Leia
nesta edição:
- Convocação para a participação
da juventude na 14ª Conferência Nacional de Saúde
- Samcil tem prazo para negociar carteira de clientes
- Hipertensão atinge 23% dos brasileiros; os de baixa
escolaridade são maioria
- Anvisa
aumenta exigências portuárias
- Governo
e sindicatos divergem sobre MP dos Hospitais Universitários
- Projeto obriga SUS a realizar teste do pezinho expandido
- Brasil é modelo de desenvolvimento sustentável,
dizem representantes do governo
- Ministério: serviço dos hospitais universitários
continuará sendo público
Quarta-feira, 27.04.11
Blog
Saúde
com Dilma
Convocação para a participação da
juventude na 14ª Conferência Nacional de Saúde
Por Pedro
Tourinho, Residente de Medicina Preventiva e Social da UNICAMP,
Diretor
de Saúde da Associação
Nacional de Pós Graduandos e Conselheiro Nacional de Saúde
Está em andamento a mobilização para a
14ª Conferência Nacional de Saúde, com o tema “Todos
usam o SUS! SUS na Seguridade Social, Política Pública,
patrimônio do Povo Brasileiro” e tendo como eixo
de discussão “Acesso e acolhimento com qualidade:
um desafio para o SUS”.
Esta conferência, que, pode-se dizer, é a mãe
de todas as outras conferências setoriais, ocorre a cada
quatro anos e tem o papel de avaliar o SUS e a saúde dos
brasileiros, além de propor os marcos e diretrizes que
devem nortear a condução das políticas de
saúde dos quatro anos subsequentes. Transformações
decisivas na história da saúde no Brasil foram
conquistadas a partir de conferências nacionais de saúde,
como a criação do SUS, fruto da 8ª Conferência
Nacional de Saúde e a municipalização da
saúde, conquista da 9ª Conferência Nacional
de Saúde.
Durante os
anos 70 e 80 o movimento estudantil e a juventude tiveram papel
fundamental
na luta pela construção
do SUS, aliando-se aos demais movimentos sociais e atores do
campo progressista e contribuindo decisivamente para a consolidação
de um dos projetos mais avançados de sistema de saúde
já construídos no mundo. O setor saúde,
embalado pelo amplo leque de atores que compõem o chamado “movimento
sanitário” se constitui desde então em um
dos principais polos de contra-hegemonia na luta pela construção
de uma nova sociabilidade no país.
Mais recentemente,
com o advento do governo Lula, a juventude passa a ser reconhecida
como segmento estratégico para
a definição dos rumos de um novo Brasil, conquistando
mais espaço e protagonismo com criação do
Conjuve e da Secretaria Nacional de Juventude. A juventude passa
a ser reconhecida como autônoma, capaz de construir políticas
públicas, portadora de direitos. A pauta da juventude
passa a ser reconhecida em sua transversalidade e começa
a ser contemplada em diversas políticas setoriais, inclusive
nas políticas de saúde.
Na última eleição presidencial temas relacionados à saúde
e à juventude, como o abuso do crack, a elevada mortalidade
da juventude negra e o aborto estiveram no centro do debate.
A abordagem dos problemas relacionados ao abuso do crack, por
exemplo, foi eleita pela presidente Dilma como uma das grandes
prioridades de seu governo. Em diversas pesquisas a saúde é avaliada
pela como o principal problema do país. O SUS vive momento
de crise, passando por grave subfinanciamento, grandes dificuldades
de gestão e tentativas constantes de privatização.
É nesse contexto que se faz fundamental a participação
maciça do movimento estudantil e de todos os movimentos
juvenis na 14ª Conferência Nacional de Saúde.
É hora da juventude mostrar mais uma vez sua garra na
luta pela construção de um país mais justo,
com um sistema de saúde atento e sensível à diversidade
de sujeitos e às necessidades de todos os Brasileiros.
A participação na Conferência Nacional de
Saúde começa pelas etapas municipais. Somente delegados
eleitos nas conferências municipais poderão participar
como delegados nas conferências estaduais e nacional. Este
ano as etapas municipais vão de 01 de abril a 15 de julho,
as estaduais de 16 de julho a 30 de outubro e a Nacional vai
ser de 30 de novembro a 04 de dezembro
Uma lista
com as datas de conferências municipais e estaduais
está disponível no linkhttp://conselho.saude.gov.br/web_14cns/docs/Calendario_CMS.pdf
O papel da
juventude na conferência pode ser debatido
na lista juventude-na-14-cns@googlegroups.com
Em um momento
crítico da história do SUS, cabe à juventude
não se furtar de seu papel na consolidação
de um Sistema Único de Saúde público e de
qualidade para todos os brasileiros. Vamos às conferências.
O
Estado de São
Paulo
Samcil tem prazo para negociar carteira de clientes
Se até sexta-feira a operadora não tiver concluído
a negociação, ANS fará oferta pública,
convocando empresas interessadas
Por Karina Toledo
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) deu
prazo até sexta-feira para que a operadora Pró-Saúde
Planos de Saúde (Samcil) negocie sua carteira de beneficiários.
A empresa enfrenta graves problemas financeiros e, no último
mês, fechou a porta de seu principal hospital na Grande
São Paulo. Estima-se que cerca de 90% da rede credenciada
tenha cancelado o atendimento por falta de pagamento.
Os únicos hospitais da Samcil que ainda estão
em funcionamento são o Hospital Vasco da Gama, no Brás,
e o Hospital e Maternidade São Leopoldo, em Santo Amaro.
No entanto, um funcionário do grupo que pediu para não
ser identificado revelou ao Estado que essas unidades estão
sendo esvaziadas desde o último fim de semana por falta
de condições de funcionamento.
"Faltam equipamentos, alimentação e até antibióticos",
disse o funcionário. Ele afirmou ainda que os pacientes
estão sendo encaminhados para hospitais públicos
ou unidades credenciadas à operadora Serma Assistência
Médica, que pertence à Samcil.
Ontem, a
reportagem esteve no Hospital Vasco da Gama e verificou que
pelo menos
dois dos 11 andares do prédio já estão
desativados. Na sala de espera do pronto-socorro, pacientes e
familiares estavam descontentes com o atendimento.
"Eu tive de esperar três meses para conseguir uma
consulta com ortopedista. Seria mais fácil se tivesse
ido a um posto de saúde", reclama a despachante Margareth
Bifulco.
Ela afirma
que, por mais de uma vez, passou por consulta e, quando retornou
com
os exames, descobriu que o médico
tinha se descredenciado por falta de pagamento da operadora.
A aposentada
Vera Lúcia Polastro conta que sua mãe
está internada na unidade desde fevereiro e notou a piora
no serviço. "É uma decadência total.
Diminuiu o número de funcionários, falta lençol,
papel toalha, tudo. Minha mãe precisou consultar um neurologista
e disseram que não tinha nenhum médico que atendesse
pelo plano em São Paulo", afirma.
Muitos também reclamam da dificuldade para agendar exames. "Você chega
nas clínicas e laboratórios credenciados e eles
dizem que não estão atendendo por falta de pagamento.
Mas ninguém avisa nada", conta a bancária
Valéria de Freitas, que acompanhava a mãe no pronto-socorro
para tratar uma pneumonia.
Agravamento.
A Samcil tem enfrentado problemas financeiros desde 2007. A
crise se
agravou no início deste mês, após
a morte do presidente do grupo, Luiz Roberto Silveira Pinto.
No dia 6, o Hospital e Maternidade Mauá - único
que ainda prestava serviços na região do ABC -
fechou as portas. Cerca de três dias depois, foi fechado
o Hospital Panamericano, na Vila Madalena, principal unidade
da rede.
Em nota divulgada
ontem, a ANS revela que "desde janeiro
a Samcil está em regime especial de direção
fiscal, sendo acompanhada por um profissional nomeado pela ANS
em razão de ter apresentado graves problemas econômico-financeiros
nos balancetes enviados à Agência."
A ANS decidiu
determinar a alienação total da
carteira de beneficiários da Samcil. Se após o
prazo de cinco dias não estiver concluída a negociação,
a agência fará uma oferta pública, convocando
operadoras interessadas em ofertar propostas de novos contratos
aos beneficiários.
Pagamento
em dia. A agência recomenda aos usuários
que mantenham o pagamento de seus boletos em dia para garantir
o direito à migração para uma nova operadora.
A ANS também poderá instituir a portabilidade
especial de carências para todos os beneficiários
da Samcil, caso não apareçam empresas interessadas
em adquirir a carteira.
A reportagem
tentou ontem entrar em contato com a assessoria de imprensa
da Samcil,
mas não obteve retorno até o
fechamento desta edição.
Queda
193,6 mil
beneficiários fazem parte da carteira da Samcil,
segundo dados da ANS. A maioria deles é do Estado de São
Paulo. No auge do funcionamento, a empresa chegou a atender mais
de 600 mil usuários
O
Estado de São
Paulo
Hipertensão atinge 23% dos brasileiros; os de baixa escolaridade
são maioria
Pesquisa
telefônica nas 26 capitais e no Distrito Federal
confirma que doença deixou de ser privilégio dos
mais ricos e reforça necessidade de campanha preventiva,
estimulando a adoção de dieta mais equilibrada
e incentivo à prática de exercícios físicos
Por
Lígia Formenti / BRASÍLIA
Pesquisa
feita pelo Ministério da Saúde mostra
que 23% da população tem hipertensão, uma
doença crônica que se não for tratada pode
levar ao derrame, insuficiência renal ou problemas cardiovasculares.
O trabalho mostra que os índices da doença estão
estáveis no País, quando comparado com 2006, mas
nitidamente com ocorrência maior entre as pessoas com menos
escolaridade.
O fosso fica
evidente no grupo feminino: o índice da
doença entre as menos escolarizadas é 2,5 vezes
maior do que entre as mulheres que passaram mais tempo na escola.
Entre aquelas com até oito anos de estudo, 34,8% dizem
ter pressão alta. Entre as com 12 anos ou mais de escolaridade,
13,5% revelam ter a doença.
No grupo
masculino, o fenômeno se repete. Entre aqueles
que apresentam até oito anos de estudo, 30% dizem ser
hipertensos. Já entre os que estudaram 12 anos ou mais,
o percentual é de 16,2%. A pesquisa, feita com base em
entrevistas feitas por telefone com 54.339 adultos nas 26 capitais
e no Distrito Federal, está em sua quarta edição.
Em 2006, primeiro ano avaliado, a diferença entre grupos
também existia, mas em menor proporção.
O ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, atribui a diferença
entre os grupos ao acesso à informação. "Engana-se
quem acredita que hipertensão é doença de
rico", afirmou. Diante dos números, ele diz ser necessário
reforçar as medidas preventivas, como ênfase na
necessidade de as pessoas adotarem uma dieta mais equilibrada
e o incentivo à prática de exercícios físicos.
Um das estratégias do ministério é auxiliar
municípios na criação de infraestruturas
para atividade física. A expectativa, de acordo com Padilha, é de
que até o fim do ano 100 unidades deste tipo sejam criadas.
Fator idade.
A pesquisa mostra que o menor índice de
hipertensão está em Palmas, onde 13,8% da população
se diz hipertensa. O maior percentual foi registrado no Rio,
onde 29,2% se declararam com a doença. Belo Horizonte
apresentou porcentual de 25,1% e Recife, de 23,6%. Em São
Paulo, 22,9% dos ouvidos disseram ser hipertensos. Para o ministério,
a diferença entre os Estados está ligada principalmente à idade
da população. Onde há mais pessoas com idade
acima de 60 anos, maior o indicador. "No Rio, há maior
concentração de pessoas com idade mais elevada,
sobretudo entre o grupo feminino", completou o ministro.
Os números gerais também mostram essa diferença.
A doença atinge 8% da população com idade
entre 18 e 24 anos ouvida na pesquisa. Entre aqueles com 55 anos
ou mais, 50% apresentam o problema. As diferenças são
notadas ainda entre grupo masculino e feminino. O índice
de hipertensão é maior entre mulheres (34,8%) do
que em homens (20,7%). Em São Paulo a tendência
se manteve: 19,7% dos homens e 25,8% das mulheres disseram ter
hipertensão.
Para Otaliba
Libânio, diretor do Departamento de Análise
de Situação de Saúde do ministério,
a diferença nos porcentuais não é provocada
pelo maior risco de mulheres desenvolverem a doença, mas
pelo melhor diagnóstico. "Mulheres vão mais
ao médico", disse.
Estresse.
De acordo com o cardiologista José Luiz Cassiolatto,
do Hospital 9 de Julho, o aumento da participação
das mulheres no mercado de trabalho está levando-as a
apresentar os mesmos graus de estresse que os homens, adotando
padrões de alimentação parecido com o deles. "Além
disso, elas têm alguns fatores agravantes, como o uso de
anticoncepcional que, associado ao estresse e ao tabagismo, por
exemplo, fazem com que as mulheres sejam vítimas mais
fáceis para a hipertensão", diz.
A terapeuta
ocupacional Andrea Lopes Lima, de 43 anos, constatou que sua
pressão estava alta - em torno dos 14 por 10 -
há um ano. "Quase não tive sintomas, mas no
dia em que descobri não estava me sentindo muito bem.
Estava um pouco enjoada e tinha comido coisas com muito sal alguns
dias antes", conta. Por causa desse episódio, foi
ao clínico geral e agora está fazendo uma série
de exames para investigar uma possível hipertensão.
Retrato
50% da população na faixa etária dos 55
anos diz ter a doença
29,2% da
população do Rio afirma ter hipertensão,
o maior porcentual encontrado no País
40% dos derrames
poderiam ser evitados se níveis de pressão
arterial fossem controlados
PARA ENTENDER
Hipertensão
É o aumento na contração das paredes das
artérias, o que acaba levando a uma maior pressão
durante a passagem do sangue. São consideradas hipertensas
pessoas com pressão arterial igual ou superior a 14 por
9.
Sintomas
A doença é conhecida como mal silencioso, pois
não há sintomas. As pessoas muitas vezes acabam
descobrindo o problema apenas quando fazem a medição
da pressão.
Fatores
de risco para a doença
Fumo, sedentarismo,
abuso de bebida alcoólica, obesidade,
consumo de sal em excesso, pessoas que têm hipertensos
na família, diabéticos.
Riscos
da hipertensão
Derrame,
paralisação dos rins, doenças
cardíacas, lesões nas artérias, problemas
na visão.
Cuidados
Medir rotineiramente
a pressão. A prática deve
ser iniciada já na infância. Reduzir a ingestão
de sal, praticar exercícios físicos com frequência
e manter o peso controlado.
O
Estado de São
Paulo
Anvisa
aumenta exigências portuárias
Por Rejane Lima / SANTOS
Além de utilizar medidores de radiação
durante as vistorias e coletar até cinco quilos em amostras
dos alimentos importados do Japão para análise,
a Agência Nacional de Vigilância Sanitária
(Anvisa) agora exige que as agências marítimas apresentem
as informações referentes a cargas importadas do
Japão - um documento chamado manifesto de carga - com
pelo menos 72 horas de antecedência. As agências
devem informar também o local onde foi realizada a troca
da água de lastro dos navios. A informação é Sindicato
das Agências de Navegação Marítima
do Estado de São Paulo (Sindamar).
As medidas
foram adotadas por causa do acidente nuclear ocorrido após o terremoto e tsunami que atingiram o Japão
em março, quando houve vazamento de material radioativo
na usina japonesa de Fukushima.
A nova instrução foi divulgada na semana passada. "Eles
mandaram um comunicado para as agências e sindicatos informando
que será assim pelo menos nos próximos 30 dias",
disse José Roque, diretor executivo do Sindamar. Segundo
ele, a Anvisa agora quer saber sobre qualquer mercadoria embarcada
no Japão após o tsunami, mesmo tenha sido desembarcada
e reembarcada em outro porto. O Sindamar acredita que as exigências
não deverão atrasar o desembaraço das cargas
importadas do Japão.
O diretor
de Radioproteção e Segurança
Nuclear da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen),
Laércio Vinhas, entretanto, considera desnecessária
a nova exigência. "A água do mar que está contaminada é muito
próxima da usina de Fukushima e eu não acredito
que a estejam utilizando como água de lastro."
A Anvisa,
por meio de sua assessoria de imprensa, afirma desconhecer
a exigência dos documentos. Eles não constam na última
resolução da agência, de 8 de abril, que
trata de mercadorias vindas do Japão. Porém, a
própria assessoria admite que a exigência pode estar
ocorrendo de forma oficiosa.
Terça-feira,
26.04.11
Agência Câmara de Notícias
Governo
e sindicatos divergem sobre MP dos Hospitais Universitários
Por
Luiz Claudio Pinheiro / Edição – Pierre
Triboli
A MP 520/10
cria uma empresa pública de direito privado
para comandar a gestão dos hospitais universitários
federais. Representantes do Ministério da Saúde
e do Ministério da Educação rejeitaram as
críticas de sindicalistas de que a MP vai privatizar a
gestão dessas instituições.
Representantes
do governo e de sindicatos divergiram nesta terça-feira
(26) sobre a Medida Provisória 520/10, que cria a Empresa
Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebserh) para apoiar
a prestação de serviços médico-hospitalares,
laboratoriais e de ensino e pesquisa nos hospitais universitários
federais. A MP foi discutida em audiência da Comissão
de Trabalho, de Administração e Serviço
Público.
Durante o
debate, o diretor de Hospitais Universitários
do Ministério da Educação, José Rubens
Rebelatto, e o consultor jurídico do Ministério
da Saúde, Jean Keiji Uema, garantiram que não vai
haver qualquer tipo de privatização e que a autonomia
universitária será preservada.
Já o coordenador da Federação de Sindicatos
de Trabalhadores em Educação das Universidades
Brasileiras (Fasubra), Paulo Henrique dos Santos, e o representante
da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Gervásio
Foganholli, se manifestaram contra a MP, por considerar que ela
segue um modelo de Estado baseado na lógica de mercado,
o que não condiz com a saúde nem com a educação.
No aguardo
“Nós ficamos no aguardo, acompanhando”, anunciou
a representante da Associação Nacional dos Dirigentes
das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes),
Ana Dayse Dorea. Ela explicou que a MP não é o
que a Andifes esperava, porque não se encaixa no mesmo
processo de expansão das universidades públicas
implementado nos últimos anos.
“Mas a Andifes deseja uma solução para os
hospitais universitários, e espera que o Congresso Nacional
possa alcançá-la. Para os reitores, a solução
será boa se forem garantidas a autonomia universitária,
a gestão compartilhada, o controle social, o ensino de
qualidade e o respeito aos direitos dos trabalhadores que estão
lá há muitos anos”, listou.
Agenda negativa
Para a deputada
Alice Portugal (PCdoB-BA), a MP está gerando
uma agenda negativa nas universidades, em contraste com uma série
de agendas positivas criadas a partir do Governo Lula. “Não
vai ser fácil, a MP não será bem recebida
no contexto universitário”, previu.
A deputada
criticou a criação da Ebserh. “O
formato fantasia é de empresa pública, mas a lógica é privada”,
afirmou a deputada. Ela reclamou da falta de previsão
de participação da direção das universidades
nos hospitais universitários e acusou a MP de “surfar
na onda da solução do problema dos terceirizados
com o objetivo de repassar a gestão dos hospitais a interesses
privados”.
O representante
da Confederação Nacional dos Trabalhadores
da Saúde (CNTS), João Rodrigues Filho, afirmou
que a MP está eivada de inconstitucionalidades e apresenta
pontos obscuros. Para Rodrigues, não está claro
como vão ficar os vínculos empregatícios,
nem como será o controle social, nem como vai ficar a
autonomia universitária. “Essa MP é uma grande
interrogação”, resumiu.
Solução
definitiva
O diretor
de Hospitais Universitários do Ministério
da Educação, José Rubens Rebelatto, explicou
que as universidades só farão contratos se quiserem,
e nos termos que julgarem apropriados. Ele acrescentou que o
controle social ficará garantido e que os hospitais universitários
vão atender exclusivamente pelo SUS. “Não
há privatização, o capital será todo
da União, os recursos públicos serão gerenciados
por instituição pública”, garantiu.
O representante
do MEC enfatizou que a MP é fruto de
um profundo diagnóstico, e sustentou que uma solução
para a situação dos hospitais universitários
exige sim mudanças na forma de contratação
de pessoal. “O governo está consciente de que precisa
colocar mais recursos, mas quer uma solução definitiva,
que evite que, daqui a dez anos, nós estejamos debatendo
de novo os mesmos problemas”, afirmou.
Por sua vez,
o consultor jurídico do Ministério
da Saúde, Jean Keiji Uema, disse que a MP é uma “alternativa
adequada”. Ele destacou que os serviços de saúde
vão continuar sendo prestados por um ente público. “Em
vez de uma autarquia, vai passar a ser uma empresa pública,
o que significa que tudo continuará no âmbito da
administração pública indireta”, explicou.
Fim dos terceirizados
O consultor
do Ministério da Saúde disse que a
MP veio resolver uma situação de emergência,
em atenção a diversos acórdãos do
Tribunal de Contas de União (TCU), que exige a substituição
de 26 mil terceirizados lotados em 46 hospitais universitários.
Ele afirmou que o governo decidiu criar Ebserh para sanar essa
irregularidade.
As entidades
de trabalhadores argumentam, no entanto, que haverá duas
classes de funcionários nos hospitais, já que a
nova empresa poderá contratar funcionários concursados
pelo regime da Consolidação das Leis do Trabalho
(CLT). Hoje, os funcionários regulares são regidos
pelo Regime Jurídico Único, do funcionalismo público.
*Matéria atualizada às
20h57
Íntegra
da proposta:
MPV-520/2010
Agência Câmara de Notícias
Projeto obriga SUS a realizar teste do pezinho expandido
A Câmara analisa o Projeto de Lei 484/11, do Senado, que
obriga o Sistema Único de Saúde (SUS) a realizar
gratuitamente o chamado "teste do pezinho expandido" nos
recém-nascidos.
O exame permite
o diagnóstico antecipado de mais de 45
tipos de distúrbios metabólicos, o dobro das doenças
detectadas pelo teste do pezinho convencional já oferecido
pelo SUS.
Detecção de doenças
O teste do
pezinho expandido é o único que detecta,
por exemplo, a tirosinemia, doença que pode levar à insuficiência
dos rins e do fígado; e a doença de xarope de bordo,
que causa um quadro grave de retardo mental e convulsões.
Como as duas
doenças se relacionam com a incapacidade
do corpo de processar determinadas substâncias, o diagnóstico
precoce é fundamental para controlar os sintomas.
A proposta
prevê ainda que o teste do pezinho estendido
seja substituído se houver um outro tipo de triagem neonatal
capaz de detectar um maior número de doenças.
Tramitação
O projeto
terá análise conclusiva das comissões
de Seguridade Social e Família; e de Constituição
e Justiça e de Cidadania.
Íntegra
da proposta:
PL-484/2011
Reportagem - Carol Siqueira
Edição - Newton Araújo
Agência
Senado
Brasil é modelo de desenvolvimento sustentável,
dizem representantes do governo
Por Iara Farias Borges
O Brasil
vive uma oportunidade histórica de mostrar ao
mundo que é possível haver desenvolvimento econômico
com preservação ambiental. Essa é a avaliação
do secretário executivo do Ministério do Meio Ambiente
(MMA), Francisco Gaetani, que participou, nesta terça-feira
(26) de audiência pública para discutir sustentabilidade
ambiental na Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor
e Fiscalização e Controle (CMA).
Ao sediar
e promover de forma sustentável eventos internacionais
- a Conferência Rio+20, em 2012; a Copa do Mundo, em 2014;
e as Olimpíadas, em 2016 -, o Brasil dará ao mundo
um exemplo de responsabilidade social e econômica e de
preservação do meio ambiente, disse Francisco Gaetani.
Na avaliação de Gaetani, que representou a ministra
do Meio Ambiente, Izabela Teixeira, o desenvolvimento econômico
e social só pode ser realizado com cuidado ambiental.
Ele ressaltou que as alternativas de desenvolvimento sem preocupação
ambiental se mostram inviáveis em médio e longo
prazos.
O crescimento
sustentável do Brasil, disse Gaetani, depende
de ações integradas de todos os ministérios,
dos empresários e da sociedade. Como exemplo, ele informou
que o Ministério do Meio Ambiente vai promover um programa
de produção sustentável com as indústrias
brasileiras e enfatizar que o meio ambiente participa do ciclo
produtivo. Para ele, o país deve ter cuidado para não
adotar um "preservacionismo absoluto" nem um "desenvolvimento
predatório".
Marco
histórico
Pensar em
desenvolvimento que contemple os aspectos econômico,
social e ambiental é um marco na história da humanidade,
avaliou o embaixador Luiz Figueiredo, que é diretor do
Departamento de Meio Ambiente do Ministério de Relações
Exteriores. Para ele, a Rio+20 não é uma conferência
ambiental, mas um encontro mundial para discutir desenvolvimento
eficaz de forma a mudar paradigmas.
Diferente
de muitos países, disse Figueiredo, o Brasil
conquista o desenvolvimento econômico e social sem negligência
ao meio ambiente, Ele informou que os países ricos investiram
em crescimento econômico e social ofereceram bem-estar
a seus cidadãos, mas destruíram "de forma
dramática" seus recursos naturais. Já os países
em desenvolvimento estão crescendo à custa da destruição
da natureza.
- Há uma série de medos e ideias preconcebidas
sobre os riscos de adotarmos uma economia verde. Onde alguns
vêem riscos, vemos oportunidades. O Brasil hoje se encontra
numa situação ímpar - disse Luiz Figueiredo.
Agência Câmara de Notícias
Ministério: serviço dos hospitais universitários
continuará sendo público
O consultor
jurídico do Ministério da Saúde,
Jean Keiji Uema, disse há pouco que, para o ministério,
a MP 520/10 é uma alternativa adequada para os hospitais
universitários. “Os serviços de saúde
dos hospitais universitários seguirá sendo prestado
por um ente público. Apenas não será mais
uma autarquia e passará a ser uma empresa pública,
mas continuará no âmbito da administração
pública indireta”, apontou.
Ele destacou
também que a MP resolve uma situação
de emergência, dando resposta a diversos acórdãos
do Tribunal de Contas da União (TCU), que exigiu a substituição
de 26 mil terceirizados lotados em 46 hospitais universitários.
Para sanar irregularidades dos contratos terceirizados, o governo
propôs a criação de uma empresa pública
de direito privado, que irá comandar a gestão dos
hospitais e reformular o quadro das instituições.
AGENDA
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Unidas: Regulação, análise e auditoria
Unidas / AssPreviSite
Auditoria
e Análise de Contas Médico-Hospitalares
e Controles em Sistemas de Saúde
26 e 27 de maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Promover
o aprimoramento do profissional atuante no sistema de saúde com ênfase na regulação,
análise e auditoria de prestação de serviços,
através da introdução de conhecimento técnico
e metodologias para os processos de controle, focando: Perspectivas
e Tendências do Mercado de Saúde; Regulação
e auditoria no sistema suplementar; Composição
da conta médico-hospitalar: diárias, taxas, materiais
e medicamentos, honorários médicos e tabelas adotadas;
Avaliação de procedimentos de diagnose e terapia
e utilização de tecnologia; Rediscussão
de Modelos Assistenciais vigentes e alternativas à assistência
hospitalar (cuidados domiciliares, atendimento pré-hospitalar,
monitoramentos entre outros).
Instrutor
DRA. MIYUKI GOTO
Público
Alvo
Profissionais
que atuam na área de: Análise de
contas médico-hospitalares; Atendimento e negociação
com os prestadores de serviços; Auditoria externa, visita
hospitalar e fechamento de pré fatura hospitalar; Atendimento
aos usuários do sistema de saúde, autorização
prévia, liberação de guias e senhas; Gestão
e controles de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Pós-graduação em Gestão do Ambiente
em Estabelecimentos Assistenciais de Saúde
Oferecido
pelo Consórcio Brasileiro de Acreditação
(CBA) em parceria com a Unisuam (RJ), o curso é voltado
para o gerenciamento do ambiente hospitalar e de serviços
de saúde. Com foco no meio ambiente interno e externo,
a pós-graduação busca, através do
desenvolvimento de planejamento local, preservar a proteção
do meio ambiente, o consumo de energia (controle de incidência
dos raios solares, reduzindo o aquecimento no seu interior e
a utilização do sistema de climatização),
a racionalização da utilização da água,
a reciclagem de material e o gerenciamento de resíduos
tóxicos. Todo o conteúdo é direcionado para
a formação de profissionais com uma visão
gerencial no crescimento sustentável das instituições
de saúde, valorizando a gestão alternativa.
Entre o conteúdo programático estão as
disciplinas Gestão pela Qualidade, Direito Sanitário
e a Legislação, Ambiente e Seguranças de Áreas
Fechadas, Estudo do Sistema de Gerenciamento do Ambiente e Segurança,
Indicadores e Custos Hospitalares, entre outras.
A pós-graduação é voltada para profissionais
com formação nas áreas de saúde,
gestão de instituições públicas e
privadas de saúde, administração, arquitetura,
assistência social, biologia, bioquímica, engenharia,
enfermagem, farmácia, hotelaria, medicina e nutrição,
que atuem ou tenham interesse em atuar em serviços de
saúde.
Com 396 horas/aula
e 11 meses de duração, o curso
tem início previsto para 19 de maio. As inscrições
já estão abertas. Informações podem
ser obtidas pelo telefone (21)3299-8202 ou pelo e-mail ensino@cbacred.org.br
ou ainda através do site www.cbacred.org.br.
- Curso Básico de Medicina Baseada em Evidências
Unidas / AssPreviSite
13 de Maio de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
Capacitar
o profissional de saúde a entender o processo
de integração da melhor evidência científica
com experiência clínica e a avaliação
individual do paciente.
Capacitar
o administrador de sistemas de saúde privado
ou público a entender a importância de gerir seu
sistema com base em evidências científicas de alta
qualidade, integrada a ferramentas de tecnologia de informação.
Por evidência entende-se a pesquisa clinicamente relevante,
especialmente pesquisas clínicas centradas em pacientes,
em relação a acurácia e precisão
de testes diagnósticos, ao poder de marcadores prognósticos
e à eficácia e segurança de estudos terapêuticos
e preventivos.
Por experiência clinica entende-se a capacidade de usar
a habilidade clínica e experiência passada para
identificar rapidamente o estado de saúde de cada paciente,
seu diagnóstico, seus riscos individuais e benefícios
de intervenções potenciais.
Por avaliação individual do paciente entende-se
reconhecer a individualidade de cada ser humano, com preferências
e expectativas únicas que ele traz para a consulta médica
e que deve ser integrada numa decisão clínica.
Por tecnologia
de informação entende-se o uso
intensivo de indicadores, ferramentas de informática e
parâmetros objetivos pré-determinados para um melhor
controle de qualidade e gestão.
Objetivos
específicos:
Ao final
do curso o participante deverá estar apto a:
* Reconhecer
a Medicina Baseada em Evidências como uma
maneira válida, útil e viável de melhorar
a sua prática médica com base em resultados de
pesquisas de boa qualidade.
* Elaborar
perguntas específicas e passíveis de
resposta científica para as diversas situações
clínicas.
* Realizar
uma busca eficiente em bases de dados informatizadas para artigos
médicos, utilizando métodos básicos
como as "clinical queries".
* Entender
a organização
e funcionamento das bases de dados informatizadas.
* Distinguir
os principais tipos de estudo, entender sua ligação
com as perguntas clínicas e correlacionar os tipos de
estudos com os níveis de evidências.
* Avaliar
criticamente artigos médicos de tratamento.
* Distinguir
diretrizes clínicas baseadas em evidências
das baseadas em consenso.
* Conhecer
os principais tipos de estudos de avaliação
econômica em saúde.
* Reconhecer
a importância das revisões sistemáticas
para o conhecimento em saúde.
* Conhecer
e utilizar as fontes de informação
com as melhores evidências(Best Evidence, Clinical Evidence,
Evidence-Based Journals, etc).
* Transpor
para sua prática profissional os conhecimentos
de Saúde Baseada em Evidências.
* Reconhecer
as limitações das evidências
no contidiano clínico.
* Reconhecer
a importância da tecnologia de informação
integrada às evidências científicas para
a gestão de sistemas de saúde.
* Delimitar
as áreas de seu sistema de saúde onde
a tecnologia de informação poderá ser integrada
ao sistema de gerenciamento com bases em parâmetros objetivos.
Instrutores
Dr. Otávio
Clark
Dr. Enéas José de
Mattos Faleiros
Público
Alvo
Médicos e auditores de operadoras de planos de saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
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Legislação e gestão dos Hospitais Filantrópicos
Saúde
Business Web
A Federação das Santas Casas e Hospitais Beneficentes
do Estado de São Paulo (Fehosp) promove o 20º Congresso
de Presidentes, Provedores, Diretores e Administradores Hospitalares
de Santas Casas e Hospitais Beneficentes do Estado de São
Paulo, de 03 a 06 de maio, no Bourbon Atibaia SPA Resort, em
Atibaia, no interior de São Paulo.
O evento,
que este ano terá como tema “Filantropia:
o Brasil precisa muito de nós”, irá abordar
a atualização da nova lei da filantropia, incluindo
aspectos jurídicos e contábeis, além de
temas como parcerias estratégicas para a saúde,
voluntariado, gestão, entre outros assuntos voltados aos
profissionais da saúde e gestores de entidades.
O congresso
contará com a participação
de Wellington Nogueira, fundador e coordenador do grupo “Doutores
da Alegria”, Montserrat Dolz, diretora técnica do
Gesaworld, grupo especializado em assessoria hospitalar, da Espanha,
José Luiz Spigolon, superintendente da CMB (Confederação
das Santas Casas de Misericórdia, Hospitais e Entidades
Filantrópicas) e diversos especialistas da saúde.
Também marcam presença no evento, diversos setores
governamentais, entre eles, o Ministério da Saúde,
o Conselho Nacional de Secretários de Saúde, a
Frente Parlamentar de Saúde e a Secretaria de Estado da
Saúde de São Paulo, para discutir o que os gestores
pensam da prática da filantropia.