31-10-11

 

Leia nesta edição:

- SUS mostra sucessos e avanços em Vigilância em Saúde

- Tratamento de Lula vai até janeiro de 2012

- Saúde alerta para prevenção às doenças reumáticas

- Hospital Gaffrée e Guinle apresenta técnica para cirurgias sem cicatrizes

- Diferença de preços de medicamentos atinge quase 1.000% em São Paulo, alerta Procon

- Inca anuncia novas recomendações para tratamento do câncer de mama

- Casos de meningite no interior de São Paulo serão investigados

- Governo e hospitais debatem novo modelo de atenção à Saúde

- Um mal evitável

- ANS: novas normas para pequenas operadoras

- Paranaense gasta mais com remédio que com plano de saúde

- Desventuras com siglas e abreviaturas

- Governo muda tratamento para derrame

- Estratégia da SAP está nas companhias verticalizadas

- Anticoncepcionais aumentam o risco de trombose, afirma estudo

- Americanos querem novos números em testes de colesterol

- Hospital Samaritano (SP) inaugura centro de medicina diagnóstica

- Casa de Saúde São José (RJ) lança unidades coronariana e semi-intensiva

- Parintins recebe veículos para saúde indígena

Segunda-feira, 31.10.11

AGÊNCIA SAÚDE

SUS mostra sucessos e avanços em Vigilância em Saúde

Durante a exposição, que começa hoje e vai até o próximo dia 3, Ministério da Saúde lança a nova edição do Saúde Brasil. A publicação faz uma análise geral da situação de saúde do brasileiro. Décima primeira edição da Expoepi teve número recorde de trabalhos inscritos

O principal encontro na área de Vigilância em Saúde do país começa nesta segunda-feira (31) e vai até o dia 3 de novembro, em Brasília (DF). Em sua 11ª edição, a Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia, Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi) prevê apresentação competitiva de trabalhos, reuniões técnicas, palestras, mesas redondas e painéis onde serão discutidos temas de cunho técnico-científico relevantes para a Vigilância em Saúde.

Durante a mostra – com abertura marcada para as 19h, no Centro de Convenções Ulisses Guimarães – haverá, como ocorre em todos os anos, lançamentos editoriais relacionados ao segmento. Um deles será a nova edição do Saúde Brasil – uma análise geral da situação de saúde do brasileiro, desde o nascimento até a morte. A obra, produzida pela Secretaria de Vigilância em Saúde do Ministério da Saúde, apresenta indicadores demográficos e epidemiológicos e demonstra tendências que poderão subsidiar a definição de novas ações estratégicas e políticas públicas de saúde.

A Expoepi, realizada anualmente desde 2001, estimula o intercâmbio de informações e experiências entre representantes das três esferas do Sistema Único de Saúde: governo federal, estados e municípios. Esta 11ª edição da mostra registrou número recorde de trabalhos inscritos: 776. A exposição competitiva premiará experiências apresentadas pelos serviços de saúde estaduais e municipais que se destacaram no campo da Vigilância em Saúde.

Desde 2005, os trabalhos vencedores recebem R$ 30 mil, transferidos às instituições ganhadoras por meio do Teto Financeiro de Vigilância em Saúde do respectivo estado ou município. O resultado da competição é definido por votação.

A premiação

Os projetos que concorrem às premiações estão divididos em categorias alinhadas à agenda de prioridades da Secretaria de Vigilância em Saúde (SVS) do Ministério da Saúde e do governo federal: saúde ambiental e do trabalhador; integração das ações de vigilância, prevenção e controle das doenças e agravos com os serviços de saúde; DST/Aids e hepatites virais; controle da dengue; aperfeiçoamento da cobertura e qualidade dos sistemas de informação em saúde; doenças não transmissíveis e promoção da saúde; tuberculose, hanseníase e outras doenças negligenciadas; e eliminação e controle das doenças imunopreveníveis.

Este ano, foi instituído um prêmio para contribuições técnico-científicas de profissionais do SUS, produzidas durante cursos de pós-graduação em saúde coletiva ou em especialização, mestrado e doutorado. Serão premiados três trabalhos, um em cada categoria de pós-graduação. Os autores vencedores receberão prêmios no valor de R$ 3 mil (especialização), R$ 6 mil (mestrado) e R$ 9 mil (doutorado).

Também haverá outras duas premiações para investigações de surtos no âmbito do Sistema Único de Saúde: o Prêmio Carlos Chagas, para secretarias municipais e estaduais; e o Prêmio Adolfo Lutz e Vital Brazil, para investigações conduzidas pelo governo federal. A 11ª Expoepi também homenageará profissionais que prestaram relevantes serviços à saúde pública do país.

A exposição

A Expoepi é promovida pela SVS do Ministério da Saúde, com o objetivo de dar visibilidade às ações de Vigilância em Saúde e discutir aspectos relevantes para o aprimoramento da área. O encontro mobiliza trabalhadores do SUS de todas as regiões e estados. Este ano, está prevista a participação de 2,5 mil profissionais de saúde da rede pública.

A participação ativa de representantes e trabalhadores do SUS no encontro reflete a incorporação crescente da epidemiologia no planejamento, na análise e na reorientação das ações de vigilância, prevenção e controle de doenças e agravos em saúde pública. Além disso, reafirma a valorização dos profissionais empenhados em monitorar e promover a saúde, prevenir doenças e agravos e melhorar a qualidade de vida da população brasileira.

A 11ª Expoepi poderá ser acompanhada pelos sites www.expoepi.com.br e www.saude.gov.br/svs .

AGÊNCIA BRASIL

Tratamento de Lula vai até janeiro de 2012

Vinicius Konchinski, de São Paulo

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai tratar do câncer na laringe até, pelo menos, janeiro. Ele deve passar por três sessões de quimioterapia até o final deste ano e por uma de radioterapia no início de 2012.

O cronograma foi divulgado hoje (31) pela equipe médica responsável pelo tratamento do ex-presidente. Lula está no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e é acompanhado pelos médicos Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz e Luiz Paulo Kowalski.

Em entrevista coletiva no hospital, os médicos disseram que Lula passará por sessões de quimioterapia a cada 21 dias. Nessas sessões, ele receberá remédios por meio de um catéter implantado em seu peito. Cada sessão vai durar cinco dias, mas Lula não precisará ficar no hospital nesse período. Parte dos medicamentos será dada a ele no hospital e outra deve ser injetada no catéter, quando ele estiver em casa.

Já a radioterapia deve começar cerca de 40 dias após a última sessão de quimioterapia. O tratamento será localizado e feito em uma máquina, no hospital.

O médico Paulo Hoff destacou que o tumor do ex-presidente é de agressividade média e, geralmente, responde bem à quimioterapia. Por isso, os médicos descartaram, por hora, uma cirurgia. "A chance de cura é muito boa."

AGÊNCIA SAÚDE

Saúde alerta para prevenção às doenças reumáticas

Por Zeca Moreira

Ministério da Saúde reforça a importância de se procurar um serviçode saúde, logo que identificados os primeiros sintomas. No domingo (30), foi comemorado em todo o país o Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo

Poucos brasileiros sabem, mas as doenças reumáticas não acometem apenas a população idosa, elas podem ser identificadas muito antes da fase adulta e do avanço da doença. O Ministério da Saúde alerta para a necessidade de conscientização sobre o reumatismo, doença que afeta aproximadamente 12 milhões de brasileiros. No domingo (30), foi comemorado o Dia Nacional de Luta contra a doença.

A recomendação é para que surgidos os primeiros sintomas de reumatismo, o paciente procure a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência. “Ao perceber dor nas articulações, principalmente por mais de seis semanas, acompanhada de vermelhidão, “inchaço”, calor ou dificuldade para movimentar as juntas (especialmente ao acordar pela manhã), a pessoa deve procurar o serviço de saúde mais próximo da sua casa”, orienta Carlos Maia, subcoordenador nacional de Saúde do Homem.

Doença

As doenças reumáticas atingem pessoas de qualquer idade e têm maior incidência em mulheres. Ao contrário de algumas doenças ditas silenciosas (hipertensão e diabetes), o reumatismo pode ser facilmente diagnosticado: o próprio paciente pode identificar os primeiros sintomas. Se sentir dores ao esticar os braços sobre a cabeça ou ao elevar os ombros até tocar o pescoço, atenção, pode ser um sinal de doença reumática. Se a enfermidade for descoberta logo nos primeiros sintomas e o paciente tiver tratamento adequado, ele pode levar uma vida normal, diminuindo assim os riscos de incapacidade física.

Tratamento

O tratamento ao reumatismo é garantido no Sistema Único de Saúde (SUS). A assistência aos pacientes com doenças reumáticas inclui desde o fornecimento de medicamentos até a realização de práticas integrativas (como acupuntura), associada à realização de exercícios que devem ter indicação do médico. “Por isso, é fundamental a combinação de cuidados básicos de saúde, feitos nos serviços da Atenção Básica, com a atenção de especialistas do SUS”, completa Carlos Maia.

Incidência

Entre as doenças reumáticas, a artrite reumatóide é o tipo mais comum da doença. Somente entre 2010 e setembro de 2011, 33.852 pacientes foram internados em decorrência da doença. O valor empregado para custear estes tratamentos somou R$ 24 milhões neste período.

No Brasil, as doenças reumáticas constituem a segunda causa de gastos em benefícios de auxílio-saúde concedidos à população (dados 2008).

Apesar de afetar homens e mulheres, jovens e idosos, a maior prevalência é entre as mulheres entre 30 e 40 anos. Por esse motivo, elas devem ficar mais atentas a alguns fatores de risco, como idade avançada, obesidade, tabagismo, consumo de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de medicamentos que podem contribuir para o surgimento da doença.

GLOBO.COM

Hospital Gaffrée e Guinle apresenta técnica para cirurgias sem cicatrizes

A retirada da vesícula biliar, uma das cirurgias que mais crescem no Brasil - em 2010 foram realizadas no país cerca de 170 mil desse tipo pelo Sistema Único de Saúde - pode ser feita agora através de uma única incisão. Pela técnica de Portal Único, oferecida gratuitamente no Hospital Federal Gaffrée e Guinle, no Rio, a cirurgia é realizada pelo umbigo, uma cicatriz natural. O procedimento é a evolução da laparoscopia, em que pequenas cânulas são inseridas no abdome, em alguns casos auxiliado por pequenas câmeras (videolaparoscopia).

Além de ajudar no aspecto estético, o procedimento prevê recuperação mais rápida do paciente. Segundo o cirurgião-geral Fernando Madureira, professor da Unirio e um dos pioneiros no uso do Portal Único, a nova técnica reduz a dor no pós-operatório e o risco de infecção.

- A cirurgia de Portal Único, de modo geral, é pouco encontrada na rede privada porque ainda não tem a cobertura dos planos de saúde. Esta é uma área em que a rede pública supera a particular.

A técnica de Portal Único, por enquanto, está sendo mais usada para a cirurgia da vesícula, mas já foi utilizada também para casos mais complexos, como tratamento de hérnia, refluxo, e da endometriose, problema que atinge cerca de 6 milhões de mulheres em idade reprodutiva, segundo o Ministério da Saúde.

No hospital Gaffrée e Guinle são realizadas, em média, duas cirurgias de Portal Único por semana, de acordo com Fernando Madureira. O médico, que desenvolveu tese de doutorado pela UFRJ comparando a laparoscopia convencional com a cirurgia via Portal Único, vai ministrar um workshop sobre a nova técnica nos dias 4 e 5 de novembro, na unidade de saúde. As inscrições são gratuitas. Mais informações pelo e-mail hugg@unirio.br ou pelo telefone (21) 2264-5310.

AGÊNCIA BRASIL

Diferença de preços de medicamentos atinge quase 1.000% em São Paulo, alerta Procon

Marli Moreira, de São Paulo

O consumidor precisa ficar atento na hora de comprar remédios, e, antes de ir a uma farmácia, deve fazer uma pesquisa de preços, alerta a Fundação Procon de São Paulo. O órgão detectou diferenças de preços que chegam a 951,69%, em cinco regiões da cidade de São Paulo.

A pesquisa foi feita no período de 28 a 30 de setembro e engloba 52 medicamentos vendidos em 15 estabelecimentos. O diclofenaco sódico (caixa com 20 comprimidos de 50 miligramas), por exemplo, era vendido por R$ 9,36 em uma drogaria. Em outro ponto de venda, custava R$ 0,89, uma diferença de R$ 8,47.

No caso do Propranolol Ayerst (cloridrato de propranolol), a maior diferença de preço encontrada é 520,83%. O valor máximo da caixa com 30 comprimidos de 40 miligramas atingiu R$ 7,45, e o mínimo, R$ 1,20, uma diferença de R$ 6,25.

A pesquisa constatou que os genéricos estavam 58,47% mais baratos do que os medicamentos de referência. Os técnicos alertam, no entanto, que mesmo entre os genéricos pode haver diferenças de preços. Por isso, recomendam que o consumidor consulte a lista de preços máximos dos medicamentos, disponível no site da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As drogarias e farmácias também são obrigadas a deixar ao alcance dos clientes uma lista de preços, como determina a Resolução nº 4 da Câmara de Regulação do Mercado de Medicamentos (Cmed), do dia 9 de março de 2011.

A Fundação Procon também orienta o consumidor a evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem (caixa) e a verificar o prazo de validade antes de adquirir um remédio. Também é importante conferir se o número do lote, o prazo de validade e a data de fabricação constantes na caixa do medicamento são iguais aos marcados nas cartelas ou frascos.

O Procon lembra que o medicamento deve ser guardado em local seco, arejado e fora do alcance de crianças. Os pais e responsáveis devem ter cuidado especial com remédios de formato ou aroma atrativo às crianças.

O ESTADO DE S.PAULO

Inca anuncia novas recomendações para tratamento do câncer de mama

Saúde. Diretriz do Instituto Nacional do Câncer estabelece prazo máximo entre diagnóstico e cirurgia e fixa período para início das terapias complementares, entre outros itens; objetivo é reduzir a mortalidade e melhorar qualidade de vida das pacientes com o tumor

Clarissa Thomé

O Instituto Nacional do Câncer (Inca) divulga hoje uma lista de recomendações para o controle da mortalidade do câncer de mama. Entre as medidas, estabelece em 3 meses o prazo máximo entre o diagnóstico de tumor e a cirurgia. Também fixa o período para o início das terapias complementares, como químio e radioterapia - entre 60 e 120 dias após o tratamento inicial.

A divulgação faz parte das ações da instituição no Outubro Rosa, movimento internacional que busca chamar a atenção para a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama.

A cirurgia logo depois do diagnóstico garante maior sobrevida às pacientes. Estudos científicos mostram que a demora superior a três meses compromete a expectativa de vida das mulheres. As pacientes que se tratam pelo Sistema Único de Saúde (SUS) precisam esperar 188 dias, em média, entre o diagnóstico e a cirurgia, segundo levantamento divulgado pela Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama (Femama). Essa espera cai para 15 dias se a pessoa tiver plano de saúde.

As sete recomendações divulgadas pelo Inca não têm força de lei, mas se forem seguidas pelas secretarias municipais e estaduais de saúde e pelos consultórios particulares têm potencial para reduzir a mortalidade e melhorar a qualidade de vida das pacientes com tumores de mama. Esse é o tipo de câncer que mais mata na população feminina - 12 mil mulheres morrem por ano em decorrência da doença.

Tratamento

"Essas recomendações são um desdobramento do que a gente sugeriu no ano passado, quando o foco foram estratégias para detecção precoce. Detectar não é um fim em si mesmo. O importante é que se instituam medidas necessárias para que o câncer seja tratado adequadamente", afirmou o oncologista José Bines, responsável pelo grupo de tumor de mama do Inca.

"O País é grande, heterogêneo, e a ideia é instituir parâmetros mínimos para que sejam alcançados em todo o território nacional. O ideal é que a cirurgia e as terapias sejam feitas o mais breve possível. Estabelecemos tempos máximos; os lugares que estão fazendo em menos tempo, melhor".

Segundo o Inca, toda mulher deve ter seu diagnóstico complementado com a avaliação do receptor hormonal. "A maior parte dos tumores de mama são alimentados pelo hormônio feminino. No exame do tumor como um todo, o patologista identifica a presença ou não do receptor hormonal. E este receptor está presente em 70 a 80% dos casos", explica Bines. "Se estiver presente, é preciso fazer um tratamento anti-hormonal para inibir esse potencial crescimento." Essa terapia também está no rol divulgado pelo Inca - se indicada, deve ser iniciada em até 60 dias depois da cirurgia.

O Inca também recomenda que as mulheres com câncer de mama sejam acompanhadas por equipe multidisciplinar de especialistas (oncologista, cirurgião, radioterapeuta, enfermeiros, psicólogo) e tratadas em ambiente acolhedor, com acesso a cuidados paliativos. Os hospitais também devem ter Registro de Câncer em atividade, serviço que permite coletar informações para monitorar e avaliar a qualidade do tratamento oferecido às pacientes.

Diretrizes para o câncer de mama

1. Ação rápida - Tratamento deve começar logo após diagnóstico; cirurgia para retirada do tumor não deve ultrapassar prazo de 3 meses.

2. Ação complementar - Prazo para início de tratamento de quimioterapia ou hormonioterapia é de 60 dias e o de radioterapia, 120 dias.

3. Receptor hormonal - Diagnóstico deve ser complementado com avaliação do receptor hormonal.

4. Atenção multidisciplinar - Tratamento deve contar com equipe que inclua médicos (cirurgião, oncologista clínico e um radioterapeuta), enfermeiro, psicólogo, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta.

5. Abordagem humanizada - Ambiente para paciente diagnosticada receber cuidados deve respeitar sua autonomia, dignidade e confidencialidade.

6. Registro de Câncer - Hospital onde paciente é acompanhada deve ter Registro de Câncer, para monitorar e avaliar a qualidade do tratamento.

7. Cuidados paliativos - Paciente tem direito aos cuidados paliativos para o adequado controle dos sintomas e suporte social, espiritual e psicológico.

AGÊNCIA ESTADO

Casos de meningite no interior de São Paulo serão investigados

A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) de Campinas, no interior de São Paulo, investiga um provável agregado de casos de meningite meningocócica em um bairro da Região leste da cidade.

Uma criança, com idade abaixo de cinco anos, segundo a Secretaria, morreu na última sexta-feira em um hospital da rede pública com suspeita da doença. Segundo os técnicos da Vigilância em Saúde (Visa), a criança apresentou evolução típica, clássica da doença mais grave da doença meningocócica. Os exames laboratoriais estão em andamento.

O órgão também recebeu na sexta-feira outra notificação, também de uma criança moradora do mesmo bairro que a primeira, que está internada em um hospital da rede pública e apresenta um primeiro resultado compatível com o meningococo. Campinas registrou neste ano 27 casos de doença meningocócica - inclui meningite meningocócica e meningococcemia - dos quais dez foram a óbito.

PARANASHOP

Governo e hospitais debatem novo modelo de atenção à Saúde

Com o tema “Santas Casas e Hospitais Filantrópicos: construindo um novo modelo de atenção à saúde”, o 4° Seminário Femipa (Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná) vai promover o debate entre gestores públicos e administradores de hospitais de 9 a 11 de novembro em Curitiba (PR). O evento deve mobilizar não somente o Paraná, mas especialistas, políticos e autoridades de outros Estados em torno das discussões que afetam, principalmente, o Sistema Único de Saúde (SUS).

A programação inclui discussões a respeito da legislação da filantropia, modelos de remuneração, ferramentas de gestão, segurança do paciente, custo hospitalar e redes de atenção à Saúde. O secretário de Atenção à Saúde do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda Magalhães Jr, ao lado do secretário de Estado da Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, da secretária de municipal de Saúde de Curitiba, Eliane Chomatas, e do economista Luiz Nelson Porto Araújo, farão uma análise setorial e apontarão as perspectivas para o setor. A mesa será moderada pela presidente do Conselho Estadual de Saúde do PR, Rosita Márcia Wilner.

Outra palestra programada é Ferramentas de Gestão e a Acreditação Hospitalar. “O painel tem o objetivo de demonstrar como a adoção do modelo da acreditação e suas ferramentas de gestão poderão auxiliar os gestores e líderes na condução diária das instituições, em especial na abordagem da gestão por processos”, explica Fábio de Araújo Motta, presidente do Instituto Paranaense de Acreditação em Serviços de Saúde (IPASS).

Já a assessora executiva da Fundação Amaral Carvalho, Shirley Batista, vai abordar o tema captação de recursos. “A captação de recursos junto ao governo federal é de extrema importância para as entidades. Os hospitais precisam conhecer o processo que, apesar de trabalhoso, trás muitos benefícios. A única contrapartida é prestar um bom serviço para a comunidade”, diz a palestrante.

Para o diretor geral da Santa Casa de Curitiba, Flaviano Venturim, o evento é de extrema importância para as entidades filantrópicas. “A participação da Santa Casa é fundamental, visto que o Seminário apresentará os assuntos mais pertinentes às instituições filantrópicas. Junto às entidades co-irmãs teremos a oportunidade de discutir, trocar ideias e compartilhar problemas e soluções, além de fomentar novas discussões”, argumenta.

Com a proposta de levar aos hospitais experiências de fora da área, o empresário Miguel Krigsner, presidente do Conselho de Administração do Grupo Boticário, vai apresentar a história de sucesso do negócio que nasceu em 1977, com uma pequena farmácia de manipulação. “O objetivo é estimular os administradores dos hospitais a conhecerem novas visões empresariais para melhorar ainda mais a gestão das instituições filantrópicas”, explica o presidente da Femipa, Maçazumi Furtado Niwa.

Feira

Este ano, o evento contará com a Feira de Produtos e Serviços Médico-Hospitalares e Tecnologia. Empresas como Micromed, Wheb Sistemas, MV Sistemas, MecFarma, Formathos, GHR Consultoria, Sismatec, Unicred e Unimed Paraná irão mostrar tecnologias e serviços que auxiliam na gestão hospitalar. Parceira da Femipa há um ano, a Bionexo apresentará a plataforma de gestão de compras.

Mais informações: www.femipa.org.br.

Serviço

4° Seminário Femipa

Tema: “Santas Casas e Hospitais Filantrópicos: construindo um novo modelo de atenção à saúde”

Data: 9 a 11 de novembro

Local: Associação Médica do Paraná, Rua Cândido Xavier, 575, Curitiba (PR)

Inscrições: (41) 3016 1780 / contato@confianceeventos.com.br

Informações: www.femipa.org.br

Promoção: Federação das Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do Paraná.

Domingo, 30.10.11

CORREIO BRAZILIENSE

Um mal evitável

Tumores malignos na laringe, como o que acometeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são associados ao tabagismo e ao consumo de álcool. Sem esses fatores de risco, dificilmente uma pessoa desenvolve a doença. Chances de cura costumam ser elevadas.

Paloma Oliveto

A combinação tabaco e álcool, dois hábitos que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca negou apreciar, é a principal causa de câncer de laringe, um tumor que, na avaliação de oncologistas, é altamente prevenível. Quando detectada precocemente, as chances de a doença desaparecer são de 80% e, para isso, é necessário ficar atento ao sintoma mais importante: uma rouquidão sem causa aparente, que persiste por mais de duas semanas. Um exame simples realizado em consultório, a laringoscopia, é capaz de encontrar tumores no órgão da fala.

De acordo com Paulo Hoff, oncologista do Hospital Sírio-Libanês que fez o exame no ex-presidente, "o prognóstico para esse tipo de câncer é muito bom". Especialistas ouvidos pelo Correio afirmam que as chances de cura de um tumor maligno na laringe são realmente grandes, mas tudo depende do tipo de célula envolvida e do estágio em que a doença se encontra.

O oncologista Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília (Cettro), explica que três aspectos estão envolvidos na escolha do tratamento mais adequado e nos prognósticos do paciente. O primeiro é o tipo histológico, que, no caso da laringe, costuma ser carcinoma epidermoide. O segundo é a localização exata do tumor e, por último, os médicos avaliam o estágio em que ele se encontra. Basicamente, o câncer de laringe pode ser localizado, quando atinge apenas um tecido específico; localmente avançado, quando também se espalha para os linfonodos próximos; e metastático. Para cada situação, há um tipo de tratamento adequado.

Segundo Igor Morbeck, oncologista da clínica Oncovida, para garantir o sucesso da terapia, é essencial que os sintomas iniciais não sejam ignorados. "A rouquidão é um dos primeiros sintomas do câncer de laringe. É um tipo de rouquidão que persiste por mais de duas semanas ou 30 dias. Com o exame de laringoscopia, dá para avaliar se há uma lesão no local", informa.

No quadro inicial, Murilo Buso afirma que a estratégia é fazer uma cirurgia, se o tumor for pequeno. "Mas a laringe já é um órgão pequeno, então, mesmo se o tumor tiver 1cm, é considerado grande", diz. Morbeck lembra que os médicos sempre procuram preservar o órgão; por isso, alguns optam por combater o tumor com radioterapia, método que emite radiação ionizante no local do câncer, matando as células malignas.

Já quando os linfonodos próximos da laringe também foram atingidos, caso do câncer localmente avançado, a cirurgia pode ser extremamente radical, por isso é evitada ao máximo. Os médicos costumam optar pela quimioterapia primeiramente. "Depois, avalia-se o padrão de resposta. Se os linfonodos não desaparecerem, é preciso fazer cirurgia seguida de radio e quimioterapia. Nesse estágio, ainda há chances de cura", diz Buso. O caso mais grave é quando as células malignas migram para outros órgãos. Nessas situações, não se fala mais de cura, apenas de controle da doença. A incidência de metástases, porém, é pequena em tumores malignos da região da cabeça e do pescoço.

O médico do Centro de Câncer de Brasília conta que, ao contrário de outros tipos de cânceres, o de laringe costuma ser detectado cedo. Isso porque, diferentemente do tumor de pâncreas, por exemplo, que vitimou recentemente o fundador da Apple, Steve Jobs, o câncer de laringe não é silencioso. O paciente sente um incômodo logo que o tumor aparece, o que o leva a procurar o consultório.

O mais importante, Buso insiste, é que esse tipo de doença pode ser evitável. "Ela está diretamente ligada ao tabagismo e à ingestão de bebidas alcoólicas." Igor Morbeck, da Oncovida, conta que o vírus do papiloma humano (HPV), quando presente na região da cabeça e do pescoço, também pode desencadear o câncer. "Mas é muito mais comum que o câncer esteja associado a esses dois hábitos", esclarece.

Gânglios de defesa

Os linfonodos, chamados também de gânglios linfáticos, são órgãos de defesa do organismo e estão presentes em todo o corpo. Ao sinal de um agente estranho, como vírus e bactérias, por exemplo, eles desencadeiam uma resposta, tornando-se inflamados ou inchados. Nem sempre o aumento dos linfonodos está associado ao câncer.

O GLOBO

ANS: novas normas para pequenas operadoras

Agência diminui burocracia para facilitar desenvolvimento de empresas do interior

Nadja Sampaio

Com o objetivo de aprimorar o setor e facilitar o desenvolvimento de pequenas e médias operadoras de planos de saúde (até 20 mil e de 20 mil a cem mil beneficiários, respectivamente), a Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) publicou a resolução 274, que estabelece medidas administrativas e econômico-financeiras.

Leandro Reis, diretor de Normas e Habilitação das Operadoras da ANS, explica que essas empresas de menor porte (abaixo de 20 mil beneficiários), que correspondem a 72% do total, estão, em sua maioria, no interior do país e são responsáveis pelo atendimento a mais de seis milhões de beneficiários de planos de saúde (cerca de 10% do total).

- Como essas empresas têm estruturas menores, muitas vezes elas não conseguem cumprir os prazos para o envio de informações exigidas pela ANS e têm suas notas prejudicadas com isso, além de correr o risco de serem multadas - afirma Reis.

Segundo ele, as pequenas e médias operadoras recebiam o mesmo tratamento e as mesmas exigências das grandes:

- Com essa resolução, a ANS está mostrando que entende a importância das pequenas e médias operadoras em função da sua capilaridade. Com essa norma, pretendeu-se reduzir o peso da regulação, sem perdas no monitoramento assistencial e econômico-financeiro.

Para elaborar a norma, a agência desenvolveu estudos que identificaram as principais características das operadoras de pequeno e médio porte. E convidou entidades do setor para que apresentassem sugestões a um grupo de trabalho criado especificamente para o tema.

GAZETA DO POVO

Paranaense gasta mais com remédio que com plano de saúde

Medicamentos vão absorver 43% dos R$ 11 bilhões que as famílias vão desembolsar com saúde e higiene neste ano. Aumento da renda e envelhecimento da população pressionam despesas

Os paranaenses vão gastar R$ 11 bilhões com despesas de saúde e higiene em 2011, cerca de 8% do total desembolsado pelas famílias com consumo. Quase metade desse bolo vai para pagar medicamentos, que deverão absorver cerca de R$ 4,7 bilhões, segundo estudo inédito da IPC Marketing, empresa de informações de mercado.

Os gastos com medicamentos superam, inclusive, as outras despesas com saúde que incluem pagamentos de plano de saúde, consultas, exames e cirurgias e vão somar R$ 3,9 bilhões. Os gastos com planos de saúde, por exemplo, devem ficar em R$ 1,5 bilhão nesse ano. O estudo considera apenas o desembolso das pessoas físicas.

Segundo Marcos Pazzini, coordenador do levantamento, as vendas de medicamentos crescem à medida que a renda aumenta e a população envelhece. Podemos dizer que essa categoria é uma das que mais vão avançar em participação no orçamento das famílias nos próximos anos, diz.

Dados da Associação Brasileira das Farmácias (Abrafarma) mostram que em 2011 as vendas de medicamentos acumulam alta de 18% em relação a 2010, segundo dados atualizados até julho. O setor, que movimentou R$ 17 bilhões no ano passado, registrou um aumento de 21% nas vendas de genéricos no período.

A tendência, segundo Christian Majczak, da GO4! Consultoria, é de que os gastos com medicamentos e saúde sejam puxados pelo aumento do poder aquisitivo, pela renovação tecnológica com novas gerações de produtos farmacêuticos e pelas dificuldades enfrentadas na saúde pública.

As pessoas estão trocando a saúde pública pela privada, o que por sua vez também tem reflexo nas compras de medicamentos. Por outro lado, esses produtos e serviços também estão pesando mais no orçamento porque estão mais caros, impactados pela inflação, afirma. Os produtos de saúde e cuidados pessoais acumulam alta de preços de 6,01% nos últimos 12 meses, segundo IPCA.

Pazzini avalia que, de maneira geral, o crescimento do emprego tende a favorecer também as vendas de planos de saúde. É comum que o trabalhador, quando conquista um emprego novo, passe a ter acesso e a contribuir para um plano ou seguro de saúde da empresa. Esse mercado se beneficia desse movimento, afirma.

O aumento do poder aquisitivo também vem incentivando as vendas de produtos de higiene e cuidados pessoais, que chegarão a R$ 2,47 bilhões no estado neste ano. Com mais dinheiro, o consumidor diversifica e aumenta o número de itens na cesta de compras, com destaque para perfumes (que devem absorver R$ 752 milhões), produtos para cabelos (R$ 237,3 milhões) e sabonetes (R$ 170,5 milhões).

Segundo o IPC Marketing, o Paraná é o quinto estado com maior consumo de higiene e saúde, atrás de São Paulo (R$ 59,1 bilhões), Rio de Janeiro (R$ 21,1 bilhões), Minas Gerais (R$ 18,3 bilhões) e Rio Grande do Sul (R$ 12,3 bilhões). Em todo o Brasil, os gastos com higiene e saúde totalizarão R$ 187 bilhões em 2011.

O estudo revela que a classe B com renda média de R$ 2.750 a R$ 4,9 mil é que puxa o consumo do setor de higiene e saúde. Mais da metade do que será gasto no Paraná nessas categorias sairá do bolso dessas famílias.

Um dado curioso é que o consumo de higiene e saúde da classe D, que abrange um número maior de pessoas, alcançará R$ 470,9 milhões, volume que supera o gasto de quem está no topo da pirâmide. As famílias das classes A1 desembolsarão R$ 337,6 milhões neste ano, segundo a IPC Marketing.

Interior do estado tem poucos médicos

O estudo da IPC Marketing, que também apurou a quantidade de médicos a cada mil habitantes no país, revela que o interior do Paraná ainda é carente de profissionais dessa área. Atraídos pelas melhores condições de vida, os médicos são encontrados em maior número nos grandes centros e nas capitais. No interior do estado, a proporção é de 1,56 médico para mil habitantes, contra uma média de 6,78 em Curitiba e 2,11 em todo o país.

O interior do Paraná exibe um índice que se aproxima das condições do Norte e do Nordeste. O que, ao mesmo tempo, mostra o potencial de desenvolvimento para os próximos anos , afirma Marcos Pazzini, coordenador do estudo. Segundo ele, há um um enorme vácuo de médicos no Norte e Nordeste do país em relação à oferta encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No Sudeste, o índice é de 2,74 médicos para mil habitantes; no Centro-Oeste, de 2,39; e, no Sul, de 2,29. No Nordeste, a proporção é de 1,31, e no Norte há apenas 1,07 médico por mil habitantes. O Paraná tem 23,9 mil médicos e 7 mil farmácias, segundo o levantamento.

FOLHA DE S. PAULO

Desventuras com siglas e abreviaturas

Julio Abramczyk

O computador resolveu a difícil leitura da "letra de médico", com seus eventuais erros de interpretação. Restam ainda, entretanto, algumas dificuldades para que os profissionais da área da saúde aclarem as siglas e abreviaturas sempre presentes nos prontuários.

Na "Revista Latino-Americana de Enfermagem", uma pesquisa de Fernanda Raphael Escobar e colegas mostrou que, em 92 erros de via (oral, intramuscular ou endovenosa), 92,3% das prescrições continham siglas.

Esse é um problema global. Na "Postgraduate Medical Journal", S. Sinha e colegas mostram que apenas 43% dos profissionais de um mesmo setor médico interpretaram corretamente questionário sobre siglas.

José Marques Filho, do Conselho Regional de Medicina de SP, emitiu em 2005 parecer sobre essa questão. Ele explica que a linguagem médica objetiva transmitir maior quantidade de informação com o mínimo de palavras. Por isso, abreviaturas e siglas de uso corrente na prática médica podem ser utilizadas nos prontuários.

Entretanto, acrescenta, deve-se preferir escrever por extenso anotações médicas, para evitar erro de interpretação por mudança da sigla. E dá como exemplo Geca (gastroenterocolite aguda), que em 2005 mudou para DDA (doença diarreica aguda).

Sábado, 29.10.11

FOLHA DE S. PAULO

Governo muda tratamento para derrame

Rede pública de saúde terá mais remédios contra coágulos e atendimento domiciliar

Johanna Nublat, de Brasília

O Ministério da Saúde vai mudar a forma como o AVC (acidente vascular cerebral, o chamado derrame) é tratado na rede pública do país.

A mudança está desenhada em três linhas principais, segundo disse à Folha o ministro da Saúde, Alexandre Padilha: formação de equipes especiais nos hospitais, ampliação da distribuição de um medicamento específico (trombolítico) e atendimento domiciliar na esfera do SUS.

Para reduzir o impacto do AVC -primeira causa de morte e incapacidade no Brasil-, o ministério promete investir R$ 440 milhões até 2014 em equipes e no medicamento.

A proposta, escrita pelo governo e por especialistas, deve entrar em consulta pública hoje, dia mundial do AVC.

Novos 1.225 leitos para vitimas de derrame deverão ser criados nos próximos quatro anos em 151 municípios. A criação de unidades especializadas será incentivada.

"Em vez de credenciar leitos isolados, a gente credencia serviços que façam essas enfermarias, no padrão UTI", afirmou o ministro.

No hospital, o paciente terá acesso a um trombolítico, remédio que dissolve o coágulo, explica Elza Dias Tosta, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.

A droga é usada nos casos de AVC isquêmico, em que o coágulo fecha uma artéria e impede o sangue de chegar às células nervosas.

Se usado rapidamente, o remédio evita mortes e sequelas, segundo a médica.

Outra mudança será o atendimento domiciliar de pacientes com risco de AVC ou que já tenham sido vítimas do derrame. Uma portaria publicada ontem estipulou regras para a oferta do atendimento domiciliar - destinado, por exemplo, a municípios com população igual ou superior a 100 mil ou em área metropolitana com 40 mil a 100 mil habitantes.

Outras duas vertentes importantes da mudança, afirma Tosta, são o enfoque dado à prevenção e o incentivo para que o SAMU (Serviço de Atendimento Móvel de Urgência) faça o primeiro atendimento da vítima do AVC e a encaminhe para unidades-referência na área.

SAÚDE WEB

Estratégia da SAP está nas companhias verticalizadas

Multinacional alemã avança no setor e tem a Rede D´Or como novo cliente

"A grande estratégia para 2012 é continuar no que chamamos de operadoras 'empresas de saúde verticalizadas com hospitais e outros serviços´, oferecendo prontuário eletrônico e nos laboratórios", disse o presidente da SAP no Brasil, Luiz César Verdi, em evento organizado pela multinacional alemã, em Campos do Jordão, na região do Vale do Paraíba, em São Paulo.

Questionado pelo desafio de penetração no setor de saúde, onde há ainda grandes redes verticalizadas usando sistemas próprios ele afirmou: "É um desafio e nosso crescimento passa por isso: entender essas empresas".

E essa compreensão já dá seus primeiros passos. Prova disso é que a SAP fechou contrato recentemente com um das principais grupos de saúde privados no Brasil: a Rede D´Or. Trata-se de um sistema para a área de gestão de recursos humanos, que controlará tanto a gestão de corpo clínico quanto os colaboradores da área administrativa do grupo.

Um primeiro grande cliente verticalizado em uma área, que foi reformulada recentemente e que teve em 2011, um ano para se apresentar ao mercado. No setor de saúde, além da concorrência com os tradicionais players especializados em tecnologia em saúde, a SAP enfrenta um nicho onde ainda há redes utilizando sistema próprio. "Existe resistência, eles gostam daquilo que é desenvolvido internamente, mas quando querem crescer, começam a se questionar", explica o gerente de soluções para a área de saúde, Jomar Fajardo.

Mesmo sem revelar resultados e perspectivas para o mercado em 2012, Fajardo acredita que no próximo ano grandes contratos serão fechados na área de saúde. E elas se juntarão a um setor que hoje tem quase 100% da indústria farmacêutica - por conta de uma estratégia global destas próprias companhias que já têm softwares em suas matriz e filiais fora do país e as nacionais Eurofarma e EMS. O grupo ainda conta com os integrantes: Hospital Israelita Albert Einstein- cujo sistema clínico é da Intersystems enquanto o processamento e análise de dados é executado pela SAP -, Grupo Fleury, Rede Sara de Hospitais de Reabilitação e Hospital Santa Luzia, em Brasília.

PME e setores

Sem dúvida uma dos mercados mais crescentes da SAP no Brasil está em soluções para pequenas e médias empresas. Atualmente dos 3580 clientes brasileiros, um terço utiliza a solução Business One, voltada para empresas de pequeno porte. E é nesse nicho onde está a maioria dos clientes de saúde, mais de 40 laboratórios e hospitais com soluções da multinacional. Mas na SAP, a área de saúde não está reunida embaixo de apenas um guarda-chuva: eles estão espalhadas pela área de healthcare, governo e financeira- quando se trata de grandes seguradoras.

Nessa onda de seguradoras, a empresa também celebrou recentemente um contrato com a Marítima Seguros para oferecer sistemas específicos na área de seguros, mas que também trazem novidade: o Hana, solução de computação em memória para gestão de grandes volumes de dados . A Marítima se junta a Allianz também seguradora que oferece seguros em diferentes modalidades inclusive saúde.

Tendências

As tendências apresentadas pela SAP são: cloud computing e mobilidade. A primeira, segundo Verdi, servirá mais para o departamento de TI dos hospitais e operadoras, ela é invisível para o paciente, sua atuação está no auxilio aos departamentos de TI. Já a segunda é a gestão do ambiente clínico e no trato das informações do paciente de forma mais rápida e com a praticidade de utilizar o prontuário eletrônico em tablets e outros dispositivos móveis. "O médico é um profissional móvel e está em deslocamento as informações do paciente. O dispositivo leva mobilidade à urgência", finaliza.

FOLHA DE S. PAULO

Anticoncepcionais aumentam o risco de trombose, afirma estudo

Estudo divulgado pela FDA (agência reguladora de remédios nos EUA) mostra que existe um risco maior de trombose venosa em mulheres que tomam anticoncepcional contendo drospirenona, em comparação com as que tomam contraceptivos mais antigos.

A pesquisa analisou o histórico de 800 mil americanas que usavam diferentes métodos contraceptivos.

As pílulas mais vendidas pela Bayer, a YAZ e a Yasmin, contêm drospirenona e são vendidas no Brasil. Em média, aquelas que tomavam Yaz tinham uma chance 75% maior de sofrer trombose.

O presidente da comissão de contracepção da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia), Rogério Bonassi, disse que as mulheres que tomam Yaz ou Yasmin não devem necessariamente interromper o uso da pílula.

Falta saber se a trombose venosa é mesmo um efeito desses anticoncepcionais.

"Qualquer pílula pode aumentar o risco de trombose, porém o risco absoluto é muito baixo", diz. A Bayer informou que está avaliando o conteúdo do estudo e, por isso, ainda não vai comentá-lo.

FOLHA DE S. PAULO

Americanos querem novos números em testes de colesterol

Grupo de especialistas publica recomendações para melhorar identificação de pessoas com risco cardíaco. Dados seriam usados para fazer exames em pacientes com níveis de colesterol um pouco abaixo do máximo

Débora Mismetti

Especialistas americanos em colesterol publicaram recentemente um documento em que sugerem mudar os exames de colesterol, para que passem a incluir a medição de substâncias que, em geral, não constam dos testes feitos hoje.

Os médicos da Associação Nacional de Lípides dos EUA propõem detalhar o teste para detectar proteínas que são carregadas junto com as de LDL (o colesterol "ruim"), além de uma proteína que indica inflamação nas artérias.

A mudança aumentaria ainda mais a sopa de letrinhas dos testes atuais, que já confundem muita gente.

Hoje, os médicos se concentram na medição do LDL, do VLDL, dos triglicérides e do HDL. Os três primeiros são responsáveis pela formação de placas ateroscleróticas, formações que dificultam a passagem do sangue e podem causar infarto.

O HDL é o chamado colesterol bom. Ele faz uma espécie de limpeza das artérias, removendo resíduos do LDL que levam à formação da placa e estimulando a produção de óxido nítrico, substância que dá elasticidade ao vaso, facilitando sua dilatação. Isso melhora a circulação.

Classificação

Com base nos testes atuais, além dos exames clínicos e do histórico familiar dos pacientes, os médicos estimam se a pessoa tem ou não risco de sofrer um infarto e se precisa de tratamento.

Quando os exames apontam VLDL, LDL e triglicérides acima dos números desejados e/ou HDL baixo, o médico pode recomendar mudanças na dieta, prática de exercícios, parar de fumar ou até remédios anticolesterol, as chamadas estatinas.

O problema, segundo Raul Dias Santos, diretor da unidade clínica de lipídes do InCor (Instituto do Coração), é que, em parte dos pacientes, os testes de colesterol dão um resultado que não justifica uma intervenção mas, na realidade, aquela pessoa está em risco de infarto.

"Em 20% das pessoas que infartam, a gente nem tem ideia de que isso ia acontecer. Para muitos, o primeiro sinal de doença cardíaca ainda é o infarto ou a morte."

O uso dos novos testes serviria para que o médico tivesse mais certeza ao classificar seus pacientes como de alto ou baixo risco.

Funcionaria assim: a pessoa faria a consulta e o teste comum. Se estivesse em risco intermediário, faria os novos testes. Se os números viessem acima do desejado, elas teriam de reduzir bastante o colesterol. Muitas que hoje não tomam remédio anticolesterol passariam a tomar.

Santos explica que um desses novos marcadores, o chamado Lp(a), aumenta o risco de coágulos sanguíneos.

"Essa proteína foi descrita há 40 anos, mas só ganhou força no último ano. Entidades na Europa já recomendam medir o Lp(a)."

O que ainda não se sabe é se baixar os níveis dessas proteínas ajuda a prevenir infartos, ou se elas só servem mesmo como indicador.

Essa nova proposta dos americanos não se aplica para pessoas que têm colesterol alto mesmo. Para essas, já se sabe: é preciso fazer o tratamento e baixar os números.

Sexta-feira, 28.10.11

REVISTA HOSPITAIS BRASIL

Hospital Samaritano (SP) inaugura centro de medicina diagnóstica

O Hospital Samaritano de São Paulo já inicio as operações de seu novo Centro de Medicina Diagnóstica e Terapêutica. Foram investidos R$ 12 milhões em tecnologias médicas, incluindo o equipamento de PET/CT mCT64 da Siemens, único da América Latina. Trata-se de um equipamento que une os recursos da Medicina Nuclear (PET - Tomografia por Emissão de Pósitrons) e da Radiologia (CT - Tomografia Computadorizada), permitindo um diagnóstico preciso e com muita qualidade nas áreas de oncologia, cardiologia e neurologia.

O Samaritano estima a realização a partir de 2012 de, aproximadamente, 2 milhões de exames por ano e 600 clientes externos atendidos diariamente. A Medicina Diagnóstica ocupa uma área de mais de 3 mil m2, 42 salas de exames, 12 posições de recepção, área para atendimento infantil e 12 salas para coleta de exames laboratoriais.

O espaço conta com Unidade da Mulher que realiza os exames de mamografia digital, mamotomia, ultrassonografia, densitometria óssea e colposcopia. A Unidade de Cardiologia Diagnóstica centraliza os procedimentos de ecocardiograma, tilt test, ergometria, holter, MAPA e eletrocardiograma. Na Neurofisiologia são realizados os exames de eletroneuromiografia, eletroencefalograma, vídeo-EEG e polissonografia.

Os exames de Diagnóstico por Imagem incluem tomografia computadorizada, ressonância magnética 3.0 Tesla Philips com ambientação multimídia, Raio-X, ultrassonografia, medicina nuclear e endoscopia com equipamentos Full HD. Estes serviços possuem o Sistema de Arquivamento e Comunicação de Imagens (PACS), que permite a integração de todos os resultados dos exames e facilita o acesso pelo corpo clínico, que pode visualizar os resultados pelo computador. Outro destaque são os serviços intervencionistas nas áreas de Radiologia, Neurologia, Vascular e Cardiologia (cateterismo e angioplastias).

REVISTA HOSPITAIS BRASIL

Casa de Saúde São José (RJ) lança unidades coronariana e semi-intensiva

Seguindo seus projetos de expansão e reestruturação de serviços estratégicos, a Casa de Saúde São José (CSSJ), no Rio de Janeiro, anuncia dois lançamentos importantes: as novas unidades coronariana (UCO) e semi-intensiva (USI).

Com investimentos que chegam a R$ 5 milhões (cinco milhões de reais), a remodelação incluiu obras de ampliação e também a renovação de todo o parque tecnológico, com a aquisição de modernos equipamentos, com a possibilidade de segurança máxima para qualquer tipo de diagnóstico, inclusive com modernos sistemas de purificação e filtração do ar ambiente, necessários para certos tipos de pacientes, em quartos selecionados. Cada um dos setores será capaz de receber até onze pacientes.

De acordo com Augusto Neno, Fabrício Braga, José Kezen e Gustavo Gouvea, médicos responsáveis pela Unidade Coronariana e Emergência Cardiológica da CSSJ, além do aumento do número de leitos (anteriormente eram nove), os mesmos estão mais amplos, são totalmente individualizados, extremamente confortáveis, possuindo, inclusive, banheiros privativos.

"O ambiente é seguro, humanizado e acolhedor. A aparelhagem também é de última geração, com sistema de monitoramento multiparamétrico e câmeras de vídeo em todos os leitos para adequada vigilância e segurança do paciente", complementa o Dr. Augusto Neno, reforçando que a unidade se encontra preparada para atender qualquer tipo de patologia cardíaca e gravidades, incluindo suporte aos pós-operatórios de procedimentos cardiológicos e cirurgias cardíacas de alta complexidade realizadas na Casa de Saúde São José.

Para Gustavo de Freitas Nobre e Marcelo Kalichsztein, chefes do Serviço de Terapia Intensiva da CSSJ, a nova USI permitirá que pacientes estejam próximos de seus familiares ao mesmo tempo em que recebem o máximo de cuidado técnico, psicológico e tecnológico, em um ambiente seguro, diferenciado, amplo, claro e agradável. A monitorização também é de última geração e os quartos possuem câmeras para acompanhamento contínuo dos pacientes por telemetria, possibilitando acesso à telemedicina.

AGÊNCIA SAÚDE

Parintins recebe veículos para saúde indígena

Além dos veículos, o Distrito recebeu também materiais de construção para reformas das Casas de Saúde Indígena

Por Tiago Pegon

Considerando a necessidade de maior qualidade na atenção à saúde indígena, o Distrito Sanitário Especial Indígena (DSEI) Parintins recebeu nesta sexta-feira (28), na cidade de Parintins(AM), barcos, caminhonetes e material multimídia para equipar e melhor atender a comunidade indígena da região.

A entrega destes materiais faz parte do processo de transição dos trabalhos nos territórios indígenas entre a Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e a Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do Ministério da Saúde. Os insumos adquiridos para o DSEI Parintins serão utilizados exclusivamente nas atividades relacionadas à Saúde Indígena.

Segundo a chefe do DSEI, Paula Cristina Rodrigues, os veículos fluviais serão utilizados no transportes das equipes multidisciplinares, pacientes e acompanhantes indígenas das aldeias para a cidade e da cidade para as aldeias ou Polos Bases. Já os veículos terrestres servirão para transporte de pacientes e acompanhantes da Casa de Saúde Indígena (CASAI) para hospitais, postos de saúde, laboratórios e locais de embarque e desembarque em portos fluviais. Os equipamentos multimídia serão utilizados no trabalho administrativo na sede do DSEI e nas CASAIs.

“Esses bens poderão ajudar no desenvolvimento das ações de atenção à saúde indígena, facilitando a remoção de pacientes tanto em áreas indígenas quanto na cidade, por isso é fundamental a chegada desses bens para suprir as necessidades do DSEI Parintins. Espero que com a chegada destes insumos possamos minimizar os problemas que enfrentamos em decorrência da transição (Funasa/Sesai), para que possamos oferecer uma saúde de melhor qualidade aos povos indígenas”, explicou Paula Cristina.

Ao todo foram entregues duas caminhonetes 4x4; oito barcos de alumínio com cobertura e capacidade para até seis ocupantes; oito motores de popa; quatro projetores multimídia com data show; além de cinco refrigeradores e materiais de construção para a reforma das CASAIs.

Atendimento

A Chefe do DSEI Parintins reforçou a importância que estes materiais têm para qualificar o atendimento aos indígenas da região. “Estes bens patrimoniais serão de suma importância grandiosa para a qualidade ao atendimento de saúde da população indígena do DSEI Parintins (que abrange quatro municípios: Barrerinhas, Nhamundá, Parintins e Maués). Essa assistência vai levar melhorias e agilidade ao transporte de pacientes e da equipe multidisciplinar”, destacou.

Com as novas embarcações as equipes da Sesai poderão atender de maneira mais ampla uma população de 11.495 indígenas das etnias Hexkariana e Sateré Mawe que habitam a região.

Segundo Paula Cristina, os materiais de construção recebidos estão sendo utilizados em reformas na CASAI Parintins e utilizados também para a melhoria da Casa de Saúde de Maués. Entre os reparos, estão desde a pintura, a troca de forro e manutenção de toda a infra-estrutura, como banheiros e calçadas.

As CASAIs são espaços onde os indígenas em alta médica ou aguardando consultas, exames e tratamento de saúde mais prolongados são acolhidos, recebendo alimentação e acompanhamento durante a espera.

AGENDA


- Saúde Suplementar: Quem está satisfeito?

AssPreviSite

04 de Novembro de 2011

Quando nenhum dos atores de um sistema se encontra satisfeito alguma coisa estranha acontece no mesmo!

Num ano com muitas propostas e mudanças oriundas da ANS vamos promover um debate que busca:

- Avaliar o contexto da situação de um sistema em que não encontramos, em princípio, nenhum de seus atores satisfeitos;

- Entender o cenário 2011, com destaque para os temas das recentes ações da ANS e seus desdobramentos e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais atores do sistema; e

- Realizar uma leitura das perspectivas para o segmento de saúde suplementar frente ao cenário que se apresenta para 2012.

Assim, no próximo dia 04 de novembro, em São Paulo, das 9h00 às 17h00, acontece uma reunião de dirigentes, gestores e profissionais para debater a situação atual do sistema de saúde suplementar.

Tendo como convidados destacados nomes de especialistas, dirigentes de entidades associativas e empresas do segmento vamos verificar e avaliar tantas e tantas ações da ANS neste ano de 2011 (que resultados trouxeram, os desdobramentos e suas conseqüências, como se pode analisar o status vigente) e o que se pode esperar para 2012 neste importante sistema.

O sistema melhorou em 2011? Em que e para quem? Houve desenvolvimento ou retração? O que se visualiza para 2012?

Se você compartilha desta percepção, vamos conversar a respeito! Participe desta oportuna e estratégica reunião! A taxa de adesão é de R$ 300,00 (trezentos reais). Informações e reservas pelo e-mail assprevisite2@terra.com.br

- 14º Congresso Unidas

Unidas / AssPrevISite

Inovações e Desafios da Saúde Suplementar

Dias 21 e 22 de novembro de 2011

Hotel Maksoud Plaza São Paulo

Alameda Campinas, 150 - Bela Vista - São Paulo/SP

Promover o desenvolvimento e a capacitação dos líderes da saúde suplementar é o objetivo maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores, além de oportunizar a troca de informações, experiências e conhecimento entre os players do setor.

Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços para Planos de Saúde que irá apresentar as mais recentes inovações e soluções tecnológicas para a gestão da área da saúde. Para ser expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.

Participem do 14º Congresso UNIDAS - Inovações e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade do segmento de autogestão dependerá do crescimento e capacitação profissional daqueles que lutam e contribuem por um sistema de saúde justo para todos os brasileiros.

Informações

Informações adicionais e esclarecimentos poderão ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11) 3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br

- 14º Conferência Nacional de Saúde

Tema

“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”

A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional. As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.

Mais informações no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 
 
 
 
 
 





 
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