Para deputado,
Emenda 29 é essencial para melhorar
a saúde
- Para federação, governantes usam brechas para
não investir em saúde
- PMDB obstruirá pauta se Emenda 29 não
for votada, dizem deputados
- Subcomissão sobre saúde complementar ouve Associação
Proteste
- Audiência discute regulamentação
da Emenda 29
Quarta-feira, 24.08.11
Folha
de São
Paulo
Editorial
Planos em alta
O aumento
do número de brasileiros com plano de saúde,
de 50% na última década, levanta dúvidas
sobre a capacidade das empresas de prestar atendimento aceitável
a essa legião de clientes.
Não se pode descartar, ainda, o risco de uma piora na
já combalida rede pública de saúde do país.
Os beneficiários de planos de saúde chegam a 46,6
milhões, ou um quarto da população. A bonança
econômica dos últimos anos e o crescimento do emprego
formal, com a consequente oferta de seguro-saúde aos funcionários,
ajudam a explicar o fenômeno. Além disso, o serviço
deficiente na rede pública estimula a migração
para os serviços particulares.
Um dos efeitos
colaterais a evitar nessa transição
seria a sobrecarga da rede pública, sem o equivalente
aumento da remuneração pelos seus serviços. É plausível
que os planos, assoberbados com a nova leva de clientes antes à margem
dos serviços de saúde, sejam tentados a intensificar
a prática de direcionar pacientes de tratamentos mais
complexos e caros para a rede estatal.
O número de clientes de planos de saúde subiu
9% nos 12 meses até março deste ano, contra uma
elevação de somente 3% nos leitos no setor particular
que não atende ao SUS (Sistema Único de Saúde).
Nem o governo
federal nem os estaduais conseguiram até hoje
realizar uma cobrança eficaz dos planos pelos atendimentos
de seus clientes. Nos primeiros cinco meses de 2011, a Agência
Nacional de Saúde Suplementar cobrou R$ 100 milhões
dessas empresas, mas só conseguiu arrecadar um quarto
disso. De 2006 a 2011, a taxa de sucesso da ANS nessa cobrança
foi de apenas 12%.
A popularização dos planos de saúde exigirá que
a fiscalização do governo se aprimore muito. O
aumento da demanda deve ter impacto sobre a qualidade dos serviços.
As queixas a órgãos de defesa do consumidor têm
crescido nos últimos anos.
Além disso, o Supremo Tribunal Federal (STF) deve se
manifestar de maneira definitiva sobre a disputa entre governo
e planos de saúde acerca do ressarcimento. Uma estimativa é que
a arrecadação anual extra seja de ao menos R$ 500
milhões. A quantia não significa uma panaceia para
a saúde pública no Brasil, que sofre de graves
problemas de gestão e de desperdício de recursos.
Mas seria
contrariar o óbvio dizer que essa injeção
de recursos não ajudaria a melhorar o atendimento, muito
aquém do desejável, na rede pública -da
qual dependem mais de 140 milhões de brasileiros.
Correio Braziliense
Opinião
Acreditação de planos de saúde
Por
Marcio Coriolano, Presidente da Bradesco Saúde e
da Mediservice
A maioria
das pessoas já deve ter lido em embalagens
ou ouvido falar do enquadramento de produtos às normas
do sistema universal ISO, atestado por entidades classificadoras.
Na área de saúde, a avaliação que
confere o atestado de excelência no atendimento é chamada
de acreditação. Trata-se de um sistema global de
avaliação e certificação da qualidade
de instituições de saúde, de caráter
voluntário e sujeito a reavaliações periódicas.
As normas
em saúde foram fixadas pela Joint Comission
International (JCI). Desde 1998, a JCI é representada
no Brasil pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA), instituição não governamental, com
vasta experiência, o que dá às empresas avaliadas
um selo de reconhecimento internacional. O CBA fez a primeira
acreditação de hospitais de excelência no
país. E foi também pioneiro no desenvolvimento
de metodologia de avaliação externa internacional,
a acreditação para planos de saúde no país.
Para tal, a entidade desenvolveu o Manual de Padrões de
Acreditação do Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA/JCI).
Até então, o processo de Acreditação
só era utilizado para serviços de saúde,
como hospitais, serviços de diagnóstico e de transporte
médico, ambulatórios, centros de atenção
primária, entre outros. O processo consiste em verificar
se as práticas da organização relacionadas à gestão
e ao relacionamento com clientes e à rede de prestadores
de serviços — médicos, clínicas, serviços
de diagnóstico, serviços de transporte médico,
laboratórios e hospitais — atendem a elevados padrões,
tendo como principal foco a saúde dos usuários.
Segundo dados
da ANS, as operadoras de planos de saúde
suplementar reúnem 61,9 milhões de usuários,
promovendo importante ação complementar ao SUS.
Nesse total, os beneficiários de planos coletivos, contratados,
sobretudo, por empresas, passam de 47 milhões. Com o crescimento
da economia e a formalização do emprego, esse será,
sem dúvida, um dos segmentos de maior expansão
no país.
A regulamentação do mercado de saúde suplementar
está completando 12 anos. Com a padronização
do sistema, as operadoras passaram a atuar de maneira muito semelhante,
diferenciando-se pela qualidade dos serviços prestados
aos consumidores. O consumidor, por sua vez, não busca
só mais um plano de saúde, mas um serviço
de qualidade, o melhor atendimento possível, a informação
mais correta, o atendimento ético, atributos não
restritos do ponto de vista de cobertura.
O consumidor
está cada vez mais exigente e cabe às
empresas atender essa demanda e prestar o melhor atendimento
possível. A acreditação proporcionará um
vínculo maior com os usuários, sempre mostrando
quais são os seus direitos, na relação com
a seguradora e com a rede referenciada. É um novo paradigma.
O
Estado de São
Paulo
Anvisa
vai regulamentar acesso a remédios que ainda estão
em estudo
Especialistas
questionam medida, destacando o risco a que estão
expostos os pacientes que usam drogas experimentais; outro ponto
polêmico é artigo que atribui aos médicos
a responsabilidade pela assistência integral ao paciente
se ocorrer efeito colateral
Por Fernanda Bassette
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) vai regulamentar o acesso a drogas que ainda estão
em testes. Para isso, quer garantir que voluntários de
pesquisa continuem recebendo o remédio por toda a vida
depois do fim do estudo, independentemente de a pesquisa ser
para doenças crônicas, raras ou terminais.
Atualmente,
a resolução n.º 196/1996 do Conselho
Nacional de Saúde exige que o patrocinador de um estudo
clínico ofereça a medicação para
o voluntário pelo resto da vida ou enquanto ele necessitar.
Mas, na prática, isso nem sempre acontece.
Segundo dados
da Anvisa, entre 2008 e 2010, apenas 109 pacientes foram beneficiados
com a doação após o estudo.
Mas, só no ano passado, foram registrados 315 novas pesquisas
clínicas no Brasil - cada uma, em geral, envolve 1,5 mil
pessoas.
O pedreiro
Ronaldo (nome fictício) é um desses
pacientes. Ele foi voluntário de uma pesquisa e precisou
recorrer à Justiça para garantir o acesso à droga
(mais informações nesta página).
Ponto crítico. Segundo Vitor Harada, diretor-presidente
da Associação Brasileira de Organizações
Representativas de Pesquisa Clínica (Abracro), o ponto
mais complicado da proposta é a garantia do acesso à droga
após o fim do estudo.
"Nem sempre você comprova a eficácia de uma
medicação com um estudo só. E não
podemos expor esse paciente ao risco, entregando um remédio
antes de ele ser registrado", diz.
Para Harada,
o fornecimento da medicação sem registro
deveria se manter apenas para pacientes que possuem doenças
graves, sem opção terapêutica disponível,
em que a ausência da droga comprometa a sua saúde.
"Nesse caso, ninguém quer tirar a medicação.
Mas não dá para seguir a mesma regra para pacientes
com doenças crônicas, como hipertensão e
diabete. Nossa preocupação não é o
custo, mas o risco de expor alguém a uma droga experimental",
diz.
Desiré Callegari, representante do Conselho Federal de
Medicina (CFM) na Anvisa, tem a mesma opinião. "Se
valer para todo mundo, você acaba onerando o patrocinador.
Se houver droga similar registrada, o paciente já teria
acesso", avalia o conselheiro.
Antônio Britto, presidente da Associação
das Indústrias Farmacêuticas de Pesquisa (Interfarma),
diz achar "um exagero" que todos os pacientes tenham
direito a receber a medicação após o término
do estudo.
"Há drogas que são únicas para determinadas
doenças. Há outras com mais de 30 opções
registradas. E existem outras que são para doenças
tão raras que quase 100% dos pacientes participaram do
estudo. São situações muito diferentes,
e os critérios precisam ser claros."
Responsabilidades.
Outro ponto polêmico da proposta é o
artigo que atribui aos médicos, junto com o patrocinador
do estudo, a responsabilidade pela assistência integral
do paciente, caso ocorram eventuais efeitos adversos provocados
pelas drogas.
A pesquisadora
Valdiléa Velozo dos Santos, diretora do
Instituto de Pesquisa Clínica da Fiocruz, diz que esse
artigo vai inviabilizar pesquisas no Brasil. "Isso não
tem lógica. Eu, como médica, não assinaria
um pedido de doação pós-estudo sabendo que
eu teria de me responsabilizar pelos efeitos adversos. Uma coisa é o
médico ser negligente. Outra é ser responsável
por uma droga ainda em estudo."
Segundo Gyselle
Tannous, presidente da Comissão Nacional
de Ética em Pesquisa (Conep), a posição
do Brasil é muito clara - todo paciente que foi voluntário
de uma pesquisa tem o direito de receber a medicação
enquanto houver benefício para a sua saúde. "O
custo desse sujeito é quase nada perto do lucro que o
patrocinador vai conseguir ao registrar essa medicação",
diz. "E, apesar da pressão, não vamos mudar
de posição."
O
Estado de São
Paulo
Planos
avaliam incentivo à prevenção
Resolução da ANS sugere descontos a clientes que
participarem de programas de prevenção de doenças
Por Karina Toledo
As operadoras
de planos de saúde dizem que analisam a
resolução da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) que incentiva a adesão de usuários
de planos de saúde a programas de envelhecimento saudável
e de prevenção de enfermidades.
Segundo a
resolução, publicada anteontem, as empresas
podem dar descontos de até 30% nas mensalidades ou conceder
prêmios, como plano dentário grátis. O texto
rejeita discriminação de idade e doença
dos beneficiários. A adesão é facultativa.
A resolução diz que os planos podem criar programas
amplos - para prevenir o sedentarismo, por exemplo - ou decidir
pelos específicos, como um direcionado a idosos. Resultados
da participação nos programas, como redução
do colesterol, não podem ser cobrados pelos planos.
A Federação Nacional de Saúde Suplementar
(FenaSaúde), que representa 15 grupos de operadoras privadas
- 33% do mercado -, afirmou que "está estudando a
norma para, posteriormente, fazer as suas considerações".
As operadoras
ouvidas pela reportagem também afirmam
que analisam a resolução. A Amil Assistência
Médica disse que "entende que as determinações
da ANS preconizam e contribuem para o aperfeiçoamento
constante do sistema de saúde" e que, dessa forma, "está avaliando
o programa e a possibilidade de implementação".
A Bradesco
Saúde informou que também está estudando
a norma "para definir as oportunidades de atuação".
A SulAmérica tem posição semelhante.
CFM
A
formação dos médicos
especialistas
Por José Hiran
da Silva Gallo
As Tribunas
para defesa dos interesses públicos são
fundamentais ao progresso do Estado, construído com alicerce
em esforços envidados com respeito e consideração
pelo princípio de justiça social. Retorno, portanto,
aos comentários sobre a formação de médicos
especialistas, muitas vezes, publicizada de forma dúbia
e temerária, por induzir os profissionais e à população
a interpretações equivocadas e prejudiciais a assistência à saúde.
Neste sentido,
a Fiocruz, em recentes esclarecimentos, levou ao conhecimento
público suas preocupações
com a exata compreensão da titulação obtida
por meio de cursos ministrados em caráter de lato sensu,
com referências específicas ao Curso de Infectolocia
Neotropical da Amazônia.
Para que
não pairem dúvidas, é imperativo
reiterar que esse Curso oferece, apenas, a oportunidade da aquisição
de valores acadêmicos, sem outorga de título de
especialista em qualquer contexto de capacitação
profissional na Medicina, de acordo com declaração
emitida pelo MEC.
Torna-se
evidente que tal curso não pode ser concebido
como subsidiário da proposta, do Governo Estadual, de
novo modelo para formação de médicos especialistas.
Concluo sem
linguagem erudita ou rebuscada, mas, escrita com clareza, a
principal
qualidade do estilo: o Curso de Infectologia
Neotropical da Amazônia ou qualquer outro em lato sensu,
não formam especialistas médicos e não podem
ser divulgados ou veiculados com essa finalidade em meios publicitários,
sob pena de configuração da propaganda enganosa.
O
Estado de São
Paulo
Quase
metade dos médicos duvida da eficácia dos
genéricos
Mas
83% dos consumidores confiam nesses medicamentos, diz pesquisa
com
690 adultos e
119 médicos
Por Karina Toledo
Pesquisa
divulgada ontem pela Associação Brasileira
de Defesa do Consumidor (Proteste) revela que 46% dos médicos
ainda têm dúvidas sobre a eficácia e a segurança
dos genéricos. Entre os consumidores, porém, o
cenário é bem mais favorável: 83% disseram
confiar nesse tipo de droga.
Entre abril
e junho, foram entrevistados 690 adultos e 119 médicos.
Para quase metade dos profissionais, o processo de avaliação
e controle de qualidade dos genéricos é menos exigente
que o do medicamento de marca. Para 44%, esses remédios
sofrem mais falsificações.
Especialistas
atribuem o receio à desinformação. "O
medo da falsificação mostra o desconhecimento",
afirma Cadri Awad, do Conselho Federal de Farmácia. "Os
produtos mais sujeitos à falsificação são
os de maior valor agregado e maior apelo, como emagrecedores,
anabolizantes e produtos de estética", diz.
Para Regina
Parizi, da Faculdade de Saúde Pública
da USP, é fundamental que entidades médica e a
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
realizem campanhas para melhorar a imagem dos genéricos. "A
indústria de medicamentos de marca tem um marketing agressivo
e normalmente tem sucesso ao tentar criar uma relação
de desconfiança com o genérico."
Já Maria Inês Dolci, da Proteste, defende a realização
de testes independentes para comparar a eficácia do medicamento
de marca com o genérico e dar mais segurança aos
prescritores. "Hoje todos os testes são feitos pelo
próprio fabricante", diz.
Ainda maior.
Médicos ouvidos pela reportagem avaliam
que, na realidade, a desconfiança da classe vai além
do apontado na pesquisa. "Dez entre dez colegas meus dizem
não ter segurança ao prescrever genéricos",
conta o cirurgião vascular Francisco Osse. Para muitos,
o problema seria a matéria-prima inferior.
Norberto
Rech, da Anvisa, diz que o receio é infundado. "A
qualidade é avaliada no momento do registro e, a cada
dois anos, a Anvisa faz inspeções nas fábricas
para renovar o certificado de boas práticas de fabricação".
Rech diz
também haver um programa para monitorar a qualidade
do medicamento que já está nas farmácias. "Esse
programa está sendo remodelado e será ampliado."
Folha
de São
Paulo
Farmacêutico sugere troca de remédio de marca por
genérico
Pesquisa
mostra que 86% dos brasileiros já receberam
essa orientação na hora de comprar medicamento
Mas boa parte
dos médicos ainda desconfia da eficácia
dos genéricos, 11 anos após sua aprovação
Por Cláudia
Collucci
Estudo da
ProTeste (Associação Brasileira de Defesa
do Consumidor) revela que 86% dos brasileiros já tiveram
um medicamento de marca substituído por genérico
por sugestão do farmacêutico.
A entidade
ouviu 690 pessoas e 119 médicos em todas as
regiões do país.
O levantamento
também mostra que, apesar de os genéricos
existirem há 11 anos no país, quase metade dos
médicos desconfia da sua qualidade e segurança.
Na pesquisa,
45% dos profissionais disseram acreditar que o processo de
avaliação e controle de qualidade é menos
exigente do que o que ocorre com os medicamentos de marca, e
44% acreditam que esses remédios sofrem mais falsificações.
Entre um
terço e um quarto desses profissionais diz que
não concorda com a ideia de os genéricos serem
tão eficazes (30%), nem de terem a mesma segurança
(23%) que os remédios de referência.
Quase metade
dos médicos (42%) afirma não ter
o hábito de prescrever genérico.
Ainda assim,
a maior parte deles (92%) relatou ter prescrito genéricos nos últimos
12 meses para reduzir o custo do tratamento ou a pedido do
paciente.
Não há evidências científicas de
que os genéricos tenham efeito menos eficaz que o dos
remédios de marca.
Consumidor
A percepção da população, no entanto, é positiva.
Para 83% das pessoas ouvidas no estudo, os genéricos são
tão eficazes quanto os medicamentos de referência.
E, para 80% delas, apresentam inclusive a mesma segurança.
A opinião dos entrevistados não mudou quando perguntados
se fariam uso dos genéricos para tratamento de doenças
de diferentes tipos de gravidade.
Só 8% dos consumidores afirmam que consumir medicamentos
genéricos é arriscado. Cerca de 90% dos entrevistados
afirmaram também que é fácil encontrar os
genéricos nas farmácias.
Hoje, os
genéricos representam 21% das vendas (em unidades)
de medicamentos no país.
Os dados
do trabalho foram apresentados ontem durante seminário
internacional em São Paulo.
Orientação
Para Maria
Inês Dolci, coordenadora do ProTeste e colunista
da Folha, são necessárias mais campanhas de orientação
para os profissionais de saúde e a população.
Segundo ela,
a pesquisa chama a atenção para a
grande influência exercida pelos farmacêuticos na
hora da venda dos medicamentos ao paciente.
"É preciso ter a garantia de que quem está sugerindo
um outro remédio é um farmacêutico qualificado,
e não um balconista."
A ProTeste
também encaminhou à Anvisa (Agência
Nacional de Vigilância Sanitária) pedido para criação
de programa de controle para aumentar o grau de segurança
dos genéricos.
Segundo Odnir
Finotti, presidente da Associação
Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos,
pesquisas comprovam a segurança e a eficácia dos
genéricos.
Folha
de São
Paulo
Fiocruz
gasta R$ 365 mi em compra sem licitação
Instituto é ligado ao Ministério da Saúde
Por Sérgio
Rangel / Gustavo Alves / Dimmi Amora
A Fiocruz,
vinculada ao Ministério da Saúde, comprou
por quase R$ 365 milhões, sem licitação,
um sistema de gestão de dados da empresa portuguesa Alert.
O contrato,
que prevê transferência de tecnologia,
visa integrar dados da rede pública de saúde e
criar prontuários eletrônicos para os pacientes
do SUS, que poderão ser acessados pela internet.
Ao menos
duas empresas, MV Sistemas e Totvs, oferecem sistemas parecidos
no Brasil.
O Datasus, empresa do SUS, também
fornece serviços de gestão de dados.
O contrato
foi publicado no "Diário Oficial" do
dia 8. Sua vigência é de cinco anos.
A contratação foi criticada pelo presidente da
Sociedade Brasileira de Informática em Saúde, Claudio
Giulliano.
Giulliano
afirmou que o valor da licitação espanta,
por ser inédito no setor de softwares para a saúde.
O diretor
da MV Sistemas de Saúde, Luciano Reguz, diz
que o sistema da empresa cobre todos os processos, e o da Alert,
apenas dois -prontuário eletrônico e classificação
de riscos dos pacientes.
Menos de
um mês antes, Augusto Cesar Gadelha Vieira, diretor
do departamento de Informática do Datasus, e Paulo Ernani
Gadelha Vieira, presidente da Fiocruz, viajaram a Portugal para
conhecer os serviços da empresa.
Mas ela já fornece serviços
para hospitais brasileiros e tem filial em Belo Horizonte.
Outro lado
Contratação não fere a legislação,
afirma instituto
O vice-presidente
de Gestão e Desenvolvimento Institucional
da Fiocruz, Pedro Barbosa, disse que a Alert foi escolhida por
requisitos técnicos e ter a certificação
internacional IHE (Integrating the Healthcare Enterprise).
"É a única empresa no Brasil com esta certificação."
Barbosa alegou
que a dispensa de licitação é prevista
na Lei das Licitações e na Lei da Inovação
Científica. O Datasus não poderia criar o sistema
porque o processo seria longo e mais caro, disse.
Ele afirmou
que foi preciso ir a Portugal para "ver a estrutura" da
matriz da Alert.
Folha
de São
Paulo
Por Mônica
Bergamo
Regime liberado
A Anvisa
(Agência Nacional de Vigilância Sanitária)
deve recuar da decisão inicial de proibir todos os remédios
para emagrecer. Parecer técnico que será submetido à diretoria
do órgão retira derivados anfetamínicos
do mercado (como femproporex e dietilpropiona), mas permite a
comercialização da sibutramina.
Regime 2
Proibida
em países da Europa, a sibutramina (vendida
com nomes comerciais como Biomag, Sibus e Slemfig) continuaria
sendo comercializada no Brasil, mas sob controle mais rígido.
Ao receitá-la, o médico teria que assinar um termo
de responsabilidade. E o paciente, outro termo dizendo que recebeu
todas as informações sobre os riscos do uso da
substância, em especial em pacientes com cardiopatia pré-existente.
Regime 3
O relatório técnico da Anvisa será submetido à votação
da diretoria no dia 30.
Agência
Brasil
Remédio
para portadores de HIV menores de 6 anos
A partir
da próxima semana, o Sistema Único de
Saúde passará a fornecer o primeiro antirretroviral
exclusivo para o tratamento de crianças com aids. Atualmente,
4.006 crianças com menos de 13 anos tratam a doença
no país.
O Tripanavir é um medicamento mais moderno, chamado de
terceira linha, e indicado para portadores da doença que
já não respondem aos remédios convencionais.
Poderá ser usado no tratamento de crianças com
menos de 6 anos, segundo o Departamento de Doenças Sexualmente
Transmissíveis, Aids e Hepatites Virais do Ministério
da Saúde.
O ministério decidiu também recomendar outros
dois medicamentos para as crianças: fosemprevanir e darunavir.
Juntos com o ritonavir, eles ajudam a reduzir a proliferação
do vírus HIV no organismo. Antes, a combinação
era indicada para adultos e usada no tratamento infantil somente
em casos excepcionais.
Do total
de crianças com aids em tratamento, 186 tomam
remédios de terceira linhagem. Para ofertar o novo tratamento
infantil, o ministério vai gastar R$ 9,7 milhões.
Médicos e farmacêuticos responsáveis pela
distribuição dos remédios no SUS foram orientados
sobre o novo tratamento e qual a dosagem para as crianças.
Agência Câmara de Notícias
Para
deputado, Emenda 29 é essencial para melhorar a
saúde
Por Murilo
Souza / Edição: Juliano Pires
Começou há pouco a audiência pública
da Comissão de Seguridade Social e Família sobre
a regulamentação da Emenda Constitucional 29, de
2000.
No debate,
o presidente da comissão, deputado Saraiva
Felipe (PMDB-MG), defendeu a aprovação da emenda,
que, segundo ele, acaba com a “maquiagem” no Orçamento
da saúde. “Com a aprovação, vamos
finalmente garantir os recursos necessário para uma saúde
de melhor qualidade”, afirmou.
Para o parlamentar, é impossível para o Brasil
ou qualquer outro país oferecer uma saúde “digna,
universal e equânime, investindo apenas R$ 1,50 por dia,
por habitante”.
A votação da regulamentação da emenda
está prevista para 19 de outubro no calendário
apresentado aos líderes partidários pelo presidente
da Câmara, Marco Maia, no último dia 10. O calendário
prevê uma série de reuniões com os governadores
para discutir a proposta, que aumenta os gastos dos estados com
saúde.
Mobilização
Inicialmente
previsto para as 9h30, o debate só foi começar
depois das 11 horas. O atraso foi devido à mudança
de local, motivada pela grande quantidade de pessoas que compareceu
ao evento. Segundo Saraiva Felipe, a comissão não
esperava uma mobilização tão grande já para
esta reunião.
Íntegra
da proposta:
PLP-306/2008
Agência Câmara de Notícias
Para
federação, governantes usam brechas para
não investir em saúde
Por Murilo
Souza / Edição: Juliano Pires
O diretor
da Federação Nacional dos Farmacêuticos
Ronald Ferreira dos Santos declarou que tem crescido o descontentamento
dos profissionais de saúde com a demora em se regulamentar
a Emenda Constitucional 29, de 2000 (PLP 306/08). “Esta é uma
luta já de muito tempo. Para nós, a saúde
não pode mais esperar”, afirmou.
O farmacêutico participou de audiência pública
que terminou há pouco, promovida pela Comissão
de Seguridade Social e Família. Ele explica que o setor é muito
prejudicado pela falta dessa regulamentação porque
muitos estados e municípios se aproveitam dessa lacuna
para descumprir a regra constitucional de reservar parta do orçamento
exclusivamente para a saúde.
Segundo Santos,
que é suplente do Conselho Nacional de
Saúde, o conselho definiu quatro questões fundamentais
que precisam constar na regulamentação para que
ela funcione. São elas:
– definição precisa do que são ações
e serviços da área de saúde. Para, assim,
evitar de governantes apliquem em outras áreas, afirmando
que os recursos também serviram para a saúde;
– vinculação da receita destinada especificamente
para a saúde, só possível depois do item
anterior;
– especificação do que cabe a cada esfera
na divisão tripartite (União, estados e municípios)
dos investimentos em saúde;
– aumento do volume de recursos para a saúde. Os
valores atualmente investidos são considerados muito baixos.
Calendário
A votação da regulamentação foi
prevista para 19 de outubro no calendário apresentado
aos líderes partidários pelo presidente da Câmara,
Marco Maia, no último dia 10. O calendário prevê uma
série de reuniões com os governadores para discutir
a proposta, que aumenta os gastos dos estados com saúde.
Antes, a
votação estava prevista para agosto,
mas foi adiada em razão da crise financeira internacional
e da incerteza sobre seus reflexos na economia brasileira. O
DEM não aceita o adiamento e desde então vem obstruindo
a pauta de votações do Plenário.
Íntegra
da proposta:
PLP-306/2008
Agência Câmara de Notícias
PMDB
obstruirá pauta se Emenda 29 não
for votada, dizem deputados
Por Murilo
Souza / Edição: Juliano Pires
O deputado
Darcísio Perondi (PMDB-RS) declarou há pouco
que seu partido irá obstruir a pauta do Plenário
se o governo não concordar em votar a regulamentação
da Emenda Constitucional 29, de 2000 (PLP 306/08). A afirmação
foi confirmada pelo presidente da Comissão de Seguridade
Social e Família, deputado Saraiva Felipe (PMDB-MG).
Segundo Perondi,
a legenda já teria fechado questão
a esse respeito. A obstrução deverá começar
após a votação do Programa Nacional de Acesso
ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec – PL 1209/11).
O parlamentar afirmou também que o único empecilho
hoje para a votação da emenda é a resistência
do governo federal.
As declarações foram dadas durante audiência
pública sobre a regulamentação da Emenda
29. O debate foi sugerido por Perondi e pelo deputado Amauri
Teixeira (PT-BA).
Darcísio Perondi declarou ainda que discorda do calendário
proposto no último dia 10 pelo presidente da Câmara,
Marco Maia. Enquanto Maia propõe que a regulamentação
seja votada no dia 19 de outubro, Perondi defende que a votação
ocorra já no próximo dia 14 ou 15 de setembro.
Antes, a
votação estava prevista para agosto,
mas foi adiada em razão da crise financeira internacional
e da incerteza sobre seus reflexos na economia brasileira. O
DEM não aceita o adiamento e desde então vem obstruindo
a pauta de votações do Plenário.
Íntegra
da proposta:
PLP-306/2008
Agência Câmara de Notícias
Subcomissão sobre saúde complementar ouve Associação
Proteste
A subcomissão especial que avalia o sistema de saúde
complementar ouve nesta tarde a coordenadora institucional da
Associação Brasileira de Defesa do Consumidor -
Proteste, Maria Inês Dolci.
O relator
da subcomissão, deputado Mandetta (DEM-MS),
pretende apresentar o relatório preliminar até meados
de setembro. A subcomissão foi criada em abril pela Comissão
de Seguridade Social e Família para rever a legislação
sobre o sistema de saúde complementar.
Após a mesa-redonda, os parlamentares discutirão
detalhes sobre o relatório que será apresentado
pela subcomissão e farão uma avaliação
dos trabalhos realizados até agora.
A reunião será realizada às 14h30, no Plenário
15
Agência Câmara de Notícias
Audiência discute regulamentação
da Emenda 29
A regulamentação da Emenda Constitucional 29,
de 2000, será discutida hoje em audiência pública
da Comissão de Seguridade Social e Família. O debate
foi proposto pelos deputados Darcisio Perondi (PMDB-RS) e Amauri
Teixeira (PT-BA).
A votação da regulamentação foi
prevista para 19 de outubro no calendário apresentado
aos líderes partidários pelo presidente da Câmara,
Marco Maia, no último dia 10. O calendário prevê uma
série de reuniões com os governadores para discutir
a proposta, que aumenta os gastos dos estados com saúde.
Antes, a
votação estava prevista para agosto,
mas foi adiada em razão da crise financeira internacional
e da incerteza sobre seus reflexos na economia brasileira. O
DEM não aceita o adiamento e desde então vem obstruindo
a pauta de votações do Plenário.
Emenda 29
A Emenda
29 fixa os percentuais mínimos a serem gastos
na saúde por estados, municípios e União.
A regulamentação tramita sob a forma do Projeto
de Lei Complementar (PLP) 306/08, do Senado. O texto principal
da proposta foi aprovado pelo Plenário em 2008, mas a
votação não foi concluída. Por falta
de acordo, a proposta está parada no Plenário desde
então.
De acordo
com o texto aprovado, o governo federal destinará à área
de saúde o valor empenhado no ano anterior, acrescido
da variação nominal do Produto Interno Bruto (PIB).
Se houver revisão posterior para cima no cálculo
do PIB, créditos adicionais deverão ser abertos
para ajustar o total. No caso de revisão para baixo, o
valor mínimo nominal não poderá ser reduzido.
Os estados
deverão aplicar 12% da receita corrente bruta,
e os municípios, 15%. O Distrito Federal deverá aplicar
12% ou 15%, conforme a receita seja originária de um imposto
de base estadual ou municipal.
Foram convidados para o debate representantes das seguintes
entidades:
- Conselho Federal de Enfermagem;
- Sociedade
Brasileira de Análises Clínicas;
- Associação
Brasileira de Enfermagem;
- Confederação das Santas Casas de Misericórdia,
Hospitais e Entidades Filantrópicas;
- Fundação
Oswaldo Cruz;
- Associação Brasileira de Hospitais Universitários
e de Ensino;
- Associação Brasileira de Pós-Graduação
em Saúde Coletiva;
- Conselho
Nacional de Secretários Municipais de Saúde;
- Conselho
Nacional de Secretários de Saúde;
- Centro
Brasileiro de Estudos da Saúde;
- Fundação Getúlio
Vargas;
- Conselho Federal de Medicina;
- Conselho
Nacional de Saúde;
- Associação
Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal;
- Organização
das Cooperativas Brasileiras;
- Federação Nacional dos Médicos;
- Federação
Brasileira de Hospitais;
- Associação Brasileira da Indústria de
Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos,
Hospitalares e de Laboratórios;
- Associação da Indústria Farmacêutica
de Pesquisa;
- Associação Médica
Brasileira;
- Conselho Federal de Odontologia;
- Associação
Brasileira de Medicina de Grupo.
A reunião será realizada às 9h30, no Plenário
7.
Íntegra
da proposta:
PLP-306/2008
AGENDA
-
I Fórum Nacional sobre Serviços Farmacêuticos
em Hospitais
A Secretaria
de Ciência e Tecnologia do Ministério
da Saúde, por meio do Departamento de Assistência
Farmacêutica e Insumos Estratégicos (SCTIE/DAF),
realiza, nos dias 25 e 26 de agosto, em Brasília, o I
Fórum Nacional Sobre Serviços Farmacêuticos
em Hospitais.
O evento
tem como principal objetivo reunir os profissionais da área da farmácia hospitalar, os gestores do
SUS e os administradores das unidades hospitalares para compartilharem
as experiências que podem orientar o aprofundamento do
tema. As vagas são limitadas.
As experiências exitosas vão destacar quatro eixos,
que têm como temas a gestão da informação;
o ensino, a pesquisa e a educação permanente em
saúde; o cuidado e segurança do paciente; além
do processo de trabalho, que é referente à infraestrutura
física, tecnológica e recursos humanos no desenvolvimento
das atividades da Farmácia Hospitalar.
Após as discussões, haverá a conseqüente
tomada de decisão por parte do órgão a fim
de alavancar novas práticas profissionais e de gestão,
tais como o monitoramento das ações de assistência
farmacêutica, participar ativamente do aperfeiçoamento
contínuo das práticas da equipe de saúde
e contribuir para a promoção da atenção
integral à saúde, humanização do
cuidado e efetividade da intervenção terapêutica.
Para mais
informações sobre os objetivos e a programação
do evento, clique
Serviço:
“I Fórum Nacional Sobre Serviços Farmacêuticos
em Hospitais.”
Data: 25 e 26 de agosto de 2011
Horário: Credenciamento às 8h30 e abertura oficial às
9h
Contato: (61) 3315-3369
-
CBA lança curso de gestão de profissionais de
saúde
Recrutar e capacitar médicos, enfermeiros,
farmacêuticos e outros profissionais da área de
saúde para trabalhar de acordo com padrões internacionais
de qualidade e segurança no cuidado com o paciente.
Esse é um dos objetivos do curso Educação
e Qualificação dos Profissionais de Saúde,
promovido pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) — representante exclusivo no Brasil da maior agência
acreditadora em saúde do mundo, a Joint Commission International
(JCI). As aulas serão ministradas na sede do CBA, no
Rio de Janeiro, nos dias 27 de agosto e 22 de setembro.
O curso,
oferecido em parceria com a Universidade Lusófona
de Portugal, vai abordar temas como recrutamento e retenção
de profissionais, educação continuada, gestão
do conhecimento e pesquisa de clima organizacional. De acordo
com o professor Artur Parreira, as empresas precisam orientar
seus profissionais a manterem os padrões de qualidade
e excelência no desempenho de suas atividades.
"As organizações de saúde esperam
de seus funcionários a capacidade de envolver-se com seus
objetivos, além da melhoria e aprendizado constantes",
explica Parreira. "Para isso, essas instituições
precisam oferecer treinamento permanente para aperfeiçoar
as competências exigidas, manter a agilidade da ação
e evitar a estagnação profissional de seus colaboradores”.
Doutor de
Ciências Biomédicas e subdiretor do Curso
de Gestão Recursos Humanos da Universidade Lusófona,
Parreira vai ensinar durante as aulas como realizar um Plano
de Recursos Humanos bem-sucedido. "O sucesso do plano exige
do gestor capacidade de liderança, visão estratégica
da gestão de RH e atualização a respeito
de temas ligados ao comportamento organizacional. Dessa forma, é possível
manter a equipe sempre motivada e evitar o turnover de profissionais
qualificados", enfatiza.
O curso Educação e Qualificação
dos Profissionais de Saúde é voltado para gestores
e lideranças intermediárias de instituições
de saúde. O valor do investimento é de R$ 600 e
a carga horária é de 24 horas/aula. As inscrições
podem ser realizadas pelos e-mails eventos@cbacred.org.br ou
secretaria.eventos@cbacred.org.br ou através dos telefones
(21)3299-8241, 3299-8202 e 3299-8234.
Assessoria de Imprensa
SB Comunicação,
tel. (21)3798-4357
Simone Beja, tel. (21)9367-3722
Igor Waltz, tel. (21)7674-1492
- Pacientes Crônicos e de Alto Custo
Unidas / AssPreviSite
Modelos de
Serviços para Gestão de Pacientes Crônicos
e de Alto Custo - No contexto do modelo de gestão de cuidados
25 e 26 de Agosto de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Apresentar
o ciclo do modelo de gestão de cuidados, suas
fases e resultados com vias de direcionar ações
assistenciais e gerenciais. Apresentar os projetos de avaliação
de condições de saúde em empresas e seguimento
por linhas de cuidado. Apresentar o modelo de gerenciamento de
casos para idosos fragilizados e pacientes de alto custo. Discutir
a importância da padronização dos processos
de avaliação, e estabelecimento de diretrizes assistenciais
mínimas. Colocar em pauta a necessidade de tecnologia
para alcance da qualidade, escala e abrangência dos programas
propostos. O curso foi estruturado em formato de workshop para
que os conceitos e as experiências possam ser debatidos
e compartilhados entre professor e alunos. Artigos serão
fornecidos e debatidos em sala de aula, palestras expositivas,
relato de casos, e muita informação para que os
participantes possam refletir sobre a real dificuldade em se
implantar tais estratégias, com vias a redução
do custo assistencial de seus beneficiários.
Instrutor
Dr Leonardo
Pereira Florêncio
Público
Alvo
Diretores,
Gerentes, Supervisores, Líderes e colaboradores
profissionais de todas as áreas da organização.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
16º Congresso Abramge e 7º Congresso
Sinog
Abramge / AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os
Congressos que reunirão os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como aplicar
as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade do negócio?
O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza nos dias 18 e 19
de agosto, em São Paulo, capital, os 16º Congresso
Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema central dos eventos é "Tecnologia
na Saúde Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento
Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo jornalista
Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio CBN e articulista
do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua,
coordenador de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por Fábio
Leite Gastal, superintendente médico assistencial do Hospital
Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe de Deus;
Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil; e Rubens
Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão (IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão
Assistencial". Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde". Apresentarão
estes temas, respectivamente, Ana Cláudia Assis Pinto,
líder da Prática de Gestão Estratégica
de Saúde da Marsh Gestão de Benefícios;
e John H. Harris III, CEO de Qualidade de Vida e vice-presidente
de Inovações da Healthways International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras
encerra o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos
oferecidos nas inscrições dos eventos, clicando
no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- I Simpósio Norte- Nordeste de Gestão Hospitalar
Temática: Turismo de Saúde
Objetivo
O Simpósio Norte-Nordeste de Gestão-Hospitalar,
tem como enfoque desta edição o Turismo de Saúde,
abordando temas, reflexões e ações que venham
a contribuir no aprimoramento da gestão hospitalar para
o incremento do Turismo de Saúde de Pernambuco. A cidade
do Recife é considerada o 2º maior Pólo Médico
do país, contando com centros de excelência em medicina
já inseridos na certificação em “acreditação
hospitalar”. Por isto a necessidade do incremento do investimento
neste nicho de Turismo no Estado de Pernambuco.
Dia e Horário:
Data: 22 de setembro de 2011
Horário: 08:00 às
18:00h
Local: Salão de Convenções do Real Hospital
Português
-
1º Congresso Nacional de Hospitais Privados
Promovido
pela ANAHP – Associação Nacional
de Hospitais Privados em cooperação com a HOSPITALAR
Feira e Fórum, o evento vai reunir os principais tomadores
de decisão no setor de saúde para compartilhar
experiências em gestão.
De 28 a 30
de setembro, administradores de hospitais públicos
e privados, médicos, lideranças setoriais e profissionais
da área estarão reunidos no Hotel Unique, em São
Paulo. Com o tema central "A Importância dos Hospitais
Privados na Saúde: Hoje e Amanhã", palestrantes
nacionais e internacionais falarão sobre Sustentabilidade,
Gestão do Corpo Clínico, Parcerias Público-Privadas,
Segurança do Paciente, Governança Clínica,
Governança Corporativa, Indicadores de Desempenho, entre
outros.
Iniciativa
inédita, o evento é dedicado à gestão
de estabelecimentos de saúde, troca de experiências
e conhecimento do setor e terá a participação
dos principais hospitais do País. Para conhecer o programa
e inscrever-se, basta acessar www.cnhp.com.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html