Leia
nesta edição:
- Planalto:
Saúde e Educação não
agem contra as fraudes
- Após denúncia,
recadastramento
- Quadro de grave descontrole no SUS
- Dilma elogia Lula, mas promete salto maior
- Sírio Libanês abre mais unidades em SP e Brasília
- Três perguntas a... Gonzalo Vencina Neto, Superintendente
do Hospital Sírio Libanês
- CNI intensifica
ações contra a criação
da CSS
- Bruno Sobral é aprovado
para a diretoria da ANS
- Seminário discutirá situação dos
trabalhadores da saúde
Terça-feira,
29.03.11
O Globo
Planalto:
Saúde e Educação não
agem contra as fraudes
Controlador
da União diz que ministérios têm
a pior fiscalização do governo
Diante das
fraudes na Saúde, o ministro da Controladoria-Geral
da União, Jorge Hage, admitiu ontem que o problema se
repete na Educação. Para ele, falta fiscalização,
e estes ministérios não agem para coibir irregularidades.
Na Saúde, R$662 milhões foram desviados em quatro
anos, como mostrou reportagem do GLOBO. Há dois anos,
a CGU, órgão ligado à Presidência
da República, apontou falhas na Saúde, mas nada
do recomendado foi feito. "Educação e Saúde
têm a pior fiscalização", afirmou Hage.
Após as denúncias, o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, disse que fará recadastramento geral
de unidades, médicos e prestadores de serviço do
SUS.
O Globo
Após denúncia,
recadastramento
Padilha anuncia checagem de unidades que atendem pelo SUS
BRASÍLIA. Após a revelação pelo
GLOBO dos desvios nos repasses do SUS para estados e municípios
e das fraudes em dados do cadastro do Programa Saúde da
Família, o ministro da Saúde, Alexandre Padilha,
anunciou ontem o recadastramento geral de unidades, médicos
e prestadores de serviço que atendem pelo SUS. Também
afirmou que serão criadas novas ferramentas para controlar
os repasses de recursos. Padilha, entretanto, não quis
marcar data para a reformulação do controle no
SUS, limitando-se a dizer que as medidas serão detalhadas "antes
do que vocês imaginam".
O ministro
não quis comentar porque as recomendações
para frear as irregularidades não foram atendidas antes,
considerando que o CGU fez alertas em julho de 2009.
- Assumi
o Ministério da Saúde em janeiro. Estamos
trabalhando para aprimorar os mecanismos do ministério.
A própria presidente determinou essa agenda conjunta,
Ministério da Saúde e CGU. Não vamos tolerar
qualquer tipo de desvio de recursos na área da saúde
- afirmou Padilha, horas depois de participar, com Dilma, do
lançamento da Rede Cegonha, em Belo Horizonte (MG).
O ministro
disse que as recomendações da CGU serão
atendidas e que as informações financeiras da Saúde
serão incorporadas ao Portal da Transparência. Desta
forma, a população terá acesso rápido
ao montante recebido por estados e prefeituras. Atualmente, 800
municípios sequer têm fundos de Saúde com
registro de CNPJ, regra básica para a transferência
de dinheiro. O ministro reconheceu que o controle exercido pelos
conselhos de saúde é insuficiente para coibir as
irregularidades.
- Não podemos jogar para as costas do controle social
a única responsabilidade do controle dos recursos da Saúde.
Nós, gestores, temos essa responsabilidade - admitiu.
Padilha também não comentou porque irregularidades
constatadas por auditorias do SUS em janeiro de 2010 - como no
município de Picos (PI) - não foram coibidas. Segundo
ele, SUS e CGU terão ações em conjunto:
- Se tem
alguém que defenda que auditor não faça
auditoria, não faço parte desse grupo. Auditoria
avalia tudo. Recursos financeiros, execução. Audita
tudo.
O Globo
Quadro de grave descontrole no SUS
Ao impedir
a prorrogação da CPMF, no final de
2007, o Senado acabou com um imposto ruim em todos os aspectos.
Pelo lado da economia, ao incidir várias vezes no ciclo
de produção de bens e serviços, o gravame
era mais um fator negativo contra a capacidade de competição
do país no exterior. No aspecto social, tratava-se de
um imposto iníquo, pois recaía proporcionalmente
mais sobre as pessoas de renda baixa. Mas o governo Lula, contrário à extinção
da CPMF - a julgar por sua plataforma social deveria ter sido
a favor -, traçava cenários catastróficos
para a área da Saúde, caso o imposto fosse suprimido.
Na verdade,
nada aconteceu. A baixa qualidade no atendimento na rede do
SUS continuou a
mesma. Não piorou, e nem faria
sentido piorar, porque a subtração dos R$40 bilhões
no Orçamento de 2008, decorrente do fim da contribuição,
foi mais que compensada pelo aumento do IOF e pelo próprio
crescimento da arrecadação, na esteira da expansão
econômica e dos ganhos de eficiência da insaciável
máquina da Receita. Em poucos meses, os R$40 bilhões
haviam sido repostos, enquanto a carga tributária como
um todo se mantinha em alta.
Logo, é uma falácia querer explicar as deficiências
do SUS pelo "subfinanciamento" do sistema devido ao
fim da CPMF. São inúmeras as evidências de
que a principal causa das mazelas na saúde pública é a
má administração desta gigantesca máquina,
em que bilhões de reais são transferidos entre
entes federativos, sem maiores controles e cuidados com uma prestação
de serviços com o mínimo de qualidade. Sem falar
em fraudes e na corrupção. São ilustrativas
reportagens publicadas domingo e ontem pelo GLOBO, das quais
surge um quadro de quase completo descontrole. De 2007 a 2010,
auditorias realizadas pelo Ministério da Saúde
e a Controladoria-Geral da União (CGU) constataram desvios
de R$662,2 milhões em repasses do Fundo Nacional de Saúde,
com o detalhe sugestivo de que apenas 2,5% das transferências
são fiscalizadas.
Pode-se imaginar
de quanto pode ser de fato o desvio total. Em números: nestes quatro anos, dos R$159,1 bilhões
transferidos para estados e municípios, acompanhou-se
o caminho de apenas R$4 bilhões. Mesmo assim, os desvios
auditados poderiam financiar a construção de 1.439
unidades básicas de saúde e 24 Unidades de Pronto
Atendimento (UPAs), além de pagar salários por
um ano de 1.156 equipes do programa Saúde da Família.
Outro foco de fraudes com o dinheiro do SUS é o cadastramento
de médicos no Saúde da Família. Há casos
de cadastros feitos apenas para municípios continuarem
a receber os repasses, cujo destino é obscuro. Um médico
aparece lotado no Hospital Regional de Araioses, no Maranhão,
sem que tenha estado lá nos últimos oito anos.
Por isso, constatou a CGU, a carga horária no Saúde
da Família não é cumprida em 40% dos municípios,
um escândalo. O governo Dilma Rousseff, portanto, tem razão
em encomendar uma radiografia do SUS. Mas as informações
levantadas pela CGU e o Ministério da Saúde são
suficientes para barrar a proposta insana de recriação
da CPMF. Serviria apenas para fazer desaparecer mais algumas
dezenas de bilhões do contribuinte neste buraco negro,
sem melhorar o SUS.
Apenas a íntima parcela de 2,5% dos repasses é fiscalizada
O Globo
Dilma elogia Lula, mas promete salto maior
Presidente
lança Rede Cegonha; que prevê investimento
de R$9,4 bilhões
Por Thiago Herdy
BELO HORIZONTE.
Ao lançar ontem o programa Rede Cegonha,
em Belo Horizonte, que prevê investimentos de R$9,4 bilhões
até 2014 na humanização do atendimento a
gestantes e bebês, a presidente Dilma Rousseff afirmou
que, ao assumir o mandato, recebeu o Brasil em condições
de dar um "salto" ainda maior do que o ocorrido durante
o governo do presidente Lula.
- Tenho certeza
que nosso país está em um momento
muito especial. Recebi um país diferente, em condições
para dar um salto maior ainda do que o presidente Lula conseguiu
dar em seu primeiro governo. Ele me legou essa herança
e, tenham certeza, vou honrá-la - afirmou.
O programa
tem metas ousadas, como a atingir todas as 44 mil unidades
de saúde básica do país até o
fim do mandato da presidente e a promessa de alcançar
30% deste volume nos próximos nove meses. Prevê ações
especiais para gestantes, desde teste rápido de gravidez
em todos os postos de saúde a cuidados especiais até dois
anos após o parto.
Para que
grávidas não faltem aos seis exames de
pré-natal previstos no programa, o governo federal promete
auxílio para transporte, na forma de um vale-táxi.
O valor não foi divulgado. Mulheres com gravidez de risco
terão acesso a casas de apoio financiadas pelo Ministério
da Saúde, que pretende viabilizar exames de ultrassom
para todas as gestantes. Estão previstas a compra de ambulâncias
com equipamentos para realização de parto e a expansão
da rede de maternidades no país, em especial nas regiões
Norte e Nordeste, que apresentam os maiores índices de
mortalidade infantil e materna no país.
A Rede Cegonha
foi uma promessa de campanha da presidente, que prometeu transformar
o atendimento público de saúde.
- Temos que
transformar o SUS num ótimo e grande sistema.
A esse compromisso eu não renunciarei - prometeu.
A maior parte
dos R$9,4 bilhões previstos para o programa
será investida na construção e reforma de
maternidades (R$7,7 bilhões) e no acolhimento do pré-natal
(R$1,1 bilhão). A lista de prioridades segue com os gastos
com a educação e planejamento para a reprodução
(R$378 milhões), transporte seguro (R$262,6 milhões)
e atenção à criança (R$22 milhões).
Natural de
Belo Horizonte, Dilma disse que a cidade "representa
a segurança, a proteção, o carinho e o conforto" que
sentiu na infância:
- Quero isso para todos os brasileiros.
A mortalidade
materna brasileira é de 60 casos para cada
100 mil nascimentos, segundo o Ministério da Saúde.
O objetivo é baixar a taxa para entre 45 e 50, valor ainda
considerado alto por especialistas. Já a mortalidade infantil é de
14,5 para cada mil nascimentos.
A presidente
viajou a Minas Gerais com o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha, a ministra da Secretaria de Direitos Humanos,
Maria do Rosário, a secretária de Políticas
para as Mulheres, Iriny Lopes, e o ministro de Desenvolvimento,
Fernando Pimentel. Ela foi recebida pelo governador Antonio Anastasia.
Perguntada sobre a forma de se referir a Dilma, como "presidenta" ou "presidente",
Iriny afirmou:
- Ela é uma presidenta, não é um homem.
Por que essa teimosia? Acho bobeira não admitir que ela é mulher
- disse, classificando como "preconceituosa" a opção
por outra grafia. - Chamá-la de presidenta é uma
deferência às mulheres brasileiras, não a
ela, porque o cargo dela está conferido pela vontade popular
-- disse.
Brasil
Econômico
Sírio Libanês abre mais unidades em SP e Brasília
Hospital
quer aumentar número de atendimentos para continuar
investindo em tecnologia de ponta e pesquisa em áreas
de alta complexidade, como câncer e coração
Referência em medicina de excelência e tecnologia
de última geração, o Hospital Sírio
Libanês vive um processo de expansão.
Até junho, Brasília deverá receber a sua
primeira unidade fora de São Paulo. Não por acaso,
já que a instituição se tornou conhecida
em todo o Brasil pelo atendimento de ponta a políticos,
deverá começar a funcionar na capital federal um
centro de oncologia em um edifico de três andares na Asa
Sul. A previsão é de que outra unidade do hospital,
dedicada à mulher, uma novidade no atendimento do hospital,
será inaugurada um mês depois em São Paulo,
na Avenida Brasil, 915.
Aguarda-se
para dezembro de 2013 a inauguração
da primeira unidade do hospital em Campinas. Será a principal
atração do bairro Santa Paula, uma área
residencial e comercial que está sendo criada na altura
do km 123 da rodovia Adhemar Pereira de Barros (SP-340).
Até mesmo a sede, na Bela Vista, passa por transformações.
Desde 2009,
os quatro prédios da instituição
tiveram reformas. Está prevista ainda a construção
de mais 20 andares no prédio onde hoje estão localizados
o Núcleo de Medicina Avançada e o Instituto Sírio-Libanês
de Ensino e Pesquisa.
Além disso, espera-se a inauguração
deumbloco paramais 350 pacientes, que deve duplicar o atendimento
do hospital.
No mesmo "pacote" de obras, resultado de um investimento
da ordem de R$ 600 milhões, foi inaugurada em novembro
uma unidade no Itaim, na zona oeste de São Paulo, onde,
em maio, começa a funcionar o Centro de Reprodução
Humana, que atende casais inférteis e pacientes que serão
submetidos a tratamentos oncológicos e pretendem fazer
a preservação da fertilidade.
O hospital
não pretende se expandir para outras regiões,
mas está aberto a oportunidades.
"Esses são os nossos planos, o que não implica
que amanhã isso não seja repensado", diz o
superintendente do hospital, Gonzalo Vecina Neto.
Ganho de
escala Ser um centro de excelência que agrega
as últimas novidades em tecnologia nas especialidades
do Sírio (cardiologia, oncologia e neurologia principalmente)
custa caro.
Em 2010,
o faturamento do hospital foi de R$ 760 milhões,
30% a mais que no ano anterior.
No mesmo
ano, os investimentos foram da ordem de R$ 140 milhões. "A
medicina deu um salto fantástico nos últimos cinco
anos e se quisermos nos manter na liderança na capacidade
de fazer diagnóstico, novos equipamentos e nas áreas
de pesquisa, precisamos investir", diz Vecina.
Por isso,
o investimento na ampliação do atendimento
faz parte da estratégia de longo prazo do hospital. O
crescimento da demanda, diz Fábio Patrus, superintendente
de gestão de pessoas e qualidade, está sendo superior à capacidade
instalada. "O aumento do atendimento na área diagnóstica
e de medicina ambulatorial visa a ganhar escala e fazer crescer
a receita do hospital", afirma.
Além disso, o hospital quer manter a qualidade. "O
alvo que o Sírio persegue é uma clientela premium,
que demanda um processo assistencial diferenciado", afirma
Vecina. Isso significa valorizar o corpo clínico, considerado
um dos melhores do país. Alémdisso, o hospital
investiu R$ 16 milhões em pesquisa, sendo R$ 1,5 milhões
em pesquisa clínica e R$ 159 milhões em projetos
com o Ministério da Saúde.
Brasil
Econômico
Três
perguntas a...
...GONZALO
VECINA NETO, Superintendente do Hospital Sírio
Libanês
"Investimos em coisas que à primeira vista não
têm retorno" Professor da Faculdade de Saúde
Pública da USP e mestre em administração
de empresas pela Fundação Getulio Vargas, o superintendente
do Hospital Sírio Libanês, Gonzalo Vecina Neto,
acaba de lançar o livro Gestão de Saúde
com Ana Maria Malik. O livro levanta necessidades e exigências
do sistema de saúde que ele levantou na sua atividade
no setor privado e no serviço público. Como ele
mesmo diz, hospitais como o Sírio Libanês estão
ocupando um papel na fronteira do conhecimento que já foi
dos hospitais públicos.
Qual a receita
do hospital? O Sírio Libanês é um
hospital de ponta, que oferece no Brasil recursos materiais e
humanos comparáveis aos de centros de excelência
de países ricos. Nada é feito no hospital que não
seja baseado em evidência científica e conhecimento.
Mas um outro valor que prezamos é a solidariedade e o
calor humano que deve estar presente em todo ato de cura. Baseado
nesses valores, conseguimos atrair um corpo médico de
primeira linha, que consideramos nosso mais importante parceiro.
Qual a diferença que o senhor vê entre o Sírio
e outros hospitais voltados para o ensino e pesquisa vinculados
a universidades? Acredito que nos últimos anos, como resultado
do desfinanciamento da saúde, nós e outros hospitais
privados estamos exercendo um papel que já foi dos hospitais
públicos, que é o de prescrutar as fronteiras da
medicina. Investimos emcoisas que, à primeira vista, não
têm retorno.
Por exemplo,
a compra de um robô cirúrgico, para
o qual foram aportados recursos de US$ 2 milhões. A cirurgia
robótica nos próximos anos vai encontrar seu espaço,
mas alguém tem que incorporar a tecnologia. Eu comparo à laparoscopia
que, quando surgiu, era inviável e hoje é imprescindível.
Qual o papel
do Sírio como hospital filantrópico?
Nossa receita vem da prestação de serviços.
Mas outra fonte são os impostos que o hospital não
paga por ser filantrópico. Esses recursos, que este ano
foram da ordem de R$ 70 milhões, são aplicados
nas atividades sociais, nas cirurgias que realizamos pelo SUS,
nos cursos aprovados pelo Ministério da Saúde para
gestão de hospitais e clinica, voltados por exemplo para
a captação de órgãos nos estados
que não realizam transplantes porque não têm
equipes preparadas. Também gerenciamos o Hospital Infantil
Municipal Menino Jesus e três AMAs (atendimento médico
ambulatorial) da prefeitura paulista.
De onde vêm os recursos para a expansão do hospital?
Uma parte vem de empréstimos bancários de longo
prazo, pagos com a nossa operação que vem da prestação
de serviços; e o restante é resultado da geração
de caixa próprio do hospital.
Temos uma
taxa de 20% de pacientes particulares, o que é muito
bom porque permite ter mais independência e pela exigência
de cuidados que se estende a todo o processo. M.F.
Valor
Econômico
CNI
intensifica ações contra a criação
da CSS
Por Raquel
Ulhôa
A Confederação Nacional da Indústria (CNI)
decidiu intensificar a articulação no Congresso
Nacional contra a criação da Contribuição
Social para a Saúde (CSS), nos moldes da extinta CPMF.
Também é prioridade do setor em 2011 trabalhar
pela aprovação de propostas que aumentem o controle
dos gastos públicos e melhorem a competitividade dos produtos
nacionais.
O projeto
de lei complementar no qual está prevista a
criação da CSS aguarda votação final
na Câmara e está embutido na regulamentação
da Emenda 29. A proposta é uma das 21 que integram a pauta
mínima da Agenda Legislativa da Indústria, a ser
lançada hoje pela CNI. A agenda é composta de mais
de 100 projetos em tramitação no Congresso e interessam à indústria,
mas o foco da mobilização do setor (a favor ou
contra a aprovação) estará sobre a pauta
mínima. São as que têm maior impacto no ambiente
de negócios, positivo ou negativo.
A preocupação do setor industrial com o controle
de gastos públicos e com a concorrência do produto
estrangeiro levou o Fórum Nacional da Indústria,
em reunião realizada em São Paulo, em 14 de fevereiro
deste ano, a acrescentar quatro projetos ao esboço inicial
da pauta mínima. Um dos projetos acrescentados é do
ex-senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) e regulamenta procedimentos
e prazos da elaboração do orçamento da União,
do Plano Plurianual (PPA) e da Lei de Diretrizes Orçamentárias
(LDO). A proposta entrou na pauta, segundo um representante do
setor, porque o controle dos gastos do governo é uma das
grandes preocupações da CNI. O projeto tramita
no Senado.
Por decisão do fórum, também foi acrescentado
o projeto do líder do governo no Senado, Romero Jucá (PMDB-RR),
que muda a Lei de Responsabilidade Fiscal, para dispor sobre
limites às despesas com pessoal e encargos sociais da
União e com obras, instalações e projetos
de construção de novas sedes, ampliações
ou reformas da administração pública. A
proposta está tramitando na Câmara.
Uma terceira
proposta incluída - esta tramitando no Senado
- determina que sejam aplicadas aos produtos importados as mesmas
exigências de qualidade e segurança fixadas para
os produtos nacionais. Trata-se de projeto do deputado Mendes
Thame (PSDB-SP). Segundo representantes do setor, o governo anunciou
que adotará essas medidas, mas elas já estão
previstas no projeto que está no Senado.
Por fim,
a quarta proposta que o Fórum Nacional da Indústria
acrescentou à pauta mínima é de autoria
do senador Armando Monteiro (PTB-PE) - ex-presidente da CNI -,
quando deputado. O projeto, em tramitação na Câmara,
atualiza os valores do limite de receita bruta das empresas optantes
do regime de apuração do lucro presumido e para
as empresas prestadoras de serviços beneficiárias
da redução do coeficiente do lucro presumido, para
apuração do Imposto de Renda. O limite, segundo
empresários, está congelado desde 1996. Para ele,
o projeto é de inteira justiça fiscal.
O presidente
da CNI, Robson Braga de Andrade, fará o
lançamento da Agenda Legislativa da Indústria 2011
hoje, na sede da entidade, em Brasília, a partir das 12h30.
Entre os mais de 600 convidados do evento de hoje, são
esperados os presidentes da Câmara, Marco Maia (PT-RS),
e do Senado, José Sarney (PMDB-AP), além do ministro
do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
(MDIC), Fernando Pimentel.
A CNI divulga
a Agenda Legislativa do setor há 16 anos,
mas a pauta mínima é elaborada há quatro.
O objetivo é concentrar o foco das ações
da entidade no Congresso sobre as propostas de maior impacto.
No caso da CSS, a CNI está pronta para se mobilizar caso
projeto avance. Ao primeiro sinal, as federações
serão acionadas a atuar sobre suas respectivas bancadas
estaduais.
Segunda-feira, 28.03.11
Saúde
Business Web
Bruno
Sobral é aprovado
para a diretoria da ANS
Executivo
defendeu a redução de barreiras à entrada
no mercado de novas empresas de plano de saúde
Depois de
ter o nome aprovado pela Comissão de Assuntos
Sociais e pelo plenário do Senado por ampla maioria, o
nome de Bruno Sobral de Carvalho já seguiu para a Casa
Civil da Presidência da República. Ele será nomeado
para exercer mandato de três anos na Diretoria Colegiada
da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).
Sobral, que
ingressou na Agência em 2009, já ocupou
o cargo de diretor-adjunto da Diretoria de Normas e Habilitação
das Operadoras e desde julho do ano passado vem exercendo o cargo
de secretário-geral da Agência, sendo responsável
pela coordenação dos 12 Núcleos da ANS nos
Estados, pela área de Comunicação Social
e pela coordenação dos trabalhos da Diretoria-Colegiada.
Sobral defendeu
que os servidores de carreira sejam valorizados e sistemas
mais
transparentes para possibilitar o permanente
diálogo com os consumidores. Além disso, apoiou
também a redução de barreiras à entrada
no mercado de novas empresas de plano de saúde e o aumento
da concorrência com a consequente ampliação
de ofertas para que o consumidor escolha melhor o plano de saúde
que atenda às suas necessidades.
Bruno Sobral
de Carvalho formou-se na Universidade de Brasília
como engenheiro civil, onde fez Mestrado Acadêmico em Economia
e atuou depois como professor assistente. Além disso,
completou MBA na Georgetown University, nos Estados Unidos.
Agência Câmara de Notícias
Seminário discutirá situação dos
trabalhadores da saúde
A Comissão de Legislação Participativa
realiza na quarta-feira (30) o Seminário Nacional sobre
as Condições de Trabalho na Saúde. O evento
vai discutir a situação atual dos profissionais
da área e propostas de valorização do setor.
O deputado
Roberto Britto (PP-BA) afirma que os profissionais da saúde estão em situação desfavorável
por causa de condições precárias de trabalho,
jornadas excessivas, baixos salários e grande número
de contratos temporários. “Todos esses fatores acabam
provocando altos níveis de estresse dos profissionais
e, em consequência, atos não compatíveis
com o desempenho que é esperado nessa área complexa
e de extrema importância social”, afirma o deputado.
Roberto Britto
recomendou a realização do debate
a partir de sugestão da Confederação Nacional
dos Trabalhadores na Saúde (CNTS), que foi encaminhada à Comissão
de Legislação Participativa.
Entre os
convidados para a mesa de abertura do seminário,
estão a diretora de Gestão do Trabalho do Ministério
da Saúde, Denise Motta Dau; e a secretária de Inspeção
do Trabalho do Ministério do Trabalho, Vera Lúcia
Ribeiro de Albuquerque.
Temas em debate
O seminário será dividido
em cinco debates:
- Condições de trabalho na Saúde: segurança
do paciente, proteja o trabalhador. A palestrante será a
médica do Trabalho Noeli Martins.
- Erro de
Medicação e Condições
de Trabalho. A expositora será a enfermeira do Trabalho
Ivone Martini.
- Dimensionamento
de Recursos Humanos na Área da Saúde.
A expositora será a enfermeira Cleide Mazuela, coordenadora
da Câmara Técnica de Legislação e
Norma do Conselho Federal de Enfermagem (Cofen).
- A Enfermagem
e os Desafios para a Saúde no Brasil:
compromisso e condições de trabalho requeridas.
A palestrante será a presidente do Conselho Regional de
Enfermagem de Santa Catarina, Denise Pires.
- Organização do trabalho e adoecimento. A expositora
será a psicóloga Tereza Luiza Ferreira dos Santos.
O evento
será realizado a partir das 9 horas, no auditório
Nereu Ramos, na Câmara. O encerramento está previsto
para as 17 horas.
AGENDA
- ClasSaúde 2011
Evento acontece
na cidade de São Paulo, SP.
"Saúde e os Desafios Econômicos, Humanos e
Ambientais" é o tema central dos seis congressos
que compõem o ClasSaúde 2011, evento oficial da
Hospitalar 2011 que acontece de 24 a 27 de maio, no Expo Center
Norte, em São Paulo.
Promovido
pela Confederação Nacional de Saúde
(CNS), Federação Nacional dos Estabelecimentos
de Serviços de Saúde (Fenaess), Sindicato dos Hospitais,
Clínicas e Laboratórios do Estado de São
Paulo (SINDHOSP) e HOSPITALAR Feira + Fórum, o ClasSaúde
já se consolidou como palco das principais discussões
que norteiam o setor.
Integram
o ClasSaúde 2011 os seguintes eventos: 16º Congresso
Latino-Americano de Serviços de Saúde; o 6º Congresso
Brasileiro de Gestão em Clínicas de Serviços
de Saúde; 5º Congresso Brasileiro de Gestão
em Laboratórios Clínicos (evento realizado em conjunto
com a Sociedade Brasileira de Patologia Clínica/Medicina
Laboratorial - SBPC/ML); 4º Congresso Brasileiro de Tecnologias
da Informação e Comunicação em Saúde;
2º Congresso Brasileiro de Aspectos Legais para Gestores
e Advogados da Saúde; e 2º Congresso de Gestão
e Políticas em Saúde Mental.
O Congresso
Latino-Americano é o evento internacional
do ClasSaúde e está dividido em três módulos:
Sistema de Saúde Público-Privado, Saúde
Suplementar e Capacitação Profissional. "Esse
ano a questão ambiental entra em discussão.
O site do
ClasSaúde (http://www.classaude.com.br/) estará no
ar no início de março e trará os programas
dos eventos, composição das comissões científicas,
valores das inscrições, pacotes de viagem, notícias
e demais informações sobre os eventos. As inscrições
também estarão abertas no mesmo período,
com desconto para associados da CNS, Fenaess, SINDHOSP e SBPC/ML
(estes últimos apenas para o Congresso de Laboratórios
Clínicos).
Data: De 25 a 28 de maio de 2011
Local: Expo Center Norte
Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 – São
Paulo, SP
Mais informações:
http://www.classaude.com.br/
- Custos na Saúde e Pagamento
por Pacotes
25 e 26 de abril de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Fornecer
elementos para análise da constituição
e do perfil dos custos da assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar e a sua racionalização
mediante formatação de pacotes para o pagamento
dos serviços.
- Fornecer
noções de Economia Básica
e de custos em geral.
- Identificar
os componentes dos custos na assistência à saúde.
-Identificar
fatores que agravam os custos na saúde
-Destacar
mecanismos de regulação na utilização
dos serviços de saúde e o seu reflexo nos custos
assistenciais.
- Avaliar
o sistema de gerenciamento de custos na assistência à saúde
no mercado de saúde suplementar.
- Avaliar
a repercussão da atuação da ANS,
do Poder Judiciário, Ministério Público
e PROCON nos custos de assistência à saúde.
-Identificar vantagens e desvantagens no pagamento por pacotes.
-Analisar
recomendações para formatação,
formalização e operacionalização
de pacotes.
Instrutor
Dr. Natanael Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e
profissionais de todas as áreas, que atuam no Mercado
de Saúde.
Informações
Tel. (11) 3289-0855
Fax (11) 3289-0322
com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- 2º Seminário dos Dirigentes e Gestores das Autogestões
A Sustentabilidade
da Autogestão
11 e 12 de abril
Hotel Naoum
Plaza Brasília
SHS - Setor
Hoteleiro Sul, Quadra 05, Bloco H, Brasília
DF
O evento,
com repercussão nacional, é um importante
ambiente de debate da área de assistência à saúde
suplementar, sendo este o propósito maior da UNIDAS nos
eventos que promove como forma de estimular a reflexão
de todos os agentes da área da saúde. Com um público
estimado em 200 participantes o "2º Seminário
dos Dirigentes e Gestores das Autogestões em Saúde
- A Sustentabilidade da Autogestão" terá o
objetivo de promover um debate com os executivos das nossas instituições
filiadas sobre as principais oportunidades e ameaças para
o segmento de autogestão em saúde.
Informações
Para ser patrocinador dos eventos, entre em contato com a UNIDAS.
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail seminario@unidas.org.br. (Unidas/AssPreviSite)
- Home Care: Problema ou solução?
04 e 05 de abril de 2011
SEDE UNIDAS NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César
- CEP 01418-100 - São Paulo - SP
Objetivo
- Capacitar os profissionais da Área de Saúde,
através de reflexões e aprimoramento dos aspectos
pessoais e comportamentais inerentes ao atendimento domiciliar,
visando atender as demandas do mercado.
Instrutora: Maria Antonieta Turci Rulli
Informações:
Tel. (11) 3289-0855 Fax (11) 3289-0322 com Fernanda Delesporte
treinamento@unidas.org.br
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Qualidade Aplicada às Instituições
de Saúde
O Consórcio Brasileiro de Acreditação (CBA),
representante exclusivo no Brasil da maior agência acreditadora
em saúde do mundo – a Joint Commission International
(JCI), promoverá de 24 a 26 de março, o curso Qualidade
Aplicada às Instituições de Saúde.
Ministrado
pelo Coordenador de Educação do CBA,
Heleno Costa Júnior (especialista em administração
hospitalar e em acreditação, e responsável
pela preparação das instituições
de saúde para o processo de acreditação
da JCI), o curso objetiva disseminar entre os participantes a
cultura pela constante melhoria da qualidade no cuidado aos pacientes.
Para isso, apresentará conceitos, princípios e
ferramentas da qualidade utilizadas no processo de acreditação
para o aprimoramento das ações assistenciais e
gerenciais praticadas nos serviços de saúde.
Voltado para
profissionais de saúde, gestores e lideranças
intermediárias, o curso tem duração de 36
horas e acontece de 24 a 26 de março, das 8h30min às
17h30min na sede do CBA, que fica na Rua São Bento, 13,
4º andar, Centro, Rio de Janeiro.
Mais informações e inscrições pelo
telefone (21)3299-8202 ou através do e-mail ensino@cbacred.org.br
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Encontro ANS - edição
Norte e Centro-Oeste
A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) promoverá,
nos dias 5 e 6 de abril, o Encontro ANS – edição
Norte e Centro-Oeste. O objetivo do evento é reunir atores
da saúde suplementar para compartilhar informações
e visões na construção de um setor cada
vez mais qualificado.
Na ocasião, estarão presentes diretores e técnicos
da Agência, além de representantes de operadoras
de planos de saúde, órgãos de defesa do
consumidor, entidades médicas, estabelecimentos de saúde
e centrais sindicais.
O evento
será realizado em Brasília, no Centro
de Eventos e Treinamentos da Confederação Nacional
dos Trabalhadores no Comércio, e é fechado para
convidados e instituições inscritas.
As inscrições estão abertas e devem ser
realizadas até 30 de março http://www.ans.gov.br/portal/img/email/20110302EncontroANS.pdfço,
exclusivamente pelo sítio eletrônico da ANS, por
representantes de operadoras de planos de saúde com registro
de funcionamento nas Regiões Norte e Centro-Oeste.
Poderão participar até dois
representantes de cada operadora por dia de evento.
Confira a
programação
do evento no link
http://www.ans.gov.br/portal/img/email/20110302EncontroANS.pdf
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IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde
Nos dias
31 de março e 01 de abril, das 8h às
18h, o iQG – Health Services Accreditation apresenta o
IV Fórum Internacional de Qualidade em Saúde, no
auditório da FECOMERCIO (Federação do Comércio
de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo),
situado à rua Plínio Barreto, 285, Bela Vista,
São Paulo. O evento, inédito no Brasil, contará com
palestrantes nacionais e internacionais, referências no
mercado de saúde mundial.
Serão apresentadas palestras e mesas de discussões
com a participação de grandes personalidades, como
Philip Hassen, Presidente da ISQua – International Society
for Quality in Health Care; Pedro Delgado, vice-presidente do
IHI – Institute for Healthcare Improvement e Sébastien
Audette, CEO do Accreditation Canada Global.
“Certamente, estamos fazendo o melhor e maior evento da área
de qualidade e segurança do paciente do Brasil. Traremos
os maiores nomes nestes segmentos com o intuito de disseminar
conceitos mundiais de boas práticas em qualidade e segurança,
para que possamos melhorar a cada dia o atendimento nas instituições
de saúde em nosso país”, explica Rubens Covello,
CEO do IQG. (Cristiane Fernandes - Saúde Business Web)
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LANÇAMENTO DA 10ª EDIÇÃO PRÊMIO
SINOG DE ODONTOLOGIA
Sinog
premiará dentistas
e estudantes de odontologia
Prêmio Sinog de Odontologia receberá os trabalhos
concorrentes até 15 de abril de 2011
O Sinog -
Sindicato Nacional das Empresas de Odontologia de Grupo, acaba
de lançar a 10ª edição
do Prêmio Sinog de Odontologia destinado a cirurgiões-dentistas
e estudantes de Odontologia. O tema escolhido para os cirugiões-dentistas é "Valorização
da Odontologia: Ações que contribuam para a ampliação
e fidelização da rede credenciada das operadoras
e que aprimorem a qualidade dos serviços prestados aos
beneficiários dos planos odontológicos", e
para os Estudantes de Odontologia, "Novas Tecnologias de
Imagem em Odontologia: Como essas ferramentas de diagnóstico
e controle de qualidade dos serviços odontológicos
podem contribuir para a segurança do cirurgião-dentista
e seu paciente e para o aperfeiçoamento da relação
do credenciado com a operadora de planos odontológicos".
A novidade
nesta edição é que, embora os
ganhadores anteriores das três últimas edições
não possam concorrer ao prêmio, os cirurgiões-dentistas
recém formados, com o registro profissional, e que tenham
participado na categoria de estudantes, nas edições
anteriores, poderão participar em 2011 dentro da respectiva
modalidade.
Na modalidade
cirurgiões-dentistas o prêmio é de
R$ 13 mil reais bruto, além de diploma e troféu.
Já para os estudantes de Odontologia, a premiação é R$
8 mil reais bruto, mais o diploma e o troféu e, caso o
trabalho vencedor tenha contado com a supervisão de um
professor orientador, o docente receberá como homenagem
uma menção honrosa e a participação
na solenidade de premiação, e a Faculdade de Odontologia
cujo trabalho apresentado por seu estudante for o vencedor também
receberá um troféu.
As inscrições para a 10ª edição,
com a entrega dos trabalhos, de ambas as categorias, poderão
ser feitas até o dia 15 de abril de 2011. O regulamento
completo do Prêmio Sinog de Odontologia está disponível
no endereço www.sinog.com.br/premio. A premiação
acontecerá durante o jantar oficial de abertura da feira
Hospitalar no dia 25 de maio de 2011, em São Paulo, em
local a ser divulgado. Mais informações poderão
ser obtidas através do e-mail secretaria@sinog.com.br
ou pelo telefone (11) 3289-7299.
O
Prêmio
Sinog de Odontologia
Idealizado
com o objetivo de valorizar o trabalho da classe odontológica e promover o desenvolvimento de pesquisas,
seja no setor acadêmico ou profissional, o prêmio
Sinog, criado em 2000, é anual e conta com temas diferentes
a cada nova edição.