Leia
nesta edição:
- Dasa e MD1 assinam acordo com o Cade
- Hospital vai oculpar 'esqueleto'
- Drogas
que baixam pressão ajudam a prevenir a cirurgia
cardíaca de troca de válvula
- Vacina
contra HPV previne maioria das lesões anais
pré-cancerosas
- Vacinas
contra gripe são menos eficazes em obesos
- Relator
quer conselho nacional para solucionar problemas dos planos
de saúde
- Parceria
entre Brasil e Ucrânia mantém redução
de preço de insulina
- Conselho
de Enfermagem entra com ação civil
pública contra gestão de hospital federal no Rio
- Importador de lixo hospitalar deve ser indiciado
- Reforma
no sistema de saúde divide americanos
- Municípios têm até o fim do mês
para se inscrever no Plano de Saneamento da Funasa
- Ministério prevê Saúde da Família
cinco vezes maior em todo o país
- ANS: 41,9% dos clientes usam os piores planos
- Greve dos
médicos é contra caos na saúde
- Aparelho
disponível no SUS trata câncer com radiação
e sem cortes
- Caos da
Saúde em MT impede paralisação
- Drogas
que melhoram a inteligência ainda têm sérios
efeitos colaterais
- Brasil
vai ampliar investimentos no setor oncológico
Quinta-feira, 27.10.11
VALOR
ECONÔMICO
Dasa e MD1 assinam acordo com o Cade
Companhias
devem manter separadas marcas, laboratórios
e parte das estruturas até julgamento da fusão
A Diagnósticos da América (Dasa) e a MD1 Diagnósticos
assinaram ontem dois acordos com o Conselho Administrativo de
Defesa Econômica (Cade) do Ministério da Justiça
pelo qual terão de manter separadas suas marcas, laboratórios
e as estruturas de funcionamento até o julgamento final
da fusão.
Por outro
lado, o órgão antitruste permitiu a
incorporação da MD1, que está prevista para
ser decidida em assembleia geral marcada para 1º de novembro.
O Cade também manteve as medidas de integração
das empresas, que foram adotadas desde que elas começaram
a definir as linhas gerais da fusão, em agosto de 2010.
O objetivo
dos acordos foi o de preservar as condições
atuais de mercado até o julgamento do mérito da
operação. Por isso, as empresas terão que
manter o nível de emprego e de investimento em marketing
nos laboratórios e estabelecimentos de saúde nos
montantes anteriores à aquisição. O relator
do processo, conselheiro Ricardo Ruiz, explicou que, como a MD1
não é uma empresa operacional, a incorporação
pela Dasa, se for aprovada pela assembleia, pode ser feita.
"As medidas são aptas a preservar as condições
de mercado até o julgamento do mérito da operação",
enfatizou Ruiz.
O relator
lembrou que a Secretaria de Acompanhamento Econômico
(Seae) do Ministério da Fazenda alertou para o poder das
empresas nos mercados do Rio e de São Paulo. Segundo ele,
a integração entre planos de saúde e laboratórios
preocupa as autoridades de defesa da concorrência. A MD1
tem como acionista Edson Bueno, que é controlador da Amil.
"Em alguns mercados, a concentração ultrapassa
50%", disse o conselheiro. "Esse caso inspira muito
cuidado fazendo-se necessário preservar a reversibilidade
do ato", completou.
Ao todo,
Ruiz fez sete reuniões com integrantes das empresas
para definir os termos dos acordos. O órgão antitruste
quis garantias de que, caso entenda no julgamento final que é necessário
determinar a venda de ativos para preservar a concorrência,
essa decisão poderá ser tomada. Após os
encontros, ficou acertado que seria possível manter a
integração feita até aqui, mas parte do
funcionamento das empresas seria mantida separada, como as estruturas
de distribuição, comercialização,
propaganda e marketing da MD1.
Segundo explicou
o presidente do Cade, Fernando Furlan, os acordos não antecipam qualquer juízo de valor do órgão
antitruste, que ainda vai julgar a união entre a Dasa
e a MD1. "Tratam-se de medidas preliminares, preparatórias,
que de forma nenhuma adiantam o julgamento de mérito das
análises", disse Furlan.
Em nota,
a Dasa informou que vai cooperar com o Cade em busca de uma "conclusão positiva" para a fusão. "Os
acordos não obrigam a companhia à reversão
das medidas de integração já adotadas até o
momento", disse José Mauricio Mora Puliti, diretor
financeiro e de relações com investidores da Dasa. "A
operação continua sob o exame das autoridades de
defesa da concorrência e a companhia permanece cooperando
ativamente para a conclusão positiva da análise." O
Cade não tem prazo para a realização do
julgamento final.
JORNAL DA TARDE
Hospital vai oculpar 'esqueleto'
O "esqueleto" de concreto de cinco andares abandonado
há cerca de 10 anos às margens da Avenida Rubem
Berta, na Vila Clementino, zonal sul da cidade de São
Paulo, vai virar um complexo hospitalar. O dono é o grupo
NotreDame Intermédica, que já tem quatro maternidades,
nove prontos-socorros e oito hospitais próprios. Batizado
de Hospital 23 de Maio, será feito com recursos próprios
da empresa de assistência médica e deverá ser
inaugurado em 2013.
No ano passado
houve a intenção de o imóvel
ser colocado à venda, mas o grupo, que já havia
arrematado o prédio em leilão em 2007, decidiu
incorporá-lo aos hospitais próprios da rede. Ontem,
telas de proteção da revitalização
pela qual o imóvel passará nos próximos
dois anos foram instaladas no local.
Um ano atrás, a Universidade de São Paulo (Unifesp)
anunciava que tinha projetos de transformar o antigo esqueleto
de concreto abandonado em um hospital especializado no atendimento
de tragédias. Paulo Pontes, coordenador da comissão
de verticalização do Bairro Universitário,
que fica no mesmo bairro, fez gestões nas três esferas
de governo na tentativa de adquirir o prédio e tirar a
proposta do papel. Mas, segundo ele, o alto valor pedido na negociação
inviabilizou o negócio. Na ocasião, cotações
iniciais giravam em torno de R$ 65 milhões.
Se o negócio vingasse, a Unifesp pretendia construir
ali um hospital de trauma, com retaguarda para vítimas
de catástrofes, como desabamentos, incêndios e acidentes
de avião, por exemplo. Seria o primeiro centro médico
do País neste modelo. Agora, a universidade procura outro
local para levar adiante o projeto, pronto há um ano.
O local é considerado estratégico por ficar às
margens do corredor Norte-Sul, o que facilita o trânsito
de ambulâncias. A aquisição, se concretizada,
estaria dentro do perímetro do Bairro Universitário,
que a Unifesp está implantando em parceria com a Prefeitura.
No ano passado, a administração municipal havia
informado que no protocolo de instalação do Bairro
Universitário assinado com a Unifesp não havia
referência específica sobre qualquer plano de aquisição
do prédio.
Naquele terreno,
há cerca de uma década, estava
sendo construído o hospital da Unimed São Paulo,
liquidada extrajudicialmente e que deixou o esqueleto se deteriorando.
O prédio pertenceu a outros dois grupos da área
médica e também foi motivo de disputa judicial
por falência das controladoras indo, inclusive, duas vezes
a leilão. Em 2000, o prédio, na posse da Unimed,
tinha 80% da área externa concluída, janelas de
vidro e pintura nova, além de heliponto. Por conta do
imbróglio, a construção se degradou, a fachada
foi pichada e os vidros quebrados. "Serão necessárias
medidas mitigadoras dos impactos causados ao tráfego do
entorno", lembra a urbanista Lucila Lacreta, do Defenda
São Paulo.
O GLOBO ONLINE
Drogas
que baixam pressão ajudam a prevenir a cirurgia
cardíaca de troca de válvula
O uso de
medicamentos normalmente receitados para controle de hipertensão pode substituir a cirurgia e reduzir o risco
de mortalidade em pessoas com estreitamento da aorta, por calcificação.
Pesquisadores canadenses, liderados pelo professor Philippe Pibarot,
da Laval University e presidente de pesquisas em doenças
da válvula do coração do Quebec Heart & Lung
Institute, fizeram uma exposição da descoberta
no Congresso Canadense de Cardiologia. O estreitamento da aorta é a
condição responsável por algo entre 10 mil
e 15 mil mortes na América do Norte todo ano, e por cerca
de 80 mil cirurgias cardíacas anualmente.
Pibarot disse
que uma válvula cardíaca normal é "macia
e fina, como uma fatia de tomate", mas, com a doença,
a válvula torna-se "endurecida e estreitada (assemelhando-se
a uma couve-flor)". Isto porque os depósitos de cálcio
alteram a forma da válvula. Isto impede a abertura correta
e cria uma "sobrecarga de pressão" perigosa
dentro do coração. A suposição era
que a estenose aórtica seria uma doença degenerativa
relacionada com o envelhecimento e o desgaste acumulado numa
válvula cardíaca. Mas estudos recentes indicaram
que a estenose aórtica tem alguns fatores genéticos
e depende de um estilo de vida que favorece a obesidade.
Pibarot e
colegas acompanharam 340 pacientes com estenose aórtica,
73% dos quais também tinham algum grau de hipertensão.
E 34% por cento estavam tomando inibidores da ECA, uma droga
contra a hipertensão, 16% estavam ingerindo receptores
de bloqueadores de angiotensina, uma outra droga para combate à hipertensão
e 50% estavam em nenhuma medicação para prevenir
hipertensão.
Em comparação com os indivíduos que estavam
sem nenhuma medicação, aqueles que estavam tomando
inibidores da ECA tiveram estreitamento menor de sua válvula.
Entre os pacientes que tomavam receptores de bloqueadores de
angiotensina, a doença diminuiu consideravelmente. O processo
de estreitamento foi três vezes mais lento do que nos indivíduos
que não estavam tomando medicamento algum, avaliou o medico
canadense.
PORTAL UOL
Vacina
contra HPV previne maioria das lesões anais pré-cancerosas
Uma vacina
contra o papilomavírus humano (HPV), infecção
sexualmente transmissível que pode causar câncer
de útero nas mulheres, também previne a maior parte
das lesões pré-cancerosas anais em homens homossexuais,
destacou um estudo publicado esta quarta-feira.
Os homens
vacinados contra o HPV tiveram 75% menos lesões
anais que evoluíram para o câncer do que outros
que receberam um placebo, segundo estudo internacional publicado
na revista New England Journal of Medicine.
As descobertas
foram divulgadas um dia depois de que um comitê de
especialistas instou os Centros para o Controle e a Prevenção
de Doenças (CDC) dos Estados Unidos a recomendar a vacinação
de rotina contra o HPV em meninos de 11 e 12 anos.
Espera-se
que o CDC aceite a recomendação e emita
um anúncio formal em dois meses.
O HPV é a doença sexualmente transmissível
mais comum, com mais de 40 subtipos, alguns dos quais podem causar
câncer de útero e verrugas genitais. Normalmente,
no entanto, o HPV não provoca qualquer sintoma e é eliminado
sozinho pelo corpo.
Se detectadas
a tempo, as lesões causadas pelas quatro
cepas particularmente virulentas podem ser eliminadas, prevenindo
o desenvolvimento do câncer. Mas os especialistas dizem
que a vacinação contra o HPV é crucial antes
de as pessoas começarem a vida sexual.
Segundo dados
oficiais, nos Estados Unidos são diagnosticados
6.000 casos de câncer de ânus e cerca de 800 pessoas
morrem por causa da doença.
"O que este estudo mostrou é que estes tipos de
câncer e mortes poderiam ser evitados", disse o cientista
chefe das pesquisas, Joel Palefsky, diretor da Clínica
de Neoplasia Anal da Universidade da Califórnia, em San
Francisco.
Participaram
da pesquisa 602 homens homossexuais, sexualmente ativos, do
Brasil, Austrália, Canadá, Croácia,
Alemanha, Espanha e Estados Unidos.
Os participantes
do estudo, financiado pelo laboratório
Merck, receberam aleatoriamente um placebo e três doses
injetáveis da vacina Gardasil, do Merck.
A vacina,
tetravalente - ou seja, atua em quatro cepas independentes
do HPV - é a única no mercado contra o HPV com
licença de uso em meninos e homens.
O experimento
foi realizado entre 2006 e 2008 e incluiu três
anos de acompanhamento, prazo após o qual os que nunca
foram expostos ao HPV demonstraram uma taxa 75% menor de infecções
anais de HPV e lesões pré-cancerosas anais.
As pessoas
expostas a um ou mais tipos de HPV que o Gardasil busca prevenir
apresentaram
54% menos lesões do que os
que não tomaram a vacina.
"Com base nestes dados, a vacina funciona bem para prevenir
a infecção por HPV e as doenças pré-cancerosas
anais, e é provável que previna o câncer
anal nos homens", disse Palefsky.
"O momento ideal para iniciar a vacinação
seria antes da vida sexual, mas a vacina também pode ser útil
depois de ter sido iniciada", acrescentou.
A maioria
dos homens HIV positivo nos Estados Unidos também
está infectada com HPV, e a incidência de câncer
anal aumenta tanto em homens quanto em mulheres, disse Palefsky.
O HPV está vinculado a quase 13.000 casos de câncer
de útero ao ano em mulheres americanas, 4.300 deles fatais,
e também se suspeita que esteja relacionado a um aumento
dos casos de câncer de cabeça e pescoço,
devido à sua transmissão durante o sexo oral.
SITE
BOA SAÚDE
Vacinas
contra gripe são menos eficazes em obesos
A vacina
contra a gripe pode ser menos eficaz em pessoas obesas, aponta
um novo
estudo desenvolvido na University of North Carolina
(EUA). O estudo pode explicar um fenômeno visto durante
a vacinação contra a gripe suína em 2009.
De acordo com pesquisadores, obesos mostraram respostas imunológicas
piores às vacinas.
Os cientistas
analisaram pessoas que foram vacinadas em 2009 com a vacina
contra o vírus comum da gripe para o inverno
daquele ano. Os resultados mostraram que pessoas obesas, acima
do peso e de peso saudável desenvolveram anticorpos contra
a gripe no primeiro mês após a vacinação.
Porém, o número de anticorpos caiu mais rapidamente
nos pacientes que não tinham um peso saudável.
“Esses resultados sugerem que pessoas acima do peso ou
obesas estariam mais propensas do que pessoas de peso saudável
a terem gripe após a exposição ao vírus”,
explica a pesquisadora Melinda Beck. “Estudos anteriores
indicaram a possibilidade de que a obesidade possa prejudicar
a habilidade do corpo humano de lutar contra vírus da
gripe. Esses novos resultados parecem nos dar uma razão
por que pessoas obesas estavam mais suscetíveis à influenza
durante a pandemia do H1N1 quando comparados à pessoas
de peso saudável”.
Essa diferença pode ser causada porque os níveis
de anticorpos da vacina contra influenza diminuem significativamente
em pessoas obesas. Além disso, um tipo de células
brancas, os leucócitos, é defeituoso em pessoas
acima do peso.
A pesquisa
foi publicada no periódico International Journal
of Obesity.
Quarta-feira, 26.10.11
AGÊNCIA CÂMARA
Relator
quer conselho nacional para solucionar problemas dos planos
de saúde
O relator
da Subcomissão Especial que Avalia o Sistema
de Saúde Complementar, deputado Mandetta (DEM-MS), propôs
a criação de um conselho nacional para solucionar
problemas imediatos em torno dos planos e seguros privados de
saúde. A medida consta do parecer preliminar apresentado
nesta quarta-feira.
O texto é acompanhado de um projeto de lei que cria o
Conselho Nacional de Saúde Suplementar, de caráter
deliberativo e com poder para definir diretrizes e controlar
a execução da política no setor.
A proposta
altera as Leis 9656/98 e 9961/00, que regulamentam o setor.
O novo órgão, de acordo com o projeto,
será composto pelo presidente da Agência Nacional
de Saúde Suplementar (ANS) ou representante, pelo secretário
de Direito Econômico do Ministério da Justiça,
e por representantes dos ministérios do Trabalho e da
Previdência Social, por 16 representantes dos consumidores
(8 titulares e 8 suplentes, contemplando todas as regiões
do País), 8 representantes dos trabalhadores em saúde
(4 titulares e 4 suplentes) e 8 representantes das operadoras
(4 titulares e 4 suplentes).
O texto final
será discutido
e votado no dia 9 de novembro.
Mediação
de conflitos
Mandetta
argumenta que a ANS se preocupa apenas com os aspectos financeiros
e
administrativos das operadoras. Para o relator, é preciso
criar um fórum deliberativo para mediar conflitos e pactuar
avanços em um setor que corre risco de entrar em colapso
a médio e longo prazos. "Há uma falha muito
clara na lei que regulamenta os planos de saúde e cria
a Agência Nacional de Saúde Suplementar porque ninguém é responsável
por dirimir conflitos e não há nenhum espaço
de negociação.”
O relator
acrescenta que a agência não tem a competência
de mediar, por exemplo, as relações entre médicos
e planos de saúde. “O consumidor está pagando
essa conta porque o médico faz paralisações
pontuais. Os médicos estão se organizando em cooperativas
e estão saindo do plano de saúde, tornando o setor
muito concentrado. A agência não dá conta
do volume de reclamações".
Segundo Mandetta,
o conselho nacional poderá, inclusive,
definir critérios para que a ANS desempenhe melhor o seu
papel de regulação e de intervenção
no mercado. O relator afirma ainda que o diálogo articulado
no conselho vai funcionar como elemento estabilizador.
O relator
lembra que os desafios do setor vão exigir
respostas bem mais rápidas do que aquelas oferecidas pela
legislação. "Esse setor tem enormes desafios
pela frente: o envelhecimento da população, a concentração
de tecnologia na mão de grupos, a exploração
em escala dos meios de diagnóstico e a rede de saúde
brasileira, que não pode ser pensada só nos grandes
centros, mas também na cidade do interior”, enfatizou.
Concentração
de poder
Na opinião do relator, o sistema de saúde suplementar
projeta um cenário de extrema concentração
de poder financeiro e barganha por parte das grandes operadoras
dos centros urbanos; privilegia os grandes conglomerados da indústria
farmacêutica, de órteses e próteses e de
exames complementares; além de inviabilizar a existência
das pequenas e médias operadoras.
Mandetta
reclama que a ANS, desde a sua criação,
preocupou-se apenas com os aspectos financeiros e administrativos
das operadoras. “Por um lado, contribuiu para a melhoria
das condições de funcionamento das grandes operadoras;
por outro lado, dificultou a expansão do mercado de planos
de saúde, que tem um crescimento muito tímido frente
ao potencial do mercado brasileiro".
Para Mandetta,
um conselho terá agilidade, tendo em vista
que as leis demoram muito tempo para ser feitas e, quando são
prontas, a realidade já é outra. “O projeto
Genoma está aí e nós temos a tecnologia
avançando rapidamente”, acrescentou.
A subcomissão especial funciona no âmbito da Comissão
de Seguridade Social. O relatório preliminar está aberto
para sugestões dos demais parlamentares.
AGÊNCIA
ESTADO
Parceria
entre Brasil e Ucrânia mantém redução
de preço de insulina
A presidenta
da República, Dilma Rousseff, e o presidente
da Ucrânia, Viktor Yanukovych, reforçaram ontem
o acordo que garante a troca de tecnologia para produção
nacional de insulina.
A parceria
vem garantindo um dos menores preços no mundo
de Insulina Humana NPH, segundo o Ministério da Saúde.
A renovação da transferência de tecnologia
entre a Fiocruz, fundação ligada ao Ministério,
e o laboratório ucraniano Indar garante economia ao Sistema Único
de Saúde, ao manter uma referência nacional de preço
e dar competitividade ao setor.
A estimativa é que, sem o acordo, os valores seriam de
R$ 20 por frasco, em vez dos R$ 2,5 praticados atualmente nas
compras do governo federal. A aquisição por licitação
representa 75% do total.
As demais
25% são feitas pelo acordo. Nessa modalidade,
o frasco é adquirido por R$ 11,57, o que inclui a transferência
de tecnologia, diz o Ministério.
AGÊNCIA
BRASIL
Conselho
de Enfermagem entra com ação civil pública
contra gestão de hospital federal no Rio
O Conselho
Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ) entrou
com ação civil pública no Ministério
Público Federal (MPF) para verificar se há irregularidades
no Hospital Federal Cardoso Fontes, que funciona em Jacarepaguá,
na zona oeste da capital fluminense. A medida foi tomada após
a paralisação de profissionais de saúde,
ocorrida na última segunda-feira (24), em protesto contra
a falta de enfermeiros, pediatras, anestesistas e técnicos
de enfermagem na unidade.
Segundo o
presidente do Coren-RJ, Pedro de Jesus da Silva, o pedido foi
aceito pelo
Ministério Público e, em
breve, serão impostas as determinações.
Para Silva, é “humanamente impossível” que
o quantitativo atual de enfermeiros e auxiliares de enfermagem
possa atender à demanda de pacientes por leitos.
“Tem que ter um quantitativo adequado de enfermeiros e
técnicos para que seja dada assistência adequada à população,
porque ela já paga por isso em seus impostos. No caso
do Cardoso Fontes, há uma falta de 244 enfermeiros e 322
técnicos de enfermagem. É uma coisa muito gritante”,
disse o presidente co conselho.
Silva ressaltou
ainda que a carência de profissionais
de saúde na unidade é decorrente de problemas na
gestão do Ministério da Saúde. “A
culpa é do gestor, porque ele tem que prover a quantidade
de profissionais adequada”.
O Hospital
Cardoso Fontes é referência em tratamento
de câncer e doenças neurológicas, além
de urologia e ginecologia. Na última semana, o ministro
da Saúde, Alexandre Padilha, informou que, dentro de duas
semanas, 17 médicos anestesistas que passaram em concurso
público iniciariam suas atividades. Ele disse ainda que
já negocia com o Ministério do Planejamento novas
contratações.
ESTADÃO.COM.BR
Importador de lixo hospitalar deve ser indiciado
Laudo
do IC confirma sangue em algumas das peças examinadas,
diz secretário de Defesa Social
O inquérito da Polícia Federal que investiga a
importação de lixo hospitalar pela empresa Na intimidade,
de Santa Cruz do Capibaribe, a 205 quilômetros do Recife,
só aguarda os laudos do Instituto de Criminalística
de Pernambuco (IC) e do Instituto Nacional de Criminalística
(INC) para ser concluído. "É boa a possibilidade
de o importador (Altair Teixeira de Moura) ser indiciado",
disse ontem, em conversa com jornalistas, o delegado regional
de combate ao crime organizado da Policia Federal, Nilson Antunes
da Silva.
O empresário pode ser indiciado pelos crimes de contrabando
- importação de material proibido - e de crime
ambiental - contaminação do ambiente com material
biológico, no caso, lixo hospitalar. "Se o laudo
apontar que o produto é usado, já caracteriza contrabando
e se apontar resquícios biológicos, pode ser qualificado
o crime ambiental", explicou o delegado. O produto importado
era utilizado na confecção de forros de bolsos
para confecções.
O secretário estadual de Defesa Social, Wilson Damázio,
confirmou a existência de sangue em algumas peças
examinadas pelo IC, cujos laudos deverão ser entregues
hoje (27) à Polícia Federal. O material analisado
pelo IC é composto por lençóis e jalecos
usados, muitos com manchas, recolhidos nos galpões da
importadora em Caruaru, Toritama e Santa Cruz do Capibaribe. "Mesmo
os que não apresentavam sangue estavam sujos, usados",
assegurou ele.
Amostras
das 46 toneladas de lençóis apresentando
manchas e com logomarcas de hospitais norte-americanos - além
de cateteres, seringas e luvas usadas -apreendidos e retidos
no Porto de Suape, nos dias 11 e 13, em dois contêineres
embarcados no Porto de Charleston, na Carolina do Sul, ainda
serão encaminhadas para análise do INC, em Brasília,
além de amostras também recolhidas pela PF nos
três galpões da Na Intimidade.
INVESTIGAÇÃO
DOCUMENTAL
De acordo
com o delegado, Altair Teixeira de Moura já realizou
cerca de 20 importações à empresa Texport
Inc desde que abriu sua empresa, em 2009. Os documentos apreendidos
nas sedes da Na Intimidade estão sendo analisados para
saber como ocorriam as importações anteriores,
como era feito o pagamento, qual a movimentação
e capacidade financeira da empresa, cujo nome fantasia é Império
do Forro de Bolso. Segundo Antunes da Silva, não há,
até o momento, indícios de outras empresas pernambucanas
envolvidas com este tipo de importação.
A polícia federal norte-americana (FBI) atua no caso
auxiliando a PF com informações da empresa exportadora,
a Texport Inc. "Queremos saber o histórico dessa
empresa, quem são os sócios, para quem mais ela
exporta", afirmou o delegado. "Não temos acesso
a essas informações e o Estado americano tem interesse
nesse tipo de conduta que pode configurar crime também
naquele País".
Segundo o
delegado, não há motivação
para pedir prisão preventiva do empresário, que
está colaborando com as investigações. Além
de ouvir o importador, a PF já terminou a fase de oitiva
dos funcionários da empresa. "A parte testemunhal
está encerrada", informou ele, que espera que o inquérito,
instaurado no dia 19, seja concluído no prazo de 30 dias.
BAND.COM.BR
Reforma
no sistema de saúde divide americanos
Levantamento
da Associated Press mostra que 40% apoiam mudanças
aprovadas no ano passado, enquanto 41% se opõem
A intensa
reforma no sistema público de saúde
nos Estados Unidos, aprovada no ano passado pelo Congresso, divide
os norte-americanos. Segundo o correspondente da Band em Nova
York, Luiz Megale, uma pesquisa realizada pela agência
Associated Press aponta que 40% da população apoia
as mudanças, enquanto 41% são contra.
Hoje, o sistema
de saúde pública praticamente
inexiste nos Estados Unidos e atende apenas maiores de 65 anos,
veteranos de guerra e crianças de famílias pobres.
O atendimento gratuito acontece apenas nas salas de emergência,
equivalentes aos pronto-socorros no Brasil. Mas após o
primeiro atendimento, se o paciente não tiver um plano
ou dinheiro, ele é literalmente colocado para fora, seja
qual for as condições de saúde.
Mesmo sem
uma proteção universal, o sistema de
saúde é caro e consome US$ 2 trilhões anuais
do governo. Em 2007, uma consultoria entrevistou médicos
e pacientes dos Estados Unidos e de países como Canadá,
Austrália, Nova Zelândia, Austrália, Reino
Unido e Alemanha. O resultado foi impactante: a rede norte-americana é a
pior dentre as analisadas.
O presidente
dos Estados Unidos, Barack Obama, elegeu como uma das prioridades
de seu
governo a reformulação do
sistema de saúde, para levar atendimento gratuito a cerca
de 30 milhões de pessoas. O projeto foi aprovado no início
do ano passado no Congresso, mas o caso pode chegar à Suprema
Corte, após ações judiciais movidas por
laboratórios farmacêuticos.
PANTANAL NEWS
Municípios têm até o fim do mês
para se inscrever no Plano de Saneamento da Funasa
No próximo dia 31 de outubro, termina o prazo para o
envio das propostas que irão regulamentar a seleção
dos municípios que estão pleiteando apoio técnico
e financeiro da Fundação Nacional de Saúde
(Funasa), para a elaboração do Plano Municipal
de Saneamento Básico (PSMB).
A Superintendência Estadual da Funasa de Mato Grosso do
Sul (Suest/MS), por intermédio do Sesam (Serviço
de Saúde Ambiental) está alertando as prefeituras,
por meio de correio eletrônico, telefonemas e envio de
telegramas, sobre a importância do envio de seus projetos
dentro do prazo. Durante o contato, a Funasa aproveita para esclarecer
as dúvidas das prefeituras sobre o PSMB.
Podem inscrever-se
municípios com população
de até 50 mil habitantes, exceto os de regiões
metropolitanas ou regiões integradas de desenvolvimento
econômico, e que atendam as condições de
elegibilidade, onde os municípios com população
igual ou inferior a 20 mil habitantes devem apresentar a prestação
de serviços em saneamento estruturada, (departamento,
autarquia municipal, empresas pública, sociedade de economia
mista, consórcios públicos e outros), constante
no Diagnóstico dos Serviços de Água e Esgoto – 2009,
do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento
(SNIS).
Já os municípios com população superior
a 20 mil habitantes devem apresentar o plano diretor instituído,
em desenvolvimento ou em aprovação e de acordo
com a Lei nº 10.257/2001, além da prestação
de serviços em saneamento.
Este ano,
serão válidas as propostas recebidas
anteriormente ao lançamento do programa em 05 de outubro,
no entanto, devem ser ajustadas e adequadas às exigências
da portaria Nº 566 de 03 de outubro de 2011. No total são
309 propostas em situação Proposta/Plano de trabalho
em Complementação no SINCOV (Sistema de Gestão
de Convênios) e Mato Grosso do Sul conta com oito projetos
enviados antes da publicação da portaria.
Os municípios
interessados deverão formular os
pleitos com base nos procedimentos estabelecidos no Termo de
Referência disponível no site,
efetuando o encaminhamento por intermédio do Sistema de
Gestão de Convênios e Contratos de Repasse/SICONV.
REDE BRASIL ATUAL
Ministério prevê Saúde da Família
cinco vezes maior em todo o país
Pela
nova Política Nacional de Atenção
Básica, o governo federal deverá investir no setor
mais de R$ 400 milhões anuais
O Ministério da Saúde estima que as atuais 880
unidades do Núcleo de Apoio à Saúde da Família
(NASF) deverão saltar para 4.524, fazendo com que a capacidade
de assistência à população brasileira
deverá ser cinco vezes maior nos próximos anos.
Um NASF é constituído por equipes multidisciplinares
que trabalham juntamente com as Equipes de Saúde da Família
(ESF), em consultas médicas e programas de educação
permanente, discussões de casos, ações de
educação em saúde, prevenção,
cuidado e reabilitação.
O Brasil
tem pouco mais de 32 mil ESFs, responsáveis
pela cobertura a mais de 101 milhões de pessoas em todo
o território nacional. Cada equipe é responsável
por uma população de 2,4 mil a quatro mil habitantes
(equivalentes a entre 700 e mil famílias).
Com a nova
Política Nacional de Atenção
Básica, publicada no Diário Oficial da União
na segunda-feira (24), os municípios que tiverem mais
de duas equipes de Saúde da Família poderão
aderir ao NASF. Estima-se que mais de 3,9 mil implantem o programa.
O Ministério da Saúde deverá investir, por
ano, de cerca de R$ 403 milhões.
Com a portaria,
passam a existir duas modalidades de unidades: NASF Tipo I,
em que
a soma das cargas horárias semanais
dos profissionais que atuam no apoio às Equipes de Saúde
da Família (ESFs) deve acumular, no mínimo, 200
horas semanais; e NASF Tipo II, em que os profissionais acumularão,
no mínimo, 120 horas semanais. Nas duas modalidades, nenhum
profissional poderá ter carga horária semanal inferior
a 20 horas.
Os municípios que aderirem ao NASF Tipo I vão
receber R$ 20 mil para a implantação e mais R$
20 mil mensais para o custeio das equipes. A modalidade Tipo
II contará com R$ 6 mil para implementação
e mais R$ 6 mil mensais para manutenção. Os recursos
serão repassados do Fundo Nacional de Saúde para
os fundos municipais de saúde.
Outra novidade
são as equipes de saúde da família
para o atendimento à população ribeirinha
da Amazônia Legal e do Pantanal. Essas equipes deverão
atender a população por, no mínimo, 14 dias
por mês (carga horária equivalente a 8 horas por
dia) e, durante dois dias, realizar atividades como educação
permanente, registro da produção e planejamento
das ações.
Medicina Social
A nova política transfere para a Atenção
Básica o atendimento à população
em situação de rua ao criar equipes de Consultórios
de Rua, até então inseridas na Política
Nacional de Saúde Mental. As equipes desses consultórios
deverão cumprir carga horária mínima semanal
de 30 horas, com período de atuação adequado à demanda
dessa população em quaisquer dia da semana, no
período noturno ou diurno. O financiamento, que era por
meio de editais, passa a ser feito por repasses do Fundo Nacional
de Saúde aos fundos municipais de saúde.
A nova Política Nacional de Atenção Básica
prevê ainda a possibilidades de aumento dos recursos repassados
pelo Ministério da Saúde. A base de cálculo
continua sendo per capita, mas o município poderá receber
recursos financeiros complementares estabelecidos a partir da
análise de especificidades regionais. Ou seja, serão
considerados indicadores de saúde e necessidades da população
e da região. Os municípios que comprovarem maior
necessidade vão receber mais recursos, cuja variação
será de R$ 18 a R$ 23 anuais por pessoa.
Os gestores
do SUS também poderão ter acréscimo
nos repasses pelo Ministério da Saúde a partir
de melhoria na infraestrutura dos NASFs e Equipes de Saúde
da Família; da implantação de estratégias
e programas prioritários na Atenção Básica;
da qualificação das equipes, por meio da adesão
ao Programa de Requalificação das Unidades Básica
de Saúde; e também a partir de resultados da avaliação
do acesso e da qualidade, tal como o Programa Nacional de Melhoria
do Acesso e da Qualidade (PMAQ).
GLOBO.COM
ANS: 41,9% dos clientes usam os piores planos
Quase a metade
dos usuários de planos de saúde
e odontológicos (41,9%) - 24,39 milhões em um universo
de 58,15 milhões - estão em empresas que receberam
notas de zero a 0.6 da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS). Estes são os resultados do Programa
de Qualificação da Saúde Suplementar da
ANS, fechado em 2010. O programa avalia as empresas em três
quesitos - atenção à saúde, estrutura
e operação e satisfação dos beneficiários
- conferindo notas de 0 a 1.
No próximo ano, o programa vai ser mudado no quesito
satisfação dos beneficiários, pois, além
de computar as reclamações feitas no seu site,
a ANS vai ouvir os usuários sobre sua percepção
de qualidade dos serviços. Os consumidores podem dar suas
sugestões sobre esta mudança na consulta pública,
aberta no site até sexta-feira.
Apesar destas
médias, João Matos, coordenador
do Programa de Qualificação da ANS, ressalta que
de 2007 para 2010 houve uma melhoria nos serviços prestados
pelas operadoras:
- O Programa
de Qualificação de Operadoras vem
atingindo o objetivo de induzir o mercado no sentido de cumprir
as diretrizes estratégicas da ANS, cumprindo os indicadores.
Na parte de operadoras médico-hospitalares, houve um aumento
do percentual de empresas situadas nas duas faixas de notas mais
altas, passando de 11% em 2007 para 32% em 2010. E houve queda
do percentual de operadoras com notas mais baixas, de 32% em
2007 para 23% em 2010.
Na primeira
faixa, a pior nota, estão 249 operadoras,
que reúnem 4,7 milhões de usuários. Quase
o mesmo número de consumidores (4,4 milhões), de
46 operadoras, que utilizam os planos com maiores notas. A maioria
dos usuários (21,2 milhões) possui planos com notas
de 0,60 a 0,79.
JORNAL DA TARDE
Greve
dos médicos é contra caos na saúde
Cerca de
100 mil médicos do Sistema Único de Saúde(
SUS) estão em greve em 21 Estados reivindicando melhores
condições de trabalho e correção
das tabelas de consultas, há muito tempo desatualizadas
em relação aos valores pagos no mercado.O movimento é coordenado
pela Associação Médica Brasileira (AMB),
pela Federação Nacional dos Médicos (Fenam)
e pelo Conselho Federal de Medicina (CFM),cujo vice-presidente,
Aloísio Miranda, revela que o atendimento em muitos hospitais
públicos no Brasil atenta contra os direitos humanos. "O
movimento é a favor da assistência médica.
Queremos dizer à população que estamos ao
lado dela, que a assistência hoje está abaixo daquilo
que desejamos e do que a população espera",
garantiu ele.
Ao contrário do cenário paradisíaco descrito
pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o retrato
da saúde pública no Brasil hoje se avizinha de
forma preocupante do caos,para não dizer do inferno. A
população cresce - e em maior proporção
aumenta o número de idosos, que exigem mais atenção
médica - e,sema menor conexão coma realidade, o
número de leitos hospitalares decresce: o País
perdeu 203 mil, entre 1990 e 2011. Conforme o estudo Assistência
Médica Sanitária, do IBGE, havia, em2001, 431.996
leitos hospitalares para uma população de mais
de 190 milhões de habitantes.Este é o menor número
nos últimos 33 anos e o problema concentra-se nos hospitais
particulares conveniados como SUS. O índice de leitos
por mil habitantes, que era de 2,4 em 2005, caiu para 2,3 no
ano passado. E o índice nacional, de 1,3, ainda é uma
miragem em 20 dos27Estados.A média registrada nos países
da Organização para Cooperação e
Desenvolvimento Econômico (OCDE) era de 3,8em 2007. Obedientes à fantasia
irrealista de Lula, os burocratas do Ministério da Saúde
atribuem a redução de leitos a sua política
de dar prioridade ao atendimento de emergência e aos serviços
de apoio a diagnósticos, para tentar reduzir o número
de internações. Segundo eles, isto estaria "alinhado à tendência
mundial".
Vários hospitais tiveram de fechar as portas, porque
os custos dos atendimentos e cirurgia são o dobro dos
repasses do Ministério da Saúde. Os que conseguiram
o milagre de se manter abertos deixaram de investirem tecnologia
e processos de expansão. Há ainda os que,mesmo
com o aumento da demanda de hospitais, passaram a atender exclusivamente à saúde
complementar.
A baixa remuneração é outro capítulo.
Alguns planos de saúde pagam R$ 13,5 mil à equipe
que implanta ponte de safena, cirurgia pela qual o SUS paga R$
1mil. As entidades que coordenam a greve defendem um piso salarial
de R$ 9.188,22,quatro vezes o salário-base de R$ 1.946,91atualmente
pago aos médicos.
A greve é consequência do desleixo do governo,
que não cuidada saúde e quer criar um imposto para
financiá-la. Não falta dinheiro, falta gestão
competente.
PORTAL G1
Aparelho
disponível no SUS trata câncer com radiação
e sem cortes
Técnica atinge células cancerígenas, com
risco mínimo aos tecidos sadios.
Equipamento é acessível na rede pública
paulista por meio do Icesp.
Um aparelho disponível no Instituto do Câncer do
Estado de São Paulo (Icesp) é o primeiro a ser
adotado por um hospital público do país para tratar
câncer por meio de uma técnica conhecida como radiocirurgia.
O procedimento dispensa a necessidade de cortes no corpo do paciente.
Com o equipamento,
uma grande dose de radiação é usada
em pontos específicos do corpo para matar as células
cancerígenas. Segundo a Secretaria de Saúde paulista,
a chance de danos a tecidos sadios é mínima.
A operação é recomendada para pessoas que
tenham câncer, mas não podem passar por cirurgias
convencionais. É indicado tanto para combater tumores
primários ou mesmo metástases no pulmão
e na coluna vertebral - desde que isoladas e com no máximo
5 centímetros de diâmetro.
A radiocirurgia
pode durar cerca de uma hora e permite a liberação
imediata do paciente. São necessárias até cinco
sessões durante todo o tratamento. Já na radioterapia
tradicional, o número de sessões pode chegar a
30.
Antes do
tratamento, a localização exata do tumor é conhecida
por imagens coletadas por uma equipe de médicos e físicos.
A precisão do aparelho permite que o tumor seja destruído
mesmo após pequenas movimentações provocadas
pela respiração. Os disparos de radiação
mudam quando o equipamento detecta um tecido saudável,
o que reduz o risco de danos a regiões sadias no corpo
do paciente.
Segundo o
diretor-geral do Icesp, o oncologista Paulo Hoff, a técnica é importante por estar disponível
no Sistema Único de Saúde (SUS) e ser um tratamento
de ponta, mesmo que indicado a apenas alguns pacientes.
DIÁRIO
DE CUIABÁ
Caos
da Saúde em MT impede paralisação
Categoria
se mobiliza fazendo palestra a estudantes de Medicina e participando
de
audiência, mas mantém atendimento
para evitar prejuízo
Levando em
consideração que o atendimento pelo
Sistema Único de Saúde (SUS) é calcado nos
casos de urgência e emergência, o protesto dos médicos
que atendem pela rede pública ocorreu de forma simbólica
ontem, em Mato Grosso. Em nível nacional, a categoria
decidiu paralisar por 24 horas.
“Decidimos por não paralisar as atividades porque
a saúde pública em Mato Grosso já está uma
calamidade. Então, para que a população
não sofra ainda mais nós tomamos a decisão
de mobilização”, afirmou a presidente do
Sindicato dos Médicos (Sindimed), Elza Queiroz.
As três principais reivindicações da categoria
são a garantia da qualidade e dignidade do atendimento,
melhor remuneração pelos serviços prestados
e aumento do montante do dinheiro destinado pelos governos federal,
estaduais e municipais ao sistema público de saúde.
Em Mato Grosso,
atuam 3,8 mil médicos. Desses, a maioria
trabalha nos sistemas público e privado. “Na Capital,
o piso pago ao profissional da área médica é de
R$ 1.600”, observou.
O vice-presidente
do Conselho Regional de Medicina (CRM), Arlan Azevedo, lembrou
ainda os valores baixos pagos para determinados
procedimentos. Conforme ele, o SUS paga cerca de R$ 40 para a
aplicação de anestesia para a realização
de uma cesariana. Na rede particular, o custo gira em torno de
R$ 400. Para uma cirurgia de fimose são pagos em torno
de R$ 30. “Custa menos que um corte de cabelo”, reforçou.
Segundo Azevedo,
por causa de situações como estas,
há casos de profissionais deixando de trabalhar nos hospitais. “Há pediatras
que estão deixando as unidades hospitalares e indo trabalhar
em PSFs por que paga mais”, acrescentou.
Em Cuiabá, conforme Elza Queiroz, houve a realização
de uma palestra para 70 alunos do curso de Medicina da Unic.
“Começos o dia com uma aula sobre a realidade do
sistema público de saúde para que tenham consciência
da importância de participarem e estarem envolvidos na
defesa da saúde pública. Após, participamos
da audiência pública sobre a saúde mental
na Assembleia Legislativa”, comentou.
O movimento
nacional foi liderado pela Associação
Médica Brasileira (AMB), Federação Nacional
dos Médicos (Fenam) e pelo Conselho Federal de Medicina
(CFM).
O GLOBO ONLINE
Drogas
que melhoram a inteligência ainda têm sérios
efeitos colaterais
Se você pudesse tomar uma pílula que, instantaneamente,
melhora a sua memória e aumenta a sua capacidade de compreensão
de idéias complexas, você tomaria este medicamento?
E se você pudesse aumentar a sua capacidade de assimilar
novas linguagens? As respostas a estas perguntas podem agora
tornar-se mais urgentes porque uma série de melhorias
cognitivas estão rapidamente se tornando disponíveis
através da investigação farmacêutica.
Muitos dos
primeiros sinais desses novos medicamentos surgiram a partir
do aprimoramento
de pílulas que são atualmente
usadas para tratar déficit de atenção. A
mais famosa delas é a Ritalina. No entanto, as drogas
que poderiam aumentar a nossa capacidade cognitiva podem ter
muitos efeitos colaterais. Para que uma segunda geração
destes medicamentos chegue ao mercado é ainda preciso
aprimorar os níveis de segurança de seu consumo.
Esta semana,
a revista Annals of Surgery publicou uma pesquisa sobre uma
importante
melhoria no desempenho dos médicos
que usam uma droga chamada modafinil, que serve para manter em
alerta a parte cognitiva do cérebro. Eles foram mais atentos
em sua rotina diária de trabalho e também tiveram
melhoria em sua memória. Mas não se sabe ainda
quais os riscos que os usuários dessas drogas correriam,
por consumirem tais medicamentos no longo prazo
Além disto, os pesquisadores da inteligência humana
não levam em consideração que existem vários
tipos de inteligência. Para os que valorizam as habilidades
lógicas, há um tipo de investimento. Os que imaginam
melhorar os níveis de inteligência emocional teriam
outras preocupações. E a melhoria da cada um destes
tipos pode exigir técnicas completamente diferentes e
implica conseqüências bastante distintas.
Outra grande
questão que ronda este tipo de pesquisa é determinar
quem são os usuários potenciais destes medicamentos.
Seria possível usar este recurso para, por exemplo, melhorar
a memória de testemunhas nos tribunais. Poderia a sociedade
procurar melhorar a capacidade de empatia de criminosos, de modo
a facilitar de forma eficaz a sua reabilitação?
- Para além dos usuários dos medicamentos, uma
coisa é certa: todas estas alterações irão
mudar drasticamente o que somos, as condições de
nossa existência e ordem das coisas dentro da sociedade.
Já não seria uma grande escola ou o bom exemplo
dos pais uma influência tão grande sobre as probabilidades
de um filho ter um desempenho melhor ou ser capaz de exceder
suas limitações ao longo da vida - comenta o professor
Andy Miah, Director do Centro Criativo de Pesquisas do Futuro
da Universidade do Oeste da Escócia, no Reino Unido.
Aqueles que
são cautelosos com esses medicamentos argumentam
que há muitas coisas que fazemos hoje, que exigem pouco
esforço, mas que podem ter efeitos similares para melhorar
o cérebro, como dormir bem, tomar café todas as
manhãs, ou comer peixes oleosos.
- Ninguém pode subestimar o esforço individual
e a educação. Mas a perspectiva de drogas inteligentes
poderia melhorar as condições gerais de muitas
pessoas. Se mais pessoas aprimorarem os seus níveis de
todas as formas de inteligência, então teremos todos
uma sociedade muito mais rica. É também por isso
que valorizamos a educação. Acreditamos que uma
mente iluminada pode fazer uma contribuição maior
para a sociedade e pode até levar a uma vida mais rica.
Isto não significa que apenas a educação
formal seria valiosa, mas que o mérito da aprendizagem
seria também universalmente compartilhada - avalia o dr.
Miah.
Esta nova
geração de medicamentos para melhorar
a concentração, o raciocínio e a memória
ainda causa muita polêmica entre cientistas, mas, quando
afinal chegar ao mercado, depois de passar por testes de segurança,
vão inaugurar uma nova etapa nas formas de aprendizado
e análise de desempenho de bilhões de seres humanos.
PORTAL
DA SAÚDE
Brasil
vai ampliar investimentos no setor oncológico
Ministério da Saúde cria rede de desenvolvimento
e inovação de fármacos anticâncer,
que vai incentivar pesquisas e produção nacional
na área
O Governo
Federal vai articular centros de referência
em farmacologia, pesquisa clínica e não-clínica
para direcionar suas atividades ao setor oncológico. A
Rede Nacional de Desenvolvimento e Inovação de
Fármacos Anticâncer (Redefac) foi instituída
pelo Ministério da Saúde nesta semana para estimular
a produção nacional de tecnologias terapêuticas
inovadoras na área, diminuir a dependência do mercado
externo em relação e elevar a competitividade da
indústria brasileira.
“Esta iniciativa representa a entrada do Brasil na produção
de tratamentos inovadores para o câncer, sendo hoje os
principais os biológicos, destacando-se os anticorpos
monoclonais. O nosso objetivo principal é facilitar o
acesso da população ao que há de mais moderno
em saúde, com o melhor custo-benefício”,
afirmou o secretário de Ciência, Tecnologia e Insumos
Estratégicos, Carlos Gadelha.
O BNDES e
o Ministério da Saúde inicialmente vão
investir R$ 7,5 milhões para montar a rede, que será administrada
pelo Instituto Nacional de Câncer (Inca) e composta por
grupos de pesquisa e desenvolvimento ligados a instituições
públicas brasileiras, tais como Fiocruz, BNDES, Laboratório
Nacional de Biociências e Finep. A gestão da rede
também contará com o apoio da Fundação
Ary Frauzino para Pesquisa e Controle do Câncer (FAF),
entidade filantrópica privada, sem fins lucrativos, cujo
objetivo é apoiar o Inca na Política Nacional de
Prevenção e Controle do Câncer.
A Redefac
vai estabelecer uma política priorizando o
potencial translacional de projetos de pesquisa e desenvolvimento
de medicamentos anticâncer, monitorar e apoiar a proteção
intelectual de resultados desses projetos e incentivar e negociar
a transferência de tecnologias. Além disso, implementará programas
de capacitação de recursos humanos voltados para
oncologia.
O governo
investe R$ 2,5 bilhões por ano em pesquisa
e produção nacional de produtos oncológicos.
CUBA
A Redefac
consolida um movimento que o Ministério da
Saúde já vinha fazendo. Em setembro, fechou com
Cuba parceria de cooperação tecnológica
que envolve a produção nacional, via transferência
de tecnologia cubana, de sete inovadores medicamentos oncológicos.
Os acordos prevêem prioridade para o registro deles na
Anvisa e a conseqüente avaliação tecnológica
deles para possível incorporação no SUS.
A maioria dos medicamentos é composta por anticorpos monoclonais,
que estão na fronteira da biotecnologia mundial por não
atacarem células saudáveis. Apenas as cancerígenas
são atingidas por este tipo de medicamento, o que evita
efeitos colaterais. Os medicamentos vão tratar principalmente
de tumores de origem epitelial, de pulmão, leucemia, mama
e colo retal.
“É uma prioridade para o Brasil a ampliação
dos acordos internacionais e as Parcerias para o Desenvolvimento
Produtivo (PDPs) para transferência de tecnologia e produção
nacional de novos medicamentos voltados ao tratamento de doenças
prevalentes na população brasileira”, afirma
o ministro Alexandre Padilha. As PDPs têm contribuído
para a redução do déficit na balança
comercial, já que o Brasil importava quase que a totalidade
de seus insumos. Esta estratégia se insere nas diretrizes
do Plano Brasil Maior ao colocar a inovação em
saúde no centro da política nacional de desenvolvimento.
AGENDA
- HOSPITAL BUSINESS 2011
27 E 28 DE Outubro de 2011 / Copacabana / Rio de Janeiro
O Hospital
Business reúne congresso científico
e exposição de produtos, serviços e equipamentos;
possibilitando o intercâmbio de conhecimento em um espaço
de proposição e debates de idéias, onde
profissionais se encontram para pensar a formação
e agregar conhecimento aliado à experiência profissional.
A exposição, em uma era cada vez mais digital, é o único
canal onde o comprador, o vendedor e o produto se encontram fisicamente – uma
força potente para os negócios que possibilita
que os profissionais tenham acesso à lançamentos
de novos produtos, novas tecnologias que terão impacto
significativo em sua atuação profissional.
Inscrições:
http://www.hospitalbusiness.com.br/inscricao2011.asp
Contato: http://www.hospitalbusiness.com.br/contato.asp
-
X Encontro Nacional de Economia da Saúde
O X Encontro
Nacional de Economia da Saúde será realizado
nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 2011, no Hotel Embaixador,
na cidade de Porto Alegre/RS.
Mais informações: http://www.ppge.ufrgs.br/abres/index.php
- Custos na Saúde e Pagamento por Pacotes
Unidas / AssPreviSite
27 e 28 de outubro de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Fornecer
elementos para análise da constituição
e do perfil dos custos da assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização
mediante formatação de pacotes para o pagamento
dos serviços.
- Fornecer
noções de Economia Básica
e de custos em geral.
- Identificar
os componentes dos custos na assistência à saúde.
- Identificar
fatores que agravam os custos na saúde
- Destacar
mecanismos de regulação na utilização
dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos
assistenciais.
- Avaliar
o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar.
- Avaliar
a repercussão da atuação da ANS,
do Poder Judiciário, Ministério Público
e PROCON nos custos de assistência à saúde.
- Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.
- Analisar
recomendações para formatação,
formalização e operacionalização
de pacotes.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Saúde Suplementar: Quem está satisfeito?
AssPreviSite
04 de Novembro de 2011
Quando nenhum dos atores de um sistema se encontra satisfeito
alguma coisa estranha acontece no mesmo!
Num ano com
muitas propostas e mudanças oriundas da ANS
vamos promover um debate que busca:
- Avaliar
o contexto da situação de um sistema
em que não encontramos, em princípio, nenhum de
seus atores satisfeitos;
- Entender
o cenário 2011, com destaque para os temas
das recentes ações da ANS e seus desdobramentos
e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais
atores do sistema; e
- Realizar
uma leitura das perspectivas para o segmento de saúde
suplementar frente ao cenário que se apresenta para 2012.
Assim, no
próximo dia 04 de novembro, em São Paulo,
das 9h00 às 17h00, acontece uma reunião de dirigentes,
gestores e profissionais para debater a situação
atual do sistema de saúde suplementar.
Tendo como
convidados destacados nomes de especialistas, dirigentes de
entidades
associativas e empresas do segmento vamos verificar
e avaliar tantas e tantas ações da ANS neste ano
de 2011 (que resultados trouxeram, os desdobramentos e suas conseqüências,
como se pode analisar o status vigente) e o que se pode esperar
para 2012 neste importante sistema.
O sistema
melhorou em 2011? Em que e para quem? Houve desenvolvimento
ou retração?
O que se visualiza para 2012?
Se você compartilha desta percepção, vamos
conversar a respeito! Participe desta oportuna e estratégica
reunião! A taxa de adesão é de R$ 300,00
(trezentos reais). Informações e reservas pelo
e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
14º Congresso
Unidas
Unidas / AssPrevISite
Inovações e Desafios da Saúde
Suplementar
Dias 21 e 22 de novembro de 2011
Hotel Maksoud
Plaza São Paulo
Alameda Campinas,
150 - Bela Vista - São Paulo/SP
Promover
o desenvolvimento e a capacitação dos
líderes da saúde suplementar é o objetivo
maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas
atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores,
além de oportunizar a troca de informações,
experiências e conhecimento entre os players do setor.
Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo
período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços
para Planos de Saúde que irá apresentar as mais
recentes inovações e soluções tecnológicas
para a gestão da área da saúde. Para ser
expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão
fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos
e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.
Participem
do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de
Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade
do segmento de autogestão dependerá do crescimento
e capacitação profissional daqueles que lutam e
contribuem por um sistema de saúde justo para todos os
brasileiros.
Informações
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html