Leia
nesta edição:
- SUS mostra
sucessos e avanços em Vigilância em
Saúde
- Tratamento
de Lula vai até janeiro de 2012
- Saúde alerta para prevenção às
doenças reumáticas
- Hospital
Gaffrée e Guinle apresenta técnica
para cirurgias sem cicatrizes
- Diferença de preços de medicamentos atinge quase
1.000% em São Paulo, alerta Procon
- Inca anuncia
novas recomendações para tratamento
do câncer de mama
- Casos de
meningite no interior de São Paulo serão
investigados
- Governo
e hospitais debatem novo modelo de atenção à Saúde
- Um mal
evitável
- ANS: novas normas para pequenas operadoras
- Paranaense
gasta mais com remédio que com plano de
saúde
- Desventuras com siglas e abreviaturas
- Governo muda tratamento para derrame
- Estratégia da SAP está nas
companhias verticalizadas
- Anticoncepcionais aumentam o risco de trombose, afirma estudo
- Americanos
querem novos números em testes de colesterol
- Hospital
Samaritano (SP) inaugura centro de medicina diagnóstica
- Casa de
Saúde São José (RJ) lança
unidades coronariana e semi-intensiva
- Parintins
recebe veículos para saúde indígena
Segunda-feira, 31.10.11
AGÊNCIA SAÚDE
SUS
mostra sucessos e avanços em Vigilância em
Saúde
Durante a
exposição, que começa hoje e
vai até o próximo dia 3, Ministério da Saúde
lança a nova edição do Saúde Brasil.
A publicação faz uma análise geral da situação
de saúde do brasileiro. Décima primeira edição
da Expoepi teve número recorde de trabalhos inscritos
O principal
encontro na área de Vigilância em Saúde
do país começa nesta segunda-feira (31) e vai até o
dia 3 de novembro, em Brasília (DF). Em sua 11ª edição,
a Mostra Nacional de Experiências Bem-Sucedidas em Epidemiologia,
Prevenção e Controle de Doenças (Expoepi)
prevê apresentação competitiva de trabalhos,
reuniões técnicas, palestras, mesas redondas e
painéis onde serão discutidos temas de cunho técnico-científico
relevantes para a Vigilância em Saúde.
Durante a
mostra – com abertura marcada para as 19h, no
Centro de Convenções Ulisses Guimarães – haverá,
como ocorre em todos os anos, lançamentos editoriais relacionados
ao segmento. Um deles será a nova edição
do Saúde Brasil – uma análise geral da situação
de saúde do brasileiro, desde o nascimento até a
morte. A obra, produzida pela Secretaria de Vigilância
em Saúde do Ministério da Saúde, apresenta
indicadores demográficos e epidemiológicos e demonstra
tendências que poderão subsidiar a definição
de novas ações estratégicas e políticas
públicas de saúde.
A Expoepi,
realizada anualmente desde 2001, estimula o intercâmbio
de informações e experiências entre representantes
das três esferas do Sistema Único de Saúde:
governo federal, estados e municípios. Esta 11ª edição
da mostra registrou número recorde de trabalhos inscritos:
776. A exposição competitiva premiará experiências
apresentadas pelos serviços de saúde estaduais
e municipais que se destacaram no campo da Vigilância em
Saúde.
Desde 2005,
os trabalhos vencedores recebem R$ 30 mil, transferidos às
instituições ganhadoras por meio do Teto Financeiro
de Vigilância em Saúde do respectivo estado ou município.
O resultado da competição é definido por
votação.
A
premiação
Os projetos
que concorrem às premiações
estão divididos em categorias alinhadas à agenda
de prioridades da Secretaria de Vigilância em Saúde
(SVS) do Ministério da Saúde e do governo federal:
saúde ambiental e do trabalhador; integração
das ações de vigilância, prevenção
e controle das doenças e agravos com os serviços
de saúde; DST/Aids e hepatites virais; controle da dengue;
aperfeiçoamento da cobertura e qualidade dos sistemas
de informação em saúde; doenças não
transmissíveis e promoção da saúde;
tuberculose, hanseníase e outras doenças negligenciadas;
e eliminação e controle das doenças imunopreveníveis.
Este ano,
foi instituído um prêmio para contribuições
técnico-científicas de profissionais do SUS, produzidas
durante cursos de pós-graduação em saúde
coletiva ou em especialização, mestrado e doutorado.
Serão premiados três trabalhos, um em cada categoria
de pós-graduação. Os autores vencedores
receberão prêmios no valor de R$ 3 mil (especialização),
R$ 6 mil (mestrado) e R$ 9 mil (doutorado).
Também haverá outras duas premiações
para investigações de surtos no âmbito do
Sistema Único de Saúde: o Prêmio Carlos Chagas,
para secretarias municipais e estaduais; e o Prêmio Adolfo
Lutz e Vital Brazil, para investigações conduzidas
pelo governo federal. A 11ª Expoepi também homenageará profissionais
que prestaram relevantes serviços à saúde
pública do país.
A
exposição
A Expoepi é promovida pela SVS do Ministério da
Saúde, com o objetivo de dar visibilidade às ações
de Vigilância em Saúde e discutir aspectos relevantes
para o aprimoramento da área. O encontro mobiliza trabalhadores
do SUS de todas as regiões e estados. Este ano, está prevista
a participação de 2,5 mil profissionais de saúde
da rede pública.
A participação ativa de representantes e trabalhadores
do SUS no encontro reflete a incorporação crescente
da epidemiologia no planejamento, na análise e na reorientação
das ações de vigilância, prevenção
e controle de doenças e agravos em saúde pública.
Além disso, reafirma a valorização dos profissionais
empenhados em monitorar e promover a saúde, prevenir doenças
e agravos e melhorar a qualidade de vida da população
brasileira.
A 11ª Expoepi poderá ser
acompanhada pelos sites www.expoepi.com.br e www.saude.gov.br/svs .
AGÊNCIA
BRASIL
Tratamento
de Lula vai até janeiro de 2012
Vinicius
Konchinski, de São Paulo
O ex-presidente
Luiz Inácio Lula da Silva vai tratar
do câncer na laringe até, pelo menos, janeiro. Ele
deve passar por três sessões de quimioterapia até o
final deste ano e por uma de radioterapia no início de
2012.
O cronograma
foi divulgado hoje (31) pela equipe médica
responsável pelo tratamento do ex-presidente. Lula está no
Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, e é acompanhado
pelos médicos Roberto Kalil Filho, Paulo Hoff, Artur Katz
e Luiz Paulo Kowalski.
Em entrevista
coletiva no hospital, os médicos disseram
que Lula passará por sessões de quimioterapia a
cada 21 dias. Nessas sessões, ele receberá remédios
por meio de um catéter implantado em seu peito. Cada sessão
vai durar cinco dias, mas Lula não precisará ficar
no hospital nesse período. Parte dos medicamentos será dada
a ele no hospital e outra deve ser injetada no catéter,
quando ele estiver em casa.
Já a radioterapia deve começar cerca de 40 dias
após a última sessão de quimioterapia. O
tratamento será localizado e feito em uma máquina,
no hospital.
O médico Paulo Hoff destacou que o tumor do ex-presidente é de
agressividade média e, geralmente, responde bem à quimioterapia.
Por isso, os médicos descartaram, por hora, uma cirurgia. "A
chance de cura é muito boa."
AGÊNCIA SAÚDE
Saúde alerta para prevenção às doenças
reumáticas
Por Zeca Moreira
Ministério da Saúde reforça a importância
de se procurar um serviçode saúde, logo que identificados
os primeiros sintomas. No domingo (30), foi comemorado em todo
o país o Dia Nacional de Luta contra o Reumatismo
Poucos brasileiros
sabem, mas as doenças reumáticas
não acometem apenas a população idosa, elas
podem ser identificadas muito antes da fase adulta e do avanço
da doença. O Ministério da Saúde alerta
para a necessidade de conscientização sobre o reumatismo,
doença que afeta aproximadamente 12 milhões de
brasileiros. No domingo (30), foi comemorado o Dia Nacional de
Luta contra a doença.
A recomendação é para que surgidos os primeiros
sintomas de reumatismo, o paciente procure a Unidade Básica
de Saúde (UBS) mais próxima da sua residência. “Ao
perceber dor nas articulações, principalmente por
mais de seis semanas, acompanhada de vermelhidão, “inchaço”,
calor ou dificuldade para movimentar as juntas (especialmente
ao acordar pela manhã), a pessoa deve procurar o serviço
de saúde mais próximo da sua casa”, orienta
Carlos Maia, subcoordenador nacional de Saúde do Homem.
Doença
As doenças reumáticas atingem pessoas de qualquer
idade e têm maior incidência em mulheres. Ao contrário
de algumas doenças ditas silenciosas (hipertensão
e diabetes), o reumatismo pode ser facilmente diagnosticado:
o próprio paciente pode identificar os primeiros sintomas.
Se sentir dores ao esticar os braços sobre a cabeça
ou ao elevar os ombros até tocar o pescoço, atenção,
pode ser um sinal de doença reumática. Se a enfermidade
for descoberta logo nos primeiros sintomas e o paciente tiver
tratamento adequado, ele pode levar uma vida normal, diminuindo
assim os riscos de incapacidade física.
Tratamento
O tratamento
ao reumatismo é garantido no Sistema Único
de Saúde (SUS). A assistência aos pacientes com
doenças reumáticas inclui desde o fornecimento
de medicamentos até a realização de práticas
integrativas (como acupuntura), associada à realização
de exercícios que devem ter indicação do
médico. “Por isso, é fundamental a combinação
de cuidados básicos de saúde, feitos nos serviços
da Atenção Básica, com a atenção
de especialistas do SUS”, completa Carlos Maia.
Incidência
Entre as
doenças reumáticas, a artrite reumatóide é o
tipo mais comum da doença. Somente entre 2010 e setembro
de 2011, 33.852 pacientes foram internados em decorrência
da doença. O valor empregado para custear estes tratamentos
somou R$ 24 milhões neste período.
No Brasil,
as doenças reumáticas constituem a
segunda causa de gastos em benefícios de auxílio-saúde
concedidos à população (dados 2008).
Apesar de
afetar homens e mulheres, jovens e idosos, a maior prevalência é entre as mulheres entre 30 e 40 anos.
Por esse motivo, elas devem ficar mais atentas a alguns fatores
de risco, como idade avançada, obesidade, tabagismo, consumo
de bebidas alcoólicas em excesso e ingestão de
medicamentos que podem contribuir para o surgimento da doença.
GLOBO.COM
Hospital
Gaffrée e Guinle apresenta técnica
para cirurgias sem cicatrizes
A retirada
da vesícula biliar, uma das cirurgias que
mais crescem no Brasil - em 2010 foram realizadas no país
cerca de 170 mil desse tipo pelo Sistema Único de Saúde
- pode ser feita agora através de uma única incisão.
Pela técnica de Portal Único, oferecida gratuitamente
no Hospital Federal Gaffrée e Guinle, no Rio, a cirurgia é realizada
pelo umbigo, uma cicatriz natural. O procedimento é a
evolução da laparoscopia, em que pequenas cânulas
são inseridas no abdome, em alguns casos auxiliado por
pequenas câmeras (videolaparoscopia).
Além de ajudar no aspecto estético, o procedimento
prevê recuperação mais rápida do paciente.
Segundo o cirurgião-geral Fernando Madureira, professor
da Unirio e um dos pioneiros no uso do Portal Único, a
nova técnica reduz a dor no pós-operatório
e o risco de infecção.
- A cirurgia
de Portal Único, de modo geral, é pouco
encontrada na rede privada porque ainda não tem a cobertura
dos planos de saúde. Esta é uma área em
que a rede pública supera a particular.
A técnica de Portal Único, por enquanto, está sendo
mais usada para a cirurgia da vesícula, mas já foi
utilizada também para casos mais complexos, como tratamento
de hérnia, refluxo, e da endometriose, problema que atinge
cerca de 6 milhões de mulheres em idade reprodutiva, segundo
o Ministério da Saúde.
No hospital
Gaffrée e Guinle são realizadas, em
média, duas cirurgias de Portal Único por semana,
de acordo com Fernando Madureira. O médico, que desenvolveu
tese de doutorado pela UFRJ comparando a laparoscopia convencional
com a cirurgia via Portal Único, vai ministrar um workshop
sobre a nova técnica nos dias 4 e 5 de novembro, na unidade
de saúde. As inscrições são gratuitas.
Mais informações pelo e-mail hugg@unirio.br ou
pelo telefone (21) 2264-5310.
AGÊNCIA
BRASIL
Diferença de preços de medicamentos atinge quase
1.000% em São Paulo, alerta Procon
Marli
Moreira, de São Paulo
O consumidor
precisa ficar atento na hora de comprar remédios,
e, antes de ir a uma farmácia, deve fazer uma pesquisa
de preços, alerta a Fundação Procon de São
Paulo. O órgão detectou diferenças de preços
que chegam a 951,69%, em cinco regiões da cidade de São
Paulo.
A pesquisa
foi feita no período de 28 a 30 de setembro
e engloba 52 medicamentos vendidos em 15 estabelecimentos. O
diclofenaco sódico (caixa com 20 comprimidos de 50 miligramas),
por exemplo, era vendido por R$ 9,36 em uma drogaria. Em outro
ponto de venda, custava R$ 0,89, uma diferença de R$ 8,47.
No caso do
Propranolol Ayerst (cloridrato de propranolol), a maior diferença de preço encontrada é 520,83%.
O valor máximo da caixa com 30 comprimidos de 40 miligramas
atingiu R$ 7,45, e o mínimo, R$ 1,20, uma diferença
de R$ 6,25.
A pesquisa
constatou que os genéricos estavam 58,47%
mais baratos do que os medicamentos de referência. Os técnicos
alertam, no entanto, que mesmo entre os genéricos pode
haver diferenças de preços. Por isso, recomendam
que o consumidor consulte a lista de preços máximos
dos medicamentos, disponível no site da Agência
Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). As drogarias
e farmácias também são obrigadas a deixar
ao alcance dos clientes uma lista de preços, como determina
a Resolução nº 4 da Câmara de Regulação
do Mercado de Medicamentos (Cmed), do dia 9 de março de
2011.
A Fundação Procon também orienta o consumidor
a evitar comprar medicamentos sem bula e sem embalagem (caixa)
e a verificar o prazo de validade antes de adquirir um remédio.
Também é importante conferir se o número
do lote, o prazo de validade e a data de fabricação
constantes na caixa do medicamento são iguais aos marcados
nas cartelas ou frascos.
O Procon
lembra que o medicamento deve ser guardado em local seco, arejado
e fora
do alcance de crianças. Os pais e
responsáveis devem ter cuidado especial com remédios
de formato ou aroma atrativo às crianças.
O ESTADO DE S.PAULO
Inca
anuncia novas recomendações para tratamento
do câncer de mama
Saúde. Diretriz do Instituto Nacional do Câncer
estabelece prazo máximo entre diagnóstico e cirurgia
e fixa período para início das terapias complementares,
entre outros itens; objetivo é reduzir a mortalidade e
melhorar qualidade de vida das pacientes com o tumor
Clarissa
Thomé
O Instituto
Nacional do Câncer (Inca) divulga hoje uma
lista de recomendações para o controle da mortalidade
do câncer de mama. Entre as medidas, estabelece em 3 meses
o prazo máximo entre o diagnóstico de tumor e a
cirurgia. Também fixa o período para o início
das terapias complementares, como químio e radioterapia
- entre 60 e 120 dias após o tratamento inicial.
A divulgação faz parte das ações
da instituição no Outubro Rosa, movimento internacional
que busca chamar a atenção para a importância
do diagnóstico precoce do câncer de mama.
A cirurgia
logo depois do diagnóstico garante maior sobrevida às
pacientes. Estudos científicos mostram que a demora superior
a três meses compromete a expectativa de vida das mulheres.
As pacientes que se tratam pelo Sistema Único de Saúde
(SUS) precisam esperar 188 dias, em média, entre o diagnóstico
e a cirurgia, segundo levantamento divulgado pela Federação
Brasileira de Instituições Filantrópicas
de Apoio à Saúde da Mama (Femama). Essa espera
cai para 15 dias se a pessoa tiver plano de saúde.
As sete recomendações divulgadas pelo Inca não
têm força de lei, mas se forem seguidas pelas secretarias
municipais e estaduais de saúde e pelos consultórios
particulares têm potencial para reduzir a mortalidade e
melhorar a qualidade de vida das pacientes com tumores de mama.
Esse é o tipo de câncer que mais mata na população
feminina - 12 mil mulheres morrem por ano em decorrência
da doença.
Tratamento
"Essas recomendações são um desdobramento
do que a gente sugeriu no ano passado, quando o foco foram estratégias
para detecção precoce. Detectar não é um
fim em si mesmo. O importante é que se instituam medidas
necessárias para que o câncer seja tratado adequadamente",
afirmou o oncologista José Bines, responsável pelo
grupo de tumor de mama do Inca.
"O País é grande, heterogêneo, e a
ideia é instituir parâmetros mínimos para
que sejam alcançados em todo o território nacional.
O ideal é que a cirurgia e as terapias sejam feitas o
mais breve possível. Estabelecemos tempos máximos;
os lugares que estão fazendo em menos tempo, melhor".
Segundo o
Inca, toda mulher deve ter seu diagnóstico
complementado com a avaliação do receptor hormonal. "A
maior parte dos tumores de mama são alimentados pelo hormônio
feminino. No exame do tumor como um todo, o patologista identifica
a presença ou não do receptor hormonal. E este
receptor está presente em 70 a 80% dos casos", explica
Bines. "Se estiver presente, é preciso fazer um tratamento
anti-hormonal para inibir esse potencial crescimento." Essa
terapia também está no rol divulgado pelo Inca
- se indicada, deve ser iniciada em até 60 dias depois
da cirurgia.
O Inca também recomenda que as mulheres com câncer
de mama sejam acompanhadas por equipe multidisciplinar de especialistas
(oncologista, cirurgião, radioterapeuta, enfermeiros,
psicólogo) e tratadas em ambiente acolhedor, com acesso
a cuidados paliativos. Os hospitais também devem ter Registro
de Câncer em atividade, serviço que permite coletar
informações para monitorar e avaliar a qualidade
do tratamento oferecido às pacientes.
Diretrizes
para o câncer de mama
1. Ação rápida - Tratamento deve começar
logo após diagnóstico; cirurgia para retirada do
tumor não deve ultrapassar prazo de 3 meses.
2. Ação complementar - Prazo para início
de tratamento de quimioterapia ou hormonioterapia é de
60 dias e o de radioterapia, 120 dias.
3. Receptor
hormonal - Diagnóstico deve ser complementado
com avaliação do receptor hormonal.
4. Atenção multidisciplinar - Tratamento deve
contar com equipe que inclua médicos (cirurgião,
oncologista clínico e um radioterapeuta), enfermeiro,
psicólogo, nutricionista, assistente social e fisioterapeuta.
5. Abordagem humanizada - Ambiente para paciente diagnosticada
receber cuidados deve respeitar sua autonomia, dignidade e confidencialidade.
6. Registro
de Câncer - Hospital onde paciente é acompanhada
deve ter Registro de Câncer, para monitorar e avaliar a
qualidade do tratamento.
7. Cuidados
paliativos - Paciente tem direito aos cuidados paliativos para
o adequado
controle dos sintomas e suporte social, espiritual
e psicológico.
AGÊNCIA
ESTADO
Casos
de meningite no interior de São Paulo serão
investigados
A Secretaria
Municipal de Saúde (SMS) de Campinas, no
interior de São Paulo, investiga um provável agregado
de casos de meningite meningocócica em um bairro da Região
leste da cidade.
Uma criança, com idade abaixo de cinco anos, segundo
a Secretaria, morreu na última sexta-feira em um hospital
da rede pública com suspeita da doença. Segundo
os técnicos da Vigilância em Saúde (Visa),
a criança apresentou evolução típica,
clássica da doença mais grave da doença
meningocócica. Os exames laboratoriais estão em
andamento.
O órgão também recebeu na sexta-feira outra
notificação, também de uma criança
moradora do mesmo bairro que a primeira, que está internada
em um hospital da rede pública e apresenta um primeiro
resultado compatível com o meningococo. Campinas registrou
neste ano 27 casos de doença meningocócica - inclui
meningite meningocócica e meningococcemia - dos quais
dez foram a óbito.
PARANASHOP
Governo
e hospitais debatem novo modelo de atenção à Saúde
Com o tema “Santas Casas e Hospitais Filantrópicos:
construindo um novo modelo de atenção à saúde”,
o 4° Seminário Femipa (Federação das
Santas Casas de Misericórdia e Hospitais Beneficentes
do Estado do Paraná) vai promover o debate entre gestores
públicos e administradores de hospitais de 9 a 11 de novembro
em Curitiba (PR). O evento deve mobilizar não somente
o Paraná, mas especialistas, políticos e autoridades
de outros Estados em torno das discussões que afetam,
principalmente, o Sistema Único de Saúde (SUS).
A programação inclui discussões a respeito
da legislação da filantropia, modelos de remuneração,
ferramentas de gestão, segurança do paciente, custo
hospitalar e redes de atenção à Saúde.
O secretário de Atenção à Saúde
do Ministério da Saúde, Helvécio Miranda
Magalhães Jr, ao lado do secretário de Estado da
Saúde do Paraná, Michele Caputo Neto, da secretária
de municipal de Saúde de Curitiba, Eliane Chomatas, e
do economista Luiz Nelson Porto Araújo, farão uma
análise setorial e apontarão as perspectivas para
o setor. A mesa será moderada pela presidente do Conselho
Estadual de Saúde do PR, Rosita Márcia Wilner.
Outra palestra
programada é Ferramentas de Gestão
e a Acreditação Hospitalar. “O painel tem
o objetivo de demonstrar como a adoção do modelo
da acreditação e suas ferramentas de gestão
poderão auxiliar os gestores e líderes na condução
diária das instituições, em especial na
abordagem da gestão por processos”, explica Fábio
de Araújo Motta, presidente do Instituto Paranaense de
Acreditação em Serviços de Saúde
(IPASS).
Já a assessora executiva da Fundação Amaral
Carvalho, Shirley Batista, vai abordar o tema captação
de recursos. “A captação de recursos junto
ao governo federal é de extrema importância para
as entidades. Os hospitais precisam conhecer o processo que,
apesar de trabalhoso, trás muitos benefícios. A única
contrapartida é prestar um bom serviço para a comunidade”,
diz a palestrante.
Para o diretor
geral da Santa Casa de Curitiba, Flaviano Venturim, o evento é de extrema importância para as entidades
filantrópicas. “A participação da
Santa Casa é fundamental, visto que o Seminário
apresentará os assuntos mais pertinentes às instituições
filantrópicas. Junto às entidades co-irmãs
teremos a oportunidade de discutir, trocar ideias e compartilhar
problemas e soluções, além de fomentar novas
discussões”, argumenta.
Com a proposta
de levar aos hospitais experiências de
fora da área, o empresário Miguel Krigsner, presidente
do Conselho de Administração do Grupo Boticário,
vai apresentar a história de sucesso do negócio
que nasceu em 1977, com uma pequena farmácia de manipulação. “O
objetivo é estimular os administradores dos hospitais
a conhecerem novas visões empresariais para melhorar ainda
mais a gestão das instituições filantrópicas”,
explica o presidente da Femipa, Maçazumi Furtado Niwa.
Feira
Este ano,
o evento contará com a Feira de Produtos e
Serviços Médico-Hospitalares e Tecnologia. Empresas
como Micromed, Wheb Sistemas, MV Sistemas, MecFarma, Formathos,
GHR Consultoria, Sismatec, Unicred e Unimed Paraná irão
mostrar tecnologias e serviços que auxiliam na gestão
hospitalar. Parceira da Femipa há um ano, a Bionexo apresentará a
plataforma de gestão de compras.
Mais informações:
www.femipa.org.br.
Serviço
4° Seminário
Femipa
Tema: “Santas Casas e Hospitais Filantrópicos:
construindo um novo modelo de atenção à saúde”
Data: 9 a 11 de novembro
Local: Associação Médica do Paraná,
Rua Cândido Xavier, 575, Curitiba (PR)
Inscrições:
(41) 3016 1780 / contato@confianceeventos.com.br
Informações:
www.femipa.org.br
Promoção: Federação das Santas Casas
de Misericórdia e Hospitais Beneficentes do Estado do
Paraná.
Domingo, 30.10.11
CORREIO BRAZILIENSE
Um
mal evitável
Tumores malignos
na laringe, como o que acometeu o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, são associados ao tabagismo
e ao consumo de álcool. Sem esses fatores de risco, dificilmente
uma pessoa desenvolve a doença. Chances de cura costumam
ser elevadas.
Paloma Oliveto
A combinação tabaco e álcool, dois hábitos
que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva nunca negou
apreciar, é a principal causa de câncer de laringe,
um tumor que, na avaliação de oncologistas, é altamente
prevenível. Quando detectada precocemente, as chances
de a doença desaparecer são de 80% e, para isso, é necessário
ficar atento ao sintoma mais importante: uma rouquidão
sem causa aparente, que persiste por mais de duas semanas. Um
exame simples realizado em consultório, a laringoscopia, é capaz
de encontrar tumores no órgão da fala.
De acordo
com Paulo Hoff, oncologista do Hospital Sírio-Libanês
que fez o exame no ex-presidente, "o prognóstico
para esse tipo de câncer é muito bom". Especialistas
ouvidos pelo Correio afirmam que as chances de cura de um tumor
maligno na laringe são realmente grandes, mas tudo depende
do tipo de célula envolvida e do estágio em que
a doença se encontra.
O oncologista
Murilo Buso, do Centro de Câncer de Brasília
(Cettro), explica que três aspectos estão envolvidos
na escolha do tratamento mais adequado e nos prognósticos
do paciente. O primeiro é o tipo histológico, que,
no caso da laringe, costuma ser carcinoma epidermoide. O segundo é a
localização exata do tumor e, por último,
os médicos avaliam o estágio em que ele se encontra.
Basicamente, o câncer de laringe pode ser localizado, quando
atinge apenas um tecido específico; localmente avançado,
quando também se espalha para os linfonodos próximos;
e metastático. Para cada situação, há um
tipo de tratamento adequado.
Segundo Igor
Morbeck, oncologista da clínica Oncovida,
para garantir o sucesso da terapia, é essencial que os
sintomas iniciais não sejam ignorados. "A rouquidão é um
dos primeiros sintomas do câncer de laringe. É um
tipo de rouquidão que persiste por mais de duas semanas
ou 30 dias. Com o exame de laringoscopia, dá para avaliar
se há uma lesão no local", informa.
No quadro
inicial, Murilo Buso afirma que a estratégia é fazer
uma cirurgia, se o tumor for pequeno. "Mas a laringe já é um órgão
pequeno, então, mesmo se o tumor tiver 1cm, é considerado
grande", diz. Morbeck lembra que os médicos sempre
procuram preservar o órgão; por isso, alguns optam
por combater o tumor com radioterapia, método que emite
radiação ionizante no local do câncer, matando
as células malignas.
Já quando os linfonodos próximos da laringe também
foram atingidos, caso do câncer localmente avançado,
a cirurgia pode ser extremamente radical, por isso é evitada
ao máximo. Os médicos costumam optar pela quimioterapia
primeiramente. "Depois, avalia-se o padrão de resposta.
Se os linfonodos não desaparecerem, é preciso fazer
cirurgia seguida de radio e quimioterapia. Nesse estágio,
ainda há chances de cura", diz Buso. O caso mais
grave é quando as células malignas migram para
outros órgãos. Nessas situações,
não se fala mais de cura, apenas de controle da doença.
A incidência de metástases, porém, é pequena
em tumores malignos da região da cabeça e do pescoço.
O médico do Centro de Câncer de Brasília
conta que, ao contrário de outros tipos de cânceres,
o de laringe costuma ser detectado cedo. Isso porque, diferentemente
do tumor de pâncreas, por exemplo, que vitimou recentemente
o fundador da Apple, Steve Jobs, o câncer de laringe não é silencioso.
O paciente sente um incômodo logo que o tumor aparece,
o que o leva a procurar o consultório.
O mais importante,
Buso insiste, é que esse tipo de doença
pode ser evitável. "Ela está diretamente ligada
ao tabagismo e à ingestão de bebidas alcoólicas." Igor
Morbeck, da Oncovida, conta que o vírus do papiloma humano
(HPV), quando presente na região da cabeça e do
pescoço, também pode desencadear o câncer. "Mas é muito
mais comum que o câncer esteja associado a esses dois hábitos",
esclarece.
Gânglios
de defesa
Os linfonodos,
chamados também de gânglios linfáticos,
são órgãos de defesa do organismo e estão
presentes em todo o corpo. Ao sinal de um agente estranho, como
vírus e bactérias, por exemplo, eles desencadeiam
uma resposta, tornando-se inflamados ou inchados. Nem sempre
o aumento dos linfonodos está associado ao câncer.
O GLOBO
ANS: novas normas para pequenas operadoras
Agência
diminui burocracia para facilitar desenvolvimento de empresas
do interior
Nadja Sampaio
Com o objetivo
de aprimorar o setor e facilitar o desenvolvimento de pequenas
e médias operadoras de planos de saúde
(até 20 mil e de 20 mil a cem mil beneficiários,
respectivamente), a Agência Nacional de Saúde Suplementar
(ANS) publicou a resolução 274, que estabelece
medidas administrativas e econômico-financeiras.
Leandro Reis,
diretor de Normas e Habilitação
das Operadoras da ANS, explica que essas empresas de menor porte
(abaixo de 20 mil beneficiários), que correspondem a 72%
do total, estão, em sua maioria, no interior do país
e são responsáveis pelo atendimento a mais de seis
milhões de beneficiários de planos de saúde
(cerca de 10% do total).
- Como essas
empresas têm estruturas menores, muitas vezes
elas não conseguem cumprir os prazos para o envio de informações
exigidas pela ANS e têm suas notas prejudicadas com isso,
além de correr o risco de serem multadas - afirma Reis.
Segundo ele,
as pequenas e médias operadoras recebiam
o mesmo tratamento e as mesmas exigências das grandes:
- Com essa
resolução, a ANS está mostrando
que entende a importância das pequenas e médias
operadoras em função da sua capilaridade. Com essa
norma, pretendeu-se reduzir o peso da regulação,
sem perdas no monitoramento assistencial e econômico-financeiro.
Para elaborar
a norma, a agência desenvolveu estudos que
identificaram as principais características das operadoras
de pequeno e médio porte. E convidou entidades do setor
para que apresentassem sugestões a um grupo de trabalho
criado especificamente para o tema.
GAZETA DO POVO
Paranaense
gasta mais com remédio que com plano de saúde
Medicamentos
vão absorver 43% dos R$ 11 bilhões
que as famílias vão desembolsar com saúde
e higiene neste ano. Aumento da renda e envelhecimento da população
pressionam despesas
Os paranaenses
vão gastar R$ 11 bilhões com despesas
de saúde e higiene em 2011, cerca de 8% do total desembolsado
pelas famílias com consumo. Quase metade desse bolo vai
para pagar medicamentos, que deverão absorver cerca de
R$ 4,7 bilhões, segundo estudo inédito da IPC Marketing,
empresa de informações de mercado.
Os gastos
com medicamentos superam, inclusive, as outras despesas com
saúde que incluem pagamentos de plano de saúde,
consultas, exames e cirurgias e vão somar R$ 3,9 bilhões.
Os gastos com planos de saúde, por exemplo, devem ficar
em R$ 1,5 bilhão nesse ano. O estudo considera apenas
o desembolso das pessoas físicas.
Segundo Marcos
Pazzini, coordenador do levantamento, as vendas de medicamentos
crescem à medida que a renda aumenta e
a população envelhece. Podemos dizer que essa categoria é uma
das que mais vão avançar em participação
no orçamento das famílias nos próximos anos,
diz.
Dados da
Associação Brasileira das Farmácias
(Abrafarma) mostram que em 2011 as vendas de medicamentos acumulam
alta de 18% em relação a 2010, segundo dados atualizados
até julho. O setor, que movimentou R$ 17 bilhões
no ano passado, registrou um aumento de 21% nas vendas de genéricos
no período.
A tendência, segundo Christian Majczak, da GO4! Consultoria, é de
que os gastos com medicamentos e saúde sejam puxados pelo
aumento do poder aquisitivo, pela renovação tecnológica
com novas gerações de produtos farmacêuticos
e pelas dificuldades enfrentadas na saúde pública.
As pessoas
estão trocando a saúde pública
pela privada, o que por sua vez também tem reflexo nas
compras de medicamentos. Por outro lado, esses produtos e serviços
também estão pesando mais no orçamento porque
estão mais caros, impactados pela inflação,
afirma. Os produtos de saúde e cuidados pessoais acumulam
alta de preços de 6,01% nos últimos 12 meses, segundo
IPCA.
Pazzini avalia
que, de maneira geral, o crescimento do emprego tende a favorecer
também as vendas de planos de saúde. É comum
que o trabalhador, quando conquista um emprego novo, passe a
ter acesso e a contribuir para um plano ou seguro de saúde
da empresa. Esse mercado se beneficia desse movimento, afirma.
O aumento
do poder aquisitivo também vem incentivando
as vendas de produtos de higiene e cuidados pessoais, que chegarão
a R$ 2,47 bilhões no estado neste ano. Com mais dinheiro,
o consumidor diversifica e aumenta o número de itens na
cesta de compras, com destaque para perfumes (que devem absorver
R$ 752 milhões), produtos para cabelos (R$ 237,3 milhões)
e sabonetes (R$ 170,5 milhões).
Segundo o
IPC Marketing, o Paraná é o quinto estado
com maior consumo de higiene e saúde, atrás de
São Paulo (R$ 59,1 bilhões), Rio de Janeiro (R$
21,1 bilhões), Minas Gerais (R$ 18,3 bilhões) e
Rio Grande do Sul (R$ 12,3 bilhões). Em todo o Brasil,
os gastos com higiene e saúde totalizarão R$ 187
bilhões em 2011.
O estudo
revela que a classe B com renda média de R$
2.750 a R$ 4,9 mil é que puxa o consumo do setor de higiene
e saúde. Mais da metade do que será gasto no Paraná nessas
categorias sairá do bolso dessas famílias.
Um dado curioso é que o consumo de higiene e saúde
da classe D, que abrange um número maior de pessoas, alcançará R$
470,9 milhões, volume que supera o gasto de quem está no
topo da pirâmide. As famílias das classes A1 desembolsarão
R$ 337,6 milhões neste ano, segundo a IPC Marketing.
Interior
do estado tem poucos médicos
O estudo
da IPC Marketing, que também apurou a quantidade
de médicos a cada mil habitantes no país, revela
que o interior do Paraná ainda é carente de profissionais
dessa área. Atraídos pelas melhores condições
de vida, os médicos são encontrados em maior número
nos grandes centros e nas capitais. No interior do estado, a
proporção é de 1,56 médico para mil
habitantes, contra uma média de 6,78 em Curitiba e 2,11
em todo o país.
O interior
do Paraná exibe um índice que se aproxima
das condições do Norte e do Nordeste. O que, ao
mesmo tempo, mostra o potencial de desenvolvimento para os próximos
anos , afirma Marcos Pazzini, coordenador do estudo. Segundo
ele, há um um enorme vácuo de médicos no
Norte e Nordeste do país em relação à oferta
encontrada nas regiões Centro-Oeste, Sul e Sudeste. No
Sudeste, o índice é de 2,74 médicos para
mil habitantes; no Centro-Oeste, de 2,39; e, no Sul, de 2,29.
No Nordeste, a proporção é de 1,31, e no
Norte há apenas 1,07 médico por mil habitantes.
O Paraná tem 23,9 mil médicos e 7 mil farmácias,
segundo o levantamento.
FOLHA DE S. PAULO
Desventuras com siglas e abreviaturas
Julio Abramczyk
O computador
resolveu a difícil leitura da "letra
de médico", com seus eventuais erros de interpretação.
Restam ainda, entretanto, algumas dificuldades para que os profissionais
da área da saúde aclarem as siglas e abreviaturas
sempre presentes nos prontuários.
Na "Revista Latino-Americana de Enfermagem", uma pesquisa
de Fernanda Raphael Escobar e colegas mostrou que, em 92 erros
de via (oral, intramuscular ou endovenosa), 92,3% das prescrições
continham siglas.
Esse é um problema global. Na "Postgraduate Medical
Journal", S. Sinha e colegas mostram que apenas 43% dos
profissionais de um mesmo setor médico interpretaram corretamente
questionário sobre siglas.
José Marques Filho, do Conselho Regional de Medicina
de SP, emitiu em 2005 parecer sobre essa questão. Ele
explica que a linguagem médica objetiva transmitir maior
quantidade de informação com o mínimo de
palavras. Por isso, abreviaturas e siglas de uso corrente na
prática médica podem ser utilizadas nos prontuários.
Entretanto,
acrescenta, deve-se preferir escrever por extenso anotações médicas, para evitar erro de interpretação
por mudança da sigla. E dá como exemplo Geca (gastroenterocolite
aguda), que em 2005 mudou para DDA (doença diarreica aguda).
Sábado,
29.10.11
FOLHA DE S. PAULO
Governo muda tratamento para derrame
Rede
pública de saúde terá mais remédios
contra coágulos e atendimento domiciliar
Johanna
Nublat, de Brasília
O Ministério da Saúde vai mudar a forma como o
AVC (acidente vascular cerebral, o chamado derrame) é tratado
na rede pública do país.
A mudança está desenhada em três linhas
principais, segundo disse à Folha o ministro da Saúde,
Alexandre Padilha: formação de equipes especiais
nos hospitais, ampliação da distribuição
de um medicamento específico (trombolítico) e atendimento
domiciliar na esfera do SUS.
Para reduzir
o impacto do AVC -primeira causa de morte e incapacidade no
Brasil-,
o ministério promete investir R$ 440 milhões
até 2014 em equipes e no medicamento.
A proposta,
escrita pelo governo e por especialistas, deve entrar em consulta
pública
hoje, dia mundial do AVC.
Novos 1.225
leitos para vitimas de derrame deverão ser
criados nos próximos quatro anos em 151 municípios.
A criação de unidades especializadas será incentivada.
"Em vez de credenciar leitos isolados, a gente credencia
serviços que façam essas enfermarias, no padrão
UTI", afirmou o ministro.
No hospital,
o paciente terá acesso a um trombolítico,
remédio que dissolve o coágulo, explica Elza Dias
Tosta, presidente da Academia Brasileira de Neurologia.
A droga é usada nos casos de AVC isquêmico, em
que o coágulo fecha uma artéria e impede o sangue
de chegar às células nervosas.
Se usado
rapidamente, o remédio evita mortes e sequelas,
segundo a médica.
Outra mudança será o atendimento domiciliar de
pacientes com risco de AVC ou que já tenham sido vítimas
do derrame. Uma portaria publicada ontem estipulou regras para
a oferta do atendimento domiciliar - destinado, por exemplo,
a municípios com população igual ou superior
a 100 mil ou em área metropolitana com 40 mil a 100 mil
habitantes.
Outras duas
vertentes importantes da mudança, afirma
Tosta, são o enfoque dado à prevenção
e o incentivo para que o SAMU (Serviço de Atendimento
Móvel de Urgência) faça o primeiro atendimento
da vítima do AVC e a encaminhe para unidades-referência
na área.
SAÚDE
WEB
Estratégia da SAP está nas
companhias verticalizadas
Multinacional
alemã avança no setor e tem a Rede
D´Or como novo cliente
"A grande estratégia para 2012 é continuar
no que chamamos de operadoras 'empresas de saúde verticalizadas
com hospitais e outros serviços´, oferecendo prontuário
eletrônico e nos laboratórios", disse o presidente
da SAP no Brasil, Luiz César Verdi, em evento organizado
pela multinacional alemã, em Campos do Jordão,
na região do Vale do Paraíba, em São Paulo.
Questionado
pelo desafio de penetração no setor
de saúde, onde há ainda grandes redes verticalizadas
usando sistemas próprios ele afirmou: "É um
desafio e nosso crescimento passa por isso: entender essas empresas".
E essa compreensão já dá seus primeiros
passos. Prova disso é que a SAP fechou contrato recentemente
com um das principais grupos de saúde privados no Brasil:
a Rede D´Or. Trata-se de um sistema para a área
de gestão de recursos humanos, que controlará tanto
a gestão de corpo clínico quanto os colaboradores
da área administrativa do grupo.
Um primeiro
grande cliente verticalizado em uma área,
que foi reformulada recentemente e que teve em 2011, um ano para
se apresentar ao mercado. No setor de saúde, além
da concorrência com os tradicionais players especializados
em tecnologia em saúde, a SAP enfrenta um nicho onde ainda
há redes utilizando sistema próprio. "Existe
resistência, eles gostam daquilo que é desenvolvido
internamente, mas quando querem crescer, começam a se
questionar", explica o gerente de soluções
para a área de saúde, Jomar Fajardo.
Mesmo sem
revelar resultados e perspectivas para o mercado em 2012, Fajardo
acredita
que no próximo ano grandes contratos
serão fechados na área de saúde. E elas
se juntarão a um setor que hoje tem quase 100% da indústria
farmacêutica - por conta de uma estratégia global
destas próprias companhias que já têm softwares
em suas matriz e filiais fora do país e as nacionais Eurofarma
e EMS. O grupo ainda conta com os integrantes: Hospital Israelita
Albert Einstein- cujo sistema clínico é da Intersystems
enquanto o processamento e análise de dados é executado
pela SAP -, Grupo Fleury, Rede Sara de Hospitais de Reabilitação
e Hospital Santa Luzia, em Brasília.
PME e setores
Sem dúvida uma dos mercados mais crescentes da SAP no
Brasil está em soluções para pequenas e
médias empresas. Atualmente dos 3580 clientes brasileiros,
um terço utiliza a solução Business One,
voltada para empresas de pequeno porte. E é nesse nicho
onde está a maioria dos clientes de saúde, mais
de 40 laboratórios e hospitais com soluções
da multinacional. Mas na SAP, a área de saúde não
está reunida embaixo de apenas um guarda-chuva: eles estão
espalhadas pela área de healthcare, governo e financeira-
quando se trata de grandes seguradoras.
Nessa onda
de seguradoras, a empresa também celebrou
recentemente um contrato com a Marítima Seguros para oferecer
sistemas específicos na área de seguros, mas que
também trazem novidade: o Hana, solução
de computação em memória para gestão
de grandes volumes de dados . A Marítima se junta a Allianz
também seguradora que oferece seguros em diferentes modalidades
inclusive saúde.
Tendências
As tendências apresentadas pela SAP são: cloud
computing e mobilidade. A primeira, segundo Verdi, servirá mais
para o departamento de TI dos hospitais e operadoras, ela é invisível
para o paciente, sua atuação está no auxilio
aos departamentos de TI. Já a segunda é a gestão
do ambiente clínico e no trato das informações
do paciente de forma mais rápida e com a praticidade de
utilizar o prontuário eletrônico em tablets e outros
dispositivos móveis. "O médico é um
profissional móvel e está em deslocamento as informações
do paciente. O dispositivo leva mobilidade à urgência",
finaliza.
FOLHA DE S. PAULO
Anticoncepcionais aumentam o risco de trombose, afirma estudo
Estudo divulgado
pela FDA (agência reguladora de remédios
nos EUA) mostra que existe um risco maior de trombose venosa
em mulheres que tomam anticoncepcional contendo drospirenona,
em comparação com as que tomam contraceptivos mais
antigos.
A pesquisa
analisou o histórico de 800 mil americanas
que usavam diferentes métodos contraceptivos.
As pílulas mais vendidas pela Bayer, a YAZ e a Yasmin,
contêm drospirenona e são vendidas no Brasil. Em
média, aquelas que tomavam Yaz tinham uma chance 75% maior
de sofrer trombose.
O presidente
da comissão de contracepção
da Febrasgo (Federação Brasileira das Associações
de Ginecologia e Obstetrícia), Rogério Bonassi,
disse que as mulheres que tomam Yaz ou Yasmin não devem
necessariamente interromper o uso da pílula.
Falta saber
se a trombose venosa é mesmo um efeito desses
anticoncepcionais.
"Qualquer pílula pode aumentar o risco de trombose,
porém o risco absoluto é muito baixo", diz.
A Bayer informou que está avaliando o conteúdo
do estudo e, por isso, ainda não vai comentá-lo.
FOLHA DE S. PAULO
Americanos
querem novos números em testes de colesterol
Grupo de
especialistas publica recomendações para
melhorar identificação de pessoas com risco cardíaco.
Dados seriam usados para fazer exames em pacientes com níveis
de colesterol um pouco abaixo do máximo
Débora
Mismetti
Especialistas
americanos em colesterol publicaram recentemente um documento
em que sugerem
mudar os exames de colesterol, para
que passem a incluir a medição de substâncias
que, em geral, não constam dos testes feitos hoje.
Os médicos da Associação Nacional de Lípides
dos EUA propõem detalhar o teste para detectar proteínas
que são carregadas junto com as de LDL (o colesterol "ruim"),
além de uma proteína que indica inflamação
nas artérias.
A mudança aumentaria ainda mais a sopa de letrinhas dos
testes atuais, que já confundem muita gente.
Hoje, os
médicos se concentram na medição
do LDL, do VLDL, dos triglicérides e do HDL. Os três
primeiros são responsáveis pela formação
de placas ateroscleróticas, formações que
dificultam a passagem do sangue e podem causar infarto.
O HDL é o chamado colesterol bom. Ele faz uma espécie
de limpeza das artérias, removendo resíduos do
LDL que levam à formação da placa e estimulando
a produção de óxido nítrico, substância
que dá elasticidade ao vaso, facilitando sua dilatação.
Isso melhora a circulação.
Classificação
Com base
nos testes atuais, além dos exames clínicos
e do histórico familiar dos pacientes, os médicos
estimam se a pessoa tem ou não risco de sofrer um infarto
e se precisa de tratamento.
Quando os
exames apontam VLDL, LDL e triglicérides acima
dos números desejados e/ou HDL baixo, o médico
pode recomendar mudanças na dieta, prática de exercícios,
parar de fumar ou até remédios anticolesterol,
as chamadas estatinas.
O problema,
segundo Raul Dias Santos, diretor da unidade clínica
de lipídes do InCor (Instituto do Coração), é que,
em parte dos pacientes, os testes de colesterol dão um
resultado que não justifica uma intervenção
mas, na realidade, aquela pessoa está em risco de infarto.
"Em 20% das pessoas que infartam, a gente nem tem ideia
de que isso ia acontecer. Para muitos, o primeiro sinal de doença
cardíaca ainda é o infarto ou a morte."
O uso dos
novos testes serviria para que o médico tivesse
mais certeza ao classificar seus pacientes como de alto ou baixo
risco.
Funcionaria
assim: a pessoa faria a consulta e o teste comum. Se estivesse
em
risco intermediário, faria os novos testes.
Se os números viessem acima do desejado, elas teriam de
reduzir bastante o colesterol. Muitas que hoje não tomam
remédio anticolesterol passariam a tomar.
Santos explica
que um desses novos marcadores, o chamado Lp(a), aumenta o
risco
de coágulos sanguíneos.
"Essa proteína foi descrita há 40 anos, mas
só ganhou força no último ano. Entidades
na Europa já recomendam medir o Lp(a)."
O que ainda
não se sabe é se baixar os níveis
dessas proteínas ajuda a prevenir infartos, ou se elas
só servem mesmo como indicador.
Essa nova
proposta dos americanos não se aplica para
pessoas que têm colesterol alto mesmo. Para essas, já se
sabe: é preciso fazer o tratamento e baixar os números.
Sexta-feira, 28.10.11
REVISTA HOSPITAIS BRASIL
Hospital
Samaritano (SP) inaugura centro de medicina diagnóstica
O Hospital
Samaritano de São Paulo já inicio as
operações de seu novo Centro de Medicina Diagnóstica
e Terapêutica. Foram investidos R$ 12 milhões em
tecnologias médicas, incluindo o equipamento de PET/CT
mCT64 da Siemens, único da América Latina. Trata-se
de um equipamento que une os recursos da Medicina Nuclear (PET
- Tomografia por Emissão de Pósitrons) e da Radiologia
(CT - Tomografia Computadorizada), permitindo um diagnóstico
preciso e com muita qualidade nas áreas de oncologia,
cardiologia e neurologia.
O Samaritano
estima a realização a partir de 2012
de, aproximadamente, 2 milhões de exames por ano e 600
clientes externos atendidos diariamente. A Medicina Diagnóstica
ocupa uma área de mais de 3 mil m2, 42 salas de exames,
12 posições de recepção, área
para atendimento infantil e 12 salas para coleta de exames laboratoriais.
O espaço conta com Unidade da Mulher que realiza os exames
de mamografia digital, mamotomia, ultrassonografia, densitometria óssea
e colposcopia. A Unidade de Cardiologia Diagnóstica centraliza
os procedimentos de ecocardiograma, tilt test, ergometria, holter,
MAPA e eletrocardiograma. Na Neurofisiologia são realizados
os exames de eletroneuromiografia, eletroencefalograma, vídeo-EEG
e polissonografia.
Os exames
de Diagnóstico por Imagem incluem tomografia
computadorizada, ressonância magnética 3.0 Tesla
Philips com ambientação multimídia, Raio-X,
ultrassonografia, medicina nuclear e endoscopia com equipamentos
Full HD. Estes serviços possuem o Sistema de Arquivamento
e Comunicação de Imagens (PACS), que permite a
integração de todos os resultados dos exames e
facilita o acesso pelo corpo clínico, que pode visualizar
os resultados pelo computador. Outro destaque são os serviços
intervencionistas nas áreas de Radiologia, Neurologia,
Vascular e Cardiologia (cateterismo e angioplastias).
REVISTA HOSPITAIS BRASIL
Casa
de Saúde São José (RJ) lança
unidades coronariana e semi-intensiva
Seguindo
seus projetos de expansão e reestruturação
de serviços estratégicos, a Casa de Saúde
São José (CSSJ), no Rio de Janeiro, anuncia dois
lançamentos importantes: as novas unidades coronariana
(UCO) e semi-intensiva (USI).
Com investimentos
que chegam a R$ 5 milhões (cinco milhões
de reais), a remodelação incluiu obras de ampliação
e também a renovação de todo o parque tecnológico,
com a aquisição de modernos equipamentos, com a
possibilidade de segurança máxima para qualquer
tipo de diagnóstico, inclusive com modernos sistemas de
purificação e filtração do ar ambiente,
necessários para certos tipos de pacientes, em quartos
selecionados. Cada um dos setores será capaz de receber
até onze pacientes.
De acordo
com Augusto Neno, Fabrício Braga, José Kezen
e Gustavo Gouvea, médicos responsáveis pela Unidade
Coronariana e Emergência Cardiológica da CSSJ, além
do aumento do número de leitos (anteriormente eram nove),
os mesmos estão mais amplos, são totalmente individualizados,
extremamente confortáveis, possuindo, inclusive, banheiros
privativos.
"O ambiente é seguro, humanizado e acolhedor. A
aparelhagem também é de última geração,
com sistema de monitoramento multiparamétrico e câmeras
de vídeo em todos os leitos para adequada vigilância
e segurança do paciente", complementa o Dr. Augusto
Neno, reforçando que a unidade se encontra preparada para
atender qualquer tipo de patologia cardíaca e gravidades,
incluindo suporte aos pós-operatórios de procedimentos
cardiológicos e cirurgias cardíacas de alta complexidade
realizadas na Casa de Saúde São José.
Para Gustavo
de Freitas Nobre e Marcelo Kalichsztein, chefes do Serviço de Terapia Intensiva da CSSJ, a nova USI permitirá que
pacientes estejam próximos de seus familiares ao mesmo
tempo em que recebem o máximo de cuidado técnico,
psicológico e tecnológico, em um ambiente seguro,
diferenciado, amplo, claro e agradável. A monitorização
também é de última geração
e os quartos possuem câmeras para acompanhamento contínuo
dos pacientes por telemetria, possibilitando acesso à telemedicina.
AGÊNCIA SAÚDE
Parintins
recebe veículos para saúde indígena
Além dos veículos, o Distrito recebeu também
materiais de construção para reformas das Casas
de Saúde Indígena
Por Tiago Pegon
Considerando
a necessidade de maior qualidade na atenção à saúde
indígena, o Distrito Sanitário Especial Indígena
(DSEI) Parintins recebeu nesta sexta-feira (28), na cidade de
Parintins(AM), barcos, caminhonetes e material multimídia
para equipar e melhor atender a comunidade indígena da
região.
A entrega
destes materiais faz parte do processo de transição
dos trabalhos nos territórios indígenas entre a
Fundação Nacional de Saúde (Funasa) e a
Secretaria Especial de Saúde Indígena (Sesai) do
Ministério da Saúde. Os insumos adquiridos para
o DSEI Parintins serão utilizados exclusivamente nas atividades
relacionadas à Saúde Indígena.
Segundo a
chefe do DSEI, Paula Cristina Rodrigues, os veículos
fluviais serão utilizados no transportes das equipes multidisciplinares,
pacientes e acompanhantes indígenas das aldeias para a
cidade e da cidade para as aldeias ou Polos Bases. Já os
veículos terrestres servirão para transporte de
pacientes e acompanhantes da Casa de Saúde Indígena
(CASAI) para hospitais, postos de saúde, laboratórios
e locais de embarque e desembarque em portos fluviais. Os equipamentos
multimídia serão utilizados no trabalho administrativo
na sede do DSEI e nas CASAIs.
“Esses bens poderão ajudar no desenvolvimento das
ações de atenção à saúde
indígena, facilitando a remoção de pacientes
tanto em áreas indígenas quanto na cidade, por
isso é fundamental a chegada desses bens para suprir as
necessidades do DSEI Parintins. Espero que com a chegada destes
insumos possamos minimizar os problemas que enfrentamos em decorrência
da transição (Funasa/Sesai), para que possamos
oferecer uma saúde de melhor qualidade aos povos indígenas”,
explicou Paula Cristina.
Ao todo foram
entregues duas caminhonetes 4x4; oito barcos de alumínio com cobertura e capacidade para até seis
ocupantes; oito motores de popa; quatro projetores multimídia
com data show; além de cinco refrigeradores e materiais
de construção para a reforma das CASAIs.
Atendimento
A Chefe do
DSEI Parintins reforçou a importância
que estes materiais têm para qualificar o atendimento aos
indígenas da região. “Estes bens patrimoniais
serão de suma importância grandiosa para a qualidade
ao atendimento de saúde da população indígena
do DSEI Parintins (que abrange quatro municípios: Barrerinhas,
Nhamundá, Parintins e Maués). Essa assistência
vai levar melhorias e agilidade ao transporte de pacientes e
da equipe multidisciplinar”, destacou.
Com as novas
embarcações as equipes da Sesai poderão
atender de maneira mais ampla uma população de
11.495 indígenas das etnias Hexkariana e Sateré Mawe
que habitam a região.
Segundo Paula
Cristina, os materiais de construção
recebidos estão sendo utilizados em reformas na CASAI
Parintins e utilizados também para a melhoria da Casa
de Saúde de Maués. Entre os reparos, estão
desde a pintura, a troca de forro e manutenção
de toda a infra-estrutura, como banheiros e calçadas.
As CASAIs
são espaços onde os indígenas
em alta médica ou aguardando consultas, exames e tratamento
de saúde mais prolongados são acolhidos, recebendo
alimentação e acompanhamento durante a espera.
AGENDA
-
Saúde Suplementar: Quem está satisfeito?
AssPreviSite
04 de Novembro de 2011
Quando nenhum dos atores de um sistema se encontra satisfeito
alguma coisa estranha acontece no mesmo!
Num ano com
muitas propostas e mudanças oriundas da ANS
vamos promover um debate que busca:
- Avaliar
o contexto da situação de um sistema
em que não encontramos, em princípio, nenhum de
seus atores satisfeitos;
- Entender
o cenário 2011, com destaque para os temas
das recentes ações da ANS e seus desdobramentos
e impactos para as operadoras de planos de saúde e demais
atores do sistema; e
- Realizar
uma leitura das perspectivas para o segmento de saúde
suplementar frente ao cenário que se apresenta para 2012.
Assim, no
próximo dia 04 de novembro, em São Paulo,
das 9h00 às 17h00, acontece uma reunião de dirigentes,
gestores e profissionais para debater a situação
atual do sistema de saúde suplementar.
Tendo como
convidados destacados nomes de especialistas, dirigentes de
entidades
associativas e empresas do segmento vamos verificar
e avaliar tantas e tantas ações da ANS neste ano
de 2011 (que resultados trouxeram, os desdobramentos e suas conseqüências,
como se pode analisar o status vigente) e o que se pode esperar
para 2012 neste importante sistema.
O sistema
melhorou em 2011? Em que e para quem? Houve desenvolvimento
ou retração?
O que se visualiza para 2012?
Se você compartilha desta percepção, vamos
conversar a respeito! Participe desta oportuna e estratégica
reunião! A taxa de adesão é de R$ 300,00
(trezentos reais). Informações e reservas pelo
e-mail assprevisite2@terra.com.br
-
14º Congresso
Unidas
Unidas / AssPrevISite
Inovações e Desafios da Saúde
Suplementar
Dias 21 e 22 de novembro de 2011
Hotel Maksoud
Plaza São Paulo
Alameda Campinas,
150 - Bela Vista - São Paulo/SP
Promover
o desenvolvimento e a capacitação dos
líderes da saúde suplementar é o objetivo
maior do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar. O evento apresentará temas
atuais que envolvem os desafios presentes no cotidiano dos gestores,
além de oportunizar a troca de informações,
experiências e conhecimento entre os players do setor.
Além do 14º Congresso UNIDAS, realizaremos no mesmo
período e local a 11ª Feira de Produtos e Serviços
para Planos de Saúde que irá apresentar as mais
recentes inovações e soluções tecnológicas
para a gestão da área da saúde. Para ser
expositor ou patrocinador dos eventos, as empresas deverão
fazer contato com a UNIDAS pelo telefone (11) 3289-0855, ou pelos
e-mails: sandra@unidas.org.br e rose@unidas.org.br.
Participem
do 14º Congresso UNIDAS - Inovações
e Desafios da Saúde Suplementar e da 11ª Feira de
Produtos e Serviços para Planos de Saúde! A sustentabilidade
do segmento de autogestão dependerá do crescimento
e capacitação profissional daqueles que lutam e
contribuem por um sistema de saúde justo para todos os
brasileiros.
Informações
Informações adicionais e esclarecimentos poderão
ser obtidos diretamente com a UNIDAS Nacional pelo tel. (11)
3289-0855 ou e-mail congresso@unidas.org.br
- 14º Conferência Nacional de Saúde
Tema
“TODOS USAM O SUS? SUS NA SEGURIDADE SOCIAL – POLÍTICA
PÚBLICA, PATRIMÔNIO DO POVO BRASILEIRO”
A 14ª Conferência Nacional de Saúde será realizada
em três etapas Municipal, Estadual/Distrito Federal e Nacional.
As discussões na etapa Estadual/Distrito Federal começaram
dia 16 de julho e vão até 31 de outubro. A etapa
Nacional, que acontecerá em Brasília, entre os
dias 30/11 e 04/12, finalizará os trabalhos.
Mais informações
no site: http://www.conselho.saude.gov.br/14cns/index.html