Leia
nesta edição:
- Bradesco
lança
plano com cobertura nacional
- Hospital
Ernesto Dornelles inaugura Serviço de Nutrologia
- Combate à dengue no Rio chega aos piscinões
de Ramos e São Gonçalo
- Aumenta
o número de empresas que recompensam quem cuida
da saúde
- Cai apoio
nos EUA para plano de saúde de Obama, diz
pesquisa
- Programas
estaduais e municipais mostram o caminho da atenção
integral à primeira infância
- Cidades
da Paraíba podem ter que devolver ambulâncias
do Samu
- Entidades
médicas debatem proposta sobre saúde
suplementar com deputado
- Proposta
brasileira sobre desastres é aprovada pela
WMA
- Congresso
aprova mais R$ 257 mi para o Farmácia Popular
- Comissão da Câmara aprova PEC que cria carreira
de estado para médicos
- Saúde
entra na campanha para combater o racismo
- Anvisa
e estados discutem reuso de lençóis hospitalares
- Saúde
credencia mais 26 leitos de UTI no RS
- Parceria
capacita profissionais da saúde em Rondônia
- Ministério
autoriza novos recursos para 14 estados
Sexta-feira, 28.10.11
JORNAL DO COMMERCIO
Bradesco
lança
plano com cobertura nacional
A Bradesco
Saúde, líder do segmento de seguradoras
de saúde, lançou o Saúde Nacional Flex,
um plano com cobertura nacional que reúne grande flexibilidade
na contratação, para atender a demanda corporativa
com preço competitivo e adequado ao orçamento de
pequenas, médias e grandes empresas.
O grande
diferencial desse plano de saúde é a
combinação de uma rede referenciada qualificada
e bem dimensionada com abrangência geográfica que
alcança todos os estados brasileiros. O segurado também
tem à sua disposição os chamados centros
de referencia, hospitais que oferecem as melhores condições
para a realização de procedimentos médicos
especializados.
O novo produto
garante livre escolha de prestadores e cobertura médica completa, ambulatorial e hospitalar com obstetrícia.
Além de vantagens como descontos em farmácias,
os usuários também dispõem de estrutura
de central de atendimento 24 horas e reembolso de despesas (dentro
dos limites contratados), com acompanhamento de status pelo Portal
Bradesco Saúde, Portal WAP e aplicativo iPhone e iPad.
Premiação
Pelas iniciativas
de responsabilidade social e de sustentabilidade que realiza,
o grupo Bradesco Seguros foi destaque no 2° Prêmio
Instituto Pró-Cidadania de Responsabilidade Social, na
categoria Valorização da Diversidade, ocorrido
quarta-feira última, em São Paulo. Para o diretor
de Gestão de Pessoas do grupo, Enrique Adan, esse reconhecimento
estimula a manutenção das atuais ações
e o desenvolvimento de novos projetos.
SAÚDE
WEB
Hospital
Ernesto Dornelles inaugura Serviço de Nutrologia
No dia 3
de novembro, o Hospital Ernesto Dornelles inaugura o seu Serviço
de Nutrologia, com palestra de Durval Ribas Filho, presidente
da ABRAN.
No dia 3
de novembro, o Hospital Ernesto Dornelles inaugura o seu Serviço de Nutrologia. O evento está marcado
para as 19h, no anfiteatro do Hospital (Av. Ipiranga, 1801 – térreo).
A abertura será realizada pelo superintendente médico
do HED, Ricardo Guterres, seguida da palestra “O Momento
Atual da Nutrologia e sua Interação com as Especialidades
Médicas”, ministrada pelo presidente da Associação
Brasileira de Nutrologia (ABRAN), Durval Ribas Filho. O chefe
do novo serviço do Hospital, Paulo Henkin, encerra o evento
falando sobre “Quem está em risco nutricional?”. Às
20h20min, será servido um coquetel.
Conheça
mais a Nutrologia:
O serviço de Nutrologia do HED estará voltado
para a promoção da saúde e tratamento de
inúmeras doenças que apresentam uma correlação
direta com a alimentação, como infartos e derrames,
câncer, obesidade, diabetes, hipertensão arterial,
osteoporose, etc. A atuação será em nível
ambulatorial e hospitalar: pacientes internados em clínica,
UTI ou cirurgia.
A Nutrologia é a especialidade médica que estuda
a relação entre o hábito alimentar das pessoas
e a relação com a saúde e a doença.
Atua no Brasil desde os anos 70 e tem apresentado resultados
espetaculares na promoção da saúde, além
de ser parte importante na terapêutica de diversas doenças
e condições especiais de determinados pacientes.
O papel da
Nutrologia em pacientes internados em hospitais (nutroterapia)
vem constantemente
sendo demonstrado como capaz de impactar na
qualidade de vida e recuperação dos pacientes,
na redução de co-morbidades e da mortalidade, no
tempo médio de internação e na redução
dos custos hospitalares.
O Serviço tem como um de seus principais objetivos, contribuir
para a excelência do atendimento no HED.
CORREIO DO BRASIL
Combate à dengue no Rio chega aos piscinões de
Ramos e São Gonçalo
Neste sábado (29), das 8 às 12 horas, militares
do Corpo de Bombeiros do Estado do Rio de Janeiro estarão
no Piscinão de Ramos – subúrbio da Zona Norte
da capital – para mais uma ação de combate à dengue.
O objetivo é conscientizar a população
sobre as formas de atuação preventiva contra a
proliferação do Aedes Aegypti. Serão distribuídas
cartilhas explicativas com medidas que podem ser adotadas para
eliminar os focos e criadouros do mosquito.
O grupo de
mobilização antidengue do CBMERJ fará novas
ações nas próximas semanas. As atividades
acontecem sempre aos sábados e em locais com grande fluxo
de pessoas.
De acordo
com o Coordenador-Executivo do projeto, Capitão
BM Daniel Barcellos, a iniciativa vai contribuir para que o impacto
sobre uma possível epidemia seja minimizado.
Segundo Barcellos,
no último fim de semana, os bombeiros
participaram do evento Guerreiros conta a Dengue, realizado pela
Secretaria de Estado de Saúde do Governo do Estado, com
a participação da Prefeitura e Secretaria Municipal
de Saúde de Nilópolis.
“Setenta e cinco estabelecimentos comerciais foram visitados
e mais de 150 pessoas foram abordadas durante o evento. Consideramos
muito produtiva a nossa ida à Nilópolis. As campanhas
contra a dengue são de fundamental importância para
que os moradores do nosso Estado se acostumem a tratar a Dengue
como algo presente e sério. Ações como essa
fazem com que nossa esperança na erradicação
da doença torne-se mais próxima da realidade em
que vivemos”, disse.
A Secretaria
de Estado de Saúde também promove
neste sábado (29), a partir das 9h, mais um evento de
mobilização social no combate à dengue.
A campanha 10 Minutos Contra a Dengue estará no Piscinão
de São Gonçalo, com agentes e recreadores mobilizados
para orientar a população sobre os cuidados que
todos precisam ter para evitar a proliferação de
focos do mosquito Aedes aegypti, o transmissor da dengue.
Estão previstas ainda atividades de recreação,
esquetes teatrais, teatro de bonecos, jogo de vôlei com
artistas, exposição do ciclo do mosquito, entre
outras. As ações educativas serão destinadas
tanto para as crianças como para os adultos e contarão
com a participação do Corpo de Bombeiros.
VALOR
ECONÔMICO
Aumenta
o número de empresas que recompensam quem cuida
da saúde
Letícia
Arcoverde
O número de empresas que utilizam incentivos e punições
financeiras para quem participa - ou não - dos programas
de gerenciamento da saúde promovidos pelas companhias
está crescendo nos Estados Unidos. Segundo uma pesquisa
da Towers Watson com cerca de 250 empresas de médio e
grande porte, entre 2009 e 2011 a porcentagem de companhias que
oferecem recompensas em dinheiro para quem participa em programas
do tipo cresceu cerca de 50%. A pesquisa estima que, no ano que
vem, quatro em cada cinco instituições americanas
irão oferecer algum tipo de incentivo em troca da participação
em programas de acompanhamento de saúde.
No mesmo
período, o número de corporações
que fazem uso de punições para a não-participação
nos programas passou de 8% para 19%, e deve crescer para 38%
em 2012.
Cerca de
12% das empresas pesquisadas disseram recompensar e punir os
funcionários com base nos resultados de exames
médicos (a partir do nível de colesterol dos profissionais,
por exemplo). Para 2012, mais 16% planejam instituir o sistema,
o que aumentaria o número para quase um terço das
companhias.
REUTERS
Cai
apoio nos EUA para plano de saúde de Obama, diz pesquisa
Segundo pesquisa
mensal feita pela Kaiser Family Foundation, em outubro, 51%
dos consultados
disseram que tinham uma opinião
desfavorável à reforma do sistema de saúde
do presidente Barack Obama
A opinião dos norte-americanos sobre a reforma do sistema
de saúde do presidente Barack Obama chegou a seu ponto
mais baixo desde que a lei foi aprovada em março de 2010,
segundo uma pesquisa mensal feita pela Kaiser Family Foundation,
uma entidade não partidária e sem fins lucrativos.
A opinião pública estava dividida sobre a lei
desde sua aprovação, mas em outubro 51% dos consultados
disseram que tinham uma opinião desfavorável, enquanto
34% disseram que sua opinião era favorável, mostraram
resultados da pesquisa divulgada nesta sexta-feira.
Em setembro,
a divisão era de 43% a 41%. A diferença
de outubro é a mais próxima da que a pesquisa registrou
em julho de 2010, quando a divisão estava em 50% e 35%.
A diferença aumentou em parte porque a lei parecia estar
perdendo força entre os democratas, cujo apoio caiu para
seu ponto mais baixo, ficando em 52%- em setembro, era de 65%.
Embora os
democratas ainda sejam bem mais propensos a ver a lei de forma
favorável
do que os republicanos ou independentes, a porcentagem dos
democrata que disseram que eles e seus familiares
estavam melhor com a lei caiu de forma significativa para 27%
em outubro, dos 43% registrados em setembro.
Com os republicanos
tentando derrubar Obama em 2012, a lei do sistema de saúde
virou um dos pontos centrais da campanha eleitoral.
A pesquisa
Kaiser Health entrevistou uma amostra aleatória
nacional de 1.223 norte-americanos com mais de 18 anos de idade
entre 13 e 18 de outubro por telefone.
INTELIGEMCIA
Programas
estaduais e municipais mostram o caminho da atenção
integral à primeira infância
A experiência e os avanços obtidos por programas
estaduais e municipais de atenção à saúde
da gestante e da primeira infância foram o foco do segundo
dia de debates do seminário “Cidadão do Futuro – Políticas
para o Desenvolvimento na Primeira Infância”, promovido
em Brasília pela Secretaria de Assuntos Estratégicos
e pela Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República. Temas como o fortalecimento de vínculos
familiares, a importância das visitas domiciliares no atendimento à primeira
infância, o protocolo único de atendimento e a garantia
de condições para um parto e um puerpério
adequados foram debatidos por especialistas com representantes
dos estados do Rio Grande do Sul, Acre, Pernambuco, São
Paulo, Ceará, Rio de Janeiro, Paraná e Santa Catarina.
Ao abrir
os debates, o ministro Moreira Franco ressaltou a importância
de firmar um compromisso entre os órgãos do governo
para a consolidação da Política de Desenvolvimento
Integral na Primeira Infância, desenhada para crianças
na faixa etária de 0 a 3 anos pela Secretaria de Assuntos
Estratégicos. “Temos diversos programas governamentais
para a criança de até 3 anos, mas eles não
se comunicam. Nosso desafio é reunir essas ações
localizadas e oferecer uma única porta de entrada para
o atendimento à primeira Infância”, afirmou.
A ministra
da Secretaria de Direitos Humanos, Maria do Rosário
Nunes, presente ao evento, reforçou a importância
da articulação entre os órgãos do
governo abrangendo saúde, educação e cidadania.
A ministra aposta na educação infantil como prioridade
nas diretrizes da política do governo. “Nosso desafio é oferecer
creches para todas as crianças brasileiras. Queremos um
padrão mínimo de qualidade com diretrizes determinadas
pelo Ministério da Educação.”
Paulo Vicente
Bonilha Almeida, coordenador da área técnica
de Saúde da Criança e Aleitamento Materno do Ministério
da Saúde, falou durante o evento sobre o programa nacional
Rede Cegonha, que, segundo ele, consolida nacionalmente os avanços
municipais e estaduais espalhados pelo país no acompanhamento
pré-natal, ao parto e ao puerpério, como os programas
de Curitiba, São Paulo e Florianópolis. “Não
precisamos inventar a roda”, afirmou. “As experiências
estão aí”. Almeida elencou alguns dos desafios
do programa e do país, como reduzir a ainda “vergonhosa” mortalidade
materna e a “epidemia” de cesarianas e mudar as práticas
com as quais as ações tem sido feitas. Para isso,
o Rede Cegonha trabalha para aumentar a autonomia da mulher,
garantir a presença das gestantes nas consultas, inclusive
por meio de ajuda financeira, resgatar o parto como um evento
natural, garantir o acompanhamento da mãe no momento de
dar à luz e fortalecer os vínculos do pai com a
criança.
Visitas domiciliares
Experiências da cidade de Sobral, no Ceará, e dos
estados do Acre e do Rio Grande do Sul com atendimento domiciliar
foram apresentadas aos especialistas presentes ao evento, dentro
do entendimento de que qualquer serviço de atenção
integral à primeira infância deve incluir ações
ativas de busca das mães em suas casas, bem como levar às
crianças e suas famílias, em seus próprios
domicílios, orientação, apoio e estímulo
ao desenvolvimento infantil.
No Acre,
o programa Asas da Florestania Infantil leva educação
a crianças de 4 a 5 anos, isoladas da rede de ensino por
morarem em comunidades rurais de difícil acesso. Os agentes
de educação visitam até 10 famílias,
duas vezes por semana, e trabalham com as crianças estimulando-as
a brincar, ler e conhecer letras e números. Algumas vêem
espelhos, escovas de dente e material impresso pela primeira
vez com a chegada do agente. Em Sobral (CE), o programa municipal
Trevo de Quatro Folhas, da secretaria municipal de Saúde
e Ação Social, criou a figura das mães sociais,
mulheres da comunidade que são capacitadas e remuneradas
e atuam dando apoio a gestantes ou mães com filhos de
até dois anos, inclusive ajudando-as nas tarefas domésticas.
No Rio Grande do Sul, dentro do Programa Primeira Infância
Melhor (PIM), da Secretaria de Estado da Saúde, . equipes
multidisciplinares visitam semanalmente as famílias e
dão orientação sobre como estimular as crianças,
além de atuar para intensificar os vínculos familiares
e afetivos. As ações envolvem os pais, os avós
e outros parentes da criança.
Protocolo único
As iniciativas
positivas na criação de um protocolo único
de atendimento à criança foram debatidas a partir
das experiências dos programas municipais de saúde
materno-infantil das cidades de Curitiba, São Paulo e
Florianópolis.
O programa
Mãe Curitibana é pioneiro no Brasil
na organização da atenção materno-infantil
e funciona desde 1999. A iniciativa se baseia no vínculo
que se estabelece com a mulher. Mãe e bebê são
acompanhados pelo sistema público de saúde durante
toda a gravidez até 40 dias após o nascimento.
De acordo com o coordenador Programa Mãe Curitibana da
Secretaria Municipal de Saúde de Curitiba, Edvin Javier
Boza Jimenez, desde a criação do programa, perto
de 200 mil mulheres e seus bebês foram acompanhados e 85%
das gestantes vinculam-se até o 4º mês de gestação.
Quase 70% dos partos das Mães Curitibanas – que
representam cerca de 60% das gestantes da cidade – são
normais.
Creches
A cidade
de Petrolina (PE) conta com um modelo alternativo às
creches convencionais, em parceria com iniciativa público
e privada. O projeto “Nova Semente”, apresentado
pelo prefeito, Julio Lossio, atende crianças e oferece
assistência médica, alimentação e
cuidados especiais dentro da creche. Também inclui oferta
de cursos profissionalizantes, prevenção, educação
e saúde para pais e cuidadores. Cada unidade atende 60
crianças e são construídas de forma padrão.
Em Campinas,
o projeto Nave-Mãe, as nove creches nas
regiões periféricas da cidade são geridas
em uma parceria bem sucedida entre governo e o terceiro setor.
As escolas, segundo explicou Márcio Rogério Silveira
de Andrade, da prefeitura de Campinas, utilizam uma nova metodologia
de ensino baseada em pedagogia dos sentidos, buscando o desenvolvimento
do caráter e da personalidade das crianças, estimulando
e dando igualdade de oportunidade em fases seguintes do ensino,
para a formação integral do futuro cidadão.
Uma das ações é a criação
de um minimuseu científico instalado dentro das creches,
que seguem uma tematização e são compostos
de equipamentos para simular experimentos científicos.
O seminário “Cidadão do Futuro – Políticas
para o Desenvolvimento na Primeira Infância” foi
elaborado com o objetivo de discutir todos os aspectos que influenciam
o pleno desenvolvimento da criança durante os primeiros
anos de vida. O assunto, considerado estratégico para
o país, é um dos eixos de ação da
SAE, que formulou uma proposta de política pública
nacional direcionada à atenção às
crianças de 0 a 3 anos, fase considerada fundamental para
a formação do indivíduo. Existem hoje no
país cerca de 12 milhões de crianças nesta
faixa etária.
G1
Cidades
da Paraíba podem ter que devolver ambulâncias
do Samu
Ministério da Saúde deu dezembro como prazo para
elas funcionarem. Assunto foi discutido em audiência pública
na quinta-feira (27)
Cidades da
Paraíba podem ter que devolver ambulâncias
entregues pelo Ministério da Saúde , em 2010, para
funcionamento do Serviço de Atendimento Móvel de
Urgência (Samu) em função de pendências
com o governo federal. O Ministério da Saúde estabeleceu
dezembro como prazo para que os gestores regularizem o funcionamento
dos veículos, caso isso não aconteça eles
correm o risco de perdê-los.
Na quinta-feira
(27) uma audiência no Ministério
Público em João Pessoa, promotores discutiram a
gestão da rede Samu no Estado. Na reunião ficou
decidido que os administradores dos municípios terão
que tomar providências para colocar os veículos
em funcionamento.
No dia 25
de setembro uma reportagem do Fantástico percorreu
sete estados mostrando a situação precária
do Samu. Na Paraíba, um dos estados que mais receberam
ambulâncias no ano passado, foi constatado que dos 160
novos carros 90 ainda estavam parados e nunca haviam sido utilizadas
para atender a população.
Durante a
audiência de quinta-feira, a coordenadora do
Centro de Apoio Operacional às Promotorias de Saúde,
Adriana Amorim, explicou que o MP recomendou que os promotores,
nas suas respectivas comarcas, cobrem dos prefeitos providências
para colocar as ambulâncias em funcionamento.
Ainda de
acordo com Adriana, apesar da entrega das ambulâncias,
alguns municípios não tinham a capacidade de colocar
o serviço de Samu para operar. “O Ministério
da Saúde colocou prazos para os municípios atenderem
aos critérios mínimos para o funcionamento do Samu
sob pena de recolher essas ambulâncias”, disse.
O secretário de Saúde do Estado, Waldson de Souza,
que também esteve na audiência informou que o Ministério
da Saúde estabeleceu prazo até dezembro para as
ambulâncias entrarem em funcionamento senão elas
deverão ser devolvidas. Ele disse ainda que as prefeituras
que não tiverem condições de cumprir as
pendências neste prazo terão que entregar o veículo
para ser remanejado para outra cidade.
Segundo o
coordenador de Urgência e Emergência da
Saúde estadual, Walber Frazão, das 160 novas ambulâncias
do Samu recebidas pelo Estado, em 2010, 84 já estão
operando e 76 estão paradas.
AMB
Entidades
médicas debatem proposta sobre saúde
suplementar com deputado
Nesta quarta-feira,
26 de outubro, representantes das três
entidades médicas nacionais reuniram-se com o deputado
federal Mandetta (DEM/MS) para tratar da proposta de atualização
da Lei nº 9656, que regulamenta os planos de saúde.
O deputado pretende criar um Conselho Nacional de Saúde
Suplementar (CNSS), cujo intuito será solucionar os problemas
imediatos em torno dos planos e seguros privados de saúde.
Este Conselho
terá caráter deliberativo e poderá definir
diretrizes e controlar a execução da política
no setor. Será composto pelo presidente da Agência
Nacional de Saúde Suplementar (ANS) ou representante,
pelo secretário de Direito Econômico do Ministério
da Justiça, e por representantes dos ministérios
do Trabalho e da Previdência Social, por 16 representantes
dos consumidores (8 titulares e 8 suplentes, contemplando todas
as regiões do País), 8 representantes dos trabalhadores
em saúde (4 titulares e 4 suplentes) e 8 representantes
das operadoras (4 titulares e 4 suplentes).
"Se aprovada, a proposta do deputado Mandetta mudará o
paradigma de atuação da ANS e democratizará as
atividades exercidas por esta agência", disse Jurandir
Ribas Filho, representante da AMB na reunião.
O deputado
será relator da proposta na Subcomissão
Especial Destinada a Avaliar o Sistema de Saúde Complementar,
vinculada à Comissão de Seguridade Social e Família
da Câmara. O texto final será discutido e votado
no dia 9 de novembro.
Mediação
de conflitos
Mandetta
argumenta que a ANS se preocupa apenas com os aspectos financeiros
e
administrativos das operadoras. Para o relator, é preciso
criar um fórum deliberativo para mediar conflitos e pactuar
avanços em um setor que corre risco de entrar em colapso
a médio e longo prazos. "Há uma falha muito
clara na lei que regulamenta os planos de saúde e cria
a Agência Nacional de Saúde Suplementar porque ninguém é responsável
por dirimir conflitos e não há nenhum espaço
de negociação."
O relator
acrescenta que a agência não tem a competência
de mediar, por exemplo, as relações entre médicos
e planos de saúde. "O consumidor está pagando
essa conta porque o médico faz paralisações
pontuais. Os médicos estão se organizando em cooperativas
e estão saindo do plano de saúde, tornando o setor
muito concentrado. A agência não dá conta
do volume de reclamações".
Segundo Mandetta,
o conselho nacional poderá, inclusive,
definir critérios para que a ANS desempenhe melhor o seu
papel de regulação e de intervenção
no mercado. O relator afirma ainda que o diálogo articulado
no conselho vai funcionar como elemento estabilizador.
AMB
Proposta
brasileira sobre desastres é aprovada pela WMA
Além de ter empossado o presidente da AMB José Luiz
Gomes do Amaral na presidência da Associação
Médica Mundial, a 150ª Assembleia Geral da entidade
também aprovou por unanimidade a proposta brasileira sobre
desastres, entrando para a história como a primeira proposta
brasileira aprovada na WMA. A partir da sua aprovação,
a sugestão brasileira foi transformada no documento "Declaração
de Montevidéu", ganhando importância e conotação
internacional.
"O simples fato de ter sido transformada em Declaração
reflete a importância da Associação Medica
Mundial sobre o tema, reforçando o papel que todas as
suas Associações filiadas devem, a partir de agora,
ter em relação a situações de desastres",
explica o ex-presidente da AMB e atual da Associação
Médica Mundial José Luiz Gomes do Amaral.
Quinta-feira, 27.10.11
AGÊNCIA SAÚDE
Congresso
aprova mais R$ 257 mi para o Farmácia Popular
Por Bárbara
Semerene
Sucesso do
programa levou parlamentares a confirmar crédito
adicional. O número de beneficiados com medicamentos gratuitos
triplicou desde janeiro
O programa
Farmácia Popular ganhou recursos adicionais,
o que garante a contínua ampliação do programa.
Serão R$ 257 milhões para ampliar o orçamento
original de 2011, que era R$ 472 milhões. O crédito
extra foi aprovado pelo Congresso Nacional e segue para sanção
presidencial. O valor será destinado ao abastecimento
e à distribuição de medicamentos nas farmácias
populares da rede própria (administradas pelo governo
federal), além do ressarcimento às farmácias
da rede privada credenciadas ao Aqui Tem Farmácia Popular.
“A demanda por mais recursos é um reflexo do sucesso
do programa Farmácia Popular, impulsionado pela ação
Saúde Não Tem Preço, que em fevereiro tornou
gratuitos os medicamentos para hipertensão e diabetes”,
explica o secretário de Ciência, Tecnologia e Assuntos
Estratégicos, Carlos Gadelha. Desde o início do
ano, 7,7 milhões de pessoas foram beneficiadas pelo programa.
O número de beneficiados cresceu 183% com o lançamento
do Saúde Não Tem Preço, saltando de 1,2
milhões de atendimentos em janeiro para 3,5 milhões
em setembro.
O número de beneficiados só com medicamentos gratuitos
para hipertensão e diabetes cresceu 239% no mesmo período,
passando de 853 mil, em janeiro, para 2.888.956, em setembro.
Também cresceu o número de farmácias privadas
credenciadas ao programa: de 15 mil em fevereiro para mais de
20 mil atualmente.
Por conta
deste crescimento, o programa Farmácia Popular
já havia consumido R$ 548 milhões em setembro,
extrapolando em R$ 76 milhões o orçamento anual
original.
As farmácias da rede privada credenciadas ao programa
oferecem 25 produtos: além dos gratuitos para hipertensão
e diabetes, há medicamentos com até 90% de desconto
para o tratamento de outras doenças, tais como colesterol,
Parkinson, glaucoma, rinite. Também são disponibilizados
anticoncepcionais e fraldas geriátricas, essas indicadas
para pessoas com mais 60 anos. As farmácias da rede própria
oferecem 113 itens.
A hipertensão arterial acomete 23,3% da população
adulta brasileira maior de 18 anos, segundo dados do estudo Vigilância
de Risco e Proteção para Doenças Crônicas
por Inquérito Telefônico (Vigitel), de 2010. De
acordo com a mesma pesquisa, o diabetes atinge 6,3% da população
adulta, sendo mais prevalente em mulheres (7%) do quem em homens
(5,4%).
Outros recursos
Além do recurso direcionado ao programa Farmácia
Popular, o Congresso Nacional aprovou outros projetos de créditos
adicionais ao Ministério da Saúde. O PLN 20/2011
abriu o total de crédito suplementar de R$ 593.7 milhões.
Desse total, $ 462 milhões são direcionados à Assistência
Farmacêutica (R$ 257 milhões vão para o Farmácia
Popular), R$ 86,1 milhões foram direcionados para a Atenção
Básica, R$ 21 milhões para a Vigilância,
prevenção e controle de doenças e agravos.
Além disso, R$ 16,6 milhões para o aperfeiçoamento
do trabalho e da educação na saúde e R$
7,8 milhões para a regulação e fiscalização
de saúde suplementar (ANS).
A origem
dos recursos decorre de superávit financeiro,
da arrecadação com restituição de
recursos de convênios e da anulação parcial
de outras dotações orçamentárias.
AMB
Comissão da Câmara aprova PEC que cria carreira
de estado para médicos
A Comissão de Constituição e Justiça
e de Cidadania aprovou nesta quarta-feira a admissibilidade da
Proposta de Emenda à Constituição (PEC)
454/09, que cria a carreira de médico nos serviços
públicos federal, estadual e municipal e estabelece a
remuneração inicial da categoria em R$ 15.187,00,
semelhante à de juízes e promotores.
O objetivo
da proposta, de autoria dos deputados do DEM Eleuses Paiva
(SP) e Ronaldo
Caiado (GO), é criar uma carreira
de estado para os médicos. O relator, deputado Mendonça
Prado (DEM-SE), apresentou parecer favorável à proposta.
Ele rebateu o argumento do voto em separado do deputado Luiz
Couto (PT-PB) segundo o qual o texto interfere em pressupostos
constitucionais ligados à competência legislativa
de estados e municípios.
De acordo
com a PEC, a ascensão funcional do médico
de estado será realizada alternadamente pelos critérios
de merecimento e antiguidade, considerando o aperfeiçoamento
profissional, conforme normas estabelecidas pela Associação
Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina.
“Para se atingir níveis melhores na saúde
do País, é preciso que o Estado apresente políticas
consistentes para a reformulação das estruturas
físicas e para a organização de um plano
de carreira, cargos e salários que esteja à altura
da grandeza da ação dos profissionais de Medicina”,
argumentou o relator.
Para ele,
ao criar um piso salarial para os médicos,
a PEC dá o primeiro passo para que também outros
profissionais brasileiros sejam devidamente remunerados.
Tramitação
A proposta
será examinada por uma comissão especial
e, depois, votada em dois turnos pelo Plenário, sujeita à aprovação
de no mínimo 3/5 dos 513 deputados.
AGÊNCIA SAÚDE
Saúde
entra na campanha para combater o racismo
Acordo
assinado entre os ministros Padilha e Luiza Bairros impulsiona
ações de promoção da saúde
da população negra e pela igualdade racial
Ubirajara Rodrigues
O ministro
Alexandre Padilha e a ministra da Secretaria de Políticas
de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), Luiza
Bairros, celebraram o Dia Nacional de Mobilização
Pró-Saúde da População Negra, comemorado
hoje (27), com a assinatura de um acordo que assegura a adesão
do Ministério da Saúde à campanha “Igualdade
Racial é Pra Valer!”. A assinatura do acordo também
vai impulsionar ações no Sistema Único de
Saúde (SUS) para o enfrentamento do racismo.
O acordo
foi assinado durante reunião da Comissão
Intergestores Tripartite (CIT), que reúne representantes
das esferas de governo federal, estadual e municipal, na sede
da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas),
em Brasília.
No Brasil,
cerca de 50% da população brasileira é negra
ou parda. Segundo estimativa do Ministério da Saúde
esta parcela da população responde por, aproximadamente,
70% dos atendimentos no SUS. “Também chama a atenção
o fato que as taxas de mortalidade infantil e materna sejam maiores
entre a população negra”, disse o ministro
Alexandre Padilha.
A partir
do acordo com a SEPPIR, o Ministério da Saúde
vai desencadear as ações como a implementação
da Política Nacional de Saúde Integral da População
Negra, criada em 2009, e do Programa de Enfrentamento ao Racismo
Institucional. “Também queremos introduzir na formação
de profissionais de saúde o combate ao racismo”,
assegurou Padilha.
Para a ministra
da SEPPIR, Luiza Bairros, “um dos pontos
importantes desse acordo é que o Ministério da
Saúde assume o compromisso de enfrentar o racismo institucional”.
Para ela, a população negra precisa de atenção
coerente às suas necessidades.
Ações específicas - De acordo com o ministro
Alexandre Padilha, uma das metas do ministério, até 2014, é implantar,
em todos os estados, o teste do pezinho para a identificação
precoce da Anemia Falciforme – que atinge principalmente
a população negra. Anualmente, três mil crianças
nascem com doença falciforme no Brasil. Por ano, cerca
de 2,5 milhões de recém-nascidos têm acesso
ao exame da doença pelo SUS – há 16,2 mil
postos de coleta para teste do pezinho e 33 serviços de
referência.
ANVISA
Anvisa
e estados discutem reuso de lençóis hospitalares
Os representantes
das vigilâncias sanitárias dos
estados e a Anvisa discutiram, nesta quinta (27/10), em Brasília,
o reaproveitamento de lençóis e outros tecidos
utilizados em serviços de saúde. Durante o encontro,
os técnicos identificaram as situações de
reutilização destes materiais. O grupo também
debateu as novas regras para Comunidades Terapêuticas e
a estrutura de serviços de saúde.
De acordo
com a avaliação do grupo, é preciso
distinguir o reaproveitamento de sobras de tecidos que não
foram utilizados pelos serviços de saúde e aquelas
peças que já foram utilizadas no serviço.
Para produtos já utilizados pelos hospitais e descartados
após o fim da vida útil, o entendimento das vigilâncias
sanitárias e da Anvisa é que o processo de desinfecção
e lavagem é obrigatório para que o tecido possa
ser reutilizado com outra finalidade. Caso contrário,
o serviço de saúde deverá enquadrar o material
como resíduo e dar a destinação específica
de acordo com o grupo de risco biológico, químico,
radioativo ou perfurocortante definido na legislação
sanitária.
A reunião faz parte da série de medidas adotadas
pela Anvisa após identificar o desembarque no porto de
Suape, Pernambuco, de lixo hospitalar vindo dos Estados Unidos.
A importação de lixo é proibida pela legislação
brasileira e o material continua retido no porto e deve ser devolvido
ao exportador. Esta ação envolveu, além
da Anvisa, a Receita Federal, a Polícia Federal, o Ibama,
o Ministério das Relações Exteriores e o
FBI (polícia federal dos EUA).
De acordo
com a gerente geral de Tecnologia em Serviços
de Saúde da Anvisa, Diana Carmen Oliveira, o encontro
com as vigilâncias dos estados foi importante para que
todos apliquem as regras da mesma forma. O resultado da discussão
será transformado em RDC a ser publicada brevemente, em
complemento aos manuais já existentes sobre o assunto.
Esta RDC vem sendo discutida no âmbito da Anvisa desde
2009 e já passou por consulta pública.
A Anvisa
vai realizar, em parceria com o Hospital Sírio-Libanês,
uma vídeo conferência, dia 22 de novembro, às
10h, com os hospitais da Rede Sentinela sobre o reuso de lençóis
e outros itens de tecido provenientes de unidades de saúde.
A Rede Sentinela é composta por cerca de 200 hospitais
que monitoram de forma ativa a ocorrência de riscos nos
serviços de saúde. Também será produzido
um vídeo, didático, de orientação
aos serviços de saúde, sobre processamento, reciclagem,
reuso e descarte de tecidos hospitalares.
Comunidades
Terapêuticas
Durante a
reunião, os participantes também discutiram
as novas regras estabelecidas neste ano para as Comunidades Terapêuticas.
No último mês de julho, a Anvisa publicou a resolução
RDC 29/11, que trata das instituições que prestam
serviços de atenção a pessoas com transtornos
decorrentes do uso, abuso ou dependência de substâncias
psicoativas.
A norma trouxe
requisitos mais adequados à realidade
das comunidades terapêuticas. Uma novidade é que
as instituições precisarão ter um profissional
de nível superior como responsável técnico,
mas este profissional não precisará ser de alguma área
específica da saúde. A Anvisa apresentou as principais
mudanças para orientar a fiscalização destes
estabelecimentos que é responsabilidade das vigilâncias
sanitárias locais.
Outro tema
da pauta foi a resolução RDC 51/11,
aprovada dia 6 de outubro, e que atualiza as normas para estrutura
dos estabelecimentos de saúde. Com a atualização
dos requisitos técnicos para estes estabelecimentos, a
Anvisa quer divulgar para as vigilâncias a nova resolução.
No dia 28 de novembro, será realizada uma vídeo
conferência sobre o assunto.
AGÊNCIA SAÚDE
Saúde
credencia mais 26 leitos de UTI no RS
Com
esses, já são 821 novos leitos de terapia
intensiva neste ano. Entre janeiro e outubro, houve um crescimento
de 5% na oferta desse serviço no SUS
Por Camila Rabelo
O Ministério da Saúde autorizou o funcionamento
de mais 26 leitos de UTI em unidades de saúde do Rio Grande
do Sul e Goiás. Com as novas habilitações,
o número de leitos criados neste ano para o atendimento
de pacientes em estado grave chega a 821 no país – o
que representa expansão de mais de 5% na oferta em dez
meses. O investimento financeiro para a manutenção
dos novos serviços, credenciados em portaria publicada
nesta quinta-feira (27) no Diário Oficial da União,
será de R$ 3,5 milhões ao ano.
“Fizemos um grande esforço neste ano para atender
a todos os pedidos de criação de leitos de UTI
encaminhados pelas Secretarias Estaduais de Saúde. Estamos
trabalhando para atender as regiões que mais precisam
e, principalmente, integrar as redes de saúde”,
afirmou o Secretario de Atenção a Saúde
do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda
Magalhães. O Sistema Único de Saúde conta
hoje com 16.688 leitos de UTI para o atendimento gratuito da
população, 30% a mais que o total de 2007.
Dos 18 novos
leitos autorizados para o Rio Grande do Sul, 10 são neonatais, voltados ao atendimento de recém-nascidos.
Eles funcionarão no Hospital de Caridade de Canguçu,
localizado na parte sul do estado. Os outros 8 leitos de UTI,
voltados ao atendimento adulto, beneficiam a população
da cidade de Taquara. O Ministério da Saúde repassará um
adicional de R$ 2,48 milhões por ano para a manutenção
dos novos serviços no estado.
Em Goiás, foram criados oito novos leitos – quatro
para o Hospital Materno Infantil e quatro para a Santa Casa de
Misericórdia, ambos da capital Goiânia. O estado
receberá, por ano, mais R$ 1,1 milhão para a manutenção
desses serviços.
FIOCRUZ
Parceria
capacita profissionais da saúde em Rondônia
A elaboração de cursos de especialização
em Saúde da Família, na modalidade a distância,
foi acordada no dia 24/10, em Porto Velho, Rondônia, durante
reunião entre Fiocruz, Universidade Aberta do SUS (UnA-SUS)
e o governo daquele estado.
Os cursos
serão direcionados a profissionais de saúde
que integram as equipes da região. A ação
faz parte do acordo de cooperação firmado entre
a Fundação e o estado de Rondônia, que abrange áreas
como a de capacitação de recursos humanos.
AGÊNCIA SAÚDE
Ministério
autoriza novos recursos para 14 estados
Ao
todo, serão transferidos R$ 813,4 mil para municípios
para ser investidos em ações de vigilância
sanitária
O Ministério da Saúde autorizou a inclusão
de novos municípios de 14 estados brasileiros para receber
recursos do Componente de Vigilância Sanitária do
Bloco de financiamento de Vigilância em Saúde. Os
recursos serão transferidos do Fundo Nacional de Saúde
aos fundos municipais. De acordo com a Portaria 2.500/2011, serão
repassados, ao todo, R$ 813.412,68.
Municípios de 14 estados – Amazonas, Bahia, Espírito
Santo, Goiás, Maranhão, Mato Grosso, Minas Gerais,
Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande
do Sul, Rondônia, Roraima, e Tocantins - serão beneficiados
com as novas transferências.
Os recursos
são destinados à execução
das ações de vigilância sanitária,
provenientes das dotações orçamentárias
constantes do Programa “Vigilância e Prevenção
de Riscos Decorrentes da Produção e do Consumo
de Bens e Serviços”.
AGENDA
- HOSPITAL BUSINESS 2011
27 E 28 DE Outubro de 2011 / Copacabana / Rio de Janeiro
O Hospital
Business reúne congresso científico
e exposição de produtos, serviços e equipamentos;
possibilitando o intercâmbio de conhecimento em um espaço
de proposição e debates de idéias, onde
profissionais se encontram para pensar a formação
e agregar conhecimento aliado à experiência profissional.
A exposição, em uma era cada vez mais digital, é o único
canal onde o comprador, o vendedor e o produto se encontram fisicamente – uma
força potente para os negócios que possibilita
que os profissionais tenham acesso à lançamentos
de novos produtos, novas tecnologias que terão impacto
significativo em sua atuação profissional.
Inscrições:
http://www.hospitalbusiness.com.br/inscricao2011.asp
Contato: http://www.hospitalbusiness.com.br/contato.asp
-
X Encontro Nacional de Economia da Saúde
O X Encontro
Nacional de Economia da Saúde será realizado
nos dias 26, 27 e 28 de outubro de 2011, no Hotel Embaixador,
na cidade de Porto Alegre/RS.
Mais informações: http://www.ppge.ufrgs.br/abres/index.php
- Custos na Saúde e Pagamento por Pacotes
Unidas / AssPreviSite
27 e 28 de outubro de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Fornecer
elementos para análise da constituição
e do perfil dos custos da assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização
mediante formatação de pacotes para o pagamento
dos serviços.
- Fornecer
noções de Economia Básica
e de custos em geral.
- Identificar
os componentes dos custos na assistência à saúde.
- Identificar
fatores que agravam os custos na saúde
- Destacar
mecanismos de regulação na utilização
dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos
assistenciais.
- Avaliar
o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar.
- Avaliar
a repercussão da atuação da ANS,
do Poder Judiciário, Ministério Público
e PROCON nos custos de assistência à saúde.
- Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.
- Analisar
recomendações para formatação,
formalização e operacionalização
de pacotes.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
-
Saúde Suplementar: Quem está satisfeito?
AssPreviSite
04 de Novembro de 2011
Quando nenhum dos atores de um sistema se encontra satisfeito
alguma coisa estranha acontece no mesmo!
Num ano com
muitas propostas e mudanças oriundas da ANS
vamos promover um debate que busca:
- Avaliar
o contexto da situação de um sistema
em que não encontramos, em princípio, nenhum de
seus atores satisfeitos;
- Entender
o cenário 2011, com destaque para os temas
das recentes ações da ANS e seus desdobramentos
e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais
atores do sistema; e
- Realizar
uma leitura das perspectivas para o segmento de saúde
suplementar frente ao cenário que se apresenta para 2012.
Assim, no
próximo dia 04 de novembro, em São Paulo,
das 9h00 às 17h00, acontece uma reunião de dirigentes,
gestores e profissionais para debater a situação
atual do sistema de saúde suplementar.
Tendo como
convidados destacados nomes de especialistas, dirigentes de
entidades
associativas e empresas do segmento vamos verificar
e avaliar tantas e tantas ações da ANS neste ano
de 2011 (que resultados trouxeram, os desdobramentos e suas conseqüências,
como se pode analisar o status vigente) e o que se pode esperar
para 2012 neste importante sistema.
O sistema
melhorou em 2011? Em que e para quem? Houve desenvolvimento
ou retração?
O que se visualiza para 2012?
Se você compartilha desta percepção, vamos
conversar a respeito! Participe desta oportuna e estratégica
reunião! A taxa de adesão é de R$ 300,00
(trezentos reais). Informações e reservas pelo
e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
14º Congresso
Unidas
Unidas / AssPrevISite
Inovações e Desafios da Saúde
Suplementar
Dias 21 e 22 de novembro de 2011
Hotel Maksoud
Plaza São Paulo
Alameda Campinas,
150 - Bela Vista - São Paulo/SP
Promover
o desenvolvimento e a capacitação dos
líderes da saúde suplementar é o objetivo
maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas
atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores,
além de oportunizar a troca de informações,
experiências e conhecimento entre os players do setor.
Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo
período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços
para Planos de Saúde que irá apresentar as mais
recentes inovações e soluções tecnológicas
para a gestão da área da saúde. Para ser
expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão
fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos
e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.
Participem
do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de
Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade
do segmento de autogestão dependerá do crescimento
e capacitação profissional daqueles que lutam e
contribuem por um sistema de saúde justo para todos os
brasileiros.
Informações
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html