Leia
nesta edição:
- Seguridade discute parecer da AGU sobre patentes de medicamentos
- Contratos: conflitos entre hospitais e operadoras
- Mais fácil trocar o plano de saúde
- Laboratórios cobram política de inovação
- Sistema:
Perfil mudou nos últimos dez anos
- Reforços
no sistema
- RJ: Número
de casos de dengue aumenta
- Concorrência segura alta de remédios
- Instituto
do Câncer
lidera ranking de hospitais de SP
- Confederação Nacional de Saúde: Circular
Jurídico 049 / 2011: Confira as alterações
da jurisprudência aprovadas pelo TSTSeguradora que aceita
paciente com obesidade mórbida não pode negar cobertura
de redução de estômago
- Governo
quer novo contrato de organização para
o SUS, diz debatedora
- Aumento
dos planos de saúde pode sair
Terça-feira,
31.05.2011
Agência Câmara de Notícias
Seguridade discute parecer da AGU sobre patentes de medicamentos
A Comissão de Seguridade Social e Família realiza
hoje audiência pública para discutir o parecer da
Advocacia-Geral da União (AGU) sobre patentes de medicamentos.
O debate
foi proposto pelos deputados Dr. Rosinha (PT-PR) e Amauri Teixeira
(PT-BA).
Eles querem discutir informações
publicadas pela imprensa segundo as quais o parecer final da
Advocacia-Geral da União retira poder da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) na análise
dos pedidos do direito de propriedade intelectual sobre remédios,
reforçando o papel do Instituto Nacional de Propriedade
Industrial (Inpi).
Foram convidados:
- o procurador federal da AGU Antonio Carlos Soares Martins;
- o presidente da Anvisa, Dirceu Barbano;
- o presidente
da Associação Brasileira das Indústrias
de Medicamentos Genéricos (Pró-Genéricos),
Odnir Finotti;
- a coordenadora
do Grupo de Trabalho de Propriedade Intelectual da Rede Brasileira
pela Integração dos Povos, Renata
Reis.
A reunião será realizada às 14h30, no Plenário
7.
Saúde
Business Web
Contratos: conflitos entre hospitais e operadoras
Por Cínthya Dávila
A relação entre médicos e operadoras de
planos de saúde tem sido assunto de discussão entre
os membros do setor. Analisar os problemas existentes entre os
profissionais destas áreas foi um dos temas apresentados
no XI Congresso Brasileiro de Auditoria em Saúde, da Adh
2011, realizado nesta quinta-feira, (25). Segundo o diretor técnico
do hospital Assistencial Bandeirantes, João Antônio
Aidar, um dos principais motivos que geram a relação
conflituosa entre auditores de hospitais e operadoras é devido às
clausulas dos contratos que geram dúvidas.
“Atualmente existem contratos que estão defasados
e acabam criando equívocos tanto em hospitais como em
operadoras. Esses documentos devem ser elaborados com o máximo
de clareza, como se fosse direcionado a um leigo”.
Outro aspecto
gerador de conflito está diretamente ligado
aos avanços tecnológicos. Aidar explica que os
novos recursos encareceram os custos dos procedimentos. “No
momento em que os pacientes precisam ser submetidos aos novos
tratamentos e não está presente nem no contrato
nem na inclusão ou exclusão do pacote, tem se ai
uma situação de conflito”.
Além dessas questões também é possível
citar problemas relacionados às internações,
tratamentos específicos e pagamento de remédios.
De acordo
com o diretor técnico, muitas vezes a remuneração
que as operadoras oferecem aos medicamentos e materiais usados
nos protocolos é inferior à quantidade utilizada. “Um
exemplo diz respeito às medicações fracionadas
líquidas, onde as operadoras só querem pagar o
que foi utilizado em mililitros ou em gotas”.
No entanto,
segundo Aidar as falhas no relacionamento entre operadoras
e hospitais
também ocorrem por equívocos
praticados pelos médicos. Na sua opinião, em contrapartida,
existem situações em que ocorre preço elevado
do medicamento específico. E ressalta que as instituições
devem ficar de olho, caso ocorra esse tipo de ação.
Para ele, é preciso que tanto os procedimentos realizados
por hospitais como pelas operadoras sejam feitos com o máximo
de clareza e detalhamento de informações, para
que as situações conflituosas diminuam.
Operadoras
Para falar
sobre o ponto de vista das operadoras de planos de saúde, ajudou a compor a mesa e Gerente médica
da Amil, Jorgina Costa Magalhães. Segundo Jorgina, é preciso
que hospitais e operadoras unam forças para que consigam
continuar no mercado.
Em sua explanação, a gerente médica chama
atenção para a importância da capacitação
de profissionais de auditoria tanto de hospitais como de operadoras
como também faz menção às acreditações.
Ela encerra
dizendo que o trabalho de auditoria de ambas as partes necessita
valorizar
o relacionamento entre os parceiros. “Estabelecer
cumplicidade e poder de negociação entre os interessados é uma
boa alternativa para resolver as divergências entre hospitais
e operadoras.”
O Dia Online
Mais
fácil trocar o plano de saúde
ANS
reduz carência
de dois anos para um ano na portabilidade
Clientes
de planos de saúde ganharam mais possibilidades
de trocar de convênio, lançando mão da chamada
portabilidade. A Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) publicou a Resolução Normativa 252, no Diário
Oficial da União, que amplia as alternativas para usuários
mudarem de empresa sem a necessidade de cumprir novos prazos
de carência.
Uma das principais
mudanças é a diminuição
do prazo de permanência mínima em plano que tenha
direito à portabilidade. A carência caiu dos atuais
dois anos para um ano.
Segundo a
resolução da ANS, as novas medidas vão
favorecer 12 milhões de usuários em todo o País.
As alterações também vão valer para
os contratos coletivos e os clientes de planos extintos, que
englobam cerca de 5 milhões de pessoas.
Desde abril
de 2009, é possível trocar de convénio
sem ter que cumprir nova carência. Para a agência
reguladora , a ampliação dos direitos "aumenta
o poder de decisão do consumidor, faz crescer a concorrência
no mercado e, em consequência, gera melhoria do atendimento
prestado ao beneficiário''.
Medidas valem a partir de 27 de julho
- Os planos
de saúde têm prazo de 90 dias para
se adaptarem às novas regras de portabilidade de carências,
que valerão a partir de 27 de julho.
- O beneficiário não precisa mais se preocupar
se seu plano é estadual, municipal ou nacional para poder
exercer a portabilidade. Não será mais considerada
a abrangência geográfica do plano, ou seja, a área
em que a operadora garante todas as coberturas contratadas.
- Foi instituída a portabilidade especial para beneficiário
de plano de saúde extinto por morte do titular.
- O direito à portabilidade foi estendido aos beneficiários
de novos planos coletivos por adesão.
Folha
de São
Paulo
Laboratórios cobram política de inovação
Por Mariana Barbosa
Empresas demandam apoio do governo para estimular hospitais
e universidades a investir em centros de testes
Para
associação, a pesquisa é a única
forma de reduzir o deficit na balança do setor de saúde
DE SÃO
PAULO
Os nove laboratórios farmacêuticos que investem
em pesquisa no país resolveram se unir para pleitear uma
política de inovação para o setor no país.
"O Estado brasileiro ainda não definiu o que quer
fazer com os investimentos em pesquisa", diz Josimar Henrique
da Silva, presidente do laboratório Hebron e também
da recém-criada Associação FarmaBrasil.
Silva diz
que falta articulação no governo. "Temos
apoio de algumas instituições, mas não de
outras."
Embora demandem
mais recursos para pesquisa, o setor reivindica apoio institucional
para estimular hospitais, públicos
e privados, e universidades a investir em centros de pesquisa
para testes com animais (fase pré-clínica) e também
com humanos (fase clínica).
"Hoje essas pesquisas têm de ser feitas no exterior",
diz Silva, que acredita que os laboratórios nacionais
já possuam pesquisa suficiente para justificar a existência
de centros de pesquisa.
"O mercado de pesquisas pré-clínica e clínica
movimenta US$ 30 bilhões no mundo", diz ele. "Se
tivéssemos centros habilitados e qualificados, poderíamos
realizar pesquisas para outros países também, atraindo
divisas."
Juntos, os
nove laboratórios que integram a FarmaBrasil
(Aché, Biolab, Cristália, EMS, Eurofarma, Hebron,
Hypermarcas, Libbs e União Química) respondem por
75% do faturamento da indústria farmacêutica nacional.
A entidade ainda não tem o volume total dos investimentos
em pesquisa. "Estamos ainda estruturando a associação",
diz Silva.
Para o presidente
da associação, o estímulo à pesquisa é a única
forma de reduzir o deficit na balança comercial do setor
de saúde, de R$ 8,6 bilhões. "A pesquisa é necessária.
Ou a gente faz um trabalho interno ou ficaremos dependentes",
diz ele.
"Somos um país com quase 200 milhões de habitantes
que não fabrica insulina, antibiótico ou hormônio." Os
laboratórios nacionais, segundo a FarmaBrasil, têm
pesquisas nessas áreas.
Valor Online
Sistema:
Perfil mudou nos últimos dez anos
Por Marlene Jaggi
Marcado por
processos de adaptações à regulamentação,
fusões, aquisições e ampliações,
o setor de saúde suplementar está cada vez mais
concentrado e exibindo características bastante diversas
daquelas que apresentava entre 1998 e 2000, quando 1.968 operadoras
- a maioria de pequeno porte - atuavam num mercado sujeito a
riscos tanto para as empresas quanto para os consumidores.
A nova face,
que começou a ser desenhada com a regulamentação
e criação da Agência Nacional de Saúde
Suplementar (ANS) há uma década, mostra um mercado
que tem quase metade do total de operadoras da época,
vivendo às voltas com as rígidas determinações
da ANS - entre as quais a comprovação de reservas
financeiras para assegurar prestação de serviços
com qualidade.
Do lado das
operadoras, atender às exigências da
ANS e às necessidades de seus beneficiários significa
alcançar sinergias e ganhos de escala comprando outras
operadoras, hospitais, clínicas e laboratórios. É o
vem fazendo, por exemplo, grupos de médio porte como o
Memorial, do Rio de Janeiro - que fechou em março a compra
da carioca Assim Saúde por R$ 100 milhões, depois
de adquirir, também este ano, o controle dos hospitais
Rio Guanabara, Amiu e clínica Todos os Santos - e gigantes
como a Amil.
Com seus
cinco milhões de usuários, a Amil é a
principal consolidadora do setor. Além de incorporar outras
operadoras desde 2002 (Amico, Porto Seguro, Semic, Blue Life,
MedCard, CliniHauer, Ampla, Life Systems), investe na aquisição
de hospitais. De 2008 para cá, comprou o SK Steckelber,
em Brasília, o Ipiranga, em São Paulo, além
da Casa de Saúde Santa Lúcia e a Casa de Saúde
São José, ambos no Rio. No mesmo ano, a Empresa
de Serviços Hospitalares (Esho), controlada pela Amil,
comprou o Nove de Julho de São Paulo. Em 2009, adquiriu
a Excelsior Saúde por R$ 50 milhões e realizou
a maior transação dos últimos tempos: a
compra da Medial Saúde, por R$ 612,5 milhões e
outros R$ 577 milhões no ano passado, operação
que trouxe para a Amil três unidades do hospital Alvorada,
além dos quatro hospitais comprados pela Medial em 2007
e o Ana Neri, de Pernambuco.
A Amil incluiu
no seu portfólio, no começo deste
ano, o Pasteur e o Samaritano, ambos no Rio. O Pasteur tinha
como controlador o dono da Amil, Edson Bueno, com 60,85%. A transação,
feita por meio da Esho, passou o hospital para a carteira da
Amil por R$ 90 milhões, R$ 43 milhões ao controlador
e R$ 47 milhões aos demais sócios. A segunda tacada
foi a compra do Samaritano, um dos principais hospitais do Rio,
por R$ 180 milhões.
Laboratórios, clínicas e seguradoras da área
de saúde seguem o mesmo caminho. Em dezembro, a Sul América
comprou a Dental Plan - operação de R$ 28,5 milhões
que ampliou o acesso da seguradora aos mercados do Norte e Nordeste
e acrescentou 122 mil beneficiários à sua carteira
de planos odontológicos. Além de também
investir na área de planos odontológicos, com participação
na Odontoprev, a Bradesco Saúde investiu R$ 342 milhões
na compra de 20% de participação no Fleury.
Na área de laboratórios, os que mais vão às
compras são Dasa e Fleury. Enquanto avalia novas aquisições,
depois da compra da MD1 no ano passado, a Dasa investe na ampliação
da base de clientes. No começo do ano, investiu R$ 9,7
milhões por exclusividade de 15 anos na prestação
de serviços diagnósticos para hospitais e centros
médicos da Amilpar (Foccus/ Total). Já o Fleury
firmou em dezembro acordo com os sócios do Labs DOr para
aquisição dos ativos de medicina diagnóstica
- transação avaliada em R$ 1 bilhão -, comprou
este ano o laboratório baiano Diagnoson, por R$ 53,2 milhões,
e está agora concentrado no lançamento, previsto
para este semestre, da nova marca (a+ Medicina Diagnóstica).
A concentração também é estimulada
por hospitais independentes. Em setembro de 2010, depois de ter
adquirido o Hospital Brasil, em Santo André, e o controle
do Hospital e Maternidade São Luiz por estimados R$ 1
bilhão, a Rede DOr comprou o Hospital Assunção,
em São Bernardo do Campo. O processo de aquisições
no mercado paulista ganhou força depois que a rede DOr
passou a fazer parte do portfólio de Merchant Bank do
grupo financeiro BTG Pactual, em maio do ano passado.
Segundo Arlindo
de Almeida, presidente da Abramge, enquanto as operadoras investem
em hospitais próprios para reduzir
custos, os hospitais independentes procuram, com as aquisições,
modernizações e ampliações aumentar
seu poder de negociação junto às fontes
pagadoras (planos de saúde e laboratórios).
Para José Rubens Alonso, sócio da KPMG, especialista
em seguros, a compra de outras operadoras ou de fornecedores é a
saída encontrada por um setor que tem seus preços
controlados na ponta do consumidor. "As aquisições
representam uma forma de aumentar os controles sobre seus custos
e a rentabilidade do negócio", diz ele, que acredita
na manutenção da tendência de consolidação.
Até agora, a concentração de beneficiários
por operadora não é preocupante, diz Luiz Augusto
Carneiro, superintendente do IESS. Segundo ele, a concentração
ameaçaria a concorrência se a fatia de mercado das
quatro maiores operadoras fosse superior a 75%. Segundo dados
de 2010 da ANS, as quatro maiores operadoras de planos de saúde
no Brasil (Amil, Bradesco Saúde, Intermédica e
SulAmérica) têm, juntas, 24% dos beneficiários.
Valor Online
Reforços
no sistema
Por Paulo de Vasconcellos
Repletas
de usuários por conta do crescimento econômico
do país, da expansão do mercado de trabalho formal
e do aumento da renda dos brasileiros, as operadoras de planos
de saúde anunciam investimentos na ampliação
da capacidade física de hospitais e laboratórios
e na modernização dos equipamentos médicos.
A estratégia para responder a demanda por serviços
médicos é a mesma na rede hospitalar privada, que
obtém a maior parte de sua receita no atendimento aos
beneficiários da medicina de grupo e das cooperativas
médicas.
Apenas nos
Estados da região Sudeste, que concentram
mais de 65% dos contratos de planos de saúde e a maior
rede hospitalar do país, os investimentos chegam a mais
de R$ 1 bilhão. Pelo menos quatro novos empreendimentos
deverão abrir mais de mil leitos em São Paulo,
no Rio de Janeiro e em Belo Horizonte, além de um em Recife.
"Ao se olhar os grandes prestadores hospitalares se verificará que
todos tiveram investimentos em números de leitos e equipamentos
modernos, inclusive com novos aparelhos cirúrgicos de
robótica", diz o ex-ministro da Previdência
José Cechin, diretor executivo da Federação
Nacional de Saúde Suplementar (Fenasaúde), que
representa 15 grupos de operadoras privadas de planos de saúde
responsáveis pelo atendimento de 20,2 milhões de
beneficiários.
"Tem hospital inaugurando todos os dias, principalmente
na região Sudeste", afirma Henrique Salvador, presidente
do Conselho Deliberativo da Associação Nacional
de Hospitais Privados (Anahp), entidade que reúne 43 das
maiores e mais importantes instituições hospitalares
do país.
As maiores
novidades ainda estão em obras ou na fase
de elaboração de projetos. A Amil promete inaugurar
até o fim do ano o Hospital das Américas, na Barra
da Tijuca, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, com investimento
R$ 240 milhões. O complexo formado por cinco prédios
terá 395 leitos e 285 consultórios que irão
compor um mix de especialidades e serão interligadas ao
hospital por intranet com transmissão de dados e imagem
que permitirá fácil acesso às informações
de cada paciente e ao seu prontuário eletrônico.
A Unimed,
que inaugurou no fim de 2010 uma unidade hospitalar própria, com investimento de R$ 200 milhões e capacidade
para atendimentos de urgência e emergências na Barra
da Tijuca, no Rio, investiu outros R$ 20 milhões, só em
equipamentos, para um novo hospital no Recife, em Pernambuco,
com capacidade para 166 leitos e 7.000 cirurgias mensais.
O Grupo Memorial,
que assumiu o controle da Assim Saúde,
dona da maior rede hospitalar própria da América
Latina com 35 hospitais, também já anunciou investimentos
em 2011 para a aquisição e melhoria das instalações
e equipamentos de três unidades de saúde no Rio.
Em Belo Horizonte,
o grupo Mater Dei já iniciou as obras
de um novo hospital, com mais de 3 mil metros quadrados de CTI
e capacidade para 300 leitos. A obra vai custar R$ 250 milhões
e deverá ficar pronta até 2014.
O grupo DOr,
que tem 17 hospitais próprios anuncia a
construção de duas novas unidades: o Caxias DOr,
em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense, e o Copa Star, em
Copacabana, na Zona Sul do Rio, um hospital cinco estrelas que
será construído com investimentos de R$ 115 milhões
e capacidade para 130 leitos.
Na capital
paulista pelo menos cinco redes ampliaram suas instalações
ou inauguraram novas unidades. O Albert Einstein ganhou, em 2010,
um novo espaço em Perdizes-Higienópolis, de 1.890
metros quadrados e novidades tecnológicas como o acelerador
linear, que permite múltiplos tratamentos, além
de acesso reservado para garantir a privacidade dos pacientes.
O Samaritano
acaba de inaugurar as novas instalações
de sua Unidade de Fisioterapia. Resultado de cerca de R$ 400
mil em investimentos, o projeto permitirá a ampliação
do número de atendimentos de 240 para 1.200 por mês.
O Oswaldo Cruz inaugurou, em 2010, novas instalações
no Campo Belo, na Zona Sul, com 1.600 metros quadrados, capacidade
para a realização de exames, consultas e pequenas
cirurgias, além de dois programas que não existem
na sede: reabilitações neurológica e cardiopulmonar.
Para construir o espaço foram desembolsados R$ 10 milhões.
O Sírio Libanês, que investiu R$ 35 milhões
em sua primeira unidade externa no Itaim Bibi, também
na Zona Sul de São Paulo, com um centro cirúrgico
e um centro de oncologia e capacidade para atender cerca de 9.000
pacientes por mês, tem outros projetos de expansão
e até 2012 planeja gastar R$ 600 milhões na ampliação
de sua sede.
"Além de leitos, tem crescido a oferta de novas áreas
de oncologia, de laboratórios de diagnóstico, de
serviços de imagem e de vagas nos centros de terapia intensiva
(CTI)", diz Henrique Salvador, da Anahp. O Centro Check
Up, inaugurado no 36º andar de um dos prédios mais
altos da região central do Rio de Janeiro, é um
exemplo. A obra custou R$ 1 milhão ao Centro de Medicina
Nuclear da Guanabara (CMNG), um dos principais do setor de saúde
do Estado, e reúne oftalmologistas, cardiologistas, urologistas,
ginecologistas e pneumologistas para atender clientes como a
Eletrobras e os executivos que trabalham no centro financeiro
da capital fluminense.
Para captar
os recursos necessários aos novos investimentos
algumas operadoras de medicina de grupo e laboratórios
já há alguns anos abriram capital e ingressaram
na bolsa de valores. O pioneiro foi a Diagnósticos da
América (Dasa), maior empresa de medicina diagnóstica
da América Latina, em 2004, seguido da Medial Saúde,
que acabou falindo e foi absorvida pela Amil, que por sua vez
lançou ações por meio da Amil Participações.
Odontoprev e Tempo Participações, que atua no segmento
de planos de saúde e odontológicos e na assistência
especializada, também têm ações na
bolsa.
Agência
Brasil / eBand
RJ:
Número
de casos de dengue aumenta
Por Roberto Saraiva
O número de novos casos de dengue chegou a 5 mil em uma
semana no Rio de Janeiro, segundo a Secretaria Municipal de Saúde
e Defesa Civil. Nos últimos 30 dias, 7.705 pessoas foram
infectadas, o que elevou o número total de doentes para
50.361 no Estado.
Em duas regiões administrativas da zona oeste da capital,
a doença chegou a 300 casos por 100 mil habitantes, índice
considerado epidêmico pelas autoridades de saúde.
Em Guaratiba foram registrados 409,2 casos por 100 mil moradores,
e em Santa Cruz, 307,4.
No bairro
de Pedra de Guaratiba, a proporção chegou
a 2.162,2 casos por 100 mil habitantes. Ao todo, 11 bairros têm
situações consideradas epidêmicas.
Portal G1
Concorrência segura alta de remédios
Rio - Pesquisas
em farmácias mostram diferença
de preços de até 87% para um mesmo medicamento
Um mês depois de autorizado o reajuste de até 6,01%
em 24 mil medicamentos, as drogarias ainda não repassaram
os aumentos de forma integral. Contudo, as famílias já sentem
uma alta de 0,74% nos gastos da farmácia — impacto
que, segundo especialistas, será ampliado nas próximas
semanas. O avanço nos preços só não é maior
porque o setor ainda tem estoques antigos e tem forte concorrência — o
país tem mais farmácias do que escolas de nível
médio. Para economizar mais, o consumidor precisa pesquisar
os melhores preços no comércio de rua ou na internet.
Levantamento do Globo em oito farmácias aponta que o mesmo
medicamento pode custar quase o dobro em outra drogaria.
Na semana
passada, a caixa com 12 comprimidos do antiinflamatório
Scaflam custava R$14,82 na Pacheco, uma diferença de até 87,0%
do preço máximo da tabela. O antialérgico
Zyrtec (120 ml) custava R$26,31 na Droga Raia — centavinhos
a menos do que na Onofre (26,98) ou quase 22% mais barato do
que na Drogasmil ou na Viva Mais. Já a Novalgina (20ml)
sai por R$11,19 nas drogarias Extra — 10% a menos do que
na Droga Raia (R$12,49). A diferença de preços
acontece porque, apesar da regulação feita pelo
governo, muitas farmácias dão descontos sobre o
valor máximo da tabela.
— O Grupo Pão de Açúcar se preparou
para que o consumidor não sentisse o aumento do governo
tão rapidamente — conta Eduardo Adrião, gerente
de drogarias do Grupo.
Segundo Mauro
Pacanowski, professor da Fundação
Getulio Vargas (FGV), os preços dos medicamentos, após
a autorização dada pelo órgão regulador,
sobem gradativamente. Ele lembra que a forte concorrência
do setor e os estoques ajudam a atenuar os reajustes:
— Daí os descontos dados pelas farmácias.
Mas o consumidor precisa procurar saber exatamente o valor do
seu desconto e sobre que valor incide esse desconto. É que
as pessoas nem sabem que existe um caderno onde estão
os preços dos remédios.
Como fugir das altas
Laboratórios: Há fabricantes de medicamentos que
garantem descontos acima de 50% ao consumidor. Basta se cadastrar
nos programas das companhias — mediante receita, naturalmente — e
recorrer a farmácias conveniadas. Caso do Receita de Vida
(0800-7700558), do MSD, que traz descontos em medicamentos como
o Singulair, para quem tem asma.
Farmácia popular: Pessoas com, por exemplo, hipertensão,
asma, ou colesterol alto podem ter acesso a remédios mais
baratos pelo “Farmácia Popular”. Em farmácias
conveniadas — onde se lê um banner ‘Aqui Tem
Farmácia Popular’—, os descontos chegam a
90%. É preciso apresentar receita médica, CPF e
documento com foto.
Programas:
Muitas farmácias, como a Droga Raia, oferecem
cartão de fidelidade, que pode trazer preços especiais
em medicamentos e outros produtos vendidos pela loja.
Genéricos: Preços são, em média,
35% inferiores aos de marca. No Brasil, há mais de 15.400
apresentações e cerca de 100 classes terapêuticas
de patologias e doenças crônicas mais comuns.
Pesquisar:
Ao comprar medicamentos, vale comparar preços
de, ao menos, três farmácias. Compras pela internet
costumam ser mais em conta, mas exigem do consumidor um melhor
planejamento dos gastos. Afinal, a entrega, em geral, não é imediata.
Folha
de São
Paulo
Instituto
do Câncer
lidera ranking de hospitais de SP
Pesquisa
foi feita com mais de 204 mil usuários de 630
instituições públicas
Foram
avaliados tempo de espera para internação
e satisfação com o atendimento dado por funcionários
Por Iara Biderman
DE SÃO
PAULO
Pesquisa
da Secretaria de Estado da Saúde de São
Paulo sobre a satisfação do usuário apontou
o Icesp (Instituto do Câncer do Estado de São Paulo
Octavio Frias de Oliveira) como o melhor hospital público
do Estado.
Realizada
pela terceira vez, a pesquisa foi feita com mais de 204 mil
pacientes do
SUS atendidos em 630 instituições
de saúde de São Paulo, entre julho e dezembro de
2010.
Os pacientes
avaliaram, em questionários, itens como
tempo de espera para internação, atendimento oferecido
por funcionários, qualidade das instalações
e a maneira como seus acompanhantes foram recebidos.
A classificação dos dez primeiros colocados foi
anunciada ontem em cerimônia no Masp (Museu de Arte de
São Paulo). Além dos melhores hospitais, foi divulgado
o ranking das maternidades mais bem avaliadas. A novidade, neste
ano, foi a inclusão da categoria "procedimento de
alta complexidade", na qual o Hospital do Câncer de
Barretos ficou em primeiro lugar.
Modelos
de Saúde
Segundo o
secretário da Saúde, Giovanni Cerri,
os dados, além de estimularem a melhoria dos serviços,
servem para verificar quais são os aspectos mais valorizados
pelos pacientes e se os hospitais estão adotando as medidas
de humanização preconizadas pelos SUS.
"Hoje há uma discussão grande sobre os modelos
de saúde a serem seguidos, e essas informações
[da pesquisa] podem sinalizar o que está dando certo",
afirma Paulo Hoff, diretor do Icesp.
CNS
CIRCULAR
JURÍDICO
049 / 2011
Confira
as alterações da jurisprudência
aprovadas pelo TST
O Pleno do
Tribunal Superior do Trabalho aprovou ontem (24) uma série de mudanças em sua jurisprudência,
com alterações e criação de novas
súmulas e orientações jurisprudenciais.
A sessão votou as propostas apresentadas durante a Semana
do TST, evento no qual os 27 ministros da Corte debateram, de
16 a 20 de maio, a jurisprudência e as normas internas
e externas que regem a prestação da jurisdição
no Tribunal.
A sessão do Órgão Especial, que teve início às
13h30, foi integrada pelo presidente e o vice-presidente do Tribunal,
o corregedor-geral da Justiça do Trabalho, os sete ministros
mais antigos, incluindo os membros da direção,
e sete ministros eleitos pelo Tribunal Pleno. Foram debatidos
os temas de natureza administrativa. Durante a discussões,
destacou-se a aprovação de anteprojeto de lei,
a ser encaminhado ao Ministério do Justiça, prevendo
alterações em dispositivos da Consolidação
das Leis do Trabalho (CLT), com o objetivo de disciplinar o cumprimento
das sentenças e a execução de títulos
extrajudiciais na Justiça do Trabalho.
Encerrada
a sessão do Órgão Especial, teve
início a reunião do Pleno do TST, formado por todos
os ministros da Corte. Foram debatidos durante a sessão
plenária diversos temas já discutidos durante a
Semana do TST. Os ministros tiveram a oportunidade de consolidar
o posicionamento do tribunal em relação a temas
como a Súmula 331, que trata da responsabilidade subsidiária
na tercerização, estabilidade para dirigentes sindicais
e suplentes, contrato de prestação de empreitada
de construção civil e responsabilidade solidária.
As discussões resultaram no cancelamento de cinco Orientações
Jurisprudenciais (OJ) e uma Súmula (n° 349). Houve
alterações em duas OJs e em nove súmulas.
Por fim, aprovou-se a criação de duas novas súmulas.
As propostas
aprovadas pelo Órgão Especial e Pleno
do Tribunal Superior do Trabalho tiveram origem na “Semana
do TST”. Os encontros foram divididos em dois grupos de
discussões: um de normatização e outro de
jurisprudência. O primeiro, formado por dez ministros,
analisou e elaborou propostas de revisão das normas internas
do TST (inclusive seu Regimento Interno e o do Conselho Superior
da Justiça do Trabalho - CSJT) e anteprojetos de lei voltados
para o aperfeiçoamento processual, com prioridade para
a execução trabalhista. O segundo grupo, de jurisprudência,
composto por 16 ministros, analisou e aprovou propostas de edição,
revisão ou cancelamento de súmulas, orientações
jurisprudenciais e precedentes normativos do TST.
Em anexo segue a tabela comparativa atualizada
Fonte: TST
Seguradora
que aceita paciente com obesidade mórbida
não pode negar cobertura de redução de estômago
A Terceira
Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ)
restabeleceu sentença que determinou à Unimed o
pagamento de cirurgia bariátrica a um segurado de Varginha
(MG). A Turma, seguindo voto da relatora, ministra Nancy Andrighi,
concluiu que no ato da assinatura do contrato, a seguradora sabia
da obesidade mórbida do segurado, sendo evidente que os
respectivos riscos certamente foram levados em consideração
e aceitos ao admiti-lo como segurado, não se podendo falar
em vício na manifestação da vontade.
O segurado
ingressou com ação de obrigação
de fazer para que a seguradora cobrisse a cirurgia de redução
de estômago. Em primeira instância, o pedido foi
provido determinando a cobertura plena para a realização
do procedimento.
A Unimed
apelou da sentença. O Tribunal de Justiça
de Minas Gerais (TJMG) proveu à apelação
por entender que a cirurgia a que se submeteu o segurado se deu
em razão de doença preexistente. Assim, é licito à seguradora
se opor ao pagamento da cobertura, quando haja expressa excludente
de cobertura para tal caso, além de comprovada má-fé daquele
no momento da contratação.
Inconformado,
o segurado recorreu ao STJ sustentando violação
ao Código de Defesa do Consumidor (CDC) no que diz respeito
aos direitos básicos do consumidor, práticas e
cláusulas abusivas, proteção contratual
e contratos de adesão. Alegou também dissídio
jurisprudencial.
Ao decidir,
a relatora destacou que na data da contratação
do plano, o segurado declarou à seguradora que pesava
146 quilos e media 1,53 metros, o que resulta num índice
de massa corporal (IMC) de 62 kg/m2, indicador claro de obesidade
mórbida.
“No ato de adesão ao contrato, o segurado encontrava-se
mais de 85 quilos acima de seu peso ideal, situação
que, por óbvio, foi constatada pela seguradora e que notoriamente
acarreta diversos males à saúde, bem como vem cada
vez mais sendo tratada por intermédio da cirurgia para
redução do estômago”, acrescentou.
A ministra
ressaltou, ainda, que quando o segurado procurou a Unimed,
ele buscava
um seguro que oferecesse cobertura para
os riscos à sua saúde, principalmente aqueles derivados
do seu sobrepeso. A seguradora, por sua vez, mesmo ciente do
quadro de obesidade mórbida do segurado, concordou em
firmar o contrato. Por essa razão, a prevalecer a boa-fé contratual,
não há como admitir a recusa da Unimed em oferecer
cobertura para um sinistro derivado especificamente da obesidade
mórbida do segurado, sob pena de estar negando vigência àquilo
que as partes tinham em mente quando celebraram o contrato.
Por fim,
a relatora entendeu que antes de concluir o contrato de seguro
de saúde, pode a seguradora exigir do segurado
a realização de exames médicos para constatação
de sua efetiva disposição física e psíquica,
mas, não o fazendo e ocorrendo sinistro, não se
eximirá do dever de indenizar, salvo se comprovar a má-fé do
segurado ao informar seu estado de saúde.
Fonte: STJ
Segunda-feira, 30.05.2011
Agência Câmara de Notícias
Governo
quer novo contrato de organização para
o SUS, diz debatedora
Por Luiz
Cláudio Pinheiro / Edição:
Maria Clarice Dias
Em debate
promovido nesta segunda-feira pela Subcomissão
Especial do Sistema Único de Saúde (SUS), a representante
da Secretaria de Gestão Estratégica e Participativa,
Mônica Sampaio de Carvalho, informou que o Ministério
da Saúde está estudando um novo tipo de “contrato
organizativo” para a ação do SUS. A ideia,
explicou, é definir o novo contrato em lei, para garantir
segurança jurídica ao sistema.
Os objetivos
principais do governo são fortalecer a cooperação
entre os entes federativos; estabelecer metas efetivas; exercer
monitoramento estratégico; e facilitar o controle externo.
O contrato organizativo deverá dividir o País em “regiões
de saúde”, cada qual com um microssistema específico,
que seja capaz de identificar suas próprias carências
e vazios operacionais. “Em vez de bombeiros, vamos ser
planejadores de saúde”, resumiu Mônica de
Carvalho.
Governança
O relator
da subcomissão, deputado Rogério Carvalho
(PT-SE), defendeu durante o debate a criação de
uma nova instância de governança para o SUS, de
caráter tripartite, reunindo União, estados e municípios,
com a atribuição de definir as necessidades da
população usuária e garantir o acesso público
a um atendimento médico integral e padronizado.
O presidente
da subcomissão, que é ligada à Comissão
de Seguridade Social e Família, deputado João Ananias
(PCdoB-CE), avaliou que a proposta poderá ser aprovada
pela Câmara e efetivamente implementada no País. “Ela
seria utópica há alguns anos, mas hoje já não é mais”,
assegurou.
Rede suplementar
Segundo Rogério Carvalho, que foi secretário de
Saúde de Sergipe, a nova instância de governança
vai abranger todo o SUS, inclusive a rede suplementar. “Terá que
ser um organismo forte, poderoso, instituído por lei”,
explicou. Em respeito ao princípio da eficiência,
antecipou, deverão ser definidas diretrizes para conformar
um mapa dos serviços de saúde, capaz de atender às
necessidades e evitar desperdícios.
Cada ente
federativo deverá assumir sua própria
responsabilidade sanitária, com metas a cumprir, disse
Carvalho. Com isso, o financiamento vai ser, além de fiscalizado,
controlado a partir dos resultados alcançados. O gestor
público poderá ser avaliado e ser premiado com
um “selo de valorização da vida”, quando
obtiver êxito.
O relator
da subcomissão defendeu também a instituição
de uma regra nacional, pública e transparente para os
serviços do SUS. Não é aceitável,
disse ele, que hospitais e médicos possam definir, a seu
próprio critério, o acesso aos leitos e ao atendimento. “Queremos
um choque de controle social, com plena transparência no
acesso de cada cidadão”, declarou.
O Dia Online
Aumento
dos planos de saúde pode sair
Rio - O valor
do aumento para os planos de saúde em todo
o País poderá ser divulgado nos próximos
dias. A Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS)
aguarda apenas sinal verde do Ministério da Fazenda para
divulgar o índice. Em nota publicada em seu site, porém,
a agência não confirma percentual de 6,6%.
“Tão logo receba o aval do Ministério da
Fazenda, a ANS irá divulgar oficialmente o percentual
a ser aplicado entre maio/2011 e abril/2012 como índice
máximo autorizado às operadoras para reajuste dos
planos individuais/familiares novos, contratados a partir de
1º de janeiro de 1999 ou adaptados à Lei nº 9.656/98”,
explica, em nota divulgada em seu site, a ANS.
AGENDA
- 16º Congresso Abramge e
7º Congresso Sinog
Abramge /
AssPreviSite
Sistema Abramge
promove Congressos sobre Tecnologia e Sustentabilidade na Saúde
Suplementar
O diretor-presidente
da ANS será sabatinado durante os Congressos que reunirão
os principais parceiros do Sistema
A tecnologia
ganha espaço cada vez maior em várias áreas.
E na saúde suplementar não é diferente.
Novas vacinas, novos remédios e equipamentos sofisticados
auxiliam os profissionais de saúde. No entanto, como
aplicar as tecnologias de ponta sem perder a sustentabilidade
do negócio? O Sistema Abramge, atento ao mercado, realiza
nos dias 18 e 19 de agosto, em São Paulo, capital, os
16º Congresso Abramge e 7º Congresso Sinog. O tema
central dos eventos é "Tecnologia na Saúde
Suplementar - Instrumento para o Desenvolvimento Sustentável".
Para falar
sobre o atual estágio e as perspectivas tecnológicas
do Brasil a Conferência Magna será feita pelo
jornalista Ethevaldo Siqueira, comentarista da Rádio
CBN e articulista do jornal O Estado de S. Paulo.
No primeiro
dia de eventos, José Sant'Anna Bevilaqua, coordenador
de Tecnologia do Censo Demográfico do Instituto Brasileiro
de Geografia e Estatística (IBGE), falará sobre
a nova ferramenta do órgão para a realização
do Censo 2010. Na parte da tarde o talk show "Qualidade
como Fator de Sustentabilidade" abordará a Visão
das Operadoras, dos Prestadores e da Acreditadora sobre o tema.
As palestras serão ministradas, respectivamente, por
Fábio Leite Gastal, superintendente médico assistencial
do Hospital Mãe de Deus - Sistema de Saúde Mãe
de Deus; Martha Sevedra, diretora do Hospital Barra D'Or Brasil;
e Rubens Covello, presidente do Instituto Qualisa de Gestão
(IQG).
Para fechar
o dia, Gonzalo Vecina Neto, ex-presidente da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e atual
superintendente corporativo do Hospital Sírio Libanês,
fala sobre "Tecnologia na Saúde Suplementar - Instrumento
para o Desenvolvimento Sustentável do Sistema".
No segundo
dia, será abordado o tema "Gestão Assistencial".
Em foco, o "Gerenciamento de Doenças" e "Avanço
Tecnológico na Gestão de Saúde".
Apresentarão estes temas, respectivamente, Ana Cláudia
Assis Pinto, líder da Prática de Gestão
Estratégica de Saúde da Marsh Gestão de
Benefícios; e John H. Harris III, CEO de Qualidade de
Vida e vice-presidente de Inovações da Healthways
International.
O talk show
sobre Tecnologia para Pequenas e Médias Operadoras encerra
o período da manhã. O assunto será ministrado
por Luiz Antonio De Biase Nogueira, representante da Abramge
no Comitê de Padronização das Informações
em Saúde Suplementar (COPPIS), que falará sobre "Tecnologia
da Informação na Gestão da Saúde" e
Lincoln de Moura Assis Junior, diretor-presidente da Zilics,
com foco no "Acesso para Pequenas e Médias Operadoras".
Para finalizar
os Congressos, Maurício Ceschin, diretor-presidente
da ANS, será sabatinado em uma "Roda Viva" com
a participação de líderes dos vários
segmentos do setor.
Confira a
programação completa e os descontos oferecidos
nas inscrições dos eventos, clicando no link:
http://www.abramge.com.br/mailling/Redirect.aspx?3132|||333229|||www.abramge.com.br/16congresso.htm
- Negociação dos Serviços de
Saúde
Unidas /
AssPreviSite
16 e 17 de
junho de 2011
SEDE UNIDAS
NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100
- São Paulo - SP
Objetivo
Preparar
profissionais de negociação no mercado de saúde
para atuarem com consciência de seu papel e sua importância
enquanto agentes do processo negocial; Apresentar noções
básicas da negociação em geral e seus
conceitos, princípios e elementos; Apresentar o processo
de negociação em seus aspectos subjetivos e formais;
Apresentar o mercado de saúde, suas características,
seus atores e forças que nele atuam; Identificar vantagens
e dificuldades na negociação multilateral;
Identificar
vantagens e dificuldades na negociação com paralisação
dos serviços; Esclarecer a participação
da ANS, do Poder Judiciário, Ministério Público,
PROCON e CADE no processo de negociação dos serviços
de saúde.
Instrutor
Dr. Natanael
Dantas Soares
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos e Seguros de Saúde e profissionais
de todas as áreas, que atuam no Mercado de Saúde.
Informações
Tel. (11)
3289-0855
Fax (11)
3289-0322
com Fernanda
Delesporte
treinamento@unidas.org.br
- Sistemas de Informação para Gestão
da Saúde
Unidas /
AssPreviSite
02 e 03 de
junho de 2011
SEDE UNIDAS
NACIONAL
Alameda Santos,
1.000 - 8° andar - Cerqueira César - CEP 01418-100
- São Paulo - SP
Objetivo
Conhecer
os fundamentos dos Sistemas de Informação em
Saúde e entender a sua aplicação à gestão
de Sistemas de Saúde. Conhecer o processo de construção
do Prontuário Eletrônico do Paciente e analisar
seu uso na Assistência e na Gestão.
Conhecer
os padrões para representar e transmitir a informação
em saúde. Impactos da implantação do TISS – Troca
de Informação em Saúde Suplementar. Conhecer
a Comissão de Estudo Especial Temporária Informática
em Saúde da ABNT e o HL7 Brasil. Conhecer o projeto
de informatização da Secretaria Municipal de
Saúde de São Paulo e a integração
com laboratórios clínicos. Conhecer a legislação
sobre privacidade e confidencialidade da informação
em saúde. Conhecer a questão dos usos da informação
para a gestão e qualidade em saúde; discutir
o cenário nacional de avaliação em saúde
suplementar e comparar com o cenário internacional.
Conhecer as tendências de disseminação
da informação em saúde. Apresentar os
conceitos de software livre e sua importância para área
da saúde.
Instrutor
DRA. BEATRIZ
DE FARIA LEÃO
Público
Alvo
Gestores
de Operadoras de Planos de Saúde, Executivos da área
de Informática, Profissionais de Informática
em Saúde e responsáveis pelo desenvolvimento
de Sistemas de Informação em Saúde.
Informações
Tel. (11)
3289-0855
Fax (11)
3289-0322
com Fernanda
Delesporte
treinamento@unidas.org.br